Lookbook: Art Wars

Em 15.04.2019   Arquivado em Moda

Pois bem, hoje teremos mudanças no que estamos acostumadas aqui nos posts de lookbook pois farei um breve teste de postar as fotos diferentes individualmente, pra ficar maiorzinho e tals… Não significa que será assim sempre (estamos lidando com a RAINHA DA DESORGANIZAÇÃO, amores!), mas quando der, sim, por que não? E o motivo é o “cenário” completamente diferente que temos dessa vez! Hoje foi o último dia da exposição “Raiz”, com obras em diversos suportes do artista chinês Ai Weiwei lá no CCBB BH, então era “agora ou nunca” a hora de ir conferir. E aí que eu tinha planejado fotografar o look depois de sair do museu, na minha amada Praça da Liberdade que é em frente, mas olhei pros papéis de parede dele e pensei… A Praça vai continuar lá, não é mesmo(?), sem sair do lugar. Mas Ai Weiwei sabe-se lá quando terei de fundo de novo, então ‘bora aproveitando!

Eu absolutamente AMEI esse look porque ele quase supre uma grande frustração que eu tenho da minha infância. Eu era DOIDA com uma blusa dessas “de amarrar na frente”, porque a Maria das Chiquititas (minha favorita) usava uma assim, rosa, em um dos clipes do grupo… Se não me engano era “Viva a Vida”, o nome da música. Pois é, e eu NUNCA tive. Aí num amigo oculto da Daninha com uns amigos, pronto, ela ganhou essa, DE STAR WARS AINDA! Coisa mais linda, gente… Eu finalmente estou começando a realmente GOSTAR de roupa branca (porque antes mesmo quando gostava da blusa e usava, a cor me incomodava), e essa é perfeita porque a padronagem é preta e vermelho, que no geral já amo.

Lookbook: Art Wars

Blusa: Riachuelo | Shorts: Caroline Won | Coturnos: n/s | Bolsa: Kipling | Óculos: Ray-ban | Fotos: Daninha, aka minha irmã!

Já esses shorts, coitados, andam sozinhos já deeeesde 2011, quando foram comprados. Eles são bonitos e tem um bolsão que é super útil pra essas situações que a gente tira e guarda o celular muitas vezes seguidas. Os coturnos tão indo pro mesmo caminho, nem um ano por aqui e já dominaram a maioria dos looks. Que culpa tenho que são lindos, não é mesmo? De mais, usei o meesmo batom de sempre, que nas fotos nem dá pra ver a cor certa, mas era o Bruna, da linha Bruna Tavares, e o rabinho é porque o cabelo estava lindo, porém imundo, aí a gente utiliza desses truques pra não incomodar com ele e nem precisar lavar.

Lookbook: Art Wars

Sobre a exposição em si, nem vou falar nada porque quero fazer um post todiiinho sobre em breve. Mesmo que não esteja mais por lá, num importa, quanto mais blogueirinha de arte eu me tornar melhor, condiz com o momento que estou vivendo de voltar a estudar e produzir conteúdo sobre. Eu gosto e quero ver todo mundo gostando também! A luz do ambiente era direcionada, não muito adequada pra esse tipo de foto, sem possibilidade de usar outra iluminação própria porque pode danificar as obras, então fica aí a sombra na minha cara, lidemos com isso, valeu a pena. Esse papel de parede, LINDÍSSIMO por sinal, chama “The Animal that Looks Like a Llama but is Really an Alpaca” (O Animal Que Parece A Lhama Mas Na Verdade É Alpaca), e eu demorei horrores pra achar a bendita alpaca nele, hahaha. Esses passarinhos do Twitter em círculo, por sua vez, vi imediatamente. Claramente demonstrando minhas prioridades…

Lookbook: Art Wars

HairSkin & Nails Femme, a “pílula da beleza” da Maxinutri

Em 08.04.2019   Arquivado em Beleza, Publicidade

Há alguns anos, quando eu e uma amiga começamos a trabalhar juntas, sempre que a gente ia a alguma drogaria comprar qualquer coisa ela me levava para ver as cápsulas de complexo de vitamina que prometem melhorar o aspecto físico da pele e cabelos, batizadas por nós carinhosamente de “pílulas da beleza”, me recomendando a tomar porque tinha feito muita diferença pra ela… É claro que eu ficava super curiosa e com vontade, né! Então quando a loja Saúde na Net entrou em contato oferecendo para me mandar algum dos seus produtos, não tive a menor dúvida de qual escolher, já que na área de nutricosméticos do site estava em destaque o HairSkin & Nails Femme, da Maxinutri, que promete justamente isso: trazer mais vida aos cabelos, pele e unhas, tratando de dentro pra fora através da ação de 11 vitaminas diferentes (A, D, C, E, B1, B2, B3, B5, B6, B12 e H), além de outros nutrientes que proporcionam mais hidratação, estruturação e resistência.

