A triste história da profissão que não foi regulamentada

Em 24.09.2013   Arquivado em Conservação-Restauração

Eu já narrei inúmeras vezes aqui como eu fui acabar caindo de paraquedas no curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis da UFMG. De cara eu confesso que não queria, que só entrei no curso para entrar na universidade e me mandar dele assim que tivesse a oportunidade, eu nem imaginava do que se tratava direito. Mas passei, entrei e, quando vi, eu não estava mais preocupada quando abriria o curso de Design por lá pra mudar: percebi que estava gostando, que estava aproveitando, que estava amando, eu vi que eu podia transformar aquilo em um sonho e já estava caminhando para torná-lo realidade.
Logo no primeiro semestre nós tivemos aula de Ética com uma professora que sempre adorei e, mais tarde, passei a adorar ainda mais quando ela se tornou minha orientadora do TCC. Mas não vamos passar o carro na frente dos bois: vamos focar na matéria em questão. Eu estava ali, cruazinha e adolescentezinha, sem entender nada da vida e essa matéria me fez cair na real um pouco sobre como o mundo dos adultos funcionava. Naquele momento eu descobri uma coisa que nunca tinha imaginado, que nunca nem tinha parado pra pensar: eu descobri que tinham profissões que ainda nem eram regulamentadas! E pior, descobri também que todas aquelas pelas quais eu tinha (e ainda tenho) afinidade são assim. Quer piorar mais um pouco? Pois lá vai: a profissão para a qual eu estava me graduando era uma delas.

Mas afinal de contas, o que significa dizer que uma profissão não é regulamentada?
Segundo o Léxico (acesso no dia 22/09/13 às 23:28) “regulamentar” significa “Fazer regulamento a, sujeitar a regulamento; regular (…) Relativo a regulamento.”. Ou seja: uma profissão não regulamentada é o contrário disso: não está sujeita a um regulamento ou norma. Em alguns casos isso pode ser bom? Sim. Mas em outros é um Deus nos acuda.

Quando a disciplina de ética terminou, nós já havíamos discutido isso o bastante para eu entender que a coisa não seria fácil. Existiam projetos de lei circulando por ai, mas o interesse político nem sempre caminha ao lado do interesse daqueles que realmente importam na situação. A medida que o assunto vinha sendo discutido ao longo dos cinco anos que permaneci na faculdade eu ia entrando cada vez mais em desespero e perdendo todas as minhas esperanças. Eu já tinha decidido que era aquilo que eu queria ser. E, olha, sinceramente: até que eu faço direitinho! Não sou perfeita e estou longe de saber tudo na vida, longe de ser a melhor (mesmo porque já convivi diretamente com muita gente melhor do que eu) mas, verdade seja dita, bem feito fica! Aliás, não somente bem feito, mas feito com amor, feito com carinho e, acima de tudo, feito com conhecimento e ética. No fim das contas o meu problema não seria fazer as coisas, seria pior: ONDE FAZER? Onde, quando, com quem? Com que dinheiro? E ainda COMO fazer? Porque logo de cara, ainda longe de ser adulta, eu me vi “lançada” no mercado de trabalho ainda como estagiária e foi quando eu vi na prática o que já tinham me falado tantas vezes na faculdade. Eu vi que tava tudo errado.
E sabe o que é pior? Ninguém se importa pelo fato de estar tudo errado. E nós tivemos uma prova disso essa semana. Depois de percorrer um longo caminho o Projeto de Lei 4042/2008 finalmente chegou nas mãos da Presisente Dilma ainda esse mês. E foi vetado. Sim, minha profissão continua sem ser regulamentada. O argumento é que a falta da formação não trás danos à sociedade. E é isso que eu vim aqui mostrar pra vocês que é mentira. E é isso que eu quero PROVAR que é mentira. Lembra que eu falei ali em cima que eu vi que tava tudo errado? Pois é: eu vou contar para vocês o que vi!

