Rapidinhas de Outubro

Em 03.11.2017   Arquivado em Cotidiano

Outubro acabou e, surpreendentemente, estou achando que foi um legal mês pra mim. Por que a surpresa? Veja bem, é que 2017 tem sido um ano “borrão” onde a ansiedade não permite que eu sequer aproveite os dias positivos, então quando consigo essa proeza mesmo com ela ali do lado é quase um choque. Claro que teve seu lado ruim, tudo na vida tem, mas teve o bom também e é isso que importa aqui e agora! Sendo assim vamos fazer um resuminho desses momentos de alegria, torcendo pra que novembro traga mais sorrisos…

Rapidinhas de Outubro

Acho que começar as rapidinhas com Praça da Liberdade vai virar tradição, hein? Mas é que, gente, meu lugar favorito nesse planeta, cês sabem, impossível evitar. Enfim, o Memorial Minas Gerais Vale, que faz parte do Circuito Cultural Praça da Liberdade, “espalhou” por lá essas esculturas de animais feitas de brinquedos infláveis, de autoria dos artistas Felipe Barbosa e Rosana Ricalde. São muito divertidas! Tem alguns mais imponentes, incluindo um dinossauro GIGANTESCO que é o destaque entre eles, mas eu foquei no elefante porque gosto mais, né? Fofinho demais! A exposição se chama “Jardins Móveis” e vai ficar lá até dia 12 de novembro, tem mais informações no site do museu!

Rapidinhas de Outubro

Ainda passeando pela cidade afora, no dia do show do Paul McCartney (já já relembro isso!) fui almoçar na UFMG antes de ir pra fila e aproveitei pra matar saudades do meu campus amado. E eis que quando vou encher minha garrafinha de água na Faculdade de Veterinária encontro esse cartaz! Aaaah, eu tive que registrar isso, é basicamente meu lema de vida! Não só “politicamente”, já que é usado como um combate ao relacionamento abusivo (graças a Jout Jout) mas também literalmente, sou adepta e não tiro de jeito nenhum!

Rapidinhas de Outubro

E já que citamos Paul por que não falar mais um pouquinho de Paul? A apresentação dele pela turnê One on One em Belo Horizonte foi dia 17 e foi além dos níveis normais de qualidade que um show pode apresentar, sem brincadeira. SENSACIONAL seria pouco pra definir, eita velho que sabe fazer a coisa direito. Teve um post lindo contando tim-tim por tim-tim dessa noite maravilhosa que terminou resumida em uma frase: “Valeu, sô!”

Rapidinhas de Outubro

Eu já ia falar de novo dos Burn Books que tô vendendo no Expresso Rosa, mas já fiz isso no post passado então vamos focar na linha de Harry Potter que vou lançando devagarzinho, a “Biblioteca Mágica”! Eu já tinha feito esse caderno simulando a capa da versão dos filmes de “Os Contos de Beedle, o bardo” por encomenda uma vez, mas gostava tanto que resolvi que ia abastecer o estoque dele nessa leva. Decidi então que o bonito merecia umas fotos legais e fiz essa sessão meio que simulando Hermione em Relíquias da Morte, que é quando ela ganha o livro. Mesmo sem cenário e na base do improviso gostei muito do resultado! Pra quem quiser conhecer a loja o link é expressorosa.iluria.com!

Rapidinhas de Outubro

E Dorothy, gente… Dorothy foi, provavelmente, a maior surpresa do mês. Ela chegou aqui para uma visita, para que eu pudesse brincar num concurso fotográfico e no dia 31, Dia das Bruxas, se tornou oficialmente minha primeira Blythe! Ainda quero contar essa história direito, mas foi um presente incrível, tô apaixonada com o mais novo membro da minha família-coleção de bonecas!

Rapidinhas de Outubro

Agora nosso “momento Arwen” porque Rapidinhas sem essa gatinha não tem graça mais! No final de outubro ela finalmente foi castrada! Desde que completou 6 meses, em setembro, cada dia que chegava meu medo de o primeiro cio acontecer aumentava 100 vezes, então foi um alívio enorme levá-la para cirurgia e outro maior ainda quando fui buscar e me falaram que deu tudo certo. Infelizmente não consegui fazer pela prefeitura, não tinha como esperar reabrir vagas, mas ainda assim foi MUITO em conta. Se você aí é de Belo Horizonte e região e precisa castrar seu bichinho procure a ONG Bichos Gerais, que faz isso de forma muito profissional e barata, eles te dão até a opção de comprar um saquinho com a quantidade exata de remédio para não ter que gastar desnecessariamente na farmácia! Enfim, ela ainda está se recuperando, mais manhosa e dramática doq ue nunca, mas logo poderemos tirar os pontos para eu atingir a paz de espírito plena em relação à saúde da minha filha, que emoção!

