Categoria "Disney"

Aladdin

Em 12.06.2019   Arquivado em Disney, Filmes

Aladdin *****
Aladdin Elenco: Will Smith, Mena Massoud, Naomi Scott, Marwan Kenzari, Navid Negahban, Nasim Pedrad, Billy Magnussen, Amer Chadha-Patel, Amir Boutrous, Bern Collaco, Joey Ansah, Numan Acar
Direção: Guy Ritchie
Gênero: Fantasia, Musical, Romance, Comédia
Duração: 128 min
Ano: 2019
Classificação: Livre
Sinopse: “Um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do Gênio (Will Smith), ele tenta se passar por um príncipe e para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.” Fonte: Filmow.

Comentários: E temos mais um clássico entrando pra lista de adaptações em live action da Disney e, olha, se é pra falar de remake falaremos MESMO de Aladdin porque está absolutamente impecável! Quem ficou com pé atrás por causa dos trailers vai se surpreender com o visual colorido, vibrante e riquíssimo em detalhes que o longa apresenta. E se A Bela e a Fera pecou pela fidelidade ao original, sem conseguir adaptar bem o roteiro e tornando o enredo arrastado, esse acertou em cheio nesse ponto! É extremamente parecido com a animação, mesmas cenas, falas e tramas, mas com adicionais bem distribuídos e pertinentes, mantendo o ritmo e principalmente o clima da cultura árabe em ambiente fantástico.

O elenco protagonista foi, também, um grande acerto por parte da Disney. Mena Massoud e Naomi Scott estão lindos nos papéis de Aladdin e Jasmine, funcionando não só individualmente, mas também como casal. Ele tem essa cara de garoto sofrido, porém gentil, o “diamante bruto” requisitado pela Caverna dos Tesouros. Já ela é LINDA e forte, de todas as princesas até agora reencenadas a mais carismática, sem dúvidas! Eles deram a ela um pouco mais de poder que na outra versão, como forma de empodera-la sem tirar o foco do enredo. Por outro lado o grande defeito dele é JUSTAMENTE o antagonista, Jafar. Um dos maiores vilões do estúdio, com imagem e imponência de dar medo, caracterizado como um galã de voz fraca e presença fraquíssima em tela. É até difícil comprar a ideia de que aquele é o grande gênio do mal, você nem teme que ele possa vencer no final. Inicialmente pensei que poderia ser problema da dublagem, mas revendo os trailers vi que não, é assim com áudio original também.

Aladdin

Aladdin: imagem via SpicyPulp

E já que falamos de dublagem, bom, essa é digna de um tópico especial porque é perfeita, sem outra palavra pra descrever. Com exceção do Jafar, todos têm vozes que parecem a da animação e ainda assim combinam com os atores. Mas o Gênio… Ah, o esse merece ser enaltecido individualmente. Will Smith não só está maravilhoso na pele desse icônico “compassa” como também deu à versão brasileira um toque ainda mais especial. Em 1992 ele ficou marcado por gerações na voz de Robin Williams, enquanto em terras tupiniquins foi dublado na época por Márcio Simões, que por um acaso é justamente o principal dublador do próprio Will Smith! Sendo assim, aqui no Brasil ele tem exatamente a mesma voz da animação, o que deixou tudo ainda mais gostoso de se ouvir (e querer cantar junto, claro)!

Por fim, o ponto alto de qualquer clássico Disney, temos as músicas da trilha sonora original que arrancam lágrimas de emoção em qualquer fã chorão. “Noites da Arábia” abre o filme e, pra mim, foi de forma um pouco inesperada, então senti todo o impacto de surpresa, causando brilho no olhar instantâneo. O número principal, “Um Mundo Ideal”, também é maravilhoso, digno da magnitude que devia ter. E pras fãs da princesa, uma ótima surpresa: ela ganhou sua própria canção no maior estilo “girl power” para finalmente ter uma voz mais ativa na própria história. De toda essa geração de live actions que estamos vivendo, Aladdin é, provavelmente, o melhor deles do quesito fidelidade, adequação e fotografia até agora (apesar de meu favorito continuar sendo Christopher Robin). Agora é contar os dias para “O Rei Leão” que sai em julho, e eu como grande fã dele, sendo o primeiro filme que assisti no cinema na vida, estou animadíssima – e adorando o fato de que voltei a estudar e tenho uma carteira de estudante agora, pra tornar essas experiências mais baratas e fáceis de serem vividas!

