Lookbook: This is what a FEMINIST looks like

Em 04.08.2017   Arquivado em Moda

Vamos começar esse post com mais uma história de conquista pessoal boba que traz pequenas alegrias pro nosso dia-a-dia. Há alguns meses atrás vi no SnapChat uma amiga com uma roupa preta escrito “FEMINIST” em rosa e corri pra perguntar de onde era, fiquei apaixonada. Ela me disse que comprou numa loja de fast fashion (que não direi qual porque é “concorrência” da que citaremos aqui), então fui lá procurar e… Não tinha mais! Fiquei chateadinha, mas vida que segue, tem outras blusas, a gente supera. tá tudo ok. Eis que essa semana enquanto matava um tempo no shopping entre um compromisso e outro resolvi voltar lá pra ver se num dava sorte, não dei, fui em outra, não dei de novo, até que por fim fui rodar pela C&A… E mais uma vez foi lá que achei tudo o que estava procurando e ainda não sabia (e que merece vir pro Lookbook, né)!

Ano passado foi o maiô dos sonhos, nesse um moletinho praticamente feito pra mim… E agora eles estão com UM MONTE de blusas e roupas de frio com essa temática “Girl Power”, era até difícil escolher! Peguei um monte delas pra levar pro provador e jurei que ia ficar uma só porque as coisas estão $difíceis$… Mas não deu, gente, vieram duas! A segunda, mais fofinha, vou mostrar num próximo look, mas a primeira foi a favorita e já precisei vestir assim que possível porque sou dessas!

Descrição das peças no Lookbook!

Eu não sou muito de usar roupa branca, não gosto mesmo, mas a gente abre exceções em ocasiões especiais assim, né? E o preto junto é lindo, compensa tudo! Junto vemos uma calça bandagem porque as minhas jeans continuam não servindo direito (vou mandar apertar tudo!) e All Star porque senão ficava séria demais e gosto mais de ser casual, né? Tentei colocar um colarzinho, mas todos os legais tampavam a estampa e o objetivo aqui é esfregar essa palavra na cara das pessoas o máximo possível, justamente para que elas parem de ter tanto medo dela…

Lookbook: This is What a FEMINIST looks like
Uma Lulynha bem felizinha com sua aquisição – essa foi pro Instagram!

Lookbook: This is What a FEMINIST looks like
E outra Lulynha bem felizinha =D

Lookbook: This is What a FEMINIST looks like

Há lugares que me lembro…

Em 03.08.2017   Arquivado em Escrevendo

Semana passada eu voltei na minha cidade natal, depois de 10 anos sem ir lá, coincidindo lindamente com o fato de que eu precisava escrever sobre ela graças ao projeto 52 Perguntas em 52 Semanas. Mas eu não fui pra buscar inspiração, não… Tampouco para visitar pessoas, viver uma experiência nostálgica e nem nada poético do tipo: fui para resolver problemas mesmo! Era aquela “coisa”, né, alguém tinha que ir, eu tava cheia de tempo livre, peguei o ônibus e fui. A estrada está ruim como sempre, ficamos parados em certos momentos por muito minutos admirando vários nadas sem sinal de celular, mas tinha Pink Floyd tocando no meu iPod e um chocolate que uma amiga tinha me dado de aniversário na bolsa, então tava tudo bem, tava tudo certo. Umas quatro ou cinco (ou seis?) horas se passaram e finalmente desci lá… Não sei exatamente se fiquei surpresa ou não em encontrar tudo no mesmo lugar que estava antes.

Bom, quase tudo. Claro que muda uma coisinha aqui e outra ali, né? A usina, por exemplo, fica toda fechadona agora, num muro inteiro e não mais “fragmentadinho”. Tem também uns prédios espalhados que não existiam antes. Mas no geral é bem mais do mesmo: o supermercado grandão no seu quarteirão (a porta mudou de lado, o que me confundiu um pouco), a Praça de Jogos onde vários velhinhos se reúnem todo santo dia ainda sempre cheia. A igrejinha católica do Centro, a lanchonete Tia Eliana onde a gente comia pastel, a mesma loja de tecidos da esquina que nem as bancadas eram novas. A loja de sapatos então, continuava com as prateleiras e poltronas na exata mesma disposição.