Outras coisas legais de Outubro

Bem no inicinho do mês eu fui assistir mãe! no cinema e gente… QUE IMPACTO FOI AQUELE? Sério, o filme mais intenso que já vi na vida! Pensei em fazer um post sobre ele, mas não é o tipo de coisa sobre a qual a gente fala e sim sobre a qual se discute, eu não ia conseguir sem já entregar de cara tudo o que entendi! Vocês também viram? Também acharam forte e maravilhoso? Se não, vejam agora (ou vejam de novo)!

Paul McCartney – One On One Tour em Belo Horizonte

Em 24.10.2017   Arquivado em Música

Independente do seu gosto musical, uma coisa a gente não pode negar: os Beatles eram e continuam sendo o grupo musical mais bem sucedido da história da música popular. Cada um dos quatro tinha sua característica artística relevante, no meu ponto de vista a gente precisa destacar George e Ringo como excelentes no seu instrumento “principal” (guitarra e bateria, respectivamente) e John como excelente poeta. Mas como músico mesmo ninguém supera Paul McCartney! Hoje com 75 anos, ele ainda é um dos artistas mais influentes DO MUNDO, e sempre foi um sonho pra mim poder assisti-lo ao vivo, de preferência aqui em Belo Horizonte… E esse sonho foi realizado uma semana atrás, dia 17 de outubro no Mineirão, onde ele e sua banda se apresentaram como parte da “One On One Tour”.

Já tem meses que estamos esperando por esse momento: eu, Dani e Pati, minhas companheiras de sempre. A última vez que fomos a um show juntas foi em 2013, então tava mais do que na hora de matar essas saudades, né? Ainda mais em grande estilo assim, já que o Paul é o Beatle favorito das três. Nós assistimos Ringo Starr seis anos atrás e já foi mágico, dessa vez tinha tudo pra ser mais ainda. A Pati só poderia chegar à noite junto com o Ronaldo, amigo dela, mas eu e Dani fomos pra fila bem cedo para pegar um lugar legal. Quando entramos no Mineirão a Pista ainda estava bem vazia, então conseguimos ficar perto do isolamento da imprensa, onde não teria ninguém ao nosso lado pra nos tampar, e logo depois nosso querido amigo Ramon se juntou a nós. De trio passamos a ser um quinteto maravilhoso bem rapidinho!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
Eu andando pela pista ainda praticamente vazia. Já teve post do look que usei no dia, pra quem quiser ver melhor!

O “grupo” todo se reuniu quando começou a escurecer, mas o show mesmo só começaria mais tarde. Conversamos, tiramos fotos, trememos de emoção antecipada. Faltando mais ou menos meia hora pra começar rola um DJ fazendo remixes e uma animação nos telões laterais do palco mostrando a trajetória do Paul, desde seu nascimento até os dias de hoje. É MUITO BONITINHA! A gente fica vendo aquelas fotos antiguinhas e tem algumas que já enche os olhos de lágrimas, principalmente as da época dos Beatles. O show estava marcado para 21h30, mas atrasou um pouquinho (pontualidade não tão britânica assim, hein Paul!). E assim que ele entrou no palco a galera já foi à loucura ao som de “A Hard Day’s Night”, cantando bastante e, no nosso caso, chorando também!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
Nossa “thurminha”: Ramon, Ronaldo, eu, Pati e Dani bem amontoadinhos esperando começar!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“A Hard Day’s Night”

A sensação de ver um Beatle ao vivo é SURREAL. Eu já tinha sentido isso antes, mas nesse caso é ainda maior porque quando se trata do Paul tudo é elevado à milésima potência. Ele já está com a voz bem ruinzinha por causa da idade, claro, mas ainda assim não perde nenhuma nota ou tom, quase não para nem pra beber água! Isso sem contar a quantidade de instrumentos que toca, né? Só nessa apresentação foram uns cinco diferentes, tem vez que ele troca até dentro da mesma música. A banda também é excelente, o baterista teve vários closes no telão porque é absolutamente maravilhoso.

