Yesterday

Em 22.09.2019   Arquivado em Filmes

Yesterday *****
Yesterday Elenco: Himesh Patel, Lily James, Alexander, Ana de Armas, Ed Sheeran, Joel Fry, Robert Carlyle, Harry Michell, Kate McKinnon, Meera Syal, Sophia Di Martino, Vincent Franklin
Direção: Danny Boyle
Gênero: Comédia
Duração: 116 min
Ano: 2019
Classificação: 12 anos
Sinopse: “E se você fosse a única pessoa que se lembra dos Beatles? Em ‘Yesterday’, o músico Jack (Himesh Patel) percebe que existe um estranhamento por partes de seus colegas de faculdade quando ele menciona nomes como Paul McCartney ou John Lennon. Além disso, uma simples procura na internet por ‘Beatles’ sem o resultado esperado também o impressiona.” Fonte: Filmow.

Comentários: Já imaginou acordar num mundo onde os Beatles não existiram? Onde ninguém conhece suas músicas, seus nomes ou referências? É o que acontece com Jack Malik, um músico frustrado prestes a desistir de sua carreira por não conseguir mais carregar decepções, após se recuperar de um acidente de bicicleta, o único veículo que sabe conduzir. Seus amigos, para animá-lo em relação aos machucados – e perda de dois dentes frontais – o presenteiam com um violão incrível, e para estreá-lo ele decide tocar uma composição igualmente incrível: Yesterday. Nesse momento, ao ver todos impressionados pela sua nova obra, ele descobre que, nesse novo e estranho mundo, seus ídolos simplesmente sumiram da mente de tudo e de todos! É a oportunidade que Jack sequer sabia que esperava para atingir o estrelato através de canções que sequer são dele…

Por mais que o plot do filme de um modo geral seja interessante, ele vai muito além dessa possibilidade de manter Paul, John, George e Ringo no anonimato e levanta duas discussões quase opostas e igualmente relevantes: a importância da banda não só na música, mas também em toda a cultura popular ocidental, e como – apesar disso – não temos espaço ou necessidade de “novos Beatles” na contemporaneidade. Nesse universo não são apenas eles que somem, mas Oasis, por exemplo, outra queridinha do protagonista, também nunca existiu, assim como Coca-Cola não é um refrigerante muito servido, “Strawberry Fields” não passa de um antigo orfanato demolido e a série Harry Potter jamais foi publicada… Porque, por mais que a gente não perceba, todos eles estão ligados direta ou indiretamente com o quarteto de Liverpool, que sequer é uma cidade referência para o cenário do rock.

Yesterday

Yesterday | Imagem via O Globo

É claro e óbvio que esses então “meninos” foram importantes, né? Qualquer banda poderia ter feito o que eles fizeram? Sim. Mas ELES o fizeram e precisam de mérito por isso! Mas isso não significa que são os únicos a ter trabalhos espetaculares ou que tudo precisa ser sobre eles. A presença de Ed Sheeram como “descobridor” de Jack, que o ajuda a alcançar grande estrelato e permanece orientando até o final, é a prova disso. Ed também é relevante, e quem vier depois dele idem. Não maior ou menor: idem. Ao sugerir a mudança da letra de “Hey Jude” para “Hey, Dude”, simultâneo ao fato de que nenhum nome de álbum antigo parece agradar a gravadora, o longa nos prova que tempos mudam e cenários artísticos também. Sempre teremos espaço para enaltecer o “Fab 4”, mas não precisamos deles para prosseguir. A prova disso é a participação especial INCRÍVEL de Robert Carlyle antecedendo o clímax da história, que faz o coração de qualquer fã balançar (mesmo os que não idolatram tanto assim aquela imagem, como eu), quando percebemos que isso é válido até mesmo para os envolvidos…

