Capitão América: Guerra Civil

Em 09.05.2016   Arquivado em Filmes

Capitão América: Guerra Civil, via Filmow

Capitão América: Guerra Civil (Captain America: Civil War) *****
Elenco: Chris Evans, Robert Downey Jr., Sebastian Stan, Scarlett Johansson, Anthony Mackie, Elizabeth Olsen, Jeremy Renner, Paul Rudd, Chadwick Boseman, Don Cheadle Lieutenant, Tom Holland, Paul Bettany, Daniel Brühl, Emily VanCamp, Martin Freeman, Frank Grillo, William Hurt, John Kani, John Slattery, Hope Davis, Marisa Tomei, Michael Anthony Rogers, Stan Lee
Direção: Anthony Russo, Joe Russo
Gênero: Ação, Aventura
Duração: 147 min
Ano: 2016
Sinopse: “Quando o governo cria um órgão para supervisionar os Vingadores, o super time de heróis se divide em dois. Um liderado por Steve Rogers e seu desejo em manter os Vingadores livres para defender a humanidade sem interferência do governo, e o outro que segue a surpreendente decisão de Tony Stark em apoiar o governo na fiscalização de seus atos.” (fonte – sinopse e pôster)

Comentários: É absolutamente impossível para mim não vir aqui e comentar esse que está sendo considerado o “melhor filme de super heróis de todos os tempos”. Não sei dizer se concordo ou discordo dessa afirmação porque acho que não dá pra definir esse tipo de coisa, mas realmente ele é MARAVILHOSO! Tenho gostado muito do trabalho que tem sido feito com os heróis da Marvel como um todo, como os filmes têm uma interação ótima entre si em que é possível entender tudo mesmo sem ter assistido todos, mas que você vai percebendo que ficam cada vez melhores à medida que você adiciona informações nesse “currículo”. Guerra Civil atingiu o ponto máximo nesse sentido: referências bem colocadas, lutas na hora certa, ideologias expostas claramente, tudo com o humor e o drama certos nas horas certas, simplesmente amei! O principal para mim, porém, foi a reflexão que ele foi me causando enquanto eu assistia e que consegui desenvolver melhor assim que acabou, que foi o que me levou a escrever esse post mesmo já tendo lido outros (vários) nos últimos dias.

A questão é a seguinte: eu não gosto de ter sentimentos extremos em relação a nada! Tenho minhas opiniões, crenças e lutas, mas sempre estou aberta a ouvir o outro lado da história quando ele vem com bons argumentos. Desde o início eu “assumi” meu posicionamento “#TeamCap” porque sabia que minhas ideias batiam muito mais com as do personagem à medida que ia recebendo mais informações sobre a história do que com as do Homem de Ferro, que já é um herói com o qual não simpatizo tanto. E foi aí que o enredo foi se desenvolvendo e eu consegui ver acertos e falhas em absolutamente TODOS eles, tanto os que lideravam quando os que seguiam. Isso, pra mim, foi incrível! Tive meus momentos de indignação, claro, mas na maioria das vezes eu conseguia aceitar e entender exatamente os motivos que levaram cada acontecimento, e foi o que eu mais gostei de tudo. Não é uma questão de ficar “em cima do muro”, mas saber que existe bem e mal em todo mundo, a gente só precisa descobrir isso com cuidado e ver qual dos dois prevalece. Quando é o bem vale a pena pelo menos ouvir o ponto de vista dessa pessoa. Quando é o mal, como é o caso do vilão do filme… Bom aí “não dá pra te defender”, né! Claro que no fim das contas tendo uma visão ampla da coisa eu ainda apoio “mais” o Capitão América, mas também não consigo que seja um apoio total, tanto que acho que se eu estivesse vivendo a situação não ficaria no time dele (eu sei, chocante).

