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10/13
Arquivado em Música às 17:58

Na tag “Listening To” posto sobre bandas/artistas que gosto, mas isso não significa que vocês não possam dar sugestões!! Escolhe uma dessas daqui e pode ser que ela apareça da próxima vez!!

* Mais um dos “Greatest Moments” da “Greatest Tag” aqui do blog, porque vou falar da banda que mais gosto nessa minha vida. E olha que eu gosto de muuuita coisa, musicalmente falando.
Os Beatles eram compostos, basicamente, de quatro nomes que até hoje ecoam no mundo da música como os integrantes da maior banda de todos os tempos:: John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Ou quem sabe Paul McCartney-George Harrison, Ringo Starr e John Lennon, na minha ordem de preferência. Tanto faz. O que importa é que esses foram os 10 anos mais gratificantes da história da música MUNDIAL. E é por isso que eu gosto tanto de escrever sobre esse assunto por aqui: porque sempre tem muito mais o que falar, mas que fica guardado pra mim em forma de sentimento. Eu posso dizer para todos que não sei como isso começou, acho que já nasceu comigo, mas a verdade é que eu amo esses “meninos”. MESMO.
Mas chega de manifestação de afeto e vamos pra história propriamente dita, e vou tentar fazer um resumão bem geralzão se não ficaremos aqui até amanhã.
- A história da banda é bem comprida, mas simplificando tudo podemos dizer que começou com uma banda anterior, “The Quarrymen”, que evoluiu para essa que todos nós conhecemos ainda hoje aos poucos. Os Beatles mesmo começaram a usar esse nome em 1960 e é a partir daí que se leva em consideração a história deles em atividade. Além de Lennon, McCartney (que, até então, tocava basicamente guitarra na banda) e Harrison eles contavam com um baixista, Stuart Sutcliffe, que ficou um ano só e foi “substituído” pelo Paul na função; e um baterista, Pete Best, que os abandonou em 1962 e foi substituído por Ringo Starr sob diversos protestos dos fãs. E foi assim que se formou o nosso tão querido “Fab Four” que arrastou multidões por todo o mundo. A “Beatlemania”, como é conhecia, varreu o mundo e eles conquistavam fãs tão histéricas que era impossível ouvir a banda durante os shows de tão altos que eram os gritos. Acho que nunca existiu nada igual na história da música ou de qualquer tipo de arte, o amor das fãs era tanto que John Lennon tinha que esconder sua primeira esposa do público para que as garotas não soubessem que ele era casado.

* De 1960 a 1970 os meninos se tornaram adultos, se casaram, tiveram filhos e continuaram tocando. A chegada dos Beatles nos Estados Unidos em 1964 é citada com um grande acontecimento do século XX e isso só serviu pra aumentar a popularidade da banda. Nesse mesmo ano saiu o primeiro filme deles, “A Hard Day’s Night” (que no Brasil tem o nome horroroso de “Os Reis do Iê-iê-iê”) e passaram a fazer shows em outros países da Europa, América do Norte e Oceania. Acho que foi provavelmente o auge da banda, porque nos dois anos seguintes tiveram seus baixos: a declaração de John Lennon de que eram mais populares que Jesus Cristo, por exemplo, causou uma grande revolta. Mas nada marcou tanto a nova fase “madura” da banda do que a decisão de não fazer mais shows, já que eles saíam dos mesmos frustrados por não conseguir sequer ouvir o que estavam tocando, fazendo com que a partir de 66 eles apenas lançavam novos álbuns e singles.
Ninguém sabe exatamente o motivo “real” do fim da banda, mas na minha opinião foi o conjunto das coisas. A presença da Yoko que realmente incomodava todos os integrantes (segundo George Martin ela não se separava do John nem quando ele estava no estúdio ou mesmo no banheiro masculino), a vontade do George de ter mais destaque como compositor, a situação empresarial da banda, o início da carreira solo de cada um deles… O que se sabe é que em 1969 eles fizeram sua última apresentação no telhado da Apple Corps e no ano foi apresentado o documento para a dissolução da banda.

