Categoria "Filmes"

Bonecos de “Divergente”

Em 27.03.2014   Arquivado em Dolls, Filmes

Taí um lançamento que eu nunca imaginei que veria no Barbie Collector, mas que já está lá a alguns dias. Em abril estréia aqui no Brasil o filme “Divergente”, baseado no livro de mesmo nome que é o primeiro de uma trilogia escrita por Veronica Roth e eu não estava nem um pouco animada pra assisti-lo porque não gostei muito da escalação do elenco, mas agora que tá chegando já tô ficando curiosa e com vontade de ir lá ver o que vai dar logo!
Saíram bonecos representando apenas os personagens BEM principais meeesmo da série, Tris e Quatro. E nenhum dos dois ficou lá grande coisa…

Divergent Dolls

A Tris achei até parecidinha com a atriz que a interpreta, mas não vi graça NENHUMA na boneca. A roupa é bem feia, o cabelo é igual ao de qualquer Barbie que se vê por aí e a única coisa que ela tem demais é a tatuagem na clavícula. No livro a personagem tem outras tatuagens, menos importantes que essa, mas não sei se a boneca tem também ou se vão aparecer no filme, provavelmente sim…

Divergent Dolls

Já o Quatro acabou ficando mais diferente de outros Kens comuns por causa da tatuagem que cobre as costas todas com o símbolo de todas as facções e porque o rosto também foi adaptado ao ator do filme, mas mesmo assim tá feio demais! Eu particularmente achei uma péssima escolha pro intérprete porque nos livros ele chama atenção de tão bonito e escolheram um cara bem mais ou menos pro papel, então o boneco também não tinha como sair divino, né? Fora isso tem uns detalhes das roupas no site e eu achei bem meia boca, nada bem feitinho ou impressionável.

Faz sentido os bonecos sem graça porque tirando as tatuagens os personagens não têm nada de elaborado no figurino, que se baseia simplesmente em roupas pretas, mas daí vem o fato de que eu não entendi realmente a necessidade desse lançamento… De qualquer forma eles estão a venda por U$24,95 AQUI, mas não sei se virão ou não pro Brasil – e se vierem podem esperar uma facada no preço!

Pra quem não conhece muito a trilogia de Divergente e gosta de uma distopia acho que vale a pena procurar saber porque é ótima. Os outros livros são “Insurgente” e o último saiu agora em português com o título “Convergente”. Eu já comecei a ler, mas confesso que tô enrolando porque quando o livro saiu em inglês rolou o maior de todos os spoilers pela internet que nem um furacão e isso me deu medo do que está por vir. O filme baseado no primeiro livro já saiu lá nos EUA e pelo o que estou vendo por aí pode ser que role uma certa decepção, mas só vou dizer com certeza quando passar… Dependendo da minha opinião sobre qualquer um dos dois pode ser que eu venha postar sobre um e/ou o outro aqui depois, mas isso vai depender da minha capacidade de fazer isso sem soltar spoilers, veremos!

