Do Jeito Que Elas Querem

Em 20.06.2018   Arquivado em Filmes

Do Jeito Que Elas Querem

Do Jeito Que Elas Querem (Book Club) *****
Elenco: Candice Bergen, Diane Keaton, Jane Fonda, Mary Steenburgen, Richard Dreyfuss, Don Johnson, Craig T. Nelson, Andy Garcia, Alicia Silverstone
Direção: Bill Holderman
Gênero: Comédia
Duração: 104 min
Ano: 2018
Classificação: 12 anos
Sinopse: “Diane ficou viúva após 40 anos de casamento. Vivian gosta de seus relacionamentos sem compromisso. Sharon ainda está trabalhando em um divórcio de décadas e o casamento de Carol está em baixa após 35 anos. No clube de leitura, o novo livro estimula romances e reavive velhas chamas. Juntas, as amigas incentivam uma a outra, para tornar o próximo capítulo de suas vidas o melhor de todos. E a mensagem é clara: ‘Nunca é tarde para apimentar a vida amorosa!’.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: Solteira, casada, viúva e divorciada: essas quatro amigas, no auge dos seus 60 anos, mantém ao longo de décadas um clube do livro. Nada de muito diferente do que estamos acostumados: todo mês uma escolhe o que deve ser lido e as outras aceitam, para que na próxima reunião elas mantenham essa tradição de se reunir, beber um vinhozinho e discutir o que cada uma tirou daquilo. E é no meio desse esquema que Vivian, uma solteinora convicta cansada de ver as amigas com a vida sexual tão mais “sem graça” que a dela, distribui exemplares de “Cinquenta Tons de Cinza” como sua escolha da vez. A princípio as outras são contra, claro, mas acabam tendo que ceder e permitem que Christian Grey… “Penetre” em suas vida a mensagem de que nunca é tarde para apimentar as coisas.

Acho que o mais importante desse filme é o fato de que ele trata da sexualidade de mulheres de meia idade. A maioria esmagadora de comédias românticas que são lançadas mostra mulheres, mesmo que em diferentes fases da juventude, descobrindo aquele grande amor ou mesmo explorando o próprio corpo pela primeira vez. Aqui não é isso que acontece. Mesmo que suas vidas sexuais sejam tão diferentes, ainda assim são mulheres velhas que se relacionam com homens velhos, mas isso não significa que sejam frígidas ou mesmo que sabem tudo. Sua busca é por aquilo que as personagens novas também buscam: amor, carinho ou só sexo mesmo, por que não?

A escolha de todo o elenco é maravilhosa, mas as atrizes principais são realmente um grupo “all-stars” muito poderoso. Quatro grandes nomes de Hollywood, todas com Oscars nas estantes, estrelando uma… COMÉDIA! Porque afinal de contas o que há de errado em uma comédia? Por que não apreciar uma comédia? Ela pode ter seu valor tanto quanto qualquer filme cult, cada um na sua função. E Do Jeito Que Elas Querem cumpre bem a função: é engraçado, descontraído, faz suas piadas bobas sobre sexo porque fazemos o mesmo, todos nós. É claro que ele tem lá seus clichês, como a juíza durona que nunca se relacionou de novo após um divórcio e a senhora solteira plastificada, mas isso não atrapalhou em nada no andamento da história. Deixa até mais divertido!

Do Jeito Que Elas Querem

Diane, Sharon, Vivian e Carol. Imagem via Vox

Outra vantagem maravilhosa é que em momento NENHUM elas romantizam Christian Grey! Ele é citado várias vezes, claro, e usado como um incentivo para que elas mudem o aspecto afetivo nas suas vidas, mas não buscam por ele nos homens com os quais vão se relacionar (sejam eles o marido de anos ou alguém que conheceram agora). Inclusive uma das conclusões nas quais chegam é justamente se ATÉ ELE, como todos os seus problemas como pessoa, achou alguém que mudou sua vida, então por que elas não poderiam? Esse era um medo que eu tinha antes de entrar no cinema, o acho uma personagem muito problemática que acabou sendo sinônimo de “homão da porra” na época que estourou. Que bom que nem todo mundo pensa assim.

