Categoria "Leitura"

Garoto Encontra Garoto

Em 09.08.2016   Arquivado em Leitura

Garoto Encontra Garoto

Garoto Encontra Garoto (Boy Meets Boy) *****
Autor: David Levithan
Gênero: Jovem Adulto, LGBT
Ano: 2014
Número de páginas: 240p.
Editora: Galera Record
Sinopse: “Nesta mais que uma comédia romântica, Paul estuda em uma escola nada convencional. Líderes de torcida andam de moto, a rainha do baile é uma quarterback drag-queen, e a aliança entre gays e héteros ajudou os garotos héteros a aprenderem a dançar. Paul conhece Noah, o cara dos seus sonhos, mas estraga tudo de forma espetacular. E agora precisa vencer alguns desafios antes de reconquistá-lo: ajudar seu melhor amigo a lidar com os pais ultrarreligiosos que desaprovam sua orientação sexual, lidar com o fato de a sua melhor amiga estar namorando o maior babaca da escola… E, enfim, acreditar no amor o bastante para recuperar Noah!” (fonte)

Comentários: Vamos parar agora e imaginar a cidade dos sonhos, onde muitas vezes nem é preciso “sair do armário” para a família, pois eles já sabem quem você é e aceitam isso. Onde a quarterback do time da escola é uma trans diva que consegue jogar sem quebrar as unhas e ainda ser rainha do baile no fim do ano. Onde quem é condenada é a família religiosa que não aceita o fato de que seu filho é gay, e não o contrário. Pois bem, é nessa cidade que nosso protagonista, Paul, vive ao lado de seus pais, irmão e, claro, o ex namorado Kyle, que apesar de não ter decidido sobre sua sexualidade ainda persegue o garoto pela escola. E numa noite saindo com seus melhores amigos, Tony e Joni, é que Paul conhece Noah, por quem se apaixonada imediatamente. As coisas estavam indo muito bem e muito lindas até que ele consegue estragar completamente esse novo relacionamento e tem que dar um jeito de reverter essa mancada ao mesmo tempo em que lida com a falta de aceitação que Tony tem dentro de casa, o novo namorado (muito) babaca de Joni e suas responsabilidades dentro desse colégio tão diferente.

Toda essa história soou um pouco clichê ao ouvido de vocês agora? Sim, eu sei que sim, mas a grande sacada desse livro é que nele David Levithan conseguiu criar uma comédia romântica com os mesmo elementos de todas as outras, porém completamente diferente. As personagens estão inseridas nesse mundo ideal batalhando para torná-lo cada vez melhor, mas ainda assim existe um peso enorme nas costas deles por estar se descobrindo e se abrindo pro mundo. Nosso protagonista vive seu dilema amoroso e precisa correr atrás do rapaz que provocou nele uma paixão tão avassaladora, o que gera o clímax do livro, mas nem de longe esse é o ponto mais importante da sua vida naquele momento porque, assim como todos nós, existem várias coisas para superar ao mesmo tempo e tantas outras com as quais ele não pode lutar contra, apenas tentar torná-las, no mínimo, aceitável. É aquela leitura que aborda temas da vida real de forma leve, você termina tudo rapidinho, e mesmo que o objetivo seja causar risadas o autor trás isso de forma EXTREMAMENTE sensível, quase poética, fica impossível não chorar de emoção em certos momentos. Não achei uma obra de arte para mudar a minha vida, mas cumpre maravilhosamente sua função como entretenimento e, ao mesmo tempo, nos trás algo a se pensar, seja durante o enredo ou depois de terminar.

E eu não posso deixar de falar do conto de dia dos namorados que temos ao final do livro onde Infinite Darlene, a jogadora de futebol americano transsexual da história, tem seu momento de protagonismo. Engraçado porque o livro acaba meio de repente e aí vem esse “curta” maravilhoso depois, onde a personagem está em um encontro que quebra vários tabus e mostra que o que importa, o que vale a pena sentir, é o que nos somos lá no fundo. Se você ainda não havia se emocionado com Paul e sua turma esse é o momento, porque Darlene faz a gente sonhar mais ainda com um mundo inteiro baseado nessa cidade maravilhosa, onde orientação sexual e identidade tgênero são o que menos importa perto do universo particular que existe dentro de cada um de nós.

