Categoria "Filmes"

Caça-Fantasmas

Em 02.08.2016   Arquivado em Filmes

Caça-Fantasmas, via Filmow

Caça-Fantasmas (Ghostbusters) *****
Elenco: Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Kate McKinnon, Leslie Jones, Chris Hemsworth, Neil Casey, Charles Dance, Michael Kenneth Williams, Bill Murray, Dan Aykroyd, Ernie Hudson, Annie Potts, Cecily Strong, Ed Begley, Karan Soni, Matt Walsh, Ozzy Osbourne, Shawn Contois, Sigourney Weaver, Steve Bannos, Toby Huss, Zach Woods Tour Guide
Direção: Paul Feig
Gênero: Ação, Comédia, Ficção Científica
Duração: 116 min
Ano: 2016
Sinopse: “Atualmente uma respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert escreveu anos atrás um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates. A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan, funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.” (fonte – sinopse e pôster)

Comentários: Antes de começar entrar no filme em si eu preciso falar um pouquinho de “Os Caça-Fantasmas”, o original: não, eu NUNCA assisti. Soltei essa informação na internet inclusive e o que mais tive foi gente falando que é uma “falha” minha, etc e etc, mas a verdade é essa. Até tenho vontade de ver um dia porque gosto desse tipo de coisa, mas também não me faz falta nenhuma, então vamos prosseguir com a vida assim mesmo, sem problemas e tudo mais. Sendo assim é ÓBVIO que não poderei dar uma opinião comparativa, mas posso dizer que se aqueles caras tinham 10% do carisma dessas meninas o sucesso tá explicado, porque elas foram absolutamente MARAVILHOSAS! Desde que foi anunciado eu tava doida pra assistir e, oh, não me decepcionei!

Erin Gilbert acaba de conseguir ser professora da cadeira que tanto desejava na Universidade, até que descobre que sua ex colega Abby Yates publicou um estudo das duas sobre a existência de fantasmas, que anos antes foi motivo de chacota por elas não terem conseguido provar nada. Ela decide ir então atrás da antiga parceira para reverter isso, com medo que prejudique sua carreira, e descobre que ela continua seus estudos ao lado da engenheira Jillian. Ao mesmo tempo começam a acontecer VÁRIAS coisas estranhas pela cidade afora, inclusive no metrô onde Patty Tolan trabalha, e pequenas (e péssimas) reviravoltas na vida dessas quatro mulheres fazem com que elas acabem se unindo para descobrir o que tem causado tudo isso e, enfim, provar que fantasmas existem e podem causar muitos problemas para os cidadãos de Nova York.

O filme já começa acertando DEMAIS com a escolha das atrizes que interpretaram os personagens principais: são quatro meninas tão maravilhosas que ainda não consegui decidir minha favorita, e olha que eu babo muito o ovo da Melissa McCarthy, hein! Cada uma tem seu modo de ser maluca, sabe, é bem aquele tipo de gente vida real que parece normal à primeira vista, mas quando você vai conhecendo percebe que a loucura particular é a melhor parte da sua personalidade, só que levemente mais escrachado pra causar mais risadas. A única coisa que achei meio “mais ou menos” foi o vilão, que é bem bostinha sem força nenhuma, mas acho que esse era o objetivo mesmo, e como eu sou sempre fã do lado do bem e detesto a supervalorização do mal simplesmente adorei! Fora isso a história foi super legal e bem trabalhada, mas sem ser difícil de entender (eu sofro desse mal às vezes), a gente ri o tempo todo e, claro, rolaram homenagens LINDAS ao filme original, com a presença de referências claras, dos fantasmas antigos e de parte do elenco que apareceu bem “picadinho” sem forçar a barra e arrancava um “Aaaaawn” de alegria em que quem tava assistindo. É o tipo de “nova versão” ideal, que respeita o passado e abraça o futuro, mal posso esperar pela parte 2!

