Categoria "Viagens"

Potter Club Tour 2016: Dia 02 – Wet’n Wild

Em 26.01.2016   Arquivado em Harry Potter, Viagens, Vídeos

Parte dois de um “Hello, hello!” mais que especial… O Potter Club Tour 2016, como eu contei no post passado, foi um fim de semana super divertido em Vinhedo/SP no Hopi Hari e no Wet’n Wild, não tinha como eu não querer mostrar tudo tim-tim por tim-tim!

O Wet’n Wild São Paulo é BEM MENOR que o Hopi Hari, a capacidade de pessoas é de mais ou menos um terço, mas isso não tira o grau de divertimento que a gente tem por lá, é uma delícia de parque aquático para ninguém botar defeito. Eu que não gosto de água, sol, piscina e nada disso absolutamente amo lá!
Como a gente passa o dia todo na água não consegui gravar praticamente nada e meu vídeo ficou com menos de 5 minutos (o que é um recorde absoluto para mim), mas ainda assim consegui mostrar beeem pouquinho das atrações, dicas para almoço e fechar a a viagem com dignidade e saudades! Hehehe…


Se inscrevam lá no canal, minha vibe de vídeos pelo visto não vai passar tão cedo!

É inevitável fazer a comparação dos dois parque porque eles são do ladinho um do outro. Enquanto uma fila pequena no Hopi Hari demora meia hora, esse é o tempo máximo que se passa nas do Wet’n Wild porque geralmente é entrar na boia, ser “jogado” pela atração e chegar lá em baixo segundos depois, a tempo do próximo ter sua vez sem vocês trombarem. Na maioria das vezes vocês vai em grupo de duas a seis pessoas e não precisa ter medo: seguindo as recomendações (óbvio) é super seguro e a adrenalina vai a mil!

As atrações principais são a Wave Lagoon, uma piscina de ondas que você dá de cara assim que entra e é referência para qualquer lugar onde você está, e o Lazy River, um rio lento que você pode entrar com ou sem boia e rodeia o parque todo… É ótimo para dar uma relaxada e para ir de uma atração pra outra: você entra e deixa a correnteza ir te levando até chegar na sua “parada”.
O último lançamento é o Vortex, que se destaca no ambiente por ser enorme e roxo com amarelo, inaugurou no ano passado. Eu adoraria tentar contar ou mostrar como ele é, mas é impossível, tem que ir pra saber. Você vai numa boia com um grupo entre quatro e seis pessoas e tem de tudo: descida, subida, área aberta, tubos fechados, virada, o negócio é violento! Como é a mais “disputada” fomos lá de cara e depois todo mundo voltou várias vezes.

Para quem sabe nadar existem dois lugares onde a pessoa vai sem boia e cai direto numa piscina de quase 3m de profundidade. O primeiro é o famoso Space Bowl, mais comumente conhecido como “privada”, onde o esquema é esse mesmo: você vai descendo “em círculos” até cair por um buraco no fundo bem no meio, direto. O segundo é o Water Bomb, que são tobogãs de sete metros de altura que não têm muito mistério: é entrar e já cair debaixo d’água lá no final! Sobre esses eu não sei muita coisa porque não sei nadar e prefiro não arriscar, mas quem tiver coragem pode ficar tranquilo porque tem salva vidas, é só avisar para o instrutor lá em cima que ele passa o recado pra quem tiver tomando conta da piscina.

Falando em Water Bomb, ele faz parte de um “combo” de quatro atrações que ficam todas juntas, mas é o único que você precisa saber nadar. Ali juntinho tem o Kamikaze, onde você desce deitado com as mãos e pernas cruzados e eu JURO POR DEUS que a gente voa, sério, dá pra sentir o corpo parando de tocar a superfície; o Twister onde você desce em dupla e é super levinho, ótimo pra curtir um ventinho; e o R4lly que é uma pista onde você compete com seus amigos quem desce primeiro num tapete em que se vai de bruços e que eu de-tes-tei: não consegui dar a partida direito e no final o tapete não levantava pra frear, passei voando por cima dele e quase bati a cara no brinquedo! Mas isso foi um problema isolado, o resto do pessoal é menos lerdo e consegue fazer funcionar.
Outro bem radical é o Crazy Drop, uma “pista de skate” gigante de onde te jogam numa boia em duplas de frente, você olha pr’aquela queda, reza pela sua vida e se segura que nem um louco, mas a sensação depois que o desespero passa é incrível, antes do Vortex era minha favorita!

