Links da Semana #11

Em 08.12.2019   Arquivado em Blog

TÁ ROLANDO BLOGMAS NO SWEET LULY, MENINES!!! Não sinalizei em lugar nenhum, até esqueci da tag em alguns posts (preciso corrigir isso aí) mas, vejam bem, a primeira semana passou e permaneço firme, forte e VIVA! Ok que não tá rolando de divulgar os posts, quase ninguém tem lido, mas não importa, eu precisava muito dessa maratona pra desenferrujar, já que esse ano bloguei super pouco e novembro bateu os recordes da negligência… Enfim, falemos de coisa boa, falemos de links da semana que é uma ótima força de não precisar gastar neurônios no post de domingo já que VOCÊS fornecem o conteúdo pra mim através dos seus textos, hahahaha! Todo mundo devia fazer isso de tempos em tempos, é sempre pertinente divulgar conteúdo bom, então vem ver o que apareceu de melhor na minha telinha entre 1º e 7 de dezembro.

Links da Semana

Uma curiosidade, inclusive, antes de começar oficialmente, é que todos eles visitei graças a numa interação de blogs que participei num grupo do Facebook, gente, olha como essas coisas acabam nos trazendo momentos de leituras gostosos, né?

O Diário de Nisha, por Memorialices: Bom, vou pular a parte em que sou suspeita pra falar da Lu pois absolutamente ADORO essa pessoa incrível, pipipi, popopo, pra falar dessa resenha maravilhosa que ela fez de “O Diário de Nisha”… Não vou comentar a temática do livro porque quero que vocês passem lá pra ler (né, gente!), mas eu simplesmente CHOREI no post dela, de tão sensível que a história é! Fora que o livro é maravilhoso, tem desenhos delicados no corte de página, nossa, sem defeitos.

Livros: Ted Bundy – Um Estranho ao Meu Lado, por Shiny Bubbles: Mais uma resenha de livro, e mais resenha de livro da Dark Side Books! Essa um pouco mais impactante, por não ser ficção e sim um relato da vida de um dos psicopatas americanos mais famosos de todos os tempos por alguém que foi próxima dele. Pessoal e, de acordo com a Paty, sem romantizações. Vale a pena o frio na espinha depois, hein…

Bolo de limão, decorações de natal e a saga do cabelo, por Abacate Tati: Eu estou absolutamente APAIXONADA por esse post pessoalzão cheio de assuntos delícia da Tati! Ela falou de conexão com natal, mostrou mais uma etapa de uma mudança que tá fazendo nos cabelos e, aaaaah, deu uma RECEITA DE BOLO DE LIMÃO VEGANO que me deixou aqui com siricutico de fazer também. MARAVILHOSA!

Na última vez que fiz esse tipo de post, 2 anos atrás, rolou um apelo de mim pra mim mesma pra renovar a imagem dessa tag aqui no blog em 2018… Pois bem, não foi lá, não foi agora e fica aqui no ar a esperança de eu tomar tento na cara em 2020 e finalmente fazer isso, porque essa resiste firme e forte desde a primeira edição dos Links da Semana… Que vergonha, Luly Lage, que vergonha…

Entre Cartas e Amores

Em 07.12.2019   Arquivado em Blog

Eu lembro direitinho qual foi o primeiro post do Entre Cartas e Amores que me marcou pra valer… O título era “Amores Estrela Cadente” e foi parar numa lista de Links da Semana aqui, de tanto que gostei. Sabe quando você sente que poderia ter escrito cada uma daquelas palavras? Foi assim mesmo. Eu tinha acabado de voltar de uma viagem muito especial que tinha me dado o que eu achava que se encaixava ali (mal sabia o que estava por vir), o frio na barriga das lembranças que essa leitura me causou foi tão forte que parecia que tava acontecendo tudo de novo.

