Minha Vida em 10 Músicas

Em 16.02.2015   Arquivado em Memes e Tags, Música

A Renatinha me indicou pra essa tag lindeza e tô achando delícia porque tem muito tempo que não falo de música aqui no blog… Bem, ela meio que dispensa explicações, então here we go:

01) Uma música que lembre um momento bom: O Meu Mundo Ficaria Completo (Com Você) – Nando Reis – Não só um momento bom, essa aí me lembra toda uma época boa! Foi difícil decidir o que colocar nessa primeira questão (foi a última que respondi), mas fechei os olhos e de repente essa resposta “pulou” da minha cabeça, me parece mais do que certo, então!

02) Uma música que defina sua vida: Tiny Dancer – Elton John – Eu acho essa música gracinha DEMAIS e gosto de pensar que ela define alguns aspectos da minha vida… Sei lá, me identifico, fazer o que? Além do mais é Elton John, e Elton John é vida!

03) Uma música que te faz dançar na balada: Dance, Little Lady, Dance! – Tina Charles – Eu sei que é uma música que nunca vai tocar em balada nenhuma (a não ser que eu crie a playlist), mas ela é ótima, super dançante, super delícia, queria dançar isso todo dia e para sempre!

04) Uma música que foi tema de um relacionamento: You Make Me Feel Brand New – Simply Red – Não que seja ‘o tema” propriamente dito, mas acho super válido usá-la, sempre!

05) Uma música que sempre te faz chorar: Rocket Man – Elton John – Eu já fui em dois shows do meu ídolo-mor e o primeiro, em 2009, foi da turnê “Rocket Man”, então meio que virou um lembrete eterno daquela que, até então, foi a melhor noite da minha vida – e só perdeu pro segundo show que fui em 2013 – então é lagriminha de emoção e saudades na certa, sempre! Vou usar esse vídeo do One Night Only porque é meu show favorito dele forever…

06) Uma música que seria toque do celular: Call me, Beep me (If You Wanna Reach Me) – Christy Carlson Romano – Sim, é a música de abertura da Kim Possible, meu desenho favorito ever. Mas não, eu não usaria a música toda de toque. Na verdade o que eu USO para toque de mensagens é o toque do Kimmunicator da Kim e ele toca várias vezes na música, então roubei e coloquei ela!

07) Uma música que você gostaria de tatuar: The End – The Beatles – Na verdade eu não tatuaria música nenhuma, acho, só existem duas tatuagens que faria e farei na vida e nenhuma delas se encaixa nessa categoria. Mas enfim, pensei aqui e se fosse tatuar alguma frase grande com certeza seria “And in the end the love you take is equal do the love you make.” (Não é atoa que tá escrito na lateral do meu Destrua Este Diário.)

08) Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém: My Love – Paul McCartney – Não sei o que vocês chamam de “ficar com alguém”, mas vou colocar como “estar com alguém”, ok? Ok!Então, sendo assim, fiquem com uma das músicas mais lindas do mundo *o*

09) Uma música que você está viciada agora: You’ll Be In My Heart – Phil Collins – Desde que ouvi ela no rádio no meio do ano passado meio que acidentalmente estou apaixonada! Ganhei Tarzan de natal da minha irmã, aí então que eu viciei mesmo, se toca no iPod eu preciso ouvir umas três vezes seguidas antes de passar adiante!

10) Uma música que faz as pessoas lembrarem de você: Dancing Queen – ABBA – Eu ia colocar essa na música que me faz dançar, mas acabei descendo aqui pro final porque é minha música FAVORITA e todas as pessoas que me conhecem mais ou menos bem sabem disso, então sempre lembram de mim. Eu tenho várias histórias bonitinhas com essa música, se for contar todas dá um post inteiro! Amo tanto que ela se encaixaria nos itens 1, 2, 3, 6 e 7 dessa tag também!

Não sei quantas pessoas tenho que indicar, mas quero que faça Lili, Poly, Beca e Thami! E algum de vocês, indicados ou não, já fez ou fizer me manda o link, hein!