Na lista dos mais leves temos também o Surge e Bubba Tub, dois tobogãs que você vai em grupo na boia também, eles dão uma certa emoção mas sem medo, e cada um tem sua vantagem. As áreas infantis do parque também são bem bacanas: existe uma parte aberta para os pequenos, um balão gigante onde eles podem pular durante um certo tempo (nesse eu fui na minha primeira visita porque tinha altura e me deixaram passar mesmo estando um ano acima do permitido, é super legal) e a Ilha do Cascão, que faz parte da “Hot Land” do parque. O legal dessa ilha é que, além de ser coberta, o foco é para crianças, mas também tem tobogãs para adultos, então quem for com a família consegue ficar ali uma parte do tempo e se divertir todos juntos.
Dica: chega um certo horário em que o vestiário principal fica LOTADO, então mesmo tendo tomado banho cedo eu resolvi evitá-lo e fui tentar o vestiário “da Cascuda” que fica nessa parte. Gente, que maravilha, super vazio, eu e a Daninha conseguimos nos arrumar com calma e privacidade, é uma ótima alternativa que nem mesmo o guia mencionou, então tenho que compartilhar!

Existem outras atrações pagas à parte também, como uma região de arvorismo, mas não fui em nenhuma delas e não sei dar muita informação. Já no que diz respeito à comida lá não é tão variado, mas dá pra se alimentar bem sem gastar muito, como eu disse no vídeo compramos um combo de pizza com 8 fatias que estava uma DELÍCIA e ainda vinha com três refrigerantes 700ml, tudo por R$58,00!
Lá tem também uma lojinha onde dá pra comprar lembranças, mas o principal dela são as coisas “úteis” para usar por lá: roupas de banho, chinelos, boias infantis, óculos de sol, capas impermeáveis para celular e coisa do gênero, tudo relativamente caro mas na hora do desespero é isso aí, hahaha!
Depois de sair do parque, à noite, nós fomos ao jantar de confraternização e despedida oferecido pela empresa de turismo, que antes acontecia no sábado. Uau, viu, deu pra voltar no ônibus de barriguinha cheia e dormir o trajeto quase todo para Belo Horizonte… Foi rápido mas foi ótimo, se a viagem do ano que vem fosse igualzinha a essa eu não me importaria em viver tudo de novo!

Hopi Harry
Chegada no parque

Hopi Harry
Nossa primeira ida no Vortex a gente nunca esquece…

Hopi Harry
Vista linda do parque parte 01

Hopi Harry
Vista linda do parque parte 02

Hopi Harry
“Não a nada entre Harry e nós”: como não fazer trocadilhos ao posar com a toalha de HP do Gil?

Hopi Harry
Diva espontânea com meu maiô amado (sobre o qual contarei mais em breve).

Demais informações:

O parque também tem um esquema de pulseira VIP que te permite entrar uma vez em cada brinquedo sem fila, não busquei muitas informações sobre isso no dia mas eles sabem informar direitinho. Além disso tem áreas privadas à parte para quem quer relaxar com a família e tem aluguel de armários, toalhas, boias e coletes salva vida: você paga um valor estipulado e no fim do dia, ao devolver, recebe parte ou todo seu dinheiro de volta!
Para usar boias do parque em Wave Lagoon e Lazy River é necessário alugá-las, mas todos os outros não é necessário, cada um tem a sua própria e o uso é, inclusive, obrigatório nesses casos.
Viajamos pela TransJapa, a mesma empresa que fui da última vez, super recomendada. Eles fazem pacotes para os parques e também outras coisas de lazer “diferentes”, como desfiles de Escolas de Samba e Fórmula 1, acessem o site: http://transjapa.com.br/
Site oficial do Wet’n Wild: http://wetnwild.com.br/
Site do Potter Club BH: http://potterclubbh.com/
Outras fotos no álbum do Flickr.

Potter Club Tour 2016: Dia 01 – Hopi Hari

Em 22.01.2016   Arquivado em Harry Potter, Viagens, Vídeos

Dessa vez teremos um “Hello, hello!” dividido em duas partes porque ocasiões especiais pedem posts especiais. Depois de sete meses planejando finalmente aconteceu o Potter Club Tour 2016, a primeira viagem do fã clube apelidada carinhosamente de “Hopi Harry” pois passamos um fim de semana super divertido em Vinhedo/SP no Hopi Hari e no Wet’n Wild!
Quem acompanha o blog a mais tempo sabe a importância que esses dois lugares têm para mim. Eu fui pela primeira vez em 2003, com a escola, e depois voltei em 2007 na minha viagem de formatura do 3º ano, que foi maravilhosa, então estava super ansiosa para voltar porque amo os dois parques e me sinto maravilhosamente bem em ambos.

