Paul McCartney – One On One Tour em Belo Horizonte

Em 24.10.2017   Arquivado em Música

Independente do seu gosto musical, uma coisa a gente não pode negar: os Beatles eram e continuam sendo o grupo musical mais bem sucedido da história da música popular. Cada um dos quatro tinha sua característica artística relevante, no meu ponto de vista a gente precisa destacar George e Ringo como excelentes no seu instrumento “principal” (guitarra e bateria, respectivamente) e John como excelente poeta. Mas como músico mesmo ninguém supera Paul McCartney! Hoje com 75 anos, ele ainda é um dos artistas mais influentes DO MUNDO, e sempre foi um sonho pra mim poder assisti-lo ao vivo, de preferência aqui em Belo Horizonte… E esse sonho foi realizado uma semana atrás, dia 17 de outubro no Mineirão, onde ele e sua banda se apresentaram como parte da “One On One Tour”.

Já tem meses que estamos esperando por esse momento: eu, Dani e Pati, minhas companheiras de sempre. A última vez que fomos a um show juntas foi em 2013, então tava mais do que na hora de matar essas saudades, né? Ainda mais em grande estilo assim, já que o Paul é o Beatle favorito das três. Nós assistimos Ringo Starr seis anos atrás e já foi mágico, dessa vez tinha tudo pra ser mais ainda. A Pati só poderia chegar à noite junto com o Ronaldo, amigo dela, mas eu e Dani fomos pra fila bem cedo para pegar um lugar legal. Quando entramos no Mineirão a Pista ainda estava bem vazia, então conseguimos ficar perto do isolamento da imprensa, onde não teria ninguém ao nosso lado pra nos tampar, e logo depois nosso querido amigo Ramon se juntou a nós. De trio passamos a ser um quinteto maravilhoso bem rapidinho!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
Eu andando pela pista ainda praticamente vazia. Já teve post do look que usei no dia, pra quem quiser ver melhor!

O “grupo” todo se reuniu quando começou a escurecer, mas o show mesmo só começaria mais tarde. Conversamos, tiramos fotos, trememos de emoção antecipada. Faltando mais ou menos meia hora pra começar rola um DJ fazendo remixes e uma animação nos telões laterais do palco mostrando a trajetória do Paul, desde seu nascimento até os dias de hoje. É MUITO BONITINHA! A gente fica vendo aquelas fotos antiguinhas e tem algumas que já enche os olhos de lágrimas, principalmente as da época dos Beatles. O show estava marcado para 21h30, mas atrasou um pouquinho (pontualidade não tão britânica assim, hein Paul!). E assim que ele entrou no palco a galera já foi à loucura ao som de “A Hard Day’s Night”, cantando bastante e, no nosso caso, chorando também!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
Nossa “thurminha”: Ramon, Ronaldo, eu, Pati e Dani bem amontoadinhos esperando começar!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“A Hard Day’s Night”

A sensação de ver um Beatle ao vivo é SURREAL. Eu já tinha sentido isso antes, mas nesse caso é ainda maior porque quando se trata do Paul tudo é elevado à milésima potência. Ele já está com a voz bem ruinzinha por causa da idade, claro, mas ainda assim não perde nenhuma nota ou tom, quase não para nem pra beber água! Isso sem contar a quantidade de instrumentos que toca, né? Só nessa apresentação foram uns cinco diferentes, tem vez que ele troca até dentro da mesma música. A banda também é excelente, o baterista teve vários closes no telão porque é absolutamente maravilhoso.

E esse ar impecável não está só nas músicas em si, já que não é só disso que uma apresentação desse porte é composta. O visual do palco, todo de LED, um degrau que se eleva para que ele fique no “topo do mundo”, escolha de animações e fotos e até um momento em “My Valentine” que os telões ficam em preto e branco para combinar com o clipe, é tudo minuciosamente pensado pra te encantar. No quesito “efeitos especiais” quem ganhou foi “Live And Let Die”, com fogos de todos os tipos na hora do refrão, é aquele tipo de coisa pelo qual a gente não espera e quando vê fica sem palavras pra expressar o que tá acontecendo.

