Corgi: Top Dog

Em 09.09.2019   Arquivado em Filmes

Corgi: Top Dog (The Queen’s Corgi )*****
Corgi: Top Dog Elenco: Jack Whitehall, Bridget Maasland, Iain McKee, Matt Lucas, Julie Walters, Colin McFarlane, Debra Stephenson, Jon Culshaw, Kulvinder, Nina Wadia, Ray Winstone, Sarah Hadland, Sheridan Smith, Tom Courtenay
Direção: Ben Stassen
Gênero: Animação, Aventura
Duração: 92 min
Ano: 2019
Classificação: 10 anos
Sinopse: “A Rainha Elizabeth é apaixonada por cães da raça Corgi e, dentre os que vivem no Palácio, Rex (João Guilherme) é o seu queridinho. Acostumado com as mordomias da realeza, tudo muda quando ele cai na armadilha de um outro cachorro que quer tomar o seu lugar. Preso no canil da cidade, ele agora vai precisar de toda a ajuda que conseguir para voltar ao Palácio e retomar seu lugar como o favorito da Rainha.” Fonte: Filmow.

Comentários: Numa mistura de ficção com a representação de elementos reais, chegou essa semana nos cinemas brasileiros uma animação belga distribuída aqui pela Imagem Filmes. Corgi: Top Dog conta a história de Rex, o favorito entre os vários cães dessa raça que pertencem à Rainha Elizabeth II. Após ser dado de presente a ela ainda filhote pelo seu marido, o Duque de Edimburgo, ele rapidamente assume o posto de “top dog”, sendo uma celebridade em todo o Reino Unido – com direito até a uma extensa linha de merchandising com seu rosto. Essa vida dos sonhos de qualquer cachorro acaba sendo prejudicada quando, em uma visita do presidente dos Estados Unidos, ele acaba não se comportando como um cão real. Sua dona então o repreende e, influenciado por alguém que pretende usurpar seu lugar, Rex acaba fugindo, sendo tido como morto e levado para um canil onde vários animais esperam pela sorte de ser adotado por uma família algum dia.

A história do filme é bastante clichê, daquelas que já foram contadas várias vezes em mídias voltadas para o público familiar: superação de problemas, reconhecimento raso de privilégios, luta pelo amor verdadeiro, entre outros, mas uma vez que está inserida num grupo de personagens original, o ambiente se torna mais interessante. Aos que não são tão ligados à realeza britânica é apresentada a afeição da Rainha Elizabeth à raça corgi e ao fato de que ela mantém, desde sua coroação realizada mais de 60 anos atrás, uma pequena matilha deles como parte da “família real”, cães que vivem de maneira extremamente luxuosa como é de esperar. As pessoas reais são mostradas com fácil identificação e trazem piadas de duplo sentido para entreter adultos – principalmente ao satirizar Trump de maneira genial -, quebrando os momentos de tédio que podem surgir ao consumir algo claramente voltado para o público infantil.

Corgi: Top Dog

Corgi: Top Dog | Imagem via YouTube

No que diz respeito ao entretenimento das crianças, o núcleo animal é fofinho e divertido, com traços da animação bem feitos e tudo muito colorido. É legal ver esse tipo de obra vinda de um estúdio mais independente, e não dos gigantes que praticamente dominam a indústria, apesar da diferença da qualidade ser gritante é através daí que vão surgindo os avanços, mesmo. Ao migrar do cenário do palácio para um canil, fica a mensagem subliminar de que existem vários animais abandonados também à procura de um lar, provando que amor e carinho vão além da raça, já que é ali que Rex encontra os reais companheiros que vão ajudá-lo a superar os problemas propostos na trama. Senti falta de enfatizar um pouco as características de cada raça mostrada, mas talvez esse seja um aspecto positivo para quebrar essa necessidade que temos em julgar os animais pelo físico, e não pela amizade que estão dispostos a dar.

Apesar de Rex ser um protagonista legal, carismático e levemente arrogante em alguns momentos, a dublagem brasileira dele ficou HORROROSA! Mais uma vez a escalação de um famoso sem formação e prática como dublador estragou completamente a experiência, porque destoa muito das outras personagens que são muito superiores nesse atributo. Foi, de fato, a escolha de João Guilherme no papel que fez a visibilidade do trailer aumentar bastante nas redes sociais, antecipando o lançamento do longa no Brasil, mas no quesito qualidade… Sinceramente, uma perda muito grande pro expectador. Lendo algumas opiniões por aí vi que a versão original também pecou bastante nesse aspecto, então fizemos jus ao negativo impossível de ser relevado.

