Cinderela Pop – O Filme

Em 24.02.2019   Arquivado em Filmes

Cinderela Pop *****
Cinderela Pop Elenco: Maísa Silva, Filipe Bragança, Fernanda Paes Leme, Barbara Maia, Giovanna Grigio, Elisa Pinheiro, Isabel Fillardis, Letícia Pedro, Kiria Malheiros, Marcelo Valle, Miriam Freeland, Sergio Malheiros
Gênero: Comédia, Romance
Duração: 95 min
Ano: 2019
Classificação: Livre
Sinopse: “Cintia Dorella (Maisa Silva) é uma adolescente que descobre uma traição no casamento dos pais. Descrente no amor, ela vai morar na casa da tia e passa a trabalhar como DJ, se tornando a Cinderela Pop. Mas ela não esperava que um príncipe encantado pudesse fazê-la se apaixonar.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: Originalmente um dos contos de fada recriados para “O Livro das Princesas”, “Princesa Pop” se tornou “Cinderela Pop”, o primeiro de uma série de romances em que Paula Pimenta, um dos maiores nomes da literatura juvenil nacional, conta sua própria versão contemporânea das nossas tão queridas princesas. Hoje a coleção conta também com “Princesa Adormecida” e “Princesa das Águas” (que também vão virar filmes!), mas é o primogênito deles que voltou a ficar em alta sendo o primeiro livro dela a ser adaptado para os cinemas. Nele, Maísa Silva é Cintia Dorella, a DJ Cinderela! Após ver seu “castelo” desmoronar graças a uma traição de seu pai e o pedido de divórcio, ela passa a rejeitar completamente o amor, focando 100% nos estudos, no sonho de estudar produção musical e no começo da sua carreira de DJ, sendo ajudada pelo namorado da sua tia, com quem mora após sua mãe retomar seu trabalho como arqueóloga.

Paralelo a isso, Freddy Prince, um cantor adolescente que tocou na festa onde o caso de Cézar Dorella com sua assessora Patrícia foi revelado, consegue alcançar o estrelato gradualmente após postar suas músicas na internet. Sempre acompanhado de sua amiga Belinha, uma YouTuber que vê o canal crescer junto com a carreira do amigo, ele começa a fazer shows e apresentações, tocando músicas de sua autoria. E é na festa de 15 anos das filhas de Patrícia, a madrasta de Cintia, que ele acaba se encantado pela DJ misteriosa que transforma seu som lento e romântico numa batida dançante enquanto espera pelo momento de ser a atração da noite. Ela não pode ser descoberta pelo pai, que é contra a filha trabalhar, e na correria a única dica que o rapaz tem de quem é a garota é um “sapatinho de cristal”, porém nada convencional, esquecido por ela enquanto troca de identidade.

Cinderela Pop

Cinderela Pop: imagem via Séries em Cena

“Cinderela Pop” como filme lembra bastante o clássico adolescente dos anos 2000 “A Nova Cinderela”, que tem Hilary Duff como protagonista, no que diz respeito ao ritmo da história tanto como romance quanto como comédia. É leve, bem pra família mesmo, com uma mistura bem interessante de artistas veteranos e novatos. Nem todas as atuações são boas de verdade, principalmente na ala adolescente, que é o foco da história, mas as outras valem a pena pra fazer o equilíbrio. Maísa Silva está LINDA em seu papel de DJ Cinderela, mas principalmente mostra o exato tipo de força que precisamos ver em papéis que irão influenciar essa geração de jovens mulheres que está pro vir. Ela é dedicada, foca na carreira mesmo quando abre espaço pro amor, se esforça ao máximo para não ser pisada e, apesar de odiar com todas as forças sua madrasta (que é a vilã clássica do conto de fadas), não isenta o pai da culpa de ter acabado com sua família. Ela torce pelas pessoas ao seu redor, sempre pensando em si mesma mas sem o egoísmo de não permitir quem gosta de voar. Sendo bem sincera, gostei mais da imagem dela, e de todas as personagens de uma modo geral, na adaptação do que no livro, que li logo na época que foi lançado.

