Mini Encadernações

Em 27.08.2016   Arquivado em Artes Visuais

Em julho, agosto e setembro estou fazendo um auto desafio de levar pro Expresso Rosa uma nova encadernação por semana, que obviamente está atrasadíssimo por causa do BEDA, mas essa semana vou colocar em dia e vai ser finalizado direito (juro). E um dos projetos é fazer 100 mini caderninhos em escala 1/6 que serão parte dos nossos presentes da welcome bag da BlytheCon BH, o que está dando um trabalho danado, mas o resultado final vai ficar incrível, mal posso esperar pra acabar. E já que estamos no clima, eu tô viciada no assunto e tudo mais, vou aproveitar a onda e mostrar pra vocês algumas mini encadernações LINDAS que achei nos últimos tempos fuçando muito o Pinterest porque vale a pena, é muito micro amor pro nosso coração!

01) Mini livro por Duitang.

Mini Encadernação

02) Minis por Abimael Estrada.

Mini Encadernação

03 e 04) Miniature Open Books and Hidden Potion Books por EV Miniatures: esses eu tenho dúvidas se são realmente encadernados, mas como achei tudo maravilhoso entraram!

Mini Encadernação
Mini Encadernação

05) Mini Book Necklace por Making My Rent: olha que amor, gente! Quero muito tentar depois!

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06) “La Vie En Rose” por Expresso Rosa: eu sempre termino com um meu, né? Minha última criação ganhou sua versão pequetita porque eu tinha um pedaço do mesmo papel da capa menor, estou muito apaixonadinha por ambos!

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BEDA2016

Arvorezinhas Comestíveis

Em 26.08.2016   Arquivado em Escrevendo

Arvorezinhas Comestíveis
Imaginem uma pessoa que gosta tanto de brócolis que tem até em miniatura pras bonecas…

Quando criança eu gostava de montar meu prato criando uma floresta: o feijão era um rio, o arroz as pedras que ficavam ali na beirada e por aí vai. Obviamente, então, era uma alegria pessoal quando tinha couve flor no almoço, porque assim meu cenário estava completo com direito até a árvores! Ai, eu dedicava tanto tempo organizando cada coisa em seu lugar que devia dar até agonia em quem assistia, mas depois comia tudo direitinho sem reclamar, então tava tudo certo. Até que um belo dia quando chegaram minhas arvorezinhas comestíveis percebi que estavam um pouco diferente do normal, bem super verdinhas e um pouquinho mais magras, mas imaginei que fosse um tipo diferente e mandei ver. E foi só quando eu comi que descobri que não era a mesma coisa, não podia ser, porque couve flor era bom, mas aquilo ali… Aquilo era ainda melhor, era maravilhoso!

Engraçado como a gente nem percebe o quanto gosta de uma coisa às vezes, né? Eu acho que aquela nem era a primeira vez que eu comia brócolis na vida, mas lembro muito desse dia e sei que, depois dele, eu sabia que gostava, simplesmente. Com o tempo, porém, eu fui amando devagarzinho… Sempre que ia almoçar fora ele estava no meu prato, quando era servido dentro de casa a refeição era uma alegria, com certeza! Já bem mais velha, na época do faculdade em que eu e uma amiga almoçávamos no mesmo restaurante perto do estágio toda quarta feira, ela comentou com uma colega nossa que se tinham duas coisas que eu comia todos os dias SEM FALTA era isso (e batata). E aí quando tive que fazer uma lista dos meus 5 alimentos favoritos no blog para um desafio semanal que participei, sei lá, eu me dei conta que devia colocar minhas “arvorezinhas” queridas na lista, que elas eram importantes o suficiente para isso. Alguns amigos riram, ficaram admirados e tudo mais, mas é verdade: eu sou mais feliz quando como primeiro a parte de cima e deixo o cabinho por último, porque é o mais gostoso. Quando alguém que nem sabe dessa paixão toda cozinha pra mim (ou pra quem mais estiver ali), ou mesmo quando é alguém que sabe disso! Sou mais feliz quando vamos no nosso restaurante japonês favorito de todos e tem a opção de sushi de brócolis. Sou mais feliz quando abro a caixa de miniaturas das minhas bonecas e lembro que tenho um re-mentzinho pra elas também poderem “comer”. Sou mais feliz com brócolis!

Esse post foi inspirado na proposta #79 do Creative Writing Prompts, que oferece mais de trezentas ideias legais para desenvolver sua escrita criativa. É o entre os 25 que me propus a escrever até outubro de 2018.

