A Dama e o Vagabundo

Em 13.12.2019   Arquivado em Disney, Filmes

A Dama e o Vagabundo (Lady and the Tramp) *****
A Dama e o Vagabundo Elenco: Tessa Thompson, Justin Theroux, Kiersey Clemons, Thomas Mann, Janelle Monáe, Adrian Martinez, Arturo Castro, Ashley Jensen, Benedict Wong Bull, Marie Burke, Matt Mercurio, Yvette Nicole Brown
Direção: Charlie Bean
Gênero: Romance
Duração: 104 min
Ano: 2019
Classificação: 10 Anos
Sinopse: “A história de amor entre a Lady (Tessa Thompson), uma cocker spaniel mimada, e um vira-lata chamado Vagabundo (Justin Theroux), que salva a cadelinha do perigo de vagar sozinha perdida pelas ruas.” Fonte: Filmow.

Comentários: Adaptado da animação de mesmo nome lançada em 1955, A Dama e o Vagabundo é o primeiro nessa nova geração de live actions Disney produzido exclusivamente para plataforma de streaming da empresa, Disney+, prevista para estrear no Brasil em novembro de 2020 e já está no ar em alguns países. Nele, Lady é o centro das atenções de sua família desde que Jim Querido a deu de presente para sua esposa, Querida, que são chamados pela cocker spaniel assim porque é como os escuta falar. Após o nascimento de Lulu, primeira filha do casal, ela começa a notar mudanças na rotina na casa e conhece um vira latas conhecido como Vagabundo, que tenta mostrar a ela que o mundo é muito maior que as cercas de sua vizinhança e que a vida nas ruas é melhor, apesar da instabilidade e o risco iminente de ser pego pela carrocinha.

O filme é muito fiel à animação no quesito visual e enredo, com algumas diferenças pontuais mas sem perder a essência da história. Por se tratar de um longa para “televisão” (nesse caso streaming, mas ainda assim uma mídia que não foi lançada nos cinemas) fiquei surpresa com o capricho da produção de um modo geral, os cenários são bonitos, atuações/dublagem impecáveis e computação gráfica dos animais caprichada em quase todas as cenas, são poucas as que ficaram artificiais. Uma grande reclamação do público em relação a “O Rei Leão” foi que as emoções das personagens se assemelhavam às reais do reino animal, e não de humanos como nos desenhos, e esse filme, por usar cachorros de verdade como parte do elenco, também é assim, o que para mim é uma vantagem. Na verdade acho muito problemático essa dificuldade que as pessoas têm de identificar sentimentos que não sejam humanos, como se esses fossem superiores. Talvez seja hora de mudar o próprio pensamento, e não as produções que tendem pro realismo…

Leia também: Aladdin, resenha do live action lançado pela Disney nos cinemas em maio de 2019.

A Dama e o Vagabundo

A Dama e o Vagabundo | Imagem via Collider

Apesar da fidelidade, os mais nostálgicos podem se incomodar com modificações pontuais. Algumas sutis, como a troca de gênero do bebê e de Joca, um dos melhores amigos de Lady (nessa versão, Jackline), outras mais inclusivas em mudanças de etnias, e em pontos necessários, para que a adição de 30 minutos de uma versão para a outra funcionasse de forma fluida. Nesse quesito “adaptação” a única coisa que senti falta realmente foi a exploração das características de cada raça, que no antigo aparece a todo momento causando cenas de humor e emoção. Não atrapalha, é só um detalhe, mas que foi bastante minimizado, infelizmente, porque era bem real.

Ainda no que diz respeito às diferenças, uma que poderia acontecer de forma maravilhosa, mas que infelizmente a Disney não soube aproveitar e deixou a situação ainda pior, foi a cena da canção dos siameses. Apesar de não dar raça a eles, o que foi bem legal, ao invés de suavizar a suposta rivalidade entre cães e gatos fizeram o contrário, os felinos foram retratados de forma ainda pior! É uma pena, porque o longa tem uma mensagem super forte de incentivo à adoção de animais de rua, tendo inclusive um recadinho nos créditos finais… Inclusive parte do elenco encontrado em abrigos, curiosidade que foi largamente divulgada justamente para mostrar a necessidade de resgatar animais domésticos sem raça definida, mas reforçando a ideia de que gatos são os malvados da história… Apesar do filme ter me emocionado muito em diversos momentos, principalmente porque AMO o original, fiquei bem chateada com isso.

E já que falamos de música… Num filme Disney tem como não falar de música? Os outros números estão todos presentes, lindos como sempre! Kiersey Clemons, intérprete da Querida, tem uma voz linda quando canta a canção de ninar, que achei que seria minha maior decepção do filme ao ser alterada, mas à medida que o final foi chegando eles “corrigiram” de forma tão linda que o coração ficou até mais quentinho. O clássico “Bella Notte”, minha cena favorita(!), ficou mega romântica e emocionante, mas o grande destaque dessa versão nesse aspecto é “He’s a Tramp”, tema de Peg e seus amigos do canil. Se o resto já não tivesse lindo por si só esse pedacinho já valeria toda a experiência, ficou incrível!