O que é? O HairSkin Maxinutri é um suplemento mineral e vitamínico que quando utilizado dá mais hidratação e vitalidade aos cabelos, pele e unhas, se tornando assim um produto indispensável para quem sente muita dificuldade com o tratamento destas áreas, tendo tendência a ressecamento de cabelo, cabelos quebradiços, unhas quebradiças, pele seca e com falta de hidratação, entre outros. (retirado do site Saúde na Net, acesso em 02/04/2019)

HairSkin & Nails Femme da Maxinutri

A chegada desse produto não poderia ser mais oportuna por aqui. Em fevereiro decidi parar de tomar anticoncepcional, que nos últimos meses estava me fazendo muito mal. As cólicas vinham piorando (no nível que era antes de comer a usar), minha perna inchava até ficar quase o dobro da largura normal e o número de varizes começou a crescer, então fiquei com bastante medo de ter algum problema maior. Não sei se continuarei sem, mas por enquanto, sim. Tomada essa decisão, vieram as consequências: ciclo desregulado e uma pele HORROROSA! Fiquei espinhenta como não ficava há muitos anos, e uma vez que tinha um baile de formatura da minha irmã chegando isso me incomodou bastante. O HairSkin chegou aqui 2 semanas antes da festa e, apesar de recomendar que se tome um mês para começar a fazer diferença, me ajudou MUITO! No final desses 15 dias tinham sobrado no rosto apenas as marcas (e uma única espinha teimosa) e nas costas, onde meu problema é ainda maior, reduziu bastante. Além disso ajudou minha pele a aderir melhor a maquiagem, tornando possível “tampar” essa bagunça toda quando foi necessário. Nos três dias que antecederam, confesso, apostei bastante em produtos de skin care também pra ajudar, já que o remédio sozinho realmente não faz milagres, e essa combinação foi ideal: um agindo por dentro e os outros por fora.

Mas a pele não foi NADA comparada ao que o produto fez com meus cabelos… Nesse sim, posso dizer que houve uma revolução! Já tem um tempo que nada ajuda a resolver a queda absurda e ressecamento nas pontas dos meus fios. Minha cabeleireira e eu tentamos juntas várias coisas, produtos profissionais ou cortes esporádicos, mas ainda assim a textura permanecia bem problemática. Depois que comecei a tomar melhorou tanto que assim que tocou neles ela mesma me perguntou o que estava fazendo, antes que eu falasse qualquer coisa! Foi perceptível pra mim também, é claro, mas preferi esperar a opinião dela antes de postar pra ter certeza de que não era uma impressão. Antes desembaraçá-los após as lavagens demorava horrores, mas agora só passando o pente já fica pronto, e caindo bem menos do que de costume. Mesmo que não tivesse ajudado com as espinhas, só nesse aspecto já teria valido a pena de cara! A única coisa que não mudou muito foram as unhas, porque raramente uso esmalte/removedor ou tiro as cutículas, então elas já são bem fortes e crescem com facilidade naturalmente.

HairSkin & Nails Femme da Maxinutri

Em resumo: deu MUITO CERTO comigo, que tenho pele e cabelos mistos! A embalagem vem com 90 cápsulas e estou seguindo as recomendações da loja de tomar três ao dia, duas no horário do almoço e uma à noite, ou seja, vai durar exatamente 1 mês. Antes de consumir fiz uma vasta pesquisa na internet, buscando a opinião de outros usuários e principalmente de dermatologistas, e é bastante recomendado que você procure um médico, se possível, para saber se corre algum risco específico antes do consumo. Apesar da recomendação, porém, não é um produto que exige receita ou qualquer coisa do tipo, podendo ser comprado por qualquer pessoa de qualquer idade. O HairSkin & Nails Femme não contém açúcar, glúten ou lactose, sendo liberado para quem tem essas restrições.

