A Dama de Ferro

Em 18.03.2012   Arquivado em Filmes

A Dama de Ferro A Dama de Ferro (The Iron Lady) *****
Elenco: Meryl Streep, Jim Broadbent, Olivia Colman, Alexandra Roach,, Harry Lloyd, Michael (I) Pennington, Iain Glen, Victoria Bewick, Emma Dewhurst, Michael Culkin, Amanda Root, Clifford Rose, Michael Cochrane, Jeremy Clyde, Michael Simkins, Nicholas Farrell, Phoebe Waller-Bridge, Alice da Cunha, Richard E. Grant, Anthony Head, Roger Allam, Hugh Ross, David Westhead, Susan Brown, Matthew Marsh, Pip Torrens, Angela Curran, Angus Wright, Julian Wadham, John Sessions
Direção: Phyllida Lloyd
Gênero: Biografia/Drama
Duração: 105min
Ano: 2011
Sinopse: “Cinebiografia de Margaret Thatcher, ex-Primeira Ministra britânica, que retrata desde a sua infância até o período mais impopular do seu governo, em 1982, quando ela tentava salvar sua carreira nos 17 dias que antecederam a Guerra das Malvinas.” (fonte)
Comentários: Que eu choro em 90% ou mais dos filmes que assisto não é novidade. No carnaval eu assisti “Sempre ao Seu Lado” e quando me olhei no espelho meus olhos tavam praticamente fechados de tão inchados. Existem filmes que choro sempre que assisto, filmes que choro MUITO e filmes em que só saem lágrimas. Choro porque me emociona, sendo uma emoção triste ou feliz. Porém acontece de vez em quando, muito raramente, de o filme me causar algo pessoal. Não sei de “machuca” mesmo, não sei como, mas naquele filme eu estou chorando porque me atingiu com força. A última vez que isso tinha acontecido foi na 2ª vez que assisti “Relíquias da Morte – Parte 2”, eu chorei durante, depois, eu soluçava. MESMO.
Mas aí eu vi “A Dama de Ferro” e o efeito foi mais ou menos o mesmo. Não chorei TANTO assim, mas foi um choro pessoal mesmo, eu chorava pelo filme, eu saí dali soluçando e depois do filme eu precisei evitar de sentar, porque sabia que se isso acontecesse ia acabar chorando denovo.
O filme é maravilhoso em todos os sentidos da palavra. É uma biografia maravilhosa, é um romance maravilhoso, um drama maravilhoso e principalmente: é um filme sobre POLÍTICA maravilhoso. Ao longo da duração eu fui vendo muita gente no cinema impaciente, o cara que tava na minha frente olhou as horas no celular várias vezes e eu entendo… Se você não tem interesse nenhum nesse gênero não vale a pena. E eu confesso que eu não gosto de ver filmes políticos brasileiros, americanos ou o que quer que seja… Mas quando se trata de um filme BRITÂNICO isso muda, porque todo mundo sabe o quando eu sou apaixonada pelo Reino Unido e sua história, seja ela qual for.
Foram dois Oscars merecidos. Meryl Streep inclusive merece o Oscar sempre, e mulher é fantástica-sacana em “Diabo Veste Prada”, muda pra fantástica-ABBA em “Mamma Mia!” e é também fantástica-Primeira Ministra nesse. E pra complementar veio a maquiagem, também vencedora que conseguiu torna-la IRRECONHECÍVEL. A gente só percebia que se tratava dele quando ela dava aquele sorrisinho lateral dela. Rejuveneceram e depois envelheceram a mulhar uns 20 anos durante a história, você acredita que ela tinha 40 e acredita que tinha 80. FÁCIL. Lógico que a interpretação ajuda. Mas a questão é que fazer maquiagem de monstro, de machucado, de qualque exagero é fácil de fazer bem feito perto de fazer a PELE de alguém. Eu estou absolutamente apaixonada pelo filme, apaixonada pela Margaret Thatcher e pela história dela, eu acho que deveria ter ido assistir antes. Nota 10 ou mais.
Melhores Cenas: Quando ela vence a Guerra das Malvinas, com toas aquelas bandeiras do Reino Unido ao redor dela (o quarto dos meus sonhos, ahaha) e depois de ter dado um tapa de luva de pelica nos EUA. Ela arrisca tudo, perde muito e ganha. Foi uma sequencia maravilhosa, cheia de cenas REAIS misturadas com as gravações – aliás, o filme todo. Ótima mesmo. Desde o ataque da Argentina até a vitória do Reino Unido.
Mas se tratando da parte do “romance”… Quando ela desiste de ver o Denis “indo embora” mesmo depois de ter visto que era melhor pra ela, meu Deus, toda vez que lembro dessa parte entendo o motivo de ter soluçado tanto. Sem contar que conseguiram duas combinações de atores bonitas pra formação do casal, tanto quando jovens como o casal “oficial”, já bem adultos e velhinhos (e eu adoro Jim Broadbent aka “professor Slugue”, que também é vencedor do Oscar, né…). E aí ela vai lavar as xícaras, ai, lindo!!
Trailer:

