Então é natal… E o que o blog fez?

Em 02.12.2018   Arquivado em Blog

Eis que mais uma vez começa John Lennon a perguntar “Então é Natal… E o que você fez?”¹ para todos os lados e, é, eu não sei muito bem se sei responder a essa pergunta esse ano. A primeira coisa que vem à cabeça, aquela automática que a Luly Negativa insiste em acreditar, é “Nada!”, mas FELIZMENTE a Luly Positiva vem logo desmentir isso. (Essa é a especialidade dela, são inimigas mortais.) Porque na minha vida “aqui fora” eu passei muito tempo sem progredir ou regredir, mas também sem parar um segundo! Digamos que foi uma dança do caranguejo, de um lado pro outro, onde muita coisa deu errado (e põe “muita” nisso), mas tantas outras deram certo… Decidi um novo rumo a ser tomado na minha vida, organizei o evento que era meu sonho (foi maravilhoso!), comecei aprender a ficar calada quando é melhor e a falar sem pudores quando necessário, e pretendo melhorar nisso.

Mas aqui no blog esse foi, definitivamente, o melhor de todos os anos!

Então é natal...

O Sweet Luly completou 14 anos no ar em junho, e fez jus ao fato de que esse é meu número favorito! Junto com minha lojinha, eu consegui fazer dele uma fonte de renda que não só se mantém no ar (que sempre foi meu objetivo), mas também começou a me trazer alguns bons lucros. Recebi coisas incríveis de marcas incríveis, conheci outros blogs e, consequentemente seus respectivos blogueiros, que entraram pra ficar na lista de queridinhos, finalmente coloquei meu Midia Kit no ar. No canal do Youtube só tive 4 meses de constância, mas minha edição melhorou muito e consegui não só definir novos rumos que quero dar pra ele em 2019, como também tive alguns que foram ao ar nesse tema e me encheram muito de orgulho. E, provavelmente minha parte favorita, através de ações de divulgação e pré estreia de filmes para as quais fui convidada (e outras idas ao cinema pagas com meus amados Dotz), escrevi posts sobre filme que chegaram no meu ideal de qualidade! Esse assunto se tornou muito frequente aqui e meus olhos se enchem de amor quando, nos comentários, aparece alguém dizendo que gostou, que tá excelente, que mal pode esperar pela próxima ou pelo minha opinião em outro filme específico. Isso fez com que eu me apaixonasse tanto por resenhar a sétima arte que pretendo aumentar ainda mais esse fluxo daqui pra frente.

Quem diria, a menina que uns anos atrás postava um único parágrafo sobre o filme que viu, tecendo apenas comentários vazios… Crescimento é tudo, né?

E já que na sétima tá indo tudo de vento em polpa, é hora de investir nas outras artes, não é mesmo? Minha meta de vida de estudar (e, se tudo der certo, ENSINAR) História da Arte fez reacender em mim o amor por arte plásticas que sempre tive, tanto que me fez ter essa área como a única na qual me vejo realmente trabalhando, seja restaurando ou o que mais vier. Eu quero, quero muito, produzir bons textos sobre arte pra cá, apresentando artistas, estilos, técnicas, exposições e tudo mais o que eu puder. Já comecei, beeem devagarzinho, a fazer isso nos Stories do meu Instagram, e receptividade foi enorme (yey!), então espero que aqui, no meu lugar favorito no mundo, seja assim também. Alguns outros, maiores, estou guardando pra transformar em publicações acadêmicas, mas nem só de textos sérios a gente vive, e na minha vida, confesso, quanto mais informal, mais “conversinha” for, melhor. Ah, como a Luly de 10 anos atrás ficaria orgulhosa se visse isso acontecer, porque já era uma vontade, só faltou a maturidade pra fazer acontecer. De certa forma, ainda bem!

(Mas fica só como meta pós-virada mesmo, depois do Natal, porque estamos em pleno BLOGMAS, pela segunda vez e como sempre atrasada, hahahaha!)

