Categoria "Escrevendo"

Falta de inspiração e momentos de nostalgia…

Em 08.07.2018   Arquivado em Escrevendo

Nos últimos dias eu não tô com inspiração pra escrever nada. Na verdade nem tenho inspiração pra terminar o que já comecei a escrever! Tem um monte de rascunhos lindos por aqui, mas cada vez que eu abro um deles minha cabeça faz BUZZZZZZ como se tivesse uma colmeia aqui dentro. Sério, tem barulho e tudo, dá pra sentir até a tremedeira das abelhas imaginárias se debatendo dentro do meu crânio. Aí eu vou e fecho pra evitar a frustração, pra que forçar a barra numa coisa que não vai sair, né?

Só que, por mais que eu não ache saudável a gente ficar se cobrando pra coisas que não precisam ser feitas, principalmente tendo tantas outras obrigações pra ocupar essas cabeças preocupadas, esse blackout me deixa triste. Pô, rolou uma “festa de aniversário” tão bonita no dia que o blog completou 14 anos, isso não devia trazer um monte de novas ideias legais? Não era pra ficar frenética nesse teclado produzindo e me enchendo de alegria com essa produção? Pois é, falhou! E aí, fingindo pra mim mesma aceitar essa realidade mas na verdade com quilos de frustração nas costas, eu e Gil estávamos falando sobre nossas artes antigas e resolvi relembrar alguns dos templates passados que tive aqui, sabe, aqueles da época em que a gente usava imagens de artistas que gostava e texto rosa em cima da imagem rosa (ou qualquer outra cor que lhe convir) e acabei achando alguns entre 2007 e 2009…

Fiquei encantada! Podia ficar horas descrevendo tudo por aqui, mas acho que nesse momento mostrar vai ser mais eficiente!
Falta de inspiração e momentos de nostalgia...

Versão 14: Perpetual Infancy (Janeiro de 2007)

Falta de inspiração e momentos de nostalgia...

Versão 15: Could It Be (Fevereiro de 2007)

Falta de inspiração e momentos de nostalgia...

Versão 23: X-mas Time (Dezembro de 2007)

Minha cabeça viajou direto pro meu ano de vestibular quando, sabe-se lá como, eu conseguia trocar de template TODOS OS MESES! Logo no início, viciei em um dos longas do meu desenho animado favorito, Kim Possible, e fiz um usando uma fanart da Kim e do Ron como casal pra ilustrar, sem nem me preocupar que em algum lugar do mundo tinha um artista não recebendo crédito pelo trabalho que tinha feito. Quando foi chegando mais pro final, com a formatura, provas e expectativa da faculdade, diminuí o ritmo, ao mesmo tempo em que o estilo “belevelado” estourou na blogosfera à fora e eu, é claro, aderi com minhas já tão queridas “Meninas Malvadas”. Deu tanto orgulho fazer a roupa vermelha delas ficar rosa… Fiquei até triste que o clima de natal dure tão pouco…

Falta de inspiração e momentos de nostalgia...

Versão 27: You Should Be Dancing (Início de 2008)

Falta de inspiração e momentos de nostalgia...

Versão 26: Glam & Chammy (Início de 2008)

Falta de inspiração e momentos de nostalgia...

Versão 27: Tiny Dancer (2008)

Falta de inspiração e momentos de nostalgia...

Versão 28: With a Smile and a Song (Fim de 2008 ao início de 2009)

No ano seguinte, 2008, o blog foi um espelho do amadurecimento violento que o entrar na faculdade causou. Comecei de um jeito e terminei de outro COMPLETAMENTE diferente, mas sei lá, ainda consigo muito ver o “meu estilo” em todos eles. O que ficou mais tempo foi com a Reese Witherspoon e, pra ser bem sincera, é o que eu mais amei em toda essa longa era pré-Wordpress do “Sweet Luly”. Ele era tão-tão eu que hoje, dez anos depois, ainda consigo me ver ali. Na verdade hoje me vejo mais do que nunca…

Falta de inspiração e momentos de nostalgia...