Entre Cartas e Amores

Depois disso me tornei fã da escrita da Karol. Até quando ela produz sobre o que não posso me identificar eu tô lá, cheia de sentimentos. Acho que falar de amor tem disso, não importa muito como foi o sentimento, mas se já sentiu alguma vez consegue visualizar um pouco o do outro, ainda que nunca seja 100% igual. Talvez por isso o blog dela seja tão gostoso de acompanhar: a gente não sabe se é “baseado em fatos reais”, mas sempre poderia ser. Mesmo quando o texto é de um dos colaboradores é sempre ótimo, faz jus ao estilo, dá aquele match que leva ao casamento, de tão perfeito pra todo e qualquer momento. É um blog que conversa com o coração, e taí alguém com quem é bom a gente deixar um interlocutor falar.

Não foi à toa que ela é, inclusive, a autora de um dos dois depoimentos de blogueiros (e leitores beta) que foi parar na quarta capa do meu livro quando decidi colocar a tão sonhada versão impressa dele pra acontecer! Eu queria dois, um de cada gênero, e ela e o Adriel foram os primeiros nomes que me vieram à mente porque vejo ambos publicando livros ao longo dos tempos que estão por vir… Não dava pra colocar qualquer pessoa, mesmo porque não foi qualquer pessoa que recebeu antes da hora. Ainda assim, podia ter mandado pra outros e tirar os textinhos dali, né? Mas não precisei, já tinha quem era ideal e vai ser sempre com orgulho pessoal que vou saber que eles topara entrar pra sempre na minha história, em todos os sentidos da palavra, desse jeito.

É legal porque depois que a gente conhece a pessoa as coisas fazem ainda mais sentido, sabe? É óbvio que uma libriana convicta teria um espaço pra registrar relações, com foco nesse plural! É sentimento demais emanando de uma pessoa só pra não deixar em público. Fico feliz demais que ela tenha optado por fazer isso, o que começou em mim com uma metáfora astronômica se transformou em sorrisos frequentes de canto de rosto a cada palavra. Já são (mais de) 3 anos fazendo questão de acompanhar, e eu sei que não é por aí que vai parar. Obrigada, Karol, por transformar suas cartas e seus amores em deleite pra leitores, sua maneira é a melhor possível que existe pra converter o presente numa forma de nos presentear.

“Sempre que me perguntam, digo que escrevo sobre amor. Mas essa é a maior mentira que eu conto. Eu não escrevo sobre amor. Escrevo sobre você. – Entre Cartas e Amores

Interação United Blogs

Esse post faz parte da BLOGAGEM COLETIVA de dezembro do United Blogs, que tem como tema da vez AMIGO SECRETO: “escolha um blog que você conheceu através do nosso grupo, ou um blog que você acompanha e que faz parte do grupo e faça um post dedicado a ele”. Veio ao ar bem início do mês porque pra escolher o ECEA (assim como no caso do livro) eu nem precisei parar pra pensar…

Mulheres Incríveis

Em 06.12.2019   Arquivado em Feminismo, Leitura

Mulheres Incríveis (Rad Women Worldwide) *****
Mulheres Incríveis Autoria: Kate Schatz | Perfis brasileiros por Jules de Faria, ilustrações de Miriam Klein Stahl e tradução Regiane Winarki
Gênero: Biografia
Ano: 2017
Número de páginas: 138p.
Editora: Astral Cultural
ISBN: 978.858.246.548-6
Sinopse: Feche seus olhos e pense numa pirata. Agora imagine uma espiã. Ou uma presidenta. Pense numa guerreira em ação. Uma grande pintora ou na maior jogadora de futebol de sua época. Estas são apenas algumas das mulheres incríveis que você encontrará neste livro. São 44 perfis de mulheres extraordinárias, numa coleção de histórias que começa em 430 antes de Cristo e alcança os dias de hoje. Da Mesopotâmia até a Antarctica, “Mulheres Incríveis” conta a história de vida de jovens e adultas transgressoras, que subverteram leis, lutaram por menos desigualdade entre gêneros e ajudaram a construir um futuro melhor para todos nós.” (fonte – capa e sinopse)