Trailer:

Kubo e as Cordas Mágicas

Em 24.02.2017   Arquivado em Filmes

Kubo, via Filmow

Kubo e as Cordas Mágicas (Kubo and the Two Strings) *****
Elenco: Art Parkinson, Charlize Theron, Matthew McConaughey, Ralph Fiennes, Rooney Mara, Alpha Takahashi, Brenda Vaccaro, Cary-Hiroyuki Tagawa, George Takei
Direção: Travis Knight
Gênero: Animação, Aventura
Duração: 101 min
Ano: 2016
Classificação: Livre
Sinopse: “Kubo vive uma normal e tranquila vida em uma pequena vila no Japão com sua mãe. Até que um espírito vingativo do passado muda completamente sua vida, ao fazer com que todos os tipos de deuses e monstros o persigam. Agora, para sobreviver, Kubo terá de encontrar uma armadura mágica que foi usada pelo seu falecido pai, um lendário guerreiro samurai.” (fonte – sinopse e pôster)

Comentários: Quem assistiu outros filmes produzidos pelos estúdios Laika já está acostumado com o estilo: animações 3D em stop-motion imersas em um mundo de fantasia com um toque meio sombrio. Kubo e as Cordas Mágicas, indicado ao Oscar desse ano nas categorias Melhor Animação e Melhores Efetios Visuais, não poderia ter sido diferente: foi o quarto longa metragem deles e segue essa linha de misturar (bem) humor e aventura dentro de um ambiente soturno imerso lindamente na cultura japonesa.

Ainda quando bebê Kubo tem um de seus olhos arrancados pelo avô, o Rei da Lua, numa batalha onde seu pai, o guerreiro Hanzo, acaba falecendo. Sua mãe, Sariatu, para impedir que o filho perca o segundo olho, passa a morar com ele em uma caverna, onde vive oscilando entre a lucidez e o transe psicológico. O garoto, por sua vez, frequenta a vila que fica ali perto e conta histórias de forma mágica: ao tocar seu shamisen, um instrumento japonês de três cordas, os papéis que leva em sua bolsa vão formando origamis vivos que retratam as batalhas vividas por Hanzo. Durante um festival local onde os moradores se comunicam com o entes perdidos, porém, ele se atrasa ao tentar conversar com o pai, não volta ao pôr do sol como recomendado, e quase é capturado por suas duas tias do mal que querem cegá-lo de vez. Sua mãe então sacrifica sua última magia para que ele possa seguir numa busca da armadura, elmo e espada do pai para, assim, se proteger do avô. Nessa jornada ele conta com a ajuda da Macaca, um talismã que ganha vida durante o sacrifício de Sariatu, do Besouro, um guerreiro que eles encontram acidentalmente e que é um humanoide meio inseto, e do origami animado de Hanzo que o filho usa em suas apresentações.

A animação é visualmente maravilhosa, não tem outra palavra para definir! Existe uma cena durante a jornada do trio em que o garoto cria com sua música um barco usando folhas de árvores e é de tirar o fôlego, eu particularmente não consigo imagina COMO alguém conseguiu produzir algo grandioso assim em stop-motion, sério. O cenário, personagens e efeitos são todos muito bonitos, é engraçado porque não ouvi falar tanto sobre esse filme, mesmo se tratando da obra de um estúdio que tem feitos muito aplaudidos, como é o caso de Coraline. A busca de Kubo pelos artefatos do pai contando com o que foi deixado pela mãe é super tocante, um drama familiar carregado de descobertas e auto conhecimento, e a tensão é sempre quebrada na hora certa com uma dose de humor trazido geralmente pelos seus companheiros de viagem, que são geniais! A Macaca é, de longe, a figura mais forte, carismática e bem trabalhada do filme, foi minha personagem favorita. A presença da cultura japonesa é outro forte, conseguiram fazer um tributo sem precisar forçar a barra ou soar ofensivo. Já o ponto fraco para mim foi o clímax, apesar de gostar bastante do conflito final e de como ele tem seu ápice, achei que algumas coisas ficaram meio “soltas”, não sei se fui eu que não consegui captar e não prejudica em nada realmente, mas senti que não ficou tão claro quem era REALMENTE aquele vilão tão falado desde o início, as tias macabras cobertas por máscaras davam muito mais medo quado apareciam… Por outro lado adorei como a magia é mostarda de forma natural, não precisa de uma introdução ou explicação de como aquela família tem os poderes que tem, eles simplesmente estão ali para ser usados e bem aceitos por todos, é diferente do que estou acostumada a ver, geralmente os heróis precisam esconder esse tipo de coisa ou lutar para que os outros aceitem, mas nesse caso são outros aspectos muito maiores que são trabalhados sem precisar “perder tempo” com isso. E, desculpem falar mas também não tem como evitar, que LIÇÃO é o final, viu… Que lição!!!