Levar histórias do papel para o cinema nem sempre é uma tarefa fácil, pede cortes e ajustes, mas o desse foram bastante positivos, mostrando outros lados do enredo (que originalmente é narrado em primeira pessoa pela Cintia), e dando mais detalhes da “vida real” pra todos os envolvidos, uma vez que certas coisas são mais fáceis de ser mostradas do que descritas. Pra quem já gosta da história, acho difícil ter decepções! O grande destaque do longa é, logicamente, Fernanda Paes Leme. Patrícia é uma mulher nojenta, péssima como pessoa, mãe e madrasta, mas sua atuação faz toda diferença pro espectador amar odiá-la. Ela tem bordões que são usados sem forçar a barra, muito pertinentemente, e nos traz as principais risadas sem precisar escrachar nada. Os tios de Cintia também são bastante carismáticos, essenciais pra que adultos também consigam se identificar ao assistir. Claro, é preciso ter em mente que se trata de um filme teen, daqueles que serão exibidos à tarde da tv aberta, mas isso não significa que adultos não possam se divertir com ele. Ele cumpre completamente seu propósito, que é ser um passatempo leve despretensioso, permitido pra todas as idades e que não faz pensar muito, mas faz sorrir pelo humor e pelo amor.

Cinderela Pop

E como não dava pra deixar esse momento tão marcante pros fãs, que sempre quiseram ver os livros da Paula nas telonas, a Galera Record lançou uma versão com a capa do pôster oficial. Achei que o título assim, em letreiro, combinou bem mais com o estilo da Cintia, que é descolada e antenada, mas a anterior é liiinda demais, com essa ilustração super bonita e meio aquarelada da personagem! Acho legal porque assim, independente da capa escolhida, cada uma tem sua vantagem pra embelezar a estante. E fica o aviso, se você gosta de romances adolescentes, princesas em versões contemporâneas e do universo cor-de-rosa da Paula Pimenta (que faz duas aparições rápidas nele, como não podia ser diferente), já anota aí: Cinderela Pop estreia em todo o Brasil dia 28 de fevereiro, essa quinta feira!

Leia também: “Cinderela”, resenha sobre a belíssima versão live action da história da mais famosa e icônica das princesas Disney!

Trailer:

Lookbook: Expecto Patronum

Em 09.02.2019   Arquivado em Harry Potter, Moda

Nos últimos oito anos, ou quase, eu me dediquei ao Potter Club BH como um trabalho paralelo, em tempo integral. Não sei em que momento me tornei vice presidente do fã clube, mas quando vi tava lá, sendo oficialmente promovida de desconhecida a uma das principais cabeças, sem que isso precisasse ser dito. Mesmo quando parecia que nada estava acontecendo, aqui nos bastidores tinha planejamento, ideia rolando, esforço sem fim. Nunca recebemos nada em troca, financeiramente falando, mas as pessoas que entraram na nossa vida, ah, essas foram impagáveis! Sessões de cinema, convenções anuais, pique-niques, lançamentos, até um Baile tão sonhado, entre outros: fomos muito além do que o imaginado, sempre realizando o que era sonhado. Mas quase uma década se passou, nossa vida mudou e chegou a hora de decretar um hiatus para nossas merecidas férias dessa que foi uma das melhores coisas que já vivi na minha vida.

Mas não e NUNCA sem antes comemorar esse “até logo” – “adeus”, jamais. No final de janeiro tivemos a Expecto Patronum, mais uma festa em boate promovida para os fãs de Harry Potter belorizontinos! Todo mundo dançando a noite toda, se divertindo à beça, a gente às vezes parando um pouquinho ao lembrar desse momento melancólico, mas tudo bem! E eu, que normalmente vou nas nossas festas com alguma camiseta temática e nada de mais decidi que, dessa vez, ia à altura do nível do evento, bem bonitinha, o suficiente pra postar no Lookbook depois! E é o que temos aqui, não é mesmo?

Lookbook: Expecto Patronum

Vestido: n/s | Meia arrastão: Trifil | Sapatilha: Max Model + no Lookbook.nu

Esse vestido LINDO, bege com padronagem cheia de elementos grandões, era de uma amiga minha, que quando foi fazer uma limpa no guarda roupas perguntou se eu queria, e é claro que quis! Só que por ela ser mais alta, sempre ficava um pouco grande em mim… Por isso na semana antes da festa levei numa costureira para ajustá-lo e ficou absolutamente perfeito. Sério, é impressionante o que 2cm de costura fazem na nossa vida… Toda hora alguém me parava pra falar sobre ele, hahahaha!