“Escolher escrever é rejeitar o silêncio.” – Chimamanda Ngozi Adichie

Comentários: Já faz dois anos que ganhei esse livro do meu querido Gil, num amigo oculto de natal que participamos juntos, e só agora parei pra recomendá-lo aqui, mas é uma recomendação “daquelas”! “Mulheres Incríveis” é um livro que se vocês puder ler e ter, leia e tenha! São 40 mulheres (44 na versão brasileira) de 30 países diferentes, listadas por se destacarem seja qual for sua área de atuação, ativismo e luta antes mesmo da existência da expressão “feminista”. Atletas, cientistas, artistas, realeza, pesquisadoras, mães com esperança de um dia encontrarem seus filhos perdidos… Todas ganham um pouquinho de notoriedade nessas páginas encabeçadas por um citação provenientes das mesmas e diagramadas de forma LINDA, colorida e especial, com direito a capa dura e falso cabeceado, tudo pensado para te impressionar e, claro, emocionar demais! Eu, manteiga derretida como sou, cheguei ao final de absolutamente TODAS as histórias cheia de lágrimas no rosto, mesmo naquelas (poucas, confesso) que já conhecia.

Mulheres Incríveis

Foto feita dois anos atrás, para um look de natal!

Como educadora, os livros da Kate focam bastante no empoderamento de meninas, para que as próximas gerações de mulheres tenham em quem se inspirar para chegar onde quiserem. Por esse motivo a leitura é muito fácil, fluída e até didática, o que a torna bastante inclusiva. A pesquisa é acadêmica, mas o público alvo vai desde crianças e sem limite de idade, porque ser simples não a torna medíocre de forma alguma! Os dados e informações estão presentes, só não são expostos de maneira rebuscada, sabe? Pro público adulto isso é bem legal também, porque o número de culturas apresentadas é bem variado e você é apresentada a elas a todo momento, absorvendo conhecimento sem sentir o “peso” dele (como muitas vezes acontece em artigos acadêmicos, por exemplo).

O livro é também COMPLETAMENTE ilustrado: todas as personalidades têm uma caricatura minimalista formada de luz e sombra, feitas pela artista Miriam Klein Stahl que, assim como a autora, é educadora e ativista feminista. É muito legal porque mesmo com poucos traços, nada delicados, é fácil visualizar direitinho a aparência da pessoa retratada e, em alguns casos, até o ambiente onde ela estava inserida. Uma parceira bacana demais, já que ela também ilustrou outros livros da autora que seguem a mesma temática… Aquela história de incentivo da parceria entre mulheres colocado na prática, além de discursos, bonito e necessário.

Mulheres Incríveis

Leia Também: Tina: Respeito, resenha da HQ da Fefe Torquato para o selo Grapihc MSP que tem como tema principal assédio no trabalho.

Pra mim, pessoalmente, foi uma boa fonte de nomes de artistas para o Vênus em Arte, meu canal sobre visibilidade feminina na história das artes plásticas. Ele tá parado? Tá. Mas uma hora vai ter que voltar? Vai! Descobri mais sobre as Guerrilla Girls dos Estados Unidos, grupo contemporâneo que busca igualdade de gênero nos museus americanos, conheci a Bastardilla, uma pintora de rua colombiana anônima e, claro, revi a história de Frida Kahlo que já sei de cor… Frida é, inclusive, quem está em maior destaque na capa. Apesar de eu problematizar essa atual super exposição dela (isso rendeu um vídeo, gente), pra mim é o tipo de lugar onde faz total sentido vê-la estampando.