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Lookbook: Striking Back

Em 25.08.2016   Arquivado em Moda

Uma verdade sobre mim: eu preciso de um tripé! Sério, tô a anos adiando e tal, mas chegou no ponto em que não dá mais pra fingir que as gambiarras que a gente faz para substituí-lo realmente funcionam, porque isso é mentira. Fui eu bonitinha tirar fotos de look do dia meio nerd e o resultado foi que nas fotos focadas a iluminação tava ruim e nas que a luz tava ok saiu tudo desfocado num nível impossível de usar. Mas tá tudo bem, tá tudo certo, o objetivo é mostrar a brusinha de Star Wars que ganhei de aniversário e não paro de desfilar com ela por aí desde então porque é uma coisinha linda!

Descrição das peças no Lookbook!

E agora duas coisas: 01) QUE FRIO É ESSE QUE VOCÊS TÃO SENTINDO? Todos os dias tem gente do país todo nas minhas redes sociais reclamando disso e eu assim, morrendo de calor de perna de fora, quero também! E 02) não acredito que consegui tirar foto de looks toda semana de agosto, tô orgulhosa de mim desejando uma medalha porque isso é um acontecimento inédito, queria que fosse assim sempre, mas eu sei que não vai ser então voltemos ao nosso descaso fashionista habitual.

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30 coisas antes do 30

Em 24.08.2016   Arquivado em Cotidiano

A Bárbara do Meu Mundinho Quase Perfeito publicou esses dias uma lista com 30 coisas para se fazer antes dos 30 e foi quando li o post dela que caí na real que estou mais perto de chegar lá do que dos 20 que se passaram, se eu for fazer algo assim vai ter que ser rápido para dar tempo, então ‘bora começar desde já! Confesso que algumas vou roubar da minha lista de 101 coisas para se fazer em 1001 dias, que vai terminar quando eu tiver 28, mas vocês me perdoam porque é meta demais pra uma pessoa só se fosse pra separar isso tudo, tenham dó!

30 Coisas Antes dos 30

01. Publicar livros! Um deles com certeza porque já tô correndo atrás disso, mas eu tenho esperança de que até lá consiga pelo menos encaminhar os três primeiros que quero ver publicados, que são meus amorzinhos da mamãe.
02. Fazer depilação a laser em alguma parte do corpo: eu sou uma daquelas pessoas muito emputecidas pelo fato da sociedade obrigar que eu me depile simplesmente porque decidiram que ter pelos é feio (e nem comecem, vocês sabem que é só por isso sim!), mas como não consigo me libertar desse pensamento melhor cortar pela raiz. Literalmente.
03. “Sair de casa”: que é provavelmente uma das coisas que eu mais queria no momento, ter meu próprio cantinho singelo…
04. Continuar fazendo o Hogsmeeting acontecer: porque esse evento é uma das minhas coisas favoritas no mundo! E se a gente continuar levando adiante mais ou menos na mesma época do ano eu terei exatamente 30 anos na 7ª edição, que é pra ser a última!
05. Fazer tatuagens: entre uma e três, acho!

06. Aprender a cozinhar;
07. Fazer uma doação significativa para alguma instituição;
08. Adotar/comprar um cachorro ou um gato;
09. Tirar meu passaporte (passou da hora);
10. Achar “o” corretivo para “chamar de meu”;
11. Ter 20 batons vermelhos diferentes ao mesmo tempo em algum momento;
12. Montar um álbum de fotos físicas de 2004-data atual;
13. Ter mais vinis do Elton John;
14. Fazer uma viagem internacional;
15. Realizar algum ato de gentileza MUITO maravilhoso;
16. Começar a fazer terapia;
17. Ir à praia por vontade própria;
18. Escrever 25 coisas que gosto em mim mesma e pregar ao redor do espelho;
19. Assistir um filme lançado em cada ano da minha vida que nunca vi antes;
20. Escrever 30 textos inspirados em propostas do Creative Writing Prompts;
21. Achar alguma atividade física para praticar (de preferência relacionada a defesa pessoal);
22. Conhecer alguma cidade do nordeste que não seja na Bahia;
23. Passar a doar sangue uma vez por ano;
24. Escrever uma música;
25. Escrever uma carta (ou e-mail) para meus dois maiores ídolos;
26. Comprar uma câmera fotográfica nova boa;
27. Voltar a usar aparelho (móvel);
28. NUNCA-JAMAIS-EM TEMPO ALGUM DESISTIR DESSE BLOG!!!!!!!!!!! *importante*
29. Ok, vamos lá: aprender a dirigir. Argh!
30. Colocar silicone. (Essa eu acho que nem vai acontecer, mas bem que eu queria!)