Vi muita gente (na verdade: muito homem) reclamando do Kevin, secretário gostosão porém idiota delas interpretado pelo maravilhoso do Chris Hemsworth, mas essas pessoas não conseguem perceber a genialidade da crítica que temos aí causada por anos e anos de garotas burras que só serviam para sensualizar que temos na história das comédias, o objetivo não era seguir o esteriótipo e sim esfregá-lo na cara das pessoas e mostrar o quanto aquilo é incômodo para quem não consegue se ver representado ali. E vemos claramente a necessidade disso quando voltamos pra época em que o filme foi anunciado e depois quando saíram os trailers, onde uma chuva de comentários negativos do tipo “não sou preconceituoso, mas…” mostraram o quanto o público “geek” é machista e misógino, incapaz de aceitar mulheres protagonizando suas histórias, além de ser também racista, né… É só ver o que Leslie Jones teve que suportar no Twitter nos últimos dias, sendo atacada e chamada de “macaca”, para perceber que NÃO é frescura, NÃO é vitimismo. Muito pelo contrário: é pra abrir os olhos pra isso e parar de aceitar discurso de ódio como piada já!

Trailer:

BEDA2016

Capitão América: Guerra Civil

Em 09.05.2016   Arquivado em Filmes

Capitão América: Guerra Civil, via Filmow

Capitão América: Guerra Civil (Captain America: Civil War) *****
Elenco: Chris Evans, Robert Downey Jr., Sebastian Stan, Scarlett Johansson, Anthony Mackie, Elizabeth Olsen, Jeremy Renner, Paul Rudd, Chadwick Boseman, Don Cheadle Lieutenant, Tom Holland, Paul Bettany, Daniel Brühl, Emily VanCamp, Martin Freeman, Frank Grillo, William Hurt, John Kani, John Slattery, Hope Davis, Marisa Tomei, Michael Anthony Rogers, Stan Lee
Direção: Anthony Russo, Joe Russo
Gênero: Ação, Aventura
Duração: 147 min
Ano: 2016
Sinopse: “Quando o governo cria um órgão para supervisionar os Vingadores, o super time de heróis se divide em dois. Um liderado por Steve Rogers e seu desejo em manter os Vingadores livres para defender a humanidade sem interferência do governo, e o outro que segue a surpreendente decisão de Tony Stark em apoiar o governo na fiscalização de seus atos.” (fonte – sinopse e pôster)

Comentários: É absolutamente impossível para mim não vir aqui e comentar esse que está sendo considerado o “melhor filme de super heróis de todos os tempos”. Não sei dizer se concordo ou discordo dessa afirmação porque acho que não dá pra definir esse tipo de coisa, mas realmente ele é MARAVILHOSO! Tenho gostado muito do trabalho que tem sido feito com os heróis da Marvel como um todo, como os filmes têm uma interação ótima entre si em que é possível entender tudo mesmo sem ter assistido todos, mas que você vai percebendo que ficam cada vez melhores à medida que você adiciona informações nesse “currículo”. Guerra Civil atingiu o ponto máximo nesse sentido: referências bem colocadas, lutas na hora certa, ideologias expostas claramente, tudo com o humor e o drama certos nas horas certas, simplesmente amei! O principal para mim, porém, foi a reflexão que ele foi me causando enquanto eu assistia e que consegui desenvolver melhor assim que acabou, que foi o que me levou a escrever esse post mesmo já tendo lido outros (vários) nos últimos dias.

A questão é a seguinte: eu não gosto de ter sentimentos extremos em relação a nada! Tenho minhas opiniões, crenças e lutas, mas sempre estou aberta a ouvir o outro lado da história quando ele vem com bons argumentos. Desde o início eu “assumi” meu posicionamento “#TeamCap” porque sabia que minhas ideias batiam muito mais com as do personagem à medida que ia recebendo mais informações sobre a história do que com as do Homem de Ferro, que já é um herói com o qual não simpatizo tanto. E foi aí que o enredo foi se desenvolvendo e eu consegui ver acertos e falhas em absolutamente TODOS eles, tanto os que lideravam quando os que seguiam. Isso, pra mim, foi incrível! Tive meus momentos de indignação, claro, mas na maioria das vezes eu conseguia aceitar e entender exatamente os motivos que levaram cada acontecimento, e foi o que eu mais gostei de tudo. Não é uma questão de ficar “em cima do muro”, mas saber que existe bem e mal em todo mundo, a gente só precisa descobrir isso com cuidado e ver qual dos dois prevalece. Quando é o bem vale a pena pelo menos ouvir o ponto de vista dessa pessoa. Quando é o mal, como é o caso do vilão do filme… Bom aí “não dá pra te defender”, né! Claro que no fim das contas tendo uma visão ampla da coisa eu ainda apoio “mais” o Capitão América, mas também não consigo que seja um apoio total, tanto que acho que se eu estivesse vivendo a situação não ficaria no time dele (eu sei, chocante).