E aí, como não gosto tanto assim se roupa clara, complementei com uma meia arrastão e sapatilhas pretas bem basiquinhas… Confortável, não aumentava meu nível de calor, mas também dava aquele “tchan”… Bem o tipo de look que amo. Por fim, aproveitando essa minha fase cada vez mais apaixonada por maquiagem, fiz uma toda “Grifinória”: sombra vermelha e dourada, feita com batom e iluminador! Também usei um batonzão desse na boca, como sempre, e coloquei muito iluminador e brilhos no rosto… Boate, gente, se não for pra chegar reluzente eu nem chego… Até gravei a execução dela, tá lá num vídeo no meu canal, com lista de produtos e tudo mais. Sério, pensa numa pele que tava maravilhosa, queria ser assim sempre…

Lookbook: Expecto Patronum

Um momento Dancing Queen, já com spoiler de uma das minhas novas tatuagens, das quais ainda preciso falar por aqui…

As fotos do dia foram tiradas pelo migo queridíssimo Ramon, também parte da “presidência” do fã clube e que ARRASA demais me fotografando. Sempre saio bonita nelas, acho que é uma mistura de câmera boa com poder me ver pelos olhos dele… Sei lá, só sei que amei, obrigada, Ramis! Ai, gente, é aquele negócio, né? Dia felizes ao lado de pessoas queridas, se eu tivesse uma varinha na mão conseguiria conjurar o melhor patrono do mundo!

Sex Education: uma série necessária!

Em 06.02.2019   Arquivado em Séries e Desenhos

Sex Education *****
Sex Education Elenco: Asa Butterfield, Emma Mackey, Ncuti Gatwa, Gillian Anderson, Connor Swindells, Aimee Lou Wood, Patricia Allison, Kedar Williams-Stirling, Alistair Petrie, Chaneil Kular Anwar, Deobia Oparei, Hannah Waddingham, James Purefoy, Jim Howick, Sharon Duncan-Brewster, Simone Ashley, Tanya Reynolds, Toby Williams
Direção: Kate Herron, Ben Taylor
Gênero: Drama, Comédia
Duração: 398 min | 8 episódios
Ano: 2018
Classificação: 14 anos
Sinopse: “Otis Thompson é um virgem com ansiedade social que é filho de uma terapeuta sexual. Por ter crescido cercado por manuais, vídeos e conversas abertas sobre sexualidade, ele torna-se um expert no assunto – mesmo que contra sua vontade. Com a ajuda de Maeve, ele inicia uma clínica clandestina dentro da escola, ajudando os colegas com problemas sexuais em troca de dinheiro.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Em meio a tantas discussões sobre a presença ou não de aulas de educação sexual nas escolas, tantos casos de denúncias de abuso que essas aulas ajudaram a fazer acontecer e a volta do “boom” de infecções sexualmente transmissíveis ainda que supostamente a informação esteja disponível a todos, a Netflix nos apresenta uma série britânica que é exatamente o tipo de coisa que todos nós devemos assistir em algum momento da vida: Sex Education! Nela Otis, interpretado por Asa Butterfield, é um adolescente muito reprimido sexualmente, mesmo que sua mãe seja uma conhecida terapeuta sexual e seu melhor amigo, Eric, tente ao máximo ajudá-lo a superar isso. É quando Maeve, a “diferentona” do colégio, vê nesse parentesco do garoto um meio de ganhar uma muito bem vinda grana que vai ajudá-la a pagar suas contas e o convence a, juntos, abrir uma “clínica” de terapia sexual entre os colegas, que estão todos com hormônios à flor da pele…

Com diálogos inteligentes, personagens muito identificáveis e abordagens extremamente sensíveis, Sex Education faz rir de forma nada forçada nos momentos de humor e chorar com um aperto lá no fundo do coração nos momentos de drama. Ela tenta quebrar vários clichês e, ao mesmo tempo, não te faz pensar que esses clichês seriam um erro de qualquer forma. Otis é o “mocinho” virgem inexperiente, mas que não deixa as pessoas pisarem nele ou o tratarem mal por causa disso. Eric, seu “fiel escudeiro”, é gay e gosta de fazer maquiagens extravagantes e usar saltos altos de vez em quando. Maeve parece uma “bad girl” excluída, mas que mantém amizade com uma garota popular e às vezes cede aos próprios sentimentos. Até seu “peguete”, Jackson, foge ao padrão: o atleta super cobiçado é um rapaz negro, cuja família foge do convencional. Essas coisas, porém, não são faladas, simplesmente fazem parte da narrativa. Ela também trata corpo e nudez com MUITA naturalidade, como pele, mesmo, que é o que são. Inclusive as cenas mais explícitas foram gravadas com o apoio de uma “direção de intimidade”, para não rolar mais um dos tantos casos de assédio e abuso que vemos na história da TV e cinema. Muito legal, né?

