Bonecando: Funko Rock Candy Arwen Undómiel

Em 15.01.2019   Arquivado em Dolls

Quando assisti O Senhor dos Anéis pela primeira vez, muito antes de começar a ler os livros (que até hoje não terminei pois Tolkien, né mores, haja paciência), a Arwen foi, de cara, uma das minhas personagens favoritas. Não sei se por causa da Liv Tyler, se por identificação física uma vez que as outras duas personagens femininas importantes são loiras, ou se é porque tenho uma tendência a simpatizar com elfos, mesmo, quando o assunto é criaturas fantásticas. Só sei que eu AMO! Nos livros sua importância é bem menor, claro, mas quando você descobre o universo da Terra Média como um todo, Contos Inacabados e vai pesquisando alguns apêndices, sei lá, eu sou suspeita mas acho impossível não gostar. Permanece sendo queridíssima pra mim, e quando descobri a linha de Senhor dos Anéis da Funko Rock Candy, que além dela tem a Éowyn em sua versão guerreira, fiquei APAIXONADA querendo MUITO! Nesse natal minha irmã me deu de presente, e é tão linda que demorei pra achar um lugar no quarto digno para ela.

E aí que personagem querida por personagem querida, por que justamente a Arwen? Pois bem, porque eu amo TANTO a princesinha de Valfenda que dei o nome dela para minha gata! Na época eu não sabia como chamá-la, só tinha opção para macho, que seria Obi-Wan Kenobi… Fiquei então refletindo alguém que fosse digna de ser minha filha e assim nasceu Arwen “Undómiau”! E, sei lá, o nome combina com ela… Orelha pontuda, pelo pretinho, esse olhar de sabedoria élfico e tudo mais. Era mais do que justo que eu tivesse, um dia, alguma figura dela aqui, pra representar duplamente esse amor…

Funko Rock Candy Arwen Undómiel

Funko Rock Candy Arwen Undómiel

Eu sei que a linha Funko Pop! é uma grande queridinha e até existe boneca da Arwen nela, um set junto com o Aragorn que é exclusiva da Convenção de Verão de 2017, ou seja, caríssima! Mas desde que conheci a linha Rock Candy, quando eles lançaram um set da Barbie, me APAIXONEI por ela! As bonecas são mais proporcionais sem perder o cabeção, que eu adoro, e com uma quantidade muito maior de detalhes não só na roupa, mas principalmente rosto. Lembra demais a versão que já vimos nas telonas e telinhas.

A cena escolhida pela Funko pra representar a Arwen foi no final de “O Retorno do Rei”, quando ela reecontra o Aragorn na coroação dele. Eu AMO MUITO a roupa que ela está usando, um vestido verde claro todo fluido, bem elfona mesmo, e coroa de princesa… Ai, gente, é MARAVILHOSA demais aquela mulher, fala sério! Pra quem gosta de planejar casamento com pegada nerd, pronto, aí está um visual de noiva ideal! Pra retratar o tecido eles usaram tinta verde brilhante clara, com os detalhes em tom mais claro ainda… Infelizmente nas minhas fotos ficou beeem mais intenso que o real porque foram tiradas no Sol, mas o “cenário” combinava, não deu pra evitar…

Funko Rock Candy Arwen Undómiel

Funko Rock Candy Arwen Undómiel

Outra vantagem da Linha Rock Candy, e dos Pop! atuais em relação aos antigos, é que os detalhes são todos muito bem feitos. Os fios de prata da coroa “vazam” pro cabelo em pouquíssimas áreas e não tem nenhuma outra falha na pintura além dessa, que é realmente muito minuciosa pra sair perfeita num boneco de vinil assim. É ótimo também porque a barra do vestido cria uma “base”, então ela se sustenta sem precisar do estande que alguns Funkos têm, principalmente as figuras femininas que têm pé menor.

Por outro lado… Como essas Rock Candy enganam no quesito “tamanho”! A gente sabe que elas têm 12cm, mas ainda assim por foto parece ser bem maior do que realmente são. A Arwen foi minha primeira, então levei um mini susto, que rapidinho passou, também. É até bom, porque deu pra encaixa-la na estante bem no cantinho onde ficam meus livros de “O Senhor dos Anéis” (e seus companheiros “O Hobbit” e “O Silmarillion”), ela não tampa nada mas ainda assim é visível, deixando a coisa temática e ainda mais bela. Pra quem também gosta, dá pra ver os itens Tolkianos já lançados por eles no site oficial.

Bohemian Rhapsody: tributo digno da realeza!