Versão 29: Pitstop!! (Início de 2009)

Aí as coisas foram mudando. A maneira de ter um blog de todo mundo mudou… A minha também! Um pouco pela onda, mas muito por mim, mesmo. É aquele negócio, né, nós somos 50% índole e 50% meio, tudo interfere. E hoje eu fico pensando que, se tivesse levado adiante esse sonho adolescente de ser webdesigner, talvez eu teria gostado da profissão. Até poderia ter me dado bem nela, se as coisas fluíssem bem. Mas não mais. Nesse aspecto “plano de carreira” a mudança foi DEMAIS, não tem meeeesmo como voltar atrás. (Nem quero!)

Não sei onde cheguei com tudo isso, não sei onde queria chegar. Mas nesse momento de sensibilidade extrema com duplo Sol em Câncer (um no céu, outro no meu mapa astral) me permito não ter um propósito – tenho um texto semi pronto sobre esse aspecto astrológico, inclusive. Só queria registrar um pouquinho do que esse breve túnel do tempo causou em mim, aproveitando a onda de comemoração, sei lá! Nem tô sabendo como finalizar. Acho que vou aproveitar esse momento blogueira da antigas e fazer o jeito que fazia na época: Luv ya, bye!

Psiu! Prest’enção! Você sabia que tô fazendo um sorteio pra celebrar os 14 anos do Sweet Luly e do Expresso Rosa? Tá rolando lá no Instagram e você pode participar até dia 16 de julho! Além disso até o dia 17 usando o cupom SWEET14 você ganha 14% off no valor final da sua compra na minha loja virtual pra se jogar nos caderninhos – e ajudar uma blogueira desempregada!

Aula de Biologia

Em 12.06.2018   Arquivado em Escrevendo

Aula de Biologia

Os ponteiros do relógio que ficava pregado na parede sobre o quadro negro pareciam se mover com mais lentidão do que nunca. Sempre amei aulas de biologia, mas hoje a espera a tornava insuportável. Eu estava tão distraída com meu turbilhão de problemas que até me assustei quando o porteiro do colégio bateu na porta, devolvendo uma pilha de cartões de estudantes para que a gente pudesse passar adiante e, claro, apresentar novamente no dia seguinte. Peguei da mão dele, achei o meu e passei pra trás, no modo automático.

Ainda era possível ver a marca da picada causada pela amostra de sangue que eu havia tirado na véspera, e meu desespero quanto ao resultado do exame só aumentada cada vez que olhava para ela. Já tinha sido difícil achar um laboratório que aceitasse fazê-lo sem prescrição médica, que dirá que conseguisse entregar no mesmo dia. Não, eu estava fadada a viver aquelas 24 horas de angústia, tudo isso para não encarar o olhar de reprovação que a vendedora da farmácia sequer daria. Bem feito pra mim!

Nesse meio tempo, apenas um novo minuto ainda havia se passado…

Olhei para o pedacinho de folha de papel dobrado, ao lado do meu estojo. Seu bilhete dizia somente “Você está bem?”, mas eu não consegui responder. Não tinha como fazer isso de forma sincera, então melhor ignorar. Na minha cabeça já estava rodando novamente todo o meu texto ensaiado, as desculpas por não ter resistido ao novo estudante estrangeiro da sala, e que eu provavelmente teria que recitar, chorando, aos meus pais. Estava repassando pela terceira vez seguida quando ouvi alguém chamar meu nome, usando um tom de voz irritado.

E pensar que foi essa mesma professora de biologia que nos ensinou que a camisinha era indispensável… É, eu devia ter escutado!

Esse post foi inspirado na proposta #11 do Creative Writing Prompts, que oferece mais de trezentas ideias legais para desenvolver sua escrita criativa. É o 21º entre os 25 que me propus a escrever até outubro de 2018.

Do Jeito Que Elas Querem: 14 de Junho nos cinemas!

Inclusive, saudades (III)

Em 02.06.2018   Arquivado em Escrevendo

Inclusive, saudades...

Eu não esperava que houvesse o amor. Em tempos de flerte via Redes Sociais eu só queria um “Amei”. Também não esperava romance, mas foi tudo tão romântico que a ideia inicial de deixar passar, de num apegar, foi por água abaixo antes que desse tempo de a gente se tocar.