Ele se esforça bastante para falar português e é engraçado porque sempre repete a mesma coisa duas vezes para ter certeza que a gente entendeu. Quando cita John Lennon é “Meu parceiro John… Parceiro John!” e por aí vai. Além da língua do país também tem o esforcinho pra usar alguma gíria local: aqui em BH era o agradecimento na sequência “Thank you! Obrigado! Valeu… Sô!”, a gente simplesmente PIRAVA e repetia pra ele. Rola muita gracinha também, mãos na cintura de “bravo” quando a plateia não para de gritar o nome sem deixar ele falar e uma reboladinha com direito a close no popô no telão. Ele parece muito ser uma mistura do “Tio do Pavê” com “vovô amigo”, fofo demais.

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
Não lembro que música era essa, mas é da época dos Beatles…

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
… essa também não lembro mas deve ser da era Wings!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“Being for the Benefit of Mr. Kite!”

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“Band On The Run”

Eu tive vários “melhores momentos” em várias categorias. O fim de “Blackbird” quando várias pessoas (eu entre elas) gritaram “Fora Temer!” na platéia, “I Wanna Be Your Man” e o pedacinho de “Give Peace a Chance” que eu e as meninas já tínhamos ouvido no show do Ringo, ou seja, tivemos a oportunidade de ver metade dos Beatles cantando essas músicas, gente! Da fase “Wings” foi muito lindo ouvir “Maybe I’m Amazed”, acho que foi a hora que mais chorei! Ele também cantou a música mais antiga, quando os Beatles ainda eram The Quarrymen, “In Spite of All the Danger”, e a mais nova com Rihanna e Kanye West, “FourFiveSeconds”. Eu e Ramon fizemos um dueto inesperado em “You Won’t See Me” e me diverti até mesmo ouvindo “Being for the Benefit of Mr. Kite!” que até então era a música do Fav Four que eu mais odiava e até perdi essa antipatia toda… E “Let It Be” com as lanternas dos celulares todas acesas? Ele até agradeceu.

Mas NADA superou “Something”! Gente… O que foi aquilo? Acho que todas as outras versões dela vão perder a graça pra mim depois disso. Ele começa de boa, numa baladinha, e aí vem um solo de guitarra ABSURDO! A gente ficou com as mãos no peito sentindo o impacto sem conseguir nem cantar, de tão espetacular que foi. E aí no telão fotos deles juntos, desde umas bem novinhos até chegar na fase em que o George já estava com câncer, lindo e emocionante, musicalmente foi o ponto alto da noite. E no que se trata da “vibe da galera” a grande vencedora foi minha favorita: “Hey Jude”. Todo mundo com papéis pro alto escrito “Na Na Na Na”, dados pela Cielo na entrada, sem perder o ritmo… A emoção foi tanta que não consegui chorar, fiquei meio “agarrada”, acho que nunca vou sentir algo igual num show!

Depois ele e a banda se despedem e voltam para o bis carregando três bandeiras: a do Brasil, do Reino Unido e do Orgulho LGBT. Coisa mais linda da vida! O final também não deixa a desejar: tem o maior sucesso de todos dos Beatles, “Yesterday”, um mix da reprise de “Sgt. Peppers” e “Helter Skelter” onde todo mundo foi á loucura, “Birthday” em homenagem aos aniversariantes para fechar com o clássico “Golden Slumbers/Carry That Weight/The End”, que é provavelmente o jeito ideal de acabar com qualquer apresentação desse planeta. E então eles agradecem mais uma vez e tem uma explosão de fumaça e papeizinhos pra te deixar encantado do início ao fim, literalmente.