Esse texto é resultado do Desafio Surpresa United Blogs, onde formos perguntadas qual eram as três principais metas para o blog em 2019. Após responder, fomos desafiadas a fazer um post falando sobre uma ou mais delas, e minha terceira foi “Escrever posts bons sobre arte”!

¹ John Lennon & Yoko Ono. Happy Xmas (War Is Over). Nova York: Apple Records, 1971. Single.

Elton John no comercial de natal da John Lewis

Em 19.11.2018   Arquivado em Música

Se você espera pelas propagandas de natal de qualquer outra empresa, é porque não conhece as da John Lewis & Partners. Essa loja de departamento britânica, fundada no século XIX, é famosa pelos seus e todos os anos o lançamento causa grande alvoroço, porque a espera é sempre muito grande e a satisfação garantida. E em 2018 eles resolveram ter como estrela principal do momento ninguém mais, ninguém menos, do que Elton John!

Sempre que é lançado algum anúncio grande sobre ele, recebo uma enxurrada de mensagens vindas de amigos e parentes porque sou MUITO fã do homem, mas nada se comparou a isso até hoje. Acho que o vídeo entrou numa corrente que foi enviada pra MUITA gente, porque na hora que acordei essa manhã tinham MUITAS mensagens iguais falando disso: de como a propaganda desse ano era lindo, mas sem citar a razão. Fiquei encucada com o motivo pelo qual tinha recebido tantos de uma vez, mas foi só dar o primeiro play que entendi tudo, perfeitamente. Não só tem a presença como é um comercial extremamente sensível e emocionante.

A mensagem de 2018 é sobre o poder de um presente, como ele pode ser muito mais que um item físico e influenciar completamente nossas vidas. Começando com o cantor e pianista hoje, sentado em seu piano na época do natal, tocando o maior de seus sucessos, Your Song. O vídeo faz então uma retrospectiva de algumas das incontáveis vezes que a música foi tocada por ele até chegar em sua gravação, em 1970… Logo em seguida vemos sua versão adolescente, animando uma festa em família para, enfim, fechar com lágrimas nos olhos dos expectadores de sua versão criança recebendo o mesmo piano, numa época onde não se via esse tipo de incentivo destinado aos garotos de sua idade. Uma maneira linda de contar uma história real, que começou justamente por causa de um “simples item material”

O timing da presença de Elton John não poderia ser mais oportuno, pois é um momento importante de sua carreira: no início desse ano foi anunciada sua última turnê mundial, ou seja, uma aposentadoria oficial no que diz respeito aos shows. Seu argumento para isso é que precisa aproveitar melhor sua família, principalmente os filhos Zachary (nascido no natal de 2010) e Elijah (2013), uma vez que ele já é uma pessoa idosa com duas crianças em casa para criar. Além disso um filme sobre sua carreira, “Rocket Man”, será lançado pela Paramount no primeiro semestre de 2019, com Taron Egerton no papel principal (cantando!). Nem preciso dizer que estou contando os dias pra esse lançamento, né?

E se parar pra pensar… Todos nós temos aquele presente que mudou algum aspecto da nossa essência, não é mesmo? Eu sempre conto a história de como ganhar “Harry Potter e a Pedra Filosofal” da minha madrinha, no natal de 2000, foi extremamente decepcionante, uma vez que eu não gostava de ler… Então, ao longo do ano seguinte, acabei me apaixonando pela história, me tornando não só uma grande de fã (com alguns momentos controversos, claro), mas também adquirindo gosto pela leitura, da qual não sou mais tão próxima mas que já foi meu principal hobby. Fora as incontáveis e incríveis pessoas que a série trouxe na minha vida nesses anos! Esse, entre VÁRIOS OUTROS, foi e é mais do que um objeto pra mim. E você? Qual presente de natal foi pra você o que o primeiro Harry Potter é pra mim e o primeiro piano de parede é para sir Elton John?

Elton John no comercial de natal da John Lewis

Imagem via Digital Spy

Psiu! Quer saber mais sobre o Elton John? Na tag dedicada a ele aqui no Sweet Luly tem vários posts legais sobre os shows que já fui, produtos que tenho, curiosidades, lançamentos e muito-muito mais. É só entrar e se perder na leitura!