A trilha sonora também é super gostosa, toda instrumental nesse clima nipônico do shamisen, e pra fechar com chave de ouro os créditos finais ainda contam com uma versão LINDA de “While My Guitar Gently Weeps” (do George Harrison), que eu particularmente já adoro, cantada pela Regina Spektor. Vale a pena procurar porque é daquelas que dá vontade de ouvir e ouvir várias vezes sem parar, ficou absolutamente perfeito! Dá pra conferir um pouquinho (e mais informações no geral) no site oficial do filme.

Trailer:

Trolls

Em 03.11.2016   Arquivado em Filmes

Trolls, via Filmow

Trolls *****
Elenco: Anna Kendrick, Justin Timberlake, Christine Baranski, Christopher Mintz-Plasse, Gwen Stefani, James Corden, John Cleese, Kunal Nayyar, Ron Funches, Russell Brand, Zooey Deschanel
Direção: Mike Mitchell, Walt Dohrn
Gênero: Animação, Fantasia
Duração: 93 min
Ano: 2016
Classificação: Livre
Sinopse: “Nova animação da Dreamworks levará as telas os famosos bonecos Trolls, conhecidos por aqui como os Duendes da Sorte.” (fonte – sinopse e pôster)

Comentários: Durante os anos 90 todo mundo tinha um amigo que tinha um “Duende da Sorte”, que eram bonequinhos amarronzados peladinhos com os cabelos pra cima super macios de cores vibrantes, isso quando a própria pessoa não era esse amigo em questão. Eu achava aquilo MUITO FEIO e mesmo assim ficava doida pra ter um rosa, era uma febre que eu não entendo muito bem, mas estamos falando de uma década que tinha vários desses ícones inexplicáveis. Eis que a Dreamworks resolveu resgatar isso usando sua clássica fórmula mágica de “animação para criança com trilha sonora para adulto” e, pronto, daí nasceu Trolls, o filme mais fofo e colorido do ano!

A história começa no trollsístio, que é o dia do ano onde os Bergens se unem para poder comer trolls: a única coisa que pode fazê-los feliz, já que são seres que não conhecem esse sentimento muito bem e só sabem se lamentar e reclamar da vida. A festa, porém, não é concretizada quando eles dão de cara com a árvore onde acontece a “colheita” completamente vazia após a fuga das pequenas criaturas, liderados pelo seu rei. E foi assim que eles puderam voltar a viver a vida da forma como mais gostam, cantando, dançando e se abraçando o tempo todo, rodeados de alegria e positividade. O tempo passa e a “alma” da aldeia é a princesa Poppy, que está promovendo uma festa para comemorar duas décadas de liberdade, até que o barulho atrai a atenção de da antiga chef de cozinha dos bergens, que acaba raptando os amigos da princesa para levar de volta ao seu povo, então ela tem que ir atrás deles para salvá-los com a ajuda MUITO relutante de Tronco, o único troll mal humorado e “cinza” vivendo naquela comunidade feita de animação e cores!

O filme passa VÁRIAS mensagens bacanas ao longo da sua duração, tanto de forma óbvia sobre gentileza, acreditar em si mesmo e ver o lado bom das coisas, quanto indiretamente quando se trata de fidelidade, preservação e senti até aquela “pontinha” de defesa ao meio ambiente e consumo desenfreado, que são pautas incríveis de já ir inserindo na vida das crianças. O visual também é lindíssimo, tudo fofinho que dá muita vontade de apertar, parece feito de pelúcia, isso sem contar as fumaças de glitter jorrando pra lá e pra cá o tempo todo. O ponto alto, porém, é a trilha sonora MARAVILHOSA, e se tratando de um musical não poderia ser diferente… Temos Simon & Garfunkel, Lionel Richie, Cindy Lauper, Ariana Grande e o single “Can’t Stop the Feeling!” nas vozes de Justin Timberlake (que foi o produtor musical), Anna Kendrick, Zooey Deschanel e um BAITA elenco na versão legendada. Para quem for assistir dublado, que é como a maioria das salas está exibindo, já fica o aviso: a maioria das músicas também foi traduzida para o português porque fazem parte do enredo, confesso que fiquei curiosa para assitir com áudio original depois pra ver como ficou porque deve ser lindo, tem VÁRIAS que eu gosto muito.