As versões da música são bem gostosas, reflexões e referências idem, porém o enredo peca bastante em alguns pontos que deviam ser cruciais para a história. O humor das personagens secundárias, que têm como missão carregar esse aspecto da trama, é forçado e sem muito carisma, e o mesmo é válido para o romance, que tinha tudo para fazer a plateia torcer e vibrar, mas deixa uma sensação de “tanto faz”, você acaba não se importando muito com um de seus aspectos chave. O final, porém, me deixou surpresa, não muito revolucionário e, ainda assim, inesperado por fugir um pouco do que estamos acostumados em tramas focadas nesse tipo de “possibilidade paralela”. Valeu a pena ter assistido, mas é o tipo de filme que não pretendo rever, algo que costumo fazer com frequência com os que possuem essa exata temática, principalmente se tratando de uma banda que está entre minhas grandes favoritas…

Leia também: Paul McCartney: One On One Tour em Belo Horizonte, muito mais que um show, um espetáculo sem definição!

Trailer:

Paul McCartney – One On One Tour em Belo Horizonte

Em 24.10.2017   Arquivado em Música

Independente do seu gosto musical, uma coisa a gente não pode negar: os Beatles eram e continuam sendo o grupo musical mais bem sucedido da história da música popular. Cada um dos quatro tinha sua característica artística relevante, no meu ponto de vista a gente precisa destacar George e Ringo como excelentes no seu instrumento “principal” (guitarra e bateria, respectivamente) e John como excelente poeta. Mas como músico mesmo ninguém supera Paul McCartney! Hoje com 75 anos, ele ainda é um dos artistas mais influentes DO MUNDO, e sempre foi um sonho pra mim poder assisti-lo ao vivo, de preferência aqui em Belo Horizonte… E esse sonho foi realizado uma semana atrás, dia 17 de outubro no Mineirão, onde ele e sua banda se apresentaram como parte da “One On One Tour”.

Já tem meses que estamos esperando por esse momento: eu, Dani e Pati, minhas companheiras de sempre. A última vez que fomos a um show juntas foi em 2013, então tava mais do que na hora de matar essas saudades, né? Ainda mais em grande estilo assim, já que o Paul é o Beatle favorito das três. Nós assistimos Ringo Starr seis anos atrás e já foi mágico, dessa vez tinha tudo pra ser mais ainda. A Pati só poderia chegar à noite junto com o Ronaldo, amigo dela, mas eu e Dani fomos pra fila bem cedo para pegar um lugar legal. Quando entramos no Mineirão a Pista ainda estava bem vazia, então conseguimos ficar perto do isolamento da imprensa, onde não teria ninguém ao nosso lado pra nos tampar, e logo depois nosso querido amigo Ramon se juntou a nós. De trio passamos a ser um quinteto maravilhoso bem rapidinho!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
Eu andando pela pista ainda praticamente vazia. Já teve post do look que usei no dia, pra quem quiser ver melhor!

O “grupo” todo se reuniu quando começou a escurecer, mas o show mesmo só começaria mais tarde. Conversamos, tiramos fotos, trememos de emoção antecipada. Faltando mais ou menos meia hora pra começar rola um DJ fazendo remixes e uma animação nos telões laterais do palco mostrando a trajetória do Paul, desde seu nascimento até os dias de hoje. É MUITO BONITINHA! A gente fica vendo aquelas fotos antiguinhas e tem algumas que já enche os olhos de lágrimas, principalmente as da época dos Beatles. O show estava marcado para 21h30, mas atrasou um pouquinho (pontualidade não tão britânica assim, hein Paul!). E assim que ele entrou no palco a galera já foi à loucura ao som de “A Hard Day’s Night”, cantando bastante e, no nosso caso, chorando também!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
Nossa “thurminha”: Ramon, Ronaldo, eu, Pati e Dani bem amontoadinhos esperando começar!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“A Hard Day’s Night”

A sensação de ver um Beatle ao vivo é SURREAL. Eu já tinha sentido isso antes, mas nesse caso é ainda maior porque quando se trata do Paul tudo é elevado à milésima potência. Ele já está com a voz bem ruinzinha por causa da idade, claro, mas ainda assim não perde nenhuma nota ou tom, quase não para nem pra beber água! Isso sem contar a quantidade de instrumentos que toca, né? Só nessa apresentação foram uns cinco diferentes, tem vez que ele troca até dentro da mesma música. A banda também é excelente, o baterista teve vários closes no telão porque é absolutamente maravilhoso.

