#TBTCultural: Dreamworks Animation – Uma Jornada do Esboço à Tela

Em 11.06.2020   Arquivado em Artes Visuais

Já pensou em poder visitar os bastidores da produção de filmes de uma das maiores empresas de cinema de animação do mundo? No Centro Cultural Banco do Brasil BH isso foi possível através da Dreamworks Animation – Uma Jornada do Esboço à Tela, mostra espetacular que ficou em cartaz entre maio e julho de 2019 e que estou finalmente trazendo pra vocês em mais um #TBTCultural do Sweet Luly. Eu aposto que, se você gosta desse gênero, tem um queridinho entre eles (me conta nos comentários qual)! Até abril de 2020 foram 38 longas lançados no cinema e 1 exclusivo para vídeo, além de outros 9 em desenvolvimento, 11 especiais para TV, 34 séries e 22 curta metragens, premiados com 3 Oscars e 1 Globo de Ouro na categoria Melhor Filme de Animação.

O conjunto de obras e informações era muito variado e riquíssimo, mas não registrei tanto quanto podia porque fui focada em descobrir as mulheres que o compunham para produzir um vídeo pro Vênus em Arte, meu canal sobre (in)visibilidade feminina na história da arte. Dessa forma pequei um pouco em captar tipos diferentes de mídias representando todas as franquias, mas até que o montante final do material deu para passar a mensagem direitinho… Por isso resolvi fazer esse post de forma um pouco diferente do que estou acostumada, separando em tópicos que passam (e ilustram) a maior parte possível da magia que era estar ali.

A entrada:

A divulgação da mostra destacou bastante as estátuas de gesso, algumas em “tamanho natural”, das personagens, principalmente de Madagascar, e eram elas que estavam bem ali, na primeira sala. A montagem desse ambiente era incrível, com as caixas de transporte dos animais endereçadas a Belo Horizonte, uma delas até com código de barra, e o girafa Melman com a cabeça para fora, pronto para te recepcionar. No chão pegadas de pinguins te guiam ao ambiente seguinte, cheio de vídeos de processo de produção de desenho, e à próxima, onde as obras enfim começam.

Esse início é cheio de maquetes de personagens, pequenas esculturas sem acabamento em pintura da anatomia deles, em vários filmes. É MUITO legal ver mas dificílimo de fotografar, então ficarei devendo… A iluminação das salas era bem leve, para não danificar os objetos expostos, e essas mini esculturas especificamente não têm muito contraste em imagem, o que dificulta ainda mais. Uma coisa lindíssima que aparece logo de cara, por outro lado, são máscaras das personagens de Madagascar, um dos grandes destaques da mostra ao lado de Como Treinar Seu Dragão, Kung Fu Panda e, em menor escala, Shrek, feitas pela artista Shannon Jeffries, penduradas bem no alto de uma parede. Fiquei apaixonada por elas.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Melman GIGANTE, de Madagascar, na entrada da exposição.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Pinguins de Madagascar.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Máscara da Glória, de Madagascar.

Artes conceituais enquadradas:

Além de telas com vídeos de animadores, diretores e outros profissionais envolvidos nas produções, as paredes eram tomadas por quadros de artes conceituais dos filmes. Algumas lisas, dando maior destaque para as obras, outras estampadas de forma a compor um visual temático, mas agradando fãs não só dos mais populares, mas também de menor destaque como O Caminho para El Dorado e A História de Uma Abelha. Nessa categoria senti muita falta de uma quantidade maior de arte de Formiguinhaz, “filho” primogênito da empresa que deu o pontapé para toda a tecnologia usada por eles desde a década de 90 até hoje… Mas acho que sou saudosista, mesmo!

Mais uma vez Madagascar DOMINOU a cena, com uma parede linda cheia de pôsteres de circo com os animais protagonistas, mas tinha, sim, pintura e desenho para fãs de TODAS as obras. Minha favoritas estavam em um mostruário diagonal, quase deitado, onde trabalhos da Priscilla Wong de Trolls estavam agrupados… Eles têm várias camadas, dando sensação de “filme 3D”, compostos de diversos materiais como algodão, pedrinhas e outros tipos de textura que combinam perfeitamente com a vibe do filme. Se você ainda não assistiu vale muito a pena, vi no cinema e fiz uma resenha dele aqui no blog, é maravilhoso e me espantei por ter pouquíssimo destaque, já que suas cores vibrantes e estreia recente têm potencial pra render mais conteúdo, além da trilha sonora impecável que é um dos pontos fortes da Dreamworks.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Artes de Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Artes de Fuga das Galinhas.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Arte com textura de Trolls.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Artes de Bee Movie – A História de uma Abelha.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Parede de posteres do circo, de Madagascar (foi onde tirei minha foto de look da exposição!)

