O Sol Também é uma Estrela

Em 16.05.2019   Arquivado em Filmes

O Sol Também é Uma Estrela (The Sun Is Also A Star) *****
O Sol Também é Uma Estrela Elenco: Yara Shahidi, Charles Melton, Cathy Shim, Faith Logan, Gbenga Akinnagbe, Jake Choi
Direção: Ry Russo-Young
Gênero: Romance, Drama
Duração: 120 min
Ano: 2019
Classificação: Livre
Sinopse: “A caminho da faculdade, o romântico Daniel Bae e a pragmática jamaicana Natasha Kingsley se conhecem — e se apaixonam — em um dia mágico, em meio à correria da cidade de Nova York. Imediatamente começam a voar fagulhas entre esses dois desconhecidos, que jamais se encontrariam se o destino não tivesse dado um empurrãozinho. Mas será o destino suficiente para levar esses jovens do azar à sorte no amor? Com algumas horas sobrando no que deve ser o último dia dela nos EUA, Natasha luta contra a deportação de sua família com a mesma força com que luta contra seus crescentes sentimentos por Daniel, que faz tudo o que pode para convencê-la de que estão destinados a ficar juntos.” Fonte: Filmow.

Comentários: Natasha Kingsley é jamaicana, mas mora com sua família nos Estados Unidos há 9 anos. Nova York é sua casa e ela faz de tudo para reverter a situação que sua família vive atualmente: estão prestes a ser deportados. Na véspera desse dia tão temido uma nova esperança aparece através da indicação de um advogado especializado no assunto, mas no meio do caminho em direção ao escritório ela conhece Daniel Bae. De família também imigrante, no seu caso de coreanos, ele está se preparando para sua entrevista em Darthmount, onde seus pais esperam que curse medicina. Daniel, por sua vez, adora poesia e música, e agradece às coincidências da vida que o levaram até aquela garota por quem ele se apaixonou quase de cara… Ela, por outro lado, não acredita em nada disso, mas se deixa levar, completamente descrente, quando ele promete que vai convencê-la do contrário fazendo com que seja recíproca ao sentimento dele apenas durante as horas que lhe restam ali…

Adaptado no livro homônimo da também jamaicana Nicola Yoon, publicado no Brasil pela Editora Arqueiro, O Sol Também é uma Estrela é um típico romance/drama adolescente daqueles que você assiste pra passar seu tempo com uma história leve e até chorar algumas lagriminhas. Não li o livro, portanto não sei dizer o quão fiel é o filme, mas o diferencial que ele tem de cara em relação aos outros do gênero que vemos em Hollywood é justamente o fato de os protagonistas serem dois imigrantes: ela negra, de origem caribenha, ele oriental. Por esse motivo apresenta não só detalhes desse dia que eles passam juntos, mas também pequenos flashes da cultura de cada um aqui e ali. Eles também fogem um pouco do padrão com o qual fomos acostumados por muitos anos nesse tipo de produção, são dois jovens bem bonitos, mas não 100% do modo “tradicional”, cada um ao seu modo e que combinam bastante juntos.

O Sol Também É Uma Estrela

O Sol Também É Uma Estrela: imagem via Blogbusthers

A coisa que mais me encantou no longa, porém, foi a direção. Apesar de ter cenas em que a câmera girava bem rápido, o que não é confortável para qualquer pessoa, algumas tomadas me fizeram pensar de cara “Essa diretora é mulher” – e é mesmo! Não sei exatamente o motivo, mas acho que existem alguns detalhes na sensibilidade visual dele que me causaram essa impressão, algo que venho observado muito em produções que têm essa característica. A fotografia também é bem bonita, mostrando essa versão utópica que filmes de romance normalmente mostra de Nova York, sempre limpa e com o céu vistoso. A gente sabe que não corresponde à realidade, claro, mas é bonito de se ver mesmo assim. Gostei em especial do final, mas sobre esse aspecto é impossível falar sem estraga-lo, é preciso ver pra entender (ou discordar).

