Benefícios do shampoo sem sulfato

Em 22.12.2019   Arquivado em Beleza, Publicidade

Vocês ficam de olho nos ingredientes dos produtos de beleza que compram? Eu tô começando a prestar atenção nisso agora que tenho alisado meus cabelos com menos frequência, pra ver o que deixa os cachos mais bonitos, e percebi que já devia ter feito isso há muito tempo! Sempre fui dessas que precisa ver muita espuma pra ter a impressão de ter os cabelos limpos até enfim chegar o dia em que tentei um shampoo sem sulfato, que faz pouca ou quase nenhuma, e foi uma experiência ótima! A única coisa que realmente controlou minhas malditas caspas genéticas. Só depois fui ler a composição, pesquisar sobre o assunto e ter essa luz, me interessar sobre.

Mas quais as vantagens do shampoo sem sulfato?

O lauril sulfato de sódio é uma substância justamente responsável por fazer a espuma quando se lava os cabelos com shampoo, então muita gente o associa à limpeza. A verdade, porém, é que ele pode remover a proteção natural dos fios, os deixando mais frágeis, ressecados e até mesmo com mais frizz. Optando por um produto menos abrasivo você preserva as cutículas capilares e mantém o brilho natural, sem deixar de limpar direitinho. Os cabelos quebram menos e o couro cabeludo não fica tão suscetível a alergias.

Esse produto é muito recomendado para quem tem cabelos cacheados e crespos justamente por deixar o formato e curvatura mais soltos e leves. Para pessoas de cabelos tingidos também é ótimo por minimizar o desbotamento, deixando a cor viva por mais tempo. Inclusive para tintas fantasia, que costumam perder a intensidade com facilidade, é uma opção maravilhosa para preservar o tom. E a parte positiva é que está cada vez mais fácil achá-los em marcas especializadas no mercado nacional, como a Yenzah que tem uma linha específica só deles com diversas funções diferentes:

Para achar o shampoo sem sulfato para chamar de seu, ou conhecer outras linhas da Yenzah, é só acessar a loja no site oficial da marca e também nas redes sociais: Instagram @yenzahoficial, Facebook /yenzahoficial, Twitter @yenzahoficial e YouTube /canalyenzah

Frozen II

Em 21.12.2019   Arquivado em Disney, Filmes

Frozen II *****
Frozen II Elenco: Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff, Josh Gad, Alfred Molina, Evan Rachel Wood, Jason Ritter, Martha Plimpton, Rachel Matthews, Santino Fontana, Sterling K. Brown
Direção: Chris Buck, Jennifer Lee
Gênero: Animação
Duração: 103 min
Ano: 2019
Classificação: Livre
Sinopse: Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.” Fonte: Filmow.

Comentários: Depois do sucesso estrondoso de “Frozen: Uma Aventura Congelante”, lançado 6 anos atrás, a Disney resolveu apostar em uma continuação como seu destaque da virada de ano em 2019/2020. A história das irmãs órfãs Rainha Elsa e Princesa Anna de Arandelle, após enfim aprender a controlar os poderes de gelo da primogênita que quase colocaram tudo a perder quando foi coroada, continua, dessa vez numa jornada em busca da paz entre seu reino e o da floresta presente em seus arredores, dois povos antes tão amigos que se separaram após uma inexplicável batalha presenciada por seu falecido pai ainda quando adolescente. O que impulsiona essa viagem, ao lado dos inseparáveis companheiros Kristoff, Olaf e Sven, porém, é um chamado musical que apenas Elsa consegue escutar, provando a ela que existe mais por trás desse velho “conto de ninar” do que elas imaginam…

Apesar de AMAR o primeiro e ter um carinho muito grande por ele, preciso admitir que o sucesso não condiz com a qualidade em si. Frozen apresenta vários furos no roteiro e aparições desnecessárias, o que faz muito sentido uma vez que originalmente estava planejado para contar uma história bem diferente da que foi lançada. Ainda assim o carisma dessas irmãs que são o amor verdadeiro uma da outra e dos seus amigos, que funcionam como alívio cômico em diversos níveis diferentes, conquistou o mundo a ponto de conseguir duas continuações em curta metragem e agora, enfim, um longa. Esse, por sua vez, não só corrige os erros passados como também traz uma nova trama tão envolvente e deliciosa que passa de forma fluida e, quando pertinente, bastante divertida.