Trailer:

O Sol Também é Uma Estrela - 16 de maio nos cinemas

Dumbo

Em 31.03.2019   Arquivado em Disney, Filmes

Dumbo *****
Dumbo Elenco: Colin Farrell, Danny DeVito, Eva Green, Michael Keaton, Nico Parker, Alan Arkin J., Deobia Oparei, Douglas Reith Sotheby, Joseph Gatt, Lars Eidinger, Michael Buffer, Roshan Seth, Sandy Martin, Sharon Rooney
Direção: Tim Burton
Gênero: Fantasia
Duração: 135 min
Ano: 2019
Classificação: 10 anos
Sinopse: “Holt Farrier (Colin Farrell) é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: A história do bebê elefante com orelhas anormalmente grandes, lançada em forma de animação pela Disney em 1941, está de volta aos cinemas em live action! Quando foi anunciado que essa nova versão de Dumbo seria dirigida por Tim Burton eu fiquei MUITO desanimada… Sou apaixonada pelo personagem desde que comprei a Byul Dumbo, um dos xodós entre minhas bonecas, faço até coleção de objetos dele, mas o HORROR de Alice No País das Maravilhas do mesmo diretor (cuja continuação nem assisti) causou o sentimento que ele tava vindo aí pra estragar mais um clássico. Meses atrás, porém, quando saiu o primeiro trailer, percebi que ia pagar língua com muito orgulho e amor, porque só pela prévia os olhos brilhavam de encantamento e lágrimas… Bom, aqui estou, admitindo meu erro e dando os parabéns porque o longa ficou, de fato, lindo, e dessa vez não só visualmente.

O enredo começa quando Holt Farrier volta da guerra para o Circo dos Irmãos Medici, onde vive sua família e ele trabalhava antes de ser convocado. Com a decadência do circo, em decorrência da falta de interesse do público, sua atração com cavalos não existe mais e ele passa a ser responsável pelos elefantes, entre eles a Sra. Jumbo, recém comprada, que está prestes a ter um filhote. Após o nascimento de Dumbo as crianças Farrier percebem que sua anomalia o torna capaz de voar, tornando-o a principal atração do circo. O objetivo? Trazer de volta sua mãe, que foi levada dali após se enfurecer com o uso de seu bebê. Esse destaque, porém, consegue alcançar muito mais que os olhares do público, levantando o interesse do sr. Vandemere, um “mestre” da diversão…

Dumbo

Dumbo: imagem via CTV News

Enquanto a animação foca no desenvolvimento do personagem título, em busca do estrelato para que possa se reunir com a sra. Jumbo, o live action divide esse plot com a busca dos Farrier em retomar sua vida em família após a ida do pai à guerra e a morte da mãe. Vários dos humanos carregam papéis importantes, não só eles, e o Dumbo acabou ficando quase secundário, mas ainda assim sendo o ponto chave de todos os acontecimentos. Essas mudanças no roteiro são não só positivas, mas também necessárias. Um dos maiores problemas de A Bela e a Fera, por exemplo, foi a fidelidade extrema ao desenho, que deixou o ritmo lento por falta de ações para preencher a diferença significativa da duração de um pra outro. Dumbo não peca nesse quesito: diversas mensagens contra o abuso de animais no entretenimento, empoderamento feminino e, claro, importância da família (seja consanguíneo ou não), torna uma fantasia em algo quase crível, e consegue homenagear seu antecessor com louvor ainda assim.

Ícones como a cegonha, o trem Casey Jr e, o mais importante deles, o rato Timóteo, estão presentes de forma adaptada. Também temos a presença de cenas clássicas, como o número em que Dumbo se apresenta como o “bombeiro” no circo e a mais memorável de todas, as enormes “bolas de sabão” em forma de elefante que dançam para o personagem, que traumatizaram várias crianças ao longo dos anos e apareceram ali, quando a gente menos esperava, e fizeram justiça total ao original. E tá pra nascer crianção mais FOFA no ramo da computação gráfica do que esse elefantinho! Dá vontade de levar pra casa, dar carinho, proteger de todos os abusos do mundo! O olhar dele é encantador, e jeitinho idem. É uma criaturinha que contrasta com o tom sóbrio característico do Tim Burton, e ao mesmo texto o complementa, como se tudo ai fosse criado em torno dele mas também já funcionasse independente de sua existência.