Maquetes:

Voltando às maquetes, não só as personagens estavam presentes com sua “mini versões”, mas também cenários, ambientes e até mesmo cenas do filme, foi minha parte favorita pois eram MARAVILHOSOS! A franquia que mais gosto da produtora é Shrek, acompanho desde o primeiro, então ver a Casa do Pântano, Castelo e Vila de Tão, Tão Distante em milhões de detalhes bem na minha frente me deu vontade de poder trazer pra casa (a louca das miniaturas chegou). O nível de perfeição também envolve texturas e materiais diferentes, além de pintura primorosa, fiel de verdade ao que se vê na tela. Obras de arte em todos os sentidos da expressão!

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Maquete de Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Maquete da Casa no Pântano de Shrek.

Leia também: Shrek: Para Sempre, resenha (bem pobrinha e meia boca) do filme.

Animação:

Um dos objetivos de “Uma Jornada do Esboço à Tela” era a imersão de quem visitava aos bastidores do cinema de animação, o que inclui transformar todo mundo em “projetos” de animadores, também. Através de computadores espalhados pelas salas as pessoas podiam testar efeitos de água, expressões faciais em personagens e até decidir os tons e quantidade de alguns elementos em cenas selecionadas. No hall do CCBB, bem na primeira sala à esquerda, o “mergulho” era ainda maior com telas em branco para criar a sua desenhando e animando de verdade, usando recursos básicos. Os educadores ao redor auxiliavam quem tivesse dificuldade e controlavam o tempo de cada grupo, para não acumular gente na porta nos dias de maior público. Confesso que não entendi muito bem como funcionava, mas brinquei mesmo assim porque não ia deixar passar, né?

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Brincando de animadora: Daninha se divertindo com Soluço, de Como Treinar Seu Dragão.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Brincando de animadora: cena dos fogos de artifício de Os Croods.

Ambiente:

Paredes em cores vibrantes ou tomadas por estampas e artes, fones de ouvido com trilhas sonoras tocando, citações acompanhadas de informação em diversos tipos de impressão e até mesmo a projeção de uma grande mesa de trabalho da criação de storyboards quando você menos espera… Essa não era uma exposição “tradicional”, onde se vê apenas obra rotulada, e sim um presente para quem gosta de animação e até mesmo quer trabalhar na área! O local ficou lindíssimo e conseguiu dar a um prédio histórico visual contemporâneo desse tipo de arte ultra tecnológica.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Citação de Shrek (1) impressa na parede.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Simulação de mesa de trabalho dos animadores.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Diferença da quantidade de Storyboards de um filme pro outro, da esquerda pra direita: As Aventuras de Peabody & Sherman (2014), Os Sem-Floresta (2006), Como Treinar Seu Dragão (2010), Kung Fu Panda (2008) e Shrek (2001).

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Uma restauradora/educadora de artes exibindo orgulhosamente mais um guia de exposição pra sua coleção em frente a uma parede bonita com iluminação BEM duvidosa (inclusive joguei vários desses guias fora porque não dava, era muita porcaria acumulada).

Pátio do museu:

Por fim, pra quem ia ao Pátio do CCBB – e quem tá acostumado a frequentá-lo SEMPRE vai, porque as exposições continuam ali -, tinha mais lindezas esperando. Sobrevoando o ambiente estava o próprio Banguela, que era possível ser visto de dois ângulos: de frente/cima logo na entrada lateral, onde eram retirados os ingressos (gratuitos) e por baixo, sobre as cabeças de quem visitava. Se isso não fosse suficiente era possível também ficar EM CIMA DELE num simulador 180° de como é o vôo nas costas do Fúria da Noite, raça de dragão da qual esse queridinho faz parte. Essa atração era muito maravilhosa porque o vôo começava numa página em branco e ia evoluindo, desde os rascunhos até chegar no resultado final da animação. Difícil até saber pra que lado olhar.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Banguela sobrevoando o pátio: vista de cima

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Banguela sobrevoando o pátio: vista de baixo

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Alguns personagens de Madasgacar e Shrek, em qualidade bem inferior, recebendo a clientela na porta de um dos cafés do museu.