O Hopi Hari sempre foi meu favorito entre os dois, então fiquei muito triste enquanto fazia minhas pesquisas para a viagem em saber que ele passou por uma fase de total decadência a um ano atrás. Felizmente está se recuperando bem, não é mais o que era na década passada mas já está bem melhor agora, fizeram parceria com a Warner que incorporou a turma de Looney Tunes e da DC Comics e se a pessoa se planejar e entrar no site antes para conferir as atrações abertas consegue se divertir tranquilamente.
Resolvi mostrar como foi nossa tarde num vlog onde reuni todas as informações que achei mais importantes e que não conseguia achar nos vídeos e posts que visitei antes de ir: valor da alimentação, VIP Pass (que te permite furar fila em alguns brinquedos), as mudanças feitas na região da Liga da Justiça, mershandising que vale a pena, etc. Ficou curtinho para meus padrões porque era difícil conseguir encarar filas e correria com a câmera, mas para quem quer saber como foi a viagem em si o vídeo cumpre a função. Já no post completo vou colocar várias informações que acho relevante para quem planeja ir pra lá também!


Se inscrevam lá no canal porque tá tendo vídeo demais!

Para quem não conhece, o Hopi Hari é conhecido como “o país mais divertido do mundo”, tem inclusive uma língua própria, e é dividido em cinco regiões temáticas: Kaminda Mundi, Infantasia (Pernalonga e sua Turma), Mistieri, Wild West e Aribabiba (Liga da Justiça). Cada uma tem seus atrativos e destaques, e se tratando de adultos dá pra aproveitar um pouquinho de cada. Já as crianças acabam ficando “limitadas” à região infantil, uma vez que a altura mínima da maioria dos brinquedos varia entre 1,20 e 1,40m.

Kaminda Mundi

É a região “de entrada”, passando pelo “Imigradero”/Centro de Imigração você cai direto nela. Nessa área existe uma forte referência de diversos países do mundo em atrações como a Giranda Mundi, que faz referência à London Eye, a falecida La Tour Eiffell, que fechou em 2013 após um acidente e nunca mais abriu (ela ainda está lá, mas ouvimos dizer que finalmente será retirada porque é realmente triste vê-la ali, inativa), entre outros. Outras atrações legais nessa área são o Theatro de Kaminda, onde acontecem shows temáticos (dessa vez era “Piratas e a magia das fadas” que eu estava doida pra ver e não consegui), uma área de vídeo games que é paga à parte e a maior “Hopi Shop” do parque, onde você encontra TODOS os produtos de todas as regiões.
Dica: se você pretende fazer compras em Hopi Hari, levar lembrancinhas e etc, faça ali, porque terá todas as opções disponíveis ao mesmo tempo. Eu deixei para fazer isso no fim da tarde, para não ter que ficar carregando sacola, e mesmo sendo caro tem algumas coisas LINDAS. Ah, fiquem olho naquelas maquininhas que você troca uma moeda por bolinhas que vêm com bichinhos dentro porque achamos uma que tinha personagens de Harry Potter, Disney e O Senhor dos Anéis (eu consegui um Harry), nunca tinha visto dessas!
O VIP Pass, também conhecido como “fura-fila”, é vendido nessa região, ao lado da Giranda Mundi. Vale a pena uma corridinha lá para ver a quantas anda o preço, por que varia!

Hopi Harry
Imigradero di Hopi Hari

Hopi Harry
Giranda Mundi

Hopi Harry
La Tour Eiffel (saudades…)