LISTENING TO: The Beatles

Em 18.10.2013   Arquivado em Música

Na tag “Listening To” posto sobre bandas/artistas que gosto, mas isso não significa que vocês não possam dar sugestões!! Escolhe uma dessas daqui e pode ser que ela apareça da próxima vez!!

* Mais um dos “Greatest Moments” da “Greatest Tag” aqui do blog, porque vou falar da banda que mais gosto nessa minha vida. E olha que eu gosto de muuuita coisa, musicalmente falando.
Os Beatles eram compostos, basicamente, de quatro nomes que até hoje ecoam no mundo da música como os integrantes da maior banda de todos os tempos:: John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Ou quem sabe Paul McCartney-George Harrison, Ringo Starr e John Lennon, na minha ordem de preferência. Tanto faz. O que importa é que esses foram os 10 anos mais gratificantes da história da música MUNDIAL. E é por isso que eu gosto tanto de escrever sobre esse assunto por aqui: porque sempre tem muito mais o que falar, mas que fica guardado pra mim em forma de sentimento. Eu posso dizer para todos que não sei como isso começou, acho que já nasceu comigo, mas a verdade é que eu amo esses “meninos”. MESMO.
Mas chega de manifestação de afeto e vamos pra história propriamente dita, e vou tentar fazer um resumão bem geralzão se não ficaremos aqui até amanhã.
– A história da banda é bem comprida, mas simplificando tudo podemos dizer que começou com uma banda anterior, “The Quarrymen”, que evoluiu para essa que todos nós conhecemos ainda hoje aos poucos. Os Beatles mesmo começaram a usar esse nome em 1960 e é a partir daí que se leva em consideração a história deles em atividade. Além de Lennon, McCartney (que, até então, tocava basicamente guitarra na banda) e Harrison eles contavam com um baixista, Stuart Sutcliffe, que ficou um ano só e foi “substituído” pelo Paul na função; e um baterista, Pete Best, que os abandonou em 1962 e foi substituído por Ringo Starr sob diversos protestos dos fãs. E foi assim que se formou o nosso tão querido “Fab Four” que arrastou multidões por todo o mundo. A “Beatlemania”, como é conhecia, varreu o mundo e eles conquistavam fãs tão histéricas que era impossível ouvir a banda durante os shows de tão altos que eram os gritos. Acho que nunca existiu nada igual na história da música ou de qualquer tipo de arte, o amor das fãs era tanto que John Lennon tinha que esconder sua primeira esposa do público para que as garotas não soubessem que ele era casado.

* De 1960 a 1970 os meninos se tornaram adultos, se casaram, tiveram filhos e continuaram tocando. A chegada dos Beatles nos Estados Unidos em 1964 é citada com um grande acontecimento do século XX e isso só serviu pra aumentar a popularidade da banda. Nesse mesmo ano saiu o primeiro filme deles, “A Hard Day’s Night” (que no Brasil tem o nome horroroso de “Os Reis do Iê-iê-iê”) e passaram a fazer shows em outros países da Europa, América do Norte e Oceania. Acho que foi provavelmente o auge da banda, porque nos dois anos seguintes tiveram seus baixos: a declaração de John Lennon de que eram mais populares que Jesus Cristo, por exemplo, causou uma grande revolta. Mas nada marcou tanto a nova fase “madura” da banda do que a decisão de não fazer mais shows, já que eles saíam dos mesmos frustrados por não conseguir sequer ouvir o que estavam tocando, fazendo com que a partir de 66 eles apenas lançavam novos álbuns e singles.
Ninguém sabe exatamente o motivo “real” do fim da banda, mas na minha opinião foi o conjunto das coisas. A presença da Yoko que realmente incomodava todos os integrantes (segundo George Martin ela não se separava do John nem quando ele estava no estúdio ou mesmo no banheiro masculino), a vontade do George de ter mais destaque como compositor, a situação empresarial da banda, o início da carreira solo de cada um deles… O que se sabe é que em 1969 eles fizeram sua última apresentação no telhado da Apple Corps e no ano foi apresentado o documento para a dissolução da banda.

