Lookbook: Over Control

Em 11.12.2018   Arquivado em Moda

“Girl power” MESMO é sair por aí vestida com uma camiseta da sua heroína favorita, né? Quando a Lolja lançou na sua linha “Poderosíssimas” uma com ilustra da Jessica Jones eu PIREI completamente, fiquei querendo que nem louca! Ela é uma dessas heroínas pouco conhecidas que teve a chance de brilhar na sua própria série solo original Netflix, maravilhosa por sinal, ganhando muito mais reconhecimento e, por que não, inspirado meninas que gostam do universo geek e precisam TANTO de bons modelos femininos dentro do tema. E eis que na Black Friday minha irmã aproveitou pra comprar uma outra blusa que queria pra ela e acabou pedindo essa pra mim também, de presente! É LÓÓÓÓÓGICO que na primeira oportunidade que vi na minha frente já usei, fotografei e tá vindo pro meu Lookbook com todo carinho do mundo.

Lookbook: Over Control

Blusa: Lolja | Calça: s/m | Coturno: s/m | Jaqueta: Diotima | Colar: Colar Com Nome | + no Lookbook.nu

Essa arte foi feita pela maravilhosa Lorena Giostri, ilustradora responsável por outras duas estampas na mesma coleção. Eu adoro como ela usou maravilhosamente as cores roxa, que é característica da personagem e do seu principal vilão, e vermelho pra dar contraste. A frase “You Can’t Control Me Anymore” se refere ao fato de que a Jessica passou anos controlada pelo Homem Púrpura, não só realizando crimes por ele como também mantendo um relacionamento forçado, o que significa ter sido abusada inúmeras vezes. Eu vejo também como um recado a esse lado anti-patriarcado pelo qual ela luta depois de tudo, como se fosse um recado de todas as mulheres que não querem ser mais controladas pelas várias amarras nas quais a sociedade nos prende.

Pra combinar eu usei essa jaqueta preta só nas fotos mesmo, porque no dia em si tava MUITO QUENTE e não precisou… Mas é que ela me lembra demais a roupa padrão da Jessica na série e a mantenho aqui, mesmo sendo um pouco grande pra mim, porque um dia quero fazer cosplay dela – acho que vai ficar demais! O coturno foi pelo mesmo motivo, mas a calça bordô foi escolhida por ser um meio termo entre as cores da camisa. No fim das contas eu adorei! Coloquei esse colar super antigo com meu nome, mas depois pensei no quanto isso foi burro porque tenho um combinaria perfeitamente, de câmera fotográfica (tem look com ele aqui!), referência ao fato de que ela trabalha como detetive particular. Bom, fica a dica pra próxima vez…

Lookbook> Over Control

O batom é o Mrs. Mia Wallace, da Urban Decay

Essa maquiagem é legal também porque, ‘divinha, EU GRAVEI UM VÍDEO DELA! A qualidade não ficou lá uma maravilha, mas ao vivo tava LINDA DEMAIS! E como eu sou estabanada and zoada, o vídeo ficou divertido, tá lá no canal! No mais é isto, assistam Jessica Jones porque ela é INCRÍVEL!

Diálogo

Em 04.12.2018   Arquivado em Escrevendo

Diálogo

– Boa noite, tudo bom?

– Boa noite! Olha, você trabalha aqui?

– Aham…

– Ah, legal.

– …

– Nossa eu esqueci seu nome!

– Não tem problema…

– Mas e aí, e a faculdade? terminou?

– Não, troquei de curso. Termino agora em dezembro.

– Aquela sua amiga tá trabalhando lá na escola, lembra dela, a Ana?

– Claro que lembro, ela era minha amiga!

– …

– Eu vi que ela tá lá, no Facebook dela.

– Huuum… Valeu a pena aquele tanto de recuperação que dei nocês, né?

– Na verdade, não. Aqui, deu duzentos e vinte e cinco.

– Aqui, oh. Passa no débito mesmo…

– …

– Não conhecia essa boate, é nova?

– Não, já tem um ano e meio.

– Nossa, não conhecia. Você trabalha aqui tem muito tempo?

– Você quer sua via?

– Pode tirar, sim!

– Eu só trabalho aqui de vez em quando mesmo. Tá aqui, obrigada!