E esse ar impecável não está só nas músicas em si, já que não é só disso que uma apresentação desse porte é composta. O visual do palco, todo de LED, um degrau que se eleva para que ele fique no “topo do mundo”, escolha de animações e fotos e até um momento em “My Valentine” que os telões ficam em preto e branco para combinar com o clipe, é tudo minuciosamente pensado pra te encantar. No quesito “efeitos especiais” quem ganhou foi “Live And Let Die”, com fogos de todos os tipos na hora do refrão, é aquele tipo de coisa pelo qual a gente não espera e quando vê fica sem palavras pra expressar o que tá acontecendo.

Ele se esforça bastante para falar português e é engraçado porque sempre repete a mesma coisa duas vezes para ter certeza que a gente entendeu. Quando cita John Lennon é “Meu parceiro John… Parceiro John!” e por aí vai. Além da língua do país também tem o esforcinho pra usar alguma gíria local: aqui em BH era o agradecimento na sequência “Thank you! Obrigado! Valeu… Sô!”, a gente simplesmente PIRAVA e repetia pra ele. Rola muita gracinha também, mãos na cintura de “bravo” quando a plateia não para de gritar o nome sem deixar ele falar e uma reboladinha com direito a close no popô no telão. Ele parece muito ser uma mistura do “Tio do Pavê” com “vovô amigo”, fofo demais.

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
Não lembro que música era essa, mas é da época dos Beatles…

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
… essa também não lembro mas deve ser da era Wings!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“Being for the Benefit of Mr. Kite!”

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“Band On The Run”

Eu tive vários “melhores momentos” em várias categorias. O fim de “Blackbird” quando várias pessoas (eu entre elas) gritaram “Fora Temer!” na platéia, “I Wanna Be Your Man” e o pedacinho de “Give Peace a Chance” que eu e as meninas já tínhamos ouvido no show do Ringo, ou seja, tivemos a oportunidade de ver metade dos Beatles cantando essas músicas, gente! Da fase “Wings” foi muito lindo ouvir “Maybe I’m Amazed”, acho que foi a hora que mais chorei! Ele também cantou a música mais antiga, quando os Beatles ainda eram The Quarrymen, “In Spite of All the Danger”, e a mais nova com Rihanna e Kanye West, “FourFiveSeconds”. Eu e Ramon fizemos um dueto inesperado em “You Won’t See Me” e me diverti até mesmo ouvindo “Being for the Benefit of Mr. Kite!” que até então era a música do Fav Four que eu mais odiava e até perdi essa antipatia toda… E “Let It Be” com as lanternas dos celulares todas acesas? Ele até agradeceu.

Mas NADA superou “Something”! Gente… O que foi aquilo? Acho que todas as outras versões dela vão perder a graça pra mim depois disso. Ele começa de boa, numa baladinha, e aí vem um solo de guitarra ABSURDO! A gente ficou com as mãos no peito sentindo o impacto sem conseguir nem cantar, de tão espetacular que foi. E aí no telão fotos deles juntos, desde umas bem novinhos até chegar na fase em que o George já estava com câncer, lindo e emocionante, musicalmente foi o ponto alto da noite. E no que se trata da “vibe da galera” a grande vencedora foi minha favorita: “Hey Jude”. Todo mundo com papéis pro alto escrito “Na Na Na Na”, dados pela Cielo na entrada, sem perder o ritmo… A emoção foi tanta que não consegui chorar, fiquei meio “agarrada”, acho que nunca vou sentir algo igual num show!

Depois ele e a banda se despedem e voltam para o bis carregando três bandeiras: a do Brasil, do Reino Unido e do Orgulho LGBT. Coisa mais linda da vida! O final também não deixa a desejar: tem o maior sucesso de todos dos Beatles, “Yesterday”, um mix da reprise de “Sgt. Peppers” e “Helter Skelter” onde todo mundo foi á loucura, “Birthday” em homenagem aos aniversariantes para fechar com o clássico “Golden Slumbers/Carry That Weight/The End”, que é provavelmente o jeito ideal de acabar com qualquer apresentação desse planeta. E então eles agradecem mais uma vez e tem uma explosão de fumaça e papeizinhos pra te deixar encantado do início ao fim, literalmente.

