Sobre o que é família (I)

Em 15.05.2018   Arquivado em Escrevendo

Quinze de maio é o Dia Internacional da Família, e eu não sabia disso até ver um artigo sobre o assunto na minha timeline do Twitter hoje de manhã. Acho engraçado em como a gente comemora os dias de várias pessoas que fazem parte da família, mas não ela em si… Pra mim faria mais sentido, sabe? Porque nem sempre famílias são constituídas de todos esses membros que são tão comercialmente aclamados… Às vezes até por nenhum deles. Mas estou me precipitando sobre um assunto que será a parte II dessa reflexão. Por enquanto eu gostaria de mostrar algumas famílias pra vocês nesse dia que devia ser tão especial.

Sobre o que é família

Essa foto foi tirada em 1997. Nela vemos meus pais, João e Valéria carregando eu e Daninha, minha irmã mais nova. Meus pais foram casados por 18 anos, até que se separaram quando eu tinha 16. No início não tava tudo bem, mas depois ficou, sabe? Até melhor! Essas coisas da vida que parecem que serão um problema e na verdade são a solução. Desde então eu e minha irmã já moramos com a mamãe, depois com o papai, depois com a mamãe de novo. Nós quatro éramos uma família, agora somos duas diferentes. Ainda assim: família.

Sobre o que é família

Agora vou apresentar outras quatro pessoas: Marcelo, Rodrigo, Rosana e Patrícia. Assim como meus pais, Rosana e Marcelo se casaram mais ou menos na mesma época. Eles tiveram seus dois filhos nos mesmos anos, 90 e 95, com pouquíssimos meses de diferença. Esses filhos, inclusive, estudaram na mesma sala de aula em alguns momentos da vida! Mas, ao contrário dos meus pais, eles permanecem casados. O que é ótimo! De verdade! Sabe por que? Porque os quatro são uma família.

A Pati é nossa amiga há 20 anos. Na verdade ela é mais que nossa amiga: é nossa terceira irmã. Toda “coisa de irmã” que existe eu e Daninha adicionamos a Pati, como se não houvesse a diferença do sangue. Temos um grupo de Whatsapp onde todos os problemas e alegrias de qualquer uma de nós vai parar em algum momento. Se eu me casar um dia, mesmo do modo nada tradicional como pretendo fazer, elas serão minhas “madrinhas” com o mesmo grau de importância. Pati é da nossa família, e nós somos da família dela.

Sobre o que é família

Agora falaremos de Ernani. Na primeira foto Ernani está com sua mãe, Eneida (e suas gatas!), e na segunda com sua avó, Esther. Seu pai morreu quando ele era um bebezinho, então as duas o criaram juntas, os três com essa tradiçãozinha fofa de ter o nome começado com “E”. E os três são, é claro, uma família. Além disso Ernani namora, há mais de um ano, com a Daninha. Então é óbvio que se tratando de família, ele também é da nossa.

Sobre o que é família

Eu tenho várias pessoas com as quais não tenho grau de parentesco que são família, e algumas delas sequer são pessoas. Nessa nova foto, por exemplo, estou deitada com a Arwen, minha gata. Eu não serei hipócrita a ponto de dizer que criar uma gata é o mesmo que criar uma criança, porque não é. Esse é o motivo, inclusive, pelo qual adotei uma gata e não uma criança, algo que pretendo fazer um dia. Mas ainda assim eu considero Arwen minha filha, e de certa forma ela me considera “mamãe” dela também. É pra mim que ela corre quando tem fome, sede ou se sente sozinha. Quando eu chego em casa, ela sempre está do outro lado da porta me esperando. Outro dia ela achou que eu tinha saído de casa sem avisá-la ao não me achar no (nosso) quarto e correu pra minha mãe, chorando, como se perguntasse onde eu estava… E quando minha mãe mostrou a ela onde, ela correu de alegria ronronando até mim.

Arwen, a gata, e eu somos uma família.