Dreamworks Animation - Uma Jornada do Esboço à Tela

Mais pinguins de Madagascar, dessa vez na entrada principal do CCBB BH

As mulheres da Dreamworks:

Como já dito, meu registro dessa exposição foi focado principalmente nas artistas mulheres que a compõe, inclusive com uma quantidade de vídeos gravados por lá bem significativa. Esse material virou conteúdo para o Vênus em Arte enquanto a mostra ainda estava em cartaz, não só falando um pouco da trajetória de cada artista e as relacionando com as obras que vi, mas também chamando as pessoas para visita-la. Se você ficou com mais vontade ainda de curtir isso tudo (e ainda não cansou do meu blá-blá-blá), o vídeo está aí em baixo, onde é possível ter uma breve visão do simulador de voo, já que fotos não eram suficiente para explica-lo:

DreamWorks Animation – Uma Jornada do Esboço à Tela foi recorde de público do Centro Cultural Banco do Brasil em Belo Horizonte: meio milhão de visitas em dois meses de duração! Nos primeiros fins de semana a fila para retirar ingresso dava volta no quarteirão onde o prédio se encontra, parte do Circuito Cultural Praça da Liberdade, e recebia tanto grupos com crianças quanto apenas adultos apaixonados pelos filmes (oi!). A curadoria foi feita pelo Australian Centre for the Moving Image em colaboração com a própria empresa, e já passou também pelos CCBBs de outras capitais brasileiras. Uma daquelas mostras que você se orgulha muito de ter ido porque foi, de fato, imperdível.

Lookbook: Move it, move it!

Em 22.05.2019   Arquivado em Moda

Eu pretendia falar sobre a mostra LINDA da Dreamworks Animation que tá no CCBB BH e só depois mostrar a roupitcha do dia no lookbook, mas infelizmente não consegui terminar de editar o vídeo que gravei por lá a tempo, então farei na ordem “tradicional” que sempre fazemos por aqui, mesmo. E aí, como na última vez em que fui à exposição do Ai WeiWei, a luz não é lá grandes coisas, o rosto fica cheio de sombra e nem dá pra ver a estampa das roupas direito, porém é um “cenário” lindíssimo que eu me recuso a deixar de aproveitar, então vamos lá!

(Porém dessa vez, ao contrário da última, eu DE FATO farei um post falando sobre a mostra, com fatos e fotos bem lindos e detalhados, aquela promessa não foi cumprida mas essa será, aguardem…)

O fundo escolhido foi esse com vários posteres de circo do filme Madagascar, que é um dos com maior número de obras expostas e, na minha opinião, destaque da exposição. A escolha, porém, não foi por causa do filme em si, uma vez que tem vários outros do estúdio que gosto mais, mas por causa da 01) iluminação, que era “menos pior” pra esse tipo de coisa e 02) os cartazes de elefante assim, bem à altura para aparecer perto de mim. Eu AMO elefantes, muito! Achei apropriado – e o tom de cinza da parede também era lindão.

Lookbook: Moveit, move it!

Blusa: Riachuelo | Calça: n/s | Coturnos: n/s | Bolsa: Kipling | Óculos: Ray-ban | Colar: C&A | Fotos: Daninha, aka minha irmã!

Sobre o look em si eu não tô nem sabendo direito o que dizer porque é um estilo tão recorrente por aqui que se alguém me visse na rua de longe saberia que era eu sem precisar olhar o rosto! Camiseta preta estampada (essa diz “I don’t know where I’m going”, mais pertinente impossível) + disco pants + coturno + bolsa lateral + colarzinho. Aquela combinação que se eu fosse famosa já teria sido popularizada como “estilo Luly” em 2017/2018, hahahaha. Fazer o que, né, é confortável e bonito. E por algum motivo eu ADORO usar essa blusa com coque, acho que combina super, gente, então ela muitas vezes é a escolhida quando vou sair e os cabelos tão meio estranhos, porque aí é só prender desse jeito que já sei que deu certo…

Lookbook: Moveit, move it!

