Exposição “Alice no País das Maravilhas” no Pátio Savassi

Em 26.04.2010   Arquivado em Filmes, Fotos

– Uns dias atrás aproveitei um dia que saí relativamente cedo do trabalho e que tô nessa vibe meio “Alice” e fui no Pátio Savassi ver o que era a tal “exposição” que tinha lá do filme.
Decepção!! No site fala de fotos do filme e eu, iludida, logo fui pensando numa galeria enorme e bonita, cheia de foto enormes, brilhantes, lindas!!
São na verdade 20 fotos organizadas em dois corredores e elas ficam assim:

Exposição "Alice in the Wonderland" - Pátio Savassi @ Belo Horizonte/MG

Exposição "Alice in the Wonderland" - Pátio Savassi @ Belo Horizonte/MG

– E aí na hora que você chega na frente do cinema tem dois manequins num cenariozinho meio frouxo com roupas inspiradas no Chapeleiro e na Alice do livro. E do lado um cartaz explicando o que aquilo significava.

Exposição "Alice in the Wonderland" - Pátio Savassi @ Belo Horizonte/MG

Exposição "Alice in the Wonderland" - Pátio Savassi @ Belo Horizonte/MG

– Achei que foi divulgação demais pra coisa de menos. É legal ter isso lá, sim, mas como complemento pra quem tá indo assistir ao filme. Não vale a pena ir ao shopping SÓ pra isso (como eu fui), mas deixou o ambiente mais no clima. Pra quem quiser ver, a exposição vai estar lá até semana que vem!!
E esse fim de semana acho que vou finalmente ver o filme e conto pra todo mundo o que achei!!

Fahrenheit 451

Em 17.04.2010   Arquivado em Filmes

Fahrenheit 451 é um filme inglês de ficção científica baseado no romance homônimo de Ray Bradbury, dirigido por François Truffaut em 1966. Sexta feira, dia 16, minha professora de “História do Livro” passou na aula pra gente, como um exemplo de “mudança de suporte” possível na história dos livros e eu achei lindo! Triste, mas lindo!

Fahrenheit 451 Sinopse: “Num futuro hipotético, os livros e toda forma de escrita são proibidos por um regime totalitário, sob o argumento de que fazem as pessoas infelizes e improdutivas.
Se alguém é flagrado lendo é preso e “reeducado”. Se uma casa tem muitos livros e um vizinho denuncia, os “bombeiros” são chamados para incendiá-la. Montag é um desses bombeiros. Chamado para agir numa casa “condenada”, ele começa a furtar livros para ler. Seu comportamento começa a mudar, até que sua mulher, Linda, desconfia e o denuncia. Enquanto isso, ele mantém amizade com Clarisse, uma mulher que conhecera no metrô. Ela o incentiva e, quando ele começa a ser perseguido (e morto, segundo a versão televisiva oficial), ela o leva à terra dos homens-livro, uma comunidade formada por pessoas que memorizavam seus livros e também eram perseguidas. Essas pessoas decoravam os livros, para publicá-los quando não fossem mais proibidos, e os destruíam.”

Comentários: Quando o filme começou eu pensei “O que isso tem a ver com a aula?”. Quando terminou estava com lágrimas nos olhos e já pensando que eu daria um ótimo “Harry Potter e Pedra Filosofal”. Essa ideia de um mundo onde a leitura é proibida é simplesmente aterrorizante, eu tremia a cada página queimada e ficava pensando se isso realmente fosse acontecer, gente, eu NUNCA deixaria que queimassem meus livros! Ia pra cadeia com certeza.

Uma coisa legal que eu li na internet é que no início do filme ao créditos iniciais (como nomes de protagonistas, diretor e etc) são “falados” para já passar uma ideia de que a leitura era desnecessária. Achei incrível a maneira como foi retratado esse futuro hipotético na década de 60. Eu já tinha ouvido falar desse filme várias vezes e tinha vontade de assistir por causa do nome. Mas eu imaginava algo super na área de exatas, nunca imaginei que se tratava de um assunto assim, “em nome da leitura”.
(Na verdade eu nunca entendi física, mas confesso que se pudesse voltar atrás faria de tudo pra entender e cursar física na faculdade, acho o máximo.)