O aspecto principal do filme, a relação em constante reconstrução de Elsa e Anna, permanece sendo o ponto forte. As duas se unem em busca do seu passado, como forma de garantir o futuro, mas também abrem mão uma da outra quando necessário. Ambas mantém suas personalidades, mas claramente cresceram bastante desde que nos foram apresentadas e esse crescimento é ainda maior do início para o final dessa nova aventura. Eu adoro analisa-las de acordo com seus signos solares, uma vez que a Disney divulgou suas datas de nascimento como sendo nos solstícios de inverno e verão do hemisfério norte, respectivamente. Elsa é toda de capricórnio (faz aniversário hoje!) e Anna tão canceriana que parece até que os roteiristas levaram isso em consideração ao construí-las. São signos opostos complementares como as duas, cada uma é MUITO brilhante ao seu modo e especiais quando juntas, mais uma vez. Um foco belíssimo que, felizmente, permanece.

Frozen II

Elsa e Bruni em Frozen II | Imagem via Star Tribune

Um novo grupo de personagens coadjuvantes é apresentado com os moradora da floresta, nenhum deles se destaca mais que o “elenco” original, mas todos têm sua função na história, não tem nada “jogado” como foi o Duque de Weselton no primeiro, que não trouxe nenhum propósito além de risadinhas fracas. Somos apresentados também aos espíritos dos quatro elementos da natureza enquanto elas descobrem a possibilidade de um quinto espírito, e é nesse momento que Bruni, uma salamandra super fofinha que representa o fogo, capta os corações da platéia. A escolha da iconografia dos espíritos e da ação de cada um é super pertinente e, eu diria, foge um pouco do clichê que se forma na nossa mente quando pensamos no assunto. Escolha certeira e, claro, mil possibilidades para merchandising.

Gostei muito do desenvolvimento do Olaf nessa continuação porque, mesmo sendo um grande queridinho do público, era uma personagem com a qual eu não simpatizava muito, como alívio cômico o Sven me atraía mais. Dessa vez ele não só diverte como também levanta questões e curiosidades que, de fato, influenciam na trama, mas sem perder seu lado engraçadinho. Assisti à versão dublada e a voz do Fábio Porchat é o grande destaque nela, combina perfeitamente! Inclusive, se você gosta dele, não deixe de ficar até o final para uma cena pós créditos singela, mas que vale a espera. Os demais “secundários principais” permanecem com a mesma relevância de sempre, nem ganho, nem perda.

Por outro lado as músicas tema não têm a força da trilha sonora anterior! O hit “Into The Unknown” não chega nem perto do intenso “Let It Go” e mesmo que os números sejam sensíveis, com o visual super bonito, você não sai do cinema com nada “grudado” na cabeça. Talvez para os pais sejam uma vantagem, mas se tratando de um musical foi levemente decepcionante. Já no que diz respeito à versão brasileira, as dublagens são maravilhosas com a triste exceção da Elsa, que infelizmente não consegue ter a qualidade vocal e personalidade da Idina Menzel… Ainda assim vale a pena pelas demais personagens, com suas piadas pertinentes e algumas lágrimas de alegria pelo final digníssimo carregado de emoção. Eu simplesmente amei o desfecho e, agora que o assisti, não consigo pensar em nada melhor!

Leia também: Disney On Ice: Mundos Fantásticos

Trailer:

Que cor de calcinha usar no ano novo?

Em 18.12.2019   Arquivado em Moda, Publicidade

Há quem ache uma besteira, mas eu sou daquelas que adora pequenas superstições de ano novo por pura diversão, e uma delas já é regra pra mim há mais de um década: passar a virada com calcinha cor de rosa! Quando eu era criança minha mãe sempre garantia uma branca “pra trazer paz”, mas a adolescência chegou e decidi que criaria minha própria regra, porque além de ser minha cor favorita dizem por aí que atrai amor, e isso é uma coisa boa de ter em qualquer aspecto de qualquer ano… Então se você também tá querendo dar uma forcinha pro destino, que nunca é demais, hora de escolher sua cor de calcinha para o ano novo com as opções disponíveis na Le Lingerie.