Leia também: A Cinco Passos de Você, resenha de outro romance teen adaptado para o cinema!

Por outro lado é difícil hoje, já adulta, me identificar tanto com toda a intensidade excessiva que romances adolescentes têm. É tudo muito extremo e imediato: o amor à primeira vista por causa de uma única coincidência, o aceitar de desafio mesmo com tantos problemas pra resolver, os acontecimentos guiados pelo destino e, principalmente, o abrir mão de certas coisas em nome do amor verdadeiro que nem 24h de duração tem. Algumas causam risadas, outras surpresa, mas a maioria te dá vontade de “sacudir” a personagem. Também senti falta de uma visão um pouco mais aprofundada da questão que inicialmente é a principal da história, o deportar de imigrantes. Em tempos de governo Trump, onde o protecionismo e xenofobia são ainda mais fortes que o normal nos Estados Unidos, é uma pauta importante que perdeu completamente o destaque… Resta saber se é uma característica do livro em si ou se foi uma falha na adaptação, já que é sempre difícil passar todos os aspectos da página para a tela…

Trailer:

O Sol Também é Uma Estrela - 16 de maio nos cinemas

Linha de Harry Potter da Papel Picado

Em 07.05.2019   Arquivado em Harry Potter

Cadê as loucas de papelaria prontas pra mais um surto? Porque quando junta fofices nessa categoria com algo que a gente gosta, cá entre nós, é difícil resistir, né? E a Papel Picado enfiou o dedo beeem lá no fundo de uma das maiores feridas de todo bom e velho fã lançando uma linha de produto de Harry Potter! E se você tá achando aí que vai pirar, meu bem, acertou!

Quem não é de Belo Horizonte talvez nem conheça a loja, mas por aqui ela é presença marcante nos nossos corações. Lembro quando eu era pré adolescente e a conheci, foi onde nasceu em mim a vontade de, um dia, vender meus próprios itens de papelaria (o que hoje é realidade, com os cadernos artesanais lá do Expresso Rosa). Naquela época não era tão fácil achar materiais escolares fofinhos como é hoje, que vemos até em livrarias, então se você queria algo diferente era lá que tinha que ir. Inclusive foi onde minhas amigas de colégio compraram a elefante cor-de-rosa que fica em cima da minha cama até hoje e eu e meu pai compramos tinta pras nossas canetas tinteiro… Um misto de desejo consumista com muita lembrança carinhosa, é realmente marcante pra mim, e sei que pra muita gente também.

E nessa novidades de Harry Potter a fofura foi mantida, é claro! Eles têm Harry e Hermione em versão chibi, junto com ícones marcantes redesenhados bonitinhos: pomo de ouro, a coruja Edwiges, Chapéu Seletor e até as cartas de Hogwarts. Além de papelaria propriamente dita, com planners de mesa e marcadores de página, saíram produtos de uso pessoal, com opções de necessaires e chaveiro. A única coisa que não gostei foi a ausência do Rony, como se ele fosse um mero coadjuvante perto dos outros dois protagonistas, o que não é verdade, e cabia perfeitamente nos produtos em que eles parecem juntos… Fica aí a dica pra quem vai abordar a temática daqui pra frente: não negligenciem o Rony, ele é o coração do trio de ouro, gente!

Linha de Harry Potter da papel Picado

Imagens retiradas do site da marca, acesso em 06/05/19.

1. Necessaire “Quadribol” Tamanho M: R$49,00 | 2. Necessaire “Harry Potter” Tamanho P: R$44,50 | 3. Clips Magnéticos “Hermione”: R$ 19,90 | 4. Planner Semanal em Bloco: R$ 43,40 | 5. Chaveiro “Hermione”: R$ 44,50

Além listados a linha conta também com uma necessaire tamanho grande com a mesma estampa da pequena (R$55,90) e planner de mesa diário em bloco (R$23,80). Não dá pra saber se eles terão novos lançamentos ou o quão limitados são esses que já saíram, mas é bom aproveitar que ainda tem em boa quantidade. Alguns preços achei um pouco salgados (tipo o chaveiro), mas outros estão bem legais levando em consideração a qualidade do produto e as ilustrações originais. Em BH eles podem ser encontrados nas lojas físicas, mas quem tá longe pode adquirir os produtos na loja virtual, que entrega em todo Brasil!