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte
“Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”

E agora uma foto final com Dani e Pati porque sem elas eu não teria ido ao show! Quando começou a venda dos ingressos as duas compraram cada uma o seu e eu não tinha grana pra isso, então fiquei só ajudando e torcendo pra não sofrer muito quando o dia chegasse. Eis que, sem que eu sequer imaginasse, as duas se uniram para me dar isso de presente porque sem mim “não seria a mesma coisa”. Lindas demais! E a minha ainda é inteira, ou seja, custou o dobro! Meninas, vocês são incríveis, foi o melhor presente possível!

Paul McCartney: One on One Tour em Belo Horizonte

Em resumo, e parafraseando Ramon: precisamos arrumar um novo termo pra definir o que foi isso. Se for pra falar “show” tem que criar um meio de chamar todos os outros shows do planeta, porque o ESPETÁCULO que Paul McCartney dá aos seus fãs é de um nível que não existe igual. Não é a toa esses 60 anos de carreira, né gente? É claro que quando assisti Elton John no Mineirão teve um significado à parte pra mim, a emoção foi muito mais, mas no que se trata da qualidade esse está e sempre estará em primeiro lugar, em todos os aspectos. Só o que eu tenho a dizer é: Valeu, sô!

Eu cheguei a gravar algumas “cenas” para um vlog desse dia, mas infelizmente não foi o suficiente para o material ficar bacana, então não teremos vídeo dessa vez… E pra quem ficou curioso com essa setlist maravilhosa, que muda sutilmente de uma cidade pra outra, a de BH tá disponível no SetList.fm!

Lookbook: Band On The Run

Em 19.10.2017   Arquivado em Moda

Entre as vantagens de fazer esses posts de Lookbook está o fato de que posso adiantar o assunto do qual ainda não tive forças para escrever com a roupa que usei no dia… Que é o que está acontecendo nesse momento porque a adrenalina do show do Paul Mccartney na turnê “One on One” em BH ainda não baixou o suficiente para conseguir fazer isso sem chorar! Gente, foi MARAVILHOSO! Num nível que é preciso criar uma nova expressão pra definir, “espetáculo” é pouco. Mas tô me adiantando, né? Vamos manter o foco aqui…

Na verdade quando eu ganhei o ingresso de presente (Dani, Pati, vocês são INCRÍVEIS!) já planejei comprar alguma “brusinha” bem linda de alguma banda de rock que gosto muito que fosse digna de um evento desse, mas infelizmente não tive jobs o suficiente pra isso no último mês e não rolou. Sendo assim parti pro maior estilo basicão confortável fresquinho. São horas de espera na fila, dentro do estádio e durante a apresentação, né? Num dá pra ir de gala! Então apostei na minha jardineira querida. Eu tenho ela desde 2007 e teve uma época que não usava nunca porque estava apertada, mas após esses quase 10 quilos perdidos involuntariamente tá uma beleza, até sobre Luly aí dentro! Por baixo uma camiseta quase pelada e o resto tentando dar um toque cor-de-rosa por motivos de melhor cor do planeta!

E agora escrevendo aqui percebo que essa jaquetinha também tem mais de uma década de vida… Tô bem Cher meets Meryl Streep na preservação das minhas peças de roupa, ainda bem! Vou confessar que eu nem vesti isso, a temperatura ambiente não deixava, levei mais pro look sair legal mesmo. Quem nunca, né? No cabelo uma trança pra aguentar o sol infernal, nos pés os tênis mais confortáveis do mundo e a bolsa nem era pra aparecer porque não combinava com nada, só foi escolhida por caber tudo o que eu precisava, mas como acabou ficando de coadjuvante no cantinho deixei aparecer. O batom é um daqueles de sempre: MAC Red, da Mac, meu grande favorito. Eu queria ter ido de Ruby Woo, mas a Arwen, minha gata, escondeu o meu em algum lugar um dia desses e ainda não tive o insight de qual o lugar certo pra procurar…

Descrição das peças no Lookbook!

Agora vocês que também fazem posts assim, seja no blog, Instagram e Lookbook: COMO INOVAR NAS POSES, GENTE? Caraca, eu simplesmente não consigo! Quando não é a mãozinha na cintura, quase inevitável, é a perninha dobrada. Essas fotos tão um exemplo claro disso: tanto a disposição dos pés quanto a das mãos se repetiu em duas delas, cada, ai, ai, ai…

Minha Vida em 10 Músicas

Em 16.02.2015   Arquivado em Memes e Tags, Música

A Renatinha me indicou pra essa tag lindeza e tô achando delícia porque tem muito tempo que não falo de música aqui no blog… Bem, ela meio que dispensa explicações, então here we go:

01) Uma música que lembre um momento bom: O Meu Mundo Ficaria Completo (Com Você) – Nando Reis – Não só um momento bom, essa aí me lembra toda uma época boa! Foi difícil decidir o que colocar nessa primeira questão (foi a última que respondi), mas fechei os olhos e de repente essa resposta “pulou” da minha cabeça, me parece mais do que certo, então!