Garoto Encontra Garoto

BEDA2016

A Arte de Ser Normal

Em 18.02.2016   Arquivado em Leitura

A Arte de Ser Normal

A Arte de Ser Normal (The Art of Being Normal) *****
Autor: Lisa Williamson
Gênero: Drama
Ano: 2015
Número de páginas: 384p.
Editora: Rocco
Sinopse: “David Piper tem 14 anos e um desejo: ‘Quero ser uma menina’. Mas este é um segredo que ele compartilha apenas com Essie e Felix, seus únicos amigos, pelo menos até a chegada de Leo Danton à escola Parque Éden. Apesar de muito diferentes e cada um guardando um segredo próprio, David e Leo iniciam uma profunda amizade, que é a base do elogiado romance de estreia da atriz e escritora britânica Lisa Williamson. Com diálogos engraçados e relatando situações cotidianas na vida de adolescentes, a autora consegue abordar a delicada e muito atual questão da identidade de gênero de maneira leve e nada apelativa, numa narrativa que conquista o leitor da primeira à última linha.” (fonte)

Comentários: Falei um pouquinho sobre esse livro no meu vídeo de livros favoritos de 2015 e prometi que ainda faria resenha dos que ainda não tinha feito na época que gravei, então cá estou cumprindo promessas!
“A Arte de Ser Normal” tem como tema principal a questão de identidade de gênero em adolescentes, mais especificamente de um garoto chamado David. Ele, que se descreve como “uma garota heterossexual presa no corpo de um garoto”, tem 14 anos e sofre bullying na escola desde criança por ter respondido a pergunta “O que você quer ser quando crescer” com a simples frase “Quero ser uma garota”. Desde essa época, porém, David não divide esse sentimento com mais ninguém além de seus dois melhores amigos porque sabe que dificilmente será aceito não só por seus colegas, mas também pela família e toda a sociedade.
E é quando Leo muda para a escola dele. Leo é um pouco mais velho e é uma pessoa extremamente tensa que deixa que espalhem os boatos que foi expulso da antiga escola apenas para manter as pessoas afastadas. Porém ao presenciar uma cena de humilhação contra David no horário do almoço ele resolve intervir, e é quando os dois começam a se tornar amigos, passando a dividir um com o outro os dramas de suas vidas.
(Esses parênteses são só pra contar que os dois têm nomes que eu AMO de paixão, então isso é mais um plus para a história pra mim, inclusive um deles está no meu livro que eu juro que vai ser publicado, gente, ‘guenta a mão aí.)

É até difícil enumerar os pontos positivos porque a história é maravilhosa. A identidade de gênero é um assunto que vem sendo muito discuto, mas ainda não é compreendido pelas pessoas. A gente escuta muito que alguém “resolveu virar mulher” e expressões do tipo, mas na verdade não é que um home resolveu virar mulher ou a contrário: ele ou ela já nasceu daquele jeito e não aguenta mais ficar preso em seu “corpo errado”. É difícil assimilar isso quando você não vive, claro, mas acho que abrindo a mente um pouquinho fica tudo compreendido.
As narrações do David são altamente tocantes, para que a gente consiga entender mesmo o que se passa dentro da sua cabecinha. Existem cenas de PARTIR O CORAÇÃO, em que ele fala como se sente em relação a algumas partes de seu corpo, quando ele começa a se maquiar para no meio do caminho porque se sente mal e principalmente as cenas em que ele vai vendo sua irmã mais nova virando adolescente, comprando o primeiro sutiã e ficando menstruada. Nessas ele fica duplamente mal porque sabe que deveria estar feliz por ela, mas só o que consegue sentir é que nunca vai passar por aquelas experiências tão corriqueiras mas ainda assim marcantes na vida de uma garota. Dá vontade de entrar no livro e dar um abraço apertado nele, porque é uma fofura de pessoa!
E eu não posso deixar de falar do Leo, é claro, que é outro que precisa de muito colo na vida. Ele é o lado “misterioso” do livro, e mesmo que dê para perceber facilmente alguns de seus problemas nós vamos o conhecendo mais e mais a partir do momento em que ele começa a se abrir e, nossa, algumas revelações sobre a história de vida dele e de sua família são chocantes e bem mais pesadas.