Sobre o que é família

Imagem via Today

Por fim temos mais um grupo de quatro pessoas: Reginald, Zachary, Elijah e David. Reginald é conhecido mundialmente sob o nome artístico de Elton John. Mais de uma vez Elton tentou adotar crianças para ter filhos em sua família, e mais de uma vez foi recusado. Um desses garotinhos, inclusive, tinha AIDS. Após essas tentativas serem negadas ele e David, com quem mantém um relacionamento há 23 anos, resolveram ter filhos biológicos através de inseminação artificial com uma barriga de aluguel. Eles não sabem qual dos dois é o pai biológico dos garotos e isso, de fato, pouco importa. Porque esses dois homens e seus dois filhos são, é claro, uma família.

Existem famílias biológicas, “tradicionais”, monoparentais, comunitárias até mesmo uma que é considerada a “Sagrada Família”. Imagino que a maioria delas possui laços de sangue. Em algumas as pessoas decidiram ter filhos, em outras não. Temos aquelas que escolhem ter animais de estimação, já outras não querem ou mesmo não podem. Tem aqueles que são filhos só de um dos lados casal, mas que se torna parte da vida do outro também. E existem pessoas que gostam de ditar como devem ser as famílias de outras pessoas. Que não permitem um cantor milionário dar uma vida incrível a uma criança que não tem nada pelo simples fato de que ele é apaixonado por outro homem. Ou que acham que o fato de essa união não conseguir (ou mesmo decidir!) se reproduzir invalida o conceito de família. Alguns, inclusive, apoiaram um estatuto que vai contra esse amor de outras pessoas. Vai entender, né? Aparentemente a família que não nasce da união de um homem e uma mulher fere a estrutura básica da sociedade, que merece especial proteção.

Bom, pra mim, o que fere a estrutura da sociedade é mente fechada dessas pessoas e família é quem a gente considera assim. E pra você, o que é?

Lookbook: I see flowers in your hair

Em 12.05.2018   Arquivado em Moda

Estou vivendo um momento um tanto quanto peculiar porque tenho andado meio desanimada para escrever, mas tão cheia de (boas) ideias que entrar aqui no blog e ver que ele está sem post novo me deixa muuuito triste! Não sei muito bem como lidar, não… Então vamos para uma breve atualização do Lookbook, que aí é novidade, não é feita nas coxas e nem força a barra dessa minha cabecinha preocupada. Mesmo porque descobri que até então eu tinha postado UM ÚNICO LOOK AQUI NESSE BLOG EM 2018, isso é uma vergonha, Brasil!

Usei essa roupitcha bem singela no último fim de semana, quando comemoramos o aniversário da minha irmã. [ATENÇÃO, VAI ROLAR UM DESABAFO AQUI E AGORA!] Já tem um tempo que a hora de me vestir virou uma breve tortura pessoal na minha vida pois eu tenho odiado muito meu corpinho, meu rostinho e principalmente minha mente, que é o que me faz odiar os outros dois. Nesse dia, faltando apenas alguns minutos para receber pessoas queridas aqui em casa, não foi diferente. Olho tudo o que tenho no meu armário, percebo que a grande maioria das coisas não cabe em mim, vou procurar o que cabe e descubro que obviamente está sujo/lavando porque é o que tô usando, vou pro armário da minha irmã, descubro que as coisas lá também não cabem, mas aceito usá-las porque 01) ficam “menos grandes” e 02) é sempre mais fácil ver beleza na grama do vizinho, né! Foi assim que nasceu esse “look”.

Pra ser bem sincera eu podia ter usado minha própria jardineira, que era a ideia original porque achei que combinava com essa coroa de flores que tanto eu quanto ela ganhamos pra ocasião… MAS ROLOU UMA PREGUIÇA ENORME DE RASPAR AS PERNAS, MINHA GENTE! Como ainda não sou desconstruída o suficiente para receber visitas com pelos à mostra, infelizmente, peguei a dela que é comprida… Que tem uma das alças estava estragada! Então, fingindo estilo mas na verdade improvisando soluções, resolvi ficar com ela meio aberta mesmo. Combinou com essa vibe boêmia urbana, tá bonita, gostei!

Lookbook: I see flowers in your hair

Descrição das peças no Lookbook!