Sex Education

Um ponto muito interessante da equipe técnica é que nela há a presença forte de mulheres em cargos importantes: criação, direção e, claro, roteiro! Isso é não só fora do padrão, uma vez que a indústria do entretenimento ainda é bastante sexista, como fez TODA diferença nos mais diversos momentos. Os melhores episódios, na minha opinião, são o 3º e o 5º (esse segundo com uma cena que não consegui ver, porque fui alertada do que acontecia, mas ainda assim maravilhoso) e neles é claro que se trata de uma abordagem feminina… São assuntos delicados e polêmicos, mas mostrados de forma belíssima, pertinente e emocionante. De causar alegria melancólica em quem já tem a mente aberta para eles e, quem sabe, ajudar a mudar a visão de quem ainda a mantém fechada. Por outro lado, o que considero o único ponto negativo, nossa principal garota da história, a própria Maeve, não foi o tipo de representação feminina mais legal de todas… Sim, ela é forte em vários aspectos, o que é ótimo, mas a maneira como ela trata as pessoas ao seu redor, PRINCIPALMENTE Otis e Jackson, me deixou bastante incomodada. Às vezes suas atitudes são carregadas de profundo descaso e crises de ego. Espero que ela melhore um pouco nisso, daqui pra frente! Principalmente porque a série dá a impressão de que os protagonistas serão um casal em algum momento, e do jeito que as coisas caminharam até agora isso não faz sentido algum.

No que se diz respeito à versão brasileira, que é um aspecto positivo de todas as séries originais Netflix que já assisti dubladas, essa não fica atrás. Seguindo a onda da equipe, tanto a tradução quanto a direção de dublagem, da Flávia Saddy, foram feitas por mulheres também, o que já é bem legal! As vozes são bastante condizentes com suas personalidades, das “gente como a gente” às mais caricatas. O Otis, obviamente grande destaque da série, foi dublado pelo João Cappelli, que conseguiu passar perfeitamente seu ar introspectivo sem cair no velho clichê do “bonzinho bobinho”. Já falei aqui antes que o João é uma das pessoas mais adoráveis que conheço, e isso refletiu perfeitamente na personagem, o encaixe é ideal. Além disso várias gírias e memes em alta estão presentes de forma pontual e, em um episódio onde um dos “pacientes” não consegue parar de perseguir uma colega, ele explica o assédio com a frase mais simples e perfeita que vemos nas ruas: “Não é não”. Coisas que parecem bobas, mas que têm o impacto perfeito que Sex Education veio acrescentar tanto em quem já sabe quanto em quem ainda precisa aprender!

Sex Education

A primeira temporada, com seus 8 episódios já disponíveis na plataforma desde 11 de janeiro, terminou bem, mas algumas tramas ainda ficaram em aberto, dando brecha para prosseguir com o sucesso. Depois que a criadora da série, Laurie Nunn, deixou bastante claro várias vezes que o assunto vinha sendo discutido, a Netfflix enfim confirmou a segunda temporada através de um vídeo sempre muito divertido, comentando alguns momentos da primeira, sem spoilers. Vamos torcer pra fazer jus ao que já tivemos até agora. Tenho até minhas esperanças de que, com o tempo, ela seja adotada como material didático para tirar, ou só reduzir, todo o tabu em volta de algo tão natural quando sexo…

10 filmes para assistir em 2019!

Em 24.01.2019   Arquivado em Filmes, Vídeos

Se tem uma coisa que marca o ano novo é parar pra pensar na quantidade de filmes que estão pra estrear nesses 365 dias que estão por vir, né? É quase um ritual pra mim fazer uma verdadeira “wish list” de cinema em janeiro, mas sempre sabendo que não vai dar pra cumprir e que vai ter que rolar uma seleção em certo momento… E aí que no Desafio Relâmpago United Blogs eu e a Rubyane do blog Epílogo em Branco fomos selecionadas como uma dupla pra fazer posts juntas nos nossos respectivos blogs. Papo vai, papo vem, decidimos criar uma lista com 10 filmes para assistir em 2019, com o “Top 5” de cada uma! Então pega a pipoquinha aí e marca essas datas na agenda porque, oh, só tem sucesso…

10 filmes para 2019!