BRANCA:

Um clássico, a calcinha branca é, provavelmente, a mais querida e requisitada de todas nessa data especial onde a festa é sua, a festa é nossa, é de quem quiser (de quem vier)! Primeiro pela tradição, segundo pelo fato de que não marca tanto em roupas dessa cor, que também são super usadas no dia, e terceiro pelo seu significado maravilhoso de paz, leveza e purificação. Em momentos tão tensos como os nossos a gente precisa dessa limpeza na alma e pelo menos TORCER pra uma vida mais tranquila…

AMARELA:

O amarelo é uma cor forte, quente, muitas vezes associado à alegria e otimismo… Com razão, uma vez que é a cor do querido Sol que nos traz vida todos os dias! A tradição, porém, o associa muito mais à riqueza e prosperidade, lembrando muito ouro, inshallah(!), então pra quem está querendo atrair dinheiro em 2020, fica a dica! Afinal, gente, quem não quer, não é mesmo? Eu vou usar essa cor na minha roupa de cama e banho aqui em casa, pra ver se dá aquela forcinha pra ter muitos jobs, tô precisando.

VERMELHA:

Agora põe uma musiquinha sensual de fundo pra entrar no clima da cor mais caliente de todas, que representa paixão e excitação! Vermelho é, além de lindo e democrático, ideal pra lingerie que não só vai ser vestida, mas também VISTA no réveillon. Não importa de você é do time da calcinha fio dental ou da cintura alta que cobre todo o “popô”, é usar pra arrasar!

ROSA:

Pras mais “emocionadas” (olha a canceriana aqui levantando a mão!) temos a versão apaixonadinha do vermelho, a mistura dele com a paz do branco: o rosa! Essa cor tão associada à feminilidade a partir do século XX remete muito comumente amor, romantismo e afeição, se o desejo é muito carinho em 2020, seja vindo de crushs ou de outras pessoas que são importantes na sua vida, vai de rosa porque a vida é horrorosa se não for cor-de-rosa!

ROXA:

E cadê as bruxinhas rabudas dessa internet? Chegamos na parte mais mística de todas da psicologia das cores pra representar magia e espiritualidade. Se seu desejo é se conectar melhor consigo mesma, com seu interior e até mesmo à natureza que nos cerca, taí uma excelente aposta! Vou dizer que seria uma boa candidata pro lado de cá, também,porque tem tempos que tô precisando de um pouquinho de encanto e condão na minha vida, além de ser lindo em vários tons, cá entre nós.

VERDE:

E agora é sua hora, minha amiga que simplesmente não SABE O QUE QUER ou simplesmente decidiu atirar pra todo lado e atrair açúcar, tempero e tudo que é de bom nessa vida, de apostar no verde pra atrair sorte e esperança em todos os aspectos, não só os já mencionados mas também na saúde e o que lhe for importante no seu contexto particular! E é engraçado porque foi difícil achar um exemplo dela, e ainda assim em tons mais fechados (tipo esse oliva), mas é bonito, então tudo bem.

Vocês já escolheram qual vai ser a cor de vocês pra virada? Eu na última tentei abandonar minha tradição e confiei na Anitta que disse que passar sem tinha trazido sorte pra ela mas pra mim foi furada, meninas, já vou providenciar uma rosa novinha pra retornar à zona de conforto… Quem ainda não tem a sua pode ver outras opções da Le Lingerie no site oficial e também nas redes sociais: Instagram @lelingerie, Facebook /lelinboutique, Twitter @le_lingerie e YouTube /lelingerie

A Dama e o Vagabundo

Em 13.12.2019   Arquivado em Disney, Filmes

A Dama e o Vagabundo (Lady and the Tramp) *****
A Dama e o Vagabundo Elenco: Tessa Thompson, Justin Theroux, Kiersey Clemons, Thomas Mann, Janelle Monáe, Adrian Martinez, Arturo Castro, Ashley Jensen, Benedict Wong Bull, Marie Burke, Matt Mercurio, Yvette Nicole Brown
Direção: Charlie Bean
Gênero: Romance
Duração: 104 min
Ano: 2019
Classificação: 10 Anos
Sinopse: “A história de amor entre a Lady (Tessa Thompson), uma cocker spaniel mimada, e um vira-lata chamado Vagabundo (Justin Theroux), que salva a cadelinha do perigo de vagar sozinha perdida pelas ruas.” Fonte: Filmow.