Trailer:

Top 5: Casais preferidos (24/52)

Em 14.06.2014   Arquivado em Memes e Tags

Essa é a vigésima quarta semana do Desafio 52 Semanas de Top 5 e o tema da vez é: Casais preferidos (filmes, seriados, livros, etc). Esse é o tema que eu mais queria no desafio e tenho certeza de que vai ser meu post favorito dos 52, queria fazer um Top 25, isso sim!!

Semana 24

01: Ron Weasley e Hermione Granger (Weasley)

Não importa se você chama de “Romione” ou se é old schooll que nem eu e fala R/Hr, gente, Rony e Mione formam o casal da vida, sério! Eu sou o tipo de pessoa que lida bem com a opinião alheia desde que lidem bem com a minha, mas quando a pessoa fala que é contra os dois terem ficado juntos aí se meteu comigo, essa é a única maneira imatura de ganhar minha antipatia NA HORA! (E olha… Dificilmente reversível!)
Desde “A Pedra Filosofal” eu adorava aquele climinha de pentelhar a colega cdf que camuflava um carinho imenso por parte do Rony enquanto ela sempre se irritava muito mais com ele do que com os outros, mas também se preocupa com ele em cada segundo. É meant to be! É amor eterno, é amor sincero, é amor verdadeiro, ah se toda Hermione da vida real tivesse seu Rony particular pra fazer a vida mais feliz, e que bom é saber que algumas delas têm. Casal número 01 forever!
(Ah, eu falei sério sobre a antipatia, quem não for R/Hr não mencione isso nos comentários, please, hahahaha!)

02: Malandro e Lady

Então, na minha época o “nome” dele era Malandro, sei que hoje em dia em português é Vagabundo e que em inglês é Tramp, mas continuarei chamando de Malandro, ok? Ok! Ai, esse amor aí é o mais real da história porque é amor canino, né? Não existe cena na história do cinema mais memorável e linda do que o jantar dos dois comendo espaguete, é a cena que TODO MUNDO tinha que ter o direito de reproduzir algum dia. Só de pensar meus olhos já brilham e enchem d’água!

03: David Nolan (Príncipe Encantado) e Mary Margareth (Branca de Neve)

Quando me falaram que Once Upon a Time tinha como protagonista a história da Branca de Neve eu já sabia que ia amar o casal protagonista, mas não imaginei que era tanto! David e Mary são uma versão melhorada do “Encantado” e da Branca de Neve porque são uma versão real e, ainda assim, mágica! Adoro como eles conseguiram fazer da vida deles um conto de fadas mesmo no “nosso” mundo, com beijo de amor verdadeiro, roupas de lacinho, uma filha incrível e tudo mais. Espero que eles continuem sendo felizes para sempre em todas as temporadas e além!

04: Charles Beckendorf e Silena Beauregard

Aaaah, Charlena, o casal que me faz mais bipolar de todos… São sorrisões de alegria seguidos de muitas lágrimas de tristeza, mas eles valem a pena mesmo assim! Quem viu meu vídeo sobre PJO sabem que o Beckendorf e a Silena são praticamente meus personagens favoritos (perdendo só pro Nico), mesmo sendo personagens tão pequenos mas que, ainda assim, têm uma importância gigante, cada um no seu momento clímax. Ah, gosto de pensar que eles tão felizes juntos até a eternidade, literalmente.

05: Charles Bingley e Jane Bennet (Bingley)

Enquanto 99% da população surta por Darcy e Lizzie (que eu amo também) é com o final feliz do Bingley e da Jane que eu choro de emoção. Aaaaihn, eles merecem, né? A Jane é linda em todos os sentidos e o Bingley o tipo de cara que merece uma garota assim, no livro eu vibrava quando eles estavam juntos e no filme MORRO DE AMORES por essa cena do pedido em que ele tá de azulzinho e ela de rosinha… E na cena dele pegando na fita dela… E na carinha dele quando tiram ele de perto dela… Ah, que todos os casais do mundo tenham um pouco deles também!

A Dama e o Vagabundo – Edição Diamante

Em 11.04.2012   Arquivado em Disney, Filmes

Eu estou escrevendo um post bem completo sobre as Edições Platinum e Diamante da Disney. SEMPRE que posto sobre isso tem alguém que comenta algo que me faz perceber que a pessoa nem faz idéia do que se trata, mesmo eu mencionando, então vai ficar pra referência pra vocês, sai esse mês ainda!!