Mais um aspecto que foi leve, mas que me agradou, é a “garota jovem que namora um homem velho”, presente no plot de Sharon. É uma menina realmente muito nova, que poderia ser filha de seu ex marido, loira, alegre, cor-de-rosa e gostosona, mas que não rivaliza com ela ou é mostrada como a mocinha burra. Ela só está vivendo sua vida, apaixonada por um cara muito mais velho que, por mais que tente parecer mais jovem, não age também como um completo babaca. Gosto disso pessoalmente pois ainda tenho, confesso, uma certa dificuldade em lidar com diferenças de idade muito grandes em relacionamento, e nesse caso não me incomodou.

Como parte “negativa” pode ser citado o fato de que NINGUÉM tenta resolver seus problemas da forma mais simples de todas que existe de fazer isso: conversando. Diane perdeu o marido há um ano e lida com filhas super protetoras que insistem em tratá-la como se estivesse à beira da morte. Ao invés de dar um “chega pra lá” nelas, dizer que quer explorar novos aspectos de sua vida, o que ela faz? Inventa histórias que, quando descobertas, só pioram essa opinião. Carol é outra que, ao invés de tentar conversar com o marido para que eles retomem à vida sexual que tinham, resolve forçá-lo a isso lhe dando Viagra sem que ele saiba… Já imaginam o resultado disso, né?

Mas a verdade é: não somos realmente assim na vida real? Muitas vezes sentar e resolver não nos parece muito mais trabalhoso do que ter que criar métodos de contornar as dificuldades, ou mesmo lidar com elas? Se parar pra pensar essa parte “irritante” é mais um das vantagens que Do Jeito Que Elas Querem tem, retratando pessoas normais como realmente são, de forma divertida, é claro. A ideia de que “nunca é tarde para apimentar sua relação” é deixada de lado quando você percebe que, na verdade, nunca é tarde para melhorar uma relação, seja ela com quem for (incluindo consigo mesma)!

Trailer:

Top 5: Capitais brasileiras que eu quero conhecer!

Em 18.06.2018   Arquivado em Publicidade

Quando eu era criança e morava em Timóteo, nossas viagens eram, em sua grande maioria, vir pra Belo Horizonte visitar a família “de cá”. Na adolescência, já morando em BH, fazíamos o contrário pra ver o “lado de lá”. Por esse motivo eu conheço poucos lugares diferentes fora de Minas… Mas se pudesse, conheceria todos! Tenho me animado com quase qualquer ideia que me aparece na cabeça, e explorar as terras tupiniquins está entre elas. Sendo assim hoje vou listar aqui 5 capitais brasileiras que mais tenho vontade de conhecer, uma em cada região, pra quem sabe um dia atualizar esse post linkando como foi a experiência depois…

Brasília

Top 5: Capitais brasileiras que quero conhecer!

Foto por Paul Burlant via Flickr

Bom, pro Centro-Oeste eu não escolhi exatamente uma capital de estado, mas sim a capital do Brasil! A maioria das pessoas que conheço e já foram a Brasília têm uma relação de amor e ódio meio forte pelo local, principalmente por causa do ar seco e dificuldade de locomoção, mas ao mesmo tempo… Tanta coisa bonita pra ver! Eu, particularmente, também gosto muito de política em certos aspectos, então essa parte me interessa bastante como turista, principalmente!

Belém

Top 5: Capitais brasileiras que quero conhecer!

Foto por Rômulo Ferreira via Flickr

Retomando lá do alto do mapa, no Norte, minha escolhida foi ela que é conhecida como Belém do Pará! Penso em como deve ser uma mistura interessante de belezas naturais e arquitetônicas pra se visitar. É lá que fica a única basílica da Amazônia brasileira! Muita arte sacra bonita misturando influências dos “colonizadores” com a população nativa brasileira. Na comida então, mesma coisa! Dizem que até os peixes lá têm gosto diferente. Além disso, é a capital mais chuvosa do Brasil e meu nariz cheio de frescura está sempre aberto para receber umidade.

