Lookbook: The heart is a bloom…

Em 27.10.2018   Arquivado em Moda

Sábado passado foi de lágrimas de alegria, brilho no olhar e muita felicidade em ver duas pessoas felizes ao lado uma da outra. Fui ao casamento de Carol e Igor, dois queridos que conheci por causa do Potter Club BH, e poder participar desse momento, nossa, é sem palavras pra expressar! Sabe aquela festa linda, onde ninguém consegue achar um defeitinho sequer? Foi essa! Eu, que estava doida pra usar mais vezes o sapato que comprei pro nosso Baile de Inverno, deixei separado por dias um vestido azul marinho que tenho, mas que não gosto tanto… Até testei uma maquiagem pra ele na véspera, sempre um pouco insatisfeita. E aí que, faltando umas duas horas pra sair de casa, resolvi dar uma explorada nos meus outros vestidos e achei esse que ABSOLUTAMENTE AMO e troquei, do nada! Como ele é maravilhoso, da-lhe foto no lookbook, claro!

Lookbook: The heart is a bloom...

Fotos por: Ramon Correa. Vestido: Charity | Colar: I Love Acessórios | Sapato: Moleca. Veja também no Lookbook.nu

Comprei essa lindeza em 2006, quando minha prima se casou lá no Rio, também de dia. Tinha que ser bem fresquinho, na época escolhi esse salmão com bordados leves em tons rosados porque até hoje rosa é minha primeira opção pra (quase) tudo. Desde então já usei várias vezes, inclusive em outro casório, mas fazia tempo que ele ficava aqui encostado porque as alças estavam desgastadas. Mamãe então costurou bem rapidinho, enquanto eu fazia meu coque, e problema resolvido. Combinou com o clima e fiquei bem mais feliz que ficaria com o outro. Calcei o único outro sapato de festa que tenho, que por mais que seja preto tem um laço dourado que deixa menos pesado, e pronto. De acessórios só um colarzinho de gatinha da cor EXATA do vestido, tava saindo sem nada e lembrei dele, coloquei dentro do carro, já a caminho, hahaha!

No dia minha ideia era aproveitar a “golden hour” após a cerimônia pra tirar as fotos de look, mas quem disse que deu? O tempo fechou, fez a maior cara de chuva, e por mais que nada tivesse acontecido infelizmente não rolou. Só depois que a gente já tinha dançado um pouquinho, meu sempre companheiro de fotos Ramon acabou tirando essas e, pronto, deu pra mostrar, né? Ele fez uma de pertinho também, pra ver a maquiagem, mas como saiu beeem escura fiquem com essa da cabine de fotos da festa, em que estou com ele e Gil, que tá em alta qualidade e mostra melhor (e porque estamos MARAVILHOSOS nela, sério)…

Por mais que eu tente, não consigo nunca fazer “olhão”, sabe? Eu SEI fazer, mas me sinto estranha e acabo mudando de ideia… Então rolou uma sombra em tons neutros, mas bem iluminada, delineado preto, super cílios postiços e, pra deixar mais coloridinho, um lápis de olho ROSÃO na linha d’água! Ai, eu amo lápis colorido, seja usado assim ou na pálpebra! É aquele toquezinho diferente que você sabe que está ali, mas demora um pouco pra entender realmente de onde vem. E de resto um blushzinho de saúde, iluminador na medida certa e batonzão vermelho porque é a marca registrada, não pode faltar…

Agora uma enquete pra vocês que, assim como eu, usam óculos e detestam lentes: como vocês fazem em ocasiões especiais? Porque, sério, eu sou dessas que fica cegueta! Um dos pagens entrou com uma plaquinha e já comecei a dar tapinhas no Gil pra ele ler pra mim… Sou louca de fazer isso? Quem mais é do time que mal consegue enxergar a própria comida nesses momentos? Conta aí pra mim!