Enfim, as poses da foto são aquele negócio, né, nada de bonito com a cara não muito amigável, eu tava com pressa, mores, desculpa! Pra completar uma camiseta (também da Daninha) branca básica, um colarzinho de gatinho que tenho há ANOS e só passei a usar depois de ter adotado a Arwen e o item principal: MEUS SLIPPERS DA BARBIE! Ai, sério… ELES SÃO LINDOS! Tô apaixonada, viraram meus sapatos favoritos no mundo! Mas também, cá entre nós: são cor-de-rosa, sem salto e cheio de marcas de batom. Para ficar mais minha cara só se tivesse uma foto colada neles!

Lookbook: I see flowers in your hair

Slippers da Barbie by Moleca

Foco Periférico: Abril, 2018

Em 06.05.2018   Arquivado em Fotos

Abril já passou, o outono tá no seu auge do tira casaco, bota casaco e, claro, hora de mostrar por aqui as minhas fotos do mês no Foco Periférico! Como meu dia de postar é segunda feira, eu tinha 5 semanas de posts pra fazer, mas acabei esquecendo o da Semana 5 que era “Lá fora” e ele vai ficar atrasado pra maio… Enquanto isso os outros quatro estão aqui, lindos e em dia, então é isso aí!

Foco Periférico: Abril, 2018

Magia

Semana 01. Nós começamos cheios de Magia! E é aquele negócio… Tô meio de saco cheio do assunto? Tô! Mas isso faz eu perder meu amor e carinho? Nunca! Minha foto nesse tema tinha que ter Harry Potter! Usei a Edição Ilustrada de “A Pedra Filosofal” porque, né, que livro MARAVILHOSO, uma varinha básica que não pode faltar e pecinha de xadrez de bruxo. Podia ter colocado mais um monte de porcaria que tenho por aqui? Podia. Mas é o famoso “menos é mais”, né!

Foco Periférico: Abril, 2018

O que me inspira

Semana 02. Nós sempre tentamos escolher os temas com algumas semanas de antecedência, mas até a véspera eu não fazia ideia do que colocaria para o dia de mostrar “O que me inspira”. Existem muitas coisas que me inspiram nessa vida! Aí comecei a olhar minha estante pra achar livros de autoras maravilhosas que são super exemplo pra mim quando olhei pra esse que simplesmente fechou a questão… “Mulheres Incríveis”! De forma geral todas elas me inspiram, escrevendo ou não! Aí como já tinha tido uma página de livro na semana anterior, decidi que ia retratar esse de outro ângulo… Tava meio paia, meio vazio, então lembrei dessa tiara da Mulher Maravilha que uma amiga me emprestou no Carnaval e acabou ficando aqui até hoje (lembrete pessoal: devolver tiara para Mari). Pronto, combinação perfeita. Acho que retratei bem a ideia de uma forma geral, né?

Foco Periférico: Abril, 2018

Desfocado

Semana 03. Eis que chegamos na minha foto favorita de abril! Esse mês eu iniciei a realização de um sonho de adolescência! O Baile de Inverno do Potter Club BH finalmente vai acontecer em setembro desse ano e pra ele mandei fazer meu vestido da Hermione, porém azul como no livro. Mostrei mais ou menos nuns vlogs, mas já conversei com uma cosmaker de MUITA confiança, comprei tecidos finos em tons que vão ficar incríveis e fui lá tirar as medidas. E aí tirando fotos pro Instagram pra contar a novidade acabou saindo essa sem querer, JUSTAMENTE NO DIA QUE EU DEVIA POSTAR ALGO “DESFOCADO”! Ah, pronto, celebrei em mais uma conta esse momento de alegria. Quando ficar pronto eu venho mostrar uma prévia pra vocês, minha empolgação tá nível 5 mil!

Foco Periférico: Abril, 2018

Escada

Semana 04. Ao longo desse mês passei por diversas “Escadas” extremamente fotografáveis. Mas nenhuma seria tão importante para esse momento quanto a da minha própria casa… Então foi a escolhida! Eu realmente gosto muito dela, pra falar verdade, acho até bem fotogênica, e é esse o meu sobe e desce mais comum de todo dia, merecia um momentinho de destaque!

Agora não deixem de conhecer os outros participantes do Foco Periférico: Igor, Lucas, Maíra e Renatinha!