Aracaju

Top 5: Capitais brasileiras que quero conhecer!

Foto por Eduardo Gomes via Flickr

Uma amiga certa vez me disse “Quem diz que não gosta de praia, é porque não conhece as praias do Nordeste… E EU SOU LOUCA PRA PROVAR QUE ELA TÁ CERTA, já que de lá só conheço a Bahia e ainda assim quando era muito nova. Escolhi Aracaju, no Sergipe, porque conheço MUITA GENTE MESMO que absolutamente ama. Já li também que é a cidade com os hábitos de vida mais saudáveis do país, com boas ciclovias e baixo índice de fumantes. Dá vontade, né?

São Paulo

Bom, eu sou do Sudeste e moro numa capital da região, então já rodei um cadinho pro lado de cá… Fui a Vitória algumas vezes e várias outras no Rio, que amo, então só falta São Paulo pra fechar a conta. Meu lado restauradora até grita pensando nos MUSEUS! MASP, Pinacoteca, Afro Brasil, Língua Portuguesa, CCBB, a lista é longa e variada…

Curitiba

Top 5: Capitais brasileiras que quero conhecer!

Foto por Caliane Amorim via Flickr

E chegamos ao extremo Sul do nosso Brasilzinho,uma região que não conheço mas morro de vontade desde que fiz um trabalho incrível sobre ela na época do colégio! Eu, que tô muito numa vibe de amar ambientes pequenos e bem gosto de sentir um friozinho, já poderia olhar uma kitnet para alugar em Curitiba e conhecer a capital paranaense. Sou doida para poder ir à Bienal Internacional de Arte Contemporânea, que por si só abrange boa parte dos circuitos culturais da cidade: Museus, Galerias, Espaços Culturais, Ateliês, Universitário e até o Festival Internacional de Cinema! Meu xodó maior, claro, é o MAC, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, que tem uma fachada cor-de-rosa que é a coisa mais linda da vida!

A próxima provavelmente é no final do ano que vem… Quem se habilita a ir (ou pelo menos planejar) comigo? A gente já faz roteiro, namora as fotos da última edição, procura imobiliárias em Curitiba desde já e, quem sabe, acaba curtindo essa delícia juntos… Pra saber mais é só visitar o site oficial do evento: bienaldecuritiba.com.br !

Aula de Biologia

Em 12.06.2018   Arquivado em Escrevendo

Aula de Biologia

Os ponteiros do relógio que ficava pregado na parede sobre o quadro negro pareciam se mover com mais lentidão do que nunca. Sempre amei aulas de biologia, mas hoje a espera a tornava insuportável. Eu estava tão distraída com meu turbilhão de problemas que até me assustei quando o porteiro do colégio bateu na porta, devolvendo uma pilha de cartões de estudantes para que a gente pudesse passar adiante e, claro, apresentar novamente no dia seguinte. Peguei da mão dele, achei o meu e passei pra trás, no modo automático.

Ainda era possível ver a marca da picada causada pela amostra de sangue que eu havia tirado na véspera, e meu desespero quanto ao resultado do exame só aumentada cada vez que olhava para ela. Já tinha sido difícil achar um laboratório que aceitasse fazê-lo sem prescrição médica, que dirá que conseguisse entregar no mesmo dia. Não, eu estava fadada a viver aquelas 24 horas de angústia, tudo isso para não encarar o olhar de reprovação que a vendedora da farmácia sequer daria. Bem feito pra mim!

Nesse meio tempo, apenas um novo minuto ainda havia se passado…

Olhei para o pedacinho de folha de papel dobrado, ao lado do meu estojo. Seu bilhete dizia somente “Você está bem?”, mas eu não consegui responder. Não tinha como fazer isso de forma sincera, então melhor ignorar. Na minha cabeça já estava rodando novamente todo o meu texto ensaiado, as desculpas por não ter resistido ao novo estudante estrangeiro da sala, e que eu provavelmente teria que recitar, chorando, aos meus pais. Estava repassando pela terceira vez seguida quando ouvi alguém chamar meu nome, usando um tom de voz irritado.