Infantasia / Pernalonga e sua Turma

A região infantil de Hopi Hari anteriormente contava com a Turma da Vila Sésamo, mas agora quem “comanda” são os personagens de Looney Tunes. Quase todos os brinquedos dessa área são exclusivamente para crianças, com limitação de altura e idade, mas Lokolorê, que são tintas giratórias do Taz, e o Kastel di Lendas permitem adultos. Eu fui em abas (nunca tinha ido antes) e pessoalmente não recomendo. Lokolorê dá uma sensação absurda de labirintite (quem sofre disso nem pode entrar) e eu tive que ficar de olhos fechados, enquanto o Kastel di Lendas, um barquinho que te mostra elementos folclóricos com uma musiquinha chiclete tocando, tem a combinação de água com um lugar fechado, então tem não cheira muito bem, além dos bonecos serem assustadores. Porém é um lugar ÓTIMO pra matar tempo enquanto faz digestão, além de não ter fila nenhuma.
Em determinados momentos os visitantes encontram com Pernalonga e sua turma nessa área, além de poder assistir ao show deles no Klapi Klapi, é só ficar atento aos horários que são anunciados várias vezes em todo o parque.

Hopi Harry
Pernalonga e sua turma

Mistieri

É onde ficam as atrações mais radicais, uma área com temática predominantemente egípcia, mas com um pouquinho de nórdico e greco-romano. Ali fica a Montezum, principal atração do parque, a maior montanha russa de madeira da América Latina e quinta maior do mundo: ela até passa por baixo da rodovia de forma que os visitante já passam por cima dos trilhos na entrada do parque, é muito bacana. A Montezum está SEMPRE lotada e é passagem obrigatória no parque, então tem que se preparar porque em dias de alta temporada chega a ter quatro horas e meia de fila! A dica é: chegue cedo e corra direto pra lá! Foi o que nós fizemos e ficamos uns 20 minutos esperando só, mas como eu queria ir de novo comprei o VIP Pass para ela (no dia o individual estava valendo a pena), e até nessa hora rolou uma filinha.
Outras atrações legais são a Vurang, uma montanha russa no escuro que tem fila gigantesca de duas horas (levei o VIP pra ela também, mas nesse caso não peguei fila nenhum), Vulaviking (um barco viking que estava fechado, mas abriu no dia que fomos e conseguimos aproveitar), Katakumb (que é pago a parte, mas vale muito a pena para quem gosta de aventuras de terror, ao contrário de mim, os meninos foram e amaram) e Simulákron (simulador 3D). Todos são cheios, sempre, mas são os melhores.
Dica: na minha segunda ida, em 2007, almocei por lá um combo de hambúrguer/batata/refrigerante e lembro que a comida foi MUITO melhor do que dessa, da qual vou falar mais em baixo. Não lembro o nome do lugar, mas acho que era o Hopi Rango. Não sei se continua igual, provavelmente não, mas não custa olhar.

Hopi Harry
Montezum

Hopi Harry
Katakumb e Vulaviking

Wild West

A região do Velho Oeste é a minha PREFERIDA, tanto visualmente como no clima. Ela é toda tematizada como uma cidadezinha, toca música country o dia inteiro (na hora que chegamos estava tocando Johnny Cash!) e de vez em quando rolam tiroteios de cowboys no meio da rua e shows de cancan no Saloon. Definitivamente a área mais bem feita nesse aspecto, amo! Foi nessa área que nós almoçamos, no Rango Django que eu estava doida para conhecer, e estava bem gostoso, apesar de eu lembrar que da outra vez era melhor. Os combos de sanduíche, batata frita e refrigerante 700ml variavam de R$25 a 30, que é caro mas dentro do esperado, já que é mais ou menos isso que pagamos em fast food em shoppings e comida em parque sempre custa mais. No Saloon tem comida “de verdade” e você ainda almoça assistindo algum showzinho (passei por lá e tinha uma cantora country no palco), mas provavelmente é bem mais caro. Como eu já tinha comido nem olhei os preços, apesar da vontade.
As atrações já foram melhores nessa área, mas a maioria ainda funciona normalmente. O Rio Bravo agora é pago à parte, mas é divertido, o Spleshi de deixa completamente molhado (ótimo pra dias de calor), o West River Hotel é o prédio mal assombrado e La Mina de Joe Sacramento foi minha grande frustração da vez porque quando passei por ela ainda estava fechada (abria às 15h) e na hora pude voltar a fila estava ENORME e não dava mais tempo porque a gente tinha que ir embora, uma pena porque eu nunca tinha ido e sempre quis saber como é, vou ter que esperar uma nova visita… Mas em resumo, pelo que entendi, é uma caça ao tesouro pelas minas em busca de pepitas de ouro, parece divertido!