Em 03.11.2018   Arquivado em Filmes, Música

Bohemian Rhapsody *****
Bohemian Rhapsody Elenco: Rami Malek, Gwilyn Lee, Ben Hardy, Joseph Mazzello, Lucy Boynton, Tom Hollander, Allen Leech, Aaron McCusker, Aidan Gillen, Mike Myers
Direção: Bryan Singer
Gênero: Drama, Música
Duração: 134 min
Ano: 2018
Classificação: 14 anos
Sinopse: “Freddie Mercury e seus companheiros, Brian May, Roger Taylor e John Deacon mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: Poderiam ser “trovões e relâmpagos me assustando muito”, mas eram aplausos vindo de dentro e fora da tela do cinema. Bohemian Rhapsody, provavelmente o maior dos sucessos do Queen que fez a carreira da banda estourar mundialmente, foi o título escolhido para o filme que conta a trajetória de seu vocalista, Freddie Mercury, nos anos em que o quarteto tocou junto. E, se tratando de Freddie, estamos falando de uma grande lenda do rock! O ator escolhido para interpretá-lo, Rami Malek, teve em mãos duas possibilidades extremas em sua carreira, ficaria marcado para sempre como um sucesso estrondoso ou dolorida derrota… Felizmente, foi a primeira opção: não só a caracterização está perfeita (principalmente quando colocava os óculos de Sol), mas também os trejeitos, modo de falar e de se comportar. Com uma mixagem de som que misturou áudio originais, a voz do ator e do canadense Marc Martel, a transição do falado para o cantado está tão perfeita e convincente que é impossível não se arrepiar!

Os outros membros da banda também estão perfeitos, com destaque total para Brian May que ficou absolutamente IDÊNTICO, de forma positivamente assustadora. A história começa um pouco antes da formação do Queen, mostrando como as quatro se juntaram, apostaram em criações experimentais, ousaram , definiram seu estilo, até atingir o estrelato. Paralelo a isso, como Freddie foi de um garoto um pouco tímido a “rainha histérica”, com visual extravagante, estilo de vida cheio de excessos até, em fim, a descoberta da AIDS que desencadeou na broncopneumonia que o matou. O filme, porém, foca muito mais na música em si, deixando a vida de álcool, drogas e sexo em segundo plano e tornando a doença como “algo a mais” que, por mais que tenha abalado a todos, nos conseguiu destruir aquela imagem que sempre pareceu indestrutível.

Os números musicais são incríveis, principalmente a criação de “Bohemian Rhapsody”, as primeiras execuções de “We Will Rock You” e, CLARO, a lendária apresentação no Live Aid, que dura ousadíssimos 20 minutos e ainda assim te faz querer mais. Não sou muito fã de ver filmes em IMAX 3D porque não enxergo muito bem e me dá dor de cabeça, mas tive a oportunidade de assisti-lo na pré estreia que foi nessa sala, porém em 2D. Valeu MUITO a pena! Os momentos em que a câmera foca na plateia te fazem quase acreditar que você está ali! O uso de áudios originais traz toda a vibe que a presença do público tinha e as interpretações foram todas impecáveis, realmente reproduzindo os movimentos dos integrantes da banda, contando inclusive com a produção musical de Brian May e Roger Taylor. Nesse aspecto não tem como achar um defeito sequer, você ri e chora sem parar, cheio de brilho no olhar.

Bohemian Rhapsody

Bohemian Rhapsody: imagem via Metro

Se fosse pra citar um problema, por mais que não considere assim, a linha do tempo é completamente diferente de como foram as coisas na verdade. Mas trata-se de um filme biográfico, não um documentário, com intuito de celebrar uma vida, esse tipo de adaptação se faz necessária. Colocando o Rock In Rio muito cedo e Live Aid um pouco “tarde”, é possível sentir o impacto que o Queen tinha na plateia desde que nasceu até o “fim”. Tem outros pequenos deslizes, é claro, mas que estão ali justamente para levar a história ao cinema de modo mais atrativo possível. Algumas coisas foram bem dramatizadas também, como a breve carreira solo do Freddie, é claro, mas ainda assim é mensagem de que eles eram como uma família, sempre dando suporte um ao outro, foi mantida, o que é fundamental para o entendimento do Queen.

E por fim, outro ponto extremamente positivo, temos a visibilidade bi tomando conta das telonas! Não é estranho que um dos maiores ícones gays do mundo era, na verdade, bissexual? De Mary Austin, seu “Love of my life” e amiga a vida toda, mesmo após o fim do relacionamento dos dois (que o próprio Freddie definia como insubstituível) a Jim Hutton, que esteve ao seu lado até morrer, vemos o protagonista amando homens e mulheres com uma imprensa louca em cima disso, sempre tentando arrancar dali uma confissão sobre o assunto, em vão. Na época do lançamento dos trailers vi muita gente reclamando da presença de Mary neles, porque tornava tudo “muito heteronormativo”, mas a verdade é que ignorar a bissexualidade de um dos maiores nomes da música seria invisibilizar ainda mais essa parte já tão excluída do movimento LGBTQ+. E não foi o que aconteceu!