* Dizem que eles ainda não se bicam (ou pelo menos os que estão vivos, que são Paul e Ringo), que John Lennon fez músicas pra atacar o Paul depois. Outros dizem que, como o tempo, a banda até voltaria a tocar junta se John Lennon não tivesse sido assassinado, e alguns deles chegaram a ser encontrar novamente em estúdios e nos palcos depois disso. Quem está certo e quem está errado não importa nessa história. O que importam são os cinco filmes, 13 álbuns em estúdios, inúmeras músicas e a GIGANTESCA influência popular nos Beatles nos sáculos XX e XXI. Você pode não ser fã da banda, mas com certeza gosta de alguma música deles nem que seja em cover. E quem nunca salvou no computador uma imagem de seus personagens favoritos “fantasiados” de Beatles, como Os Simpsons atravessando a Abbey Road. E por fim, mas não menos importante: sempre tem alguma música dos Beatles em algum musical famoso que usam canções de artistas variados, né? Eles até já ganharam um musical só com músicas deles, o “Across The Universe”, que é um dos filmes mais lindos que já vi na vida…

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Ringo Starr and his All Starr Band em Belo Horizonte

Em 18.11.2011   Arquivado em Música

Depois de meses de espera, literalmente, nessa quarta feira finalmente tivemos Ringo Starr & his All Starr Band aqui no Chevrolet Hall e foi INCRÍVEL!!

Ringo Starr and his All Starr Band

Em julho anunciaram que o show aconteceria em diversas cidades do Brasil e quando vimos Belo Horizonte na lista eu, Dani e Pati surtamos. Fui lá, comprei nossas entradas (depois de uma louca busca de soluções para conseguir que a Pati me mandasse a versão escaneada da carteirinha de estudante dela) e desde então elas estavam guardadinhas na minha “caixinha de tesouros” esperando o dia 16 de novembro. Demorou, parecia que não ia chegar nunca e quando a gente menos esperava, chegou!!

Ringo Starr and his All Starr Band

A Pati chegou lá bem cedo, beeeem mais cedo que eu e a Dani (que tava na aula, por isso nossa demora), por volta das 16h, e já tinha um povo na fila. Nós chegamos às 18h, faltando uma hora pro portão abrir – na teoria. E o mais lindo é que o Ringo em si chegou pouco antes d’a gente, e como a Pati tava pertinho da garagem viu ele dentro do carro e ele deu tchauzinho e fez o “v”zinho da paz dele, hihi. Ficamos na fila, fizemos amizades, esperas, eram quase 19h30 quando mandaram a gente entrar. Aí nós três fomos indo grudadinhas uma na outra, já que eu era maior (ir)responsável pelas duas… Nos chamaram pra fila de mulheres, entramos rapidinho e de repente estávamos nós três de mãos dadas correndo loucamente em direção à (pequena) aglomeração que já tava se formando. E aí enquanto a gente comia, Twittava, tirava umas fotos pré-show e ia conhecendo o pessoal, vinha sempre um querendo passar na frente, a gente deixava alguns, ia remanejando e quando vimos já tínhamos andado um metro na diagonal ficando cada vez mais na frente e mais ao centro!! Sério, foi muito mais perto que imaginei que ficaria.

Ringo Starr and his All Starr Band

O show tava marcado pra 21h e a pontualidade britânica praticamente não falha: 5 minutos de atraso até a All Starr Band entrar anunciando o Ringo!! Aaaah, aí a gente gritou MUITO!!
Ele abriu com “It Don’t Come Easy” e “Honey Don’t”, cantava, dançava e tocava bateria, coisa liiiinda!! E nisso eu e as meninas pulando muito junto com o povo, uma olhando pra cara da outra sem acreditar que era real e eu tentando tirar fotos sem tirar os olhos do palco.
(Ao contrário de um IMBECIL que tava do nosso lado e resolveu filmar o show e assistiu tudo pela janelinha da câmera… Pagar absurdo pra ter um YouTube com som ao vivo é muita idiotisse, né minha gente??)