E esse ar impecável não está só nas músicas em si, já que não é só disso que uma apresentação desse porte é composta. O visual do palco, todo de LED, um degrau que se eleva para que ele fique no “topo do mundo”, escolha de animações e fotos e até um momento em “My Valentine” que os telões ficam em preto e branco para combinar com o clipe, é tudo minuciosamente pensado pra te encantar. No quesito “efeitos especiais” quem ganhou foi “Live And Let Die”, com fogos de todos os tipos na hora do refrão, é aquele tipo de coisa pelo qual a gente não espera e quando vê fica sem palavras pra expressar o que tá acontecendo.

Ele se esforça bastante para falar português e é engraçado porque sempre repete a mesma coisa duas vezes para ter certeza que a gente entendeu. Quando cita John Lennon é “Meu parceiro John… Parceiro John!” e por aí vai. Além da língua do país também tem o esforcinho pra usar alguma gíria local: aqui em BH era o agradecimento na sequência “Thank you! Obrigado! Valeu… Sô!”, a gente simplesmente PIRAVA e repetia pra ele. Rola muita gracinha também, mãos na cintura de “bravo” quando a plateia não para de gritar o nome sem deixar ele falar e uma reboladinha com direito a close no popô no telão. Ele parece muito ser uma mistura do “Tio do Pavê” com “vovô amigo”, fofo demais.

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
Não lembro que música era essa, mas é da época dos Beatles…

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
… essa também não lembro mas deve ser da era Wings!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“Being for the Benefit of Mr. Kite!”

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“Band On The Run”

Eu tive vários “melhores momentos” em várias categorias. O fim de “Blackbird” quando várias pessoas (eu entre elas) gritaram “Fora Temer!” na platéia, “I Wanna Be Your Man” e o pedacinho de “Give Peace a Chance” que eu e as meninas já tínhamos ouvido no show do Ringo, ou seja, tivemos a oportunidade de ver metade dos Beatles cantando essas músicas, gente! Da fase “Wings” foi muito lindo ouvir “Maybe I’m Amazed”, acho que foi a hora que mais chorei! Ele também cantou a música mais antiga, quando os Beatles ainda eram The Quarrymen, “In Spite of All the Danger”, e a mais nova com Rihanna e Kanye West, “FourFiveSeconds”. Eu e Ramon fizemos um dueto inesperado em “You Won’t See Me” e me diverti até mesmo ouvindo “Being for the Benefit of Mr. Kite!” que até então era a música do Fav Four que eu mais odiava e até perdi essa antipatia toda… E “Let It Be” com as lanternas dos celulares todas acesas? Ele até agradeceu.

Mas NADA superou “Something”! Gente… O que foi aquilo? Acho que todas as outras versões dela vão perder a graça pra mim depois disso. Ele começa de boa, numa baladinha, e aí vem um solo de guitarra ABSURDO! A gente ficou com as mãos no peito sentindo o impacto sem conseguir nem cantar, de tão espetacular que foi. E aí no telão fotos deles juntos, desde umas bem novinhos até chegar na fase em que o George já estava com câncer, lindo e emocionante, musicalmente foi o ponto alto da noite. E no que se trata da “vibe da galera” a grande vencedora foi minha favorita: “Hey Jude”. Todo mundo com papéis pro alto escrito “Na Na Na Na”, dados pela Cielo na entrada, sem perder o ritmo… A emoção foi tanta que não consegui chorar, fiquei meio “agarrada”, acho que nunca vou sentir algo igual num show!

