Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

Em 06.10.2017   Arquivado em Disney, Publicidade

Quando eu era criança tinha duas ocasiões para as quais adorava me arrumar: festas à noite e qualquer lugar onde pudesse usar fantasias. O segundo então era a melhor coisa do mundo pra mim, mesmo que não gostasse muito de comemorações de carnaval eu dava um jeito de me fantasiar em casa mesmo pra aproveitar a chance! Por isso achei tão legal a proposta das marcas Ana Giovanna e Bela Pequena, que fazem vestido de princesa para criança e praticamente juntam as duas coisas em uma só. Na verdade vestido infantil muitas vezes já é aquela coisa “bufante” meio princesa, o que é legal visualmente mas pode incomodar algumas meninas, né? Sendo assim a Ana Paula, criadora das marcas, se inspira muito nas personagens da Disney, que deixa a hora da festinha mais divertida!

Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

Alice no País das Maravilhas, que eu gostei MUITO porque foge do padrão “vestido gigante de baile”

Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

A Bela e a Fera

Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

E meu favorito, porque é minha princesa favorita: Branca de Neve! Ai, maravilhosa!

Tem também uma versão mais alegre que é com as personagens estampadas mesmo, pra tirar um pouco esse ar de princesinha e deixar o visual mais jovial. Eu gosto mais do conceito das outras, inclusive tenho várias blusas inspiradas em roupas de personagens assim, como dá pra ver na minha foto de perfil, mas imagino que pra criançada essas sejam mais legais.

Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

Ariel pra quem gosta das princesas clássicas…

Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

… e Moana pro time das princesas empoderadas!

Rola também uma linha “Tal mãe, tal filha” que acho uma gracinha, com vestidos idênticos pro adulto e pra criança ficarem combinando! Eo melhor é que tem umas personagens meio “Girl Power”, tipo Frozen e Mulher Maravilha. Essa segunda não é Disney, eu sei, mas tô aqui SUPER pensando em como ficaria legal de usar agora no Halloween, diga-se passagem, apaixonei demais!

Psiu! ‘Prestenção!

Esse post foi escrito a convite das lojas Ana Giovanna e Bela Pequena, ou seja, trata-se de um publieditorial. As imagens usadas aqui foram retiradas das respectivas lojas virtuais em 05 outubro de 2017, portanto seus direitos pertencem a elas!

A Bela e a Fera

Em 18.03.2017   Arquivado em Disney, Filmes

A Bela e a Fera, via Filmow

A Bela e a Fera (Beauty and the Beast) *****
Elenco: Emma Watson, Dan Stevens, Ewan McGregor, Ian McKellen, Emma Thompson, Luke Evans, Josh Gad, Gugu Mbatha-Raw, Kevin Kline, Nathan Mack, Audra McDonald, Hattie Morahan, Gerard Horan
Direção: Bill Condon
Gênero: Fantasia
Duração: 129 min
Ano: 2017
Classificação: Livre
Sinopse: “Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela (Emma Watson) tem o pai capturado pela Fera (Dan Stevens) e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade dele. No castelo, ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é, na verdade, um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.” (fonte – sinopse e pôster)

Comentários: A história todo mundo conhece, né? Bela é uma menina à frente do seu tempo, sonhadora, que gosta de ler e deseja o tempo todo poder se aventurar além das fronteiras da pequena vila onde vive com seu pai, que assim como ela é um cara diferente, um inventor inovador. Ela vive se esquivando das investidas de Gaston, o machão bonitão da região, que quer se casar com ela apenas por ser a garota mais bonita do lugar e se “fazer de difícil”, mas no fundo os dois não têm nada em comum… Um dia, indo à feira de inventores, o pai da garota dá de cara com um castelo encantado e, ao tentar pegar uma rosa que prometeu levar a ela quando voltasse, acaba sendo aprisionada pelo dono do lugar, uma fera grotesca que um dia já foi um príncipe MUITO desagradável e que sofreu essa transformação justamente por causa disso. Junto com ele moram ali os antigos funcionários do local transformados em objetos animados, e a única maneira que reverter esse feitiço é que a improvável situação onde o príncipe se apaixona e é correspondido de verdade se torne realidade. Bela, para salvar o pai, troca de lugar com ele e passa a ser não só prisioneira do local como a grande esperança de todos, já que o tempo que teriam para quebrar essa maldição está se esgotando…