O ponto negativo do livro é o fato de estar na primeira pessoa do presente porque eu ODEIO. Sei que é para dar a sensação de que você está ali no momento, na cabeça daqueles adolescentes, sem saber o que vem em seguida, mas não consigo me acostumar, fico irritada com aquilo porque sinto como se fosse uma jogada de marketing de jornal, que põe a manchete assim para atrair a curiosidade do leitor como se ele estivesse “lendo ao vivo”. Mas isso, claro, é implicância minha, tenho certeza que se foi usado é para ser a favor da história.
Eu vi algumas pessoas reclamando também do final meio “conto de fadas” que o livro tem em alguns aspectos porque isso raramente acontece, mas eu não vejo nada de errado, gosto do enredo realista mas prefiro muito mais quando ele tem um final feliz, ou pelo menos com a esperança de a felicidade vir em breve.

No início eu achava a capa bem clichê e até feia, mas depois que li comecei a me afeiçoar a ela por inteiro: as cores, os significados, passei a achar a simplicidade algo muito positivo! Sei lá, agora gosto bastante, eu peguei emprestado de um amigo mas é um que ficaria feliz em ter na minha estante.

Fake

Em 12.02.2016   Arquivado em Leitura

Fake

Fake *****
Autor: Felipe Barenco
Gênero: Jovem adulto
Ano: 2014
Número de páginas: 264p.
Editora: UMÔ
Sinopse: “‘Fake’ é um YA nacional com temática gay. Conta a história de Téo, que está prestes a completar vinte anos e acabou de passar para o curso de Direito. Não bastasse a euforia em começar a faculdade, ele se apaixona por Davi, um garoto que chegou ao Rio de Janeiro para ser ator.” (fonte)

Comentários: Durante a leitura desse livro eu estabeleci uma forte relação de amor e ódio com o autor em que muitas vezes o amor foi mais forte, mas em algumas outras, confesso, o ódio venceu. Ainda assim gostei MUITO e fiquei feliz que minha primeira leitura do ano tenha sido tão positiva.
Fake conta a história de Téo, um rapaz carioca que enfrenta vários dos dilemas que um jovem adulto se vê enfrentando normalmente: a nova vida universitária, os problemas familiares, questões financeiras, a vontade de estar em um relacionamento e seu maior questionamento de todos: quando, como e SE contar à família sobre o fato de ele ser gay.
E é nesse turbilhão de pensamentos e sentimentos que ele conhece Davi, que acabou de chegar ao Rio para tentar carreira de ator. Ele se encanta imediatamente e os dois começam o que parece se um super romance, marcado por beijos no banheiro do shopping e uma vontade incontrolável de correr atrás!

Acho que preciso começar a falar dos pontos positivos, porque encontrei vários. Vamos começar com o fato de que estou numa vibe muito forte de ler dramas e romances atuais, desses que eu posso até achar que está acontecendo ao mesmo tempo em que estou lendo, então quanto mais real for a história e as personagens melhor, e é o caso. Ultimamente não estou com paciência para “histórias dos sonhos” onde tudo magicamente dá certo sem que o protagonista nem ao menos tente: eu gosto do final feliz, mas quero que ele seja possível de se acreditar, que seja pé no chão, que possa ser comigo ou com um amigo meu, quem sabe! E isso o livro tem de sobra, é coerente quando se trata de datas, locais e experiências, coisa que já vi faltando em alguns autores nacionais e são mais detectáveis nesse caso porque é uma realidade próxima da nossa, fácil de checar se é real ou fantasiosa. Além disso a maneira como o autor escreve é ÓTIMA, ele é poético mesmo com um linguajar direto e informal, usa até emoticons que deixam algumas cenas ainda mais engraçadas, sem contar algumas citações que dá pra levar pra vida!
Outra coisa muito positiva é que você se apega facilmente às personagens certas e já antipatiza com as erradas mesmo que o protagonista, que está narrando a história, não faça o mesmo, porque ele mesmo admite quando está errado e até que persiste em seus erros. Sabe quando a gente sabe que está fazendo “papel de trouxa” e comenta com os amigos, mas continua nessa mesmo assim? Isso acontece várias vezes no livro, mas ele é um ser humano como qualquer um e não sabe ser unicamente racional ou emocional em todos os momentos, é um balanço dos dois, sempre. Dá muita vontade de ser amiga dele, de verdade… Mas minha personagem favorita na história foi a avó do Téo, ela é a coisa mais fofa e dá muita vontade de abraçar, além de causar as principais lágrimas da história!
Existe um outro fator que é umas das temáticas principais do livro, está presente o tempo todo e que eu NÃO POSSO FALAR QUAL porque é revelar muito sobre o enredo, mas que acho importante que existam livros atuais abordando. Quem leu obviamente sabe do que estou falar e quem quiser saber pode procurar o livro porque está praticamente em todas as páginas dele.