E pensar que foi essa mesma professora de biologia que nos ensinou que a camisinha era indispensável… É, eu devia ter escutado!

Esse post foi inspirado na proposta #11 do Creative Writing Prompts, que oferece mais de trezentas ideias legais para desenvolver sua escrita criativa. É o 21º entre os 25 que me propus a escrever até outubro de 2018.

Do Jeito Que Elas Querem: 14 de Junho nos cinemas!

Lookbook: It’s a beautiful night…

Em 08.06.2018   Arquivado em Moda

No final de semana passado minha prima Isabela ofereceu, junto com seu em breve marido, um jantar de noivado: a primeira entre os netos dos meus já falecidos avós maternos! O casamento mesmo vai ser ano que vem, e eu mal posso esperar pra chorar muito nesse momento lindo… Mas por agora tivemos essa noite pra ficar feliz pelos dois, comemorar com muitas comidinhas gostosas, sentir uma emoçãozinha básica e, claro, registrar o que vesti no Lookbook! E esse bem “Woman in Black”, como praticamente todos os já postados aqui no blog, tem uma história legal.

Minha irmã ganhou esse vestido do padrinho dela há muito tempo atrás, ela devia ter uns 16 anos, por aí. Ele é da Forever 21 e, pra vocês terem ideia, acho que nem tinha loja deles aqui no Brasil. E eu sempre AMEI ESSE VESTIDO, era doida pra pegá-lo emprestado. Só que, né, como enfia um corpo de adulta dentro da modelagem adolescente? Sempre que tentava acabava achando meio vulgar porque meu quadril ficava nível Kardashian nele, gigantesco, era aquela frustração. O tempo foi passando, ele foi sendo jogado no fundo do armário até mesmo por ela até que o convite da Bela chegou! Não tenho muitas roupas que se enquadram na categoria “esporte fino”, que era o traje da festa, então resolvi dar mais uma chance para esse match tão antigo. E dessa vez me achei linda, linda! Acho que o tempo nos ajuda a vencer certas besteiras, né?

Normalmente nesses posts coloco 3 fotos pra mostrar melhor e tudo mais, mas hoje teremos só uma de corpo inteiro e uma selfie meio vampira porque PRA VARIAR elas foram tiradas depois que cheguei em casa. As outras ficaram até bonitas, mas tem certos cansaços estampados no rosto que não dá mesmo pra disfarçar…

Lookbook: It's a beautiful night

Vestido: Forever 21 | Meia calça: Trifil | Sapato: Moleca. Veja também no Lookbook.nu


E aí vem esse momento “Sorry, I’m not sorry”, afinal auto estima é tudo, mas não posso deixar de dizer: SACA SÓ ESSA CINTURA, BRASIL! Nos últimos meses decidi que ia, de forma saudável e leve, tentar afinar minha cintura dentro do limite do exagero e já consegui perder 3cm! Tudo isso apenas com exercícios esporádicos e uma cinta modeladora da qual já falei algumas vezes nos meus vídeos. Tenho a impressão que esse é o máximo que vou conseguir chegar porque, como eu disse, ninguém aqui pretende dar a louca e tirar costelas fora (@Deus me livre), mas foi só agora, depois dessa festa, que percebi o quão feliz estou com ela assim. É isso, né, se a gente não consegue se amar por inteira de uma vez, nada mal dar valor pras partes que já amamos.

Usei também o único sapato de salto que tenho, que aparece aqui em toda situação “formal” justamente por isso, e na boca meu queridinho Ruby Woo da MAC que também é de casa. Pra complementar, resolvi aumentar a vibe gótica suave e usar meias rendadas também. A verdade é que eu estava com muito medo de sentir frio, porque ter que usar casaco ia estragar todo o triunfo mencionado anteriormente, mas dentro do salão de festas o clima tava bem gostoso! Ainda assim, as perninhas brancas ficaram parcialmente cobertas sem gastar muito, pois achei essas pra vender nas Lojas Americanas, nas vésperas do evento pela bagatela de R$9,90! Melhor compra deixando mais lindinho ainda meu melhor look!