Pra galera de BH, já fica a dica e visitem DreamWorks Animation: Uma Jornada do Esboço à Tela, vai ficar um tempão por aqui, até 29 de julho! Eu com certeza vou voltar pra rever, porque vale a pena… E aguardem que esse fim de semana mesmo, sem falta, conto sobre ela com todo meu amor – e um conteúdo especial do Vênus em Arte, meu canal sobre mulheres artistas!

Trolls

Em 03.11.2016   Arquivado em Filmes

Trolls, via Filmow

Trolls *****
Elenco: Anna Kendrick, Justin Timberlake, Christine Baranski, Christopher Mintz-Plasse, Gwen Stefani, James Corden, John Cleese, Kunal Nayyar, Ron Funches, Russell Brand, Zooey Deschanel
Direção: Mike Mitchell, Walt Dohrn
Gênero: Animação, Fantasia
Duração: 93 min
Ano: 2016
Classificação: Livre
Sinopse: “Nova animação da Dreamworks levará as telas os famosos bonecos Trolls, conhecidos por aqui como os Duendes da Sorte.” (fonte – sinopse e pôster)

Comentários: Durante os anos 90 todo mundo tinha um amigo que tinha um “Duende da Sorte”, que eram bonequinhos amarronzados peladinhos com os cabelos pra cima super macios de cores vibrantes, isso quando a própria pessoa não era esse amigo em questão. Eu achava aquilo MUITO FEIO e mesmo assim ficava doida pra ter um rosa, era uma febre que eu não entendo muito bem, mas estamos falando de uma década que tinha vários desses ícones inexplicáveis. Eis que a Dreamworks resolveu resgatar isso usando sua clássica fórmula mágica de “animação para criança com trilha sonora para adulto” e, pronto, daí nasceu Trolls, o filme mais fofo e colorido do ano!

A história começa no trollsístio, que é o dia do ano onde os Bergens se unem para poder comer trolls: a única coisa que pode fazê-los feliz, já que são seres que não conhecem esse sentimento muito bem e só sabem se lamentar e reclamar da vida. A festa, porém, não é concretizada quando eles dão de cara com a árvore onde acontece a “colheita” completamente vazia após a fuga das pequenas criaturas, liderados pelo seu rei. E foi assim que eles puderam voltar a viver a vida da forma como mais gostam, cantando, dançando e se abraçando o tempo todo, rodeados de alegria e positividade. O tempo passa e a “alma” da aldeia é a princesa Poppy, que está promovendo uma festa para comemorar duas décadas de liberdade, até que o barulho atrai a atenção de da antiga chef de cozinha dos bergens, que acaba raptando os amigos da princesa para levar de volta ao seu povo, então ela tem que ir atrás deles para salvá-los com a ajuda MUITO relutante de Tronco, o único troll mal humorado e “cinza” vivendo naquela comunidade feita de animação e cores!

O filme passa VÁRIAS mensagens bacanas ao longo da sua duração, tanto de forma óbvia sobre gentileza, acreditar em si mesmo e ver o lado bom das coisas, quanto indiretamente quando se trata de fidelidade, preservação e senti até aquela “pontinha” de defesa ao meio ambiente e consumo desenfreado, que são pautas incríveis de já ir inserindo na vida das crianças. O visual também é lindíssimo, tudo fofinho que dá muita vontade de apertar, parece feito de pelúcia, isso sem contar as fumaças de glitter jorrando pra lá e pra cá o tempo todo. O ponto alto, porém, é a trilha sonora MARAVILHOSA, e se tratando de um musical não poderia ser diferente… Temos Simon & Garfunkel, Lionel Richie, Cindy Lauper, Ariana Grande e o single “Can’t Stop the Feeling!” nas vozes de Justin Timberlake (que foi o produtor musical), Anna Kendrick, Zooey Deschanel e um BAITA elenco na versão legendada. Para quem for assistir dublado, que é como a maioria das salas está exibindo, já fica o aviso: a maioria das músicas também foi traduzida para o português porque fazem parte do enredo, confesso que fiquei curiosa para assitir com áudio original depois pra ver como ficou porque deve ser lindo, tem VÁRIAS que eu gosto muito.