Ringo Starr and his All Starr Band

Aí ele foi chamando a banda… Os primeiros foram Rick Derringer foooofo demais e Edgar Winter que é MUITO FODA!! A gente tava se sentindo num festival de rock dos anos 70, gente, o jeito dele de falar, de agir, de tudo, cada hora tocando um instrumento sem deixar a música falhar, sem comparação. Ele chegava na beiradinha do palco e ficava muito perto, era inacreditável, mesmo.

Ringo Starr and his All Starr Band

Aí veio Wally Palmar pra cantar também e desejar “bouha noitin Belou Rorizonti” e quando Ringo voltou pra cantar “I Wanna Be Your Man” eu PULEI, GRITEI, SURTEI tanto, tava um calor insuportável e eu quase não tinha comido nada… Eu simplesmente senti que ia cair dura ali, gente, sério!! Sentei no chão, tava muito menos quente, por incrível que pareça… E aí veio uma deselegante que tava atrás de mim que ao invés de perguntar se eu tava bem já veio falando “ah, se tá passando mal vai embora!!” (e não era pro bem, porque ela realmente ficou o resto do show tentando “atropelar” a gente e ir pra frente). Eu esperei melhorar um pouco, levantei a tempo de ver Gary Wright cantar “Dream Weaver” e sentei denovo. E nessa hora eu juro que decidi que se não passasse realmente iria pra fora, porque eu não tava conseguindo ficar mais lá. E nisso as meninas me abanando com uns papéis que recebemos na porta, um rapaz SUPER bonzinho que tinha dado espaço pra Pati ficar ligeiramente mais à frente tava lá todo preocupado, até que GRAÇAS A DEUS lembrei que a ela tinha chocolate na bolsa, pedi pra um e na hora que comi só senti o sangue voltando todinho pro meu rosto, sério, NUNCA MAIS vou a show nenhum sem levar um chocolatinho, fez milagre!! Consegui pegar o finalzinho da apresentação do Richard Page.

Ringo Starr and his All Starr Band

Aí a Pati trocou de lugar comigo porque onde ela ficou era menos insuportavelmente quente e eu melhorei de vez a tempo do Ringo voltar pra cantar “The Other Side of Liverpool” antes de falar que a próxima música só não era conhecida pra quem tava no show errado. E todo mundo já sabia antes mesmo de ele cantar o primeiro verso que era “Yellow Submarine”, e foi a primeira vez no show que eu chorei, porque sabia que aquilo era o mais perto que eu tava na vida de saber o que era ver os Beatles ao vivo, era maravilhoso o palco todo amarelo só trocando pra representar “skies of blue” e “sea of green”. Ai, gente… Sem palavras.

Ringo Starr and his All Starr Band

Aí o show seguia… Edgar Winter nos fez arrepiar tocando “Frankenstein”, foi o solo de baterias mais incrível que já vi na vida – e nesse o Ringo nem tava participando –, sério, dava vontade mesmo de filmar, era de arrepiar, eu abstraí meus cuidados auto-medicados e até bati a cabeça um pouquinho. Quando Wally Palmar cantou “What I Like About You” NÃO TINHA COMO NÃO PULAR, e Ringo voltou denovo pra cantar a música que ele fez na época que ele participava “de uma banda aí”, hehe, e foi lindo porque ele tocou “Boys” (e acho que cantou outras nessa hora, acho que “Back Off Boogaloo”, mas não lembro a ordem perfeita). Gary Wright cantou um cadinho pra gente, Rick Derringer também, Richard Page também (e ele é LINDO, gente, sem noção). E a gente ia sentindo chegar ao fim e era triste.