Aos fãs fervorosos da animação da Disney de 1991, fica aqui o meu recado: vocês não têm NADA do que reclamar! A versão live action que saiu essa semana é uma homenagem perfeita e impecável a ele, usando até mesmo as mesmas falas do original e, claro, as mesmas músicas com as mesmas “coreografias”, porém com elementos mais realistas e algumas coisinhas a mais que vêm para complementar e até mesmo explicar certos pontos que deixavam todo mundo procurando soluções nessas últimas duas décadas como, por exemplo, por que os moradores da aldeia sequer sabiam que o príncipe existia, o que aconteceu com a feiticeira do início da história, etc… Uma coisa positiva sobre a Bela é que ela, ao contrário das outras princesas até então, não é a donzela que espera pacientemente ser salva, seja pelo príncipe ou por seus amigos: se dispõe a ficar no lugar do pai, peita a fera, foge, se recusa a abaixar a cabeça e antes mesmo de ser presa já fazia o mesmo com as pessoas que tanto falam mal dela no vilarejo e com Gaston. E aí eu sempre corro o risco de ser apedrejada ao dizer isso, mas acho a Emma Watson uma atriz beeeem mais ou menos, até fui de coração aberto para me impressionar com essa performance diante dos milhares de elogios que vi, mas não aconteceu… Nada de especial, só não foi frustrante porque tô acostumada a não gostar da atuação dela, mas para ser justa tem também o fato de que a personagem não foi tão trabalhada, é exatamente a mesma da década de 90, sem nenhuma adição legal de personalidade. Não sou de desvalorizar um filme comparando ao outro, mas é quase impossível não fazer depois depois de ter me maravilhado com Cinderela, onde eles não só trouxeram uma força INCRÍVEL pra protagonista (sem deixar de lado a meiguice) como para o relacionamento dela, o que também não rolou nesse caso, o romance se desenvolve daquele jeito de sempre, em uma semana eles vão do ódio ao amor e é isso aí, já estamos acostumados. A verdade é que para mim essa fidelidade exagerada à animação atrapalhou um pouco o andamento, até a metade achei que ficou completamente sem ritmo, felizmente melhorou depois, senão seria uma decepção enorme… Por outro lado fico me perguntando se alterações nesse sentido acabariam causando incômodo e é bem provável que sim, a verdade é que ele cumpre seu papel, então mesmo que tenha achado meio arrastado não vejo como um problema (mesmo porque tinha um grupão assistindo comigo e mais ninguém sentiu isso).

A escolha do resto do elenco foi absolutamente espetacular. “Moulin Rouge” é meu filme não-animação favorito e ainda assim eu acho o Ewan McGregor cantando nele péssimo, mas prometo nunca mais reclamar disso porque ele está BRILHANDO como Lumiére, se destacou entre os demais, e isso não é pouca coisa quando se tem Emma Tompson sendo maravilhosa e Ian McKellen idem ao lado, né? Dá vontade de ter todos eles como utensílios aqui de casa! Mas o principal mesmo, o que ganhou o filme, foi o Gaston de Luke Evans que está SEN-SA-CI-O-NAL, assim dividindo sílabas para dar intensidade real à coisa! Ele simplesmente rouba a cena, pegou um vilão meia boca e transformou numa crítica severa ao machismo que representa e, quando você para e analisa a história, é o real problema ali… Não só na imagem do brutamontes que usa seu status de macho alfa para conseguir o que quer, mas até mesmo para justificar por que a Bela se sente tão deslocada em uma cena maravilhosa onde ela é repreendida por ensinar uma garotinha a ler e vê uma de suas invenções sendo rebaixada, como também para explicar por que o príncipe/fera é a pessoa horrível que se tornou com o tempo, sendo privado de sentimentalismo por ser julgado “coisa de menina”. Eu sempre sou do “lado do bem”, mas não posso deixar de ressaltar a intensidade que o cara malvado teve e como isso é positivo para essa nova era da Disney que mostra para as garotas que elas podem ter tanto força quanto os garotos, e que continue assim! Outro personagem que foi extremamente bem trabalhado foi o LeFou, que deixou de ser o mero admirador babaca que quer ser (e ter?) seu amigo fortão para ir se desenvolvendo gradualmente, a libertação dele torna a apologia de seu nome ao termo “fool” quase desnecessária. E que bacana poder ver uma empresa que teve uma de suas atrizes de apenas 5 anos de idade passando pelo horror de ser ameaçada de morte nas redes sociais pela simples menção de personagens homossexuais em sua série colocar um gay no seu novo sucesso de bilheterias, né? Vi muitas reclamações sobre essa visão estereotipada e cômica que ele trás, mas discordo totalmente, acho que foi quem mais cresceu tanto sozinho nessa nova versão quanto se comparado ao “original”!