Eu já fui em visitas em igrejas ainda durante a faculdade e cheguei perto para ver o quão porca era a reintegração cromática feita em cima de douramentos, e feita por empresas grandes e respeitadas. E olha, vou contar um segredo pra vocês: esse ainda é meu grande defeito, a tal da reintegração. Mas ainda assim sei fazer melhor que aquilo, acreditem.
Eu já trabalhei como estagiária alimentando Banco de Dados no Excel enquanto estudantes de cursos de licenciatura naaaada relacionados a conservação e restauração trabalhavam no laboratório de restauração daquele mesmo lugar.
Eu já vi gente enfiando o balde que deveria encher de água deionizada dentro do galão onde estava a mesma achando que estava economizando tempo, quando na verdade estava contaminando aquela água devolvendo para ela todos os íons e impurezas do balde.
Eu já vi colas e adesivos mais absurdos sendo utilizados para encadernação de conservação, deixando a lombada do livro toda dura e arriscando aquelas páginas de quebrarem, ao invés de torna-lo maleável.
Eu já tentei explicar por que uma, duas, dez, várias coisas não devem ser feitas pois prejudicaria a obra a ser restaurada e tive que ouvir pessoas chamando aquilo de “minúcia” e “preciosismo”.
Eu já vi jovens aprendizes sendo contratados para trabalhos de restauração simplesmente por ser uma mão de obra barata, mesmo sem saber nada sobre o assunto. E depois saiam de lá afirmando ter muita experiência.
Já vi outras pessoas que nunca estudaram nada do gênero falarem que têm experiência também por causa de seis meses de estágio. E depois ir lá e demonstrar conhecimento zero.
E sabe o que é pior? Eu já tive que ouvir muitas vezes, incontáveis vezes, que eu estou no caminho perdedor, que eu não posso continuar QUERENDO ser pobre a vida inteira: que eu escolhi e continuo escolhendo errado.

Pois eu digo agora: eu escolhi certo. Eu continuo escolhendo certo. Porque eu posso não interferir naquilo que causa danos à sociedade, mas e à história dela? E ao patrimônio? Deixá-lo aí, nas mãos de situações que descrevi acima, não é um dano à NOSSA MEMÓRIA? Por que, me digam, os cinco anos que eu passei dentro da faculdade são inferiores aos cinco anos que tantas pessoas em cursos “melhores” de profissões regulamentadas passam? Porque foi feito com gosto, não com ambição? Não, isso não é ruim: isso tem que ser é valorizado.
Por isso é hora de lotar as caixas de e-mail, é hora de “xingar muito no Twitter”, é hora de não ficar calado, é hora que querer a regulamentação da profissão de conservadores-restauradores. E a de vocês também, que exercem tantas outras profissões, que lutaram e estudaram por isso e amam o que fazem e merecem ser reconhecidos como tal!

Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis

Em 12.04.2011   Arquivado em Conservação-Restauração

Sempre que alguém me pergunta “Você faz faculdade de que?” eu respiro beeeeeem fundo, dou um sorrisinho e digo, de uma vez só: “Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis”. E a resposta é quase sempre “O que é isso?”. Mas pra mim é tão óbvio… Porque o nome do curso é tão auto-explicativo, não deixa sombra de dúvidas. Isso é aprender a conservar e restaurar bens culturais móveis, oras!!
Eu poderia vir aqui e fazer um discursos sobre como sempre quis isso pra minha vida, que nasci pra esse curso e que é a realização do meu maior sonho. Mas seria uma mentira deslavada. Quando fiz vestibular, na verdade, eu estava tentando Design Gráfico, e cheguei a passar em todas as faculdades particulares que tentei. Mas na UEMG, que era a única pública, eu não passei. Mas também, minha gente, 30 candidatos por vaga não é mole. Mas enfim, foco. Na época do vestibular eu não tinha feito inscrição pra UFMG, pois não tinha meu curso. Foi quando minha professora de química do colégio veio me falar que lá abririam vááááários novos cursos num futuro próximo, design entre eles. E que tinha sido aberto um novo edital pra mais nova graduação deles, de Restauração, que antes era pós. E ela me indicou que seria uma boa eu tentar.
E aí, meio sem querer, eu tentei. E SUPER sem querer eu passei!! Achei sacanagem obrigar meus pais a pagarem faculdade e fui fundo, achando que de duas uma: ou largaria pra tentar Design Gráfico mesmo, ou mudaria de curso quando o da UFMG de Design “surgisse”. Mas os planos deram errado porque ao longo do tempo eu me apaixonei por essa profissão maravilhosa que apareceu assim na minha vida!

