Mas… Você brinca de boneca?

Em 15.11.2016   Arquivado em Dolls

Quando eu era criança passava uma parte muito significativa do meu tempo brincando de Barbie, era minha atividade favorita na vida sem sombra de dúvidas, e isso se estendeu pelo início da adolescência também, na fase clássica de ter vergonha de admitir isso pras minhas amigas. “Essa vai ser sua última boneca, Lulu!” foi uma frase que minha mãe me disse várias vezes nesse período, porque ao mesmo tempo que ela tinha medo de que eu continuasse muito “infantil” não queria me poupar do que eu mais gostava quando pudesse, e não poupou. Mesmo depois que eu cresci e parei de realmente brincar, ou seja, sentar no chão e criar histórias com elas, isso continuou sendo recorrente, até meu presente por ter passado no vestibular foi uma Barbie, a “Princesa Luciana”, porque tinha meu nome e tudo mais. Pouco tempo depois eu comecei a colecionar Pullips e similares e isso qualquer um que me conhece um pouquinho sabe, elas são parte frequente na minha vida que faço questão de não esconder e viver intensamente, vira e meche posto foto das danadas ou mesmo das miniaturas que “complementam” esse universo delas. Já são 7 anos disso, 7 anos sem receio de admitir que bonecas em escala 1/6 de vários tipos são uma grande paixão minha, e desde o início eu já perdi as contas de quantas vezes eu tive que explicar que aquilo não me fazia mal, que eu não sou louca frustrada com a vida, que nos nossos encontros ninguém senta pra fazer chazinho “mamãe e filhinha” (e se fizesse também, hunf, azar o nosso!), que é um hobby como qualquer outro. Perdi as contas de quantas vezes tive que escutar, mesmo que a pessoa tivesse completamente encantada com elas, essa típica pergunta que quem faz até sente medo da resposta: “Mas, no final das contas, você AINDA brinca de boneca? É isso mesmo?”.

Você brinca de boneca?

É engraçado porque os “costumes infantis” que a sociedade julga ser “de menino” que são mantidos todo mundo lida como se fosse normal, mas os “de menina” não. Na minha cabeça a separação não devia existir, qualquer criança poderia brincar do que quisesse, mas na vida real ainda existe esse tipo de direcionamento, e o tempo que é aceitável continuar gostando da coisa também é diferente. O menino crescer e continuar gostando de futebol, video game, carros e afins tudo bem, é normal, conheço vários homens que colecionam miniatura, Lego, aeromodelos, action figures, toy art, a lista é tão extensa que nem vale a pena continuar. Mas e se a menina continua gostando de bonecas? Ah, aí é um problema! É ridículo, ela já passou da idade, devia estar pensando em namorar ou algo assim, vê se pode uma marmanja gastando dinheiro com uma coisa dessa, não tem louça pra lavar não? Eu já cheguei no ponto de ouvir da boca de parentes que COLECIONAM CARRINHOS que isso não era legal. E apesar de estar absolutamente nem aí para a opinião dessa gente ainda assim eu me questiono POR QUE não é legal? Em que momento minhas bonecas feriram a integridade de alguém? De que maneira o fato de eu comprar vestidos pra elas, e não para mim, ofendeu tão profundamente as pessoas? “Você tem dinheiro suficiente nessas bonecas pra comprar uma moto”, e de que isso adianta se foi ao gastar com elas que fiquei feliz? Alguém consegue, por favor, me explicar isso?

Eis que esse domingo minha mãe me chamou correndo para assistir televisão com ela porque estava passando uma matéria sobre o assunto na Record, que fiz questão de assistir inteira. O resultado? Bom, de acordo com o que vi ali nós somos loucas desequilibradas, vivemos fora da realidade, precisamos de apoio psicológico ou psiquiátrico e temos “falta de criança”. E como se não fosse ruim o suficiente esse preconceito externo nos julgando rolou o interno também: as próprias colecionadoras de bonecas menores ficaram ofendidas por terem sido colocadas no mesmo “patamar” de um casal que trata suas reborns, que são bebês super convincentes em tamanho real, como se fossem seus filhos. Gente, é sério isso? Ok, algumas coisas eu pessoalmente não acho legal, assim como em todos os assuntos da vida, mas quem sou eu, vocês ou mesmo um canal de televisão para julgar como as pessoas vivem ou deixam de viver sem causar nenhum mal a ninguém? Por favor, é diante de situações assim que nós devemos nos juntar para dar força e mostrar a todos que o que nos faz bem é única e exclusivamente da nossa conta! Isso me fez perceber que o preconceito é tão grande que até quem sofre com ele pode sentir, às vezes.

