6 on 6 Junho: Corpo

Em 06.06.2017   Arquivado em Fotos

Junho chegou e é hora de 01) pirar porque já estamos no meio do ano; 02) preparar pro aniversário de 13 anos do blog, que é dia 26 e 03) 6 ON 6 DOS FOFINHOS! Esse ano a gente definiu tema pra todos os meses pra coisa ficar divertida e o desse é Corpo, que pode ter tantos significados para explorar que fica até difícil definir qual é melhor.

Minha ideia inicial era fotografar o MEU corpo, exclusivamente, de várias formas diferentes. Cheguei a executar algumas, fiquei sem saber como seriam as outras até que no final de maio aconteceu uma coisinha maravilhosa na minha vida chamada Arwen, e gente… Como resistir a um corpinho tão indo, né? Resolvi então intercalar, hora eu e hora ela, sempre tentando reproduzir a mesma coisa nas duas, o que claramente não deu certo porque ela não fica quieta, mas no fim não tem muito o que reclamar, achei todas as fotos lindinhas de verdade!

6 on 6 Junho

01. Uma nova versão da minha sessão “Bela, recatada e do lar” que rolou ano passado num outro “cenário” e ROSA! Na minha cabeça ela era bem diferente, infinitamente mais bonita, mas “auto retrato” é aquela coisa que raramente sai como a gente quer, né? A qualidade tá péssima, não sei realmente o que aconteceu, mas a cinturinha tá, oh, um chuchuzinho!

6 on 6 Junho

02. No mesmo “universo cor-de-rosa” da foto anterior, conhecido também como minha cama, com a mesma luz vinda da janela, que dessa vez estava fechada porque estamos evitando de deixá-la sair. Ao contrário de mim a Arwen não precisa de grandes esforços pra sair descente na foto porque é linda de qualquer ângulo!

6 on 6 Junho

03. Eu queria muito fotografar “mãos” em algum momento, mas nenhuma tentativa dava certo. Eis que, terminando de passar um “reboco” básico olhei pra minha blender assim, toda sujinha de algo que uso pra quase pra fingir que é minha pele, e achei que sairia levemente irônico!

6 on 6 Junho

04. Ainda na categoria “mãos”, essas patinhas tão tão pretinhas que até brilham, com suas unhas recém cortadas em meio a uma soneca…

6 on 6 Junho

05. Perna também tem que ter! Sabe quando você não sabe bem como representar algo e vai pegando as primeiras coisas que vê pela frente? Pois é, a escolha dessas meias e desses sapatos (LINDO! AMO!) foi aleatória assim, mas até que foi divertido misturar um item caseiro com outro “de sair”. Ao fundo os azulejos do meu banheiro que gosto tanto que foram minha inspiração pra esse background cinza aqui do blog!

6 on 6 Junho

06. Nossa primeira manhã juntas, quando eu tinha várias coisas pra fazer e não podia porque não queria tirar essa coisinha que tava dormindo tá gostosa jogada no meu braço. Em resumo: estou apaixonada!

Agora não deixem de conferir os posts dos outros participantes do 6 on 6: Igor, Lucas, Maíra e Renatinha!

Crise dos “vinte e poucos” (e por que ela nem devia existir)

Em 04.06.2017   Arquivado em Escrevendo

Crise dos vinte e poucos

Em 2017 minha turma de terceiro ano do Ensino Médio completa uma década desde a formatura, e eu passei esse tempo todo planejando aqui na minha cabecinha um super reencontro da galera em dezembro em alguns dos lugares que comemoramos esse marco na época, todo mundo contando como tá a vida aos “vinte e poucos anos”, rindo daquelas mesmas piadas e se surpreendendo como tudo e nada mudou ao mesmo tempo… Eis que alguns meses atrás, fuçando o Instagram afora, vi uma das meninas celebrando que seu casamento estava chegando já com um bebê a caminho. Minha primeira reação? Sorrir, claro, ela tava linda e sorridente! A segunda? Me preocupar fortemente com isso. Das cinco garotas da sala de onze alunos o saldo era 01) casada, 02) mãe, 03) noiva, 04) noiva E grávida e… 05) eu!