Em certo momento, enquanto eu esperava a amiga experimentar sapatos nessa loja, alguém me chamou pelo apelido de infância. Chamou não, se questionou se era eu ou minha irmã, só ouvi um “É a Lulu ou é a Dani?”, então já sabia que estavam falando de mim. Era uma das minhas duas professoras do maternal! Foi talvez um dos encontros mais legais que já tive na vida! Me chamou pra passar uns dias na casa dela, perguntou sobre minha vida e se eu ia casar (de onde as pessoas tiram essas coisas?), como estava o pessoal aqui de casa e o que eu estava fazendo. Disse pra eu não me desanimar com minha instabilidade atual, porque afinal de contas todo mundo estava mais ou menos assim mesmo, uma hora ia melhorar. A gente se despediu bem sorridente, e muito emocionada. Cês sabem, eu sou uma bela de uma manteiga derretida, segurar o choro ali foi quase como enfrentar um dos 12 Trabalhos de Hércules, mas assim como ele eu consegui!

Ainda nessas andanças vi de longe a escola onde estudei a primeira fase do Ensino Fundamental, o prédio onde ficava o consultório dos meus pais, a Maria Fumaça dos jardins da Fundação Acesita. E a Fundação em si, onde assisti peças e mais peças de teatro infantil, que aconteciam mensalmente e a gente simplesmente amava. Inclusive o outdoor onde ficava anunciada a programação permanece igual, o que me fez dar uma risadinha. Eu vi o carrinho da hambúrguer onde a gente adorava comer e que agora ele tem uma lanchonete gourmet do outro lado da rua. Achei chique. Precisei ir a um Bradesco e encontrei a agência no lugar exato onde já supus que iria encontrar. Descobri que era tudo muito menor e mais perto do que eu imaginava, e que eu não nasci pra essa coisa de cidade pequenas, de todo mundo conhecer todo mundo, de falar que pessoa X é filha do “Fulano” e todos os presentes já saberem tudo sobre a família toda. Não sinto muitas saudades, já faz 15 anos que Belo Horizonte é minha casa (e nada vai mudar isso), mas até que foi bom ter esse breve reencontro com a infância assim, no meio da turbulência da “adultisse”. Ao mesmo tempo que queria ir embora gostei de estar ali, mas não era o lugar que me fazia sorrir, sabe? Eram os momentos. Os que já tinha passado e até mesmo os que estavam acontecendo em consequência desse passado. “Na minha vida, eu os amo mais!”

Há  Lugares Que Me Lembro | Projeto 52 Perguntas em 52 Semanas
Escola Estadual Getúlio Vargas: minha 2ª casa por 4 anos, e o único lugar que lembrei de fotografar, mesmo de longe.

Esse é o 2º texto do projeto 52 perguntas em 52 semanas, traduzido para o português pela Bia Carunchio, que tem como objetivo “ajudar no processo de escrita da sua história de vida”. A pergunta da vez é “Quando e onde você nasceu? Descreva a casa, a vizinhança e a cidade onde você cresceu.” e foi isso que ela me inspirou a produzir!

O título e a última frase desse post são a tradução trechos da música “In My Life”, da banda inglesa The Beatles, na qual eles falam de sua cidade natal, Liverpool.

To The Bone: O Mínimo Para Viver

Em 02.08.2017   Arquivado em Filmes

O Mínimo Para Viver

O Mínimo Para Viver (To The Bone) *****
Elenco: Lily Collins, Keanu Reeves, Liana Liberato, Alex Sharp, Kathryn Prescott, Ciara Bravo, Hana Hayes, Joanna Sanchez, Michael B. Silver, Rebekah Kennedy, Yindra Zayas.
Direção: Marti Noxon
Gênero: Drama
Duração: 107 min
Ano: 2017
Classificação: Livre
Sinopse: “Uma jovem (Lily Collins) está lidando com um problema que afeta muitos jovens no mundo: a anorexia. Sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida feliz e saudável, a moça passa os dias sem esperança. Porém, quando ela encontra um médico (Keanu Reeves) não convencional que a desafia a enfrentar sua condição e abraçar a vida, tudo pode mudar.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: Antes mesmo de ter sido lançado na Netflix mês passado, “O Mínimo Para Viver” (em inglês “To The Bone”) já estava dando o que falar. O longa protagonizado por Lily Collins trata da tão falada, e ainda assim mal discutida, questão dos distúrbios alimentares através de Ellen, uma garota de 20 anos que sofre de anorexia nervosa. Após várias tentativas de tratamento impostas pela sua tumultuada família, todas frustradas, sua madrasta consegue para ela uma vaga na disputadíssima clínica do dr. Beckham, interpretado por Keanu Reeves, que tem um método muito “diferente” de tratar os pacientes, sem apelar para remédios ou medidas drásticas.