A MELHOR CENA DE TODAS é bem no clímax, aquele momentinho em que todo mundo acha que perdeu, e eles cantam “True Color” lindamente, os “reloginhos de abraço” deles começam a brilhar e é mágico demais ver como tudo “acontece” a partir daí. Fora a música é uma delícia por natureza e combina muito com a história e os personagens, chorei o tempo todo, muito emocionante! “Trolls” vale a pena independente da idade, já tô apostando que vai levar indicação ao Oscar pelo menos de melhor canção e longa de animação porque merece! E pra quem sair do cinema encantado (quero uma Poppy, gente, ela é linda!), rola de se “trollificar” no site oficial, olha a “Trolluly” que fofura que ficou:

trollifyyourself

Trailer:

Gato de Botas

Em 06.02.2012   Arquivado em Filmes

Temporada de filmes + falta de internet ao mesmo tempo, será que posto tudo até fevereiro acabar?? hehehe

Gato de Botas Gato de Botas (Puss in Boots) *****
Elenco (vozes): Elenco: Antonio Banderas, Zach Galifianakis,Salma Hayek, Amy Sedaris, Billy Bob Thornton, Ryan Crego, Tom Wheeler, Rich Dietl, Guillermo del Toro, Constance Marie, Conrad Vernon, Tom McGrath, Bob Joles, Jessica Schulte, Mike Mitchell
Direção: Chris Miller
Gênero: Animação/Aventura
Duração: 90 minutos
Ano: 2011
Sinopse: “Conheceremos o divertido Gato de Botas desde seu nascimento, como um fofo gatinho, até ele se tornar o felino visto em Shrek. No filme, Gato de Botas irá se juntar a mais dois amigos, Humpty e Kitty para tentar capturar a famosa e cobiçada galinha que põe ovo de ouro. Será que essa quadrilha vai conseguir concretizar o plano?” (fonte)
Comentários: Antes de contar do filme, tenho que contar o dilema que eu tinha pra ver o filme. Primeiro porque não gosto de filme em 3D (tirando casos específicos, como filmes que gosto e estão voltando em 3D), mas o Gato de Botas é o personagem favorito da Daninha em Shrek. E segundo porque foi MUITO difícil escolher entre ouvir a voz que estamos acostumadas na dublagem e a voz do Antônio Banderas. No final demorou tanto pra gente ir ver que só tinha a opção 3D dublado no Pátio Savassi, então 3D dublado foi!!
Eu sou puxa saco da Disney+Pixar, logo tenho preconceitinho contra os filmes de animação da Dreamworks, mas Shrek é Shrek, e se tiver filmes de qualquer personagem da história do meu ogrinho querido eu VOU GOSTAR. Pronto. Tá definido.
Então eu gostei desse. Como sempre eles misturaram algumas histórias e personagens, como Humpty Dumpty e “João e o Pé de Feijão”… E fazem isso sempre muito bem, pra isso temos que tirar o chapéu (e que seja um chapéu no estilo Puss in Boots!!). A personagem feminina, Kitty, é bem simpática (aquela patinha, cute-cute da mã-mã), os vilões te fazem rir muito, Humpty dá vontade de fazer omelete (hehe) e a Gansa dos Ovos de Ouro é a coisinha MAIS LINDA DO PLANETA, dá vontade de abraçar, apertar e trazer pra casa.
O Gato então, bem, a gente já sabe, é o Antonio Banderas encarnado, hehe, a versão bebê dele fazendo “os olhinhos” foi um “ooooooooowwwwnzzzz” com olhos brilhantes no cinema.
Porééééééém… A MUITO TEMPO que vinham anunciando o filme do Gato, e aí foi vindo Shrek em cima de Shrek, e Shrek especial de Halloween e Dia das Crianças e tudo que se pode imaginar, e a espectativa pro filme do Gato só aumentava. Lóóógico que não fariam um filme com a história original (já tem isso no Shrek 2), mas os boatos é que o subtítulo seria “A história de um matador de ogros” ou algo assim. Ou seja: Gato de Botas larápio e sem-vergonha.
Aí vem esse filme, tudo bonitinho… E ele é HERÓI!! E num é herói larápio e sem-vergonha, como na história original, é herói injustiçado, muito triste, hahaha.
Sem contar que eu vi uma hora e meia de filme pronta pra ver o momento em que faziam uma conexão daquela história com a ida dele pra Tão, Tão Distante e aí o filme acabou e… Nada!! Foram duas decepções baseadas nas minhas espectativas pessoais, que fez eu gostar menos do filme que gostaria. Mas no mais, achei engraçado e super bem feito!!
Melhores Cenas: Gente, eu TENHO que contar, mas a melhor parte do filme foram os trailers!! hahaha Porque, né, a gente viu em 3D, e aí o primeiro trailer já veio com castelinho e símbolo da Disney e eu já comecei a chorar ali!! A Bela e a Fera 3D saiu essa semana, ai gente, eu tenho que postar sobre ele também. E o melhor, o trailer seguinte era de “Ameaça Fantasma”!! Aaaah, uma semana Disney e na outra Star Wars, tudo 3Dzinho, fevereiro vai ser lindo!!
– Mas ok, Luly, foco. Melhores cenas do filme são as da Gansa. Ela é realmente muito linda meeeesmo. Toda vesguinha e neném. Queria uma pra mim. Mas num posso tê-la, e quem viu o filme sabe o motivo, hehehe.
E além dela, tem outro personagem secundário que é irresistível. Assistam o trailer aí em baixo e percebam no gatinho coadjuvante que faz barulhinho de “Ooooown” e tampa a boca. Sário, não dá pra reproduzir o som dele, e é muito hilário!
Trailer:

Shrek: Para Sempre

Em 15.08.2010   Arquivado em Filmes

– E não há nome melhor para o filme “final” da história do ogro mais amado do mundo. Assistir cada filme era uma delícia, a gente nunca esperava que tivesse o próximo, mas assistir a um que estava destinado a ser o último deu um aperto no coração, fez lágrimas caírem e deixou muito gente sentado na cadeira do cinema mesmo depois que acabou, só pra continuar olhando pra tela, pra aproveitar ao máximo aquele momento. E aí a gente pensa: o que faz de Shrek um fenômeno tão grande?? Seriam as personagens clássicas sendo representadas de forma diferente, hilária e cheia de personalidade?? Seria a história de amor invertida em que a princesa prefere ser um monstro?? Seriam os duplos sentidos que cada cena trás, tornando tudo mais engraçado ainda para os adultos?? Ou ainda a trilha sonora IMPECÁVEL de todos eles??
Não tem como encontrar a resposta, somente se ela for “tudo isso”!!

shrekparasempre Shrek Para Sempre (Shrek Forever After)
Elenco (vozes): Mike Myers, Eddie Murphy, Cameron Diaz, Antonio Banderas, Julie Andrews, Jon Hamm, John Cleese, Craig Robinson, Walt Dohrn
Direção: Mike Mitchell
Gênero: Animação
Duração: 93 min
Ano: 2010
Sinopse: “Quarta aventura do ogro Shrek, agora em 3D. Shrek faz um pacto com Rumpelstiltskin para sentir-se como um ogro de verdade novamente, mas ele é enganado e enviado para uma versão distorcida de Far Far Away – onde Rumpelstiltskin é rei, ogros são caçados, e ele e Fiona nunca se encontraram – ele decide restaurar o seu mundo e recuperar seu verdadeiro amor.”
Comentários: Avaliar Shrek é uma coisa que vai além das avaliações comuns. Eu poderia simplesmente dizer “lindo, assistam”, mas não seria justo. Se for pensar em filmes no geral (principalmente as outras animações da Dreamworks) é ÓTIMO!! Bem humorado, bem feito e com músicas que todos conhecem, só os clássicos. Mas é claro que se pensar nos outros filmes do Shrek, bom, caiu muito!! Aliás, depois do 2º, em que se superaram, o estoque de originalidade estava se esgotando para fazer outros filmes, mas continuaram fazendo. O filme é bem mais previsível e até as músicas incríveis não são mais TÃO incríveis e só tocam de vez em quando. Mas ainda assim você ri muuito (melhor cena: “Faz o Urro”) e tem o sentido sentimental que citei no início do post… A música final é, novamente, “I’m a Believer” e são mostradas cenas dos outros filmes. Não há como negar:os fãs vão sentir saudades. Pra sempre!!