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”

E agora uma foto final com Dani e Pati porque sem elas eu não teria ido ao show! Quando começou a venda dos ingressos as duas compraram cada uma o seu e eu não tinha grana pra isso, então fiquei só ajudando e torcendo pra não sofrer muito quando o dia chegasse. Eis que, sem que eu sequer imaginasse, as duas se uniram para me dar isso de presente porque sem mim “não seria a mesma coisa”. Lindas demais! E a minha ainda é inteira, ou seja, custou o dobro! Meninas, vocês são incríveis, foi o melhor presente possível!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte

Em resumo, e parafraseando Ramon: precisamos arrumar um novo termo pra definir o que foi isso. Se for pra falar “show” tem que criar um meio de chamar todos os outros shows do planeta, porque o ESPETÁCULO que Paul McCartney dá aos seus fãs é de um nível que não existe igual. Não é a toa esses 60 anos de carreira, né gente? É claro que quando assisti Elton John no Mineirão teve um significado à parte pra mim, a emoção foi muito mais, mas no que se trata da qualidade esse está e sempre estará em primeiro lugar, em todos os aspectos. Só o que eu tenho a dizer é: Valeu, sô!

Eu cheguei a gravar algumas “cenas” para um vlog desse dia, mas infelizmente não foi o suficiente para o material ficar bacana, então não teremos vídeo dessa vez… E pra quem ficou curioso com essa setlist maravilhosa, que muda sutilmente de uma cidade pra outra, a de BH tá disponível no SetList.fm!

Lookbook: Band On The Run

Em 19.10.2017   Arquivado em Moda

Entre as vantagens de fazer esses posts de Lookbook está o fato de que posso adiantar o assunto do qual ainda não tive forças para escrever com a roupa que usei no dia… Que é o que está acontecendo nesse momento porque a adrenalina do show do Paul Mccartney na turnê “One on One” em BH ainda não baixou o suficiente para conseguir fazer isso sem chorar! Gente, foi MARAVILHOSO! Num nível que é preciso criar uma nova expressão pra definir, “espetáculo” é pouco. Mas tô me adiantando, né? Vamos manter o foco aqui…

Na verdade quando eu ganhei o ingresso de presente (Dani, Pati, vocês são INCRÍVEIS!) já planejei comprar alguma “brusinha” bem linda de alguma banda de rock que gosto muito que fosse digna de um evento desse, mas infelizmente não tive jobs o suficiente pra isso no último mês e não rolou. Sendo assim parti pro maior estilo basicão confortável fresquinho. São horas de espera na fila, dentro do estádio e durante a apresentação, né? Num dá pra ir de gala! Então apostei na minha jardineira querida. Eu tenho ela desde 2007 e teve uma época que não usava nunca porque estava apertada, mas após esses quase 10 quilos perdidos involuntariamente tá uma beleza, até sobre Luly aí dentro! Por baixo uma camiseta quase pelada e o resto tentando dar um toque cor-de-rosa por motivos de melhor cor do planeta!

E agora escrevendo aqui percebo que essa jaquetinha também tem mais de uma década de vida… Tô bem Cher meets Meryl Streep na preservação das minhas peças de roupa, ainda bem! Vou confessar que eu nem vesti isso, a temperatura ambiente não deixava, levei mais pro look sair legal mesmo. Quem nunca, né? No cabelo uma trança pra aguentar o sol infernal, nos pés os tênis mais confortáveis do mundo e a bolsa nem era pra aparecer porque não combinava com nada, só foi escolhida por caber tudo o que eu precisava, mas como acabou ficando de coadjuvante no cantinho deixei aparecer. O batom é um daqueles de sempre: MAC Red, da Mac, meu grande favorito. Eu queria ter ido de Ruby Woo, mas a Arwen, minha gata, escondeu o meu em algum lugar um dia desses e ainda não tive o insight de qual o lugar certo pra procurar…

Descrição das peças no Lookbook!