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald 15 de novembro, nos cinemas

O Conto de Natal

Em 24.12.2017   Arquivado em Escrevendo

O Conto de Natal

A campainha tocou pela terceira vez em menos de meia hora lá em baixo. Eu estava com o rosto quase grudado no espelho, segurando meus cílios postiços emplastados de cola, esperando ela secar, então só dei uma olhada pro lado, como se pudesse enxergar através das paredes, e voltei a atenção para meu reflexo quase imediatamente. Enquanto posicionava tudo no lugar ouvi risadas, seguidas de um grito que não soube identificar se era de raiva ou alegria. Só sabia que a voz que o produziu era de uma criança. Laurinha, com certeza. Fiquei feliz em saber que ela tinha chegado… Por ser a neta mais nova não importava se era natal ou outra data qualquer: vovó só sentia que a festa tinha começado quando aquele rostinho sorridente cruzava a porta de entrada.

Enquanto retocava o delineador do olho esquerdo, a porta do meu quarto abriu abruptamente e ela entrou, com a voz muito chorosa. Logo depois vinha Diego, com um sorriso de vitória no rosto que só podia significar que havia tirado a menina do sério. Ele tinha seis anos quando ela nasceu, “tirando” seu posto de caçula e gerando muitos ciúmes. Desde então um de seus objetivos de vida era causar nela o maior número de lágrimas possível.

– Lola… – ela dizia as palavras entre soluços forçados – Lola, diz pra ele que é o Papai Noel de verdade!

Guardei minha bolsa de maquiagem virando os olhos pra situação. Não era POSSÍVEL que um garoto que se gabava diariamente de ter entrado na adolescência e até já “perdido o BV” estava implicando com uma criança por causa de PAPAI NOEL! Olhei para ele colocando as mãos na cintura, o que o fez começar a pronunciar as desculpas esfarrapadas ensaiadas:

– Eu não falei que ele NÃO EXISTE, só disse que aquele lá não é o de verdade…

– É SIM! – Ela gritou se colocando de pé em cima da minha cama, então corri não só pra amenizar a briga como também para tirar aqueles pés calçados de cima do meu lençol recém trocado.

Nem era preciso explicações sobre a qual Papai Noel eles se referiam. Algum dos prédios vizinhos tinham pendurado um em tamanho natural na manhã anterior. Vovó e eu ficamos observando muito agoniadas com medo de o moço que estava fazendo isso cair de lá de cima, e ao mesmo tempo adoramos a notícia justamente porque sabíamos que nossa pequenina ia vibrar vê-lo ali. Dei uma última olhada no espelho e saí do quarto arrastando os dois junto, segurando o pulso de Diego com uma força que indicava “Pára com isso!” e tranquilizando nossa priminha, dizendo que ele estava apenas tentando irritá-la e que o “bom velhinho” já estava ali sim senhorita, esperando para presenteá-la com a Barbie Sereia que havia pedido.

Eu mudei para a casa dos meus avós cinco anos atrás, pra fazer faculdade. Meus pais moram em Ipatinga, a uns 200 km de Belo Horizonte, vim pra cá quando passei no vestibular. Minha ideia inicial (e muito iludida) era procurar um lugar só meu assim que me formasse, o que aconteceu no meio do ano, mas os três meses de desemprego e o salário baixo que recebia ao finalmente conseguir um trabalho não me permitiam sequer pensar nisso. Sem contar que meus avós estavam começando a ficar bem velhinhos, sempre precisando de alguém para levá-los ao médico, pegar algo no alto do armário e correr para comprar qualquer coisa no supermercado, então minha presença acabou sendo útil… Agora a intenção de ir embora é quase zero!