Walt nos Bastidores de Mary Poppins

Em 21.03.2014   Arquivado em Disney, Filmes

Walt nos Bastidores de Mary Poppins Walt nos Bastidores de Mary Poppins (Saving Mr. Banks) *****
Elenco: Emma Thompson, Tom Hanks, Colin Farrell, Paul Giamatti, Jason Schwartzman, B.J. Novak, Michelle Arthur, Bradley Whitford, Kathy Baker, Melanie Deanne Moore, Ruth Wilson, Ronan Vibert, Rachel Griffiths, Andy McPhee
Direção: John Lee Hancock
Gênero: Biografia
Duração: 125 min
Ano: 2013
Sinopse: “Walt nos Bastidores de Mary Poppins (Saving Mr. Banks) é um filme baseado em fatos reais, que mostra como foi a produção do clássico Mary Poppins (1964). A trama acompanha como foi a batalha entre Walt Disney (Tom Hanks) e a escritora australiana Pamela Lyndon Travers (Emma Thompson), que durou 14 anos, onde Walt tentou de todas as maneiras persuadir a famosa escritora a vender os direitos da adaptação para os cinemas de Mary Poppins, que teve oito livros publicados. Depois de muito tentar, Walt conseguiu os direitos para a adaptação, mas Travers odiou o resultado final do filme e proibiu Walt a fazer qualquer tipo de sequências.” (fonte)
Comentários: Meu Deus do céu que filme LIN-DO! Lindo, lindo, lindo, chorei durante todas as duas horas de duração dele! No dia em que vi que esse filme estava sendo produzido comecei a esperar ansiosamente pelo lançamento dele e fui logo na estreia porque eu tinha que ver se corresponderia a todas as minhas expectativas e foi maravilhoso sair de lá sem um pingo de decepção, é muito bonito mesmo!
O filme conta a história da produção do filme “Mary Poppins”, da Disney, a partir do momento em que a autora P. L. Travers sai da Inglaterra para ir para os EUA decidir de vez se daria ou não à Walt Disney Productions os direitos para que o filme fosse feito. Em paralelo vai mostrando a infância da autora em uns flashbacks bem bonitos e tristes que aos poucos explicam bastante alguns aspectos da história. E aí enquanto Walt Disney e seus funcionários tentam de tudo quanto é jeito agradar a autora pra conseguir os direitos sem tirar do filme a “magia Disney” ela vai se mostrando uma moça durona, mas com sentimentos e traumas como qualquer outro ser humano.
É legal ver esse filme porque mostra bastante as coisas pelo ponto de vista da “Pam” Travers (se ela me visse escrevendo isso viria aqui pessoalmente me estrangular) que não quer que sua obra seja retratada de forma diferente do que é, e Emma Thompson consegue passar isso lindamente como tudo o que faz. Sério, o mundo do cinema seria um local mais maravilhoso ainda se tivéssemos mais Emmas Thompsons nesse planeta, a mulher é perfeita numa escala superior. Mas aí vem a questão do “outro lado da moeda”, do lado de quem está fazendo o filme e, nem preciso dizer, mesmo com o foco da história sobre nela e a atriz maravilhosa com sotaque e tudo era pra esse outro lado que eu “torcia” porque Walt Disney é Walt Disney e fim de papo!
Tom Hanks tá memorável no papel do Walt. Eu sorri em todas as cenas em que ele aparecia e a cada implicância dela com os planejamentos do filme pensava “Larga de ser chata e deixa o homem fazer o serviço dele!”, não tinha como eu ter raiva daquela pessoa. Por mais que eu tente ver o lado da autora vendo sua obra sendo transformada naquela coisa Disneyca toda de músicas, animais que dançam e “Supercalifragilisticexpialidocious” era impossível esquecer que é essa a visão de mundo que gosto, não a de mundo real, acho o filme incrível e se a Disney quisesse fazer isso com qualquer livro que posso ou não vir a lançar nessa minha vida eu deixaria porque sou tiete com força e não disfarço.
A cena que mais gostei foi a em que os dois vão à Disneyland juntos. Imagina ir naquele lugar com aquele homem? Tá na categoria “sonhos que nunca vão se realizar”. Chorei porque tocou “A Dream Is a Wish Your Heart Makes” toda linda no carrossel… Gostei muito também quando ela FINALMENTE APROVA UMA DROGA DE UMA MÚSICA que eles escrevem e, claro, o final do filme que é lindo. Inclusive o título em português não faz sentido nenhum, mas em inglês consegue resumir toda a história e aquele momento em especial. Mas nada me emocionou mais do que quando Disney fala “That mouse, he’s family.“, ao comparar a importância do Mickey pra ela com a da Mary pra ela. Arrepiei até o último filme de cabelo.

Pra quem já assistiu “Mary Poppins” e gosta do filme vale muito a pena. Pra quem não assistiu vale também, mas assiste antes porque senão não vai fazer tanto sentido. E pra quem não gosta não deixo recado nenhum porque não gostar daquele filme não entra na minha cabeça!