Hopi Harry
Graças à pochete eu sou um pontinho rosa no Velho Oeste…

Hopi Harry
Buscando uma aguinha pra refrescar

Aribabiba / Liga da Justiça

A capital de Hopi Hari mudou de nome e temática, mas as atrações continuam as mesmas, eles só designaram personagens para cada uma delas e deram um leve upgrade. Katapul, o looping que vai de frente e costas, agora é do Super Homem e é muito legal porque depois de voltar de costas toca a música dele pra você se sentir vitorioso e tudo mais, hahaha! E não são só heróis, apesar de Bat Hatari ser do Batman e Lanterna Verde e Mulher Maravilha terem as suas, os vilões também têm sua vez: uma delícia de brinquedo que era o antigo chapéu mexicano, Parangolé, é agora Trukes di Pinguim, um guarda chuvas (logicamente) do Pinguim, além da presença do Coringa e do Charada. A parte mais legal é que se você for para o Palácio da Justiça na hora certa consegue conhecer o próprio Batman e tirar foto com ele! Isso além do visual do lugar que mudou completamente, antes era uma overdose de cores e agora logicamente os personagens e seu universo dominam tudo, ainda é colorido mas bem mais sóbrio que antes.
Dica: quem gosta de quadrinhos, principalmente dos principais personagens da DC Comics, SE PREPARA! Camisetas, cadernos, chaveiros, ímãs, pins, garrafinhas, canecas… É de pirar. Eu fui já focada na Mulher Maravilha e as camisetas dela são LINDAS, além da vermelha “padrão” tem uma amarelinha fofa e muita coisa cor-de-rosa, o que é meio sexista e não tem muito a ver com a personagem, mas também minha cor favorita, então eu até esqueci um pouquinho o preço absurdo e trouxe uma pra casa. Tinha uma incrível da Mulher Gato também, além dos heróis “meninos”, tudo de pirar!

Hopi Harry
Reunião com chefinho para assumir meu novo emprego de BatGirl!

Hopi Harry
Trukes di Pinguim visto de baixo…

Hopi Harry
… e já começando a levantar visto de cima!

Demais informações:

O valor do VIP Pass costuma ser R$70,00 o unitário e R$100,00 o combo. No dia que fomos lá o unitário estava por R$25,00 e o combo com o preço normal para oito atrações. As outras que são pagas à parte variam entre R$20,00 e R$30,00.
Viajamos pela TransJapa, a mesma empresa que fui da última vez, super recomendada. Eles fazem pacotes para os parques e também outras coisas de lazer “diferentes”, como desfiles de Escolas de Samba e Fórmula 1, acessem o site: http://transjapa.com.br/
Site oficial de Hopi Hari: http://hopihari.com.br/
Venda do Passaporti (na portaria é bem mais caro): http://hopiharionline.com.br/
Site do Potter Club BH: http://potterclubbh.com/
Outras fotos no álbum do Flickr.

Muita gente deve ter visto, mas na véspera da nossa viagem saiu da notícia de que uma empresa pediu a falência do parque por causa de uma dívida… Eu não sei o que vai acontecer, mas espero que tudo se resolva porque agora que está se reerguendo ele tem tudo para merecer novamente o título de “país mais divertido do mundo”, se continuar nesse ritmo logo volta a ser o que era antes!

3 dias com @polypop

Em 22.08.2013   Arquivado em Viagens

Imagina você, ajudando sua filha preparar as coisas dela para viajar no mesmo dia a noite, quando ela finalmente solta: “Mamãe, você não tá nem um pouco preocupada com sua filhinha pegando um ônibus noturno indo para uma cidade que ela não conhece para se hospedar na casa de uma pessoa que ela nunca viu pessoalmente?” Pois é, foi o que minha mãe teve que ouvir a duas quintas feiras atrás. Depois de pensar muito no nível de irresponsabilidade dela em permitir tal atrocidade, ela finalmente respirou fundo, chegou a uma conclusão e disse “Ah, por favor, é a casa da Poly, né? A Poly é a Poly, tá tudo bem!”