– ‘Brigado você, boa sorte aí!

– ‘Brigada!

– – – – –

– Quem era aquele cara?

– Professor de matemática…

– AQUELE que você sempre fala?

– AQUELE mesmo!!!

– Vixe!

Esse post foi inspirado nas propostas #12 e #136 do Creative Writing Prompts, que oferece mais de trezentas ideias legais para desenvolver sua escrita criativa. É o 24º entre os 30 que me propus a escrever até julho de 2020 e algumas das falas que estão nele são “baseadas em fatos reais”…

Millennium: A Garota na Teia de Aranha

Em 03.12.2018   Arquivado em Filmes

Millennium: A Garota na Teia de Aranha (The Girl in the Spider’s Web) *****
O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos Elenco: Claire Foy, Sverrir Gudnason, Sylvia Hoeks, Andreja Peji, Cameron Britton, Lakeith Stanfield, Stephen Merchant, Synnøve Macody Lund, Vicky Krieps
Direção: Fede Alvarez
Gênero: Drama, Ação
Duração: 115 min
Ano: 2018
Classificação: 16 anos
Sinopse: “A jovem hacker Lisbeth Salander (Claire Foy) e o jornalista Mikael Blomkvist (Sverrir Gudnason) se veem em meio à uma teia de corrupção, espionagem e intriga internacional, juntando forças para combater uma nova e terrível e ameaça.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: A Série Millennium do sueco Stieg Larsson é composta de três livros escritos pelo autor e outros dois por David Lagercrantz, que conseguiu os direitos autorais da obra após a morte de seu criador através de um convite da própria editora. Além de adaptações da trilogia original na Suécia, muito elogiadas, as versões hollywoodianas também chegaram aos cinemas nos últimos anos. O primeiro, “Os Homens que Não Amavam as Mulheres” saiu em 2011 e narra o início da história, baseado no primeiro romance de Larsson. Agora, porém, Lisbeth está de volta aos cinemas em um novo longa, dessa vez inspirado no livro que deu a Lagercrantz a oportunidade de continuar contando suas aventuras: A Garota na Teia de Aranha.

Lisbeth Salander é uma hacker que tem como objetivo defender e vingar mulheres de seus abusadores, seja esse abuso físico, psicológico ou sexual. Nesse contexto, vivendo sua vida reclusa de anti heroína, ela é contactada por Frans Balder, criador de um programa de computador chamado Firefall que dá acesso a um imenso arsenal bélico e está sob poder do governo dos EUA. Balder percebe o risco que seu programa traz e mesmo sendo o único com total capacidade de acessá-lo, não quer de modo algum que seja utilizado. Ao mesmo tempo, precisa proteger a si mesmo e ao filho, que é autista. Lisbeth consegue realizar o trabalho, mas é roubada logo em seguida, dando a si mesma a nova missão de recuperar o que foi tirado dela e de seu cliente. Para isso, ela conta com a ajuda de Mikael Blomkvist, com quem já viveu histórias passadas. O que ela não esperava era ter que reencontrar os fantasmas de sua infância no processo…

A Garota na Teia de Aranha

A Garota na Teia de Aranha: imagem via The Seattle Times

A primeira coisa que reparamos nessa nova adaptação de “Millennium” para os cinemas é a presença de Claire Foy como a nova Lisbeth. Depois de ficar marcada pelo público como a Rainha Elizabeth nas duas primeiras temporadas da série “The Crown”, é difícil enxerga-la de outra forma, PRINCIPALMENTE uma personagem tão visualmente diferente. A impressão que dá é que temos o rosto dela “recortado” e colocado no corpo de outra pessoa! Mas isso não significa que a atriz não dê conta do recado. Com sotaque forte e sempre expressiva na medida certa, ela traz a imagem solitária e alternativa de forma coerente. Já no caso de Gudnason como Mikael Blomkvist ficou um pouco mais difícil fazer a “leitura” do jornalista por parte das pessoas que, como eu, não leram ou assistiram mais nada da série. Ainda assim isso não parece ser culpa do ator ou mesmo do roteiro, já que de acordo com uma amiga minha que gosta da história (e assistiu comigo), esse é um livro onde ele, de fato, não tem tanta relevância quanto os outros.

