Vídeo-Tag: Halloween

Em 31.10.2016   Arquivado em Memes e Tags, Vídeos

A primeira festa de Halloween que fui na vida foi aos 12 anos, na minha casa mesmo. Minha mãe dava aula de inglês e a turma infantil dela, que tinha crianças entre 6 e 8 anos principalmente, ficou MUITO empolgada com a ideia, então colocamos em prática. Eu, já muito alucinadinha por Harry Potter mas numa época em que a gente ainda não se vestia como os personagens, fui de bruxa, toda empolgada com a ocasião… Afinal de contas eu sentia que estava comemorando “meu dia” e tals, em alto estilo com a criançada se divertindo horrores. Queria tanto ter achado as fotos pra mostrar pra vocês, foi muito bacana mesmo, rolou até decoração temática e tudo mais…

Até hoje eu adoro essa data, então quando vi no canal da Karol Pinheiro a Tag Halloween TIVE que vir dar um “Hello, hello” respondendo ela também! São 13 perguntinhas, um número altamente apropriado, e no final juro que fiquei pensando COMO É POSSÍVEL uma pessoa ser corajosa o suficiente pra dormir em casas mal assombradas e ir a cemitérios a noite, mas morrer de medo de filminho de terror (morro mesmo, socorro)! Além disso amei o resultado final da edição, então valeu mais a pena ainda.

Perguntas:
01. O que você não gostaria de encontrar a noite numa floresta?
02. Qual seu monstro ou vilão favorito?
03. Qual foi a coisa mais assustadora que aconteceu com você quando estava sozinha?
04. Se te desafiarem a dormir numa casa mal assombrada, você toparia?
05. Você é supersticiosa?
06. Você acredita em universos paralelos?
07. Você se assusta facilmente?
08. Você iria a um cemitério a noite?
09. Você prefere ir a uma festa de Halloween vestida de monstro ou com uma fantasia bonitinha?
10. Em um filme de terror você é a que morre primeiro, a sobrevivente ou a assassina?
11. Com quantos anos assistiu seu primeiro filme de terror?
12. Qual foi a primeira fantasia de Halloween que você usou na vida?
13. Se pudesse ter um animal de estimação de Halloween, qual seria? (Um gato preto? Uma coruja? Um morcego? Um lobo?)

E vocês, comemoraram o dia das bruxas esse ano? Com que fantasia? Eu não pude fazer o repeteco da minha Branca de Neve Dark do ano passado, mas tem o look AQUI e a foto maravilhosa que minha irmã tirou aí em baixo:

Snow White

Cada macaco no seu galho

Em 18.10.2016   Arquivado em Moda, Vídeos

Toda transição, por melhor ou mais comum que seja, deixa marcas na nossa vida, e o período escolar não poderia ser diferente. Na Educação Infantil entramos praticamente bebês para iniciar o processo de socialização, passamos para o Ensino Fundamental onde somos crianças que aprendem coisas diferentes todos os dias, aí vem o Ensino Médio cheio de seus adolescentes que aprofundam ao máximo o que foi dado antes até, enfim, ir para faculdade mergulhar de vez na vida adulta. Eu senti MUITO essas transformações, lembro direitinho de cada uma delas, de como eu só tinha dois cadernos no terceiro período (e de tarefa e o de atividade) e na primeira série passei a ter um para cada matéria, de como deixei de ser uma simples estudante e virei vestibulando ao terminar a 8ª e ir para o primeiro ano… Lembro TANTO de como foi difícil ter entrado na faculdade tão novinha e descobrir sozinha que meus trabalhos deveriam ter cabeçalho e ser digitados, que não tinha mais uniforme e eu teria que escolher o que vestir de manhã… Mas ainda assim o mais marcante de abrupto de todos foi um “meio do caminho”, da 4ª para a 5ª série, porque aquilo definiu de vez que eu não era mais criança, era uma pré-adolescente mesmo não querendo entrar nessa fase nova e continuar amando minhas Barbies ao invés de decidir quem era o cara mais bonito do colégio.