Por esse motivo eu acabo convivendo muito mais com o resto da família do que qualquer um deles entre si. Ao longo da semana meus tios e primos vêm aqui algumas vezes, para buscar correspondências, ver como estão as coisas ou mesmo “bater ponto” e não se arrepender de estar ausente daqui um tempo, quando os dois já não estiverem vivos. É bem fácil perceber quais se encaixam no último grupo. Enfim… Essa noite eu pretendia estar pronta antes de todo mundo chegar, mas fiquei no quintal com vovó batendo papo sobre nada, então já tinha muita gente quando desci as escadas, cada um colocando o que tinha levado na mesa. Meus pais e meu irmão tinham chegado na casa do meu padrinho bem cedo, mas eles esperaram para ir todos juntos. Estavam lá mais dois casais de tios, pais de Laurinha e Diego, além do irmão mais velho dela, Gabriel, que nasceu exatamente um mês antes de mim. Nós dois passamos a infância inteira esperando por férias e feriados para encontrar quando eu vinha pra cá, para poder brincar juntos. Somos meio que melhores amigos.

– Olha quem tá aqui! Feliz natal, Coisinha! – Meu irmão me tirou do chão ao me abraçar. Depois dele ouvir outras sete vozes repetindo “Feliz Natal, Lola” em menos de um minuto.

Quando Diego era bebê e não conseguia pronunciar “Aurora” direito, me chamava apenas de “Lóla”. Assim que me via cruzando a porta balançava seus bracinhos gorduchos gritando “Lóla! Lóla! Lóla!” com muita empolgação. Logo depois tia Clarinha, mãe dele, me presenteou com uma jaqueta onde havia a personagem Lola Bunny, dos Looney Tunes, estampada nas costas. Desde então a família inteira só me chama assim. Eu me irritava no início, sempre gostei de ter um nome que não dava muita brecha para apelidos, mas quando Laurinha nasceu foi uma das primeiras palavras que aprendeu a falar, logo depois de “mamã” e “cacágu” (que significava “água”), e passei a gostar, apesar de nunca deixar essa mania sair da família e passar para os meus amigos.

O resto do pessoal chegou na hora seguinte. Nos últimos dois natais tinha um sentimento de “Será que é o último?” no ar, todos temiam que um dos nossos avós fosse morrer a qualquer momento, então ninguém abria mão daquela noite. Bom, na verdade uma pessoa abriu dessa vez: tio Jojo. Ele tinha “saído do armário” (finalmente!) nove meses atrás ao apresentar o namorado pra todo mundo. Bastou uma única e longa conversa comigo para vovó aceitar, mas meu avô e dois dos tios ainda se recusavam a olhar na cara dele. Agora ele só vinha quando não tinha mais ninguém por lá (vovô se fechava na sala de televisão até ele ir embora) e sabe-se lá onde estava fazendo sua ceia… Eu sentia saudades e ódio de todo o resto só de pensar nisso!

Olhando ao redor da mesa, todo mundo sentado espremidinho em cadeiras e bancos improvisados, me vinha nos peito uma mistura de alegria e hipocrisia. Eu estava feliz em ter papai, mamãe e Augusto, meu irmão, ali comigo. Vovó também, já que ela é minha pessoa favorita no mundo, e eu até amava o vovô, mas o culpava de não ter meu tio mais querido ali. Gosto dos meus primos, uns mais que outros, e algumas tias. Mas todos os meus outros tios (e uma prima mais distante) eram nada além de parentes pra mim. Me dava raiva ouvir de longe os comentários machistas e preconceituosos que eram camuflados na conversa aqui e ali. Minha vontade era bater boca contra aquela babaquice toda, mas foquei na presença de Laura em meu colo, com seu prato encostadinho no meu me contando várias novidades infantis enquanto nossos braços lutavam para conseguir comer ao mesmo tempo.