O Diabo Veste Prada

Em 29.12.2008   Arquivado em Filmes, Leitura

Música para ouvir enquanto lê esse post: Vogue – Madonna, hehehe… (tô amaaaaando isso!! Ainda escolhi um vídeo que é o cartaz do filme!!)

* * Em 2006 eu era uma inocente garotinha de 15/16 anos que sentia a maior emoção do mundo em ganhar uma Melissa da HK, que nem sabia direito o que era Victoria’s Secret, era um desastre passando lápis de olho e que acordava todo dia beeem mais cedo pra tentar dar uma maquiada-leve e tosca no rosto (nada que não tenha melhorado ao longo do ano passado). Mas mesmo assim, eu tava entrando no mundo real, saindo da minha fase-brega, fazendo a sombrancelha e escovando o cabelo sozinha… Um belo dia, ouvir falar de um livro que me parecia incrível: “O Diabo Veste Prada”. Livro que tava virando filme!! Desde então ele entrou na minha lista de Amigo Oculto da família… Ãhn, em um ano eu ganhei uma WebCam, no outro eu ganhei um dvd do Elton John e esse ano idem!! Mas minha mãe resolveu arriscar e, mesmo não sabendo o que meu Amigo Oculto me daria, comprou.
O filme a já tinha assistido duas vezes, e adorei. Terminei de ler o livro ontem e AMEI!! Os dois têm algumas diferenças, lógico, mas é porque esse tipo de adaptação dá pra ser uma “adaptação meeesmo”, já que mais gente assiste do que lê. Então vim aqui falar sobre eles (leia-se: copiar Sinopses e dar uma opinada pequena) e recomenda-los!!

* O Diabo Veste Prada – livro:
– Autora: Lauren Weisberger
– Sinospe: “Andrea Sachs sai da faculdade e consegue um emprego cobiçado pela maioria das garotas: será assistente da poderosa editora Miranda Priestly, da revista Runaway. Mas a mulher é um verdadeiro demônio. Além de fazer toda a sociedade nova-iorquina temê-la por seu poder de erguer ou destruir uma carreira, transforma a vida dos seus subordinados em um verdadeiro inferno, exigindo as tarefas mais absurdas 24 horas por dia.
Lauren Weisberger, autora de O Diabo Veste Prada, teve uma carreira bem parecida. Ao sair da universidade, foi trabalhar como assistente de Anna Wintour, lendária editora da Vogue americana. Uma experiência difícil e marcante, que Lauren exorciza neste romance de estréia, no qual descreve as piores e mais divertidas de sua passagem por aquela revista.
– retirada da capa do livro.
– Comentários: Como eu assisti o filme antes, já tava mais ou menos familiarizada. Andrea é bonita e inteligente, tem um namorado fofo e inteligente (que, no livro, chama ALEX) e quer ter um emprego bom e inteligente. Vai pra revista Runaway, onde tem que encarar a chefona-mor-de-todos-os-tempos: MIRANDA!! Que é uma mulher rica, poderosa e, por que não, inteligente!! Mas que usa essas característicsa pra poder pisotear em todos ao longo de sua vida, é arrogante e não tem nem amigos para ser feliz!!
Andrea se torna uma mini-Miranda, perde o namorado, quase perde a melhor amiga, quase perde a inteligência!! Mas pouco antes decompletar 1 sofrido e longo ano como assistente do própio demônio resolve mandar ela se fuder pro espaço e volta ao normal, com seus 5 quilos a mais e estress de menos!!
As vezes gente, JURO PRA VOCÊS, eu ficava imaginando quais daquelas tarefas malucas a autora teve realmente que realizar enquanto vivia a vida-Andrea. Nem todos as bolsas Channel, Prada, Gucci, Louis Vuitton e compania limitada (aiiiihn…) me fariam passar por isso!! Se bem que, agora que contabilizei tudo, acho que nao custa nada, néééééééééé??
Ah!! Só não gostei de ter chamado a série Harry Potter de “deplorável”. Será que ela só falou isso pelo raiva que sentia do Harry depois do que passou?? Espero que sim!!
Enfim… Podem rir, odiar a Miranda, aproveitar a leitura e depois vir cá me contar como foi.