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Os Oito Odiados

Em 23.08.2016   Arquivado em Filmes

Os Oito Odiados, via Filmow

Os Oito Odiados (The Hateful Eight) *****
Elenco: Bruce Dern, Demián Bichir, Jennifer Jason Leigh, Kurt Russell, Michael Madsen, Samuel L. Jackson, Tim Roth, Walton Goggins, Arnar Valur Halldórsson, Belinda Owino, Channing Tatum, Craig Stark, Dana Gourrier, Gene Jones, James Parks, Keith Jefferson, Lee Horsley, Quentin Tarantino, Zoë Bell
Direção: Quentin Tarantino
Gênero: Ação, Faroeste, Drama
Duração: 167 min
Ano: 2015
Classificação: 18 anos
Sinopse: “Durante uma nevasca, o carrasco John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros, levando a um inevitável confronto entre eles.” (fonte – sinopse e pôster)

Comentários: A primeira coisa que SEMPRE precisamos dizer nesse caso é que não tem como você ir assistir a um filme do Tarantino sem saber que se trata de um filme do Tarantino. Alguns podem até achar que isso os torna ruins, mas a verdade é o contrário: acho que assim fica mais fácil perceber a genialidade e a crítica por trás dessa carga de imoralidade, violência e do famoso politicamente incorreto. E se “Cães de Aluguel” é considerado um ótimo filme de estreia por já dar exemplos de todas as “Tarantinices”, cada uma no seu momento, “Os Oito Odiados” poderia ter sido deixado por último porque é uma EXPLOSÃO de todas elas, de forma que até quem já tá acostumado com o cara conseguiu se surpreender. Lembro que quando o compositor da trilha sonora Ennio Morricone, que inclusive ganhou o Oscar por ela (e foi LINDO, chorei horrores), disse que se se chocou com a violência do filme eu achei estranho porque isso não é segredo nenhum, mas fui entender o motivo agora porque eu sou meio fresca e houve um momento em que tive que dar uma pausa para não vomitar…

A história é dividida em capítulos, quase todos em ordem cronológica (o que já é uma surpresa), e gira em torno de oito personagens que, por causa de uma nevasca, acabam presos em um conhecido armazém da região, o que não poderia ser mais inoportuno pois é um grupo formado de caçadores de recompensas, criminosos e até membros ativos da Guerra Civil americana. Todos eles desconfiam uns dos outros, todos eles guardam segredos sangrentos, todos carregam armas de fogo e todos pretendem sair dali vivos e cumprir quaisquer que sejam seus objetivos nessa viagem. E é aí que tá a sacada do negócio: um filme de mais de duas horas e meia, que se passa praticamente inteiro em um cenário só, onde fica concentrado um grupo de atores MUITO BONS, a maioria já “de casa” nas obras do Taranta, com destaque pra “musa inspiradora” dele que é o Samuel L. Jackson, uma trilha sonora fantástica e, à medida que os minutos vão passando, cada vez mais fumacinhas de sangue e corpos espalhados pelo chão. Os personagens são todos realmente odiosos, você não gosta de nenhum e nem deve gostar, chega num ponto que não dá pra mais saber quem vai sair dali vivo e começa a suspeita de que, no fim, não vai ser ninguém.

Os primeiros 90 minutos são relativamente lentos, mas apresentam as histórias dos personagens e trazem MUITA CRÍTICA à sociedade da época, principalmente se tratando do preconceito racial, mas também aborda assuntos como o significado de “justiça” e até onde a legítima defesa é realmente tão “legítima”. A partir daí ele muda bastante, é como se o diretor guardasse o “melhor” para o final: aparece um narrador que antes não existia, que mostra para o expectador o que precisa ser mostrado, algumas cenas têm destaque forçado através de uma câmera lenta daquelas bem mal feitas, a coisa fica indigesta pra valer. É um filme classe “B”, como todos os outros, mas o objetivo é esse mesmo, tudo que está ali era pra ser daquela maneira e feito de um jeito que só uma pessoa consegue fazer. Sou suspeita, sou fã e admito, mas quando termina não tem como não ficar bizarramente encantado com o que você acabou de ver. Entre os sete filmes dele que já assisti (falta só “À Prova de Morte” agora), “Os Oito Odiados” ficou no meu ranking pessoal em 5º lugar e eu só não veria de novo sozinha por causa das cenas muito asquerosas que temos nos capítulos 4 e 6 com as quais acho que nunca vou me acostumar, mas se conseguir ignorá-las toparia numa boa acompanhar algum amigo afim de passar pela experiência. E agora que faltam só 2 pro cara “aposentar”, já que ele disse que vai parar no 10º, fico imaginando o que está por vir porque na categoria “estilo pessoal” esse tá difícil de ser superado!

Trailer:

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