Sim, eu! Sem nenhuma perspectiva de ter a vida encaminhada desse jeito, sem sucesso profissional ou sequer estar fixa num emprego. Sem nenhum feito legal digno de ser anunciado assim, formada num curso que eu amei mas que não trouxe grandes frutos pra mim… Eu que escrevo coisas na esperança de alguém ler mas sem ter essa certeza, cheia de paranoias e problemas na cabeça, que não sabe se vai conseguir pagar tudo o que precisa quando o mês virar e que mora com a mãe por tempo indeterminado porque, infelizmente, é só assim que dá pra ficar. Eu mesma, com vinte e tantos anos nas costas (os “poucos” já viraram “tantos”!) tão diferente do que tinha imaginado que seria quando esse momento chegasse. E essa constatação, somada ao transtorno de ansiedade nosso de cada dia, de repente virou mais uma grande crise na minha mente já preocupada.

Quem tava comigo na hora era um casal de amigos daqueles que eu ajudo a enfrentar várias barras com um ombro pra chorar e alguns conselhos ignoráveis, e que fazem o mesmo por mim mesmo se eu não fizesse por eles. Essa então foi a pauta do dia: como eu não precisava pirar por nada daquilo, porque cada um vive a vida do seu jeito, no seu momento e não tem nada de fracasso em ser de forma diferente um do outro. Lá no fundo da minha loucurinha eu já sabia disso, mas tem vezes que a gente precisa ouvir de outra pessoa pra acreditar, e como nem assim eu conseguia absorver eles soltaram a seguinte pergunta:

“Luly, você queria estar casada, queria já ter filhos?”

Ao que respondi, soltando um suspirinho e com toda sinceridade do meu coração, com um sonoro “Não!”, porque pra mim existem milhares de coisas “na lista” que precisam vir antes, porque sequer acho que eu devia fazer essas coisas tão cedo e porque eu realmente acho que na MINHA vida ainda TÁ CEDO pra tudo isso. E aí isso resolveu a questão, ou pelo menos deveria, se não fossem as pressões da sociedade que, às vezes, nos tornam desesperados para conseguir o que a gente sequer deseja.

Se parar pra pensar, aos vinte e poucos anos você viveu, sei lá, pouco mais de um quarto da sua vida!

Muita água já passou por essa ponte, sim… Mas tem tantas outras ainda por vir que não dá pra ficar surtando com isso. Nesse processo muitas vezes seus maiores feitos não aparecem em fotos nas redes sociais ou conversas de telefone, ou até aparecem e são ofuscados pelos feitos dos outros, e isso não quer dizer que eles não estão ali, fazendo diferença. Às vezes ninguém fica sabendo daquela pessoa que você ajudou, daquela conta monstruosa que você pagou, daquela coisa que você lutou tanto pra comprar e conseguiu… É, nem todo mundo sabe do dia que você brilhou no trabalho, da manhã que você conseguiu sair de casa mesmo que tenha acordado com o pé esquerdo, de qualquer porcaria com defeito que você consertou mesmo sem entender do assunto.

Meus colegas de escola não sabem do concurso público que eu passei, dos eventos que ajudei a organizar, do livro que escrevi, das mensalidades da faculdade da minha irmã que paguei. Eles não sabem das coisas que eu aprendi a fazer sozinha, das lágrimas que derramei quando machucaram alguém importante pra mim, ou dos beijos incríveis que rolaram na minha vida umas semanas aí atrás… E sabe do que mais? Eu sei que os sorrisos das fotos são sinceros que eles devem se orgulhar de tudo isso que estão mostrando viver, mas sabe-se lá quantas coisas estão por trás disso tudo das quais também se orgulham. Como saber que eles também não tiveram suas crises pessoais e tudo ficou parecendo ruim, como rolou comigo nesse dia?