Agora vocês que também fazem posts assim, seja no blog, Instagram e Lookbook: COMO INOVAR NAS POSES, GENTE? Caraca, eu simplesmente não consigo! Quando não é a mãozinha na cintura, quase inevitável, é a perninha dobrada. Essas fotos tão um exemplo claro disso: tanto a disposição dos pés quanto a das mãos se repetiu em duas delas, cada, ai, ai, ai…

Disney On Ice – Mundos Fantásticos

Em 26.05.2016   Arquivado em Disney

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Maio foi um mês de muita magia congelada rodopiante com as apresentações do Disney On Ice – Mundo Fantásticos em todo o pais. Aqui em Belo Horizonte o show veio por volta do meio do mês, eu e minha irmã ganhamos os ingressos para ir no último dia e foi absolutamente lindo! É impressionante como ver as mesmas histórias retratadas nos outros anos e continua fazendo a gente se emocionar, porque sempre rola aquela diferençazinha entre uma coreografia e outra, uma mudança de ritmo, um efeito que não existia antes e que deixa as pessoas de qualquer idade de queixo caído. Aliás, o que tenho sentido nesse tipo de show que a Disney faz é que cada vez mais eles tentam unir os clássicos às histórias modernas, deixando as crianças satisfeitas sem perder o apelo do “tradicional” para, assim, agradar a todo o público que atinge. E isso tudo sendo apresentado por seus personagens “símbolo”, que são a turma do Mickey e, claro, a Tinker Bell Sininho. Como eu gosto de absolutamente TUDO acho é ótimo!

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

O primeiro ato continha basicamente o resumão de história de algumas das princesas: Jasmine, Branca de Neve, Bela, Rapunzel e Ariel. E quando digo “resumão” é bem “mão” meeesmo, porque é basicamente uma apresentação com as músicas principais que nem sempre conta a história real. No caso de Branca de Neve, Aladdin/Jasmine e A Pequena Sereia/Ariel foi isso aí, o final feliz vinha rapidão, os vilões nem sempre tinham tempo de ser apresentados e o objetivo era fazer a galera cantar um pouquinho pra já ser brindado com um beijo de amor verdadeiro logo em seguida. Já A Bela e a Fera e Enrolados nem isso, você só vê alguns dos personagens principais (no caso da Bela sequer teve a Fera) dançando, tudo bem “pra constar” mesmo, mas ainda assim MUITO bonito. Esse foi meu terceiro show de patinação da Disney e em nenhum dos outros dois eu vi movimentos tão ousados ou efeitos tão impressionantes: tinha brilho, fogo, explosão… Na segunda parte teve até fogo no chão mesmo, uma loucura. Em compensação eu senti MUITA falta do que considero o mais bonito de TUDO dos shows que é quando a Jasmine e o Aladdin voam no tapete mágico. Nesse eles cantam “Um Mundo Ideal” patinando o tempo todo e apesar de eu ter me emocionado bastante não posso negar que rolou uma decepção, era realmente um momento impressionante que não merecia ser excluído.

No segundo ato a mesma coisa: Tiana, Aurora e Cinderela têm a chance de mostrar um pouquinho de seus contos de fadas da mesma forma rapidinha das outras. Aliás ouso dizer que essas história foram MAIS RESUMIDAS AINDA porque foi depois delas que veio o destaque da tarde, quase o “Disney on Ice propriamente dito”. Era a hora de Frozen!

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

É até estranho me ouvir falando isso porque fui criada com clássicos da Disney, mas foi isso que nos levou a ir à apresentação desse ano. Eu e a Daninha nos emocionamos MUITO com toda e qualquer história cuja temática principal é “amor entre irmãs”, e com Frozen não poderia ser diferente: a gente chora TODAS AS VEZES! Fomos ver no cinema juntas, depois até num teatro da história uma vez e quando vimos que teríamos Elsa e Anna dessa vez não dava pra evitar, nossa presença era quase obrigatória. E foi nesse momento “nosso” de mãozinhas dadas, cada uma cantando sua parte mais alto (porque eu sou a Elsa e ela é a Anna, gente, ÓBEVEO!), que TODO O MINEIRINHO explodiu junto com a gente. As crianças não se continham de alegria, os pais sabiam todas as letras, acho em nenhum outro dos que fui existiu um momento mais aplaudido e cantado junto do que “Let It Go” (que lá era “Livre Estou”, claro). Os efeitos de neve no gelo ficaram lindinhos demais, conseguiram colocar todos os elementos principais da história por lá e o melhor: tiraram aqueles trolls malditos que eu ODEIO e coloco a culpa de todas as merdas da história neles. Nossa, lindo, lindo, lindo, a menininha que tava do meu lado até cutucou a mãe dela perguntando se eu tava bem de tanta lágrima e soluço e sorriso e amor que rolou!