A fotografia é MARAVILHOSA, junto à trilha sonora extremamente sentimental com destaque para o clássico “Baby Mine”, a canção de ninar que faz suspirar (e chorar!) até os corações mais durões. Os outros personagens também são fantásticos… Michael Keaton está de volta ao universo Burton de forma que, mesmo que o visual seja completamente diferente, me soou como uma sátira crítica ao próprio Walt Disney. Já a pequena Nico Parker, no papel de Millie Farrier, ainda não “chegou lá” no quesito atuação, mas ainda assim nos dá aquele exemplo clássico da importância da representatividade ao interpreta ruma garotinha que quer ser cientista. Existe um momento em que ela “interage” com uma de suas inspirações que é uma das cenas mais simples, e ainda assim importantes de todas. Tem a possibilidade de agradar os fãs que forem dispostos a ver uma adaptação, e não cópia, e também àqueles que estão entrando pro “fã clube” do personagem agora, e melhor: com um final ainda mais bonito que o anterior!

Trailer:

Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível

Em 22.08.2018   Arquivado em Disney, Filmes

Christopher Robin - Um Reencontro Inesquecível Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível (Christopher Robin) *****
Elenco: Ewan McGregor, Hayley Atwell, Bronte Carmichael, Mark Gatiss, Jim Cummings, Nick Mohammed, Brad Garrett, Peter Capaldi, Sophie Okonedo, Toby Jones
Direção: Marc Forster
Gênero: Fantasia
Duração: 103 min
Ano: 2018
Classificação: Livre
Sinopse: “Christopher Robin já não é mais aquele jovem garoto que adorava embarcar em aventuras ao lado de Ursinho Pooh e outros adoráveis animais no Bosque dos 100 Acres. Agora um homem de negócios, ele cresceu e perdeu o rumo de sua vida, mas seus amigos de infância decidem embarcar no mundo real para ajudá-lo a se lembrar que aquele amável e divertido menino ainda existe em algum lugar.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: Durante sua infância, Christopher Robin passou vários momentos divertidos ao lado dos seus amigos no Bosque dos Cem Acres, mas com sua partida para o colégio interno teve que se despedir dessas tardes de aventuras. Os anos se passam e, já adulto, ele segue com o tradicional ciclo da vida com o qual todos estavam acostumados: casamento, alguns anos servindo na guerra e a prerrogativa de passar o resto dos seus dias dentro de um escritório se dedicando ao trabalho. E quando sua família vai passar um fim de semana na casa de campo, enquanto ele fica preso em Londres trabalhando, acaba recebendo a visita inesperada de um velho amigo no qual sequer acreditava mais: o Ursinho Pooh.

Pooh saiu em busca de ajuda para encontrar todos os seus amigos, que sumiram misteriosamente num suposto ataque de Efalante. Depois de enfim reunir Tigrão, Leitão, Ió, Coelho, Corujão, Can e Guru e sentir uma dose do que era a magia de estar ao lado deles, Christopher precisa voltar ao “mundo real” e apresentar as propostas de trabalho requisitadas por seu chefe, mesmo que para isso tenha que decepcionar novamente as pessoas com quem mais se importa. É hora, então, dos animais do Bosque partirem em sua própria “expodição” para salvá-lo de vez.

Leia também: Cinderela, resenha do live action baseado em um dos maiores clássicos Disney.

Num filme lúdico de enredo extremamente simples, a Disney resgatou um grupo de personagens já aclamado por várias gerações para protagonizar essa história inédita, e não economizou na emoção ao fazer isso! Ewan McGregor, após estar BRILHANTE no papel de Lumiere na versão live action de A Bela e a Fera, é Christopher Robin adulto, um homem que segue sua vida de forma tão cinza quanto a Londres pós 1ª Guerra onde vive com a esposa, Evelyn, e Madaline, filha do casal. Em meio à crise familiar e profissional, a chegada de Pooh o faz lembrar de como as coisas podem ser coloridas mesmo sem deixar as responsabilidades de lado, já que ele tem como tarefa cortar gastos do departamento onde trabalha sem precisar demitir os colegas.

Christopher Robin - Um Reencontro Inesquecível

Imagem via Flickering Myth

A versão “bicho de pelúcia” dos personagens do Bosque ficou MUITO BONITINHA! Eles têm aspecto surrado, até um pouco arcaico, e ainda assim são reconhecíveis se comparados aos originais animados, bem como as personalidades características, principalmente o “quarteto” principal formado por Pooh, Tigrão, Leitão e Ió. É muito louco porque depois do estudo realizado pela CMJA, que relacionada cada um deles a um transtorno mental, fica impossível dissociá-los disso e perceber o quanto faz sentido (me identifico cada vez mais com meu eterno favorito, Leitão, e sua ansiedade)… Um pouco triste, claro, mas ao mesmo tempo divertido, causando cenas de humor melancólico e MUITA REFLEXÃO quando as “frases de efeito” tão presentes no livro de A. A. Milne surgem justamente nesses momentos, de forma despretensiosa e sempre impactante.