Depois ele e a banda se despedem e voltam para o bis carregando três bandeiras: a do Brasil, do Reino Unido e do Orgulho LGBT. Coisa mais linda da vida! O final também não deixa a desejar: tem o maior sucesso de todos dos Beatles, “Yesterday”, um mix da reprise de “Sgt. Peppers” e “Helter Skelter” onde todo mundo foi á loucura, “Birthday” em homenagem aos aniversariantes para fechar com o clássico “Golden Slumbers/Carry That Weight/The End”, que é provavelmente o jeito ideal de acabar com qualquer apresentação desse planeta. E então eles agradecem mais uma vez e tem uma explosão de fumaça e papeizinhos pra te deixar encantado do início ao fim, literalmente.

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”

E agora uma foto final com Dani e Pati porque sem elas eu não teria ido ao show! Quando começou a venda dos ingressos as duas compraram cada uma o seu e eu não tinha grana pra isso, então fiquei só ajudando e torcendo pra não sofrer muito quando o dia chegasse. Eis que, sem que eu sequer imaginasse, as duas se uniram para me dar isso de presente porque sem mim “não seria a mesma coisa”. Lindas demais! E a minha ainda é inteira, ou seja, custou o dobro! Meninas, vocês são incríveis, foi o melhor presente possível!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte

Em resumo, e parafraseando Ramon: precisamos arrumar um novo termo pra definir o que foi isso. Se for pra falar “show” tem que criar um meio de chamar todos os outros shows do planeta, porque o ESPETÁCULO que Paul McCartney dá aos seus fãs é de um nível que não existe igual. Não é a toa esses 60 anos de carreira, né gente? É claro que quando assisti Elton John no Mineirão teve um significado à parte pra mim, a emoção foi muito mais, mas no que se trata da qualidade esse está e sempre estará em primeiro lugar, em todos os aspectos. Só o que eu tenho a dizer é: Valeu, sô!

Eu cheguei a gravar algumas “cenas” para um vlog desse dia, mas infelizmente não foi o suficiente para o material ficar bacana, então não teremos vídeo dessa vez… E pra quem ficou curioso com essa setlist maravilhosa, que muda sutilmente de uma cidade pra outra, a de BH tá disponível no SetList.fm!

Do outro lado de Liverpool

Em 21.09.2016   Arquivado em Escrevendo

Aí pedem pra falar sobre uma cidade que eu queria muito conhecer e a lista gigantesca começa a se formar na cabeça: Orlando da Disney, Londres da J.K., Paris de Notre Dame, Atenas da democracia, Ottawa da pós graduação que não rolou, um Brasil inteiro de amigos “virtuais” pra me receber e por aí vai… E no meio da indecisão saía do iPod o som daqueles quatro meninos que ganharam o mundo, que foram mania e fizeram do seu lar um dos berços do rock n’ roll, então só o que eu consegui pensar foi em falar sobre ela, sobre a Liverpool dos Beatles!

Esse é lado que mais conhecemos de Liverpool, a cidade natal de Paul, George, Ringo e John. Foi ali, no The Cavern Club, que o “The Quarrymen” começou a tocar na sua formação original antes do Ringo, antes até da junção de “beat” (batidas) e “beetle” (besouro) se tornar uma nova palavra de nível global. Não existe clube mais famoso no planeta, após sua demolição na década de 70 a comoção foi tanta que o lugar foi reconstruindo, tijolo-original por tijolo-original, exatamente como era antes, sendo o ponto final do famoso “Magical Mystery Tour”: um ônibus de turismo que te leva por todos os pontos principais que marcaram a história do Fab Four. Você passa pela casa onde cada um dos meninos cresceu, por “Strawberry Fields”, o orfanato que John costumada frequentar para ver as meninas que ali moravam e por Penny Lane, uma rua que teve que evitar placas com seu nome para que os fãs parassem de roubar e usar de souvenir. E, ei, quer se hospedar com estilo? Lá você encontra um hotel inteiro dedicado a eles! Que tal um programa cultural? Tem “The Beatles Story Museum” também. Isso sem contar as lojinhas temáticas, tantas que até quem nunca visitou consegue imaginar. Poderia ser uma cidade comum, e aquelas seriam uma igreja comum e escolas comuns, mas que fazem história nos corações dos fãs de seus antigos frequentadores ilustres. Um conjunto que causa choro e arrepio só de imaginar, que dirá pra quem vive ao vivo.