Nem sei ao certo em que ponto dessa história realmente me apaixonei por você. Se foi quando a vontade de te mandar mensagens pra dizer que tava com saudades começou a incomodar, causar tremedeira, aquele frio na barriga que me dá vontade de vomitar. Ou na manhã em que você soltou “Oi” de surpresa, quebrando um gelo cuja existência é quase inacreditável depois de tanta troca de calor humano. Talvez no dia em que percebi que quem antes me causava tanto interesse tinha parado de trazer emoção, não acelerava mais o coração. Quiçá no momento em que chorei achando que estávamos nos despedindo pela última vez, ainda que já desejasse as vezes seguintes que tivemos, ou as poderíamos ter tido…

Não… Não foi em nenhuma dessas. Eu me apaixonei uns dias mais cedo, no instante em que outras lágrimas teimaram em cair dos meus olhos, tamanha era minha alegria em te ter comigo. Cheguei a virar o rosto pra escondê-las, para que você não as percebesse e interpretasse mal. Não por dor, tristeza, de forma nenhuma: era um dos maiores estados de euforia que já experimentei na vida. Na verdade nesse momento meus sentimentos criaram raízes, porque eles foram plantados ainda antes, no primeiro sorrisão que você soltou ao me ver, seguido de um abraço que não parecia pertencer a recém conhecidos, mas velhos amigos. Ou até velhos amores… Abraço esse que ficou tão, tão marcado em mim que despertou essa vontade maluca de deixar o “E se?” pra trás e transformar num “Sim!” que é tão difícil de se ouvir vindo de mim. Só que dessa vez, ai, fiz questão de dizer, e foi gostoso como um doce de leite (que a gente tanto adora)!

É meio engraçado em como sou repetitiva ao falar do seu olhar mutante, e não tinha parado pra pensar em como nossa história mudou o meu. Em como passei um período de risos vazios, dados apenas com um movimento de lábios, e sua presença tão breve me devolveu o real sorrir. Aquele que surge não somente com a boca, mas principalmente com o brilho radiante nos olhos. Com pupilas chegando ao seu ponto mais dilatado, extasiado. Existem tantas coisas que se transformaram por aqui desde então que não posso, não quero e não dá pra voltar atrás e ser quem era antes. Apesar de ter quebrado várias vezes, por diversas razões, os pedaços partidos conseguem ser mais completos do que naquela época em que eu era inteira.

Acho que eu devia te agradecer por isso. Entre tantas outras coisas.

E, sabe… O romance foi maravilhoso, ainda mais pra quem claramente lutou pra não sentir e ainda assim se apaixonou. Porém agora, na linha de chegada do meu trem de sensações desgovernadas, é hora de admitir (até pra mim, mesmo) que um pedacinho aqui dentro queria além do Amei, o amor.

Inclusive, saudades… Sempre, saudades!

Sobre o que é família (I)

Em 15.05.2018   Arquivado em Escrevendo

Quinze de maio é o Dia Internacional da Família, e eu não sabia disso até ver um artigo sobre o assunto na minha timeline do Twitter hoje de manhã. Acho engraçado em como a gente comemora os dias de várias pessoas que fazem parte da família, mas não ela em si… Pra mim faria mais sentido, sabe? Porque nem sempre famílias são constituídas de todos esses membros que são tão comercialmente aclamados… Às vezes até por nenhum deles. Mas estou me precipitando sobre um assunto que será a parte II dessa reflexão. Por enquanto eu gostaria de mostrar algumas famílias pra vocês nesse dia que devia ser tão especial.

Sobre o que é família

Essa foto foi tirada em 1997. Nela vemos meus pais, João e Valéria carregando eu e Daninha, minha irmã mais nova. Meus pais foram casados por 18 anos, até que se separaram quando eu tinha 16. No início não tava tudo bem, mas depois ficou, sabe? Até melhor! Essas coisas da vida que parecem que serão um problema e na verdade são a solução. Desde então eu e minha irmã já moramos com a mamãe, depois com o papai, depois com a mamãe de novo. Nós quatro éramos uma família, agora somos duas diferentes. Ainda assim: família.