E quer saber a resposta pra tal pergunta tão repetida? Eu brinco de boneca SIM! Pode não ser da maneira “tradicional” com a qual brincava quando ainda era uma mini Luly, mas dou nomes a elas, deixo que elas ganhem sua personalidade, adoro criar histórias, me divirto HORRORES fotografado essas cabeçudas e outro dia eu e uma amiga que “arrastei” pra esse mundo comemoramos o aniversário do Reginald, Isul que ela me deu de presente, com bolo e muita risada, só pra curtir mesmo. Isso não me impede de trabalhar, estudar, ter uma vida saudável e nem de me relacionar com as pessoas, pelo contrário! Muitos dos grandes amigos que tenho hoje conheci foi por causa delas, mesmo que beeeeem indiretamente, então o resultado final foi totalmente positivo, e vai continuar sendo! E se ainda assim rolar a encheção de saco a gente apela pro clássico “quem gasta dinheiro com isso sou eu, e não você” e sai sorrindo bem prontinha pra continuar amando e se encantando com foto de outros colecionadores nas internets da vida, porque eita atividade gostosa que lava a alma e inspira!

O “Dia do Amor” – pra quem mesmo?

Em 12.06.2016   Arquivado em Escrevendo

Longe de mim criticar uma data comemorativa tão linda quanto o “Dia dos Namorados”. Não, eu não sou contra esse dia. Sei que é puramente comercial, sei que foi criado para as pessoas terem (mais um) presente pra comprar, sei que quem tá solteiro muitas vezes detesta ter que lidar com os corações pendurados na parede quando sai pra qualquer lugar pra tomar um drink. Sei disso tudo, sei de muito mais e ainda assim acho legal que exista uma data especial para celebrar em voz alta com alguém que se ama de verdade, um “Dia do Amor”. Mas ainda assim não dá pra não pensar: amor pra quem? Amor AONDE? Quanta gente, que namora ou não, pode dizer, pros outros ou pra si mesmo, que não teve um FELIZ dia dos namorados?

Quantas pessoas têm sua foto de casal postada na página do Facebook do companheiro com uma legenda que indica respeito, carinho e admiração, mas sofre em todos os outros 364 dias do ano tendo que viver nesse relacionamento que lá no fundo é abusivo? Por trás daquele sorriso, do buquê de flores e do “Te amo” que nos faz curtir a foto com os olhos brilhando muitas vezes tem agressões (não só físicas, gente, agressão pode ser verbal também!), alfinetadas, descaso e desgaste. As pessoas que praticam esse tipo de coisa nunca vêm com uma placa na testa indicando suas ações e as que sofrem muito menos, na maioria das vezes é justamente aquele casal que você menos imagina que tem esse tipo de problema. E nem vem dizer que só passa por isso quem quer, hein! A gente nunca sabe o que leva o outro a continuar ali, não dá pra julgar…

E quantos outros sequer podem expressar seu amor, mesmo aquele saudável, por causa do preconceito, da intolerância. A cada ano uma nova empresa lança sua propaganda cheia de representatividade e casais homossexuais, e pra cada uma delas uma legião de ódio que vai contra uma coisa tão linda e tão simples que é gostar de alguém. Que mundo é esse onde estar de mãos dadas e beijos apaixonados podem terminar em violência, em dor, em lágrimas que passam longe de ser de alegria? Como pode ao mesmo tempo que uns são aplaudidos por tornar seu sentimento público, outros tantos são recriminados por isso? Cinquenta jovens em uma boate numa noite, outros milhares todos os dias, atos hediondos que conseguem ficar ainda pior (sim, é possível) ao receber o APOIO de quem não tem um pingo de empatia e bondade no coração.