Comentários: Adaptado da animação de mesmo nome lançada em 1955, A Dama e o Vagabundo é o primeiro nessa nova geração de live actions Disney produzido exclusivamente para plataforma de streaming da empresa, Disney+, prevista para estrear no Brasil em novembro de 2020 e já está no ar em alguns países. Nele, Lady é o centro das atenções de sua família desde que Jim Querido a deu de presente para sua esposa, Querida, que são chamados pela cocker spaniel assim porque é como os escuta falar. Após o nascimento de Lulu, primeira filha do casal, ela começa a notar mudanças na rotina na casa e conhece um vira latas conhecido como Vagabundo, que tenta mostrar a ela que o mundo é muito maior que as cercas de sua vizinhança e que a vida nas ruas é melhor, apesar da instabilidade e o risco iminente de ser pego pela carrocinha.

O filme é muito fiel à animação no quesito visual e enredo, com algumas diferenças pontuais mas sem perder a essência da história. Por se tratar de um longa para “televisão” (nesse caso streaming, mas ainda assim uma mídia que não foi lançada nos cinemas) fiquei surpresa com o capricho da produção de um modo geral, os cenários são bonitos, atuações/dublagem impecáveis e computação gráfica dos animais caprichada em quase todas as cenas, são poucas as que ficaram artificiais. Uma grande reclamação do público em relação a “O Rei Leão” foi que as emoções das personagens se assemelhavam às reais do reino animal, e não de humanos como nos desenhos, e esse filme, por usar cachorros de verdade como parte do elenco, também é assim, o que para mim é uma vantagem. Na verdade acho muito problemático essa dificuldade que as pessoas têm de identificar sentimentos que não sejam humanos, como se esses fossem superiores. Talvez seja hora de mudar o próprio pensamento, e não as produções que tendem pro realismo…

Leia também: Aladdin, resenha do live action lançado pela Disney nos cinemas em maio de 2019.

A Dama e o Vagabundo

A Dama e o Vagabundo | Imagem via Collider

Apesar da fidelidade, os mais nostálgicos podem se incomodar com modificações pontuais. Algumas sutis, como a troca de gênero do bebê e de Joca, um dos melhores amigos de Lady (nessa versão, Jackline), outras mais inclusivas em mudanças de etnias, e em pontos necessários, para que a adição de 30 minutos de uma versão para a outra funcionasse de forma fluida. Nesse quesito “adaptação” a única coisa que senti falta realmente foi a exploração das características de cada raça, que no antigo aparece a todo momento causando cenas de humor e emoção. Não atrapalha, é só um detalhe, mas que foi bastante minimizado, infelizmente, porque era bem real.

Ainda no que diz respeito às diferenças, uma que poderia acontecer de forma maravilhosa, mas que infelizmente a Disney não soube aproveitar e deixou a situação ainda pior, foi a cena da canção dos siameses. Apesar de não dar raça a eles, o que foi bem legal, ao invés de suavizar a suposta rivalidade entre cães e gatos fizeram o contrário, os felinos foram retratados de forma ainda pior! É uma pena, porque o longa tem uma mensagem super forte de incentivo à adoção de animais de rua, tendo inclusive um recadinho nos créditos finais… Inclusive parte do elenco encontrado em abrigos, curiosidade que foi largamente divulgada justamente para mostrar a necessidade de resgatar animais domésticos sem raça definida, mas reforçando a ideia de que gatos são os malvados da história… Apesar do filme ter me emocionado muito em diversos momentos, principalmente porque AMO o original, fiquei bem chateada com isso.

E já que falamos de música… Num filme Disney tem como não falar de música? Os outros números estão todos presentes, lindos como sempre! Kiersey Clemons, intérprete da Querida, tem uma voz linda quando canta a canção de ninar, que achei que seria minha maior decepção do filme ao ser alterada, mas à medida que o final foi chegando eles “corrigiram” de forma tão linda que o coração ficou até mais quentinho. O clássico “Bella Notte”, minha cena favorita(!), ficou mega romântica e emocionante, mas o grande destaque dessa versão nesse aspecto é “He’s a Tramp”, tema de Peg e seus amigos do canil. Se o resto já não tivesse lindo por si só esse pedacinho já valeria toda a experiência, ficou incrível!

Trailer:

Meu 2019 no Spotify

Em 12.12.2019   Arquivado em Música

Já vou começar esse post mandando uma pergunta: vocês têm o costume de ver como foi o ano musicalmente no Spotify? Porque desde que descobri como fazer isso é um momento pelo qual espero muito animada! Eu AMO música, é meu “tipo de arte” favorito mesmo que eu seja só uma expectadora, então saber o que eu mesma mais gosto sempre teve minha atenção. Fiz esse “controle” por muitos anos via Last.fm, mas agora tem um jeito muito mais fácil e divertido, até com opção de compartilhamento, pra fazer isso, né? Sendo assim resolvi falar um pouquinho sobre meu 2019 musicalmente falando e, oh, já aviso que foi o mais fraco em muuuuito tempo!