“Eu acho que a mulher do fim do mundo é aquela que busca, é aquela que grita, que reivindica, que sempre fica de pé. No fim, eu sou essa mulher.” – Elza Soares
Mulheres Incríveis

Chimamanda Nogozi Adichie (Nigéria), páginas 42 e 43

A edição “original” norte americana de Mulheres Incríveis já conta com uma brasileira, a artilheira Marta, mas nossa tradução tem outros quatro perfis adicionais escritos por Jules de Faria, fundadora da ONG Think Olga. A escrita dela é um pouco diferente do da autora, um pouco menos didática e mais jornalística, mas de forma alguma isso é um ponto negativo. Mesmo com a diferença ficou tudo bem integrado, como um conjunto: Elza Soares (cantora), Débora Diniz (antropóloga, professora e pesquisadora), Maria da Penha (farmacêutica) e Sônia Guajajara (líder indígena), todas com o nome de Jules sinalizado e um asterisco em baixo, informando onde o texto foi publicado originalmente.

No final do livro, após os artigos, tem uma listagem com outros 250 nomes, 4 deles também do Brasil, de mais mulheres que merecem ser conhecidas ao redor do mundo, também variadas no que diz respeito à época e ocupação. Entre elas estão, por exemplo, Winnie Mandela, Princesa Isabel e Lili Elbe, organizadas em ordem alfabética primeiro por país e depois pelo primeiro nome. Como existe uma breve descrição em baixo, apenas pontuando as atividades de cada, é também uma fonte interessante de referências para quem tem foco ou vontade de estudar trabalhos femininos em áreas específicas.

Mulheres Incríveis

Maria da Penha (Brasil), por Jules de Faria, páginas 56 e 57

Conheça mais da Kate Schatz, ativista feminista americana e educadora, no site da autora, Twitter e Facebook. Ela tem também um site para o projeto Rad Women, que além desse, com mulheres do mundo todo, tem livros específicos sobre americanas, meninas mais novas e afins, nele constam informações não só das publicações mas também visitas em escolas e outros eventos.

Maquiagens Classic Blue: a cor de 2020!

Em 05.12.2019   Arquivado em Beleza

Chegou o momento que eu mais aguardo em todo fim de ano! A Pantone anunciou HOJE sua cor de 2020, como vem feito todos os anos desde 2000, e ela é versátil e maravilhosa: Classic Blue 19-4052 TCX, azul escuro um pouco fechado aplicável em basicamente TODAS AS COISAS possíveis e imagináveis! Quando anunciaram a cor de 2019, Living Coral, eu fiz uma maquiagem com ela pra comemorar, mas dessa vez não vai rolar porque não tenho nada do tipo aqui na minha caixinha…

Maquiagens Classic Blue (Pantone 2020)

Mas isso não significa que vamos deixar passar em branco, né? Por isso assim que vi o primeiro post deles corri pro nosso bom e velho amigo Pinterest buscando referências de maquiagens pra quem quiser usar de inspiração e passar a virada bem temática! Não é uma cor que dá facilmente pra usar em todos os itens (já viram alguém de blush azul?), mas ainda assim é bonita o suficiente pra se destacar em uma parte do rosto ou outra…

Classic Blue em sombras

Por ser um azul um pouco fechado fica um tom chiquérrimo pra usar como sombra em festas, seja combinando com esfumado ou tacando brilho por cima, quase uma noite estrelada nas pálpebras! E ainda assim dá pra brincar de outros jeitos! Seja de forma um pouco mais básica com tons neutros e azuis até ousando um pouco mais, jogando amarelo ou alguma cor complementar junto. Falemos a verdade aqui: a escolha desse ano nasceu pra ser usada como sombra, né?

Classic Blue com delineador

E ainda falando de maquiagem para os olhos aí vem ele, que deu o que falar esse ano: delineador colorido! Até que enfim essa tendência vingou de vez, porque sou APAIXONADA por desde sempre (vivo falando isso nos posts de looks) e agora tá facinho de achar. E é uma coisa que dá pra usar de tantos jeitos… Marcadão, puxando gatinho, esfumado, na linha d’água, degradê, duplo. Dá pra combinar com sombra do mesmo tom ou com alguma bem diferente (olha o amarelo aí de novo que não me deixa mentir)! Eu tenho um lápis de olho da Quem Disse, Berenice? que é um pouco mais claro, mas que sempre uso assim, inclusive no lançamento do meu livro! Fica a dica pra quem estiver procurando porque a marca tem uma variedade enorme deles e são super pigmentados.