É… Essa é para você aí que acha que amizades que começam pela internet não podem funcionar bem: até minha mãe sabe que eu e a Poly somos amigas o suficiente para rolar esse tipo de confiança e não deu outra, no dia seguinte antes das 7h da manhã lá estava eu descendo do ônibus e vendo ela na janela de casa, me esperando para dar um abraço e poder uma saber de verdade como é a voz, o jeito e a risada da outra. E era bom que desse certo porque nós tivemos que passar 3 dias juntas na casa dela, que sacrifício: 3 dias ao lado de alguém que eu gosto TANTO (e que não vejo nunca), perto de uma praia linda (que eu não gosto, mas praia é praia e mineiro na praia é mineiro na praia), convivendo não só com ela mas também com a mãe dela que é alguém incrível e mais: ajudando nos preparativos do aniversário! Ai, agora que eu descrevi esses dias me deu um aperto no coração e eu quero ir de novo, gente! Vou tentar contar como foi com algumas fotos e palavras, não vai ser o suficiente mas ainda assim: vamos lá!

Eu cheguei na casa da Poly na manhã da sexta feira, dia 9 e nem cogitei a possibilidade de dormir, mesmo estando cansada de 10h num ônibus, só tomei banho e fui tentar ajuda-la nas várias coisas que ainda faltavam arrumar para o aniversário dela que seria comemorado no dia seguinte. Aliás, comecem a campanha: POLY, MONTE SUA PRÓPRIA EMPRESA DE FESTAS JÁ! Ela tem talento natural, só pode. Cozinhou tudo, preparou tudo, confeccionou tudo, uma eficiência fora do tamanho, até eu me animei em fazer algo para mim mesma – quem sabe ano que vem? Passamos a manhã na cozinha, elas cozinhando e eu tentando ajudar no que deu, separando as forminhas, colocando as coisas no lugar. Ficamos nisso até a hora do almoço e assim que terminamos de comer já tinha mais coisa pra fazer. Lá pro meio da tarde para descobrir onde eu precisaria embarcar no meu ônibus da volta e em seguida ir ao aeroporto buscar a outra hóspede/convidada interestadual que estava para chegar: a Fernanda! Gente, que pessoa incrível, comunicativa, inteligente, alegre… Amei!! Foi bom passar 2 dos meus 3 dias com ela também! Chegamos em casa e nem fizemos muita coisa, basicamente trocamos de roupa para jantar lá perto porque comer em praia merece comida praiana! Quando voltamos ainda deu tempo de montar a decoração da festa de uma vez, roubar a senha da WiFi pro meu celular e ir doooormir porque eu tava MORTA. Gente, coloquei meu despertador para tocar e ainda assim não acordei, fui levantar era 10h da manhã morrendo de vergonha por ter dormido demais, já tava todo mundo na casa trabalhando loucamente porque “o dia” tinha chegado, nada poderia dar errado. E não deu!

Fotos Viagem

Às 18h, que era o horário em que a festa tava marcada, só tinha UMA coisinha faltando: a aniversariante! Mas ela pode, né? Ainda assim os primeiros convidados só chegaram 40 min depois, então ficou pronta a tempo e o pessoal ficou só babando em tudo isso que vocês estão vendo. Sim, tudo feito em casa. Tá bom ou quer mais? Porque tem mais!

Fotos Viagem

Além dessas tem mais ainda, se alguém quiser ver tá no meu Flickr – as fotos foram tiradas na câmera da Poly, mas a “fotógrafa” da decoração foi a tia Luly, hihihi. Tem outros detalhes também no blog que a Poly fez pra festa. E aí tudo certo, o pessoal chegando, se servindo da ideia incrível da anfitriã de fazer um self-service de sanduíches, bebidas para todos os gostos a vontade… Eu estava lá, só terminando de abrir as vasilhinhas dos ingredientes para os sanduíches que eram vários, quando escuto a Poly chamando “Luuly!”, olho pra trás e vejo a Malú!!! E ela tinha me dito que talvez não iria, imagina minha alegria! Aliás, não só a Malú mas também o Gabriel dentro da barriguinha dela! Ai que delícia, a gente viaja para conhecer uma amiga e conhece duas! E aí estávamos papeando quando a Poly arrasta a gente para a sala e nos apresenta a Lissa. Own… Aí já era, né? Pegamos as dolls – que estavam só na decoração – e tivemos que tirar foto com elas, transformando o aniversário da Poly num bonecontrinho!