Nasce Uma Estrela

Em 24.10.2018   Arquivado em Filmes, Música

Nasce Uma Estrela Nasce Uma Estrela (A Star Is Born) *****
Elenco: Bradley Cooper, Lady Gaga, Dave Chappelle, Sam Elliott, Alec Baldwin, Anthony Ramos, Andrew Dice Clay, DJ Pierce, Michael D. Roberts, Michael Harney, Rafi Gavron
Direção: Bradley Cooper
Gênero: Musical, Romance
Duração: 135 min
Ano: 2018
Classificação: 16 anos
Sinopse: “O experiente músico Jackson Maine descobre a jovem artista desconhecida Ally, por quem acaba se apaixonando. Ela está prestes a desistir de seu sonho de se tornar uma cantora de sucesso, até que Jack a convence a mudar de ideia. Porém, apesar de a carreira de Ally decolar, o relacionamento pessoal entre os dois começa a desandar, à medida que Jack luta contra seus próprios demônios e problemas com álcool.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: A terceira refilmagem de Nasce Uma Estrela, de 1937, e seguindo a linha de “musical de rock” da versão de 76, conta com Lady Gaga e Bradley Cooper (que também dirigiu o filme) nos papéis principais e mostra uma visão contemporânea dessa velha história há muito já conhecida. Jackson Maine, astro da música, vive seus dias de fama regados a álcool e drogas, como forma de conseguir lidar com todas as pressões que esse cotidiano traz e com uma perda de audição gradual, cada vez mais acentuada. Ainda assim ele mantém aspectos de uma “vida normal”, tendo amigos fora do ramo e frequentando bares “normais” com pessoas “normais”. E é assim que, após um de seus shows, ele vai parar num bar de drag queens onde se encanta pela voz da única mulher que as outras drags permitem performar ali: Ally. Apesar do vozeirão e de ótimas músicas autorais, ela nunca conseguiu levar a carreira adiante por, até então, não ter sido considerada atrativa para a indústria.

Ela já o conhece e admira, mas em momento algum se sente deslumbrada em saber com quem está lidando. Um pouco surpresa e tímida, claro, e extremamente atraída, mas pela pessoa, pela voz, não pela fama. Ele se apaixona de cara, por tudo nela. Após uma noite inteira de conversas jogadas fora e músicas autorais compartilhadas, Jack convida Ally para o show do dia seguinte, colocando seu motorista particular à disposição dela. Ela reluta, mas vai, e chegando lá, em cima do palco, é “puxada” para que eles cantem juntos sua composição “Shallow”, numa cena EXTREMAMENTE impactante visual, musical e sentimentalmente. O público vibra, os dois se relacionam e ela passa a fazer parte da turnê, como “segunda voz”, chegando a atrair a atenção de um produtor musical, iniciando sua própria carreira e a vivendo lado a lado com esse romance inesperado.

Nasce Uma Estrela

Nasce Uma Estrela: imagem via Kingman, AZ

Faltam palavras e sobram elogios para falar desse musical maravilhoso, por inúmeros motivos. A voz e Lady Gaga já conhecemos e amamos, inevitavelmente. Ela causa arrepios quando está diante do microfone e, para minha surpresa, também conseguiu atuar muito bem. Bladley Cooper foi outro susto: tinha um baita músico escondido ali! Foi difícil perceber que a história se passava agora, nos anos 2010, ele cantou de forma que lembrou tanto velhos nomes do rock que só “caiu a ficha” quando o primeiro smartphone foi usado. De um modo geral eu já esperava ficar encantada ouvindo uma, mas no fim fiquei pelos dois. Funcionam lindamente tanto como dupla, quanto individualmente. Pra quem não gosta de musicais onde as personagens “cantam ao invés de falar”, aí vai um ponto muito positivo: por mais que a música esteja presente em praticamente todos os momentos, os diálogos são falados, e elas aparecem apenas quando as personagens REALMENTE estão cantando na história, dentro ou fora dos palcos. Já quem adora, como eu, bem, essa continua sendo uma vantagem de qualquer forma!