A gente nunca vai saber tudo sobre todos… E nem sobre a gente mesmo, se bobear!

Não é todo mundo começa a contribuir para o INSS com apenas duas décadas de vida nas costas ou tem o emprego ideal ao completar seu 1/4 de século. Nem sempre dá pra comprar uma casa dos sonhos aos 30, ter gêmeos na escola aos 35 ou pode pagar uma viagem pra toda família ir pra Disney junta aos 40. Algumas pessoas conseguem isso, sim, e isso não necessariamente é fracasso ou sucesso, é a vida, e na vida tudo é sempre muito relativo e o melhor: pode mudar a qualquer momento! Pode ser até pra pior, mas por pode ser também pra melhor e é nisso que temos que apostar para fazer acontecer. Não precisa ter crise dos vinte e poucos, nem dos 30, 50 ou mesmo 80 porque “Fulano” está assim ou porque “Deltrano” esperava de você assado. As coisas serão do seu jeito na hora que tiver de ser, e pra quem vive resta duas alternativas que podem caminhar juntas sempre: aceitar o que faz bem e correr atrás de mudar o que for preciso pra ficar melhor!

E se não der certo a gente chora um no ombro do outro, toma umas juntos, come uma caixa de chocolate que não devia ter comprado, vê um filme ruim na Netflix, procura uma terapia e curte a merda até que ela acabe… Pode ser que assim seja, também…

Rapidinhas de Maio

Em 02.06.2017   Arquivado em Cotidiano

Maio chegou ao fim, junho já começou e essa é a hora de mostrar um cadinho do que rolou aqui nessa minha vida nesses 31 dias que ainda não decidi se passaram rápido ou não… Normalmente eu posto fotos editadas especialmente para esse post e tudo mais, mas como ele está se tornando cada vez mais desnecessário porque tenho conseguido transformar essas coisas em “conteúdos individuais”, o que sempre foi meu objetivo, resolvi simplesmente aderir ao “roubo” das mais relevantes entre as que foram pro meu Instagram mesmo, que se parar pra pensar acaba sendo o resumo da parte legal da vida moderna da maioria do pessoal que usa o app (a parte das lamentações, por sua vez, fica no Twitter mesmo)!

Rapidinhas de Maio

01) A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais fez uma apresentação incrível no Dia das Mães tocando trilhas sonoras de filmes em frente à Sala Minas Gerais, 100% aberta ao público. Rolou Apocalipse Now, Amadeus, 007, Concerto Sem Dó e, o principal da manhã, Star Wars. Foi MUITO LINDO MESMO, super emocionante, tava absolutamente lotado mesmo debaixo de um baita Sol. Aproveitei que fiquei num lugar legal (e sentada) e gravei um vlog com pedacinhos das músicas pra mostrar um pouquinho de como foi. 02) Dia 15 foi “aniversário” da Kimberly, minha primeira – e mais amada – Pullip, completando 8 anos desde que chegou aqui. A Kim é provavelmente a “coisa” favorita que eu tenho, melhor encomenda que já recebi, então é claro que a gente ia tirar essa foto “Tal mãe, tal filha” juntas, com blusa da Grifinória e tudo mais! 03) Um passeio pela Praça da Liberdade, não importa o quão breve, sempre merece foto porque é meu lugar favorito no mundo, queria que fosse uma pessoinha pra eu poder abraçar! 04) Essa veio do Instagram do Expresso Rosa mostrando os dois cadernos que fiz em maio. Não deu pra produzir mais do que isso porque adoeci em uma semana, tive uma alergia monstro na outra, uma coisa atrás da outra, mas ambos são cor-de-rosa e lindos e valeram a pena! O de baixo, de cachorrinhos, fiz pra mim, porque todo mundo tinha um e eu não… O segundo é pro sorteio de aniversário aqui do blog mês vem e tem mais fotos e informações dos dois lá no site!