É impressionante como adolescer é um verbo que vem cheio de regras, né? Mesmo se eu passasse o fim de semana inteiro brincando com a minha irmã ou até com as amigas, não poderia deixar ninguém saber de uma “infantilidade” daquelas (e vejam só, eu “brincando” de boneca até hoje!). No natal ganhei um fichário de um personagem que não gostava tanto, mas usei mesmo assim porque ninguém usava caderno mais. E a mochila de rodinhas então? Em menos de uma semana eu puxei pra fora as alças dela e passei a usá-la nas costas porque era coisa de criança! E ainda assim ela continuava não sendo o ideal porque, ah, o real símbolo de maturidade naquela escola era ter uma mochila da Kipling! As meninas mais legais tinham não só isso, mas também estojo e bolsa para sair, e SEMPRE que alguém ganhava uma rolava alvoroço, era algo que não deixavam passar. Não podemos esquecer do também o lado “do contra”, uma das minhas amigas até tinha uma, mas deixava em casa para viajar e coisas do tipo, só para não aderir à “moda”. Eu confesso que não dava muita bola pra isso até completar 12 anos quando ganhei não só uma, mas DUAS delas.

Antes do dia certo minha mãe veio me contar da primeira que meu padrinho e “padrinha” (que é como chamo a minha tia esposa dele) me dariam uma, na época eu morava em Timóteo e assim que viemos passar uns dias em Belo Horizonte e recebi aquela beleza alaranjadinha fiquei tão feliz que até queria que as férias acabassem logo pra poder usar, mas isso nunca aconteceu porque logo em seguida minha madrinha me deu uma também de aniversário (essa de surpresa), que foi a que virou minha escudeira inseparável. Aquela transversal vermelhona suportou não só livros e cadernos, mas mudança de cidade, excursões, noites passadas na casa de amigas. Hoje eu ainda tenho ambas, tão usadas que nem se lavar mil vezes dá pra achar a cor original, mas ainda em PERFEITO estado prontas pra todas as ocasiões! Elas seguem pelo Fundamental, Médio, UFMG e vida afora, ganhando cada mais mais companheiras da marca, parecendo galhos coloridos onde meus macaquinhos vão se pendurando por aí. E dando uma olhada no Lookbook descobri que eu realmente sou apaixonada pelas danadas das bolsas, porque elas são SEMPRE lá! Dá uma olhada só nisso:

Selecao Kipling

Selecao Kipling

Selecao Kipling

E isso é só uma seleção entre outros que aparecem aqui e ali enquanto vamos descendo a página, o melhor é que foi tudo se adaptando às minhas necessidades, o que antes era material de estudo hoje é de dia a dia, as bolsas da categoria Everyday se encaixam em todos esses momentos, é só procurar a sua na loja virtual! Já se passaram 14 anos desde que Blake, meu primeiro macaco, chegou e tá todo mundo aqui firme e forte formando uma família, é o tipo de coisa que se compra (ou dá de presente!) pra durar a vida toda!

E que venham muitas outras!

Mudando Valores

Em 27.09.2016   Arquivado em Vídeos

Outro dia caiu de paraquedas na minha timeline do Facebook a foto de uma propaganda do colégio onde estudei por três anos e a chamada era “O mundo muda. Nossos valores, não”. Abaixo vinha o texto de um rapaz concordando completamente com essa afirmação e mais: mostrando o quanto isso é ruim. Enquanto eu lia sobre os horrores que ele passou lá dentro foi surgindo na minha cabeça os momentos que eu mesma tinha vivido em outra época e em outra unidade, muito mais leves mas ainda assim tão dolorosos de se lembrar quanto. Decidi então compartilhar aquilo e ao mesmo tempo que algumas pessoas concordaram comigo e contaram suas próprias histórias em locais diferentes, outras vieram discordar e ficaram ofendidas em ver o local onde viveram anos escolares tão felizes sendo difamados assim. E eu entendo um pouco o lado delas, mas ao mesmo tempo me fez pensar que não importa o quão maravilhoso tenha sido para uns, não podemos NUNCA deixar de levar em consideração o quão ruim foi para outros.