Entre tantos acertos você assiste a essas duas horas com a sensação de que está vendo muito mais, com tanta coisa acontecendo em tela, mas sem se cansar, pelo contrário! Definitivamente, um tributo digno dele que era, como o nome da banda e seu microfone simulando um cetro sugerem, a realeza do rock and roll. E, se você é fã como eu, fique na sala durante os créditos finais para não sentir falta de nada: uma das canções mais icônicas de todas, que marcou esse período final da vida do vocalista (ainda que não tenha sido escrita por ele), está ali, pra te fazer soltar as últimas lágrimas que ainda sobraram para chorar!

Leia também: Nasce Uma Estrela, resenha do musical estrelado por Lady Gaga e Bradley Cooper

Trailer:

LISTENING TO: Pink Floyd

Em 20.06.2017   Arquivado em Música

Eu adoro imaginar é como era a Inglaterra nas décadas de 60 e 70: VÁRIAS bandas incríveis nascendo a todo o momento, o país era provavelmente constituído somente de música, devia ser quase ilegal não gostar do assunto. Digo isso porque estou prestes a falar de uma das melhores de todos os tempos, mesmos aqueles que não gostam de rock já ouviram falar e conhecem alguma música. Uma banda da qual sempre gostei. Minha irmã, aos com 3 anos, ficava do lado do meu pai pra ouvir. Pink Floyd.

Listening to: Pink Floyd
Foto do BBC Music

A história é bem longa e difícil de contar (ainda mais pra uma leiga como eu), mas vou tentar dar uma ideia geral do que aconteceu. Em 1964 havia uma banda que teve vários nomes, e quando essa banda se separou naquele ano os integrantes Rado Klose (guitarra), Roger Waters (guitarra), Nick Mason (bateria) e Rick Wright (sopro) resolveram montar uma nova aproveitando um dos antigos nomes: “Tea Set”. Junto com eles estava o vocalista Chris Dennis, e logo depois o guitarrista e vocalista Syd Barrett, fazendo Waters assumir o baixo. Foi aí que surgiu o nome que hoje conhecemos, em homenagem ao músicos de blues Pink Anderson e Floyd Council.

No início eles faziam pequenas apresentações em pequenos lugares e até foram convidados para produzir músicas para um documentário, que sequer apareceram na versão final do filme. O primeiro álbum oficial saiu em 1967 e foi super bem aceito, até hoje é considerado o melhor primeiro álbum por alguns especialistas. A banda foi fazendo sucesso, mas as drogas tornaram a participação de Barrett inviável e os outros membros foram atrás de novos rumos sem ele. Foi aí que David Gilmour entrou para substituí-lo não só dentro do Pink Floyd, mas na história do Rock Progressivo. Na década de 70 atingiram um grande estouro e tiveram vários hits, seus álbuns de maior sucesso saíram nessa época: “Wish You Were Here” e “Dark Side of The Moon”, que é considerado o ápice deles.

Rolaram muitos trabalhos bons na década de 80 com Roger Waters assumindo o papel de “membro principal” da banda, como The Wall, que acabou ganhando um filme de mesmo nome. Naquela mesma década, porém, Water acabou saindo, deixando Gilmour no “controle”. Sua “era” só acabou com o fim da banda, em 1995/1996, quando foi indicada para o Rock and Roll Hall of Fame americano, com breve retorno em 2014 que resultou no álbum “The Endless River”. Em 2015 eles anunciaram o fim definitivo, mas continuam sendo uma referência em rock psicodélico e progressivo com suas letras carregadas de questões políticas, insanidade e críticas sociais.

Música Favorita

Não consigo sequer COGITAR falar de outra que não “Wish You Were Here”. Título do álbum lançado em 1975, e foi um grande tributo a Syd Barrett, que havia entrada em colapso mental, então são letras pesadas e muito, muito tristes, principalmente “Shine On You Crazy Diamond”, que é dividida em duas partes.

A verdade é que, apesar de ouvir vez ou outra, que eu sequer ligava tanto pro Pink Floyd até o final de 2009, quando ESSA música entrou na minha cabeça para nunca mais sair. Fiquei completamente viciada nela até que, enfim, se tornou uma das mais importantes da minha vida quando usei ela para ser título do meu primeiro livro. O meu “Wish You Were Here” ainda não foi publicado, apesar de já ter fanpage no Facebook, e tá rolando um evento criado pelos meus amigos pra ver se a gente acha uma editora que faça isso, já que infelizmente sozinha eu não po$$o. Mas enfim, acho que deu pra entender o tamanho do amor, né? Gosto forte mesmo!

Quer saber mais sobre o Pink Floyd?