No que diz respeito à ação, tem tudo o que o público pode querer! Alguns erros de coerência aqui e ali, claro, mas no geral explosões, tiros, perseguição e corridas de carro pra lá e pra cá acontecem o tempo todo, cada uma em seu momento específico. O drama fica por conta do reencontro da protagonista com seu passado, onde ela se vê num momento de lidar com razão e emoção à flor da pele, e na figura do filho de Balder, com quem acaba criando um rápido laço ao protegê-lo daqueles que estão atrás do programa de seu pai. Como adaptação, pelos comentários que li, parece fiel ao “grosso” da história, sem dar muita margem para uma continuação que poderia estar por vir, mas logicamente com seus erros de percurso. Por aqui, sendo apresentada à saga pela primeira vez, devo dizer que cumpre o que propõe no trailer (que eu já tinha visto antes de saber do que se tratava e me deixou SUPER curiosa) e na divulgação de um modo geral. Fiquei com vontade de assistir ao filme que foi lançado anteriormente, onde a temática principal dos livros de luta contra o abuso de mulheres é mais retratado, já que esse acaba envolvendo um pouco mais a máfia e a vida pessoal de Lisbeth.

Por fim, um adendo muito interessante que vale a pena reparar: os suecos dão MUITO valor para marcas nacionais, na vida deles isso é prioridade MESMO! Por esse motivo a gente vê a presença forte da Sony nos gadgets que estão em cena, como computadores, câmeras e celulares. Os carros também são, em grande parte, da Volvo, e é algo que não muda em nada no enredo em si, mas fica como curiosidade sobre a cultura do país onde a série nasceu!

Leia também: A Garota do Trem, filme com Emily Blunt que é uma aula sobre relacionamentos abusivos e gaslighting!

Trailer:

A Garota na Teia de Aranha: 8 de novembro nos cinemas

Então é natal… E o que o blog fez?

Em 02.12.2018   Arquivado em Blog

Eis que mais uma vez começa John Lennon a perguntar “Então é Natal… E o que você fez?”¹ para todos os lados e, é, eu não sei muito bem se sei responder a essa pergunta esse ano. A primeira coisa que vem à cabeça, aquela automática que a Luly Negativa insiste em acreditar, é “Nada!”, mas FELIZMENTE a Luly Positiva vem logo desmentir isso. (Essa é a especialidade dela, são inimigas mortais.) Porque na minha vida “aqui fora” eu passei muito tempo sem progredir ou regredir, mas também sem parar um segundo! Digamos que foi uma dança do caranguejo, de um lado pro outro, onde muita coisa deu errado (e põe “muita” nisso), mas tantas outras deram certo… Decidi um novo rumo a ser tomado na minha vida, organizei o evento que era meu sonho (foi maravilhoso!), comecei aprender a ficar calada quando é melhor e a falar sem pudores quando necessário, e pretendo melhorar nisso.

Mas aqui no blog esse foi, definitivamente, o melhor de todos os anos!

Então é natal...

O Sweet Luly completou 14 anos no ar em junho, e fez jus ao fato de que esse é meu número favorito! Junto com minha lojinha, eu consegui fazer dele uma fonte de renda que não só se mantém no ar (que sempre foi meu objetivo), mas também começou a me trazer alguns bons lucros. Recebi coisas incríveis de marcas incríveis, conheci outros blogs e, consequentemente seus respectivos blogueiros, que entraram pra ficar na lista de queridinhos, finalmente coloquei meu Midia Kit no ar. No canal do Youtube só tive 4 meses de constância, mas minha edição melhorou muito e consegui não só definir novos rumos que quero dar pra ele em 2019, como também tive alguns que foram ao ar nesse tema e me encheram muito de orgulho. E, provavelmente minha parte favorita, através de ações de divulgação e pré estreia de filmes para as quais fui convidada (e outras idas ao cinema pagas com meus amados Dotz), escrevi posts sobre filme que chegaram no meu ideal de qualidade! Esse assunto se tornou muito frequente aqui e meus olhos se enchem de amor quando, nos comentários, aparece alguém dizendo que gostou, que tá excelente, que mal pode esperar pela próxima ou pelo minha opinião em outro filme específico. Isso fez com que eu me apaixonasse tanto por resenhar a sétima arte que pretendo aumentar ainda mais esse fluxo daqui pra frente.