Fotos Viagem

E “as dolls” inclui a Elle, que foi comigo para celebrar o aniversário da dinda dela, claro! Eu ia levar a Penny Lane também porque 1) as meninas lá não conhecem Byul pessoalmente e 2) a Malú é madrinha dela e eu sabia que tinha a chance de ela ir, mas tava com medo de viajar com 2 dolls. Na próxima ela vai! Ah, a festa já tava gostosa conversando com o pessoal sobre assuntos normais da vida, mas foi melhor ainda juntar no canto falando sobre perucas, corpinhos, roupinhas e como a Malú faz poses com as bonecas dela que só ela consegue… Fiquei tão feliz porque conhecer pessoalmente a Poly que é minha gêmea-perdida-encontrada já era bom, poder conhecer também a Malú que é uma amigona e que admiro a quase 10 anos via internet era melhor ainda (e ver o Gabriel mexendo, e dar um presentinho pra ele) e ainda de surpresa conhecer a Lissa, que eu não esperava ver lá. Ê viagem que valeu mais a pena do que eu esperava! Quando pessoal começou a ir embora foi até triste. Mas antes de irem rolou “parabéns pra Poly” e todo mundo morrendo de vergonha de pegar os docinhos, de tão lindos, hahaha, o que também não durou muito tempo: foi só provar um que não dava mais pra parar, além de belos eram deliciosos! Fomos dormir depois que a Poly abriu os presentes e acordamos cedo na manhã seguinte porque eu e a Fer queríamos ver o mar, lógico… E quem já viu mineiro na praia sabe como é, né? Eu não gosto de sol, não gosto de água e nem de areia, mas fui, catei conchinha, tirei fotos, pisei no mar e foi uma caminhada delícia!

Fotos Viagem

Voltamos pra casa e foi o tempo d’a Fer se arrumar, comer e ir embora pro aeroporto =( Mas foi um prazer enorme conhecê-la e espero que a gente se reencontre muito ainda na vida, e a gente vai! Eu e a Poly ainda demoramos um pouquinho para comer, e depois fizemos o que acho que nós duas estávamos LOUQUINHAS para fazer desde que cheguei: SESSÃO DE FOTO DAS BONECAS!! Teve foto individual, foto com os doces, aniversário da Amy, eu tirando milhões de fotos da Norah (que é minha afilhada) e querendo rouba-la pra mim, Elle pegando roupa emprestada com as “primas” delas, fizemos Making Of e eu ainda ganhei coisinhas que a Poly fez pras dolls, entre elas VARINHAS e um POMO DE OURO! Só vocês mesma, né cumadi?

Fotos Viagem

Enquanto o dia foi acabando eu fui arrumando minhas coisas, tomando banho e aí passou e passou o tempo e chegou a hora de ir pegar o ônibus. Ai, chorei demais quando ele começou a andar comigo lá dentro, deixando tudo pra trás e já morrendo de saudades daquele fim de semana prolongado. Morrendo de saudades dos gatos da Poly olhando feio pra mim por roubar a mãe deles. Morrendo de saudades daqueles doces que tavam ficando, mesmo levando alguns na bolsa. Saudades da dona Ruth, mãe da Poly, que é uma pessoa maravilhosa que eu não canso de agradecer por tudo o que fez por mim naqueles dias e nunca será o suficiente. Saudades do tempo (pouco) que passei com todos os que conheci lá e não queria ficar sem eles na minha vida… Ai, saudades de você, Poly!!!!!! Eu confesso que cheguei meio sem graça, morrendo de medo de não gostarem de mim, e no último dia já me sentia tão em casa, incrível como você me conhece tão bem, incrível como eu posso ter uma amiga tão linda assim, mas que tem que ficar tão longe de mim. Ai, saudades de tudo! Saudades até de falar o “o” do nome dela aberto, tipo “Póly”, enquanto todo mundo fala fechadinho condizendo com o nome, com som de “Pôly”. Cheguei em BH na segunda feira de manhã feliz em sentir de novo esse tempo seco, esse ar poluído, esse céu cinza, porque é sempre bom voltar pra nossa casa mas, ó: eu prometo que eu volto! E assim que eu morar em um lugar em que caibam visitas ela que faça favor de vir aqui em casa me visitar também…

Ah, pra finalizar, esqueci de contar nossa descoberta master do fim de semana: o PhotoScape! Editor de imagem mais lindinho da vida – fiz essas montagens nele… Recomendo para todo mundo, até eu tenho dado uma abandonada no Photoshop por causa dele: é amor puro demais, viva a função “Avivar”!

E o Rio de Janeiro?? Ah, continua LINDO!!