Digo “tão falada, e ainda assim mal discutida” porque é um assunto MUITO abordado na mídia e na arte, mas sempre com um foco meio errôneo. Novelas como “Malhação” sempre trazem personagens com anorexia e bulimia, e a história é quase a mesma todas as vezes: uma menina sem qualquer problema aparente, porém vulnerável aos padrões de beleza, é incentivada à prática e fica doente, mas raramente sente as consequências reais disso. Elas têm familiares e amigos que sabem exatamente como lidar, sofrem alguns desmaios que solucionam todos os seus problemas e continuam visualmente lindas, saudáveis e magras “na medida certa”. Não existem outros problemas naquela garota para serem tratados antes, durante ou depois do que rola. Mas na vida real não é bem assim.

Na vida real existe uma ramificação enorme de sequelas que viver com uma doença assim pode trazer, e é o que é abordado. A própria Ellen se corrói de remorso com o que a mistura da anorexia e arte desencadeou em sua vida e na dos outros, e ainda assim não consegue se livrar dela. Vemos vagamente que os outros pacientes da clínica também sofrem com isso, mas não é algo tão aprofundado. Se parar pra pensar isso condiz com a realidade, mesmo que a gente compartilhe das dores e problemas de alguém raramente saberemos ao fundo as causa e consequências disso. A escolha dos atores foi muito sábia nesse aspecto, assim como as tomadas feitas pela câmera… Os ossos deles aparecendo sob a pele é amargo de se ver, traz desconforto e fica quase difícil entender como alguém pode chegar a esse ponto, e aí você lembra que que não é realmente compreensível, o que torna a luta ainda mais árdua.

Dois pontos, porém, foram extremamente fracos pra mim. Primeiro um breve romance que é enfiado na história, sem pé nem cabeça, que não faz sentido, não tem base para se firmar e não dá força a nenhum aspecto da narrativa. O impacto final que isso tem poderia ser o mesmo sem esse tipo de envolvimento e seria ainda mais bacana porque teria alguma lógica, já que a amizade convence e o casinho não. E o segundo é o final. O clímax do filme é maravilhoso com uma cena SUPER forte e emotiva envolvendo a mãe da personagem, e aí o que vem logo em seguida não combina muito bem com toda a realidade que estava sendo passada até segundos antes. Os últimos minutos se arrastaram e quebraram completamente um ritmo que eu estava gostando MUITO, até que acabou e fiquei olhando pra tela um pouco decepciona. Uma pena.

O Mínimo Para Viver Foto do Las Vegas Review-Journal

E agora um desabafo, porque acima de tudo seria impossível falar sobre esse filme sem isso. A maneira como me senti se sobressaiu a tudo, incluindo roteiro, atuações maravilhosas e fotografia belíssima. “O Mínimo Para Viver” enfiou o dedo numa ferida que eu sequer sabia que tinha, tão profundamente que chegou lá no osso, como o título sugere. Porque mesmo com mais de uma incidência com o passar dos anos eu continuava fingindo que nunca tinha tido um transtorno alimentar de verdade, mas a verdade é que tive, várias vezes.

Sendo uma pessoa que sofre de Transtorno de Ansiedade estou sempre suscetível a épocas de crises, muitas vezes causadas por “besteiras” que as ligações falhas do meu cérebro tornam algo grandioso. E um sintoma que NUNCA DEIXA DE APARECER é a falta de apetite. Já cheguei a emagrecer 5kg em duas semanas e esse ano a coisa chegou no seu ponto extremo em que havia dias onde eu fazia apenas duas refeições minúsculas, praticamente só pra fingir pras pessoas que estava normal. Um belo dia me olhei no espelho e vi que conseguia ver as costelas sem precisar forçar, algo que não acontecia nem quando eu era uma adolescente magrela. Minhas calças estão todas caindo e escolher o que vestir me leva ao profundo desespero, já que me sinto sempre horrorosa não cabendo em nada.