No mais, lágrimas e suspiros não faltaram! O visual é lindo demais, tem toda a sua magia mas também dá pra “acreditar” naquilo que você está vendo, rolou representatividade sem tirar a fidelidade… As versão das músicas ficaram ótimas, tanto nas novas vozes, que foram quase todas ótimas, como na aparência, a cena de “Be Our Guest” é INCRÍVEL e de “Beauty and the Beat” idem, claro, já que é o ponto alto do enredo. Chorei do início ao fim não só pela nostalgia, mas também pelos novos elementos que foram adicionados, como músicas da versão da Broadway e pequenos personagens que tornaram tudo ainda mais interessante. Tenho lá minhas críticas, sim, mas é o que eu disse, o objetivo do longa foi cumprido, então corram pro cinema porque tá maravilhoso!

Trailer:

5 lições para aprender com meu filme favorito

Em 23.06.2016   Arquivado em Disney, Escrevendo

Essa semana O Corcunda de Notre Dame da Disney completou 20 anos desde o seu lançamento nos Estados Unidos, a mesma idade do protagonista da história, Quasímodo. Meu pai me deu o VHS do filme no ano seguinte de presente de aniversário porque na época eu estava começando a gostar de brincar no computador e ele achou um “combo” que vinha junto com um CD com cinco joguinhos sendo vendido perto do trabalho, não estava nem interessado na história e nem nada, então ninguém jamais ia imaginar que assim que eu assistisse aqueles 90 minutos até o final pela primeira vez me APAIXONARIA completamente, que foi o que aconteceu. Até o fim de 1997 eu assisti aquela fita praticamente todos os dias, desde então ele é oficialmente meu filme favorito e acho que sempre vai ser, não consigo me imaginar encontrando algo para “substituir”. Sendo assim é ÓBVIO que eu comemorei muito essa data especial revendo o longa pela milésima vez, postando pedacinhos no SnapChat e tudo mais e, depois que acabou, refletindo quantas coisas maravilhosas aprendi com ele. Decidi então continuar as celebrações e contar para vocês as 5 coisas mais importantes que podemos aprender com ele, dentre tantas outras, na minha humildade opinião de fã apaixonada…

01) Comportamento de massa muitas vezes traz péssimos resultados

Quasímodo é nomeado o “Rei dos Tolos” por ser “o rosto mais feio de Paris”, certo? Certo! O título pode parecer meio ofensivo, mas ele está feliz por (finalmente) estar convivendo com pessoas e estão todos o tratando com carinho, mandando flores e gritando seu nome com alegria, o coitadinho até chora emocionado ao ver tanta animação. E é aí que um BABACA no meio da multidão resolve ser ofensivo e joga um tomate na cara dele. O babaca número 2 então acompanha essa atitude, aí vem o número 3 e de repente os “súditos fiéis” do novo rei estão TODOS lá, o agredindo em público física e moralmente, uma violência abusiva que só acaba quando a cigana Esmeralda resolve intervir em tamanha atrocidade porque não aguentava mais presenciar aquilo. Essa pessoa, meus amigos, sejam SEMPRE essa pessoa, não o babaca número 4, 5 ou mil!