Sendo assim pensei muito sobre o assunto e entre todos os personagens ali minhas atitudes seriam mais ou menos as da Viúva Negra, que eu adoro desde sempre e tenho gostado cada vez mais: ela faz o que acha ser o melhor para todos, independente de times ou preferências pessoais. Um que me surpreendeu muito foi o Pantera Negra: passei o filme todo com ANTIPATIA dele (apesar daquele uniforme irado), e no final fiquei positivamente surpresa como o quão maravilhoso ele é, merece demais um filme solo. E o meu favorito, é claro e óbvio e evidente, foi o Homem Aranha, Tom Holland ARRASOU, simplesmente! Eu confesso que tava achando repetitivo e desnecessário isso de fazer MAIS filmes dele em tão pouco tempo, mesmo sendo um dos meus heróis favoritos, mas depois de vê-lo no papel tô só esperando a data do filme sair pra gritar “ME CHAMA QUE EU VÔ”! E, por favor, quando chegar a hora que as legendas continuem tão maravilhosas quando a dessa estava, sério, era um show à parte ver os nossos trocadilhos substituindo os deles!

Trailer:

As Sufragistas

Em 09.02.2016   Arquivado em Filmes

As Sufragistas

As Sufragistas (Suffragette) *****
Elenco: Carey Mulligan, Helena Bonham Carter, Meryl Streep, Brendan Gleeson, Anne-Marie Duff, Ben Whishaw, Romola Garai, Samuel West, Natalie Press, Geoff Bell, Adrian Schiller, Amanda Lawrence, Lisa Dillon, Clive Wood, Lee Nicholas Harris, Richard Banks
Direção: Sarah Gavron
Gênero: Drama, História
Duração: 106 min
Ano: 2015
Sinopse: “O início da luta do movimento feminista e os métodos incomuns de batalha. Mulheres que enfrentaram seus limites pela causa e desafiaram o Estado extremamente opressor. A história é baseada em fatos reais.” (fonte)

Comentários: Quando eu vi o primeiro trailer de As Sufragistas, meses atrás, fiquei alucinada, doida, maluca para assistir, minha ansiedade foi perigosamente nas alturas e mal podia esperar. A temática é uma que me atrai muito e o elenco idem, porque eu AMO a Meryl Streep (já sabia que veria pouco dela, como uma coadjuvante, mas ainda assim) e estava doida para ver Carey Mulligan como protagonista, uma vez que eu a conheço através de um papel bem menor em “Orgulho e Preconceito”. Só que aí o filme estreou e eu fui olhar nos cinemas afora e NÃO ESTAVA PASSANDO! Sério, a divulgação estava a mil, mas eram pouquíssimas salas em pouquíssimos lugares, li na internet e estava assim em todos os estados, reclamação geral. Felizmente, depois de quase desistir, consegui tirar um dia num momento ideal com um grupo de amigas que também estavam curiosas e fomos lá. Olha, tinha uma chance alta de decepção tamanha era a expectativa, mas felizmente não foi o que aconteceu.

Maud trabalha numa lavanderia desde nova, já possuindo um alto cargo para sua idade, e vive com o marido, que trabalha no mesmo local, e o filho pequeno. Ela não tinha interesse nenhum pela causa d’as Sufragistas, que manifestam em nome do seu direito ao voto, até ser inserida no meio por uma de suas colegas de trabalho. A partir daí ela tenta fugir, tenta desistir e tenta negar, mas acaba se tornando uma delas, sendo forçada a abrir mão de sua família, uma vez que ela se torna “uma vergonha” para o marido, de seu trabalho e até mesmo de seu “status” de cidadã de bem. Gostei muito de como a história se desenvolve junto com o interesse dela pelo que estava acontecendo: no início é lento, porque ela ainda está conhecendo, e de repente lá está ela completamente envolvida, fazendo denúncias e intervindo em absurdos, e é aí que o ritmo acelera e começa a tudo acontecer de uma vez.