Conheça a banda através do seu website oficial (em inglês) e das redes sociais: Facebook, YouTube, Twitter e Instagram! Tem também um artigo bem completinho com a história deles detalhada lá na Wikipedia, que eu usei pra confirmar algumas datas e fatos desse post.

5 vezes que a vida me fez rockeira

Em 17.07.2015   Arquivado em Memes e Tags

Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça, meme do Rotaroots que vem e que passa com um doce balanço HEADBANGER DE CABEÇAS SEM PARAR NA BEIRADA DO PALCO \m/ Ainda no clima da semana do rock (porque é um clima permanente, né, migos) hoje nós vamos ver 5 dos vááários momentos em que essa coisa linda chamada “a vida” me fez rockeira! E olha que desde que a primeira delas aconteceu isso vem se repetindo sem parar, mas hoje nós vamos focar nos mais legais, ok? Ok!

"You gotta put your faith in a loud guitar...

Quando fui no meu primeiro show no Matriz

Meu primo tocava em uma banda e eles fizeram uma série de apresentações no Matriz uma época – a bem uns dez anos atrás, parte de uma competição que no final das contas eles ficaram em terceiro lugar. Eu fui na última delas, justo no dia da votação final, e acho que foi a primeira vez que fiquei na beirada de um palco num show em toda minha vida. Mesmo o lugar sendo pequeno foi mágico, hahahaha!
Apesar de que depois que voltei pra casa tive uma experiência horrível sobre a qual não quero falar, vamos focar na parte boa!

O momento em que descobri o álbum “A Heavy Metal Tribute to ABBA”

ABBA foi a primeira das minhas bandas favoritas porque “Dancing Queen” é minha música favorita, então eu passei por uma época de procurar todas as versões possíveis e existentes da música no mundo, até que achei a versão metal. Procura daqui, procura de lá e descobri que ela fazia parte de um ÁLBUM INTEIRINHO só de músicas do ABBA em sua versão “pesada” e fiquei apaixonada, tanto que postei aqui no blog sobre isso.
(Esse post está uma bela porcaria, inclusive, faz parte de um grupo de posts legais e antigos que irei revisar e melhorar assim que tiver um tempo pra isso, ou seja, terminar meu livro.)

O dia em que minha amiga me encontrou no campus do UFMG e disse: Luly, você tá tão metal!

Logo depois que descobri esse maravilhoso álbum anteriormente mencionado eu organizei as músicas de forma que achava que ia ficar legal num show (louca) e coloquei só isso no meu iPod, era a mesma coisa no ônibus todo dia sem parar. Foi num desses dias em que eu estava com meu cabelo recém pintado de pretão e andando pelo campus da UFMG ouvindo música e usando uma camiseta de caveira liiiinda que eu tinha ganhado que topei com uma amiga de colégio. Tirei o fone sem deligar e abracei, conversei até que ela disse:
– Luly… Você tá assim, tão metal!
Eu achei uma observação engraçada e olhei pra baixo pra conferir, e foi quando saiu o som de MUITAS guitarras e baterias do meu fone de ouvido que eu segurava, porque tinha chegado na parte do solo. Minha resposta foi:
– E o visual se completa com isso!
A gente riu e continuou a conversar por uns minutos até perceber que tínhamos que parar porque senão íamos, as duas, atrasar para a aula!

Quando escolhi uma música do Pink Floyd como “tema” do meu livro

E não posso sair dando tantos detalhes porque é spoiler, mas já dei tantas indiretas sobre o assunto aqui que vocês, seus espertinhos, já sabiam do que se tratava. Estou “nos finalmentes” já, fica pronto esse mês, aí depois disso posso procurar uma maneira de publicar logo para vocês saberem todos os motivos dessa escolha.
Além, é claro, do fato de que Pink Floyd é ótimo e música é uma coisa bem forte na minha vida, então teria que ser na primeira das minhas histórias também!

E aquele dia em que fiquei quase colada no palco no show do Scorpions

Tirando uma garota que prometeu bater em quem a empurrasse e o rapaz enorme que estava do lado dela NADA me separava da grade onde, logo ali do outro lado, Klaus Meine cantava lindamente e sem parar em cima do pouco. Eu já fui em alguns shows que para mim foram até mais emocionantes do que aquele, mas nunca a vida me fez tão rockeira como naquele momento. Era chifrinho com os dedos e cabeça batendo e garganta doendo de gritar e pé pulando e tudo ao mesmo tempo sem parar porque foi MARAVILHOSO mesmo com as 24 horas e 30 minutos de atraso.
Eu contei a saga do show toda AQUI.

O tema desse post foi um dos Memes propostos esse mês do Rotaroots. Para ficar por dentro dos temas é só entrar no Grupo do Facebook!

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