O Corcunda de Notre Dame

02) Não devemos culpabilizar a vítima

Pois bem, aí temos a cena deplorável acima e todos nós concordamos que Quasímodo foi uma vítima do ódio e do preconceito (e se você não concorda, por favor, retire-se desse ambiente de amor). Ok, ele então entra na Catedral de Notre Dame humilhadíssimo e fica lá curtindo a maior bad de todos os tempos quando escuta a voz da Esmeralda cantando lá em baixo maravilhosa como sempre. A moça é linda e gentil, ele resolve dar uma espiada porque tá todo apaixonadinho e acaba derrubando algumas velas em meio a sua distração. As pessoas se assustam, vêem que é ele e ao invés de dar seu apoio, pedir desculpas ou qualquer outra coisa boa para a sociedade fazem o que? XINGAM O RAPAZ POR NÃO ESTAR NA SUA TORRE E O ACUSAM DE TER CAUSADO TUMULTO NA RUA! E dentro da igreja, onde supostamente aprendem que se deve sempre “amor ao próximo como a ti mesmo”… Pois é, a mania de culpar a vítima não é uma exclusividade do século XXI, tá aí desde sempre.

03) Muitos assediadores estão por aí disfarçados de “cidadãos de bem”

E então temos o vilão da história, Claude Frollo. Eu não vou nem levar em consideração o fato de que no livro do Victor Hugo ele é um padre para não entrar em questões mais profundas (mesmo porque aquele lá rende uns cinco mil posts desse, eita história triste, socorro, esse filme já é de chorar mas não chega nem aos pés do original), vamos chamá-lo apenas de “Juiz Eclesiástico”. Enfim, lá está ele, um homem que deveria ser um símbolo de justiça divina, mas que todos sabemos que é um tremendo de safado mal acabado que não tem um pingo de empatia e bondade em seu ser. E além de maltratar o Quasímodo, perseguir os pobres e tudo quanto é crueldade que se pode imaginar o cara fica OBCECADO pela Esmeralda. Ela, uma mulher que entende das coisas da vida, não quer ficar com ele de jeito nenhum, e o que homens obcecados fazem com mulheres que não querem ficar com eles de jeito nenhum? EXATAMENTE, queima a cidade inteira atrás dela, agride qualquer um que tenta se colocar entre os dois, tenta matar o único subordinado que vai contra essa loucura toda, prende a coitada e manda ela escolher entre ele e a morte. Eu sei que tô dando spoiler, mas fala sério: acho que já dá pra imaginar qual dos dois ela escolhe, e temos que concordar que morrer não é lá uma coisa legal também! E pensar que muitas vezes essas são as únicas escolhas que mulheres que sofrem agressão têm e ninguém se dispõe a ajudar…

O Corcunda de Notre Dame

04) Você aguenta superar os altos e baixos da vida

Eu quero que vocês parem tudo o que estão fazendo e prestem atenção bem direitinho na citação que vou mostrar agora que, por sinal, é minha favorita! Ela acontece no momento que antecede o clímax do filme e é praticamente a causa dele… Quasímodo está lá, preso e acabado e sem forças e desiludido enquanto as gárgulas querem que ele se mecha para salvar seus amigos. É quando ele, muito derrotado, diz que não vai dar e pede para que o deixem quieto, e aí recebe a seguinte patada, digo, resposta:

Hugo: “Tá bem, Quasi, pode ficar quieto.”
Victor: “Afinal, somos feitos de pedra…”
Laverna: “… Achamos que você talvez fosse feito de coisa mais forte!”

Vocês percebem a genialidade da coisa toda? O herói é um ser humano de coração enorme que finalmente viu uma possibilidade de felicidade na sua vida ao lado de pessoas que gostam dele, mas teve isso arrancado por um tremendo filho-da-mãe que se dizia seu amigo, então resolveu chutar o balde e se deixar acabar, mesmo sabendo que aquelas pessoas dependem de sua ajuda. E aí três criaturas quase imaginárias (pra gente, né, porque em filme da Disney pode tudo) mostram que ser de carne e osso nos torna MUITO mais resistentes do que esculturas que são meramente decorativas porque nós podemos SEMPRE transformar as coisas. Não importa as pancadas que a vida dá nas nossas costas, devagarzinho podemos encontrar força para levantar e superar, seja por nós mesmos ou em nome de quem mais precisa.

05) NUNCA julgue alguém pela aparência (ou pelas escolhas pessoais)!

