Top 5: Parece que todo mundo sabe ______, menos eu: (46/52)

Em 21.08.2015   Arquivado em Memes e Tags

Essa é a quadragésima sexta semana do Desafio 52 Semanas de Top 5 e o tema da vez é: Parece que todo mundo sabe _______________, menos eu:

37/365 - Desafio de Outubro Pullip Brasil

01: Cozinhar

Sou uma completa negacão na cozinha e sempre que digo isso alguém me fala “Aaaaah, Luly, você precisa aprendeeeer!” e eu penso “Tenho nada, sô, qual a necessidade disso?” porque acho um saquinho.
Na verdade eu gosto muuuito de fazer doces, viu, acho uma delícia, mas comida-comida mesmo só sei o necessário pra não morrer de fome ou menos.

02: Dirigir

Eu tenho ódio do trânsito. Sei que ninguém gosta, claro, mas eu em especial tenho ódio mortal mesmo, acho que se eu fosse dirigir em Belo Horizonte seria dessas que grita dentro do carro querendo esganar o coleguinha barbeiro ao lado. Felizmente não preciso fazer isso porque nunca fiz auto escola, é uma coisa que gasta tempo e dinheiro e para ter um deles tem que abrir mão do outro…
(Prefiro o dinheiro, ehr…)

03: A arte de flertar

Falei isso num Top 5 passado, né, mas é que sou péssima mesmo. Não tenho coragem de falar as coisas, tenho medo de estar forçando a barra, fico tremendo que nem uma louca com o coração acelerado a beira de uma síncope, nunca consigo acreditar 100% que é correspondido até isso ser esfregado na minha cara. Argh, que terror, queria conseguir relaxar nisso um pouquinho porque não precisa de tanta tensão!

04: Andar de bicicleta

Dizem que a gente não esquece como andar de bicicleta, certo? ERRADO! Na verdade eu nunca aprendi “pra valer”, andei bem pouco mesmo quando tinha uns 12 anos e só dava certo mesmo em bicicletas menores, hoje acho que se subir em um vou parar direto no chão na primeira pedalada.

05: Nadar

Morrer afogada eu acho que não morro não, e como não gosto de água (nem pra beber e nem pra nadar, só pra limpar coisas, mesmo) não tive muitas provas se chegaria a esse ponto, mas também para por aí, não sei nem boiar para vocês terem uma ideia!

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Contas no Pottermore

Em 20.08.2015   Arquivado em Harry Potter

Quando o Pottermore foi lançado meu nome de usuário BatQueen88 foi criado logo no segundo dia e eu caí na Lufa-Lufa, o que foi um alívio porque eu queria qualquer uma que não fosse Sonserina. Eu brinquei um pouco no site, li algumas coisas e tudo mais, mas nunca quis ganhar pontos porque não é minha Casa do coração, apesar de a conta ser porque amo esse username, escolhi pra mim por isso.
Dois anos depois criei outra conta pra tentar cair na Grifinória, mas acabei nem tentando nada, ficou lá parada. Hoje dei uma chance pro universo, fiz o teste e… GRYFFINDOR! Fiquei tão feliz que até resolvi transformar isso no post do dia, já que eu não tinha mais nada pra escrever, hahaha. Essa tem um nome legal também, FrogGoblet17557 e, apesar de eu ainda preferir a primeira e tudo mais, vou tentar brincar nela de vez em quando pra ganhar uns pontinhos, hihihi!

Wingardium Leviosa!

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O Segredo de Brokeback Mountain