Elefante Cor de Rosa

Em 27.04.2018   Arquivado em Escrevendo

Sabe aquele bichinho de pelúcia que muita gente tem desde pequenininho, que dorme juntinho sempre e leva pra onde for? Aquele que é quase uma marca registrada quando criança e, à medida que vai se tornando adulto a pessoa passa a ouvir o questionamento “Você ainda dorme com isso?”? Que os parentes até sabem o nome que lhe foi dado?

Pois é. Inicialmente eu não tive um desses. Ou então devo dizer que tinha muitos, o que no fim das contas é a mesma coisa de nem ter, de qualquer forma.

Rolaram VÁRIOS bichos de pelúcia favoritos pra isso, e até algumas bonecas, mas nenhum deles era “o escolhido”. Por muito tempo foi aleatório, o que tava agradando mais no momento, o que era mais acessível, sei lá. E isso continuou além da infância, entrou na adolescência e foi AÍ que a magia aconteceu. No meu aniversário de 16 anos eu fui presenteada pelo meu grupo de amigas do colégio com um cartão da Hello Kitty com “10 Coisas Que Amamos Em Você” e ela, minha nova e definitiva companheira… Cherry Pink, a elefante cor de rosa!

Também conhecida como “a elefofa mais fofofanta do mundo”!

Elefante Cor de Rosa

Foto: Luly 16 e a elefofa recém ganhada em 10 de julho de 2006!

Eu tinha decidido chamá-la de “Amora”, já que era assim que apelidava essas amigas, às vezes. Uma delas não gostou porque chamava a própria prima desse jeito, então não deu… A outra sugeriu “Cherie”, porque achava que eu combinava com a vibe francesa e tudo mais. Aí gostei mas mudei pra “Cherry”, porque cereja era uma das minhas frutas favoritas! Pronto, Cherry, que desde então divide comigo noites de sono e insônia que nem se eu quisesse conseguiria contar. Cherry, o início de um amor que não dá mais pra negar.

Leia também: Elephant Parade em Belo Horizonte

Porque a partir daí eu me tornei uma apaixonada por elefantes!

Foi uma paixão dessas que surge devagarzinho… Quando eu ia no zoológicoos fotografava cheia de afeto, passando mais tempo naquela grade do que em qualquer outra do local. Comecei uma coleção de Dumbos por aqui, alimentada por algumas amigas, depois que comprei uma das minhas Fashion Dolls numa edição vestida do personagem. Meses se passaram, anos também, escrevi histórias onde eu os coloquei… Primeiro como coadjuvantes, depois como capa! Aí chegamos naquele ponto onde o favoritismo foi gravado para sempre: minha primeira tatuagem foi, afinal, um elefante no pulso!

Já falei aqui mil vezes, mas não custa repetir: me identifico com eles! Eu, apesar de pequena – tão diferente desses gigantes – também sou dramática e muito sensível! Tento ao máximo ser empática e adoro viver… “Em manada”. Acho um MÁXIMO que sejam uma sociedade matriarcal e tento sempre admirar as fêmeas de um modo geral, tanto entre humanos quanto no reino animal. Meio que temos tudo a ver. E que bom que isso surgiu com ela, a pelúcia cor de rosa não tão brilhante quando antes, mas que recebeu milhares de lágrimas de tristeza e alegria enquanto abraçada, sorrisos e risadas enquanto estava ali do lado, mordidas e carinhos da sua “irmã” felina, Arwen. Já ganhei alguns outros da mesa cor, de pessoas igualmente queridas que sabem do meu amor, mas Cherry… Ela é primeira, eterna, ela é única!

Esse texto é resultado do Desafio Surpresa United Blogs, literalmente uma surpresa! Foi perguntado “Se você tivesse que criar um nome pro seu blog com base no objeto que está a sua direita neste momento, como seria?” e depois todo mundo descobriu que estava desafiado a escrever um post tendo como título o que havia respondido. E o meu foi “Elefante cor de rosa” porque, como sempre, o que estava mais perto à minha direta era a própria Cherry!