O valor atual no site da embalagem que recebi é R$49,90, mais o frete que depende da sua região, e comprando à vista no boleto bancário você tem um desconto no valor do produto. É possível comprar lá também outros nutricosméticos voltados para a beleza do corpo e rosto, como colágeno Maxinutri, hidrolisado e em cápsulas, e remédio natural para celulite da mesma marca, que possuem suas próprios recomendações de uso individuais, e com preços bastante similares. Fiz algumas pesquisas em sites de farmácias que também vendem e em todas elas sai nesse mesma média, com variação de 1 a 3 reais para cima, nenhum mais barato. Custo/benefício nota 10!

Psiu! Prestenção! Esse produto foi enviado pela Saúde na Net para uma publicidade por meio de permuta, porém o objetivo era que eu escrevesse a resenha retratando minha experiência real com o produto. É publi, sim, mas publi sincero!

Dumbo

Em 31.03.2019   Arquivado em Disney, Filmes

Dumbo *****
Dumbo Elenco: Colin Farrell, Danny DeVito, Eva Green, Michael Keaton, Nico Parker, Alan Arkin J., Deobia Oparei, Douglas Reith Sotheby, Joseph Gatt, Lars Eidinger, Michael Buffer, Roshan Seth, Sandy Martin, Sharon Rooney
Direção: Tim Burton
Gênero: Fantasia
Duração: 135 min
Ano: 2019
Classificação: 10 anos
Sinopse: “Holt Farrier (Colin Farrell) é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: A história do bebê elefante com orelhas anormalmente grandes, lançada em forma de animação pela Disney em 1941, está de volta aos cinemas em live action! Quando foi anunciado que essa nova versão de Dumbo seria dirigida por Tim Burton eu fiquei MUITO desanimada… Sou apaixonada pelo personagem desde que comprei a Byul Dumbo, um dos xodós entre minhas bonecas, faço até coleção de objetos dele, mas o HORROR de Alice No País das Maravilhas do mesmo diretor (cuja continuação nem assisti) causou o sentimento que ele tava vindo aí pra estragar mais um clássico. Meses atrás, porém, quando saiu o primeiro trailer, percebi que ia pagar língua com muito orgulho e amor, porque só pela prévia os olhos brilhavam de encantamento e lágrimas… Bom, aqui estou, admitindo meu erro e dando os parabéns porque o longa ficou, de fato, lindo, e dessa vez não só visualmente.

O enredo começa quando Holt Farrier volta da guerra para o Circo dos Irmãos Medici, onde vive sua família e ele trabalhava antes de ser convocado. Com a decadência do circo, em decorrência da falta de interesse do público, sua atração com cavalos não existe mais e ele passa a ser responsável pelos elefantes, entre eles a Sra. Jumbo, recém comprada, que está prestes a ter um filhote. Após o nascimento de Dumbo as crianças Farrier percebem que sua anomalia o torna capaz de voar, tornando-o a principal atração do circo. O objetivo? Trazer de volta sua mãe, que foi levada dali após se enfurecer com o uso de seu bebê. Esse destaque, porém, consegue alcançar muito mais que os olhares do público, levantando o interesse do sr. Vandemere, um “mestre” da diversão…

Dumbo

Dumbo: imagem via CTV News

Enquanto a animação foca no desenvolvimento do personagem título, em busca do estrelato para que possa se reunir com a sra. Jumbo, o live action divide esse plot com a busca dos Farrier em retomar sua vida em família após a ida do pai à guerra e a morte da mãe. Vários dos humanos carregam papéis importantes, não só eles, e o Dumbo acabou ficando quase secundário, mas ainda assim sendo o ponto chave de todos os acontecimentos. Essas mudanças no roteiro são não só positivas, mas também necessárias. Um dos maiores problemas de A Bela e a Fera, por exemplo, foi a fidelidade extrema ao desenho, que deixou o ritmo lento por falta de ações para preencher a diferença significativa da duração de um pra outro. Dumbo não peca nesse quesito: diversas mensagens contra o abuso de animais no entretenimento, empoderamento feminino e, claro, importância da família (seja consanguíneo ou não), torna uma fantasia em algo quase crível, e consegue homenagear seu antecessor com louvor ainda assim.