Em 19.08.2015   Arquivado em Leitura

Brokeback Mountain O Segredo de Brokeback Mountain (Brokeback Mountain) *****
Autor: Annie Proulx
Gênero: Romance, Drama
Ano: 2007
Número de páginas: 72p.
Editora: Intrínseca
Sinopse: “Annie Proulx escreveu um dos contos mais originais e inteligentes da literatura contemporânea, e, para muitos leitores e críticos, O Segredo de Brokeback Mountain é sua obra-prima. Ennis del Mar e Jack Twist, dois peões de fazenda, se encontram num verão quando estão trabalhando como ovelheiro e coordenador num pasto acima da alameda. A princípio, dividindo uma barraca isolada, a atração é natural, inevitável, mas algo mais profundo os arrebata naquele verão. Ambos dão duro, se casam e têm filhos, porque é isso que os vaqueiros fazem. Mas, ao longo de muitos anos e de frequentes separações, essa relação se torna a coisa mais importante de suas vidas, e eles fazem tudo que podem para preservá-la. Numa linguagem deslumbrante que nos fica na cabeça, Proulx conta a difícil e perigosa relação entre dois vaqueiros, que sobrevive a tudo, menos à intolerância violenta do mundo. “ (fonte)
Comentários: Acho que todas as pessoas existentes no planeta já ouviram falar de “Brokeback Mountain” por causa do filme, que conta com Heath Ledger (brilhante, como sempre) no papel de Ennis e Jake Gyllenhaal no papel de Jack. Eu, porém, não sabia nada sobre ele quando comprei o livro na Bienal do Rio de Janeiro em 2011, mas era aquela parte do estande da Editora Intrínseca que tem livros por preços ABUSIVOS DE BARATOS e era legal, com capa dura e tudo mais por meros QUATRO REAIS, então trouxe pra casa e fiquei com ele guardado até que, logo depois, assisti ao filme e achei ma-ra-vi-lho-so, mas quando fui ler o conto ele já tinha se perdido na minha bagunça e fui adiando. Agora com a mudança achei o bendito no alto do guarda-roupas e decidi ver se era tão bom quanto o que eu tinha assistido.
Obviamente dei 5 estrelas, a história é maravilhosa. Infelizmente a tradução é bem mais ou menos, mas dá pra superar isso porque é super curtinho, com letras e espaçamento grande, é desses que dá pra ler todo de uma vez só. Apesar de que, tenho que confessar, acho que prefiro o filme porque mostra vários pontos de vista e situações que o livro não pode, já que ele gira em torno do ponto de vista do Ennis, mas mesmo as coisas que o personagem não sabe mas que o leitor precisa saber são citadas, então isso não atrapalha realmente.
Mas a história, de um modo geral, é a mesma. Ennis del Mar e Jack Twist são dois vaqueiros que são contratados para trabalhar juntos na montanha Brokeback e, antes que eles mesmos possam perceber o que está acontecendo, acabam se relacionando um com o outro nesse verão. A princípio o que eles têm parece ser meramente sexual, já que eles negam terminantemente a homossexualidade, mas é só eles se separarem pela primeira vez que percebem que alguma coisa a mais acabou batendo ali e que o nasceu entre eles foi um sentimento de verdade. O tempo passa, os dois se casam e quando finalmente se reencontram não conseguem segurar o que existe entre eles, passando a ter um caso na surdina, uma vez que seria impossível assumir isso para as pessoas na época em que a história se passa, entre as décadas de 1960 e 80.
Acho INCRÍVEL a gente ler um livro desses hoje em dia onde as pessoas acham que “não existe homofobia mais”, mas que é óbvio que existe e está aí para destruir com a vida de pessoas diariamente, em vários sentidos. O preconceito no livro está presente nos próprios personagens, que alegam “não sou bicha” como se estivessem falando da pior maldição do mundo, e naqueles que os cercam e são absolutamente incapazes de entender aquilo, fazendo com que o amor entre eles se torne impossível de ser realmente vivido até, enfim, separar os dois. Em diversos sentidos. Agora aqui estamos, 30 ou 50 anos depois, e pessoas ainda sofrem, apanham e morrem por causa disso, por causa da falta de empatia de alguns que simplesmente não consegue entender o que deveria ser a coisa mais fácil de se entender na vida: o amor. Existem incontáveis “Jacks e Ennis”, tanto homens quanto mulheres, que são privados se ser feliz por causa da cabecinha fechada de algumas pessoas. Me desculpem o termo, mas “modernidade” my ass!
Então, sei que perdi o fio da meada aqui nessa “resenha”, mas é que acho importante ressaltar esse aspecto. Se você aí ainda não consegue entender como pode existir o sentimento entre dois homens (ou duas mulheres) e que isso vem de dentro e não de fora (“Quem diria, não é mesmo, dois cowboys gays?”) recomendo muito que faça essa leitura super rapidinha com o coração e a mente abertos para tentar aceitar e respeitar. Porque difícil de aceitar mesmo é o fato de que tantas pessoas que eu gosto e muitas outras mais que nem conheço estão fadados a passar por um pouco (ou tudo) do que se passa nesse livro por causa de uma coisa tão bonita, como é o amor! Prometo que a simples visão de dois homens juntos não vai sacudir todas as suas células e te “transformar em um deles”, tá? Assim como o contrário não acontece…