Sobre o que é família

Agora vou apresentar outras quatro pessoas: Marcelo, Rodrigo, Rosana e Patrícia. Assim como meus pais, Rosana e Marcelo se casaram mais ou menos na mesma época. Eles tiveram seus dois filhos nos mesmos anos, 90 e 95, com pouquíssimos meses de diferença. Esses filhos, inclusive, estudaram na mesma sala de aula em alguns momentos da vida! Mas, ao contrário dos meus pais, eles permanecem casados. O que é ótimo! De verdade! Sabe por que? Porque os quatro são uma família.

A Pati é nossa amiga há 20 anos. Na verdade ela é mais que nossa amiga: é nossa terceira irmã. Toda “coisa de irmã” que existe eu e Daninha adicionamos a Pati, como se não houvesse a diferença do sangue. Temos um grupo de Whatsapp onde todos os problemas e alegrias de qualquer uma de nós vai parar em algum momento. Se eu me casar um dia, mesmo do modo nada tradicional como pretendo fazer, elas serão minhas “madrinhas” com o mesmo grau de importância. Pati é da nossa família, e nós somos da família dela.

Sobre o que é família

Agora falaremos de Ernani. Na primeira foto Ernani está com sua mãe, Eneida (e suas gatas!), e na segunda com sua avó, Esther. Seu pai morreu quando ele era um bebezinho, então as duas o criaram juntas, os três com essa tradiçãozinha fofa de ter o nome começado com “E”. E os três são, é claro, uma família. Além disso Ernani namora, há mais de um ano, com a Daninha. Então é óbvio que se tratando de família, ele também é da nossa.

Sobre o que é família

Eu tenho várias pessoas com as quais não tenho grau de parentesco que são família, e algumas delas sequer são pessoas. Nessa nova foto, por exemplo, estou deitada com a Arwen, minha gata. Eu não serei hipócrita a ponto de dizer que criar uma gata é o mesmo que criar uma criança, porque não é. Esse é o motivo, inclusive, pelo qual adotei uma gata e não uma criança, algo que pretendo fazer um dia. Mas ainda assim eu considero Arwen minha filha, e de certa forma ela me considera “mamãe” dela também. É pra mim que ela corre quando tem fome, sede ou se sente sozinha. Quando eu chego em casa, ela sempre está do outro lado da porta me esperando. Outro dia ela achou que eu tinha saído de casa sem avisá-la ao não me achar no (nosso) quarto e correu pra minha mãe, chorando, como se perguntasse onde eu estava… E quando minha mãe mostrou a ela onde, ela correu de alegria ronronando até mim.

Arwen, a gata, e eu somos uma família.

Sobre o que é família

Imagem via Today

Por fim temos mais um grupo de quatro pessoas: Reginald, Zachary, Elijah e David. Reginald é conhecido mundialmente sob o nome artístico de Elton John. Mais de uma vez Elton tentou adotar crianças para ter filhos em sua família, e mais de uma vez foi recusado. Um desses garotinhos, inclusive, tinha AIDS. Após essas tentativas serem negadas ele e David, com quem mantém um relacionamento há 23 anos, resolveram ter filhos biológicos através de inseminação artificial com uma barriga de aluguel. Eles não sabem qual dos dois é o pai biológico dos garotos e isso, de fato, pouco importa. Porque esses dois homens e seus dois filhos são, é claro, uma família.

Existem famílias biológicas, “tradicionais”, monoparentais, comunitárias até mesmo uma que é considerada a “Sagrada Família”. Imagino que a maioria delas possui laços de sangue. Em algumas as pessoas decidiram ter filhos, em outras não. Temos aquelas que escolhem ter animais de estimação, já outras não querem ou mesmo não podem. Tem aqueles que são filhos só de um dos lados casal, mas que se torna parte da vida do outro também. E existem pessoas que gostam de ditar como devem ser as famílias de outras pessoas. Que não permitem um cantor milionário dar uma vida incrível a uma criança que não tem nada pelo simples fato de que ele é apaixonado por outro homem. Ou que acham que o fato de essa união não conseguir (ou mesmo decidir!) se reproduzir invalida o conceito de família. Alguns, inclusive, apoiaram um estatuto que vai contra esse amor de outras pessoas. Vai entender, né? Aparentemente a família que não nasce da união de um homem e uma mulher fere a estrutura básica da sociedade, que merece especial proteção.