Liverpool

Mas um outro lado de Liverpool (“the other side, the other side…”) é o que ela sempre foi, o que sempre será e o que sempre seria, independente de quem vem dali, fundada no século XIII e uma das maiores da Inglaterra. Cidade portuária de onde o Titanic saiu para, infelizmente, nunca mais voltar. Cidade industrial se recuperando cada vez mais do declínio que sofreu com a Segunda Guerra Mundial. Cidade universitária com campi que existem desde mil oitocentos e tantos. Cidade esportiva que contém um dos clássicos mais clássicos da história do futebol. Lá o custo de vida é relativamente baixo e o sotaque forte, o clima temperado que quase derrete e quase congela, mas sem ser pra valer, e chove o dia inteiro. Pubs e parques, museus e galerias, docas e cruzeiros, catedrais e mais do que tudo a vida real… Por enquanto fico aqui no desejo, mas quem sabe a gente não transforma isso em realidade um dia. “In my life I love you more”, eles disseram, teria como a gente não amar também?

Fontes: (acesso entre os dias 17 e 20 de setembro de 2016)
Liverpool via Wikipedia;
Liverpool: a cidade dos Beatles via Guia Viajar;
Liverpool, a cidade dos Beatles, na Inglaterra/ via Vida Cigana;
Destino: Liverpool, Inglaterra. A cidade dos Beatles! via Blog da Cultura Ingles Ceará;
Liverpool além dos Beatles via Viagem Lado B;
Muito além dos Beatles: saiba o que Liverpool tem a oferecer a estudantes via Estudar Fora.

Desafio Surpresa United Girls

LookBook: Taking sad songs and making them beTTer

Em 15.08.2015   Arquivado em Moda

Na semana passada eu meio que me dei a “meta” de transformar os sábados do BEDA em dias de postar LookBook (tirando o primeiro, claro, que foi sobre o projeto) e, ó, hoje completei metade desse objetivo, uhul! Vamos ver se continuarei linda e obediente assim, né…
Como sempre o look é básico constituído simplesmente de camiseta de algo que gosto + calça (que milagrosamente dessa vez não é jeans, mas ainda assim) e sapatilha! Essa blusa minha estava estragadinha e eu fiquei um tempão sem usar, mas agora isso está resolvido, felizmente porque eu a amo! E como é dos Beatles coloquei a sapatilha da bandeira do Reino Unido junto pra combinar, que agora se tornou oficialmente meu par de sapatos favoritos porque na mudança doei meus Dorothy Shoes (triste, pessoal, muito triste)… A blusa de frio é basicona também e meio sem pensar, só porque os últimos dias foram menos quentes em Belo Horizonte, e ainda bem porque eu não suporto calor!!
O batom é o Vermeluz, da Quem Disse, Berenice?, ganhei de aniversário e tô amando!

Descrição das peças no Lookbook!

Não sei se é por causa das hashtags ou se por algum outro motivo qualquer, mas nos últimos tempos tem rolado uma interação de pessoas no meu LookBook que tenho achado legal, então comecei a ficar brincando de fuçar o pessoal também, quem tiver conta lá me passa o link pra eu seguir!