“Mas Luly, você não gosta de estar assim! Você nem se acha bonita estando tão magra! Não é a mesma coisa, né?” Não, não é a mesma coisa, mas não deve ser ignorado ainda assim. Durante todos os minutos de duração da história eu tentava me comparar visualmente com a Ellen com medo de estar iguala. É óbvio que a coisa fica ainda mais triste quando é imposta por uma sociedade que se preocupa mais com a magreza do que com a saúde, mas um distúrbio por compulsão ou isenção não deixa de ser um problema. Inclusive já falei sobre como me sinto em relação a isso largamente num vídeo que foi ao ar no meu canal do YouTube há pouco tempo…

Tem também o número absurdo que pessoas que já me disse ao longo da vida o quanto eu e a Lily somos parecidas fisicamente. Não sei se é realmente tão igual, mas entendo a comparação e fico feliz porque acho ela LINDA, e deixou tudo ainda pior! Só o que conseguia pensar era “Será que estou ficando assim? Será que já estou? Se ela ficou destruída dessa forma estando tão magra, vou ficar também? E se chegar nesse ponto?”… Ao mesmo tempo que não sei como mudar minha realidade… Desesperador.

O Mínimo Para Viver Foto do Las Vegas Review-Journal

Enfim… Em resumo, “O Mínimo Para Viver” não é um filme sobre superação, romantização ou finais felizes. É para incomodar e mostrar “na prática” que a doença pode chegar níveis extremos, acarretar outros problemas ainda maiores, se tornar mais importante que seus valores próprios. É pra te jogar na cara que vem pra matar! É pra exemplificar que afeta quem se acha gordo demais, magro demais, feio demais, infeliz demais, muito demais em algo que a pessoa pode nem ser e o pior: a torna alguém ruim ou feio mesmo se for!

Trailer:

Blog Day 2016

Em 31.08.2016   Arquivado em Blog

Comecei a blogar em 2003, o Sweet Luly nasceu em 2004 e desde 2008 eu comemoro o Blog Day (3108DAY): o Dia Internacional do Blog! Houve uma época em que essa data tinha um site que orientava os blogueiros como “deveria” ser feito o post (entre aspas, né, porque aqui todo mundo é livre!) e a gente seguia com o maior amor e carinho, esperava ansiosamente o dia chegar. Em 2012 eu acabei “pulando” por motivos de TCC e nos últimos dois anos, quando a ideia “ressuscitou”, rolou uma mudança da maneira como a coisa passou a ser feita, os grupos de Facebook passaram a fazer cada um do seu jeito, mas eu sou blogueira old school que tem humor do I-mood no perfil, então resolvi que hoje honraria o título e vou fazer um Blog Day Clássico pra vocês! Foi difícil escolher, difícil demais, principalmente por causa do número absurdo de blogs bons que conheci nos últimos 365 dias, então decidi que ia indicar os que acompanhei mais de perto durante esse BEDA, independente de estarem participando ou não!

Blog Day 2016

O que é o BlogDay??
BlogDay foi criado na convicção de que os bloggers deverão ter um dia dedicado ao conhecimento de novos blogs, de outros países ou áreas de interesse. Nesse dia os bloggers recomendarão novos blogs aos seus visitantes.

O que acontecerá no BlogDay??
Durante o dia 31 de Agosto, bloggers de todo o mundo farão um post a recomendar a visita a novos blogs, de preferência, blogs de cultura, pontos de vista ou atitude diferentes do seu próprio blog. Nesse dia, os leitores de blogs poderão navegar e descobrir blogs desconhecidos, celebrando a descoberta de novas pessoas e novos bloggers.

Minhas Indicações:

01. Entre Cartas e Amoresentrecartaseamores.com: O blog da Karol tá entre meus favoritos dos últimos tempos, sempre me identifico muito com os textos dela, sejam eles sentimentais (teve um que coloquei nos links da semana que poderia ter sido escrito por mim!) ou sobre assuntos IMPORTANTÍSSIMOS, principalmente quando se trata de empoderamento feminino. Vale a pena demais!
02. It’s Kimbyitiskimby.wordpress.com: Um “baby” que nasceu mês passado mas já tem história pra contar, e só história boa! A Kimberly (que tem esse nome liiindo) é estudante de moda e fala MUITO sobre o assunto, mas também sobre comportamento e cotidiano, levei um susto quando descobri que o blog dela era tão recente, parece que já tá aí desde sempre!
03. Cor de Rosagabrielagouveia.com.br: Esse é DO JEITO QUE EU GOSTO! A Gabi simplesmente fala da vida dela através das coisas que gosta, de forma que fica legal e útil pra quem lê ou assiste, já que uma boa parte dos posts contém vídeos. Meus favoritos são os vlogs de viagens incríveis que ela faz, já quero que chegue a próxima, hahaha!
04. Sai da Minha Lentesaidaminhalente.com: Clay já é miga das antigas, de quando eu comecei a colecionar Fashion Dolls, então acompanho o SDML desde que ele nasceu. Ela fala muito sobre fotografia (e é fotógrafa de primeira), nerdices e miniaturas, claro, além de escrever resenhas e assuntos do cotidiano.
05. Being Hellzbeinghellz.com: Fechando com chave de ouro com a Hellz que é SENSA! Outro blog pessoalzão onde ela desabafa, dá a voz pra outros blogueiros, solta opiniões, é sincerona e divulga muita dica legal. Amo!