01) Dumbo

Quando Tim Burton foi anunciado como diretor do live action de Dumbo, eu virei o nariz. E eu reclamei. E falei, falei mal nas redes sociais afora, com a certeza de que ia estragar um grande queridinho meu… Mas foi só sair o primeiro teaser pra perceber que ia pagar língua com louvor e AMOR! Estou absolutamente APAIXONADA por cada foto e vídeo que sai, muito animada e já emocionada… Se as lágrimas já rolaram antes, só imagino na hora! Dumbo é um desenho que só aprendi a gostar depois de adultinha, mas foi um “gostar” forte. Ele é simples, emotivo, lúdico, traz risada e chorinho nos momentos certos, além das cenas meio bizarras típicas dessa era da Disney. Expectativas altas e grandes possibilidades se serem atendidas! Estreia no Brasil: 28 de março | Assista ao trailer! | [EDIT] Assistido em 29/03, leia a resenha aqui!

02) O Rei Leão

Senhoras e senhores, meninas e meninos, o maior dos sucessos Disney, o primeiro filme que vi no cinema, a menina dos olhos de todos nós vai virar live action também, e tá chegando a hora de cantar “Nants ingonyama bagithi Baba” diante das telonas mais uma vez! Cá entre nós, a internet não só quebrou, ESTOUROU quando viu o batizado do Simba em CG, né? Agora imagina o longo todo, como é que vai ser… Sem dúvidas um favorito de muita gente pro segundo semestre (meu, inclusive). Estreia no Brasil: 18 de julho | Assista ao teaser trailer!

03) Rocketman

MEU FILME, BRASIL, NESSE NINGUÉM ME SEGURA! Quero pré-estreia, quero fazer post & vídeo & tudo pra ele! Sim, a história de Elton John vai (finalmente) pros cinemas em “Rocketman” – que, por sinal, é o título mais adequado possível – e quem é fã não pode perder! Ainda não temos uma data definitiva, mas tô de olho, com certeza. Ano passado ele anunciou sua aposentadoria oficial de shows e está em uma turnê de 3 anos para fechar essa fase de sua vida, então nada mais do que justo uma homenagem nesse momento, né? Meu nível de animação é o máximo possível, já preparei os lencinhos porque sei que vai ser um dos maiores chororôs da minha existência. Estreia no Brasil: Prevista para o inverno | Assista ao teaser trailer! | [EDIT] Assistido em 04/06, leia a resenha aqui!

04) Turma da Mônica: Laços

Que brasileiro não cresceu lendo a Turma da Mônica? Os quadrinhos de Maurício de Souza são parte forte da nossa cultura há muitas décadas… E agora, pela primeira vez, a turma estará “em carne e osso” nos cinemas! A adaptação de “Laços” promete ser linda, tanto quanto a historinha original, com um elenco adulto de peso e infantil extremamente carismático! Não vejo a hora da “Dona da Rua” entrar em cartaz! Estreia: 27 de junho | Assista ao trailer!

05) Capitã Marvel

E das várias opções de filmes de super herói, eis minha escolha! Apesar de gostar mais dos heróis da DC, eu prefiro os filmes da Marvel (aliás, eu e todo mundo), então fica no ar a curiosidade pra ela que leva o NOME da empresa! E que parece ser um mulherão, inclusive! Quem viu os créditos finais de “Guerra Infinita” já concluiu isso, e vai saber como será sua participação na continuação. Quero muito também ver Nick Fury no passado, porque é uma personagem que gosto MUITO! Promete e estou crente nessa promessa. Estreia no Brasil: 7 de março | Assista ao trailer! | [EDIT] Assistido em 19/03!

E os outros filmes? Ah, eles estão lá no post do Epílogo em Branco! Não deixem de acessar pra conferir os recomendados pela Rub – que são tão incríveis quanto esses!