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Top 5: Os melhores riffs/solos de guitarra:

Em 13.07.2015   Arquivado em Memes e Tags, Música

If I could fly... [2/2]

Eu sou uma eterna apaixonada pelo som da percussão. Não sei se por influencias externas, se eu já seria assim de qualquer jeito ou se um pouco dos dois, mas simplesmente amo e é no que mais presto atenção numa música, até na Orquestra Filarmônica que fui ver outro dia era o que eu mais gostava, apesar de não ser o foco. Apesar disso eu sinto que se fosse tocar algum instrumento seria guitarra (vai entender) porque tenho muitos ídolos que o fazem e, sendo assim, quando o Rotaroots propôs essa Blogagem Coletiva em comemoração ao Dia Internacional do Rock eu decidi mudar um pouco e resolvi mostrar um Top 5 de músicas que não são nada sem o som da guitarra na minha humilde opinião, e não digo só nos solos mas também em toda sua duração!!
Então aumentem um pouco o volume da caixinha de som porque hoje DEFINITIVAMENTE é dia de rock, bebê!

01) Wish You Were Here – Pink Floyd


Praaaa vaaariaaaar, né? Como eu já disse aqui essa música é MUITO importante para mim, não só por ser boa, ótima e maravilhosa, mas também por motivos pessoais que (eu espero) vocês vão saber em breve.
Gente, fecha os olhos e foca nessa guitarra, do início ao fim. É FANTÁSTICA! Essa música não tem um defeito, é toda perfeita em todos os aspectos, mas sem a guitarra quase morre. Olha essa introdução, olha esse final, olha esse tudo. Definitivamente uma música sem a qual não quero viver sem!
Outra ótima do Pink Floyd: Comfortably Numb (que é de chorar rios).

02) Something – The Beatles


O que eu acho mais maravilhoso nas músicas de George Harrison é que quando você canta nunca é só a letra, o som da guitarra também precisa de dito em voz alta! E Something é a maior prova disso, tanto que quando os amigos dele vão tocar (alô, Paul McCartney!) sempre rola um “Tchuru-ruru-ruru”, é muito incrível. Sem contar que a música é linda e é a segunda mais regravada dos Beatles, só perde pra “Yesterday”!
Outra ótima do George Harrison nos Beatles: While My Guitar Gently Weeps.

03) Since I`ve Been Loving You – Led Zeppelin


Não podia faltar Led Zeppelin aqui por motivos de: Jimmy Page! E eu nem vou falar mais nada porque não precisa e porque não dá pra falar, só ouvindo pra sentir!
(Apesar de que a bateria dela também é muito boa, socorro…)
Outra ótima de Led Zeppelin: Stairway to Heaven.

04) Gimme! Gimme! Gimme! – Yngwie Malmsteen


Tá, tá, tá, a gente sabe que a música originalmente é do ABBA (que vocês sabem que eu amo), mas eu amo as versões metalzinhas das músicas deles (sobre as quais já falei também) e essa é minha favorita, acho, porque esse cara é foda. Me desculpem pela expressão, mas é. E acho que foi essa versão dessa música que me fez ter uma vontadezinha que ainda cultivo de tocar guitarra, viu!
Outro cover ótimo de Yngwie Malmsteen: Beat It, do Michael Jackson, que é outra de solo incrível!

05) Smooth – Santana


Uma coisa engraçada sobre essa música é que eu a conheci quando tava no início da pré-adolescência ouvindo um CD de Sandy & Júnior, dá pra acreditar? E foi quando me apaixonei completamente por ela e continuei apaixonada até crescer mais um pouquinho e ouvir a versão do Santana que me provou que ela podia ser melhor ainda do que eu achava. Amo!

Agora quero saber duas coisas: 01) Qual dessas músicas citadas colocariam na lista de vocês e 02) Qual eu não citei e seria a número 1 no Top 5 de vocês, dessas que a gente dedilha na barriga fingindo que tá tocando! E feliz dia do rock!!

O tema desse post foi o Especial proposto esse mês do Rotaroots. Para ficar por dentro dos temas é só entrar no Grupo do Facebook!

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