A trilha sonora, claro, é IMPECÁVEL! Não só pelos vocais, mas também ritmos, letras e pelo fato de que as cenas foram gravadas com música ao vivo (exigência da própria atriz), passando veracidade pra quem está assistindo. A maioria das canções foi escrita pela Lady Gaga, que contou com a parceria do DJ White Shadow, seu antigo colaborador, e do grande amigo – e meu maior ídolo – Elton John. “Shalow”, como eu já disse, é de encher os olhos, tanto metaforicamente quanto também de lágrimas. Definitivamente a melhor parte do longa todo! Depois dela minha favorita foi “Always Remember Us This Way”, que tem um instrumental de piano no fundo belíssimo e uma letra romântica que deixa o coração super quentinho e a cabeça cheia de lembranças.

Porém nem só de música vive uma história, e o enredo dessa também é um ponto positivo. Ele flui bem, não acelera ou reduz demais em momento algum, as personagens aparecem na hora certa sem causar estranhamento, você entende quem é todo mundo e qual a função de cada um. E, claro, aborda questões que PRECISAM ser abordadas: álcool, drogas e transtornos mentais, a depressão em meio ao que parece ser a vida perfeita. Acontecem coisas inesperadas pra te surpreender, discursos inadequados pra te lembrar de tomar cuidado com o que vai dizer e os desentendimentos são resolvidos, tem conversa, acordo, fala. Em meio a histórias clichês onde o crescimento de um dos lados faz mal ao outro, Ally e Jack tentam ao máximo se apoiar, mesmo quando parece ser impossível um segurar o outro, mas sem viver um “conto de fadas”, eles são humanos, sempre sujeitos ao lado podre dessa humanidade. O final não é muito surpreendente, mas chega com impacto digno de todo o resto. Daqueles que vale a pena ver, ouvir, digerir e depois, se possível, re assistir!

Trailer:

Um Pequeno Favor - Em exibição nos cinemas

Me olho, me vejo: Dia Mundial de Combate ao Bullying

Em 20.10.2018   Arquivado em Escrevendo, Vídeos

Vinte de outubro é o Dia Mundial do Combate ao Bullying e sempre que essa palavra é mencionada alguém fala “Mas na minha época NÃO TINHA bullying!”. Será mesmo? Será que em meio a tantas zoações e apelidos entre amigos não teve aquela pessoa, provavelmente meio de fora, que sofreu algo mais forte, um trauma de verdade? Ah, teve sim, te garanto que teve!

Em 2005 eu criei a Campanha Anti-Bullying do Expresso Rosa, um selinho no meu então template shop (e hoje loja virtual) para começar a divulgar o significado dessa palavra que já estava se popularizando nas terras tupiniquins. Fiz isso porque o ano anterior tinha sido INFERNAL no colégio. Usando um apelido que eu pedi repetidas vezes para não ser usado, eles conseguiram me afetar de tantas formas que ali surgiram as primeiras crises de ansiedade fortes das várias que tive ao longo da minha vida. Mas sabe… Não é esse aspecto do bullying que viemos trabalhar aqui hoje. A Lenscope me convidou para falar dele sob o aspecto da SUPERAÇÃO, sobre aquilo que nos torna fortes!

Dia Mundial de Combate ao Bullying

Quando você para diante de um espelho, quem te olha de volta? A pessoa que você é ou quem as outras pessoas querem que você acredite ser? Citando Elton John e Fall Out Boy: “Você é o que você ama, não quem ama você” e eu completo: acima de tudo você não é quem NÃO TE AMA! É muito importante estar aberto aos pensamentos alheios sobre todas as coisa, até mesmo sobre sua pessoa, mas ninguém lá fora mora aí dentro, na sua cabeça… No fim, cabe a nós descobrir e conhecer a nós mesmos…