Gente que seca, gente que despreza, gente que ofende, gente que odeia. Odeia o que não é igual a ele, odeia o que sua mente limitada não é capaz de aceitar, odeia sem saber o motivo real por trás desse ódio que não faz sentido nenhum. É essa gente que, no fundo, não pode ter um feliz dia dos namorados ou mesmo um feliz dia qualquer… Só não percebeu ainda. A você que não pode celebrar o amor hoje: eu sinto muito, mas não desanima, não! Estamos aqui de braços estendidos e coração aberto para tentar tornar esse mundo cada vez melhor pra todos nós. E a você que felizmente pode: transmita essa alegria também tendo compaixão, tendo amor não só a quem te ama de volta, mas também ao próximo! É mais fácil do que você imagina, juro juradinho, e faz um bem que não tem como descrever o tamanho!

diadosnamorados Foto: Sciene For All

Esse desabafo não estava planejado e sequer ficou da maneira que eu desejava, mas foi impossível não ter que tirar pra fora a tristeza profunda que estou sentindo ao ler as notícias hoje, um dia que deveria ser tão bonito mas que amanheceu sangrento, como o mundo vem sendo não só nos últimos tempos, mas desde sempre.

A triste história da profissão que não foi regulamentada

Em 24.09.2013   Arquivado em Conservação-Restauração

Eu já narrei inúmeras vezes aqui como eu fui acabar caindo de paraquedas no curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis da UFMG. De cara eu confesso que não queria, que só entrei no curso para entrar na universidade e me mandar dele assim que tivesse a oportunidade, eu nem imaginava do que se tratava direito. Mas passei, entrei e, quando vi, eu não estava mais preocupada quando abriria o curso de Design por lá pra mudar: percebi que estava gostando, que estava aproveitando, que estava amando, eu vi que eu podia transformar aquilo em um sonho e já estava caminhando para torná-lo realidade.
Logo no primeiro semestre nós tivemos aula de Ética com uma professora que sempre adorei e, mais tarde, passei a adorar ainda mais quando ela se tornou minha orientadora do TCC. Mas não vamos passar o carro na frente dos bois: vamos focar na matéria em questão. Eu estava ali, cruazinha e adolescentezinha, sem entender nada da vida e essa matéria me fez cair na real um pouco sobre como o mundo dos adultos funcionava. Naquele momento eu descobri uma coisa que nunca tinha imaginado, que nunca nem tinha parado pra pensar: eu descobri que tinham profissões que ainda nem eram regulamentadas! E pior, descobri também que todas aquelas pelas quais eu tinha (e ainda tenho) afinidade são assim. Quer piorar mais um pouco? Pois lá vai: a profissão para a qual eu estava me graduando era uma delas.

Mas afinal de contas, o que significa dizer que uma profissão não é regulamentada?
Segundo o Léxico (acesso no dia 22/09/13 às 23:28) “regulamentar” significa “Fazer regulamento a, sujeitar a regulamento; regular (…) Relativo a regulamento.”. Ou seja: uma profissão não regulamentada é o contrário disso: não está sujeita a um regulamento ou norma. Em alguns casos isso pode ser bom? Sim. Mas em outros é um Deus nos acuda.

Quando a disciplina de ética terminou, nós já havíamos discutido isso o bastante para eu entender que a coisa não seria fácil. Existiam projetos de lei circulando por ai, mas o interesse político nem sempre caminha ao lado do interesse daqueles que realmente importam na situação. A medida que o assunto vinha sendo discutido ao longo dos cinco anos que permaneci na faculdade eu ia entrando cada vez mais em desespero e perdendo todas as minhas esperanças. Eu já tinha decidido que era aquilo que eu queria ser. E, olha, sinceramente: até que eu faço direitinho! Não sou perfeita e estou longe de saber tudo na vida, longe de ser a melhor (mesmo porque já convivi diretamente com muita gente melhor do que eu) mas, verdade seja dita, bem feito fica! Aliás, não somente bem feito, mas feito com amor, feito com carinho e, acima de tudo, feito com conhecimento e ética. No fim das contas o meu problema não seria fazer as coisas, seria pior: ONDE FAZER? Onde, quando, com quem? Com que dinheiro? E ainda COMO fazer? Porque logo de cara, ainda longe de ser adulta, eu me vi “lançada” no mercado de trabalho ainda como estagiária e foi quando eu vi na prática o que já tinham me falado tantas vezes na faculdade. Eu vi que tava tudo errado.
E sabe o que é pior? Ninguém se importa pelo fato de estar tudo errado. E nós tivemos uma prova disso essa semana. Depois de percorrer um longo caminho o Projeto de Lei 4042/2008 finalmente chegou nas mãos da Presisente Dilma ainda esse mês. E foi vetado. Sim, minha profissão continua sem ser regulamentada. O argumento é que a falta da formação não trás danos à sociedade. E é isso que eu vim aqui mostrar pra vocês que é mentira. E é isso que eu quero PROVAR que é mentira. Lembra que eu falei ali em cima que eu vi que tava tudo errado? Pois é: eu vou contar para vocês o que vi!