Ícones como a cegonha, o trem Casey Jr e, o mais importante deles, o rato Timóteo, estão presentes de forma adaptada. Também temos a presença de cenas clássicas, como o número em que Dumbo se apresenta como o “bombeiro” no circo e a mais memorável de todas, as enormes “bolas de sabão” em forma de elefante que dançam para o personagem, que traumatizaram várias crianças ao longo dos anos e apareceram ali, quando a gente menos esperava, e fizeram justiça total ao original. E tá pra nascer crianção mais FOFA no ramo da computação gráfica do que esse elefantinho! Dá vontade de levar pra casa, dar carinho, proteger de todos os abusos do mundo! O olhar dele é encantador, e jeitinho idem. É uma criaturinha que contrasta com o tom sóbrio característico do Tim Burton, e ao mesmo texto o complementa, como se tudo ai fosse criado em torno dele mas também já funcionasse independente de sua existência.

A fotografia é MARAVILHOSA, junto à trilha sonora extremamente sentimental com destaque para o clássico “Baby Mine”, a canção de ninar que faz suspirar (e chorar!) até os corações mais durões. Os outros personagens também são fantásticos… Michael Keaton está de volta ao universo Burton de forma que, mesmo que o visual seja completamente diferente, me soou como uma sátira crítica ao próprio Walt Disney. Já a pequena Nico Parker, no papel de Millie Farrier, ainda não “chegou lá” no quesito atuação, mas ainda assim nos dá aquele exemplo clássico da importância da representatividade ao interpreta ruma garotinha que quer ser cientista. Existe um momento em que ela “interage” com uma de suas inspirações que é uma das cenas mais simples, e ainda assim importantes de todas. Tem a possibilidade de agradar os fãs que forem dispostos a ver uma adaptação, e não cópia, e também àqueles que estão entrando pro “fã clube” do personagem agora, e melhor: com um final ainda mais bonito que o anterior!

Trailer:

A Cinco Passos de Você

Em 28.03.2019   Arquivado em Filmes

A Cinco Passos de Você (Five Feet Apart) *****
A Cinco Passos de Você Elenco: Haley Lu Richardson, Cole Sprouse, Moises Arias, Kimberly Hebert Gregory, Parminder Nagra, Claire Forlani, Ariana Guerra, Cynthia Evans, Gary Weeks, Jim Gleason, Trina LaFargue Mya
Direção: Justin Baldoni
Gênero: Romance, Drama
Duração: 135 min
Ano: 2019
Classificação: 12 anos
Sinopse: “Stella Grant (Haley Lu Richardson) tem quase dezessete anos de idade, vive conectada ao seu laptop e ama seus melhores amigos. Mas ao contrário da maioria das adolescentes, ela passa grande parte do seu tempo vivendo em um hospital como paciente com fibrose cística. Sua vida é cheia de rotinas, limites e autocontrole – tudo isso é testado quando ela encontra um paciente incrivelmente charmoso chamado Will Newman (Cole Sprouse).” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: Stella é uma adolescente que passa boa parte de sua vida internada no hospital graças à fibrose cística com a qual lida desde que nasceu. Enquanto espera pela oportunidade de receber uma doação de pulmões, que pode estender sua estimativa de vida em até cinco anos, ela compartilha o que vive em um canal do YouTube e trabalha em aplicativos que ajudam outros pacientes a organizar o próprio tratamento, condizendo com sua personalidade organizadora compulsiva. Um dia ela conhece Will Newman, que insiste em não levar seu tratamento a sério por não ter esperanças de viver muito tempo, uma vez que possui um quadro que o retira a fila de transplantes. Ela resolve, então, que irão se tratar juntos, para que ele não seja mais negligente com a saúde… Mas só tem um problema: eles não podem ficar a menos que 6 passos um do outro, ou de qualquer outro paciente da mesma ala, tornando impossível que se toquem ou mesmo se aproximem, o que torna o interesse mútuo que sentem extremamente perigoso…

Mais um romance adolescente adaptado de livro de mesmo nome, “A Cinco Passos de Você” tem tudo que o gênero pede: a menina responsável cheia de vontade de viver, o cara com ar rebelde que no fundo é sensível, o amigo (gay) sempre disposto a ajudá-la a superar os problemas e correr atrás desse novo relacionamento, a enfermeira amiga que mantém os pés de todos no chão… Mas, ainda assim, eu não diria de forma algum que é previsível ou “bobo”… Existem dois acontecimentos grandes que formam o clímax, e tanto eles quanto o final seguiram de forma que foi um pouco inesperada pra mim, o que é bem legal e nem sempre presente. É um enredo muito sensível, não só por tratar de relações humanas, mas principalmente pela maneira como as trata e expõe. A “cena da piscina”, muito usada nas fotos de divulgação, é a melhor de todas, tamanha é sua delicadeza.