O Hobbit: A Desolação de Smaug

Em 08.01.2014   Arquivado em Filmes

O Hobbit O Hobbit: A Desolação de Smaug (The Hobbit: The Desolation of Smaug) *****
Elenco: Martin Freeman, Ian McKellen, Richard Armitage, Benedict Cumberbatch, Orlando Bloom, Ken Stott, Aidan Turner, Dean O’Gorman, Adam Brown, James Nesbitt, Jed Brophy, John Bell, John Callen, Graham McTavish, Mark Hadlow, Stephen (I) Hunter, Peter Hambleton, William Kircher, Evangeline Lilly, Lee Pace, Luke Evans, Cate Blanchett, Sylvester McCoy
Direção: Peter Jackson
Gênero: Aventura, Fantasia
Duração: 161 min
Ano: 2013
Sinopse: “Tendo sobrevivido ao início de sua jornada inesperada, o grupo continua em direção ao Leste, encontrando no caminho o metamorfo Beorn e aranhas gigantes da traiçoeira Floresta das Trevas. Depois de escapar do cativeiro dos perigosos Elfos da Floresta, os anões viajam para Esgaroth, a Cidade do Lago, e finalmente chegam à Montanha Solitária, onde devem enfrentar o maior perigo de todos – uma criatura mais aterrorizante que qualquer outra; uma que testará não apenas o nível de coragem dos aventureiros, mas também os limites de sua amizade e a sabedoria da própria jornada – o dragão Smaug.” (fonte)
Comentários: Sim, eu estou DECEPCIONADA! Muito, diga-se de passagem… Quando eu assisti “Uma Jornada Inesperada”, que foi o primeiro filme, não postei aqui porque estava em plena época de TCC e não tinha muito tempo pro blog, mas lembro que saí do cinema encantada porque mesmo com 3 horas de duração, o que não é brinquedo não, foi bem fiel ao livro, as cenas baseadas nos apêndices se encaixavam bem, foi uma obra de arte! Aí logo que saiu o segundo mês passado já comecei a ouvir aqui e ali reclamações de quem gostava ou não do livro e vi que seria uma decepção. Ainda assim fui assistir com meus primos porque não podia deixar de ir lá e ver com meus próprios olhos o que Peter Jackson tinha aprontado pr’a gente. E ele aprontou foi FEIO dessa vez.
O filme não foi fiel ao livro e as partes de fora também não se encaixaram na história. “Mas, poxa Luly, pra transformar 300 páginas em 9 horas de filme precisa inventar, ué”. ENTÃO NÃO FAZ 9 HORAS DE FILME, CARAMBA! Pra que isso tudo? Pra colocar uma elfa sem carisma nenhum de casinho com um anão? Pra inserir coisas que teoricamente deveriam emocionar fãs de “O Senhor dos Anéis”, mas que pra mim foram só encheção de linguiça? Até a presença do Legolas, que é um dos meus personagens favoritos no universo do Tolkien, começou a me irritar em um certo ponto do filme. E o pior, pior, pior: eu saí do cinema sem deixar cair uma única lágrima. NADA MESMO. Gente, isso não é normal. Não chorei com a trilha sonora, com personagens, com a emoção de ver cenas que gosto no livro. Nada. Eu sei que soa bobo isso, mas não é normal eu não chorar, e a Desolação de Smaug conseguiu. Sei lá, eu acho as músicas a parte mais chata dos livros do Tolkien, mas preferia ver todo mundo cantando no lugar do que vi. Até o que eu já esperava, que era que fosse um filme sem começo nem fim (assim como é “As Duas Torres”) me deixou com raiva porque foi SEM FIM MESMO, na hora que acabou fiquei olhando pros créditos finais que iam aparecendo sem entender o que tava acontecendo, esperei até acabar tudo pra ver se não tinha mais nada, nenhum pós créditos, porque não conseguia aceitar que fosse só aquilo ali.
Ok, vocês querem pontos positivos? Vamos lá… Além dos efeitos que estavam (em sua maioria) ótimos, os atores que são muito bons e etc… Em questões cinematográficas gostei bastante do Smaug. Achei lindo o fogo saindo dele desde a garganta, gostei de como ele se movimentava, das aparições dele. Acho que, pra mim, foi o ponto alto do filme. Um dos únicos.
Queria terminar dizendo que não vejo a hora da parte final que sai em dezembro mas seria mentira, porque se continuar decaindo assim vai ser mais tempo perdido. Aliás, quem leu o livro pode, por favor, me dizer de onde Peter Jackson vai tirar mais três horas de história? Eu particularmente não consigo ver como isso pode dar certo. Espero que eu esteja completamente errada.