* Dizem que eles ainda não se bicam (ou pelo menos os que estão vivos, que são Paul e Ringo), que John Lennon fez músicas pra atacar o Paul depois. Outros dizem que, como o tempo, a banda até voltaria a tocar junta se John Lennon não tivesse sido assassinado, e alguns deles chegaram a ser encontrar novamente em estúdios e nos palcos depois disso. Quem está certo e quem está errado não importa nessa história. O que importam são os cinco filmes, 13 álbuns em estúdios, inúmeras músicas e a GIGANTESCA influência popular nos Beatles nos sáculos XX e XXI. Você pode não ser fã da banda, mas com certeza gosta de alguma música deles nem que seja em cover. E quem nunca salvou no computador uma imagem de seus personagens favoritos “fantasiados” de Beatles, como Os Simpsons atravessando a Abbey Road. E por fim, mas não menos importante: sempre tem alguma música dos Beatles em algum musical famoso que usam canções de artistas variados, né? Eles até já ganharam um musical só com músicas deles, o “Across The Universe”, que é um dos filmes mais lindos que já vi na vida…

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By Luly

18
11/11
Arquivado em Belo Horizonte, Música, Shows às 15:01

Depois de meses de espera, literalmente, nessa quarta feira finalmente tivemos Ringo Starr & his All Starr Band aqui no Chevrolet Hall e foi INCRÍVEL!!

Ringo Starr and his All Starr Band

Em julho anunciaram que o show aconteceria em diversas cidades do Brasil e quando vimos Belo Horizonte na lista eu, Dani e Pati surtamos. Fui lá, comprei nossas entradas (depois de uma louca busca de soluções para conseguir que a Pati me mandasse a versão escaneada da carteirinha de estudante dela) e desde então elas estavam guardadinhas na minha “caixinha de tesouros” esperando o dia 16 de novembro. Demorou, parecia que não ia chegar nunca e quando a gente menos esperava, chegou!!

Ringo Starr and his All Starr Band

A Pati chegou lá bem cedo, beeeem mais cedo que eu e a Dani (que tava na aula, por isso nossa demora), por volta das 16h, e já tinha um povo na fila. Nós chegamos às 18h, faltando uma hora pro portão abrir – na teoria. E o mais lindo é que o Ringo em si chegou pouco antes d’a gente, e como a Pati tava pertinho da garagem viu ele dentro do carro e ele deu tchauzinho e fez o “v”zinho da paz dele, hihi. Ficamos na fila, fizemos amizades, esperas, eram quase 19h30 quando mandaram a gente entrar. Aí nós três fomos indo grudadinhas uma na outra, já que eu era maior (ir)responsável pelas duas… Nos chamaram pra fila de mulheres, entramos rapidinho e de repente estávamos nós três de mãos dadas correndo loucamente em direção à (pequena) aglomeração que já tava se formando. E aí enquanto a gente comia, Twittava, tirava umas fotos pré-show e ia conhecendo o pessoal, vinha sempre um querendo passar na frente, a gente deixava alguns, ia remanejando e quando vimos já tínhamos andado um metro na diagonal ficando cada vez mais na frente e mais ao centro!! Sério, foi muito mais perto que imaginei que ficaria.

Ringo Starr and his All Starr Band

O show tava marcado pra 21h e a pontualidade britânica praticamente não falha: 5 minutos de atraso até a All Starr Band entrar anunciando o Ringo!! Aaaah, aí a gente gritou MUITO!!
Ele abriu com “It Don’t Come Easy” e “Honey Don’t”, cantava, dançava e tocava bateria, coisa liiiinda!! E nisso eu e as meninas pulando muito junto com o povo, uma olhando pra cara da outra sem acreditar que era real e eu tentando tirar fotos sem tirar os olhos do palco.
(Ao contrário de um IMBECIL que tava do nosso lado e resolveu filmar o show e assistiu tudo pela janelinha da câmera… Pagar absurdo pra ter um YouTube com som ao vivo é muita idiotisse, né minha gente??)