* O Diabo Veste Prada – filme:
– Elenco: Anne Hathaway, Meryl Streep, Adrian Grenier, Tracie Thoms, Emily Blunt, Gisele Bündchen, Stanley Tucci
– Duração: 110 minutos (1h50min)
– Sinopse: “Com estilo interiorano e inocente, Andy Sachs (Anne Hathaway) parece ter caído de pára-quedas na cosmopolita e intensa Nova York. Recém-formada na faculdade de jornalismo, ela se muda para a Big Apple ao lado do namorado Nate e sai em busca de um emprego. Finalmente consegue uma entrevista na badalada revista de moda Runaway Magazine, comandada pela impetuosa e obsedaca editora Miranda Priestly (Meryl Streep), considerada a Dama de Titânio da moda mundial.
Mesmo sem nunca ter ouvido falar da revista ou da famosa editora, ela consegue o emprego, em razão de seu “excelente currículo e de seu discurso sobre a ética de trabalho” como afirmado pela própria Miranda Priestly. Seu estilo, entretanto, é motivo de piada entre os novos colegas de trabalho. Determinada a seguir em frente com o desafio, Andy muda seu visual e se torna uma workahoolic nas mãos de sua abominável chefe. Ao mesmo tempo, começa a perceber o quanto está deixando de lado as coisas simples da vida, e se tornando uma “Clacker”, apelido que a própria Andy dá à suas colegas de trabalho que cultuam a beleza e a forma física.
O Diabo Veste Prada é baseado no best-seller da norte-americana Lauren Weisberger e traz na trilha sonora canções de U2, Madonna e Moby. No elenco, a veterana Meryl Streep, que foi muito elogiada pela interpretação da megera Miranda, e Anne Hathaway, de O Diário da Princesa.”
– retirado da Wikipedia, modifiquei só o filme da Anne, já que minha irmã ganhou o livro Diário da Princesa também eu tô doida pra acabar os outros e começa-lo!!
– Comentários: Tá… Tô me odiando por isso… Mas é que um enredo é bem diferente do outro e isso é LEGAL!! Eu disse que é legal NESSE CASO, e só NESSE CASO!! O livro conta uma história abrangente, e todas as “modficações” eram necessárias pra atrair as pessoas pro cinema e ponto!! Eu, Luciana, acho, ponto final!! Eu babei nas roupas dela. Eu achei o máximo ver o lado humano de Miranda, no final, sem maquiagem. Achei o máximo Emily nunca chinga-la. E, sim, sou romântica e não imagino outro “final feliz” mais lindo que o velho casal de namorados que terminaram voltando!! E ai de quem não acha…
Só recomendo que leiam antes de assistir, porque é mais legal esperar ver as cenas adaptadas na telinha e ver modificado depois do que ficar esperando o que inspirou e nunca chegar, como foi meu caso.

* Agora parti direto pra começar e terminar a leitura Marley &; Eu, já que mamãe quer ir assistir ainda esse fim de semana. Depois será a vez de Crepúsculo, apesar de toda minha relutânica. Aí penso se vou fazer um post desse pros dois também. E depois de amanhã tem último post do ano e vocês ficam livres de mim até o primeiro do ano que vem…

Que acontecerá no dia seguinte =D
E agora deixa eu ir que tenho uma escova progressiva marcada pra amanhã, aham, ALELUIA!!

Ouvindo: Vogue – Madonna

– Comentários

Mamma Mia!

Em 20.09.2008   Arquivado em Filmes, Música

O luto acabou, o céu se abriu, o universo se iluminou… Rulfaram os tambores, soltaram as gaivotas, surgiram arco-íris, rosas voam em direção ao infinito e eu, Sistah e Lu fomos no Shopping Cidade hoje e assistimos Mamma Mia! E pr’aqueles que estavam esperando que eu fizesse um post especial pro filme… Sim, estou fazendo um post especial pro filme!

Mamma Mia!

Sinopse I: “Donna (Meryl Streep) é dona de um pequeno hotel e mãe solteira da espirituosa Sophie (Amanda Seyfried), que vai casar. Donna precisa superar o fato de que irá ficar sozinha e convida duas amigas especiais para o casamento da filha, do tempo que era vocalista de uma banda chamada Donna and the Dynamos. Procurando conhecer a verdadeira identidade de seu pai, Sophie convida secretamente três homens especiais.”
Sinopse II: Adaptação para as telas da popular montagem da Broadway sobre uma jovem que acaba de ficar noiva e decide encontrar o pai que nunca conheceu. Isso porque pretende convidá-lo para que ele a leve ao altar no dia de seu casamento. Toda a história é narrada usando famosas canções do ABBA, grupo sueco de enorme sucesso nos anos de 1970.