Valores e opiniões todos nós temos. Alguns são fortes, praticamente a essência do que somos, outros apenas pequenas características que complementam nosso ser. Cabe a cada um de nós saber expressá-los da melhor forma possível e PRINCIPALMENTE abrir cada vez mais nossa mente para que valores melhores venham e nos tornem melhores também. As pessoas podem ser incríveis, mas ninguém é tão incrível que não possa ser aprimorado cada vez mais, esse tipo de mudança é constante e sem limites!

Quando eu me descobri feminista…

Em 29.08.2016   Arquivado em Feminismo, Vídeos

“Feminismo” é uma palavra que sempre foi e se torna cada vez mais temida pelas pessoas. A mera presença da mesma num texto, vídeo, página ou perfil de um blog (oi!) já causam verdadeira aversão naqueles que não entendem o que ela significa, que não sabem que uma mulher ser feminista não quer dizer que ela vai matar homens, sacrificar crianças, transar com todos os seres humanos que ver pela frente ou mesmo queimar aparelhos depilatórios: significa que ela tem o direito de escolher quem é e o que faz, que é ela IGUAL aos homens, e não superior ou mesmo inferior, que é como a nossa sociedade ainda nos enxerga, sim. Eu mesma não sabia muito bem o que essas palavras representavam e, apesar de não ter tido um pensamento tão radical assim, imaginava que o feminismo seguia a mesma linha do machismo, só que ao contrário, até que vivi dois momentos muito reveladores na minha vida que me mostraram que eu estava errada. A partir daí eu fui de “desinformada” a “ativista” em pouquíssimo tempo e decidi que era hora a de contar essa história, mesmo que alguns se recusem a ouvir pela mera presença de um termo no título do vídeo. Inclusive pensei bem e vi que o fato de as pessoas acharem que estou errada por querer igualdade de gênero, por querer que todas as mulheres sejam livres daquilo que ainda as prendem nos padrões da sociedade, mostram que PRECISAMOS continuar falando sobre isso, que PRECISO relatar quando eu me descobri feminista.

O vídeo que citei, “We should all be feminists”, é um prato cheio para quem está querendo começar a refletir sobre o assunto ou mesmo quem já abraça a causa e quer ouvir mais sobre ela direto das palavras de uma mulher (muito) inteligente que veio de um país ainda mais machista que o nosso. Ele está disponível aqui: https://www.youtube.com/watch?v=hg3umXU_qWc e vale MUITO a pena, sempre que assisto eu aplaudo e choro com as palavras da Chimamanda.

BEDA2016

Tropeços do Bem

Em 22.08.2016   Arquivado em Vídeos

Sabe quando acontece uma coisa ruim na sua vida, mas depois você percebe que foi pra evitar algo ainda pior? É aquela sensação de que você abriu uma porta errada e não deu tempo de voltar atrás, mas aí foi caminhando e caminhando até o fim da sala e ali tinha outra porta e quando foi abrir essa também, pronto, era a certa! Pois bem, o vídeo de hoje é justamente sobre isso: os tropeços que podem evitar uma queda!

Esse foi o preceito do dia 22 de agosto do livro 365 Dias Extraordinários, da R. J. Palacio, que é tipo um “livro extra” de Extraordinário, como se o Sr. Browne (professor do Auggie) tivesse lançado sua coletânea de preceitos na história. Além de um lema legal para cada dia do ano, alguns enviados por crianças fãs da Palacio, entre os meses existem algumas reflexões do personagem que sempre têm uma moral bacana também. A ideia de fazer esse tipo de vídeo começou com meu BEDA em abril desse ano, onde gravei dois, mas agora resolvi tentar voltar com eles de vez em quando. O que vocês acham? Me digam nos comentários!

22 de Agosto

BEDA2016

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