Eu já fui em visitas em igrejas ainda durante a faculdade e cheguei perto para ver o quão porca era a reintegração cromática feita em cima de douramentos, e feita por empresas grandes e respeitadas. E olha, vou contar um segredo pra vocês: esse ainda é meu grande defeito, a tal da reintegração. Mas ainda assim sei fazer melhor que aquilo, acreditem.
Eu já trabalhei como estagiária alimentando Banco de Dados no Excel enquanto estudantes de cursos de licenciatura naaaada relacionados a conservação e restauração trabalhavam no laboratório de restauração daquele mesmo lugar.
Eu já vi gente enfiando o balde que deveria encher de água deionizada dentro do galão onde estava a mesma achando que estava economizando tempo, quando na verdade estava contaminando aquela água devolvendo para ela todos os íons e impurezas do balde.
Eu já vi colas e adesivos mais absurdos sendo utilizados para encadernação de conservação, deixando a lombada do livro toda dura e arriscando aquelas páginas de quebrarem, ao invés de torna-lo maleável.
Eu já tentei explicar por que uma, duas, dez, várias coisas não devem ser feitas pois prejudicaria a obra a ser restaurada e tive que ouvir pessoas chamando aquilo de “minúcia” e “preciosismo”.
Eu já vi jovens aprendizes sendo contratados para trabalhos de restauração simplesmente por ser uma mão de obra barata, mesmo sem saber nada sobre o assunto. E depois saiam de lá afirmando ter muita experiência.
Já vi outras pessoas que nunca estudaram nada do gênero falarem que têm experiência também por causa de seis meses de estágio. E depois ir lá e demonstrar conhecimento zero.
E sabe o que é pior? Eu já tive que ouvir muitas vezes, incontáveis vezes, que eu estou no caminho perdedor, que eu não posso continuar QUERENDO ser pobre a vida inteira: que eu escolhi e continuo escolhendo errado.

Pois eu digo agora: eu escolhi certo. Eu continuo escolhendo certo. Porque eu posso não interferir naquilo que causa danos à sociedade, mas e à história dela? E ao patrimônio? Deixá-lo aí, nas mãos de situações que descrevi acima, não é um dano à NOSSA MEMÓRIA? Por que, me digam, os cinco anos que eu passei dentro da faculdade são inferiores aos cinco anos que tantas pessoas em cursos “melhores” de profissões regulamentadas passam? Porque foi feito com gosto, não com ambição? Não, isso não é ruim: isso tem que ser é valorizado.
Por isso é hora de lotar as caixas de e-mail, é hora de “xingar muito no Twitter”, é hora de não ficar calado, é hora que querer a regulamentação da profissão de conservadores-restauradores. E a de vocês também, que exercem tantas outras profissões, que lutaram e estudaram por isso e amam o que fazem e merecem ser reconhecidos como tal!