Eu sempre gostei de arte, isso não tem como negar. E admirava sempre que via uma obra qualquer em restauração, mas nunca passou na minha cabeça como aquilo funcionava. Só depois que passei no vestibular, muito a contra-gosto, passei a pesquisar sobre isso e posso dizer para vocês que é maravilhoso, mas não é simples como parece. Ninguém tá ali pra pintar santinho que tá “feinho”. É uma prática altamente interdisciplinar que envolve muito estudo em história da arte, iconografia e símbolos, química, biologia, ética, conceitos “específicos” e, claro, técnica. É pensar sempre lembrando como cada caso é um caso, tentar fazer o melhor no processo de restauração para que ele não se torne um processo de “falsificação”, saber quando preservar, conservar e restaurar. E acreditem em mim: tem muita diferença entre esses três verbos.
A gente vê entrevistas com restauradores diariamente na televisão, ainda mais aqui em Minas Gerais, e sempre mostra a profissão com um lado meio “glamuroso”. Se as pessoas vissem como é na real iam assustar, esse lado que é mostrado não existe.

A minha turma foi a 1ª de graduação na área do país e esse é nosso último ano… Ou pelo menos era, porque muitos dos meus colegas vão continuar estudando para poder seguir nosso foco e ainda pegar um pouquinho de cada um dos “percursos” que a UFMG oferece: Pintura, Escultura em Madeira, Papel e Conservação Preventiva. Eu mesma só vou formar no que vem, com muito orgulho do que faço e tendo que enfrentar MUITO preconceito tanto com desconhecidos como de gente da minha própria família. Foi duro ser a 1ª turma, a “Turma Teste”, e pra mim mais ainda porque só tinha 17 anos numa turma de gente mais velha do que eu, tive que mostrar na marra que não tava ali pra brincadeira, assim como todos nós tivemos que provar que não somos um bando de reclamões e que queremos formar direitinho. E depois de todas as melhoras posso dizer que o curso tá cada vez mais incrível.
E a minha escolha é o papel. Quando entrei sempre pensava que faria pintura e escultura, mas logo no 2º período queria restaurar papel. E essa vontade cresceu quando fiquei um ano fazendo estágio no Arquivo Público Mineiro e vi que é naquilo mesmo que mora meu coração. E se Deus quiser ano que vem vou voltar aqui no blog para contar pra vocês como foi minha defesa de TCC e depois dos rumos que vou tomar em diante. E se vocês quer ser restaurador, vaí aí minha dica: estuda muuuuuuuito porque a gente tem que aguentar uns probleminhas e problemões, mas vale a pena. E quem sabe não viramos coleguinhas de profissão??

conrestbencultmo

Alguns momentos marcantes dos últimos anos.. 1) Amiguinha me passando trote quando saiu o resultado da 2ª Etapa; 2) o dia em que limpamos ossos no MHNJB; 3) a viagem mais cansativa do curso; 4) Vi e eu – de azul – no APM preparando banho de documentos (isso existe, gente!!).

1 ano de APM!!

Em 01.06.2010   Arquivado em Conservação-Restauração

APM

– Hoje fazem 365 dias desde que vivi meu primeiro dia de estágio no Arquivo Público Mineiro e, consequentemente, o meu primeiro dia de trabalho de verdade da vida. Logo que fui contratada eu fiz um post aqui contando o quanto tava empolgada e o que faria lá. Mas eu não imaginava que a partir desse dia viveria os 365 dias mais “montanha russa” da minha vida, porque esse ano de estágio foi mais cheio de altos e baixos do que vocês podem imaginar. Vou fazer aqui uma cronologia de tudo o que já passei lá dentro para chegar onde hoje eu cheguei e, sinceramente, se pudesse não sairia NUNCA MAIS!!