E agora… A última foto é muito especial e merece aparecer sozinha e em destaque:

Rapidinhas de Maio

Essa é a Arwen! Eu adotei dia 29, ela tem só dois meses de vida e é o primeiro gatinho que tenho em casa, então tá sendo tudo muita novidade… A gente ainda tá se adaptando uma à outra e pra mim está sendo MUITO DIFÍCIL segurar a ansiedade e não pirar a todo momento, mas aos poucos vou conseguindo administrar isso também. No mais ela é muito carinhosa, muito lindinha e tô apaixonada!

E o que temos pra Junho?

Como eu disse, vai rolar um sorteio lindo aqui a partir do dia 26 porque o Sweet Luly vai completar 13 anos no ar! Eu vou guardar o depoimento emocionado e as informações pra quando chegar a hora, mas já comemorando aumentei a frequência de posts nesses 30 dias! Serão 15 no total, sempre em dias pares! Tô me organizando, agendando muita coisa e tentando produzir ao máximo, então espero (de verdade) que vocês passem aqui quando der pra dar uma lidinha!

No meio do caminho tinha uma árvore…

Em 30.05.2017   Arquivado em Escrevendo

No Meio do Caminho Tinha Uma Árvore...

Minhas sessões de terapia acontecem uma vez por semana, toda sexta feira, desde março. Eu devia ter corrido atrás disso faz tempo? Já! Mas fugi uma época, arrisquei fazer de mal jeito em outra, até que tudo explodiu e precisei começar pra valer. E aí que pra chegar até lá tenho que percorrer um caminho que apesar de breve, é um pouco cansativo, e não me refiro ao caminho psicológico de melhorar minha ansiedade porque esse é longo, mas o caminho físico mesmo, os sete quarteirões que eu ando daqui até lá, subindo um belo de um morrinho e sempre tendo uma pausa bem no meio dele.

Porque no meio do caminho tem uma árvore!

Não é uma árvore suntuosa mais alta que os prédios, nem frutífera que me faz “roubar” coisas gostosas quando está carregada, ou sequer um Ipê rosa ou amarelo que sempre paro pra admirar. Não, é só uma árvore. Pra falar verdade eu nem sei como ela é porque nunca parei pra olhar de verdade, meu foco é sempre nas raízes que já cresceram a nível de destruir a calçada. Não uma destruição em massa nem nada, é aquela elevação típica cheia de pedrinhas que sempre vemos, mas por algum motivo eu me desequilibro nela todas as vezes que subo a rua.

Todas – as – vezes!

Isso antes mesmo da terapia em si… Durante seis anos morei perto de onde hoje são minhas consultas, enquanto minha querida vovó morava ao lado da minha casa atual, e se eu voltava da casa dela à pé era certeza que ia rolar uma deslizada ali. É aquela coisa meio “bêbado andando”, piso na região da árvore e pronto, rola pés fora do lugar e braços sacudindo pra tentar fazer tudo voltar no eixos, estando sozinha ou acompanhada. Quando vou descer nada acontece, fica tudo de boa, mas na ida é tiro e queda (ou, no caso, quase uma queda), aquele lugarzinho acaba me fazendo olhar pros lados pra ver se alguém presenciou essa breve pisada em falso, aí quando volto e passo pela árvore de novo só consigo pensar “Ahá, dessa vez você não me pega!” e ela não pega mesmo. Não sei quando foi que eu reparei isso. Não sei quando foi que decidi escrever sobre o fato de ter reparado isso. Não sei quando foi que apelei de vez e resolvi tirar uma foto desse exato momento para me incentivar a escrever sobre o fato de eu ter reparado isso. Só sei que aconteceu, e aí eu passei a prestar mais atenção me desafiando a não dar mais uma “trupicada”, o que nem sempre consigo. Tudo podia ser evitado pegando um ônibus, como minha mãe já disse que eu devia fazer várias vezes (e acha que eu faço, vejam bem), mas me foi recomendado ir andando então eu vou. Mesmo porque é até mais rápido! Aí o resultado é esse aí, lidar com a muito desnecessária mini vergonha temporária e eventuais sapatilhas que saem do pé. Se parar pra pensar é até bom porque posso usar de desculpa, sabe, se ouvir algum dia um “Ei, você atrasou, o que aconteceu?” é só fazer um ar poético e dizer, meio que de brincadeira e meio que de verdade:

“Tinha uma árvore no meio do caminho!”

Esse post foi MAIS OU MENOS inspirado na proposta #40 do Creative Writing Prompts, que oferece mais de trezentas ideias legais para desenvolver sua escrita criativa. É o 13º entre os 25 que me propus a escrever até outubro de 2018.

Os novos clipes (LINDOS) de clássicos do Elton John!

Em 27.05.2017   Arquivado em Música

É de conhecimento geral que Elton John é assim… Meu maior ídolo de todos os tempos! Pianista, cantor, compositor, produtor, filantropo e ativista na luta contra a AIDS, em 2017 ele e Bernie Taupin comemoram 50 anos escrevendo músicas juntos, a maior parceria entre músico e letrista de todos os tempos (e mais lindinha também)! São mais de 30 álbuns juntos e mais de 300 milhões de cópias vendidas, então não dava pra deixar essa data passar em branco, né? Por isso que no final do ano passado os dois, junto com o YouTube, lançaram o concurso “The Cut” para que os fãs produzissem videoclipes de três de suas canções clássicas, já que na época que foram lançadas não existia esse costume. Os vencedores teriam não só um clipe oficial do Elton no currículo completamente financiado por eles como também um prêmio de 10 mil dólares para investir em projetos futuros. A divulgação dos vencedores foi pelo canal oficial VEVO dele semana passada e, nossa, ficou a coisa mais linda dessa vida… Cada uma tinha uma exigência e o resultado final contém uma animação, um live-action e uma coreografia!

Rocket Man, a animação

Começando por “Rocket Man”, um dos maiores sucessos dessa longuíssima carreira que virou “apelido” do Elton e deu nome à sua gravadora. O vencedor foi o cineasta e refugiado iraniano Majid Adin, que criou uma versão extremamente melancólica digna da letra da música… Super sensível, uma história sobre aventura e solidão e como ambos se unem em certos momentos, encantador!

Tiny Dancer, o live-action

“Tiny Dancer” é conhecida pela maioria das pessoas hoje pelo filme “Quase Famosos”, mas a história por trás dela é ainda mais bonitinha… Foi escrita para a primeira esposa Bernie, que era costureira da banda na década de 70, meio que como uma homenagem ao espírito das mulheres californianas. E, gente, o vídeo conseguiu passar isso PERFEITAMENTE! Foi produzido por Max Weiland e não sei se é porque eu amo essa música ou se é porque tá muito fiel (acho que os dois), mas é como se tivesse sido feito na época mesmo, e não agora tantos anos depois!

Benny And The Jets, a coreografia

Por último, mas não menos importante, “Benny And The Jets”! Os vencedores foram uma dupla, Jack Whiteley e Laura Brownhill, que fizeram um show de dança meio futurístico tão divertida quanto a melodia! O legal é que mesmo sendo bem sincronizada não ficou com a impressão de algo milimetricamente ensaiado, sabe? Em resumo: um projeto incrível! Vai ser melhor ainda se rolarem outras edições, eu participaria com todo no meu amadorismo só pra saber que os juízes (cof, cof, o Elton) assistiram minha prévia, sério!

Acompanhe o Elton John também pelo site oficial, Facebook, Twitter, Instagram e também pelos vários posts que já escrevi sobre ele aqui, inclusive dois shows que já tive a chance de assistir!

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