Maquiagem Zomby Gaga para o Halloween (e Lookbook!)

Em 30.10.2018   Arquivado em Beleza, Moda, Vídeos

Desde que foi anunciada, Zomby Gaga, a Monster High da Lady Gaga, roubou meu coração. Ela é maravilhosa, uma boneca primorosa em cada detalhe, inspirada nessa mulher incrível que a Gaga é e na mensagem linda de “Born This Way”. No natal do ano passado a Lili, minha amiga, me deu ela de presente e desde então fiquei já com a mão COÇANDO para tentar reproduzir a maquiagem… E, bem, Halloween tá aí, né? Pra isso que serve! E como nessa vida tudo vira post não só fiz como também gravei um vídeo mostrando o processo!

Mas é aquele negócio, né gente… EU NÃO SOU MAQUIADORA! Tenho muito amor por maquiagem e muita ajuda na área (principalmente da querida Julis Costa, que recentemente aumentou muuuito meu estoque e sempre com qualidade). Gravar esse tipo de coisa é um modo de me divertir e, quem sabe, servir de referência pra quem, como eu, adora mas não arrasa taaaanto assim. É amador, mas também com muito-muito-muito amor, então aí estar!

Materiais Usados:

Primer Studio Perfect, da Ruby Rose
Corretivo BT 10, da Linha Bruna Tavares
Pancake branco, da ColorMake
Paleta de sombras e contorno MB224, da Luisance
Lápis de olho preto, da Bella Oggi Italia
Sombra “Crave” da paleta Naked Basics, da Urban Decay
Sombra lápis preta Make B., de O Boticário
Delineador líquido preto, da Bella Oggi Italia
Batom matte Malvatu, da Quem Disse, Berenice?
Máscara para cílios Perfect Doll, de O Boticário

Pincéis

Chanfrado Blush F3, da The Beauty Box
Achatado Longo Sombra E5, da The Beauty Box
Pincel chanfrado para delineador, da Contém 1G
Pincel para sombra, da Avon
Esfumar roxo nº 35, da UHU
Chanfrado sombra da Quem Disse, Berenice?

Maquiagem Zomby Gaga | Halloween

Óculos: s/m | Camisa branca: Luigi Bertolli | Camisa preta: Zara | Calça: s/m | Sapato: Valesca Calçados | Gravata: s/m. Mais no Lookbook

E é ÓBVIO que, estando a maquiagem pronta e sem a menor vontade de desperdiça-la, eu aproveitei a chance pra fotografar o look, né? A Zomby Gaga vem com dous conjuntos de roupas: uma camisa comprida e meia arrastão, que é difícil de copiar por causa da estampa, e um conjunto de terninho! Nesse caso nenhum mistério: camisa branca por baixo, preta de manga comprida por cima, uma calça lisa, plataforma pesadona, gravata borboleta e óculos quadrados, tudo preto! Muito fácil de achar e que eu FELIZMENTE tinha fácil em casa.

Maquiagem Zomby Gaga | Halloween

Eu queria ter conseguido passar um spray rosa no meu cabelo? Queria! Melhor ainda se fizesse as mechas roxas? Claro. Mas infelizmente não chegamos a tanto, gente, foi mal! Mas ainda enquanto prendia um rabo lateral pra pelo menos ficar igual nesse aspecto, lembrei daquele lação que a gaga usava no início da carreira… Aaaaaah, ótima chance de tentar fazer um também, né? Meu cabelo tava bem bagunçadão no dia e o laço também ficou, mas como estava nessa vibe de monstrinho acabou combinando um pouco, sei lá! Acabou que gostei, tá bonitim e tudo mais…

Leia também: Nasce Uma Estrela, resenha do musical estrelado por Lady Gaga e Bradley Cooper

Maquiagem Zomby Gaga | Halloween

Nas mãos eu não teria a destreza de desenhar os ossos esfumadinhos (principalmente na direita!), então apenas passei o pancake bem mal passadinho, escrevi o “Gaga” de um lado e pedi minha mãe pra escrever o “Lady” do outro, com o mesmo delineador usado no rosto. Ficou como uma representação desse detalhes LINDO que a boneca tem! Inclusive, falando nela, fica aí uma foto dessa LINDEZA pra fechar o post, só pra vocês compararem e perceber que, sim, ficou até bem legal!