BEDA2016

Semana “Harry Potter” na Cia do Ponto!

Em 30.08.2016   Arquivado em Publicidade

Vamos falar de coisa boa, vamos falar de Cia do Ponto, hahaha! Pois bem, minha loja favorita no planeta que antes trazia produtos “nerds” somente em bordados industriais resolveu dar uma ampliada nos horizontes, porém com a mesma qualidade de produção, e agora tem uma linha em silk também! Os moletons vão continuar como eram antes, sempre, mas as camisetas ganharam essa novidade que vem pra aumentar a gama de possibilidades, já que existem alguns desenhos que não ficam tão legais no bordado, mas que a gente não queria deixar de fora. O primeiro exemplo disso foi uma camisa LINDA de Esquadrão Suicida (ela tá disponível aqui!) que seria impossível sair tão legal assim antes, mas agora não só existe como fez o maior sucesso no estande deles no último Anime Festival BH, que foi dois dias após o estreia do filme. E é óbvio que a maior quantidade de produtos nesse lançamento seria de Harry Potter, né? Eles começaram a participar de eventos com o Potter Club BH, grande parte do público é fã, o universo da J.K. Rowling tá cheio de novidades e nessa quinta feira, dia 1º de setembro, temos a volta às aulas em Hogwarts, então nada mais justo do que fazer uma semana temática da melhor saga do mundo na loja virtual!

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O objetivo era justamente trazer produtos relacionados ao que tá rolando de novo, pra não ficar na mesmice das blusas que já vemos por aí todo dia. Começando, claro, com o filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam” já pra contar os dias (faltam só 80 agora!) com a t-shirt do Newt Scamander, que eu já até postei um look por aqui usando. E pra celebrar o sucesso da peça e da publicação do roteiro de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” temos as camisas raglan com os novos brasões das quatro Casas de Hogwarts, que representam o animal símbolo de cada uma no formato das suas iniciais. Pra fechar tem uma parceria com o canal Menino Gil pra quem não quer definir Casas e gosta de um bom crossover, hahaha! Além disso eles continuam com a linha antiga (algumas na promoção, hein) de Tribruxos, brasões das Casas, moletons, patches termocolantes e as capas, que podem ser feitas sob medida do jeito que a pessoa quiser!

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E já que tá rolando jabá, que é bom e todo mundo gosta, vou aproveitar e fazer propaganda também da NOSSA blusa, uma parceria Cia do Ponto + Sweet Luly: a t-shirt SuperGirl! Nós desenvolvemos ela juntos pro sorteio de aniversário de 12 anos do blog e eu queria algo que misturasse essa temática geek com empoderamento feminino, então não tinha como fazer melhor. Pra combinar ainda mais usamos as “minhas” cores, rosa e cinza, e gente… Ela não ficou a coisa MAIS LINDA DO MUNDO? Eu quero ter duas, uma pra usar todos os dias da minha vida e outra pra guardar de lembrança. Também tá disponível pra compra aqui!

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Além disso a produção de roupas relacionadas a outras sagas, animes, games e tudo mais continua, sempre! Pra quem quiser acompanhar todas as novidades é só curtir a fã page do Facebook, seguir no Instagram e ficar de olho no site! Para comprar os produtos é direto na loja virtual: ciadoponto.iluria.com

Ei, galera! Quando forem comprar na loja virtual da Cia do Ponto não se esqueçam de inserir o cupom sweetluly no final da compra, pra gente que vocês vieram daqui e me ajudar a ser mais feliz! Se tiverem qualquer dúvida sobre os produtos (e pro pessoal de BH que não quer pagar frete) podem entrar em contato nos links acima ou direto comigo através do e-mail sweetluly@ciadoponto.com.br

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