Bom, pra mim, o que fere a estrutura da sociedade é mente fechada dessas pessoas e família é quem a gente considera assim. E pra você, o que é?

Elefante Cor de Rosa

Em 27.04.2018   Arquivado em Escrevendo

Sabe aquele bichinho de pelúcia que muita gente tem desde pequenininho, que dorme juntinho sempre e leva pra onde for? Aquele que é quase uma marca registrada quando criança e, à medida que vai se tornando adulto a pessoa passa a ouvir o questionamento “Você ainda dorme com isso?”? Que os parentes até sabem o nome que lhe foi dado?

Pois é. Inicialmente eu não tive um desses. Ou então devo dizer que tinha muitos, o que no fim das contas é a mesma coisa de nem ter, de qualquer forma.

Rolaram VÁRIOS bichos de pelúcia favoritos pra isso, e até algumas bonecas, mas nenhum deles era “o escolhido”. Por muito tempo foi aleatório, o que tava agradando mais no momento, o que era mais acessível, sei lá. E isso continuou além da infância, entrou na adolescência e foi AÍ que a magia aconteceu. No meu aniversário de 16 anos eu fui presenteada pelo meu grupo de amigas do colégio com um cartão da Hello Kitty com “10 Coisas Que Amamos Em Você” e ela, minha nova e definitiva companheira… Cherry Pink, a elefante cor de rosa!

Também conhecida como “a elefofa mais fofofanta do mundo”!

Elefante Cor de Rosa

Foto: Luly 16 e a elefofa recém ganhada em 10 de julho de 2006!

Eu tinha decidido chamá-la de “Amora”, já que era assim que apelidava essas amigas, às vezes. Uma delas não gostou porque chamava a própria prima desse jeito, então não deu… A outra sugeriu “Cherie”, porque achava que eu combinava com a vibe francesa e tudo mais. Aí gostei mas mudei pra “Cherry”, porque cereja era uma das minhas frutas favoritas! Pronto, Cherry, que desde então divide comigo noites de sono e insônia que nem se eu quisesse conseguiria contar. Cherry, o início de um amor que não dá mais pra negar.

Leia também: Elephant Parade em Belo Horizonte

Porque a partir daí eu me tornei uma apaixonada por elefantes!

Foi uma paixão dessas que surge devagarzinho… Quando eu ia no zoológicoos fotografava cheia de afeto, passando mais tempo naquela grade do que em qualquer outra do local. Comecei uma coleção de Dumbos por aqui, alimentada por algumas amigas, depois que comprei uma das minhas Fashion Dolls numa edição vestida do personagem. Meses se passaram, anos também, escrevi histórias onde eu os coloquei… Primeiro como coadjuvantes, depois como capa! Aí chegamos naquele ponto onde o favoritismo foi gravado para sempre: minha primeira tatuagem foi, afinal, um elefante no pulso!

Já falei aqui mil vezes, mas não custa repetir: me identifico com eles! Eu, apesar de pequena – tão diferente desses gigantes – também sou dramática e muito sensível! Tento ao máximo ser empática e adoro viver… “Em manada”. Acho um MÁXIMO que sejam uma sociedade matriarcal e tento sempre admirar as fêmeas de um modo geral, tanto entre humanos quanto no reino animal. Meio que temos tudo a ver. E que bom que isso surgiu com ela, a pelúcia cor de rosa não tão brilhante quando antes, mas que recebeu milhares de lágrimas de tristeza e alegria enquanto abraçada, sorrisos e risadas enquanto estava ali do lado, mordidas e carinhos da sua “irmã” felina, Arwen. Já ganhei alguns outros da mesa cor, de pessoas igualmente queridas que sabem do meu amor, mas Cherry… Ela é primeira, eterna, ela é única!

Esse texto é resultado do Desafio Surpresa United Blogs, literalmente uma surpresa! Foi perguntado “Se você tivesse que criar um nome pro seu blog com base no objeto que está a sua direita neste momento, como seria?” e depois todo mundo descobriu que estava desafiado a escrever um post tendo como título o que havia respondido. E o meu foi “Elefante cor de rosa” porque, como sempre, o que estava mais perto à minha direta era a própria Cherry!

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