Ringo Starr and his All Starr Band

Aí ele foi chamando a banda… Os primeiros foram Rick Derringer foooofo demais e Edgar Winter que é MUITO FODA!! A gente tava se sentindo num festival de rock dos anos 70, gente, o jeito dele de falar, de agir, de tudo, cada hora tocando um instrumento sem deixar a música falhar, sem comparação. Ele chegava na beiradinha do palco e ficava muito perto, era inacreditável, mesmo.

Ringo Starr and his All Starr Band

Aí veio Wally Palmar pra cantar também e desejar “bouha noitin Belou Rorizonti” e quando Ringo voltou pra cantar “I Wanna Be Your Man” eu PULEI, GRITEI, SURTEI tanto, tava um calor insuportável e eu quase não tinha comido nada… Eu simplesmente senti que ia cair dura ali, gente, sério!! Sentei no chão, tava muito menos quente, por incrível que pareça… E aí veio uma deselegante que tava atrás de mim que ao invés de perguntar se eu tava bem já veio falando “ah, se tá passando mal vai embora!!” (e não era pro bem, porque ela realmente ficou o resto do show tentando “atropelar” a gente e ir pra frente). Eu esperei melhorar um pouco, levantei a tempo de ver Gary Wright cantar “Dream Weaver” e sentei denovo. E nessa hora eu juro que decidi que se não passasse realmente iria pra fora, porque eu não tava conseguindo ficar mais lá. E nisso as meninas me abanando com uns papéis que recebemos na porta, um rapaz SUPER bonzinho que tinha dado espaço pra Pati ficar ligeiramente mais à frente tava lá todo preocupado, até que GRAÇAS A DEUS lembrei que a ela tinha chocolate na bolsa, pedi pra um e na hora que comi só senti o sangue voltando todinho pro meu rosto, sério, NUNCA MAIS vou a show nenhum sem levar um chocolatinho, fez milagre!! Consegui pegar o finalzinho da apresentação do Richard Page.

Ringo Starr and his All Starr Band

Aí a Pati trocou de lugar comigo porque onde ela ficou era menos insuportavelmente quente e eu melhorei de vez a tempo do Ringo voltar pra cantar “The Other Side of Liverpool” antes de falar que a próxima música só não era conhecida pra quem tava no show errado. E todo mundo já sabia antes mesmo de ele cantar o primeiro verso que era “Yellow Submarine”, e foi a primeira vez no show que eu chorei, porque sabia que aquilo era o mais perto que eu tava na vida de saber o que era ver os Beatles ao vivo, era maravilhoso o palco todo amarelo só trocando pra representar “skies of blue” e “sea of green”. Ai, gente… Sem palavras.

Ringo Starr and his All Starr Band

Aí o show seguia… Edgar Winter nos fez arrepiar tocando “Frankenstein”, foi o solo de baterias mais incrível que já vi na vida – e nesse o Ringo nem tava participando –, sério, dava vontade mesmo de filmar, era de arrepiar, eu abstraí meus cuidados auto-medicados e até bati a cabeça um pouquinho. Quando Wally Palmar cantou “What I Like About You” NÃO TINHA COMO NÃO PULAR, e Ringo voltou denovo pra cantar a música que ele fez na época que ele participava “de uma banda aí”, hehe, e foi lindo porque ele tocou “Boys” (e acho que cantou outras nessa hora, acho que “Back Off Boogaloo”, mas não lembro a ordem perfeita). Gary Wright cantou um cadinho pra gente, Rick Derringer também, Richard Page também (e ele é LINDO, gente, sem noção). E a gente ia sentindo chegar ao fim e era triste.