Maquiagens Classic Blue (Pantone 2020)

Imagens via: Lifestyle Monster, Maryam Maquillage, Pinterest (não achei a original) e Eye

Classic Blue no batom

Agora entramos na zona de risco, né? Batom de cor diferentona assim ainda divide horrores opiniões, um dos maiores AMO OU ODEIO da maquiagem. Muita gente já é adepta em makes artísticas, carnaval e datas assim, mas dá pra usar no dia a dia também, gente! Quem foi que disse que tem regra pra isso? Fica bonito e posso provar:

BT Velvet Navy

E fica aqui a dica de um produto nacional, de altíssima qualidade e preço super justo que casa direitinho com o tom e funciona nas três aplicações mencionadas anteriormente: O BT Velvet Navy, da Linha Bruna Tavares! Que a Bruna só faz coisas incríveis a gente já sabe, né? E agora ela tem esse item de maquiagem líquido matte que é fácil de espalhar, possível de esfumar e também funciona como base de fundo e cor chapada! Ele me parece um pouquiiinho mais escuro nas fotos, mas dá pra brincar bastante e chegar exatamente onde a gente quer, um ESCÂNDALO!

Pra quem estiver buscando também exemplos em moda, outros itens de beleza, decoração, etc, a Lia do blog Just Lia faz posts todos os anos com a cor Pantone escolhida, selecionando exemplos em diversas aplicações, inclusive direcionando onde funciona melhor. É só ficar de olho por lá que deve sair já já!

Wishlist 3×3: All Star

Em 04.12.2019   Arquivado em Moda

É aquela época do ano de novo, onde tudo está brilhando, decorado, Papais Noéis aqui e ali despertando o instinto consumidor que a gente passou o ano todo tentando reprimir… E como desejar (ainda) é de graça e até divertido, se feito com consciência, vira e mexe aproveito essa maratona de posts do Blogmas pra criar minhas wishlist, tanto pra “colocar pra fora” meus próprios desejos como também descobrir o que quero de verdade e o que é só o bom e velho “fogo no rabo”… E aí que tenho sentido que a vida acadêmica me leva de volta ao amor por All Star, gente!

Quando tava terminando o Ensino Médio e entrando na faculdade essa paixão antiga bateu e passei aaaanos só usando isso, quase até a formatura. Eu tinha MUITOS, e alguns chegaram a durar uma década, equanto outros usei tanto que nem completaram seu primeiro aniversário. Hoje em dia sobrou um só que, coincidentemente agora que comecei minha pós e resolvi tentar mestrado (esse ano não rolou, ainda tô mega triste, mas quem sabe na próxima?), virou um companheiro de todas as horas porque voltei a amar! Por isso fiz uma seleção de 9 modelos que queria super ter pra renovar esse cenário, e quem sabe em 2020 os ventos não mudem de forma positiva e um ou outro acabe se tornando realidade… (Alô, Cosmos, manda uns jobs aí pra nós!)

Wishlist 3x3: All Star

Todas as imagens desse mosaico foram retiradas do site da loja Virus 41 em 20/11/19

1. Cano longo, rosa: O mais desejado a gente mostra primeiro. Eu tive um de cano curto, meu pai me deu de presente assim que passei no meu primeiro vestibular, e ele justamente quem me acompanhou por 10 anos até minha mãe intervir pessoalmente e confiscar porque tava assim… DESTRUIÇÃO TOTAL, hahahaha! Tem até um look antiiigo aqui no blog com ele. Demorei um pouco pra cair nas graças dos canos longos, tanto que nunca tive nenhum, então por que não estrear o uso com minha cor favorita, né?