“Responda ao enigma assim que puder ao soar de Notre Dame: quem é o monstro e o homem quem é?”

Essa para mim é uma das frases mais INCRÍVEIS da Disney! Eu nem preciso explicar, preciso? Frollo passa vinte anos falando “Vão tratá-lo como um monstro!” para dissuadir Quasímodo a descer da catedral, mas na verdade o monstro era ele mesmo, que destruiu a vida daquele jovem, que é maravilhoso independente da aparência física e vida sofrida! Sério, se esse pequeno trechinho de música ainda não te convenceu a assistir ao filme eu tô oficialmente CONVIDANDO pra vir ver comigo aqui em casa, prometo que faço uma pipoca, compro uma Coca Cola e a gente curte essa obra de arte juntos para eu chorar no final, mais uma vez!

O Corcunda de Notre Dame

As imagens desse post foram tiradas daqui, daqui e daqui, respectivamente!

Lookbook: On this lovely Bella Notte

Em 03.06.2016   Arquivado em Disney, Moda

Eu já tinha decidido que nem ia postar esse “look” que usei pra ir ao Disney On Ice já que as fotos foram tiradas à noite e ficam uma bela bosta, MA-AS tava olhando pra elas outra vez e mudei de ideia porque 01) achei que essas duas estão até publicáveis e 02) eu amo essa blusa e quero compartilhá-la com o mundo!

O caso foi o seguinte… Eu vi uma menina usando ela num Anime Festival da vida enquanto estava trabalhando e pirei, elogiei e perguntei onde ela tinha comprado PELO AMOR DE DEUS! Aí ela disse que foi na C&A, então no dia seguinte lá estava eu rodando a loja inteira desesperada e frustrada porque não tinha em lugar nenhum. Foi quando uma luzinha acendeu no meu cérebro dizendo “Quem tem roupas da Disney assim é a Riachuelo, não a C&A”, então fui pra lá e ACHEI! Ai, amor eterno, amor verdadeiro, amor sincero, queria que ela durasse para todo o sempre. A bolsa também tem uma história bonitinha… Minha avó (paterna) me deu ela de presente quando eu tinha 10 anos – na época ela tinha uma cabeça, além das patas – e só depois que eu estava usando ela reparou que era uma zebra quadrada: o único xingamento que ela usava na vida! Aí com o passar dos anos numa época em que tava viciada em animal print, já depois de ela ter morrido, resolvi tentar descosturar a cabeça para tentar usá-la e até que deu certo! Algumas pessoas acham as patas meio estranhas, mas eu tentei tirá-las também e deu ruim, então deixei aí e acabei achando bacana, dá até pra acreditar que é proposital!

Descrição das peças no Lookbook!

Esse batom é o Lush, da LA Splash, que por sinal vocês DETESTAM! Eu estava usando no dia porque era “aniversário” da Kim, completando 7 anos desde que ela chegou, e ele foi comprado justamente para tirar fotos “Tal mãe, tal filha” com ela, então eu geralmente uso só pra isso e pra eventos. Até cogitei não usar dessa vez no show, mas ultimamente eu tenho gostado tanto de batom preto que resolvi que começar a usar mais vezes, é bonito, gente! Já o cabelo tá bem louco e tudo mais, mas a gente finge que é estilo e tá tudo certo…

Disney On Ice – Mundos Fantásticos

Em 26.05.2016   Arquivado em Disney

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Maio foi um mês de muita magia congelada rodopiante com as apresentações do Disney On Ice – Mundo Fantásticos em todo o pais. Aqui em Belo Horizonte o show veio por volta do meio do mês, eu e minha irmã ganhamos os ingressos para ir no último dia e foi absolutamente lindo! É impressionante como ver as mesmas histórias retratadas nos outros anos e continua fazendo a gente se emocionar, porque sempre rola aquela diferençazinha entre uma coreografia e outra, uma mudança de ritmo, um efeito que não existia antes e que deixa as pessoas de qualquer idade de queixo caído. Aliás, o que tenho sentido nesse tipo de show que a Disney faz é que cada vez mais eles tentam unir os clássicos às histórias modernas, deixando as crianças satisfeitas sem perder o apelo do “tradicional” para, assim, agradar a todo o público que atinge. E isso tudo sendo apresentado por seus personagens “símbolo”, que são a turma do Mickey e, claro, a Tinker Bell Sininho. Como eu gosto de absolutamente TUDO acho é ótimo!