Ringo Starr and his All Starr Band

O Ringo assumiu de vez no fim… Veio com “Photograph” que eu choreeei, “Act Naturally” e quando ele começou “With A Little Help From My Friends” a gente sabia que aquilo já era o “bis” mesmo sem o intervalinho, choraaamos e gritamos e terminou com “Give Peace A Chance”!! E depois que a banda agradeceu e saiu do palco a gente berrava muito e eu virei pra trás e de repente estávamos nós três abraçadas chorando… A gente não queria sair dali, ficamos ainda até o palco ficar apagado, sabíamos que eles não iam voltar, a Pati tinha que ir porque meia noite já era o ônibus pra ela voltar pra Timóteo (o show durou praticamente duas horas, acabou faltando cinco minutos pras 23h, por aí)… Mas a gente não queria mesmo porque, né?? MARAVILHOSO!! Os caras que compõe a banda são incrível, vieram de bandas incríveis e, azar,podem falar o que for: O RINGO É INCRÍVEL!! Super alegre no palco, nem o disco de uma menina bater na cabeça dele quando ela mandou pro palco abateu aquele homem, era 1/4 da MAIOR BANDA DE TODOS OS TEMPOS ali cantando e tocando pr’a gente, valeu muito a pena, principalmente ao lado das duas que são irmã-amiga e amiga-irmã.

Ringo Starr and his All Starr Band

Bipolaridade total, feliz em ter ido e triste por já ter acabado!! Quem quiser ver algumas das fotos que tirei (além dessas do post) tem lá no Flickr.

By Luly

21
02/11
Arquivado em Música às 06:01

– Ehr, bandas e artistas, porque algum desses têm carreira “solo” =D Nesse vídeo eu me SUPEREI, ficou com mais de meia hora, eu entrei em pânico pensando em como reduzi-lo pela metade, mas quando fui olhar descobri que o YouTube agora deixa eu carregar vídeos com mais de 15 minutos, então aí está, se alguém conseguir me ouvir falando por mais de 20 minutos:


Eu percebi que 2 meses mal saindo de casa me fez precisar de um solzinho mais que nunca…

Comentários:
– Eu nããããããão troquei de câmera, continua sendo a Kodak Easyshare de sempre, simples e básica. Mas dessa vez gravei de dia e com o computador desligado, o que melhor e imagem e o som, respectivamente!! E eu tava sem maquiagem também (yey!), mas sem chapinha não dá, vocês nunca vão me ver gravando sem chapinha.
– O post sobre “Across The Universe” vai saiiir, gente!! Não sei quando, mas sai. Mas é que eu realmente quero que fique bom, então preciso pesquisar mais um pouco.
– Ignorem a carinha ouvindo Dancing Queen, eu não sabia como agir nesses segundos que a música durou e fiquei calada.
– Os posts da tag “Listening To” dessas bandas citadas que já escrevi foram Elton John, ABBA, Scorpions, Nazareth. Quando eu escrever mais vou editando aqui!!
– Ah, na hora que citei “Helloween” e pareceu que eu esqueci o que ia falar é porque esqueci mesmo!! Só queria citar que minha música favorita deles é “If I Could Fly” (que é a música favorita da Kimberly, hihi). E esse caso do Janick Gers, guitarrista do Iron Maiden, é verdade mesmo, gente. É a pessoa mais famosa que já vi de perto, a 3 metros de distância dando sopa no Minas Shopping, aiai…

Por fim… A nail arte de oncinha eu aprendi a fazer aqui e adaptei com as cores que tenho em casa (ficou assim), e citei a Lud no finzinho porque ela passoooou em medicina e tá indo pro Rio estudar. Uma felicidade sem tamanho que vai deixar uma saudade maior ainda.

By Luly

19
02/11
Arquivado em Música às 02:57

Na tag “Listening To” posto sobre bandas/artistas que gosto, mas isso não significa que vocês não possam dar sugestões!! Escolhe uma dessas daqui e pode ser que ela apareça no próximo mês!!

* Um milagre eu postar nessa Tag, tinha esse e mais uns 4 Drafts aqui. Agora vou colocar em dia.
E mais milagre ainda é a banda da vez não vir do Reino Unido!! Porque os Scorpions surgiram em 1965 na ALEMANHA!! Inicialmente formada pelos irmãos Michael Schenker e Rudolf Schenker (ambos na guitarra) e seus amigos Klaus Meine (vocal), Lothar Heimberg (baixo) e Wolfgang Dziony (bateria), porém a formação “final” iniciada em 2004 contava apenas com Meine e Rudolf Schenker do quinteto original, tendo também Matthias Jabs (guitarra), Pawel Maciwoda (baixo) e James Kottak (bateria).