O Disney Vault foi destrancado, os dubladores se aqueceram, a restauração digital trabalhou loucamente e a equipe de marketing deu um show. Assim nasceu a Edição Diamante do clássico mais caninamente fofo de todos os tempos da Disney: “A Dama e o Vagabundo”.
O esquema agora é aquele mesmo do Rei Leão: a Edição Diamante não existe mais em Dvd. Você pode comprar o Blu-ray, o Blu-ray + Dvd ou somente o Dvd numa edição chamada “Edição Dvd” – vem com os extras simplificados, igual ao que vem com o Blu-ray, mas os extras clássicos da edição só na “nova mídia” mesmo. Mas tudo bem, eu já me acostumei com o fato de que vai demorar pra assistir a esses extras que adoro… A única diferença foi que, dessa vez, não tinha a opção de comprar a versão digital junto, mas quem disse que liguei pra isso? Eu já tava com vontade de gritar desde que vi o trailer do lançamento porque tinha bem uma década que eu não assistia ao filme, e aí o sr. Carteiro é meu amigo e trouxe essa beleza pra mim durante a Semana Santa:

Dia Disney!!
Kim, Ron e Rufus aproveitaram e vieram junto, lindos!!

– Aí, ok, muita emoção e etc. Mas quando coloquei o filme pra rodar a primeira palavra que me veio à cabeça foi DECEPÇÃO!! Porque a Disney não aprende com seus erros e, DENOVO, redublaram tudo. E, denovo, lógico, ficou uma droga. Porque a maneira de falar na versão original dos personagens era super característica e eu lembrava do tom de voz de cada cena, e aí quando fui ver, nada mais estava lá. Ficou pior ainda que a Edição Platinum de “A Pequena Sereia”, se é que é possível. Ai, fico triste mesmo, porque o público-alvo desse tipo de coisa é gente que GOSTA da Disney, gente que já conhece e é fã, e aí eles fazem isso e as “velhas” gerações se decepcionam e as novas nunca vão saber como era.

Mas vamos falar de coisas boas. O filme é lindo. Ai, gente, que coisa linda a Lady, quero uma muito, e com esse nome, hahaha. Vontade de pegar no colo!! A cena do espaguete é resumida em BRILHO NOS OLHOS e LÁGRIMAS, sem mais, que saudades que eu tava de ver aquilo. Mesmo com a redublagem tem momentos assim que não perdem a magia nunca.
Os extras, bom, eu não tive como ver os do Blu-ray, mas no Dvd tem um depoimento LINDINHO da Diane Disney contando sobre o apartamento do pai dela lá na Disneyland – me deu vontade de ir lá, justo eu que sou Disney World team, gente!! Adoro quando ela fala do pai dela porque aquele homem foi UM e nunca vai ter outro igual.
Tem também em enciclopezinha fofa falando sobre cachorros separados em categorias, mostrandos as raças e “propriedades” de cada uma, e tudo “ilustrado” com cenas de cachorrinhos Disneycos, cadê a Edição Diamante de “101 Dálmatas” que não chega nunca??

– E aí vem minha tortura semestral, porque cada Edição que chega aqui em casa me deixa AGUADA com o trailer da próxima. E será Cinderela!!!!!! Tipo, a princesa Disney mais “importante” de todas, a favorita da mamãe (e também da Beca!!) e foi até tema do meu aniversário de 1 aninho, gente. Setembro, te quiero!!
(Agora aos “manteiguinhas” de plantão como eu: SE PREPAREM antes de dar play no vídeo, porque nesse aí eles capricharam foi com força, tá de matar, de arder os olhos em 30 segundos)


A Princesa das Princesas em breve por aqui =D

TOP10: Filmes Disney Favoritos

Em 16.10.2011   Arquivado em Disney, Vídeos

– Fazem MESES que não faço Top 10 e hoje vim com esse porco com imagem escura e som feio… Luly do mal!!
Mas é Disney, então tem a magia (sem contar que eu sou praticamente uma Disneypedia, né minha gente)!! O vídeo ficou com 43 minutos, por isso demorei 4 dias pra postar, já que tive que fragmenta-lo na câmera, passar pro computador fragmentado e depois juntar tudo pra conseguir tirar quase 20 minutos e fazer ficar num tamanho mais ou menos… Isso sem contar aulas no meio do caminho e etc, então façam de conta que 1) a imagem tá boa, 2) tá dando pra ouvir tudo e 3) postei no dia certo!!

Comentários:
– A Daninha fazendo participação especial deixou pior ou melhor?? Eu gostei, dei umas risadas quando assisti o resultado final por causa das coisas que ela “trouxe” pro vídeo (inclusive foi ela que cantou “Aqui no Mar” enquanto eu sacudia o Sebastião). Era pra ela ter participado mais ativamente, mas no final ficou meio sem ânimo.
– Eu devia ganhar o Oscar de “melhor suspiro espontâneo” nesse meu “Ai, Phillipe”!!
– Tem aqui no blog minha opinião sobre as edições Diamante de Branca de Neve e O Rei Leão, e review de Wall-E.
– O Dia das Crianças não foi ruim por eu ter atravessado a mata da UFMG, foi ruim pelo motivo pelo qual tive que fazer isso: aula das 8 às 17h… Ô alegria!!
– A música de abertura/créditos é “It’s Just You”, da trilha sonora do filme “Kim Possible – Um Passeio Pelo Tempo”, eu AMO!!
– Meu próximo post provavelmente trará temática Disneyca também!!