Nós temos algumas tradiçõezinhas pra data, seguidas todos os anos. Todo mundo senta pra comer às 22h, em ponto, e quando faltam 15 minutos para meia noite rola uma oração e um “Parabéns pra você” para o “Menino Jesus”. Já faz anos que não sigo religiões, mas não me importo em continuar fazendo isso. Vovô então faz um discurso e assim que o relógio bate a meia noite corremos para a árvore para trocar presentes, independente se tiver terminado ou não… Na verdade o combinado é esse, mas ele sempre consegue dizer tudo a tempo, provavelmente de propósito. Dessa vez, porém, assim que a oração terminou, ele saiu alegando que precisava ir ao banheiro e pediu que a gente continuasse na sua ausência por causa das crianças. Na hora do discurso passamos a palavra para vovó, mas ela não sabia o que dizer e pediu ao meu pai que fizesse isso. Ele, por sua vez, jogou a bola pra minha mãe, que conseguiu até se emocionar com o que disse – e alfinetar cada um dos responsáveis por não sermos mais uma família completa. Alguns, eu entre eles, fizeram questão de aplaudir quando ela terminou exatamente quando devia terminar

Foi quando começamos a ouvir fogos de artifício sendo jogados ao céu do lado de fora. Laurinha largou minha mão, correndo desesperada, e abriu a cortina, com a boca aberta de excitação. Fomos assistir também e, quando parei ao seu lado, ela disse para mim, sorrindo:

– É o Papai Noel!

Passamos cinco minutos admirando o show pirotécnico que acontecia ali, até ouvir a porta dos fundos bater. Quando olhamos para trás a árvore de natal estava bem mais cheia do que antes. Fomos correndo conferir o que tinha sido deixado , gritando uns aos outros para que cada presente chegasse ao seu dono o mais rápido possível. Acho que ninguém além de mim reparou quando vovô entrou de mansinho com as chaves na mão e parou apoiado em meu ombro, para receber um pacote com seu nome que estava na minha mão. De fato, e apesar de tudo, um bom velhinho tinha trazido para cada um de nós um pouquinho mais da magia do natal.

E assim termina o Blogmas 2017: com um começo! Na série “Contos de Aurora” vou mostrar pra vocês a trajetória dessa nova personagem ao longo de algumas datas importante do ano. Em alguns momentos irei improvisar, em outros já sei exatamente o que fazer. O destino dela? Só o tempo dirá! Feliz natal!

Blogmas 2017

Lojinhas para comprar de quem faz nesse natal

Em 11.12.2017   Arquivado em Cotidiano

Já faz um tempo que eu tento aderir de pouquinho em pouquinho ao “Compre de quem faz”, que tem objetivo de sempre privilegiar lojinhas de pequenos e micro produtores na hora de escolher presentes. Depois que me tornei uma dessas pessoas, então, nossa… Oficializei a coisa de vez! Principalmente porque agora tá rolando um grande movimento por parte das lojas grandes de cada vez beneficiar menos seus funcionários, então essas aí eu boicotei de vez e cortei da minha vida. Por que não, então, dar um lugar ao Sol a quem mais precisa? E aproveitando esse climinha de natal resolvi recomendar aqui cinco lugares para comprar de quem faz nessa época gostosa. Todas elas são virtuais, ou seja, entregam em todo esse Brasilzão! Ainda dá tempo de garantir que seu amigo oculto, namorado ou parente querido tenha um presente diferente feito com muito amor!

Re Vitrola – Arte & Impressos

Lojinhas para comprar de quem faz

QUALQUER BLOGUEIRO nesse país conhece a Mulher Vitrola, né? É o blog da Rê Montenegro, que é também uma ilustradora de mão cheia! Sua linha mais conhecida é a BichAmo, que tem como foco animais de estimação, e o mais legal: ela faz ilustras personalizadas, também! Dá pra ter seu bichinho eternizado na parede em formato muito fofinho. Ela aborda também muito a temática “girl power”, impossível não se identificar com as artes… Meu item-desejo: além de um quadrinho com a Arwen estampadinha, óbvio, já tem um tempo que estou de olho quadrinho Red Lips. Outro dia quase comprei um, mas tava esgotado e vai ficar pra próxima…

Onde encontrar: Blog Mulher Vitrola | Loja Virtual | Facebook Re Vitrola Ilustra | Facebook BichAmo | Instagram Mulher Vitrola | Instagram BichAmo (Ela tem muita rede social, deixarei só essas por enquanto!)