– Junho/2009 – Fui contratada e trabalhei na sala de digitalização por dois meses virando as fichas que haviam sido digitalizadas para o Arquivo Hélio Gravatá.
– Julho/2009 – Com pouco mais de um mês de trabalho, no dia 10, ganhei uma festinha de aniversário de alguns dos meus colegas de MEGA SURPRESA!! Foi um dos dias mais especiais de todos e eu finalmente me senti “em casa” lá.
– Agosto/2009 – Na segunda semana terminei com as fichas e desci para o laboratório de restauração para, enfim, executar um trabalho na minha área. Pouco mais de uma semana depois o “sonho acabou”: me subiram para a digitalização denovo (supostamente até outubro) para trabalhar no preenchimento do banco de dados do Arquivo Hélio Gravatá.
– Setembro a dezembro/2009 – Peguei o jeito do Hélio Gravatá e minha produção era altíssima!! Nesse período o entra-e-sai de estagiários no Projeto fizeram com que eu me tornasse amiga de verdade de algumas pessoas lá dentro. O Projeto continuou até o fim de dezembro e não sabiam se ia realmente acabar ou não, então continuei lá.
– Dezembro/2009 – Um corte de estagiários realizado pelo CIEE fez com que tomassem medidas desesperadas. Para que eu continuasse com minha bolsa me colocaram na vaga de estagiária da biblioteca de lá, ou seja, meu sonho de mecher com restauração mesmo tava quase impossível e eu pensei em sair. Mas conversando com váááááááárias pessoas vi que era melhor ficar, pelo menos até conseguir outro estágio que eu gostasse tanto quanto gosto de lá.
– Janeiro/2010 – Tirei meus 15 dias de férias e mais 1 semana de atestado médico por causa da minha cirurgia no pé. Quando voltou o projeto do Arquivo Hélio Gravatá havia sido prorrogado e uma surpresa me esperava: eu não iria para a biblioteca ainda e ficaria no Projeto. Sendo assim fizemos o teste do funcionamento dessa nova fase, eu ajudei a Diretora a definir o que era melhor e pegamos firme.
– Março/2010 – A biblioteca estava terminado de ser re-organizada, então eu fiquei no meio-termo: quando ia de manhã ficava lá, quando ia à tarde voltava pro Projeto. Nesse mesmo mês fui informada que as estagiárias do laboratório tinham saído do Arquivo e que assim que minhas funções terminassem eu iria para lá. Foi o dia mais feliz que eu tive naquele lugar, porque eu sabia que era pra valer. E aí terminei minhas funções.
– Abril/2010 – Fiquei uma semana na restauração de fotografia para ter o que fazer até ir para o laboratório que estava uma BAGUNÇA!! Fiz uma faxina e dei uma organizada geral lá. Fiz também orçamentos de materiais que estavam faltando e etc.
– Maio/2010 – O trabalho no laboratório começou, finalmente. E minha colega queriida Virgynia, que também faz Conservação e Restauração, mas tá no 3º período (um ano abaixo de mim) foi para o laboratório também. Com nós duas lá tem gente pondo aquele lugar pra funcionar praticamente em todos os horários durante a semana e nós duas, finalmente, estamos restaurando papel, e era o que a gente queria desde o início.

– Aliás, é o que eu quero até o fim, porque descobri que papel definitivamente é o que quero para mim e é o que tô estudando na faculdade. O Arquivo se tornou mais do que o lugar que faz com que eu receba um salarinho no meio do mês: é um lugar onde eu aprendo muuuuuuuito e onde eu estou melhorando não só como pessoa, mas como restauradora!!
Tenho que agradecer a todos que estiveram comigo lá no último ano, em especial ao Bruno, a pessoa mais amor puro desse mundo, Elisa e Alessandra que sempre me colocam para cima como profissional, à nossa “piriguete” Poly (que tá saindo de lá, feia!!) que sabe o que é não trabalhar no que quer e à Virgynia, que faz meus dias naquele laboratório muuuuuuito mais divertidos.
Espero poder crescer muito mais no ano de estágio que ainda posso fazer por lá e depois disso, bem… Seja o que Deus quiser!!