Bonecando: Funko Rock Candy Arwen Undómiel

Em 15.01.2019   Arquivado em Dolls

Quando assisti O Senhor dos Anéis pela primeira vez, muito antes de começar a ler os livros (que até hoje não terminei pois Tolkien, né mores, haja paciência), a Arwen foi, de cara, uma das minhas personagens favoritas. Não sei se por causa da Liv Tyler, se por identificação física uma vez que as outras duas personagens femininas importantes são loiras, ou se é porque tenho uma tendência a simpatizar com elfos, mesmo, quando o assunto é criaturas fantásticas. Só sei que eu AMO! Nos livros sua importância é bem menor, claro, mas quando você descobre o universo da Terra Média como um todo, Contos Inacabados e vai pesquisando alguns apêndices, sei lá, eu sou suspeita mas acho impossível não gostar. Permanece sendo queridíssima pra mim, e quando descobri a linha de Senhor dos Anéis da Funko Rock Candy, que além dela tem a Éowyn em sua versão guerreira, fiquei APAIXONADA querendo MUITO! Nesse natal minha irmã me deu de presente, e é tão linda que demorei pra achar um lugar no quarto digno para ela.

E aí que personagem querida por personagem querida, por que justamente a Arwen? Pois bem, porque eu amo TANTO a princesinha de Valfenda que dei o nome dela para minha gata! Na época eu não sabia como chamá-la, só tinha opção para macho, que seria Obi-Wan Kenobi… Fiquei então refletindo alguém que fosse digna de ser minha filha e assim nasceu Arwen “Undómiau”! E, sei lá, o nome combina com ela… Orelha pontuda, pelo pretinho, esse olhar de sabedoria élfico e tudo mais. Era mais do que justo que eu tivesse, um dia, alguma figura dela aqui, pra representar duplamente esse amor…

Funko Rock Candy Arwen Undómiel

Funko Rock Candy Arwen Undómiel

Eu sei que a linha Funko Pop! é uma grande queridinha e até existe boneca da Arwen nela, um set junto com o Aragorn que é exclusiva da Convenção de Verão de 2017, ou seja, caríssima! Mas desde que conheci a linha Rock Candy, quando eles lançaram um set da Barbie, me APAIXONEI por ela! As bonecas são mais proporcionais sem perder o cabeção, que eu adoro, e com uma quantidade muito maior de detalhes não só na roupa, mas principalmente rosto. Lembra demais a versão que já vimos nas telonas e telinhas.

A cena escolhida pela Funko pra representar a Arwen foi no final de “O Retorno do Rei”, quando ela reecontra o Aragorn na coroação dele. Eu AMO MUITO a roupa que ela está usando, um vestido verde claro todo fluido, bem elfona mesmo, e coroa de princesa… Ai, gente, é MARAVILHOSA demais aquela mulher, fala sério! Pra quem gosta de planejar casamento com pegada nerd, pronto, aí está um visual de noiva ideal! Pra retratar o tecido eles usaram tinta verde brilhante clara, com os detalhes em tom mais claro ainda… Infelizmente nas minhas fotos ficou beeem mais intenso que o real porque foram tiradas no Sol, mas o “cenário” combinava, não deu pra evitar…

Funko Rock Candy Arwen Undómiel

Funko Rock Candy Arwen Undómiel

Outra vantagem da Linha Rock Candy, e dos Pop! atuais em relação aos antigos, é que os detalhes são todos muito bem feitos. Os fios de prata da coroa “vazam” pro cabelo em pouquíssimas áreas e não tem nenhuma outra falha na pintura além dessa, que é realmente muito minuciosa pra sair perfeita num boneco de vinil assim. É ótimo também porque a barra do vestido cria uma “base”, então ela se sustenta sem precisar do estande que alguns Funkos têm, principalmente as figuras femininas que têm pé menor.

Por outro lado… Como essas Rock Candy enganam no quesito “tamanho”! A gente sabe que elas têm 12cm, mas ainda assim por foto parece ser bem maior do que realmente são. A Arwen foi minha primeira, então levei um mini susto, que rapidinho passou, também. É até bom, porque deu pra encaixa-la na estante bem no cantinho onde ficam meus livros de “O Senhor dos Anéis” (e seus companheiros “O Hobbit” e “O Silmarillion”), ela não tampa nada mas ainda assim é visível, deixando a coisa temática e ainda mais bela. Pra quem também gosta, dá pra ver os itens Tolkianos já lançados por eles no site oficial.

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