O que vi de negativo foram alguns problemas técnicos, como a câmera ficar tremendo MUITO nas cenas de batalhas e tumulto, de forma que ficava até meio confuso de se entender, e a iluminação que é bem ruim nas cenas noturnas, mas desse segundo eu gostei porque dá aquela sensação de insegurança que a personagem são somente sente, mas também vive. Ótima atuação de Carey Mulligan como protagonista e, pasmem, Helena Boham Carter também está incrível, fazia tempos eu não a via em um papel em que ela pôde ser a personagem em si ao invés de algum “mais do mesmo” meio louquinho que é o que ela faz. Aliás TODAS as atrizes que interpretam as manifestantes foram ótimas, você sente e chora por cada uma delas, como não podia ser diferente. Mesmo Meryl Streep como Emmeline Pankhurst, que aparece por três minutos, consegue trazer algumas das várias citações maravilhosas ao filme e mostrar a relevância de sua personagem na história, mas sem deixar de destacar cada uma daquelas que lutaram ao lado dela e que eram tão importante quanto.

“We don’t want to be lawbreakers, we want to be lawmakers.” – Emmeline Pankhurst

É impressionante em como a gente fica com o impacto do que está vendo, se orgulha do que mudou e, claro, sente o peso absurdo do que não mudou. Por um lado dá pra pensar “Meu Deus, essa situação absurda tem SÓ cem anos!” e por outro reflete “Uau, já fazem cem anos e quanta coisa continua igual…”. Nos créditos finais aparece uma lista de vários países com a data em que o voto foi liberado para mulheres e é chocante pensar que em alguns lugares isso ainda é discutido (ou nem ao menos cogitado). “Apanha do marido, mas também, ela provoca”, “Controle sua mulher”, “Fica quietinha, assim, você sabe que eu gosto” são só algumas quase frases (porque não são exatamente essas) soltas do filme que passam quase sem que a gente perceba, mas que ainda existem mulheres que são obrigadas a ouvir nessas situações, mesmo após todos esses anos…

Trailer:

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Ricki and the Flash

Em 09.10.2015   Arquivado em Filmes

Ricki and the Flash

Ricki and the Flash: De Volta Pra Casa (Ricki and the Flash) *****
Elenco: Meryl Streep, Mamie Gummer, Rick Springfield, Audra McDonald, Nick Westrate, Ben Platt, Kevin Kline, Sebastian Stan, Charlotte Rae, Maria Di Angelis
Direção: Jonathan Demme
Gênero: Drama, Comédia
Duração: 101 min
Ano: 2015
Sinopse: “Ricki (Meryl Streep) fez muito sucesso como Estrela do Rock e é uma artista lendária apesar de já não fazer tanto sucesso como antes, porém, deixou os filhos em segundo plano para se dedicar a carreira, agora ela quer retomar o contato com os mesmos, enquanto um deles passa por um complicado divórcio.” (fonte)

Comentários: Existem dois fatores extremamente relevantes que podem me convencer automaticamente a assistir qualquer filme do mundo e eles são uma boa trilha sonora e Meryl Streep. “Ricki and the Flash” tem os dois e não usa esses recursos atoa, que filme INCRÍVEL, gente! Eu vi o trailer há meses atrás e fiquei doida esperando pelo lançamento, até que quando fui ver já estava quase saindo do cinema e tratei de não deixar passar, fui e não me decepcionei nem um pouco, recomendo a todos.

O filme conta a história de Ricki, uma rockeira vocalista da banda “The Flash’ que abriu mão da criação de seus filhos e de seu casamento para viver o sonho de ser uma artista de sucesso. Com o passar dos anos ela se vê trabalhando como caixa de um mercado de dia para pagar as contas e tocando regularmente em um bar à noite, como parte da realização desse “sonho”. A vida está muito boa, tudo indo muito bem, quando seu ex liga para avisar que a filha deles está deprimida em função do divórcio que foi pedido por seu marido. E é quando ela tem que assumir o papel de mãe que a tanto tempo deixou pra trás e voltar para o subúrbio para ajudar a lidar não só com essa situação, mas também com o fato de que seus outros dois filhos estão seguindo caminhos em sua vida de adultos sem que ela saiba.