Sobre crescer nas redes sociais…

Em 20.04.2019   Arquivado em Blog

Eu não sei dizer ao certo qual foi a primeira das minhas redes sociais, mas imagino que tenha sido o extinto Orkut. Ou então vai do que cada um considera uma rede social, porque dependendo de como você usava, até o Fotolog podia ser denominado assim. Digo isso porque por anos a minha “rede” principal foi o Flickr, que na verdade é um site de armazenamento de fotos, veja bem. Mas é isto, a internet vai evoluindo, a forma de comunicar mudando e quando você menos espera nem percebeu que desativaram aquela que deixou pra trás. E o pedacinho da nossa essência deixado em cada uma delas vai junto…

Sobre crescer nas redes sociais

Veja bem, eu cresci nas redes sociais, e nesse blog, também. Quando comecei a usar o nome “Sweet Luly” era uma (pré) adolescente que sabia muito pouco da vida, e menos ainda do que estava por vir. Jamais iria imaginar que estaria aqui, beirando os 30 e ainda escrevendo sob esse username, que teria me apegado carinhosamente a ele mesmo que não me defina tanto assim. Se parar pra pensar, é até um pouco infantil, né? “Sweet Luly”. Meu nome-apelido já passa esse ar meio teen, acho que pelo “y” no final (não sei!), mas o “título” que vem antes dele, ixi, mais ainda. Eu não sou mais tão “sweet”, e nem devia. Depois que cresce, a menos que tudo dê muito certo demais (e não dá pra quase ninguém), a gente acaba carregando tanto peso que ser 100% meiguice beira o ser bobo. E eu não sou boba, não. Aliás, tento diariamente ser tudo, menos isso. Mas, ainda assim, pô, tem quase 15 anos de vida esse blog (!!!), não consigo apagar essa parte tão indispensável de mim. Quando nasci, Marte estava em Áries, mas o Sol continua sendo em Câncer, então o sentimentalismo é o centro de qualquer área bélica que existe dentro de mim.

Mas aí, ainda assim, entrei em crise com o “@sweetluly” das redes já tem algum tempo. Meu primeiro usuário no Instagram foi esse, em 2012, mas menos de um ano depois ele sumiu da face da Terra e o aplicativo não me deixou usá-lo mais. Eu então criei a segunda (e atual) conta, @sweetluly90, colocando o ano do meu nascimento no final pra ficar diferente, já que eles assim queriam. Como eu ODIAVA esse user! Quando alguém me perguntava “Qual seu Instagram?” eu dizia “Ah, deixa que eu digito pra você, é meio complicado…” só pra não ter que falar em voz alta. Com o passar do tempo foi liberado o uso de @s que haviam sido deletados e eu, desavisada, só descobri quando alguém, num país qualquer por aí muito distante, já tinha pegado o “meu nome” pra uso próprio. Isso só serviu pra me fazer antipatizar com o novo mais ainda, como se ele fosse o grande culpado de não haver uniformidade nos links das minhas redes sociais. Mas é porque, sejamos justos comigo, era mesmo.