Lookbook: It's a beautiful night

Detalhes da meia

Foco Periférico: Maio, 2018

Em 06.06.2018   Arquivado em Fotos

Olha a temporada de festa junina aí, gente! E não “é mentira”! Ma-as, antes de entrar numa roupa de quadrilha pra comer muito caldo de uma vez só, hora de mostrar minhas fotos de maio no Foco Periférico, projeto fotográfico do antigo grupo de 6 on 6 do qual fiz parte por dois anos aqui do blog! Nas últimas semanas, inclusive, viramos uma máquina de temas e já definimos tudo até o começo de setembro… Mas isso a gente vai mostrando devagar, né, melhor ir com calma um mês por vez.

Foco Periférico: Maio, 2018

Lá Fora

Semana 01. Como eu disse no último post do projeto, Lá Fora na verdade era o tema que fechava abril. “Meu dia” é a segunda feira, então fui a única que ficou com 5 no passado. Acabou que não postei no dia certo lá no nosso Instagram, e sim no “dia extra” que é o sábado seguinte, então mandei pra cá! Mesmo porque ele complementa o próximo e fica mais legal mostrar o dois juntinhos…

Foco Periférico: Maio, 2018

Aqui Dentro

Semana 02. … porque esse próximo é Aqui Dentro! Acho que não tinha maneira mais óbvia de interpretar ambos, né? Esse caderno fui eu que fiz pra mim mesma e é onde organizo minhas coisas de trabalho, do Expresso Rosa e da minha lojinha (onde, inclusive, vendo caderninhos)!

Foco Periférico: Maio, 2018

Molhado

Semana 03. Agora aqui vai a verdade: quando eu sugeri o tema Molhado tinha intenção de dar um jeito de fotografar chuva em algum momento… MAS É ÓBVIO QUE NÃO FIZ ISSO, NÉ? Sempre esquecia e o tempo foi passando… Até que chegou o dia de postar. Aí já acordei pensando o que ia fazer quando dei de cara com a Arwen toda sonolenta dormindo encostada na minha perna. Ah, foi só ela levantar também que comecei a tirar foto atrás de foto na esperança de conseguir alguma boa do “biquinho” molhadinho. Eu acho essa combinação do focinho com a boquinha a parte MAIS LINDINHA DELA, quero muito conseguir que isso seja retratado de forma fiel quando for tatuá-la.

Foco Periférico: Maio, 2018

Foto da Foto

Semana 04. O Foto da Foto TAMBÈM foi sugerido por mim e no dia que o fiz sabia exatamente o que queria mostrar… Mas de novo acabei esquecendo. Minha cabeça tá muito ruim, gente! Então fiz essa vista parcial da minha grade de amores onde tenho, misturado com muita tranqueira, várias e várias mini fotinhas com migos, família, etc. Inclusive, preciso imprimir umas novas pra trocar algumas e adicionar outras. Mostrei com mais carinho no tour pelo meu quarto, mas posso fazer um só dele contando a história dos cacarecos, também!

Foco Periférico: Maio, 2018

Florescer

Semana 05. E fechando maio de forma linda e cor-de-rosa… Hora de Florescer! Na véspera do dia das mães minha irmã foi com o namorado numa festa da família dele e voltou com dois vasinhos: um de margarida pra mamãe e esse pra si mesma. Eu queria ter fotografado o outro pois margaridas são minhas flores favoritas e minha vovó se chamava Daisy, mas sei lá… Essas eram tão mais coloridas! Depois uma delas até caiu do vaso e aproveitei para fotografá-la junto com uma das minhas Pullips, mas essa foto não foi pro projeto e sim pro meu Instagram, porque eu também mereço!

Agora não deixem de conhecer os outros participantes do Foco Periférico: Igor, Lucas, Maíra e Renatinha!

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