Um FELIZ HALLOWEEN a todas, curtam bastante e se cuidem!

Esse post faz parte do Dreamcatcher Project organizado no grupo d’A Corte Vermelha, cujo tema de Outubro é Halloween. Veja também os textos de outros participantes: Memorialices, Banshuu TV e Livros, Gatos, Café.

Quando a meta é sair do lugar…

Em 25.08.2018   Arquivado em Escrevendo

Tenho me sentido um caranguejo. Nem me refiro ao meu Sol em Câncer fortíssimo, cada vez mais aguçado, não. É mais aquela de andar pros lados, sabe? Você caminha, caminha, caminha e, ainda assim, não sai do lugar… Não regride, é claro, mas também não consegue seguir em frente, crescer, avançar, fica só nessa mesmice não importa o quão diferente sejam as coisas. Argh! Seja qual for a meta que tento traçar ela fica sempre pro amanhã, porque o que realmente acontece é andar em círculos pra lá e pra cá, achando que um novo caminho apareceu, mas voltando lá pro começo assim que pego no ritmo. Sério, pra mim já chega. Agora a meta é sair do lugar!

Quando a meta é sair do lugar...

A gente tem o costume de ter aversão ao que muda, né? Mesmo quando tá lá, acontecendo, fica batendo na tecla passada que claramente não funciona. Por muito tempo fui assim. Insistia em chamar de melhor amiga aquela com quem não tinha mais muito a ver, afirmava que certo livro era o favorito por questão de costume, via amor eterno no que nasceu pra ser primeiro amor. Como se mutar fosse fracasso, sendo que é simplesmente normal. Agora pensando em retrocesso, essa foi a primeira mudança que abracei: a de ser alguém que aceita e visa mudar! Só que quando você tem a sorte e o privilégio de estudar o que quer, quando quer e sem pagar nada, é difícil abrir a viseira e admitir que não tá dando certo, sabe? Aí tô aqui, dando murro em ponta de faca naquilo que não é minha formação e que eu sequer quero. Ou pelo menos tava.

Nos últimos tempos uma luz se acendeu no meu cérebro e cá estou, juntando alguns sonhos antigos com outros novos e descobrindo como transformar ideias em caminhos. E mesmo que ande devagar, que ande! Foi um filme que eu (re)vi, numa tarde qualquer aí, onde a protagonista me fez sentir vontade de sê-la. Não de forma sonhadora e idealizada, mas sim sabendo que se eu a tivesse como inspiração, chegaria onde me parece gostoso chegar, desde que pra isso eu comece (já!) a me esforçar. É com a força de Katherine Watson que minha pequena grande meta se tornou essa: voltar a estudar. Pegar um tema que achei e gostei (vocês também vão gostar!), que tá dentro do que aprendi mas nem tanto, e transformar na minha obsessão, tagarelar sobre até babar, até todo mundo – menos eu – se cansar! Me apoiar em quem quiser ser apoio, claro, e escalar sozinha quando der. Talvez seja o pior momento pra isso, mas é também o pior momento pra TUDO, ai, se der errado, e daí? Errado já tá! Continuar esse passinho de caranguejo é que não vai dar.

É que na vida tudo tem a enorme possibilidade de “dar ruim”, mas se privar disso vai acabar abafando a possibilidade do “dar bom” também. Depois de anos perdida, em negação, desnorteada, hoje eu sei que preciso levantar a cabeça, mudar de ar, tentar. Porque não faço ideia de quem irei me tornar quando tudo acabar (será que algo um dia acaba?), mas sei que não quero ser jamais alguém que fica parada. Sou da área das artes, mas não tenho vocação para estátua. Quero é correr, pular, até pirar, ir tremendo de ansiedade e segurando pra não chorar. Quero dar a cara tapa e depois ver ela quebrar, pagar língua e também dar o que falar, me encher de razão e ter razão de me orgulhar.

Esse post faz parte do Dreamcatcher Project organizado no grupo d’A Corte Vermelha, cujo tema de Agosto é Pequenas grandes metas para a vida. Veja também os textos de outros participantes: Memorialices, Livros, Gatos, Café,, Amável Girassol, Literabujo, Pastel Escritor, BanshuuTV e Simplesmente Criativa.