A Princesinha

Em 23.12.2013   Arquivado em Filmes

A Princesinha A Princesinha (A Little Princess) *****
Elenco: Liesel Matthews, Vanessa Lee Chester, Liam Cunningham, Eleanor Bron, Arthur Malet, Ken Palmer, Rusty Schwimmer, Alison Moir, Alexandra Rea-Baum, Kaitlin Cullum, Kelsey Mulrooney, Rachael Bella, Taylor Fry, Time Winters, Vincent Schiavelli
Direção: Alfonso Cuarón
Gênero: Drama, Fantasia
Duração: 97 min
Ano: 1995
Sinopse: “1914, Simla, Índia. Sara Crewe (Liesel Matthews) é uma garota inglesa que vivia feliz, apesar de ser órfã de mãe. Quando eclodiu a 1ª Guerra Mundial seu pai, o capitão Crewe (Liam Cunningham), que pertencia ao exército inglês, tem que ir para a guerra. Porém antes vai a Nova York para deixar Sara num luxuoso internato para moças, no qual a mãe dela já estudara e que é administrado agora com mão de ferro pela Srta. Minchin (Eleanor Bron). A Srta. Minchin fica incomodada com a criatividade de Sara, que logo cativa a maioria das garotas. Um dia o Sr. Barrow (Vincent Schiavelli), o advogado do pai de Sara, chega no colégio para dizer que não haveriam mais pagamentos, pois o pai de Sara tinha morrido em combate. Minchin então faz Sara trabalhar como uma criada, para pagar sua estada ali.” (fonte)
Comentários: Eu não ia postar sobre esse filme, mas a Lili pediu com tanto amor e carinho que tive que providenciar esse post bonitinho. Na verdade eu já tinha assistido “A Princesinha” a anos e anos atrás, não sei se na Sessão da Tarde da Globo ou no Cinema em Casa do SBT, mas me lembrava de tudo nele, menos o título. Então quando a Lili me emprestou o DVD eu peguei sem saber que era aqueeele filme que tinha marcado tanto um certo dia da Luly aos 9 anos de idade. Mas foi só nossa Princesa Sara aparecer na tela que lembrei de tudo e sorri já sabendo o quão gostoso ia ser assistir aquilo tudo de novo.
Quem já viu esse filme não pode discordar de mim: ele é LINDO! E o que faz dele lindo é o fato de ser uma história mágica que pode acontecer em qualquer lugar se você acreditar nas pequenas (ou grandes) coincidências da vida. Sara é uma menina completamente especial mesmo tendo tudo que uma menina pode querer e não deixa de ser assim mesmo perdendo sua vida inteira e a Becky… Bem, tem como não se apaixonar pela Becky? Eu entendo a Sara querendo ser amiga dela mesmo sem poder porque ela é encantadora, em todos os sentidos! Ai, meu Pai, chorei demais com essas duas!
É engraçado ver como certos valores e preconceitos são extremamente culturais e como dá pr’a gente lutar contra isso… Uma criança que mora na Índia e não vê diferença nenhuma entre ela mesma e as pessoas de qualquer outra cor e é “jogada” numa sociedade tão cheia de preconceito racial que sobrevive assim até hoje em alguns lugares… A Sara simplesmente não consegue processar essas diferenças, e na verdade é que ela que está certa no fim das contas com essa pequena “ignorância social” – ignorância no sentido de ignorar completamente mesmo!
Outra coisa no filme que choca é a maldade das pessoas nas pequenas coisas da vida. A gente vê vilões em filmes de fantasia que querem dominar o mundo e matam aos montes e acaba até gostando e admirando alguns. Nesse filme a “vilã” tão real que incomoda, que dá vontade de desejar pra ela um final infeliz. Não estou dizendo que ela deveria sustentar a garota, fazer caridades e nem nada do gênero porque nesse aspecto ela está “certa”: não tem como pagar o colégio, não estuda! Mas são os detalhes que tornam ela tão terrível: agressões verbais, a falta de explicações… Poxa vida, moça, é uma criança, né! Se vai colocar a menina pra morar no sótão e trabalhar pra você deixa pelo menos que ela explique pras amiguinhas, que ela fique com mais do que uma boneca pra lembrar do pai dela, não sai jogando nela tudo que ela perdeu com essa sua cara cínica! São essas crueldades da vida real que fazem verdadeiros vilões no mundo…
Minha cena favorita é quando o banquete imaginário delas se torna real porque era a cena que eu mais lembrava de ter assistido antes, tanto que sabia até algumas falas, gente, e eu tinha visto esse filme uma única vez em 1999! É uma cena tão incrível que quando a gente é criança fica desejando que isso aconteça com a gente também. Sei disso porque aconteceu comigo várias e várias vezes, e olha que (felizmente) nunca precisei fingir que tinha comido para ir dormir de barriga cheia, como é o caso delas. Quem dera se todas as crianças com fome no mundo tivessem um amigo macaco cujo dono torna os desejos delas reais…