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

E pra fechar tem o clássico “gran finale” em que todos os casais entram pra dançar juntos e nessa hora fiquei morrendo de medo de colocarem a Anna junto com o Kristoff e a coitada da Elsa ter que dançar com o Olaf, mas NÃO, a Disney sabe fazer seu trabalho direitinho e as duas ficaram juntinhas o tempo todo rodopiando e abraçando, lindeza demais! Ai, faltam até palavras, gente, eita universo maravilhoso que consegue fazer a gente ficar com os olhos brilhando mesmo com as histórias que já sabe de cor e, claro, esperando por mais um round de magia no ano que vem!

Disney On Ice – Tesouros Disney

Em 08.07.2015   Arquivado em Disney

Disney On Ice - Tesouros Disney

No final de junho rolou no Mineirinho, em Belo Horizonte, as apresentações no Disney On Ice – Tesouros Disney. Eu já tinha ido no show das Disney On Ice – Princesas em 2008 e desde então a cada nova temporada eles insistiam em não trazer pra cá os shows no gelo, então assim que vimos que ia ter e os ingressos começaram a ser vendidos compramos os nossos.
A primeira coisa que preciso falar sobre as duas apresentações é que elas são completamente dferentes, então quem já foi em uma pode ir na outra tranquilamente sem o perigo do “já te vi” porque até os personagens que aparecem “repetidos” têm momentos diferentes. A única coisa que elas têm em comum é essência: eles não contam a história propriamente dita, é mais um resumão baseado em algumas músicas que pode deixar quem não conhece nada perdido, mas é de encher os olhos de amor e lágrimas naqueles que conhecem (e amam).

Disney On Ice - Tesouros Disney

Quem abre o show são os personagens de Toy Story com a música mega divertida que eles cantaram também no Disney Live, mas que era mais legal no teatro que tinha uma interação maior com o público, nesse mesmo que o pessoal via os personagens se apresentando de longe só quem conhecia a música (que nem eu) é que bateu palmas e gritou o “Iiiiih-há” junto com eles. O legal de Toy Story é que é uma história mais recente, então quem não conhece muito dos clássicos já começa mais animado (principalmente as crianças que só sabiam falar de “Frozen”, “Frozen” e “Frozen” e não queriam mais nada).

Disney On Ice - Tesouros Disney

Depois, como de costume, os anfitriões Mickey e Minnie entraram junto com Donald e Pateta para dar as “boas vindas”, contar um pouquinho do que estava por vir, brincar um pouco com o pessoal e… Só! Os quatro quase nunca fazem nada de mais, mas são essenciais nas apresentações, né!

Disney On Ice - Tesouros Disney

A primeira história mesmo que foi “contada” foi Alice no País das Maravilhas e eles conseguiram sabe-se lá como colocar várias da músicas do filme em alguns minutinhos de patinação, teve coelho branco, teve chá de “desaniversário” e a parte da Rainha de Copas com as cartas que era muuuuuuito legal, eles formavam quatro fileiras que se transformavam em duas que se transformavam em quatro de novo com muuuuuita correria, achei divertidíssimo!

Disney On Ice - Tesouros Disney

E aí a última apresentação do primeiro ato foi Peter Pan que foi o que mais contou a história mesmo, teve começo, meio e fim bem resumidos mas completinhos!
O Peter e a Sininho (que lá chama Tinker Bell, né) voavam bonitinhos e na hora das danças em “pares” ele ficava com a Wendy, só amor!
Na nossa apresentação a Sininho QUASE levou um tombo, mas conseguiu se recuperar rapidinho, nem deu pra notar direito. Aliás além dela e de outros dois que falarei depois não vi mais ninguém caindo, nem mesmo os personagens secundários que vez ou outra se desequilibram!