… E TODOS TEMOS DIREITO AO AMOR PRÓPRIO, acima de todos os amores! Quando adolescente eu acreditei ser burra, porque me fizeram acreditar nisso uma quantidade absurda vezes. Acreditei que quem estava ao meu redor jamais gostaria de mim com facilidade, que seria preciso um esforço muito grande da minha parte (e da delas) pra isso. Mas descobri que não é verdade! Que ser inteligente varia de cada um, e minha inteligência é tão boa quanto a de quem não conseguia enxergá-la. Descobri que o gostar da gente pode ou não acontecer, mas as vezes em que acontece importam MUITO MAIS! Agradar a todos? Nunca vai acontecer! Agradar a quem importa e a nós mesmos? Não é fácil, mas com certeza é engrandecedor! Por isso quando me olho, eu me vejo como a Luly que fui, sou, serei. Nunca mais quero me ver como quem me fez mal me viu um dia – não é fácil, mas perfeitamente possível!

O símbolo da campanha deles é um lacinho azul e branco, e não é à toa! Azul é a cor que normalmente já é associada ao bullying, e também do combate à depressão, uma das consequências comuns da prática. O branco, porém, vem por cima, pra mostrar que sua paz de espírito é ainda mais importante que qualquer outra coisa! A culpa de sofrer abuso, não importa de onde ele venha, não é da vítima: o culpado é SEMPRE e APENAS do agressor. Mas o que fazemos com o que sofremos, ah, aí reside toda a diferença! Procurando ajuda, indo um passinho de cada vez, a gente consegue… “Let it go”!

Se você conhece alguém que sofre qualquer tipo de intimidação, estenda a mão! Se conhece o intimidador, não seja isento nesse tipo de situação: denuncie, converse, aconselhe, ajude! A única maneira de uma prática nociva acabar, é ensinando aqueles que praticam a melhorar.

Visite o site da campanha https://lenscope.com.br/bullying para conhecer outras histórias de superação de bullying e poste a sua também, na #MeOlhoMeVejo!

Um Pequeno Favor

Em 13.10.2018   Arquivado em Filmes

Um Pequeno Favor Um Pequeno Favor (A Simple Favor) *****
Elenco: Anna Kendrick, Blake Lively, Rupert Friend, Henry Golding, Ian Ho, Miles Ward, Linda Cardellini, Zach Smadu, Andrew Rannells, Aparna Nancherla
Direção: Paul Feig
Gênero: Thriller, Comédia
Duração: 117 min
Ano: 2018
Classificação: 16 anos
Sinopse: “Stephanie é uma jovem mãe que divide o tempo entre a criação do filho e o trabalho como vlogueira. Quando sua melhor amiga Emily desaparece, ela parte em uma jornada para descobrir a verdade por trás do ocorrido.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: Desde o acidente que matou os principais homens de sua vida, seu irmão e o marido, Stephanie cria o filho sozinha, se dividindo entre isso e um vlog focado em “conteúdo para mães”, como culinária e artesanato. Quando o garoto se aproxima do filho de Emily, com quem estuda, ela acaba vendo nessa mulher misteriosa a possibilidade de ter a melhor amiga que tanto queria. Aos poucos as duas vão se aproximando e revelando à outra seus segredos mais sombrios… Ou pelo menos é o que parece, até o dia em que Emily pede a ela um pequeno favor, que já havia pedido várias vezes: que busque o filho na escola naquela tarde já que, assim como o marido, está viajando. Os dias vão passando e ela percebe então que sua amiga não vai voltar, então resolve convocar suas expectadoras para ajudar na busca e, por conta própria, investigar o que pode ter acontecido, já que percebe que nada naquela história é o que parece…