Não só porque ouvi pouco música comparando com o resto de toda a minha vida, mas também porque fiz pouco uso do próprio Spotify, mesmo. Voltei a usar bastante meu iPod (carinhosamente chamado de iPudim), que tava meio deixado de lado desde que parei de trabalhar fora, e ouvi muuuuuita coisa no YouTube. Sei lá, às vezes é bem mais prático simplesmente buscar um vídeo lá e ir deixando rolar do que parar pra pensar em qual playlist colocar. Ainda assim foram 4588 minutos ouvidos, a maioria deles no computador mas uma parte via app de celuar, também.

Meu 2019 no Spotify

Minhas músicas mais ouvidas foram “Brain Damage”, “Wish You Were Here”, “Your Song”, “Breathe” e “The Great Gig In The Sky” e dessas apenas da terceira é do Elton John, todas as outras são da minha banda mais ouvida não só nesses mas em TODOS OS ANOS desde que comecei a usar o serviço, em 2016: Pink Floyd. É minha banda favorita, maior parte da trilha sonora do meu livro, que inclusive tem o título da segunda música mais ouvida esse ano (e tenho suspeitas que tá na colocação errada!), não me surpreende em nada. Além deles também teve muito Led Zeppelin, Elton John, David Bowie e The Beatles<, ou seja, um bando de homem britânico velho, né? Oficialmente preciso ouvir mais mulheres brasileiras jovens, é isto!

Apesar de não variar muito no que escuto, confesso, fui informada que ouvi 55 novos artistas esse ano e, sinceramente, não faço IDEIA de onde saiu isso tudo, mas se o site falou, tá falado! O principal, é claro, foi Taron Egerton, que interpretou Elton John no filme Rocketman e regravou todas as músicas presentes nele. Foi, de longe, meu filme favorito do ano, uma maneira linda de contar a história do meu maior ídolo, não podia ser diferente. Ouvi e trilha sonora várias e várias vezes sem cansar.

Meu 2019 no Spotify

Voltando pro Pink Floyd um pouquinho, porque é inevitável, eles foram não só meus artistas do ano, com 15 horas de música no total, mas também da década de 10, que se encerra em poucos dias. De acordo com o aplicativo, “Wish You Were Here” foi minha música mais ouvida deles em ambos os casos, o que me faz desconfiar demais dessa “Brain Damage” como a mais ouvida da vez, ainda que ela também esteja na trilha do livro. E é engraçado porque faz exatamente 10 anos que comecei a gostar da banda pra valer, justo na época que tive a ideia pra história, meu primeiro romance e eles entraram juntos na minha vida e caminham lado a lado nela, pra nunca mais sair. Provavelmente será o destaque a década de 20 também, quase sem sombra de dúvidas.

Pois bem, teve mais deles no resumo de cada estação do ano! Essa retrospectiva me contou que minha favorita do verão foi “Always Remember Us This Way”, da Lady Gaga para o filme Nasce Uma Estrela, mas no outono e no inverno foram apontadas “Wish You Were Here” e “Brain Damage”, mais uma vez e respectivamente. Na primavera, pra variar um pouquinho, foi “Stairway To Heaven” do Led Zeppelin… Faz total sentido! Teve um dia, a caminho de um curso de extensão que fiz, que meu iPod descarregou logo antes do solo começar, então criei uma playlist SÓ COM ELA lá pra ouvir daqui de casa até o campus de UFMG sem parar, em looping, pra compensar. É, às vezes sou insistente…

Por último, mas não menos importante, foi o ano dos Podcasts! E sabe que esse tipo de mídia só me pegou pra valer bem agora no finalzinho? Tanto que o que eles me disseram ser o mais ouvido foi o “Uma Leitura Toda Sua” da Gabi Barbosa, mas do fim de novembro pra cá comecei a acompanhar alguns e tenho certeza de que fosse um pouquinho antes o “Projeto Piloto”, da Lu Ferreira com a Thaís Farage seria o grande campeão… Inclusive fica como minha recomendação de fim de post, pois é maravilhoso, junto com o pedido de que vocês me contem QUALQUER coisa legal sobre o ano de vocês no Spotify, vou adorar saber!

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