A situação era pior ainda porque eu levo essa coisa de redes sociais bem a sério. Pô, eu produzo conteúdo, né? Há tanto tempo que nem sei mais como é viver sem isso… Se tô no cinema, por exemplo, mesmo filme que não é de parceria e posso me dar ao luxo de não resenhar, minha cabeça escreve um post automaticamente à medida que o enredo vai se desenvolvendo. Esses anos, agora já mais do que o dobro dos que tenho de vida, me tornaram alguém programada pra ser blogueira em tempo integral. E por mais que eu não acredite nessa de que “blogs estão ultrapassados” – afinal leio e escuto isso desde que comecei – não tem como fazer o que faço, e o que muitos de vocês que estão lendo isso agora fazem também, sem esse complemento da vida contemporânea. Ou talvez até tenha, mas a coisa acaba ficando menos viável, e quanto maior a viabilidade nessa rotina de muito esforço, melhor. Fora essa personalidade naturalmente nostálgica que tenho, de querer sempre guardar minha própria história. É, eu gosto de mantê-las do jeito que considero ideal, sim. E faz anos que não consigo, por causa de um 90tinha de nada.

Toda essa safa vem martelando na minha cabeça há tempos. O blog pode e deve continuar sendo “Sweet Luly”, mas eu como pessoa não quero mais. Às vezes sou “sweet” e todo dia Luly, mas não podia continuar me definindo com essa palavra e só. Então simplifiquei, resumi a mim mesma trocando o @ das minhas principais redes sociais do momento (Twitter, Instagram e Pinterest), sem criar novos perfis, e pesquisando devagar como fazer o mesmo com as outras que restaram. Algumas, infelizmente, vão ter que ficar como estão. Até deixei contas mais ou menos inativas com os antigos no ar, pra garantir que quem cair lá desavisado vá saber pra onde seguir. E entre todos os nomes que poderia ter escolhido, por que não aquele que resume exatamente o que elas retratam? Por que não @lulylage? Por que não eu?

É uma coisa boba pra quem tá de fora, mas até meio representativa aqui dentro. Já passei por vários momentos de amadurecimento relevantes ao longo da minha vida, mas o atual é provavelmente o mais significativo de todos. E minha vida online, que acaba sendo a mesmíssima coisa da vida offline, tá vivendo os reflexos disso, também. De toda essa fluidez louca que, não importa o quão grande seja, ainda preserva aquela boa e velha essência de ser. Como um cacto em constante metamorfose, cada dia desenvolvendo novos galhos e mudas, mas com raízes, firmes e fixas, não o deixando esquecer sua base, mas jamais se limitando a ela. Cresci, e elas cresceram junto comigo!

Lookbook: Art Wars

Em 15.04.2019   Arquivado em Moda

Pois bem, hoje teremos mudanças no que estamos acostumadas aqui nos posts de lookbook pois farei um breve teste de postar as fotos diferentes individualmente, pra ficar maiorzinho e tals… Não significa que será assim sempre (estamos lidando com a RAINHA DA DESORGANIZAÇÃO, amores!), mas quando der, sim, por que não? E o motivo é o “cenário” completamente diferente que temos dessa vez! Hoje foi o último dia da exposição “Raiz”, com obras em diversos suportes do artista chinês Ai Weiwei lá no CCBB BH, então era “agora ou nunca” a hora de ir conferir. E aí que eu tinha planejado fotografar o look depois de sair do museu, na minha amada Praça da Liberdade que é em frente, mas olhei pros papéis de parede dele e pensei… A Praça vai continuar lá, não é mesmo(?), sem sair do lugar. Mas Ai Weiwei sabe-se lá quando terei de fundo de novo, então ‘bora aproveitando!

Eu absolutamente AMEI esse look porque ele quase supre uma grande frustração que eu tenho da minha infância. Eu era DOIDA com uma blusa dessas “de amarrar na frente”, porque a Maria das Chiquititas (minha favorita) usava uma assim, rosa, em um dos clipes do grupo… Se não me engano era “Viva a Vida”, o nome da música. Pois é, e eu NUNCA tive. Aí num amigo oculto da Daninha com uns amigos, pronto, ela ganhou essa, DE STAR WARS AINDA! Coisa mais linda, gente… Eu finalmente estou começando a realmente GOSTAR de roupa branca (porque antes mesmo quando gostava da blusa e usava, a cor me incomodava), e essa é perfeita porque a padronagem é preta e vermelho, que no geral já amo.