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Top 5: Lembra a minha adolescência: (45/52)

Em 18.08.2015   Arquivado em Memes e Tags

Essa é a quadragésima quinta semana do Desafio 52 Semanas de Top 5 e o tema da vez é: Lembra a minha adolescência:

Everybody dance now!!

01: ABBA

Eu ainda aaaaamo ABBA e Dancing Queen é e sempre será minha música favorita, mas hoje escuto bem menos do que antes porque foi A BANDA da minha adolescência. Sei que isso é o esperado para alguém que viveu essa fase nos anos 70 e 80, e não nos 2000, mas azar, era assim que funcionava. Eu fazia trabalhos de escola ouvindo o CD, postava no meu blog (esse aqui mesmo!) assistindo ao DVD e tocava sem parar em todas as minhas festas de aniversário. Sério, esses quatro são tão importantes pra mim que nem sei medir o quanto, pra vocês terem ideia eu ouvia BEM MAIS do que Elton John (que só fui ficar fãããzona mesmo como sou hoje com uns 16 anos, por aí).

02: Legalmente Loira

De 2003 a 2008 Elle Woods era a diva que eu queria copiar, mas nem precisava porque já éramos parecidas em várias coisas. Algumas pessoas chegaram a achar que eu faria Direito só por causa dela (o que nunca passou pela minha cabeça, mas ok), era meu filme favorito, assistia over and over, usava a moça nos templates aqui do blog e ouvia “Perfect Day”no meu MP3 todos os dias. Eu cheguei a ser loira uma época e surpreendentemente até ficava bem, apesar do meu cabelo ser tão escuro naturalmente.
Não é atoa que minha Pullip loira se chama Elle, né… (Fotos dela aqui e minhas loirinha aqui!)

03: Hopi Hari

Em breve voltarei lá, agora adultinha, mas já fui ao parque duas vezes: em 2003 numa excursão de colégio e em 2007 na minha viagem de formatura do terceiro ano que foi MARAVILHOSA! Eu tenho certeza de que vou me divertir mesmo se for umas mil vezes, mas igual a essa aí nunca vai ser, então não tem como não pensar nisso quando penso na minha adolescência.
Sem contar que a primeira vez foi logo que “virei” adolescente, aos 13 anos, e a segunda foi um pouco antes de “virar” adulta, com 17, mas logo em seguida entrei na faculdade onde só estudei com gente mais velha, então amadureci tanto que é difícil contar algumas coisas a partir daí.

04: Melissa

Para mim não existia marca de sapatos mais linda e maravilhosa do que a Melissa, eu vivia dizendo que quando começasse a trabalhar compraria uma por mês e outras bobagens assim, achava todas lindas!
Na verdade lindas eu ainda acho, tenho algumas e às vezes vejo outras que realmente quero, mas essa história de comprar várias nunca aconteceu porque elas machucam HORROROSAMENTE meus pés, tive algumas que não adiantava meia, esparadrapo, Band Aid ou pai de santo, eu sempre acabava o dia mancando. Além do mais eu acho meio *fedidinho* andar por aí com sapato de plástico, gente, desculpa!

05: Sapinhos!