Em 25.01.2009   Arquivado em Viagens

* Gente, vocês são uns amores! Vale a pena compartilhar minha vida aqui só pra ler tudo o que vocês têm a dizer sobre ela!! A emoção do show foi realmente muito grande e MAIS UMA VEZ, obrigada por todos esses recadinhos felizes! E como eu já tinha dito, vou falar hoje da viagem ao Rio, já que só falei da parte mais importante dela e “esqueci” o resto! Na verdade o Rio é uma cidade quase-sinônimo de tudo aquilo que menos gosto: calor, praia, carnaval, sol… Mas é BONITO DEMAIS e lá vivi o sonho da minha vida, então vale a pena fazer post gigantão!!

* Sábado, dia 17, eu, meu pai e minha irmã saímos daqui de Belo Horizonte por volta do meio dia, e já pegamos estrada. Só paramos no posto de gasolina pra abastecer, na farmácia pra comprar pilhas pra câmera e esparadrapo pro meu pé (coitado, vou opera-lo assim que fevereiro chegar), e em Barbacena pra almoçar (lembrei de você, Lary!), e aí depois só em pedágio mesmo. Chegamos lá na casa da minha tia quase 7 da noite, demorou porque no meio da caminho tinha uma MALDITA carreta do tamanho da pista que forçou a gente a ficar mais de meia hora a 25Km/h ao invés de 100.
Enfim, chegamos lá, comemos, demos uma saidinha… E, gente, é até sacanagem uma beleza desse tamanho, dá uma olhadinha na visão que temos ao olhar pra cima da porta da casa dela:

RiodeJaneiro
Ela mora BEM embaixo do “braço direito” dele!!

* À noite, como já tinha dito, assistimos ao show de São Paulo, dormimos “derrubados” pela decepção e acordamos no dia seguinte convencidos de que haviam cortes (e haviam, êêêê!!). Fomos ao Flamengo comprar as entradas e quando peguei elas nas minhas mãozinha um sorriso iluminou meu rostinho e até meu pai não se irritou com a “humilhação” de ter ido lá (porque meu pai não é 100% atleticano não, é parte Fluminense também!). Aí fui pega de surpresa com minha tia dizendo pra gente ir no Parque Lage, porque eu tinha dito pra ela que queria ir… Na verdade não pelo Parque e nem pelo Lage (meu último nome), mas porque causa da Escola de Artes Visuais mesmo (olha onde eu estudo, né, gente). Digo “pega de surpresa” porque achei que a gente ia só comprar entradas mesmo e não levei a câmera nem o celular.. Vou ficar devendo fotos de lá, mas quem quiser, joga no Google. Como é época de férias, a coisa mais interessante que tinha lá era o bar e a Coca Cola que era vendida. O resto do dia só almoço com Livinha, minha prima e Daniel, marido dela… E depois casa-banho-soneca-TV… E VENTILADOR, POR FAVOR!

Segunda eu achei que o dia ia rodar em função do show, mas percebi que a viagem inteira já tava assim! Desde o 1º segundo eu só conseguia admirar minhas entradas e todas vez que alguém assobiava algo, era música do Elton John. Isso sem contar que sempre tinha um com a Veja Rio que falava sobre. Bom, acordamos cedo e foi a vez de realizar a vontade da Daninha, então fomos pra praia… E eu não gosto de praia, o bom daquilo pra mim foi só tirar as fotos que eu não tinha tirado até então:

RiodeJaneiro
Praia de Ipanema sem meu zoom ruim

RiodeJaneiro
Praia de Ipanema com meu zoom ruim

RiodeJaneiro
SweetLuly na areia!

* Depois da praia foi almoço, banho, tensão, ônibus, metrô, show, choro, emoção e todas as coisas já descritas no post passado!
(Aproveitando, nesse link tem fotos (excelentes) e vídeos do show, tanto SP quanto Rio, quem gosta e não teve a oportunidade que tive… #fikdik) Chegamos “em casa” lá pras duas horas da manhã, dormimos, acordamos, tomamos café, esperamos a Livinha ir se despedir d’a gente, contamos como tinha sido e viemos pra BH!! Êêêêêêê!! Resumindo: foi muito bom!! Agora, eu espero que os cariocas não se ofendam, não é uma crítica ou zuação. Lá é lindo e maravilhoso, é bom passar um fim de semana mas… Gente andando de biquini na rua, chegar em casa suja de areia, 30°C no meio da madrugada… Ah, não é pra mim! Prefiro ficar na minha roça-grande Belorizonte cortando palavras e comendo pãozim de queijo, uai!

Ouvindo: Ring Ring – ABBA

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