– Na verdade Rudolf e Klaus já estavam “sozinhos” desde a década de 70 quando a banda começou a atingir algum sucesso, mas não desistiram do projeto e continuaram levando adiante e conseguiram muito sucesso na década de 80, participando de festivais e lançando vários albúns. No início dos anos 90 sofreram uma pequena queda quando precisaram reestruturar a banda mas isso não os afetou: em 2000 o álbum “Moment of Glory” teve muita aceitação e músicas favosíssimas como “I’m Still Loving You”, e em 2001 eles fizeram o show “Acoustica” em Lisboa, e eu imagino que esse seja o show mais lindo e conhecido deles.
Em 2010 foi anunciado o fim da banda com o álbum “Sting in the Tail” e shows pelo mundo afora, inclusive vários no Brasil (e tinha BH!!), mas acho que acabaram não acontecendo, ou pelo menos não aqui. Mesmo assim, eles dizem que pretendem rodar o mundo ainda um pouquinho, então a esperança é a última que morre.

* Eu conheço Scorpions desde sempre, assim como todas (!!) as bandas que gosto, porque meus pais – nesse caso meu pai principalmente – é que gostavam dessas bandas e passaram o gosto pra mim. Mas foi ouvir mesmo por volta de 2005 e tinham 2 músicas deles que eu realmente gostava: “I’m Still Loving You” e “Dust In The Wind”. Inclusive fiquei muito chateada por não ir no show de 2008 (e compartilhei isso aqui). Mas ano passado eu comecei a pesquisar mais sobre a banda e suas músicas e acabei conhecendo (e re-conhecendo) várias outras e agora sei que se eles vierem em BH mais um vez vou fazer o possível e o impossível para ir porque eles estão entre minhas 10 bandas favoritas com certeza.

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By Luly

10
09/10
Arquivado em Leitura, Música às 22:33

Segredos e Lendas do Rock Segredos e Lendas do Rock
Autor: Sérgio Pereira Couto
Gênero: Literatura Nacional/Biografia
Ano: 2008
Número de páginas: 160p.
Editora: Universo dos Livros
Sinopse: “Boatos e rumores sempre foram um atrativo para que as pessoas se interessem pelas celebridades. O mundo do rock, entretanto, possui histórias que vão além desse simples interesse e se misturam com a vida real de tal maneira que formam verdadeiros segredos e lendas que tanto fascinam os fãs. Neste livro, o autor seleciona e fornece detalhes a respeito de diversos fatos envolvendo os astros do rock, o que fará com que o leitor se divirta e solte a imaginação com tantas histórias envolvendo seus maiores ídolos.”
Comentários: A nova bibliografia para minha querida Tag Listening To!! Robert Johnson, The Beatles, Jim Morrison, Pink Floyd, Led Zeppelin, Elvis Presley, Rolling Stones, Nirvana e tantos outros… Essas verdadeiras FERAS do rock tiveram vidas cheias de momentos conturbados que geraram lendas, e muitas delas são realmente confundidas com a realidade. Esse livro trás não só esses mitos, mas também uma biografia do artista e da banda, suas origens, influências e maiores sucessos. E o legal não é só saber mais sobre suas bandas favoritas, mas também conhecer outras que estão relacionadas, sempre com indicações de músicas específicas. Eu mesma passei a ouvir Nirvana pra valer depois de ler!! Vale a pena pra quem gosta de música, pra quem gosta do rock e suas “ramificações”, e também pra quem tem vontade de gostar!! Virou quase um guia de consulta rápida de bandas pra mim, espero que ele lance o “Segredos e Lendas do Rock 2″ mesmo!!

Pessoal, não deixem de participar da Promoção 1 iPad ou 100 Livros!! Tá acabando o prazo!!

By Luly