02) Uma música que defina sua vida: Tiny Dancer – Elton John – Eu acho essa música gracinha DEMAIS e gosto de pensar que ela define alguns aspectos da minha vida… Sei lá, me identifico, fazer o que? Além do mais é Elton John, e Elton John é vida!

03) Uma música que te faz dançar na balada: Dance, Little Lady, Dance! – Tina Charles – Eu sei que é uma música que nunca vai tocar em balada nenhuma (a não ser que eu crie a playlist), mas ela é ótima, super dançante, super delícia, queria dançar isso todo dia e para sempre!

04) Uma música que foi tema de um relacionamento: You Make Me Feel Brand New – Simply Red – Não que seja ‘o tema” propriamente dito, mas acho super válido usá-la, sempre!

05) Uma música que sempre te faz chorar: Rocket Man – Elton John – Eu já fui em dois shows do meu ídolo-mor e o primeiro, em 2009, foi da turnê “Rocket Man”, então meio que virou um lembrete eterno daquela que, até então, foi a melhor noite da minha vida – e só perdeu pro segundo show que fui em 2013 – então é lagriminha de emoção e saudades na certa, sempre! Vou usar esse vídeo do One Night Only porque é meu show favorito dele forever…

06) Uma música que seria toque do celular: Call me, Beep me (If You Wanna Reach Me) – Christy Carlson Romano – Sim, é a música de abertura da Kim Possible, meu desenho favorito ever. Mas não, eu não usaria a música toda de toque. Na verdade o que eu USO para toque de mensagens é o toque do Kimmunicator da Kim e ele toca várias vezes na música, então roubei e coloquei ela!

07) Uma música que você gostaria de tatuar: The End – The Beatles – Na verdade eu não tatuaria música nenhuma, acho, só existem duas tatuagens que faria e farei na vida e nenhuma delas se encaixa nessa categoria. Mas enfim, pensei aqui e se fosse tatuar alguma frase grande com certeza seria “And in the end the love you take is equal do the love you make.” (Não é atoa que tá escrito na lateral do meu Destrua Este Diário.)

08) Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém: My Love – Paul McCartney – Não sei o que vocês chamam de “ficar com alguém”, mas vou colocar como “estar com alguém”, ok? Ok!Então, sendo assim, fiquem com uma das músicas mais lindas do mundo *o*

09) Uma música que você está viciada agora: You’ll Be In My Heart – Phil Collins – Desde que ouvi ela no rádio no meio do ano passado meio que acidentalmente estou apaixonada! Ganhei Tarzan de natal da minha irmã, aí então que eu viciei mesmo, se toca no iPod eu preciso ouvir umas três vezes seguidas antes de passar adiante!

10) Uma música que faz as pessoas lembrarem de você: Dancing Queen – ABBA – Eu ia colocar essa na música que me faz dançar, mas acabei descendo aqui pro final porque é minha música FAVORITA e todas as pessoas que me conhecem mais ou menos bem sabem disso, então sempre lembram de mim. Eu tenho várias histórias bonitinhas com essa música, se for contar todas dá um post inteiro! Amo tanto que ela se encaixaria nos itens 1, 2, 3, 6 e 7 dessa tag também!

Não sei quantas pessoas tenho que indicar, mas quero que faça Lili, Poly, Beca e Thami! E algum de vocês, indicados ou não, já fez ou fizer me manda o link, hein!

LISTENING TO: The Beatles

Em 18.10.2013   Arquivado em Música

Na tag “Listening To” posto sobre bandas/artistas que gosto, mas isso não significa que vocês não possam dar sugestões!! Escolhe uma dessas daqui e pode ser que ela apareça da próxima vez!!