Pooh: “Que dia é hoje?”
Christopher Robin: “Hoje!”
Pooh: “Meu dia favorito!”

O começo do filme, confesso, é um pouco lento, mas à medida que trama se desenvolve você se acostuma com esse ritmo e percebe que faz parte da atmosfera da história. A fotografia, por sua vez, é maravilhosa, são tons soturnos sem deixar nenhum aspecto sombrio ou mesmo muito deprimente. É divertido para crianças, tocante para adultos e vice e versa, entretenimento para todas as idades. A mensagem principal, de não levar as coisas tão a sério e curtir a vida, é passada com delicadeza, pois até o final soluciona os problemas sem atitudes extremas – e dá um tapa na cara do momento atual de crises trabalhistas vividas aqui nas terras tupiniquins. Vale pena inclusive assistir os créditos finais, que contém uma das músicas dos desenhos animados tematizando “cenas extras” dos personagens secundários. Lindo, lindo, lindo de fazer o cinema todo literalmente aplaudir no final (sério!), Disney acertou em cheio nessa!

Trailer:

Mentes Sombrias: 16 de agosto nos cinemas!

Han Solo: Uma História Star Wars

Em 04.06.2018   Arquivado em Disney, Filmes

Han Solo: Uma História Star Wars

Han Solo: Uma História Star Wars (Solo: A Star Wars Story) *****
Elenco: Alden Ehrenreich, Donald Glover, Emilia Clarke, Joonas Suotamo, Woody Harrelson, Phoebe Waller-Bridge, Thandie Newton, Anthony Daniels, Clint Howard, Jon Favreau, Jon Kasdan, Linda Hunt, Paul Bettany Dryden, Toby Hefferman, Warwick Davis
Direção: Ron Howard
Gênero: Ação, Ficção Científica
Duração: 135 min
Ano: 2018
Classificação: 12 anos
Sinopse: “As aventuras do emblemático mercenário Han Solo e seu fiel escudeiro Chewbacca antes dos eventos retratados em Star Wars: Uma Nova Esperança, inclusive encontrando com Lando Calrissian.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: Han é um jovem que, tendo ficado órfão muito novo, vive como contrabandista no conturbado planeta Corellia, de onde tenta desesperadamente fugir junto com a namorada, Qí’ra, para realizar o sonho de comprar uma nave e se tornar piloto. Após derrotarem a Lady Proxima, que comanda o crime local, eles conseguem fugir, mas acabam sendo separados, então ele se alista ao exército na esperança de conseguir pilotar naves por lá. Três ano se passam e seus objetivos permanecem: a carreira dos sonhos e voltar à terra natal, onde pretende resgatar a Qi’ra de vez.

Acho que nunca cheguei a falar sobre filmes de Star Wars aqui no blog, apenas fiz uma resenha fajuta quando o Episódio 1 ganhou sua versão 3D no cinema, apesar de já ter assistido várias vezes na época. Tudo isso porque, apesar de AMAR a história, eu tenho um problema com a maior parte da fanbase: acho o grupo de fãs mais chato que já existiu! Óbvio que não podemos generalizar, etc etc, mas estou falando do grosso, da maioria, que não só não consegue aceitar que novas pessoas passem a gostar, como também acham um problema qualquer mini alteração que façam na sua obra intocável.

Por que então, vocês me perguntam, falar justamente sobre esse que está sendo tão detestado? Oras, porque alguém precisa vir defender! Eu simplesmente adorei Han Solo! Achei muito gostoso poder ver a juventude de uma personagem tão icônico e, de quebra, sua história prévia com algumas outras. O filme se passa aproximadamente 10 anos antes dos acontecimentos de “Uma Nova Esperança” e é muito bacana ver como Solo já tinha a essência que tem na trilogia original, mas também muitas coisas diferentes… Afinal, né, estamos sempre em constante mudança, e até pessoas fictícias passam por mutações.

No quesito “fan service” achei um prato cheio. Vemos como Han e Chewie se tornaram amigos, temos referências em algumas falas (“I hate you!” “I know!”), curtimos a velha trilha sonora adaptada a esse novo momento. Pela primeira vez na história da “Galáxia Muito Distante” o assunto principal não é política, que é o grande foco de todas as outras aventuras. Esses personagens são o lado “abandonado” do Império, tendo que se aliar a ele e traí-lo a todo momento porque, afinal, o que importa ali não é quem está no poder e sim sua sobrevivência. Eles também não usam ou demonstram possuir a Força, as batalhas são todas usando “força bruta” e, claro, tiros e explosões. Há também a presença INCRÍVEL de Lando, que ficou extremamente fiel ao original, e sua Millenium Falcon que, como todos sabemos, é a nave e xodó do personagem título – sim, você vai descobrir como foi o “jogo justo” que fez com ela passasse de um para o outro!