Ringo Starr and his All Starr Band

O Ringo assumiu de vez no fim… Veio com “Photograph” que eu choreeei, “Act Naturally” e quando ele começou “With A Little Help From My Friends” a gente sabia que aquilo já era o “bis” mesmo sem o intervalinho, choraaamos e gritamos e terminou com “Give Peace A Chance”!! E depois que a banda agradeceu e saiu do palco a gente berrava muito e eu virei pra trás e de repente estávamos nós três abraçadas chorando… A gente não queria sair dali, ficamos ainda até o palco ficar apagado, sabíamos que eles não iam voltar, a Pati tinha que ir porque meia noite já era o ônibus pra ela voltar pra Timóteo (o show durou praticamente duas horas, acabou faltando cinco minutos pras 23h, por aí)… Mas a gente não queria mesmo porque, né?? MARAVILHOSO!! Os caras que compõe a banda são incrível, vieram de bandas incríveis e, azar,podem falar o que for: O RINGO É INCRÍVEL!! Super alegre no palco, nem o disco de uma menina bater na cabeça dele quando ela mandou pro palco abateu aquele homem, era 1/4 da MAIOR BANDA DE TODOS OS TEMPOS ali cantando e tocando pr’a gente, valeu muito a pena, principalmente ao lado das duas que são irmã-amiga e amiga-irmã.

Ringo Starr and his All Starr Band

Bipolaridade total, feliz em ter ido e triste por já ter acabado!! Quem quiser ver algumas das fotos que tirei (além dessas do post) tem lá no Flickr.

Versão em Lego de Capas de Álbuns dos Beatles

Em 10.08.2011   Arquivado em Artes Visuais, Música

Eu AMAVA Lego quando era criança, deixava até uma caixa na casa da vovó pra poder brincar todos os dias que quisesse mesmo, estando em casa ou não, ia pra casa da Patiquinha e o Rodrigo, irmão dela, tinha MUUUITO, nossa, a gente construía coisas do arco da velha. Eu ainda tenho um que era meu favorito, de parque de diversões, e a um tempão atrás fiz com ele uma casinha e ela está praticamente montada guardada lá na casa da mamãe me esperando buscar.
Então quando junta Lego com qualquer coisa que eu AMO dá nisso: empolgação sem tamanho. Aí eu achei no Whiplash capas de álbuns dos Beatles em versão Lego e tive que vir aqui mostrar meus favoritos!!

Abbey Road

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Revolver (tem até o nome do album adaptado!!)

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A Hard Days Night

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With The Beatles

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E tem várias capas lindas de outras bandas lindas. Fique abismada com o capricho pra The Division Bell (Pink Floyd) e a do Nevermind (Nirvana) ficou basurdamente perfeita!!

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Se você digitar “Lego” no WeHeartIt aparecem coisas muito legais, inclusive várias capas de álbuns assim. Pena que é difícil achar a origem =( Eu tenho uma montagem com a capa de Abbey Road LINDA aqui e meu medo de jogar na internet é justamente nunca saberem que fui eu que fiz, coloquei os créditos pequenininho de lado mas dá pra cortar, e marca d’água grandona ia estragar o trabalho todo…

Eu achei isso aqui, aqui e aqui, os três no mesmo site!!

“Hey Jude” on Music Box

Em 05.06.2011   Arquivado em Música

– Eu adoro ver vídeos de Hand Crank Music Box das músicas que gosto, inclusive vivo procurando de “Hedwig’s Theme” pra mim no eBay, mas nunca acho. Ano passado eu tava na casa da Lili e ela me mostrou a que tinha comprado pra Dri de natal, com “Over The Rainbow” e a dela própria que era com “Hey Jude”… E eu rodei TANTO, mas TANTO a manivela da caixinha dela que ela acabou colocando na minha caixa de natal e me deu!! (brigada denovo, amore!!). Outro dia a Patiquinha veio aqui e contei isso pra ela e falei “mas não adianta, pode rodar pra sempre que eu não sou boazinha que nem a Lili” e ela morreu de rir. Mas é porque é lindo mesmo.
Desde então eu tava louca pra também gravar um vídeo rodando a caixinha e sismei que seria hoje!! E aí está!!
(justo hoje que minha unha do dedão quebrou TODA e vai sair feia na imagem…)

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