Carta ao Cabelo

Em 16.01.2013   Arquivado em Escrevendo

Belo Horizonte, 16 de janeiro de 2013.
Querido cabelo,
não é de hoje que estamos juntos, você e eu, convivendo diariamente e tendo um que se adequar ás loucuras do outro. Digo “não é de hoje” mas a verdade é que desde sempre você esteve aí em cima, me deixando mais bonita (ou não). Mas dessa vez eu resolvi que era hora de rolar um bate-papo entre nós dois e resolvi escrever esse monólogo pra ver se, como resposta, você não tenta segurar sua onda… Ou as raízes!!
A questão, cabelo meu, é que minha cabelereira veio falar comigo. Não quis te dedurar não, ela fala pro nosso bem. Eu sei o quanto você gosta dela, que te deixa pretinho, lisinho, brilhante e macio, e ela também gosta d’a gente, então veio me falar que você tava caindo demais. A verdade é, cabelo, que ela se enganou. Cair eu sei que você cai, eu me acostumei com isso. Mas agora você tem é DESPENCADO aí de cima. Olha, eu nunca liguei pra isso porque sei que tem fio demais, nunca vi igual, mas é que já torrou minha paciência, né? Todo dia alguém tirando fios de cabelo da minha blusa, jaleco, travesseiro, até da mesa onde fiz prova essa semana.
Eu sei que, no fundo, eu tenho uma parcela de culpa. Não é só você que tem reclamado não. As unhas, suas amigas, estão quebrando das maneiras mais estranhas que já vi. Pra não falar da tal da alergia que já vem me torrando o saco e não vejo a hora de me livrar dela. Eu sei que tem muita coisa andando errado por aqui, mas nós somos um organismo, todos juntos (literalmente), e vocês precisam me ajudar.
Mas a culpa, sabe, é do nosso chefão, o tal do cérebro. Tem uma parte dele, aquela que veste de roupa branca e preza pela nossa saúde, que sempre me diz para eu não me sobrecarregar denovo. Mas o problema é que a maior parte, aquela onde fica a arrogância, sempre me diz: faz. Não importa o que, ele tá lá me dando força pra fazer. Matéria junto com TCC? Faz! Deixar coisas pra última hora? Faz! Prestar vestibular junto com formatura? Faz! Faz, faz, faz, sai fazendo de tudo sem pensar nas consequencias no final. E eu vou lá e faço, porque, no final das contas, é ela que manda em você, em mim e em todos nós, partes de mim.
Mas, vamos lá, cabelinho. Não precisa ficar tentando suicídio assim. Segura as pontas aí que logo a gente tá livre de toda essa complicação em que eu coloquei todos nós e estaremos firmes e fortes pra algumas outras que ainda estão por vir. Porque você me conhece tão bem quanto eu mesma e sabe que eu não tomo juízo: adoro caçar sarna pra me coçar!!
Um beijo, e continue me amando porque eu te amo muito =D
Luly

#ribbonday

Tédio e Saudades

Em 19.01.2008   Arquivado em Cotidiano

Hello!!

* Voltei… Antes mesmo do que eu planejava, mas tudo bem… Mais uma vez obrigadíssima pelos comentários, meu amores, vou responder um por um com muito amor e carinho, viu?? Fiquei feliz que as pessoas tenham gostado do layout, porque eu adorei ele muitão!! Bom, vamos aos fatos!!
* Sim, estou no tédio!! Que meleca, viu… Esses dias eu só fico no computador e sem ânimo nenhum pro novo layout do Expresso Rosa, mas quero postar lá, tô quase postando no lay atual. Tipo, tenho ânimo pra fazer coisas free e até fiz algumas, mas o layout em si vai me dar um trabalho, aí tô adiando… Shame on me!! Esses dias nem The Sims 2 eu joguei, tô desanimada pra tudo que eu mais queria fazer nas férias e que mais senti saudades quando tava estudando, não sei o que tá acontecendo comigo…
* Acho que me problema chama-se SAUDADES!! Tô com saudades do colégio, das gracinhas do Portuga, de sentar em trio pra fazer exercício de história, dos meus professores ferozes, de conversar com a Amiguinha, de abraçar as meninas, das gracinhas dos meninos…
Tô até com saudades do cursinho, de conversar com a Coleguinha usando as gírias dos nossos professores lindos e de comentar o “calor latente”…
Saudades de TODAS as minhas amigas… Nem a Amiguinha eu vejo mais. Saudades da Patiquinha que quase num veio aqui em casa na última vez que teve em BH, saudades do “Quarteto Fantástico”, saudades das minhas primas…
E saudades, muitas mesmo, do Gugui… tenho muita vontade de ligar pra ele todos os dias, mas não quero contamina-lo com essa minha pseudo-depressão. Apesar de que ele me anima… Eu vou deixar pra ligar durante essa semana.
* Desculpem-me por esse post-desabafante, mas eu precisava soltar isso de forma global e o blog é a melhor maneira de fazer isso!! Nem vou poder falar mais coisas, primeiro porque num tem o que falar, segundo porque tenho que dormir porque tenho prova da Uni amanhã… Quando eu acho que acabaram essas melecas desses vestibulares enfiam mais um na minha vida…
Aé, gentem, quase esqueci!! Eu tô com a segunda edição do Concurso Power Rox – PARTICIPEM!!

Concurso Power Rox

É isso… Hoje eu nem vou mandar beijo porque senão sai veneno… Desculpa mesmo por toda essa deprezinha, juro que no próximo post seria aquela Lulynha FELIZ, ALEGRE, SORRIDENTE, SALTITANTE E FEROZ que sempre sou… Luv Ya, bye!! =*

Bjus!!

Ouvindo: Honey, Honey – Abba (o que, sinceramente, num contribui nadinha pra melhora do meu humor)

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