2. Cano baixo, preto: Agora meninas, atenção pro choque de uma diversas vezes e agora renovada apaixonada pela marca… Eu NUNCA tive um preto clássico desses! Já tive um estilizadinho, que também apareceu num post, cheguei a usar um da minha irmã algumas vezes que tinha a faixa preta e ficou apertado nela (nós calçamos o mesmo número, mas meu pé é um pouquiiiiinho menor), mas esse aí mesmo nem calcei. Quero! Olha que coisa linda, que coisa clássica, que coisa que não tem como errar ao usar!

3. Cano baixo, azul marinho: Não tive preto, mas tive jeans, e absolutamente amava! Marcou demais minha pré adolescência e fiquei mega tristinha quando passou a não caber mais. Na época escolhi o que é clarinho, mas hoje em dia sou mais das lavagens escuras e bem que queria um desse azul pra combinar com as migas que têm o seu preto de cano alto¹…

4. Cano baixo, rosinha: Então, acho que já deu pra perceber, mas ressalto agora, que variedade de cores não é muito meu forte, sabe? Meu guarda roupas é formato basicamente de preto, o resto da escala de cinza que vai até o branco (esse foi incorporado recentemente), jeans/azul escuro e tons de rosa e vermelho… Então os sapatos não vão ser muito diferentes! E já que temos um rosão comprido por que não o rosinha curtinho pra complementar?

5. Cano baixo, bordô: Falando em vermelho, não podia faltar! Namorei um modelo vermelhão mesmo, bem da cor dos batons que uso todos os dias, mas esse bordô… Ai, ele ganhou meu coração! Achei chique e bem mais versátil, quero.

6. Cano baixo, cinza com detalhes rosa: E leeeembra o All Star que mencionei logo aí em cima que usei TANTO que não durou nem 1 ano? Pois bem, ele era justamente nessa vibe! Não saía do pé de jeito nenhum e tive que jogar fora porque realmente RASGOU, não dava pra tentar salvar. Acho que se tivesse outro parecido seria sucesso e esse é mais bonitinho ainda porque tem o cadarço decoradinho, apaixonei pela linha toda, mas por ele mais!

7. Cano alto, branco estrelado: Branco é clássico, e como tenho vestido cada vez mais depois de um período onde eu não tinha NENHUMA peça dessa cor no meu guarda roupas (nem meu jaleco que usava na faculdade/estágio, pra vocês terem ideia) me vi na “necessidade” de escolher, mas já fui no menos básico de todos, hahaha! Sei que tem vários mais icônicos, mas esse com bordados em arco-íris, gente… COISA MAIS LINDA! Tem de cano baixo também, pra assim ele tem mais espaço pros detalhes, sabe, que primor!

8. Slipers, preto estrelado: Aliás a linha toda desse estilo é um primor. Como sou mais do preto decidi que queria colocar um deles no meu coração, sairemos um pouco desse padrão de tênis-tênis-tênis e OLHA ESSES SLIPERS QUE TCHUTCHUCOS! Tá pra nascer modelo de sapato mais confortável, Brasil! Nem chinelo é tão gostoso de calçar, sejamos sinceras aqui.

9. Cano alto, camuflado: E agora, pra fechar com chave de ouro, um modelo que só adicionei na wishlist porque é lindo, mas que eu JAMAIS USARIA NA VIDA. Já fui mega fã de estampa militar numa época que elas bombaram no início dos anos 2000 e até acho bonito, tanto que selecionei isso, mas hoje em dia vocês nunca vão me vendo usar algo parecido por causa da simbologia, eu sou uma pessoa que não simpatiza com militarização de nada nessa vida, fica só pra constar mesmo e é isso aí.

Agora me contem: que cês acharam da seleção, gente? Devia ter variado mais? Tô certa em escolher (ainda que de “mentirinha”) só o que usaria de verdade? Qual seu favorito? Me conta aí nos comentários!

¹ Nando Reis. All Star. Para Quando o Arco-Íris Encontrar o Pote de Ouro. Seattle: Warner Music Brasil, 2000. Faixa 2.

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