Sendo assim pensei muito sobre o assunto e entre todos os personagens ali minhas atitudes seriam mais ou menos as da Viúva Negra, que eu adoro desde sempre e tenho gostado cada vez mais: ela faz o que acha ser o melhor para todos, independente de times ou preferências pessoais. Um que me surpreendeu muito foi o Pantera Negra: passei o filme todo com ANTIPATIA dele (apesar daquele uniforme irado), e no final fiquei positivamente surpresa como o quão maravilhoso ele é, merece demais um filme solo. E o meu favorito, é claro e óbvio e evidente, foi o Homem Aranha, Tom Holland ARRASOU, simplesmente! Eu confesso que tava achando repetitivo e desnecessário isso de fazer MAIS filmes dele em tão pouco tempo, mesmo sendo um dos meus heróis favoritos, mas depois de vê-lo no papel tô só esperando a data do filme sair pra gritar “ME CHAMA QUE EU VÔ”! E, por favor, quando chegar a hora que as legendas continuem tão maravilhosas quando a dessa estava, sério, era um show à parte ver os nossos trocadilhos substituindo os deles!

Trailer:

Ricki and the Flash

Em 09.10.2015   Arquivado em Filmes

Ricki and the Flash

Ricki and the Flash: De Volta Pra Casa (Ricki and the Flash) *****
Elenco: Meryl Streep, Mamie Gummer, Rick Springfield, Audra McDonald, Nick Westrate, Ben Platt, Kevin Kline, Sebastian Stan, Charlotte Rae, Maria Di Angelis
Direção: Jonathan Demme
Gênero: Drama, Comédia
Duração: 101 min
Ano: 2015
Sinopse: “Ricki (Meryl Streep) fez muito sucesso como Estrela do Rock e é uma artista lendária apesar de já não fazer tanto sucesso como antes, porém, deixou os filhos em segundo plano para se dedicar a carreira, agora ela quer retomar o contato com os mesmos, enquanto um deles passa por um complicado divórcio.” (fonte)

Comentários: Existem dois fatores extremamente relevantes que podem me convencer automaticamente a assistir qualquer filme do mundo e eles são uma boa trilha sonora e Meryl Streep. “Ricki and the Flash” tem os dois e não usa esses recursos atoa, que filme INCRÍVEL, gente! Eu vi o trailer há meses atrás e fiquei doida esperando pelo lançamento, até que quando fui ver já estava quase saindo do cinema e tratei de não deixar passar, fui e não me decepcionei nem um pouco, recomendo a todos.

O filme conta a história de Ricki, uma rockeira vocalista da banda “The Flash’ que abriu mão da criação de seus filhos e de seu casamento para viver o sonho de ser uma artista de sucesso. Com o passar dos anos ela se vê trabalhando como caixa de um mercado de dia para pagar as contas e tocando regularmente em um bar à noite, como parte da realização desse “sonho”. A vida está muito boa, tudo indo muito bem, quando seu ex liga para avisar que a filha deles está deprimida em função do divórcio que foi pedido por seu marido. E é quando ela tem que assumir o papel de mãe que a tanto tempo deixou pra trás e voltar para o subúrbio para ajudar a lidar não só com essa situação, mas também com o fato de que seus outros dois filhos estão seguindo caminhos em sua vida de adultos sem que ela saiba.

Eu sei que soa como mais uma história clichê de ir atrás de seus sonhos e ter o equilíbrio entre eles, mas acho que é mais que isso: é um daqueles filmes que você assiste acreditando ser a biografia de um artista real, no maior estilo “The Wonders”, de tão humanos que são os personagens. Acho que isso é um dos fatores mais legais, além do elenco maravilhoso e das músicas INCRÍVEIS que tocam o tempo todo: você acredita nos personagens, acredita que eles poderiam estar vivendo aquilo de verdade e acredita nas decisões que eles tomam. Dá vontade de assistir tudo de novo, agora contando pra vocês, de tanto que gostei!

Melhores momentos: As cenas em que ela cantava eram sempre as melhores do filme, só música incrível! Mas o momento mais emocionante de todos, todos, todos foi ela cantando “Still Haven’t Found What I’m Looking For”, do U2, que é uma música MUITO importante pra mim e eu jamais esperava por ela jogadinha ali, de repente, chorei bastante com essa breve surpresa! O final também é mega lindinho, eu sou dessas que adora um final feliz e dançante e esse é bem isso mesmo, tudo na medida certinha pra causar lágrima e sorrisos.

Ricki and the Flash
Sério, gente, eu poderia me ajoelhar aos pés dela para todo o sempre, que maravilhosa!