Elephant Parade em Belo Horizonte

Em 21.04.2018   Arquivado em Artes Visuais

Elefantes estão, definitivamente, no meu “Top 5 Animais Favoritos”. Essa paixão foi começando devagarzinho, na elefante cor-de-rosa de pelúcia que minhas amigas do colégio me deram aos 16 anos, até se tornar tão forte a ponto de tatuar um no pulso em homenagem ao meu romance ainda não publicado, “Wish You Were Here”, onde há a presença forte deles. Sei lá, me identifico com esses mamíferos gigantes! Eles são empáticos, dramáticos, gentis e se organizam numa sociedade matriarcal, o que, cá entre nós, é maravilhoso de se ver no reino animal onde muitos têm a ilusão que o macho é sempre o alfa.

Por esse motivo eu quase pirei quando descobri da chegada da Elephant Parade em Belo Horizonte pelo Instagram! Assim que vi o primeiro link sobre comecei a pesquisar loucamente e até cheguei a receber fotos de amigos via Whatsapp, porque eles já sabiam que ia rolar amor. Acabei vendo alguns espalhados pela cidade, mas nunca podia parar apreciar direitinho… Então decidi tirar uma tarde para ir ao Pátio Savassi, onde a maioria está concentrada, para fotografar os mais legais e vamos ver se, até a exposição acabar, não consigo rodar mais a cidade e ir complementando esse post!

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Elefante Paulistano” por Cadu Mendonça

As escultura têm o tamanho de um bebê elefante real, então tem espaço suficiente pra cada artista expressar sua ideia exatamente como quer. Alguns ignoram completamente o formato e usam como uma “tela” para pintura, outros deixam com cara de animal, mesmo, mas cheio de personalidade. Meu favorito, que foi também o primeiro que vi, foi o “Tartaphant”, que representa um bebê tartaruga saindo do ovo, coisa mais linda!

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Tartaphant” por Ângelo Rafael

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Bolofante” por Bolinho

Outro queridinho, que faz parte do trio de comidas presente na Praça de Alimentação do shopping, é o “Bolofante” com o personagem Bolinho, que já é uma celebridade artística de BH! Ele está estampado em muros por toda a cidade, então logicamente é o destaque dessa edição! Ficou colorido e divertido, como não podia ser diferente!

Elephant Parade em Belo Horizonte

Praça de Alimentação: “Bolofante”, “Pausa Para o Cafezinho” por Beto Rossi e “Que Seja Doce” por Érica Morais

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Mademoiselle Elefantel” por Patrícia Costa, “Haru” por Simone Michelin e “Prisma” por Carina Maitch

Elephant Parade em Belo Horizonte

Detalhes de “Prisma”

Elephant Parade em Belo Horizonte

Cinema: “Elephant in Wonderland” por Rogério Fernandes e “Amanhecer de Sonhos” por Alexandre Rato

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Prece ao Mar” por Gabriela de Miranda Santos e “Jungle” por Iuri Sarmento

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Iamandú Verdefante” por Carolina Massad

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Murilo” por Davi DMS

Elephant Parade em Belo Horizonte

“O Viajante Imaginário” por Rosângela Vig

Elephant Parade em Belo Horizonte

“DJ Elephant” por Alberto Bertolazzi

Durante a primeira metade do projeto tinha um ateliê aberto no segundo piso do shopping, onde as obras eram produzidas ao vivo para os visitantes que ali passassem. No dia que foi quem estava em andamento era “A Cura”, do Rogério Fernandes, e estou doida para achá-la e ver como ficou porque o nome me deixou curiosíssima!

Elephant Parade em Belo Horizonte

“A Cura” em produção, por Rogério Fernandes

A Elephant Parade vai ficar em BH até o dia 15 de maio e seu próximo destino já foi anunciado: o Rio de Janeiro! Até lá dá pra curtir as obras não só no Pátio, mas também na Praça da Liberdade, Praça da Savassi e em algumas Drogarias Araújo, que é patrocinadora oficial do projeto. Depois elas serão leiloada e o dinheiro arrecadado vai para filantropia local, os artistas envolvidos e a preservação dos elefantes! Se tem projeto mais lindinho acontecendo, desconheço!

Elephant Parade: de 15 de março a 15 de maio em Belo Horizonte. Instagram: @elephantparadebrazil | Facebook: Elephant Parade Brasil | Mais informações em elephantparade.com.br

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