(mas se Ele quiser fazer um milagre e me deixar ficar por lá eu aceeeeeeeeeito!!)

Fotos da Sala de Conservação e Restauração na Mostra de Profissões 2010

Em 02.05.2010   Arquivado em Conservação-Restauração

– Ano passado eu coloquei aqui em tamanho mini-mini as fotos da sala de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis na Mostra de Profissões, eram fotos “emprestadas” pela minha colega pra mostrar uma sala que eu nem tinha visitado!!
Mas esse ano eu fiquei lá dois dias trabalhando de noite e no último minuto do segundo dia “documentei” a sala inteiriiiiinha!!

– Nossa sala tava toda “dinâmica”, bem arrumada e bem explicada. Eram 5 alunos por turno, mais um professor e um bolsista!! Tinha gente sobrando pra mostar. Nós fizemos um “circuito” que apresentava os quatro percursos que podemos fazer no curso (pintura, escultura em madeira, conservação preventiva e papel), uma parte com exemplos de exames especiais, mesa central com alguns simulados que fizemos na sala de aula, um quadrinho sujinho pro povo brincar de limpar e uma TV enorme com vídeos de palestras e fotos das turmas!!

Mostra de Profissões UFMG 2010 - Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis Mostra de Profissões UFMG 2010 - Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis
Papel; Pintura

Mostra de Profissões UFMG 2010 - Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis Mostra de Profissões UFMG 2010 - Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis
Escultura em Madeira; Conservação Preventiva

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Mostra das Profissões UFMG – 2010

Em 23.04.2010   Arquivado em Conservação-Restauração

mostraprof2010

– De 28 a 30 de abril estará acontecendo a Mostra das Profissões UFMG 2010 no Campus Pampulha (e dia 06 de maio em Montes Claros).
Esse ano a Mostra conta com 75 cursos sendo exibidos para alunos de Ensino Médio e vestibulandos com o objetivo de ajudar na sua escolha e também mostrar o que é um ambiente acadêmico. Além disso os alunos terão acesso a informações sobre os novos cursos implantados pelo Reuni, que (segundo eles) amplia a universidade sem perder a qualidade.

“É importante entender que a Mostra é uma oportunidade para que você amplie suas perspectivas em relação à Universidade e aos vários campos profissionais, isso o auxiliará na escolha de uma área ou profissão.”

– O foco da Mostra são as minipalestras sobre os cursos que são dadas por professores da UFMG para apresentar o curso em questão, Elas duram de 30 a 40 minutos e acontecem nos três turnos. Mas no final das contas o que mais chama a atenção são as Salas Interativas, espaços permanentes onde alunos e professores têm contato direto com os vestibulandos e, sendo assim, podem apresentar melhor sobre o curso e responder dúvidas. Em muitas dessas salas são realizadas atividades interativas (física e música são incríveis), outras tem materiais e resultados usados pelos profissionais e umas poucas não tem praticamente nada, mas as que tem valem a pena!!
Se alguém aqui é de Belo Horizonte e tá pensando e passar lá, NÃO DEIXA de conferir a sala de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis, a gente vai levar muuuita coisa legal pro pessoal ver, inclusive alguns trabalhos que fizemos nas aulas e ficou como material didático e aparelhos usados para exames de obras.
E quem for mais tarde principalmente, porque eu vou estar de monitora lá (=D) pronta pra receber meus futuros calouros e colegas de profissão e mostrar como o curso é apaixonante!!

– Para ver horários das palestras e saber tudo sobre a Mostra visitem o site oficial, lá dá pra baixar o cronograma completo e ficar sabendo como agendar visitas para turmas grandes!! Mas quem quiser ir “sozinho” por também, é completamente gratuito.

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