Para quem não sapo eu coleciono objetos em forma de sapinho, tenho tanta coisa que nem sei citar tudo: bichos de pelúcia, enfeites desses “de jardim”, luminária, adesivos, roupas, canecas, etc. Hoje em dia é uma coleção mais “controlada”, mas antes, minha gente, eu era obcecada, não podia ver um sapo pelo frente que comprava, tinha um registro de todas as peças e meu quarto era CHEIO deles, pra todos os lados! Uma vez eu quase comprei um teclado e um mouse pro meu computador, pra vocês terem uma ideia, sendo que os meus eram novíssimos e , mas botei a mão na consciência e decidi ficar só com a webcam mesmo porque a minha tinha quebrado (e era época de MSN, gente, não rolava de ficar sem)…
O mais legal dessa coleção agora é que só as pessoas que me conhecem bem meeeeesmo sabem disso, então de vez em quando ainda ganho uma ou outra coisa de presente que enche meu coração de amor e nostalgia!

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Uma carta para meu eu daqui a 10 anos

Em 17.08.2015   Arquivado em Escrevendo

Hello, hello, Luly! Menina, que loucura eu aqui, me comunicando com você! A um ano (e com essa sua memória ótima você com certeza se lembra) eu escrevi uma carta para Lulynha de 13/14 anos e agora aqui estou, tentando falar com a de 34/35. Na verdade se eu pudesse eu te importaria do futuro para saber como vocês está, mas como não dá vou ver se minha vã sabedoria sobre nós duas pode te ensinar alguma coisa. Vai saber…

Parece hipocrisia minha querer que você volte para falar comigo uma vez que eu jamais voltaria para falar com nossa versão “teen” com medo de atrapalhá-la, mas em minha defesa digo que ela jamais vai ler o que escrevi, mas daqui a dez anos você (ou eu?) pode simplesmente abrir esse post para relembrá-lo e refletir sobre ele. Então acho que é uma troca justa. Sem contar que eu me orgulho muito muito da ex-Luly, mas me dá medo em pensar se VOCÊ AÍ, nesse mundo que eu nem sei como imaginar, se orgulha de mim também.
Sei que não faz o menor sentido porque, no fim das contas, quem define sua vida sou eu. Estranho, né? Ser responsável pela vida de alguém que ainda vai existir… Pensando bem você já existe, porque você sou eu, mas para mim é como se não existisse ainda porque eu vejo um mundo de possibilidades que podem vir ou não a ser você, isso sem contar as que não enxergo. Esse papo té meio estranho, mas visualiza aí a Luly 45 que loguinho você percebe o que quero dizer e buga no meio do seu desespero pessoal em pensar no futuro.

O que mais vem na minha cabeça quando penso sobre você é se as coisas que hoje me fazem chorar te fazem sorrir (tomara!) e se as que me fazem sorrir te fazem chorar (poxa, aí não…). Obviamente não estou falando dos verbos em si, mas dos sentimentos que eles representam. Será que você superou tudo o que eu acho que não tem como superar? Será que você conseguiu colocar no lugar tudo o que estava completamente fora dele, quase ao contrário? Será que o que era certo ficou errado e isso foi bom? Será que você escreveu tudo o que queria escrever e outras coisas a mais do que isso? Será que valeu a pena, seja lá o que for?
Espero que sim.

Eu queria muito te dar algum conselho, mas honestamente não sei se é hora pra isso. Tenho certeza de que você é muito mais sábia do que eu. Ainda assim, se me permite, tenho duas coisinhas a te dizer que têm sido muito importantes pra pessoa que sou hoje e que podem vir a ser para que serei um dia: 01) não deixe de fazer o que você quer e faz bem porque te disseram que não é bom o suficiente para você ou que você não é o suficiente para conseguir isso e 02) escolha ser gentil. Sempre.
Te vejo em dez anos, loguinho a gente se encontra. Prometo!

Sheaffer

Esse post foi um dos temas proposto a alguns meses atrás como Blogagem Coletiva no Rotaroots e tava encalhado nos meus rascunhos. Não consegui finalizá-lo como gostaria (na verdade achei que ficou bem bosta, hahaha), mas decidi que queria publicá-lo mesmo assim.
(Sem contar que tava sem post pra hoje, ehr…)

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