A MELHOR CENA DE TODAS é bem no clímax, aquele momentinho em que todo mundo acha que perdeu, e eles cantam “True Color” lindamente, os “reloginhos de abraço” deles começam a brilhar e é mágico demais ver como tudo “acontece” a partir daí. Fora a música é uma delícia por natureza e combina muito com a história e os personagens, chorei o tempo todo, muito emocionante! “Trolls” vale a pena independente da idade, já tô apostando que vai levar indicação ao Oscar pelo menos de melhor canção e longa de animação porque merece! E pra quem sair do cinema encantado (quero uma Poppy, gente, ela é linda!), rola de se “trollificar” no site oficial, olha a “Trolluly” que fofura que ficou:

trollifyyourself

Trailer:

A Bela e a Fera 3D

Em 09.02.2012   Arquivado em Disney, Filmes

A Bela e a Fera 3D (Beauty and the Beast 3D) *****
Elenco (vozes): Robby Benson, Paige O’Hara, Richard White, Jerry Orbach, Angela Lansbury, David Ogden Stiers, Bradley, Michael Pierce, Jesse Corti, Rex Everhart
Direção: Gary Trousdale, Kirk Wise
Gênero: Animação/Romance
Duração: 84min
Ano: 1991/2011
Sinopse: “Uma das animações mais aclamadas e apreciadas de todos os tempos está de volta pela primeira vez em 3D. Siga as aventuras de Bela, uma jovem brilhante que se encontra dentro de um castelo de um príncipe que foi transformado em uma fera. Com a ajuda dos funcionários encantados do castelo, Bela logo aprende a lição mais importante de todas: que a verdadeira beleza está dentro de nós.” (fonte)
Comentários: MÁGICO!! Que outra palavra usar?? É um clássico Disney, é lindo demais e agora é em 3D com todos os planos destacadíssimos, toda aquela diferença de profundidade maravilhosa que teve em “O Rei Leão”, fazendo você perceber mais do que nunca cada detalhezinho do filme.
Eu sou super a favor desses relançamentos da Disney em 3D. Não estraga o filme, fica maravilhoso e eu tenho a chance de ver todos esses clássicos que amo numa telona de cinema. Queria realmente que Branca de Neve ganhasse uma versão, acho que é o tipo de filme que merece pelo histórico dentro da Disney. Mal posso esperar por “Procurando Nemo 3D”!!
Foi um pouco triste no caso d’a Bela e a Fera porque a cena da música “Humano Outra Vez” faltou, já que é a versão de cinema, e eu gosto da cena porque a que lembro mais nitidamente de assistir quando era criança. Mas fora isso não tenho do que reclamar, vale SEMPRE a pena.
E outra coisa linda é que antes do filme passou o curta “Enrolados Para Sempre”, hilário, deu pra rir em 6 minutos mais do que ri em “Enrolados” em si, e olha que eu gostei do filme!!
Melhores Cenas: A minha cena favorita do filme, como a de 90% da população, é a deles dançando a música tema porque, né? É linda, toda linda. Música linda, cores lindas, clímax lindo. Porééééém no 3D tiveram duas cenas que ficaram muito incríveis. Pra começar os primeiros minutos da primeira cena, quando vai entrando pelo jardim em direção ao castelo. Sério, até brilhava de tão bonito.
E, claro, a cena da Fera se “transformando” no Príncipe Adam. Chove, brilha, solta foguetes, é uma explosão de elementos saltando da tela e com beijo de amor verdadeiro Disneyco pra finalizar. Como não chorar??

A Bela e a Fera 3D

ps.: uma curiosidade LINDA que eu não sabia: A Bela e a Fera foi lançada no Brasil oficialmente dia 10 de julho de 1992, no dia do meu aniversário de 2 anos!! Ai, fiquei emocionadinha #manteigaderretida

Gato de Botas

Em 06.02.2012   Arquivado em Filmes

Temporada de filmes + falta de internet ao mesmo tempo, será que posto tudo até fevereiro acabar?? hehehe