Trailer: Só pra ter um gostinho do quanto cada minutinho valeu a pena:

Homem Formiga

Em 02.08.2015   Arquivado em Filmes

Homem Formiga Homem Formiga (Ant Man) *****
Elenco: Paul Rudd, Michael Douglas, Evangeline Lilly, Corey Stoll, Michael Peña, Abby Ryder Fortson, Judy Greer, Bobby Cannavale, Anthony Mackie, David Dastmalchian, Gregg Turkington, Hayley Atwell, John Slattery, Jordi Mollà, Martin Donovan, Wood Harris, Chris Evans, Sebastian Stan , Stan Lee
Direção: Peyton Reed
Gênero: Ação, Comédia
Duração: 117min
Ano: 2015
Sinopse: “Armado com a incrível habilidade de se diminuir em escala, mas aumentar sua força, o vigarista Scott Lang (Paul Rudd) deve aceitar seu herói interior e ajudar seu mentor, Dr. Hank Pym (Michael Douglas), a proteger o segredo por trás do seu espetacular traje de Homem-Formiga de uma nova geração de crescentes ameaças. Contra vários obstáculos, Pym e Lang devem planejar e executar um golpe que salvará o mundo.” (fonte)
Comentários: Mas gente, sério, que filme é esse! Um herói cheio de anti-heroísmos e com uma história tão pouco conhecida a ser descoberta, uma ligação básica com os filmes de outros personagens da Marvel para você esperar o que mais vai sair daquilo, muitas cenas de humor hilárias, um toque de emoção para as manteigas derretidas (sim, eu) chorarem a vontade, personagens secundários carismáticos… Eu simplesmente amei o filme! Amei mesmo!
Primeiramente porque conhecia muito pouco sobre o Homem Formiga, jamais imaginaria que a história partiria do ponto que partiu. Em resumo: Scott Lang acaba de sair da prisão e está atrás de um emprego honesto para se provar merecedor de ser o herói da vida de sua filha (e pagar uma pensão alimentícia para ela, claro) ao mesmo tempo em que o Dr. Hank Pym procura alguém para usar seu antigo traje de Homem Formiga, assim como sua fórmula para diminuir de tamanho e ganhar uma “super força”, com o objetivo de impedir a ideia do lançamento da “Jaqueta Amarela”, que mais tarde se torna o vilão do filme. Pym então consegue convencer Lang a trabalhar para ele de uma forma super divertida e eles colocam o plano em ação.
Eu não vou dar detalhes porque o legal é assistir ao filme e ir vendo o que vai acontecendo, PRINCIPALMENTE as pequenas dicas que surgem para próximos filmes (não só do personagem, mas também de outros heróis do mesmo universo), mas existem dois pontos da história que preciso ressaltar. O primeiro é que para mim o único defeito foi o vilão que é fraquíssimo, você não consegue entender direito o motivo de tamanho surto por mais que eles tentem explicar no meio da história, simplesmente não me convenceu, o que é uma pena. E em segundo lugar preciso dizer que dessa vez a Marvel brilhou eternamente em meu coração porque conseguiu me fazer gostar da heroína que eu mais detestava na minha vida, a Vespa. Sério, eu tinha ódio mortal e aí vem esse filme e me deixa louquinha para que ela apareça de novo porque até chorei com a história dela, quero mais e a primeira cena pós crédito me prometeu isso!
Por fim: meus parabéns a Michael Peña por ter dado vida a um dos personagens mais engraçados de filmes de super heróis, é de rir até quase chorar de tão bom!
Melhores momentos: As sequencias em que ele vai reduzindo de tamanho e depois voltando ao normal são incríveis, assim como os momentos em que ele faz isso também com outros objetos, tudo muito divertido. Principalmente no início quando o mundo entrava em “modo macro” pelas primeiras vezes, muito bem feitas e realmente passa a sensação de que nós viríamos o mundo dessa maneira se fosse possível ser reduzido a esse tamanho!
Mas o melhor de tudo são as duas cenas pós créditos que já te deixam completamente curioso pra volta do personagem, não só numa continuação como também como participação especial em outros filmes. NÃO SAIAM DO CINEMA ATÉ O FINAL MEEEESMO, porque teve gente que só esperou até a primeira delas e perdeu a do finalzão que foi ótima!
Trailer: Eu cheguei a ver o trailer no cinema bem antes do lançamento, mas não era tão bom quanto esse aí em baixo:

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