E aí vem a explicação: Fahrenheit 451 (o equivalente a mais ou menos 232°C) é, segundo o filme, a temperatura em que a superfície dos livros começa a queimar. Super recomendado! Pra quem gosta de ler escolher qual livro quer ser. E agora quero ler o livro no qual ele é baseado…

Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Em 20.07.2009   Arquivado em Filmes, Harry Potter, Leitura

– Que Harry Potter é uma paixão antiga minha nunca escondi de ninguém… Aliás, andei adaptando Michael Jackson e agora canto “We’ve been together for such a long time, now Harry… Harry and me”!! Comecei a ler os livros em 2000 e desde então estou com ele, e sempre estarei. Essa semana foi o “bã” do cinema mundial com a estréia da sexta adaptação da série, referente ao sexto livro: “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”. Sendo assim, resolvi iniciar uma série de super-posts sobre cada livro e seu respectivo filme, começando por esse… Porque ontem eu, Gugui e Daninha fomos, finalmente, assistir e tenho realmente o que falar. Já aviso que em todo o post vocês verão SPOILERS e análises, então CUIDADO!!
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Ratatouille

Em 22.06.2009   Arquivado em Cotidiano, Filmes

Minha irmã ganhou o dvd Ratatouille de amigo oculto do tio Márcio no natal de 2007 e desde antes disso eu já tava enrolando demaaaais pra assistir!! Ante-ontem estávamos no churrasco de aniversário do Dih, meu primo, quando a primaida se juntou querendo ir ao cinema, não tinha nada bom e aí fomos procurar algo legal, o Thi sugeriu esse filme, todo mundo aceitou, pegamos o dvd dela, pipoca, Coca Cola e záz: noite de cinema em casa-da-vovó!!

Sinopse: “Um rato chamado Remy sonha em se tornar um grande chef francês, mesmo contra os desejos de sua família e do problema de ser uma profissão totalmente inapropriada para roedores. Quando o destino o leva aos esgotos de Paris, Remy se vê na situação ideal, bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau. Apesar dos aparentes perigos de ser um inadequado – e certamente indesejado – visitante na cozinha de um fino restaurante francês, a paixão de Remy pela arte culinária não demora a colocar em marcha acelerada uma engraçadíssima e eletrizante corrida de ratos que invade o mundo da culinária parisiense. Remy então se sente dividido entre sua vocação e a obrigação de voltar para sempre à sua prévia existência de rato. Ele aprende a verdade sobre amizade, família e entende que sua única opção é a de aceitar quem ele é realmente: um rato que deseja ser chef de cozinha.”

– Eu achei FOFOLINDO AO EXTREMO!! Aihn, apaixonei, apaixonei, apaixonei!! Quis me sufocar por ter enrolado tanto para assistir… Nem dava pra sentir nojo da situação “você come aquilo que o rato prepara com as própias mãos”, porque é lindo demais!! Acho que essa minha fixação por Paris juntou com a sensibilidade extrema canceriana e o fato de que sou exagerada nesses dois aspectos… Chorei muito no final!! E quem chora no final de Ratatouille, né?? Pois é, mas eu sou assim, fazer o que… Daninha e Bebeti disseram que o final poderia ter sido melhor, blá-blá-blá, mas eu acho que elas são chatas e que o final foi o mais bonito!!
Deu até vontade de tentar fazer a receita, se eu me arriscar aproveito e coloco no Expresso Rosa!!

– Esse post é meio que um meio de encher linguiça (sem trema), porque junho tá indo de mal a pior nesse blog. Meus posts sobre cidades mineiras não saíram da categoria “projeto” até hoje e os milhões de trabalhos de fim de semestre só se acumulam, tudo isso junta com o fato de que agora tô trabalhando!! Por isso, tenham santa paciência, porque essa semana tem aniversário do blog e pelo menos nisso e na Tag Fixa que falta eu apareço!! Enquanto as férias não chegam, sigam a dica do post e assistam ao filme, é algo que não tem como se arrepender depois!!

Marley & Eu

Em 07.02.2009   Arquivado em Filmes, Leitura

* Demorei mas chegueeeei!! Eu tava meio enrolada pra escrever nos últimos dias, mas vim com meu post “Livro & Filme” mais esperado de todos @__@ Mas aaaaantes, umas pequenas observações sobre o post passado, me inspirando em umas perguntas que vieram por comentários E ATÉ POR E-MAIL:
– A mousse pode ser feita em outros sabores tambéééééém!! Maracujá é o mais recomendável, apesar de eu preferir fazer de outro jeito, desse também dá, é só usar 500ml de suco concentrado no lugar dos pacotinhos de suco de limão, fica uma delícia!!
– Eu não sei cozinhar, mas tô me aprimorando na técnica de fazer doces, tenho várias receitas aqui e todas que eu fizer e der certo vou trazer pra vocês.
– Sim, eu conheço o Gugui a 6 anos ^^ Mas nós só estudamos juntos 1 ano e meio.
– E nós somos amigos, gente… Não estamos casados (ainda) não!! Kkkkkk

* Agora, vamos ao que interessa. Domingo passado eu fui com meus primos assistir “Marley & Eu”, lindo, lindo. Eu já tinha me apaixonado pelo livro no inicinho de janeiro e me arrependi de ter dado ele pra minha mãe, quis comprar na mão dela!! Agora posso finalmente fazer meu post.