A Cinco Passos de Você

A Cinco Passos de Você: imagem via The Hollywood Reporter

A princípio o ritmo do longa é um pouco lento e o romance dos dois difícil de ser “comprado”, parece meio forçado de onde realmente saiu o interesse dela por ele, mas à medida que o relacionamento se desenvolve a gente consegue achar bonitinho e “torcer pra dar certo”… E aí vem a necessidade da distância física, que causa sentimentos conflitantes em quem está assistindo: ao mesmo tempo que quer ver os dois se tocando, até num simples abraço, sabe os perigos que isso teria e morre de medo de acontecer em algum momento, mesmo que sem querer. Era aquela “angústia” típica do drama o tempo todo, tanto nessa relação romântica como nas cenas em Stella interage com seu melhor amigo, Poe, que por si só é um personagem bastante carismático e um dos que mais arranca lágrimas, sorrisos e reflexões do expectador – e isso é ótimo!.

Falando da parte “técnica”, a fotografia é LINDA DEMAIS! Cenas belíssimas sem muito firula, afinal o “cenário” do filme é um hospital! Os quartos dos pacientes são cheios de detalhes, sem forçar, passa a personalidade de cada um com esse ar de que pode ou não ser temporário. As cenas de romance são bem bonitas nesse sentido, também, com atuações que condizem com o nível de qualidade. Eu tenho um pouco de “antipatia” do Cole Sprouse por vários motivos, mas esse sentimento não se estendeu para o personagem hora nenhuma, não atrapalhou em nada. Por fim, claro, as “frases de efeito” que são naturais, parte do diálogo, mas ainda assim te atingem bem no fundinho do coração do início ao fim. Fica o recado de que pior do que morrer é realmente não viver, mensagem bem frequente em histórias do gênero mas, ainda assim, sempre pertinente de relembrar…

Leia também: Cinderela Pop, resenha do filme baseado na reinvenção de um clássica conto de fadas pela Paula Pimenta.

Trailer:

Minha terceira tatuagem: nosso trevo de amigas-irmãs!

Em 10.03.2019   Arquivado em Cotidiano, Vídeos

Pouco depois de completar um ano desde as minhas primeiras tatuagens, voltei lá na Roots Tattoo para fazer mais duas com a muito querida Larissa Louise, minha tatuadora que, nesses últimos meses, virou tatuadora de um monte de amigas e familiares, porque amo tanto o trabalho dela que indiquei pra todo mundo! E dessa vez, mais que nunca, eu não estava sozinha! Dani e Pati, minhas irmã-amiga e amiga-irmã, foram junto, cada uma fazendo mais de uma também, mas focadas na principal delas: nossa tatuagem em trio, um trevo de três corações! E aí que sobre a quarta eu vou deixar pra falar depois, porque essa aqui é especial demais e merecia um post só dela…

Psiu! Prestenção! Esse post tem texto pra quem gosta de ler e, lá em baixo, vídeo pra quem prefere assistir! De um modo geral os dois conteúdos são bem parecidos e, por mais que se complementem, não precisa necessariamente “consumir” os dois. Escolhe seu favorito e vamos lá!

Uns meses atrás, descendo minha timeline do Facebook, apareceu pra mim um post de uma das várias versões do LDRV perguntando se a galera faria tatuagem de nome de amigos e namorados, ou mesmo alguma “em grupo” assim. Eu então comentei que nome não faria jamais, de NINGUÉM, mas que morria de vontade de fazer um coraçãozinho com as duas, só que não sugeria porque achava que elas não iam aceitar. A Pati então viu meu comentário, respondeu que se tinha alguém com quem ela faria, era com a gente, então já jogamos a ideia no grupo de nós três do Whatsapp. A Dani, que é a mais “seletiva” das três pro assunto, disse que achava a ideia do coração meio vaga, mas que a gente podia trabalhar isso aí. Então fomos buscando coração, três corações e ELA mesma achou a inspiração que usamos: um trevo de três folhas, cujas folhas são três corações.