O que achei de negativo foram alguns discursos durante a história e que fazem parte desse “realismo” todo, porque já vi os mesmo argumentos sendo usados por alguns amigos e conhecidos, e me incomoda que sejam perpetuados assim. Acho que um livro como esse, que aborda a temática de um jovem gay tentando superar os desafios que a sociedade põe na sua sexualidade, não devia perpetuar outros preconceitos semelhantes. Sei que todo mundo tem preconceitos, eu também tenho, e sei também que aquele pode ser o pensamento da personagem e não do autor propriamente dito (apesar de que não é o que ficou parecendo), mas argumentos como “não existe bissexual” e alguns discursos machistas do tipo “eu era a menininha da relação” me incomodaram MUITO. Sério, não posso fingir que não me irritou, foi tanto que até mandei mensagens indignadas para os amigos que sabiam que eu estava lendo o livro.

A capa é LINDA e absolutamente significativa, é só uma das coisas que te fazem chegar ao final do livro com a certeza de que aquilo é um relato real! No geral gostei bastante, li todo em uma tarde só por ser super rápido e também porque estava doida para saber o final, muito bacana ver um livro brasileiro de temática jovem alcançando um público tão grande e melhor, saber que existe uma interação bacana entre o autor e os leitores. Para saber mais sobre ele ou entrar em contato é só entrar no site: http://livrofake.com.br/

Fake

Auggie & Eu

Em 18.01.2016   Arquivado em Leitura

Auggie & Eu – Três histórias Extraordinárias (Auggie & Me) *****
Autor: R. J. Palacio
Gênero: Infantojuvenil
Ano: 2015
Número de páginas: 326p.
Editora: Intrínseca
Sinopse: “A história de Auggie Pullman, o menino de aparência incomum que tem encantado milhares de leitores desde o lançamento do romance Extraordinário, em 2013, ganha agora novas perspectivas: Julian, Christopher e Charlotte, personagens da vida de Auggie, narram nos três contos reunidos no livro Auggie e eu seus encontros e desencontros com o amigo extraordinário.” (fonte)

Auggie & Eu

Comentários: Como contei no meu Top 5 de melhores livros de 2015, “Auggie & Eu” foi o último que li no ano, mas também o que mais gostei. Não tinha como ser diferente uma vez que “Extraordinário” é um dos meus livros favoritos (eu diria que é o número 01 se não fosse pela série “Harry Potter”) e eu estava morrendo de saudades dos personagens, apesar de concordar com a autora que não sabe fazer uma continuação para ele porque NÃO, não é isso que temos aqui, e sim três histórias paralelas que faltaram no livro onde August é apenas um coadjuvante. O objetivo, porém, é o mesmo: mostrar como ele afeta as pessoas ao seu redor, mesmo que indiretamente.

“O Capítulo do Julian” mostra o ponto de vista geral de quem as pessoas mais sentiam falta no livro original: o garoto que lidera as práticas de bullying contra o Auggie. Eu tinha muito, muito, muito medo de o Julian ser vitimizado nessa história porque eu acho que nada nessa vida justifica maltratar um colega de escola, ou incentivar esse mal trato, mas não é isso que acontece, felizmente. A história explica o medo de Julian em relação ao colega (com o qual me identifiquei um pouco, apesar de que eu jamais agiria como ele na vida), a influência da família diante dessa situação, os pensamentos não muito legais de um menino não muito legal e, por fim, uma história tristíssima contada pela avó que ensina o quanto seu comportamento foi errado. Gostei de como mostra que, apesar de ele não estar certo em suas atitudes, pode aprender a “escolher ser gentil”, que é o lema da história.