Lookbook: Art Wars

Blusa: Riachuelo | Shorts: Caroline Won | Coturnos: n/s | Bolsa: Kipling | Óculos: Ray-ban | Fotos: Daninha, aka minha irmã!

Já esses shorts, coitados, andam sozinhos já deeeesde 2011, quando foram comprados. Eles são bonitos e tem um bolsão que é super útil pra essas situações que a gente tira e guarda o celular muitas vezes seguidas. Os coturnos tão indo pro mesmo caminho, nem um ano por aqui e já dominaram a maioria dos looks. Que culpa tenho que são lindos, não é mesmo? De mais, usei o meesmo batom de sempre, que nas fotos nem dá pra ver a cor certa, mas era o Bruna, da linha Bruna Tavares, e o rabinho é porque o cabelo estava lindo, porém imundo, aí a gente utiliza desses truques pra não incomodar com ele e nem precisar lavar.

Lookbook: Art Wars

Sobre a exposição em si, nem vou falar nada porque quero fazer um post todiiinho sobre em breve. Mesmo que não esteja mais por lá, num importa, quanto mais blogueirinha de arte eu me tornar melhor, condiz com o momento que estou vivendo de voltar a estudar e produzir conteúdo sobre. Eu gosto e quero ver todo mundo gostando também! A luz do ambiente era direcionada, não muito adequada pra esse tipo de foto, sem possibilidade de usar outra iluminação própria porque pode danificar as obras, então fica aí a sombra na minha cara, lidemos com isso, valeu a pena. Esse papel de parede, LINDÍSSIMO por sinal, chama “The Animal that Looks Like a Llama but is Really an Alpaca” (O Animal Que Parece A Lhama Mas Na Verdade É Alpaca), e eu demorei horrores pra achar a bendita alpaca nele, hahaha. Esses passarinhos do Twitter em círculo, por sua vez, vi imediatamente. Claramente demonstrando minhas prioridades…

Lookbook: Art Wars

HairSkin & Nails Femme, a “pílula da beleza” da Maxinutri

Em 08.04.2019   Arquivado em Beleza, Publicidade

Há alguns anos, quando eu e uma amiga começamos a trabalhar juntas, sempre que a gente ia a alguma drogaria comprar qualquer coisa ela me levava para ver as cápsulas de complexo de vitamina que prometem melhorar o aspecto físico da pele e cabelos, batizadas por nós carinhosamente de “pílulas da beleza”, me recomendando a tomar porque tinha feito muita diferença pra ela… É claro que eu ficava super curiosa e com vontade, né! Então quando a loja Saúde na Net entrou em contato oferecendo para me mandar algum dos seus produtos, não tive a menor dúvida de qual escolher, já que na área de nutricosméticos do site estava em destaque o HairSkin & Nails Femme, da Maxinutri, que promete justamente isso: trazer mais vida aos cabelos, pele e unhas, tratando de dentro pra fora através da ação de 11 vitaminas diferentes (A, D, C, E, B1, B2, B3, B5, B6, B12 e H), além de outros nutrientes que proporcionam mais hidratação, estruturação e resistência.

O que é? O HairSkin Maxinutri é um suplemento mineral e vitamínico que quando utilizado dá mais hidratação e vitalidade aos cabelos, pele e unhas, se tornando assim um produto indispensável para quem sente muita dificuldade com o tratamento destas áreas, tendo tendência a ressecamento de cabelo, cabelos quebradiços, unhas quebradiças, pele seca e com falta de hidratação, entre outros. (retirado do site Saúde na Net, acesso em 02/04/2019)