“Um Pequeno Favor”, baseado no livro homônimo da autora americana Darcey Bell, é um thriller com pitadas de humor que conta a história de duas mulheres MUITO distintas de verdade, sem aquele clichê de “acabam descobrindo o quanto têm em comum”. Enquanto Stephanie (Anna Kendrick) se esforça ao máximo para ser uma boa mãe e se sente culpada dos erros que já cometeu, Emily (Blake Lively) está sempre adicionando novos problemas na sua lista e simplesmente não consegue se afeiçoar às pessoas por causa disso. A maneira como elas se relacionam é sempre assimétrica, com uma sugando e a outra cedendo. Mas o desaparecimento repentino de Emily tem TUDO pra virar esse jogo, através de personagens super complexos e imperfeitos, um enredo envolvente que te deixa com muita vontade de descobrir o final e atores que dão conta do recado perfeitamente… Mas o filme peca tão violentamente no desfecho que tudo o que veio antes se perde e fica difícil acreditar que foi tão ruim assim.

Um Pequeno Favor

Um Pequeno Favor, imagem via Time

À medida que o mistério foi se desenvolvendo eu achei que seria um novo “A Garota do Trem”, que é maravilhoso. Nele mulheres supostamente fracas se descobrem fortes, dando uma aula das consequências do relacionamento abusivo e gaslighting em suas vidas e as unindo por causa disso. Mas esse foi o contrário: todas as personagens femininas foram, aos poucos, se tornando inimigas, sabe? Ele tem várias falhas graves nesse aspecto, como acusações falsas de agressão, por exemplo, que reforça bastante a falta de credibilidade com que nossa sociedade lida com o abuso no cotidiano. No fim das contas a Stephanie se torna a única pessoa suportável na tela, porque todo o resto deixava quem estava na sala de cinema com vontade de largar a sessão e ir embora (pra vocês terem ideia, as pessoas realmente estavam discutindo o filme entre si, detestando mesmo). Fora quem simplesmente some e sua importância nunca é mostrada, com o chefe de Emily, que parece super relevante e depois você se pega pensando qual foi a finalidade de ter colocado aquela figura ali…

Ainda assim seria possível admirá-lo deixando esse ativismo de lado pela trama em si, cheia de reviravoltas e minúcias… Mas os últimos minutos, numa tentativa de continuar dando pitadas de humor que até então funcionavam super bem na atmosfera da história, fica escrachado em um nível que você se sente assistindo uma daquelas sátiras de besteirol americano, meio “Todo Mundo em Pânico”. A tensão se perde completamente, não te diverte como forma de compensar e simplesmente estraga o longa. É mais um daqueles casos onde a gente se pergunta se a adaptação não deu conta do que estava no livro, e uma pena porque tinha potencial para me deixar sem dormir por pelo menos uma noite, pensativa… Fica aí o questionamento se vale a pena ler, ou se é melhor deixar pra lá e partir pro próximo!

Trailer:

Um Pequeno Favor - Em exibição nos cinemas

Receita de Bolo

Em 10.10.2018   Arquivado em Cotidiano

Receita de bolo simples, tempo médio de preparo de 40 minutos. Recomenda-se o uso de batedeira.

INGREDIENTES

3 xícaras (chá) de farinha de trigo;
2 xícaras (chá) de açúcar;
1 e 1/2 xícara de leite;
4 colheres (sopa) de margarina;
1 colher (sopa) de fermento em pó;
3 ovos.

PREPARO

Bata as claras em neve. Reserve.
Bata as gemas, a margarina e o açúcar até que fique bem cremoso.
Adicione o leite e a farinha de trigo lentamente, sempre batendo.
Ao atingir uma mistura homogênea, adicione o fermento e as claras em neve.
Coloque a mistura em uma forma untada e farinhada.
Pré aqueça o forno a 180°C por 10 minutos.
Coloque a forma no forno a 180°C, por cerca de 40 minutos. NÃO ABRA O FORNO DURANTE O TEMPO DE CUCÇÃO. Para saber se está bem assado, enfie um garfo ou palito até que saia limpo, livre de qualquer resquício de massa.
Tire do forno e desinforme assim que esfriar.
Bom apetite!

Receita de Bolo

Para bom entendedor, uma receita basta!

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