Trilha Sonora: I Have A Dream; Honey, Honey; Money, Money, Money; Mamma Mia; Chiquitita; Super Trouper; Dancing Queen; Our Last Summer; Lay All Your Love On Me; Gimme! Gimme! Gimme! (A Man After Midnight); Voulez-Vous; SOS; Does Your Mother Know; Slipping Through My Fingers; The Winner Takes It All; Under Attack” (instumental); Knowing Me, Knowing You” (instrumental); I Do, I Do, I Do, I Do, I Do; When All Is Said And Done; Take A Chance On Me; Mamma Mia (Reprise); I Have A Dream (Reprise); The Name Of The Game.

Mamma Mia!

O negócio foi o seguinte… A gente ia no Parque Mangabeiras amanhã de novo e a Lu ia junto, aí eu ia aproveitar pra pegar minhas encomendas da Avon e o celular antigo dela que nos compramos pra Daninha e pagar tudo, lógico… Mas a Amiguinha tá com o PC meio bichado e o técnico vai lá amanhã, tivemos que adiar e aí a magia aconteceu… “Mamãe, eu preciiiiiiiiso pagar a Lu, preciiiiiso pegar meu rímel… Por que você não leva a gente no Cidade e aí a gente encontra com ela e aproveita pra… hããã… ver Mamma Mia! néééééé??” E aí minha mãe super apoiou a causa e lá fomos nós! Descobri a incrível praticidade que é comprar entradas no caixa lá de débito/crédito. O que foi uma sorte porque, enquanto fui lá, Sistah ficou garantindo lugar na fila e assim que consegui usar o caixa voltei pra me encontrar com ela (e tira-la da fila) os ingressos esgotaram e se a gente tivesse ficado pra comprar pelo caixa “normal” não teríamos assistido… Agora só vou usar esses caixas e serei absolutamente feliz em todos os dias da minha vida.

Vimos o filme… Quase dancei dentro do cinema, ficava “mexendo a boca” na hora das músicas…. As vezes me descontrolava e cantava junto! Meus olhos super brilharam na hora de “Dancing Queen”, super pensei no Gugui em “Honey, Honey”… Todas as músicas super se encaixaram nos momentos e não paravam de tocar um minuto. Sem contar que MORRIÉ de rir (Julie Walters, só de olhar pra ela eu comecei a gargalhar) e tive carinho triplicado ao pensar que Björn e Benny no auge dos seus *60 e alguma coisa* anos produziram aquilo. É… Sem mais palavras… ALIÁS, ÚLTIMAS PALAVRAS: tirei até foto com o cartaz *__* Hihihi… Taí de ladinho pra vocês verem com muito amor!! E viva o Abba e suas músicas perfeitas!!

No mais… Eu ia colocar fotos das minhas últimas compras e tals, mas tô cansada de digitar e de reduzir imagens… Mas foi basicamente: um chaveiro de celular de sapo que eu queria a muito tempo (mas a magia acabou por causa do que vem a seguir e ele mudou-se pro mural de fotos), rímel da Avon pra salvar minha vida e o *mini-gloss* daqueles de pendurar no celular super lindo da Avon também. E mamãe trouxe pra mim 6 imãzinhos de sapinho também pro mural e agora ele é o universo Frogolino mais fowfo de todos! Inclusive comprar o chaveirinho fez com que eu completasse o número mágico de 50 (eu disse 50, meia centena) sapos na coleção, sem contar roupas e o mural em si com seus ímãs…

Fiquei super tentada a comprar a trilha sonora do filme na hora que fomos na Leitura, hehehe… Lulynha quando seu cartão de débito está ligeiramente cheio torna-se um periiigo! Também quis comprar uns ímãs que tinha lá… Um escrito “Artes” pra mim e… heheheh, um escrito “Administração” pro Gugui (ããã… o que ele ia fazer com isso??), mas os ímãs tavam caros e a trilha eu posso terminar de baixar. É melhor eu calar a boca… Beijãozão pra vocês!! Luv Ya, bye!! =*

Ouvindo: Mamma Mia – ABBA (éééé… agora é isso, passar o resto do FDS ouvindo tanto as originais quanto as do filme!)

Página 2 de 212