HairSkin & Nails Femme da Maxinutri

A chegada desse produto não poderia ser mais oportuna por aqui. Em fevereiro decidi parar de tomar anticoncepcional, que nos últimos meses estava me fazendo muito mal. As cólicas vinham piorando (no nível que era antes de comer a usar), minha perna inchava até ficar quase o dobro da largura normal e o número de varizes começou a crescer, então fiquei com bastante medo de ter algum problema maior. Não sei se continuarei sem, mas por enquanto, sim. Tomada essa decisão, vieram as consequências: ciclo desregulado e uma pele HORROROSA! Fiquei espinhenta como não ficava há muitos anos, e uma vez que tinha um baile de formatura da minha irmã chegando isso me incomodou bastante. O HairSkin chegou aqui 2 semanas antes da festa e, apesar de recomendar que se tome um mês para começar a fazer diferença, me ajudou MUITO! No final desses 15 dias tinham sobrado no rosto apenas as marcas (e uma única espinha teimosa) e nas costas, onde meu problema é ainda maior, reduziu bastante. Além disso ajudou minha pele a aderir melhor a maquiagem, tornando possível “tampar” essa bagunça toda quando foi necessário. Nos três dias que antecederam, confesso, apostei bastante em produtos de skin care também pra ajudar, já que o remédio sozinho realmente não faz milagres, e essa combinação foi ideal: um agindo por dentro e os outros por fora.

Mas a pele não foi NADA comparada ao que o produto fez com meus cabelos… Nesse sim, posso dizer que houve uma revolução! Já tem um tempo que nada ajuda a resolver a queda absurda e ressecamento nas pontas dos meus fios. Minha cabeleireira e eu tentamos juntas várias coisas, produtos profissionais ou cortes esporádicos, mas ainda assim a textura permanecia bem problemática. Depois que comecei a tomar melhorou tanto que assim que tocou neles ela mesma me perguntou o que estava fazendo, antes que eu falasse qualquer coisa! Foi perceptível pra mim também, é claro, mas preferi esperar a opinião dela antes de postar pra ter certeza de que não era uma impressão. Antes desembaraçá-los após as lavagens demorava horrores, mas agora só passando o pente já fica pronto, e caindo bem menos do que de costume. Mesmo que não tivesse ajudado com as espinhas, só nesse aspecto já teria valido a pena de cara! A única coisa que não mudou muito foram as unhas, porque raramente uso esmalte/removedor ou tiro as cutículas, então elas já são bem fortes e crescem com facilidade naturalmente.

HairSkin & Nails Femme da Maxinutri

Em resumo: deu MUITO CERTO comigo, que tenho pele e cabelos mistos! A embalagem vem com 90 cápsulas e estou seguindo as recomendações da loja de tomar três ao dia, duas no horário do almoço e uma à noite, ou seja, vai durar exatamente 1 mês. Antes de consumir fiz uma vasta pesquisa na internet, buscando a opinião de outros usuários e principalmente de dermatologistas, e é bastante recomendado que você procure um médico, se possível, para saber se corre algum risco específico antes do consumo. Apesar da recomendação, porém, não é um produto que exige receita ou qualquer coisa do tipo, podendo ser comprado por qualquer pessoa de qualquer idade. O HairSkin & Nails Femme não contém açúcar, glúten ou lactose, sendo liberado para quem tem essas restrições.

O valor atual no site da embalagem que recebi é R$49,90, mais o frete que depende da sua região, e comprando à vista no boleto bancário você tem um desconto no valor do produto. É possível comprar lá também outros nutricosméticos voltados para a beleza do corpo e rosto, como colágeno Maxinutri, hidrolisado e em cápsulas, e remédio natural para celulite da mesma marca, que possuem suas próprios recomendações de uso individuais, e com preços bastante similares. Fiz algumas pesquisas em sites de farmácias que também vendem e em todas elas sai nesse mesma média, com variação de 1 a 3 reais para cima, nenhum mais barato. Custo/benefício nota 10!

Psiu! Prestenção! Esse produto foi enviado pela Saúde na Net para uma publicidade por meio de permuta, porém o objetivo era que eu escrevesse a resenha retratando minha experiência real com o produto. É publi, sim, mas publi sincero!

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