Minha terceira tatuagem: nosso trevo de amigas-irmãs!

Recém feitas, ainda no estúdio | Foto por: Larissa Louise

“Mas não faz mais sentido tatuar um trevo de QUATRO folhas, que é o que dá sorte?”

Bom, se for pelo desenho sim, a Pati até já tem um no pulso, diga-se de passagem. Mas nesse caso? Não. Porque só nossos três coraçõezinhos já bastam, a gente não precisou do quarto pra ter a sorte de ter uma à outra. Mandamos a referência pra Larissa, pedimos algumas alterações… A gente queria o coração mais definido, mudar COMPLETAMENTE o cabinho porque odiamos o original, enfim, usar aquele como INSPIRAÇÃO, e não como CÓPIA. Foi uma demora horrorosa pra conseguir conciliar todos os horários envolvidos (principalmente porque a Pati nem em BH mora), mas em 21 de janeiro estávamos lá, com blusas de cores “temáticas”, cada uma com a sua personagem de “Três Espiãs Demais” (sim, nós fizemos isso), muito empolgadas para o que estava por vir.

O lugar escolhido foi a parte de “dentro” do braço, perto da dobra do cotovelo. Eu e Dani imaginamos bem no centro, mas a Pati já teve que lidar com pais de alunos com preconceito contra tatuagem, então acabamos colocando de lado, pra ficar mais escondido. Nosso motivo era estético, o dela profissional, então tinha prioridade, né? E no final sabe que gostei mais! O trevo foi encaixado “tombadinho”, ficou super charmoso. Não sei como, mas ficaram todos na mesmíssima posição, coisa mais linda. Quando fomos gravar o Stories do “antes” e colocamos os braços juntinhos meu cancerianismo apitou e até chorei!

Minha terceira tatuagem: nosso trevo de amigas-irmãs!

Três Espiãs D- bem sorridentes logo após sair do estúdio!

“Mas vocês não têm medo de deixar de ser amigas e querer remover a tatuagem depois?”

Olha… Não. Nenhum.

Daninha e eu fomos criadas a vida INTEIRA pra sermos nossas melhores amigas, mesmo que quando crianças nossos 5 anos de diferença tivessem relevância em breves momentos. Até nas coisas que discordamos existe muito respeito, como devemos ter com qualquer pessoa na vida, e são pouquíssimas porque a gente é bem parecida em vários aspectos. Já quanto à Patiquinha, elas se conheceram na escolinha ainda no maternal e desde então já era a “terceira irmã” pra gente. São mais de 20 anos de amizade! Mesmo se o universo virasse do avesso e a gente começasse a se odiar, apesar de não ter essa capacidade, não tem nada no mundo que apague décadas da nossa vida. Nós somos uma “Porcaria de Tripé”: se uma sair, todas as outras caem. Quando ficam as três juntas parece que completa, sabe? Essas “marquinhas de nascença que escolhemos ter” vão envelhecer juntas, mesmo que nem sempre fisicamente, mas com certeza!

Sobre a cicatrização, agora que já tem mais de um mês… Usamos todas um creme específico para tatuagem que eles vendem lá no estúdio, ele é leve e bem baratinho. Todas as três respeitaram os horários, período, quantidade, tudo, e as das meninas estão liiindas demais. A minha, porém, não cicatrizou bem. Saiu mais casquinha do que devia, ainda não sei se por causa do calor, local ou o que… Infelizmente essas coisas acontecem, né? O que vou fazer é esperar pela próxima, que torço pra não demorar muito, e aproveitar pra retocar. Não retoquei nenhuma outra porque não vi necessidade, mas essa precisa, dá pra ver a diferença MUITO clara quando coloca tudo junto…

Minha terceira tatuagem: nosso trevo de amigas-irmãs!

Um mês depois, já cicatrizadas | Foto por: Ramon Correa

Obrigada Larissa (e Lorrane!) por todo o carinho e trabalho perfeito, podem ter certeza que temos muitas outras vindo aí (já fiz até wish list!). Obrigada também Dani e Pati, mas nesse caso por tudo!

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