Han Solo: Uma História Star Wars

Imagem via ABC News

Sobre novas personagens, minha favorita foi a L3-37, companheira de Lando, uma droid problematizadora e ativista que luta contra a subordinação das máquinas. Ela é absolutamente encantadora e foi IMPOSSÍVEL pra mim não me identificar – BB-8 acaba de ganhar uma concorrente na minha lista de queridinhos! Também conhecemos o casal de contrabandistas Beckett, que praticamente introduzem o rapaz nessa nova vida de forma profissional. É Thobias Beckett que, no final, dá a brecha para que ele se transforme no adulto interpretado por Harrison Ford. E, claro, não podemos deixar de falar de Emilia Clarke como Qi’ra, provavelmente a pessoa mais misteriosa entre todas as apresentdas. Algo me diz que veremos mais da “ex” de Han em filmes da série.

Digo isso porque Alden Ehrenreich, intérprete de Han Solo, já tem um contrato de três filmes com a Lucasfilm e, no final, temos brecha para ver mais histórias antigas sendo mostradas, como por exemplo no longa já confirmado de Boba Fett. Inclusive os dois personagens fazem parte do mesmo núcleo, sendo caçadores de recompensa trabalhando para o Jabba ao mesmo tempo… Não sei se realmente haverá uma trilogia de Solo, ou se esse contrato é pra outros spin-offs assim, mas espero que sejam tão divertidos quanto esse, que tem humor, aventura, emoção e muita referência, do jeito que a gente gosta!

E, por fim, o meu apelo pessoal à Disney: CADÊ KENOBI NESSA LISTA DE LANÇAMENTOS AÍ, MINHA GENTE? CÊS NUM ME DECEPCIONEM NÃO PORQUE EU JÁ TÔ AQUI SE SABRE AZUL NA MÃO AGUARDANDO POR ESSE SONHO TÃO FÁCIL DE SER REALIZADO, HEIN! AI AI AI!

Trailer:

Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

Em 06.10.2017   Arquivado em Disney, Publicidade

Quando eu era criança tinha duas ocasiões para as quais adorava me arrumar: festas à noite e qualquer lugar onde pudesse usar fantasias. O segundo então era a melhor coisa do mundo pra mim, mesmo que não gostasse muito de comemorações de carnaval eu dava um jeito de me fantasiar em casa mesmo pra aproveitar a chance! Por isso achei tão legal a proposta das marcas Ana Giovanna e Bela Pequena, que fazem vestido de princesa para criança e praticamente juntam as duas coisas em uma só. Na verdade vestido infantil muitas vezes já é aquela coisa “bufante” meio princesa, o que é legal visualmente mas pode incomodar algumas meninas, né? Sendo assim a Ana Paula, criadora das marcas, se inspira muito nas personagens da Disney, que deixa a hora da festinha mais divertida!

Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

Alice no País das Maravilhas, que eu gostei MUITO porque foge do padrão “vestido gigante de baile”

Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

A Bela e a Fera

Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

E meu favorito, porque é minha princesa favorita: Branca de Neve! Ai, maravilhosa!

Tem também uma versão mais alegre que é com as personagens estampadas mesmo, pra tirar um pouco esse ar de princesinha e deixar o visual mais jovial. Eu gosto mais do conceito das outras, inclusive tenho várias blusas inspiradas em roupas de personagens assim, como dá pra ver na minha foto de perfil, mas imagino que pra criançada essas sejam mais legais.

Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

Ariel pra quem gosta das princesas clássicas…

Vestidos infantis inspirados nas Princesas Disney

… e Moana pro time das princesas empoderadas!

Rola também uma linha “Tal mãe, tal filha” que acho uma gracinha, com vestidos idênticos pro adulto e pra criança ficarem combinando! Eo melhor é que tem umas personagens meio “Girl Power”, tipo Frozen e Mulher Maravilha. Essa segunda não é Disney, eu sei, mas tô aqui SUPER pensando em como ficaria legal de usar agora no Halloween, diga-se passagem, apaixonei demais!

Psiu! ‘Prestenção!

Esse post foi escrito a convite das lojas Ana Giovanna e Bela Pequena, ou seja, trata-se de um publieditorial. As imagens usadas aqui foram retiradas das respectivas lojas virtuais em 05 outubro de 2017, portanto seus direitos pertencem a elas!

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