Eu sei que soa como mais uma história clichê de ir atrás de seus sonhos e ter o equilíbrio entre eles, mas acho que é mais que isso: é um daqueles filmes que você assiste acreditando ser a biografia de um artista real, no maior estilo “The Wonders”, de tão humanos que são os personagens. Acho que isso é um dos fatores mais legais, além do elenco maravilhoso e das músicas INCRÍVEIS que tocam o tempo todo: você acredita nos personagens, acredita que eles poderiam estar vivendo aquilo de verdade e acredita nas decisões que eles tomam. Dá vontade de assistir tudo de novo, agora contando pra vocês, de tanto que gostei!

Melhores momentos: As cenas em que ela cantava eram sempre as melhores do filme, só música incrível! Mas o momento mais emocionante de todos, todos, todos foi ela cantando “Still Haven’t Found What I’m Looking For”, do U2, que é uma música MUITO importante pra mim e eu jamais esperava por ela jogadinha ali, de repente, chorei bastante com essa breve surpresa! O final também é mega lindinho, eu sou dessas que adora um final feliz e dançante e esse é bem isso mesmo, tudo na medida certinha pra causar lágrima e sorrisos.

Ricki and the Flash
Sério, gente, eu poderia me ajoelhar aos pés dela para todo o sempre, que maravilhosa!

Trailer: Só pra ter um gostinho do quanto cada minutinho valeu a pena:

Sessão Exclusiva Potter Club 2015 – “Harry Potter e a Pedra Filosofal”

Em 29.08.2015   Arquivado em Filmes, Harry Potter

Desde a nossa primeira sessão, em 2012, era um sonho para o Potter Club reexibir todos os filmes da série no cinema, mas principalmente e especialmente o primeiro. A cada novo contato com o cinema em que a moça dizia que ainda não tinha conseguido a gente se conformava, tava tudo bem, escolhia um outro e prosseguia tentando. Esse ano finalmente aconteceu e no domingo, dia 23, nós tivemos nossa tão sonhada Sessão Exclusiva de Harry Potter e a Pedra Filosofal!

Foi tão lindo do início ao fim que nem sei usar palavras direito para dizer o quanto, mas vou tentar. Dessa vez nós enchemos TRÊS salas simultaneamente, mais de 600 pessoas chegando cedo na porta do Boulevard Shopping no domingo de manhã para ver um filme que estreou nos cinemas mundialmente a 14 anos atrás. Mais do que nunca tinha um número enorme de pessoas que não tinha tido a chance na época (ou que nem sabia do que se tratava ainda), gente láááá do início do fã clube que tava meio sumido e voltou e muita, muuuita gente que tá conhecendo o Potter Club agora, mais do que antes, e foi, fez amizades, se divertiu, riu, chorou… O pessoal da “sala da bagunça” pode aplaudir e brincar bastante, a “sala quietinha” se comportou lindamente e a terceira sala, dos “intermediários” também foi linda. Eu sei que uma mãe não pode escolher entre seus filhos mas, oh, garanto que foi nossa melhor sessão! Acho que se eu fosse enumerar os melhores dias da minha vida esse seria um deles com certeza, foi uma delícia do começo ao fim, da hora que acordei até a que fui dormir, antes, durante e depois do filme.

Sessão Pedra Filosofal
Com Dumbledore e Gil abrindo a sessão de fotos.

Sessão Pedra Filosofal
Fila assim que eu cheguei lá de manhã, às 7h…

Sessão Pedra Filosofal
… e fila pouco antes de eu entrar, que não dá pra ver mas seguia pela lateral do shopping afora.

Sessão Pedra Filosofal
Uma selfie que saiu na matéria sobre a sessão no site do Estado de Minas!

A melhor parte é que não tem esse “alívio de fim de evento” mais, cada vez que parece que a gente vai parar a coisa cresce cada vez mais: já estamos olhando pra marcar a próxima sessão, o Hogsmeeting 2016 já tem data e local marcados e em janeiro ainda viagem que estamos organizando, todas as novidades tão saindo na página do Facebook!
E, pra quem estava lá… Muito obrigada, de coração, mais uma vez pelo carinho de vocês. Melhor do que poder rever e me emocionar com cada um desses filmes mais uma vez é receber tantos abraços no final, comentando e agradecendo, eu é que preciso ser grata por TUDO!

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