Quem diria, a menina que uns anos atrás postava um único parágrafo sobre o filme que viu, tecendo apenas comentários vazios… Crescimento é tudo, né?

E já que na sétima tá indo tudo de vento em polpa, é hora de investir nas outras artes, não é mesmo? Minha meta de vida de estudar (e, se tudo der certo, ENSINAR) História da Arte fez reacender em mim o amor por arte plásticas que sempre tive, tanto que me fez ter essa área como a única na qual me vejo realmente trabalhando, seja restaurando ou o que mais vier. Eu quero, quero muito, produzir bons textos sobre arte pra cá, apresentando artistas, estilos, técnicas, exposições e tudo mais o que eu puder. Já comecei, beeem devagarzinho, a fazer isso nos Stories do meu Instagram, e receptividade foi enorme (yey!), então espero que aqui, no meu lugar favorito no mundo, seja assim também. Alguns outros, maiores, estou guardando pra transformar em publicações acadêmicas, mas nem só de textos sérios a gente vive, e na minha vida, confesso, quanto mais informal, mais “conversinha” for, melhor. Ah, como a Luly de 10 anos atrás ficaria orgulhosa se visse isso acontecer, porque já era uma vontade, só faltou a maturidade pra fazer acontecer. De certa forma, ainda bem!

(Mas fica só como meta pós-virada mesmo, depois do Natal, porque estamos em pleno BLOGMAS, pela segunda vez e como sempre atrasada, hahahaha!)

Esse texto é resultado do Desafio Surpresa United Blogs, onde formos perguntadas qual eram as três principais metas para o blog em 2019. Após responder, fomos desafiadas a fazer um post falando sobre uma ou mais delas, e minha terceira foi “Escrever posts bons sobre arte”!

¹ John Lennon & Yoko Ono. Happy Xmas (War Is Over). Nova York: Apple Records, 1971. Single.

Ano novo, telefone novo!

Em 01.12.2018   Arquivado em Publicidade

Se teve uma coisa que fez meu 2018 MUITO MELHOR como produtora de conteúdo, foi a oportunidade de ter trocado de celular nessa última virada de ano. Já comecei o novo ciclo com uma câmera potente pra produzir vídeos e fotos, mais espaço de armazenamento pra essas coisas e, claro, tecnologia que aceitava uma gama maior de aplicativos e roda melhor os que eu já tinha, ou poderia ter. Porém, a gente já sabe, investir em gadgets de qualidade É CARO, principalmente aqui no Brasil onde temos impostos altíssimos! Por isso uma solução econômica (e, de certa forma, até mesmo mais ecológica) é comprar celulares usados em bom estado, até mesmo semi novos, em lojas confiáveis onde o produto vem com garantia, como a MaisBarato Store.

E pros loucos pela Apple isso significa, claro, iPhone mais barato! O smartphone mais querido do mundo não tem esse título à toa, né? A câmera é de excelente qualidade, software e hardware são excelentemente integrados – principalmente pelo fato de serem projetados pela mesma empresa -, além da interface ser absolutamente LINDA! Isso sem falar na App Store, né? Os programadores costumam desenvolver uma quantidade maior de aplicativos para iOS, que é um sistema muito mais exigente no quesito segurança. É só pensar no Instagram, por exemplo, que levou ANOS sendo de uso exclusivo desses usuários até expandir essa possibilidade para a “concorrência”… Hoje em dia a gente nem lembra desse fato mais, mas na época ter um perfil na nosso rede social queridinha era um luxo…

Pessoalmente eu também gosto muito do layout de algumas versões do telefone, como o IPhone 7 que tem a opção rosa no tom que eu mais gosto para dispositivos eletrônicos… Tanto que meu celular, mesmo não sendo esse modelo, é dessa cor. A MaisBarato tem ele, seminovo, nas versões 32, 128 e 256GB. Como a memória dele não é expansível, até vale a pensa avaliar a possibilidade de investir de cara no armazenamento mais potente, e depois é só curtir com ele por aí!

Iphone MaisBarato

Conheça a MaisBarato Store: Facebook: @maisbaratostore | Instagram: @maisbaratostore

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