Jogos Vorazes: Em Chamas

Em 26.11.2013   Arquivado em Filmes

Em Chamas Jogos Vorazes: Em Chamas (The Hunger Games: Catching Fire) *****
Elenco: Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Donald Sutherland, Woody Harrelson, Sam Claflin, Jena Malone, Lynn Cohen I, Jeffrey Wright, Amanda Plummer, Elizabeth Banks, Stanley Tucci, Willow Shields, Philip Seymour Hoffman, Lenny Kravitz, Alan Ritchson, Bobby Jordan, Bruno Gunn, E. Roger Mitchell, John Casino, Maria Howell, Meta Golding, Patrick St. Esprit, Stephanie Leigh Schlund
Direção: Francis Lawrence (II)
Gênero: Ação, Aventura
Duração: 146 min
Ano: 2013
Sinopse: “Este é o segundo volume da trilogia Jogos Vorazes, baseada nos romances de Suzanne Collins. A saga relata a aventura de Katniss (Jennifer Lawrence), jovem escolhida para participar aos “jogos vorazes”, espécie de reality show em que um adolescente de cada distrito de Panem, considerado como “tributo”, deve lutar com os demais até que apenas um saia vivo. Neste segundo episódio da série, após a afronta de Katniss à organização dos jogos, ela deverá enfrentar a forte represália do governo local, lutando não apenas por sua vida, mas por toda a população de Panem.” (fonte)
Comentários: Antes de qualquer coisa eu preciso dizer que “Em Chamas” é meu livro favorito da trilogia de Jogos Vorazes, então eu estava mais ansiosa com esse filme do que para qualquer outro em 2013 (incluindo a segunda parte de “O Hobbit” que vem aí!) e, sinceramente, sentia um medo indescritível de sair ruim… Eu até gosto do filme Jogos Vorazes se comparar ao livro, mas existem nele uns erros drásticos que não podiam ter sido cometidos e isso me deixava meio insegura. Maaaas dia 15 lá estávamos nós para a estreia do filme no Brasil, que aconteceu uma semana antes do resto do mundo. Cheguei empolgada e saí encantada! Apesar de alguns errinhos e faltar duas cenas importantes eu achei incrível!
O que me deixava mais insegura era o elenco, mas não precisei me preocupar com isso durante o filme porque foram todos incríveis. Eu não ia muito com a cara da Jena Malone por causa de “Orgulho e Preconceito” e paguei língua com força porque ela como Johanna estava FANTÁSTICA, roubou a cena e foi o ponto alto do filme! Gostei também de outros personagens como Finnick, Mags (choro, choro, choro, choro, choro, choro), Beetee… Sem contar os que já faziam parte do primeiro filme. O pessoal tá de parabéns. A única que me decepcionou foi a Annie em sua muito rápida aparição, espero que isso melhore quando “A esperança” chegar porque ela é minha personagem preferida.
As cenas que me fizeram falta em relação ao livro foram as garotas indo para o Distrito 13, porque sem ela não acho que deu pra entender a relevância do 13 pro final, e PRINCIPALMENTE o relógio do Plutarch e o “Começa à meia noite” dele, porque isso é importante pra Katniss entender a história do tic-tac. Fora isso só me incomodou o beijo “extra” da Katniss no insuportável do Gale e a falta do Peetaa falando que ela daria uma ótima mãe ou alguma referência qualquer ao bebê, porque dentro da arena ele nem foi mencionado. Eu só tirei meia estrelinha do filme por causa desses momentinhos que me fizeram falta mesmo, fora isso acho que os cortes foram necessários e tudo mais, senti falta como fã da série mas não acho que atrapalhou o filme. Espero que tenham essas cenas faltantes na versão estendida que vai sair em Blu-ray (e tem 3h30, é muita alegria pro meu pobre coração).
Agora o melhor momento… Difícil. Minhas cenas favoritas no livro são a dos tordos na arena quando Finnick ouve a Annie, e realmente ficou muito boa, e da hora que Finnick salva o Peeta e todos nós percebemos que a Katniss gosta é dele (menos ela, né!), e ficou linda demais também. Mas não tenho como escolhê-las porque o filme é da Johanna. Ela xingando a Capital na televisão e dando recadinho pro Snow dentro da arena, meu Deus, incrível!

Por fim, antes de terminar o post… PRECISO CONTAR sobre a gafe nível 5mil que eu e Gugui aprontamos no dia da estreia. A gafe na verdade foi minha, mas ele tava comigo então leva os créditos também… Todo mundo entrou e eu fiquei do lado de fora esperando ele porque o ingresso tava comigo. Quando ele chegou e fomos entrar na sala e eu “nos encaminhei” logo na primeira que vi o cartaz do filme. Só que não era a sala certa, já tava na metade do filme, nós fomos sentar e atrapalhamos todo mundo (e o povo reclamando com ironias tipo “nossa, chegaram cedo, hein”). Foi só depois que achamos um lugar pra sentar que eu percebi que não podia ser a sala certa porque nossos lugares nem ao menos existiam, aí saímos e fomos atrás da sala certa. Entramos e tava com a luz acesa, o povo batendo papo, nem tinha começado nada ainda… Hahaha, taí uma daquelas histórias que vão ser lembradas pra sempre e nós dois seremos zuados pra sempre por isso também, claro!

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