Disney On Ice - Tesouros Disney

O segundo ato começava com: LÁGRIMAS! É, eles colocaram O Rei Leão e gen-te, que coisa mais linda! Teve Ciclo da Vida, teve Hakuna Matata, teve Essa Noite o Amor Chegou (gravei vídeo, oh) e teve mais Ciclo da Vida pro Simba vencer o tio Scar malvado (que também levou um tombinho básico, mas conseguiu levantar antes de chegar ao chão).
O final dessa parte foi lindo, com vários bichos saudando o novo rei, muito bonito mesmo!!

Disney On Ice - Tesouros Disney

Aí começou uma parte focada nas princesas e para minha extrema alegria rolou minha princesa favorita… Branca de Neve se refugiou na casa dos anões (que foram os mais aplaudidos da tarde sem sombra de dúvidas), foi descoberta pela bruxa, perguntou pra platéia se deveria comer a maçã, desobedeceu a platéia, caiu dura, foi encontrada e beijada pelo príncipe e os dois viveram felizes para sempre. Nem deu pra tirar foto boa de tão emocionadinha que eu tava!

Disney On Ice - Tesouros Disney

E claro que teve Aladdin, né! Foi até parecido com a apresentação que fui em 2008, mas não idêntico e teve TAPETE MÁGICO VOADOR, MINHA GENTE! Sério, é sempre o momento mais bonito quando eles fazem aquele tapete voar, lágrimas até dizer que chega, viu!
E foi aí que rolou tombão. Assim que desceu do tapete a Jasmine caiu FEIO, de fazer barulhinho, voar pedaço de gelo e ela nem conseguiu levantar a mão por precaução de tão forte que foi, o Aladdin teve que meio que puxá-la com força pra conseguir colocar as coisas no lugar (e na hora da saída deu pra ver que ele “ajudou” ela a andar, tadinha). Mas isso não atrapalhou em nada, fizeram o mesmo show incrível de qualquer jeito, só aumentou o número de aplausos porque foi merecido!

Disney On Ice - Tesouros Disney

Depois teve A Pequena Sereia só na música “Aqui no Mar” e uma aparição rápida de Rapunzel e Tiana só pra constar mesmo e o show acabou com todas as princesas e príncipes dançando juntos debaixo das luminárias de Enrolados e foi um final muito bonito, o palco ficou todo cheio, as roupas eram de várias cores, lindo mesmo!

Disney On Ice - Tesouros Disney
Melhor parte: Branca de Neve, Ariel e Jasmine na frente, que são as princesas favoritas minha, da Daninha e da Lili respectivamente, que fomos assistir juntas!

Na saída nós recebemos uma propaganda do próximo Disney Live e tô pen$ando ainda se vou, se for conto tudo pra vocês! E me desculpem por usar a versão das fotos do Flickr (vou colocar outras além dessas lá, inclusive), mas é que realmente queria postar e não tive tempo de editá-las apropriadamente. Fica pro próxima!
(Mesmo porque ficaram todas muito ruins porque eu batia sem nem olhar como tava saindo, não parei de prestar atenção na pista de patinação um segundo!)

Rapidinhas de Março

Em 07.04.2013   Arquivado em Cotidiano

Acho que é a primeira vez em 2013 que venho contar sobre um mês aqui!! Que bom, tava com saudades… Enfim, eu não faço IDEIA do que aconteceu com a sidebar aqui do blog, mas seja lá o que for aconteceu na hora certa: fiz mega mudanças no layout (pra não dizer que fiz um layout novo, já que ficou bem parecido) e acho que até mês que vem vou trocar isso, então não vai ficar feio assim por muito tempo. Até lá vamos aos fatos.