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

O primeiro ato continha basicamente o resumão de história de algumas das princesas: Jasmine, Branca de Neve, Bela, Rapunzel e Ariel. E quando digo “resumão” é bem “mão” meeesmo, porque é basicamente uma apresentação com as músicas principais que nem sempre conta a história real. No caso de Branca de Neve, Aladdin/Jasmine e A Pequena Sereia/Ariel foi isso aí, o final feliz vinha rapidão, os vilões nem sempre tinham tempo de ser apresentados e o objetivo era fazer a galera cantar um pouquinho pra já ser brindado com um beijo de amor verdadeiro logo em seguida. Já A Bela e a Fera e Enrolados nem isso, você só vê alguns dos personagens principais (no caso da Bela sequer teve a Fera) dançando, tudo bem “pra constar” mesmo, mas ainda assim MUITO bonito. Esse foi meu terceiro show de patinação da Disney e em nenhum dos outros dois eu vi movimentos tão ousados ou efeitos tão impressionantes: tinha brilho, fogo, explosão… Na segunda parte teve até fogo no chão mesmo, uma loucura. Em compensação eu senti MUITA falta do que considero o mais bonito de TUDO dos shows que é quando a Jasmine e o Aladdin voam no tapete mágico. Nesse eles cantam “Um Mundo Ideal” patinando o tempo todo e apesar de eu ter me emocionado bastante não posso negar que rolou uma decepção, era realmente um momento impressionante que não merecia ser excluído.

No segundo ato a mesma coisa: Tiana, Aurora e Cinderela têm a chance de mostrar um pouquinho de seus contos de fadas da mesma forma rapidinha das outras. Aliás ouso dizer que essas história foram MAIS RESUMIDAS AINDA porque foi depois delas que veio o destaque da tarde, quase o “Disney on Ice propriamente dito”. Era a hora de Frozen!

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

É até estranho me ouvir falando isso porque fui criada com clássicos da Disney, mas foi isso que nos levou a ir à apresentação desse ano. Eu e a Daninha nos emocionamos MUITO com toda e qualquer história cuja temática principal é “amor entre irmãs”, e com Frozen não poderia ser diferente: a gente chora TODAS AS VEZES! Fomos ver no cinema juntas, depois até num teatro da história uma vez e quando vimos que teríamos Elsa e Anna dessa vez não dava pra evitar, nossa presença era quase obrigatória. E foi nesse momento “nosso” de mãozinhas dadas, cada uma cantando sua parte mais alto (porque eu sou a Elsa e ela é a Anna, gente, ÓBEVEO!), que TODO O MINEIRINHO explodiu junto com a gente. As crianças não se continham de alegria, os pais sabiam todas as letras, acho em nenhum outro dos que fui existiu um momento mais aplaudido e cantado junto do que “Let It Go” (que lá era “Livre Estou”, claro). Os efeitos de neve no gelo ficaram lindinhos demais, conseguiram colocar todos os elementos principais da história por lá e o melhor: tiraram aqueles trolls malditos que eu ODEIO e coloco a culpa de todas as merdas da história neles. Nossa, lindo, lindo, lindo, a menininha que tava do meu lado até cutucou a mãe dela perguntando se eu tava bem de tanta lágrima e soluço e sorriso e amor que rolou!

Disney On ice - Mundos Fantásticos

Disney On ice - Mundos Fantásticos

E pra fechar tem o clássico “gran finale” em que todos os casais entram pra dançar juntos e nessa hora fiquei morrendo de medo de colocarem a Anna junto com o Kristoff e a coitada da Elsa ter que dançar com o Olaf, mas NÃO, a Disney sabe fazer seu trabalho direitinho e as duas ficaram juntinhas o tempo todo rodopiando e abraçando, lindeza demais! Ai, faltam até palavras, gente, eita universo maravilhoso que consegue fazer a gente ficar com os olhos brilhando mesmo com as histórias que já sabe de cor e, claro, esperando por mais um round de magia no ano que vem!

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