Gato de Botas Gato de Botas (Puss in Boots) *****
Elenco (vozes): Elenco: Antonio Banderas, Zach Galifianakis,Salma Hayek, Amy Sedaris, Billy Bob Thornton, Ryan Crego, Tom Wheeler, Rich Dietl, Guillermo del Toro, Constance Marie, Conrad Vernon, Tom McGrath, Bob Joles, Jessica Schulte, Mike Mitchell
Direção: Chris Miller
Gênero: Animação/Aventura
Duração: 90 minutos
Ano: 2011
Sinopse: “Conheceremos o divertido Gato de Botas desde seu nascimento, como um fofo gatinho, até ele se tornar o felino visto em Shrek. No filme, Gato de Botas irá se juntar a mais dois amigos, Humpty e Kitty para tentar capturar a famosa e cobiçada galinha que põe ovo de ouro. Será que essa quadrilha vai conseguir concretizar o plano?” (fonte)
Comentários: Antes de contar do filme, tenho que contar o dilema que eu tinha pra ver o filme. Primeiro porque não gosto de filme em 3D (tirando casos específicos, como filmes que gosto e estão voltando em 3D), mas o Gato de Botas é o personagem favorito da Daninha em Shrek. E segundo porque foi MUITO difícil escolher entre ouvir a voz que estamos acostumadas na dublagem e a voz do Antônio Banderas. No final demorou tanto pra gente ir ver que só tinha a opção 3D dublado no Pátio Savassi, então 3D dublado foi!!
Eu sou puxa saco da Disney+Pixar, logo tenho preconceitinho contra os filmes de animação da Dreamworks, mas Shrek é Shrek, e se tiver filmes de qualquer personagem da história do meu ogrinho querido eu VOU GOSTAR. Pronto. Tá definido.
Então eu gostei desse. Como sempre eles misturaram algumas histórias e personagens, como Humpty Dumpty e “João e o Pé de Feijão”… E fazem isso sempre muito bem, pra isso temos que tirar o chapéu (e que seja um chapéu no estilo Puss in Boots!!). A personagem feminina, Kitty, é bem simpática (aquela patinha, cute-cute da mã-mã), os vilões te fazem rir muito, Humpty dá vontade de fazer omelete (hehe) e a Gansa dos Ovos de Ouro é a coisinha MAIS LINDA DO PLANETA, dá vontade de abraçar, apertar e trazer pra casa.
O Gato então, bem, a gente já sabe, é o Antonio Banderas encarnado, hehe, a versão bebê dele fazendo “os olhinhos” foi um “ooooooooowwwwnzzzz” com olhos brilhantes no cinema.
Porééééééém… A MUITO TEMPO que vinham anunciando o filme do Gato, e aí foi vindo Shrek em cima de Shrek, e Shrek especial de Halloween e Dia das Crianças e tudo que se pode imaginar, e a espectativa pro filme do Gato só aumentava. Lóóógico que não fariam um filme com a história original (já tem isso no Shrek 2), mas os boatos é que o subtítulo seria “A história de um matador de ogros” ou algo assim. Ou seja: Gato de Botas larápio e sem-vergonha.
Aí vem esse filme, tudo bonitinho… E ele é HERÓI!! E num é herói larápio e sem-vergonha, como na história original, é herói injustiçado, muito triste, hahaha.
Sem contar que eu vi uma hora e meia de filme pronta pra ver o momento em que faziam uma conexão daquela história com a ida dele pra Tão, Tão Distante e aí o filme acabou e… Nada!! Foram duas decepções baseadas nas minhas espectativas pessoais, que fez eu gostar menos do filme que gostaria. Mas no mais, achei engraçado e super bem feito!!
Melhores Cenas: Gente, eu TENHO que contar, mas a melhor parte do filme foram os trailers!! hahaha Porque, né, a gente viu em 3D, e aí o primeiro trailer já veio com castelinho e símbolo da Disney e eu já comecei a chorar ali!! A Bela e a Fera 3D saiu essa semana, ai gente, eu tenho que postar sobre ele também. E o melhor, o trailer seguinte era de “Ameaça Fantasma”!! Aaaah, uma semana Disney e na outra Star Wars, tudo 3Dzinho, fevereiro vai ser lindo!!
– Mas ok, Luly, foco. Melhores cenas do filme são as da Gansa. Ela é realmente muito linda meeeesmo. Toda vesguinha e neném. Queria uma pra mim. Mas num posso tê-la, e quem viu o filme sabe o motivo, hehehe.
E além dela, tem outro personagem secundário que é irresistível. Assistam o trailer aí em baixo e percebam no gatinho coadjuvante que faz barulhinho de “Ooooown” e tampa a boca. Sário, não dá pra reproduzir o som dele, e é muito hilário!
Trailer:

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