ATENÇÃO: SE VOCÊ NÃO LEU O FINAL DA TRILOGIA DE “JOGOS VORAZES” AINDA PULE ESSA PRIMEIRA FOTO E VÁ DIRETO PRA PRÓXIMA!! EU AVISEI…

Rapidinhas de Março

E março para mim começou já com um final… Depois de ler “Jogos Vorazes” – que eu já tinha visto o filme – e “Em Chamas” no fim de fevereiro, assim que o mês começou eu devorei “A Esperança” logo de início. Eu não sei se vou chegar a escrever sobre os livros, mas apaixonei pela saga, gente! Primeiro porque eu amo livros que você não consegue parar de ler e todos os três são assim: viciantes. E segundo porque acabei gostando da história mesmo, da inteligência como ela te leva a ver as coisas. Mas aí… Terminei, ok. Depois de ter chorado em diversas mortes de todos os gêneros durante a saga eis que chega o final. O final feliz mais infeliz da história… Não que seja ruim, mas porque você lê aquilo e perde totalmente sua fé na humanidade Quando eu terminei o livro coloquei de lado e pensei “Puxa, imagina se o ser humano realmente fosse assim”, e aí desatei a chorar mais porque não era uma “se”: o ser humano já é exatamente daquele jeito… Mas gostei muuuito, recomendo, quero os livros pra mim e novembro não chega nunca pra eu ver a arena mais legal do mundo no cinema (aliás achei o 2º o melhor).

Rapidinhas de Março

Aí que foi um grupo de Patrocínio lá no APM pra fazer um treinamento de preservação, conservação e armazenamento para que fosse aplicado lá no Museu/Arquivo que eles têm lá. Foram duas manhãs ensinando a fazer pequenos reparos nos livros, pensando em possíveis formas de manter saudável o acervo deles (as moças me disseram que lá tem várias moedas e discos de vinil, isso rendeu muitas ideias) e, no final do segundo dia, uma surpresa: ganhamos café! Na verdade eu nem tomo café, mas achei a coisa mais fofa elas terem levado pr’a gente, e meu pai disse que é uma delícia!

Rapidinhas de Março

E dia 9 de março, ô dia que valeu a pena!! Foi o dia mais feliz da vida com Show do Elton John aqui em Belo Horizonte. Aiaiai, todas as vezes eu olhar pras fotos desse dia vou chorar de alegria só de lembrar, queria poder ter um por ano! Só tô triste agora porque não consegui ingresso pro Paul… É, né, fazer o que?

Rapidinhas de Março

Dia 21 também foi importante: EU FORMEI!! Foi o dia da minha colação de grau lindinha. Num teve beca, nem auditório decorado, nem discurso grande. Foi na EBA mesmo, junto com os outros cursos de lá (Artes Visuais, Teatro e Moda), em plena quinta feira às 11h da manhã, mas foi ótimo mesmo assim, foram alguns familiares meus e tals. Aí Marina ainda levou o capelo da irmã dela e o canudo de quando ela formou em Turismo, então eu pude tirar fotos bonitinha com carinha de formada. E agora eu sou oficialmente bacharel em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis!

Rapidinhas de Março

No feriado de Páscoa a Pati veio aqui pra casa (e a gente se viu 2 meses no mesmo mês, ó que lindo!). Seria a mesma diversão de sempre se não tivesse uma surpresa que deixou tudo melhor: nós demos uma Pullip pra ela de aniversário! Na verdade a doll era usada, mas em perfeito estado de conservação, e como é ruivinha eu coloquei eyechips azuis nela e combinou perfeitamente com o nome que a Pati escolheu (que nós já sabíamos que escolheria): Anya, por causa do filme favorita dela que é Anastasia. Foi uma mega surpresa, nós fizemos o cartão e até uma caixa pra ela ter um “Box Moment”. Ela ficou apaixonada, foi melhor do que uma doll nova pra mim mesma. Tem fotos dela aqui! Fora isso nós vimos filmes, tiramos fotos, brincamos de Guerra de Travesseiros, comemos muito… O de sempre!

Rapidinhas de Março

E por fim o mês acabou com PÁSCOA! Ai, e como tem chocolate aqui em casa, vocês não têm noção. Mas o dia foi bom em outros sentidos também, tirando a baita dor de estômago que eu arrumei (não relacionada ao chocolate, por incrível que pareça) e que ficou me infernizando por uns dias… Mas, né, Páscoa é sempre bom!

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