“Plutão” era o que eu mais queria ler porque senti falta de ver pelo menos um pouquinho do Christopher, melhor e mais antigo amigo do Auggie, em “Extraordinário”, já que ele nem aparece. Assim como o amigo, Chris está passando pela vida esquisita na pré-adolescência e tem que fazer suas escolhas em relação à família, já que ele e a mãe vivem discutindo, e os colegas de escola, onde ele tenta se encaixar da melhor maneira que pode diariamente (e quem não tenta?). É engraçado porque as atitudes e pensamentos dele são exatamente o que se espera em relação a tudo! A gente vê as dificuldades que ele teve por ser amigo de uma criança “deformada”, as consequências disso nas suas atuais amizades, a maneira como ele lida com a separação dos pais, e consegue entender, porque é exatamente isso que se passa na cabeça de uma criança aos 10, 11 anos de idade. Palacio é brilhante nesse aspecto, gente, é impressionante. Outra coisa legal é ver pequenos flashs da infância deles, com a presença da Via, que é minha personagem favorita, então fiquei super feliz.

“Shingaling” é a história da Charlotte, uma garota da sala do Auggie que, apesar de não ter se tornado amiga dele, sempre o tratou da melhor maneira possível, independente da aparência. E foi minha favorita do livro, porque além de ser uma personagem realmente boazinha e com uma história bonita, me identifiquei MUITO com ela, era só ler sobre as coisas pelas quais ela passava que eu lembrava como era estar na quinta série e ser forçada a crescer para manter as amizades, mas com aquela necessidade de ser aceita do jeito que você é. Acho que fica ainda mais natural por ela ser menina, como a autora, aí as experiências ficam mais realistas. Outra coisa legal é conhecer mais sobre a personalidade das meninas que são apenas citadas no primeiro livro e rever MUITO a Summer, que é indiscutivelmente a melhor personagem e o tipo de pessoa que qualquer um quer e devia ser.

Para quem leu “Extraordinário” está super recomendado. Para quem não leu já recomendo os dois de uma vez, é daqueles que mudam alguns pontos de vista da vida da gente (sério)!

Auggie & Eu

Top 5: Os melhores livros de 2015

Em 02.01.2016   Arquivado em Leitura, Vídeos

Hello, hello, pessoal, feliz ano novo! Para já começar no embalo vamos direto para o nosso primeiro vídeo do ano mostrando os meus 5 livros favoritos de 2015! Confesso que esse ano li bem menos do que gostaria e muitos deles não atenderam bem minhas expectativa de “boa leitura”, mas consegui separar essas indicações que têm um ponto crucial em comum: são todos livros pra chorar, que eu adoro!
Ali em baixo vou deixar os nomes e autores de todos direitinho, assim como o link dos que já fiz algum post sobre. Em breve farei sobre os que não fiz ainda, ‘guenta mão aí que tá nos planos, aí atualizo aqui!
Dessa vez a imagem ficou melhor mas o ÁUDIO tá bem ruim, acho que foi porque isolei demais o som e deu eco, já sei o que preciso mudar na próxima.
(Na verdade preciso mudar mesmo é minha câmera, né, mas a gente tem que resolver o que é possível primeiro, depois o que é necessário.)


Se inscrevam lá no canal para já começar o ano de olho em tudo!

Livros indicados:
01 – Auggie & Eu – R.J. Palacio (resenha aqui!)
02 – Por Lugares Incríveis – Jennifer Niven (resenha aqui!)
03 – A Arte de Ser Normal – Lisa Williamson (resenha aqui!)
04 – O Segredo de Brokeback Mountain – Annie Proulx (resenha aqui!)
05 – Love Is The Cure – Elton John (resenha da versão em português aqui!)
Menção honrosa: A Pirâmide Vermelha – Rick Riordan

No meu planejamento (que pretendo seguir direitinho) esse é só o primeiro de quatro vídeo para esse mês aqui no blog. Tenho também um de um novo projeto que vou começar agora e dois da viagem do Potter Club que vai acontecer no meio do mês, então vocês vão me ver falando um bocado ainda nesse começo de ano!

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