Coisas de Sis

Lojinhas para comprar de quem faz

Eu conheço “as sisses” Nanda e Rê há MUITOS anos porque elas também são colecionadoras de bonecas aqui de BH, e desde então sou cliente da linha de roupinhas Nanda Panda que, na época, tinha outro nome. Aos poucos elas foram “expandindo” o negócio! A Nanda passou a produzir também marcadores de livros e outros itens para leitores, a Rê começou a Unicorn Candles com suas velas lindinhas e agora tem até itens de decoração! Eu compro e confio muito porque se existem duas pessoas super minuciosas com qualquer trabalho, seja como produtoras ou consumidoras, são elas. Meu item-desejo: apesar de estar APAIXONADA pelas velas (acabei com uma ontem!), também fico babando muito no cordão de luzes de bolinhas. Nem tenho onde colocar aqui no momento, mas é aquele tipo de coisa que a gente abre espaço e arranja!

Onde encontrar: Loja Virtual | Facebook | Instagram

MinKa Camisetas Faministas

Lojinhas para comprar de quem faz

O lema é “Nossas camisetas não vão mudar o mundo, mas as mulheres que as usam, sim”! Eu já escrevi um post todo dedicado à MinKa e contando sua história, mas aí vai um resuminho pra quem não viu… Duas mineiras, com o desejo de produzir camisetas que focam no empoderamento feminino, começaram essa empresa cujas camisetas são feitas 100% de material nacional e o melhor: não é feminista só nas frases, não! TODAS as pessoas que trabalham lá são mulheres! Sério, elas são fantásticas, comprei minhas primeiras na Black Friday e tô doidinha pra chegar essa semana! Meu item-desejo: que eu me arrependi muito de não ter colocado no Carrinho de Compras assim que finalizei o pedido a camiseta Feminista Significado. Uma *brusinha* necessária!

Onde encontrar: Loja virtual | Facebook | Instagram

My Sweet Design

Lojinhas para comprar de quem faz

Imagina um lugar que tem tudo o que você precisa pra deixar sua vida mais lindinha? Aqui está! essa lojinha de decoração tem almofadas, quadrinhos, cases e canecas, ou seja, quase tudo o que a gente ama na vida! E os temas são muito variados, tem séries, geek, bichinhos, signos, frases, famosos… Ufa! Fica difícil saber pra que lado correr quando entra lá, e as coisas ainda são ba-ra-tas! Meu item-desejo: eu queria muuuito esse quadro da Mulher Maravilha no meu banheiro, sério, mas mais do que ele ainda fiquei de olho na almofada “Hello!” por causa do meu “Hello, hello”, hahaha!

Onde encontrar: Loja Virtual | Instagram

Expresso Rosa Encadernações

Lojinhas para comprar de quem faz

E chegamos no auto-jabá que é o melhor tipo de jabá que existe! Em dezembro eu vendi vários cadernos na lojinha do Expresso Rosa e estou morrendo de orgulho do resultado final super legal que estou tendo ao terminar cada um deles. A produção é lenta, eu faço tudo sozinha, mas rende uma graninha extra nesse fim de ano tumultuado (ainda bem)! Se você quer cadernos artesanais lindinhos pra começar um BuJo em 2018, ou pra dar um presente bacana pra alguém querido, pode vir porque é demais. Com destaque para os temáticos de Harry Potter e Meninas Malvadas que mal nasceram e já oficializei como best seller. Pra quem quiser saber mais contei a história de como isso tudo aconteceu num post aqui também.

Onde encontrar: Site Expresso Rosa | Loja Virtual | Facebook (é o mesmo do blog!) | Instagram

Menção honrosa: Cia do Ponto

Não tem como eu falar de lojinhas legais sem mencionar minha queridíssima Cia do Ponto, que é de um casal de amigos e também o melhor lugar onde já trabalhei na vida! A produção deles deu uma super freada esse ano, mas ainda tem várias camisetas geek e otaku por lá caso você esteja procurando algo bonito e de MUITA qualidade. Boa parte do meu guarda roupas tem a etiqueta deles e serei uma eterna usuária (e fã)!

Blogmas 2017

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