* Mais um dos “Greatest Moments” da “Greatest Tag” aqui do blog, porque vou falar da banda que mais gosto nessa minha vida. E olha que eu gosto de muuuita coisa, musicalmente falando.
Os Beatles eram compostos, basicamente, de quatro nomes que até hoje ecoam no mundo da música como os integrantes da maior banda de todos os tempos:: John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Ou quem sabe Paul McCartney-George Harrison, Ringo Starr e John Lennon, na minha ordem de preferência. Tanto faz. O que importa é que esses foram os 10 anos mais gratificantes da história da música MUNDIAL. E é por isso que eu gosto tanto de escrever sobre esse assunto por aqui: porque sempre tem muito mais o que falar, mas que fica guardado pra mim em forma de sentimento. Eu posso dizer para todos que não sei como isso começou, acho que já nasceu comigo, mas a verdade é que eu amo esses “meninos”. MESMO.
Mas chega de manifestação de afeto e vamos pra história propriamente dita, e vou tentar fazer um resumão bem geralzão se não ficaremos aqui até amanhã.
– A história da banda é bem comprida, mas simplificando tudo podemos dizer que começou com uma banda anterior, “The Quarrymen”, que evoluiu para essa que todos nós conhecemos ainda hoje aos poucos. Os Beatles mesmo começaram a usar esse nome em 1960 e é a partir daí que se leva em consideração a história deles em atividade. Além de Lennon, McCartney (que, até então, tocava basicamente guitarra na banda) e Harrison eles contavam com um baixista, Stuart Sutcliffe, que ficou um ano só e foi “substituído” pelo Paul na função; e um baterista, Pete Best, que os abandonou em 1962 e foi substituído por Ringo Starr sob diversos protestos dos fãs. E foi assim que se formou o nosso tão querido “Fab Four” que arrastou multidões por todo o mundo. A “Beatlemania”, como é conhecia, varreu o mundo e eles conquistavam fãs tão histéricas que era impossível ouvir a banda durante os shows de tão altos que eram os gritos. Acho que nunca existiu nada igual na história da música ou de qualquer tipo de arte, o amor das fãs era tanto que John Lennon tinha que esconder sua primeira esposa do público para que as garotas não soubessem que ele era casado.

* De 1960 a 1970 os meninos se tornaram adultos, se casaram, tiveram filhos e continuaram tocando. A chegada dos Beatles nos Estados Unidos em 1964 é citada com um grande acontecimento do século XX e isso só serviu pra aumentar a popularidade da banda. Nesse mesmo ano saiu o primeiro filme deles, “A Hard Day’s Night” (que no Brasil tem o nome horroroso de “Os Reis do Iê-iê-iê”) e passaram a fazer shows em outros países da Europa, América do Norte e Oceania. Acho que foi provavelmente o auge da banda, porque nos dois anos seguintes tiveram seus baixos: a declaração de John Lennon de que eram mais populares que Jesus Cristo, por exemplo, causou uma grande revolta. Mas nada marcou tanto a nova fase “madura” da banda do que a decisão de não fazer mais shows, já que eles saíam dos mesmos frustrados por não conseguir sequer ouvir o que estavam tocando, fazendo com que a partir de 66 eles apenas lançavam novos álbuns e singles.
Ninguém sabe exatamente o motivo “real” do fim da banda, mas na minha opinião foi o conjunto das coisas. A presença da Yoko que realmente incomodava todos os integrantes (segundo George Martin ela não se separava do John nem quando ele estava no estúdio ou mesmo no banheiro masculino), a vontade do George de ter mais destaque como compositor, a situação empresarial da banda, o início da carreira solo de cada um deles… O que se sabe é que em 1969 eles fizeram sua última apresentação no telhado da Apple Corps e no ano foi apresentado o documento para a dissolução da banda.

* Dizem que eles ainda não se bicam (ou pelo menos os que estão vivos, que são Paul e Ringo), que John Lennon fez músicas pra atacar o Paul depois. Outros dizem que, como o tempo, a banda até voltaria a tocar junta se John Lennon não tivesse sido assassinado, e alguns deles chegaram a ser encontrar novamente em estúdios e nos palcos depois disso. Quem está certo e quem está errado não importa nessa história. O que importam são os cinco filmes, 13 álbuns em estúdios, inúmeras músicas e a GIGANTESCA influência popular nos Beatles nos sáculos XX e XXI. Você pode não ser fã da banda, mas com certeza gosta de alguma música deles nem que seja em cover. E quem nunca salvou no computador uma imagem de seus personagens favoritos “fantasiados” de Beatles, como Os Simpsons atravessando a Abbey Road. E por fim, mas não menos importante: sempre tem alguma música dos Beatles em algum musical famoso que usam canções de artistas variados, né? Eles até já ganharam um musical só com músicas deles, o “Across The Universe”, que é um dos filmes mais lindos que já vi na vida…

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