Marley&EuLivro Marley e Eu – A Vida e o Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo
– Autor: John Grogan
– Sinospe: “Quando John e Jenny se casaram, decidiram logo que queriam ter filhos, e para testar se seriam ou não bons pais, resolveram comprar um cachorro, este que foi batizado de Marley, em homenagem ao cantor de reggae Bob Marley. Com o tempo, o cão foi tornando-se um forte labrador com mais de quarenta quilos que, ao longo de seus treze anos de vida, colocou seus donos em situações embaraçosas e hilariantes, mas mostrou, ao mesmo tempo, o que realmente é importante na vida.”
– Comentários: AH, MEU DEUS DO CÉU!! Sabe quando você passa a vida inteira lendo vários livros, mas tendo sempre uma única série no posto de favorita?? Aí um belo dia você pega um livro comum pra ler e, uau, ele se torna o preferido da sua vida, assim, do nada!! Essa foi minha história de amor com Marley & Eu. Peguei pra ler dia 1º de janeiro, terminei no dia seguinte querendo mais, achando pouco!!
Passei as primeiras 200 páginas com muitaaa risada, chorei umas 2 vezes, e pensando na Pakita, minha poodle-metida-a-vira-lata, que é tão terrível quanto o Marley, mas cujas confusões são proporcionais ao seu tamanho, hehehe. Depois, nas 100 páginas seguintes eu comecei a alternar riso-e-choro e de repente eu SOLUÇAVA de tanto chorar, não consiguia parar de jeito nenhum… A velhice dele foi bem parecida com a da Pankeka, nossa basset-mais-linda-do-mundo que morreu em 2005 aos 11 aninhos. Eu não conseguia parar de pensar “isso realmente aconteceu, na vida do Grogan e na minha vida”, e aí chorava mais e mais!! Fiquei até 3 horas da manhã lendo, e chorei tanto, mas tanto, que superou o número de lágrimas na pior morte que teve em HP & as Relíquias da Morte. Pra mim foi o Fred, gente, eu simplesmente não consegui continuar lendo.

Marley&EuFilme Marley & Eu – filme
– Elenco: Owen Wilson, Jennifer Aniston, Alan Arkin, Eric Dane, Haley Bennett, Nathan Gamble, Clarke Peters, Sandy Martin, Haley Hudson, Marc Macaulay, Jennifer Wiene
– Duração: 118 minutos
– Sinopse: “O filme é baseado no best-seller homônimo escrito por John Grogan. Na história, John (Wilson) e Jenny (Aniston) haviam acabado de se casar. Eles eram jovens e apaixonados, vivendo em uma pequena e perfeita casa e nenhuma preocupação. Jenny queria testar seu talento materno antes de enveredar pelo caminho da gravidez. Ela temia não ter vindo com esse ?dom? no DNA, justamente porque matara uma planta por excesso de cuidado: afogando-a. Então, eles decidiram ter um mascote. Vão a uma fazenda, escolhem Marley, ao tomar contato com uma ninhada, porque também ficam encantados com a doçura da mãe, Lily; só depois tem uma rápida visão do pai, Sammy Boy, um cão rabugento, mal-encarado e bagunceiro. Rezam para que Marley tenha puxado á mãe, porém suas ?preces? não são atendidas. A vida daquela família nunca mais seria a mesma. Marley rapidamente cresceu e se tornou um gigantesco e atrapalhado labrador de 44kg, um cão como nenhum outro. Ele arrebentava portas por medo de trovões, rompia paredes de compensado, babava nas visitas, apanhava roupas de varais vizinhos, e comia praticamente tudo que via pela frente, incluindo tecidos de sofás e jóias. As escolas de adestramento não funcionaram – Marley foi expulso por ter ridicularizado a treinadora. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional.”
– Comentários: Como eu já tinha lido o livro, fui preparada pras duas extremidades que incomodariam as pessoas: minha risada exagerada mais engraçada e estridente do mundo e o meu choro desesperado.
Achei o filme muuuito bom, com cortes prudentes e uma exelente seleção de cenas, principalmente na parte de comédia. Teve uma hora que eu e Daninha já começamos a rir antes, sabendo o que ia acontecer, que meu primo quase gritou pra gente parar!! O nível era gargalhada pra cima. Pelo menos até a metade…
Eu sou muito sensivelzinha, já comecei a chorar antes da hora, por saber o que tava por vir e porque já dava pra chorar mesmo. Mas quando vai chegando o fim mesmo a gente descobre que precisa ser MUITO insensível pra deixar aquilo passar despecebido. Eles colocaram cenas do tipo “o filho mais velho vendo fitas de vídeo antigas” e “Jenny relembrando quando Marley era neném e re-lendo os artigos sobre ele” e é GOLPE BAIXO!!
Quer um grau de “estrelas” pra ambos?? 5 em 5, pronto!!

* O que mais?? Tô querendo fazer um post sobre teatro, porque fui a uma peça ontem e pretendo ir em mais pelo menos uma… Mas pra fazer isso vou esperar a Campanha de Popularização acabar, porque aí venho dar uma opinião geral sobre tudo!!

Ouvindo: Cindy Lauper – True Color

– Comentários

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