Quando eu era adolescente e inocente eu dizia que quando tivesse trabalhando compraria uma Melissa por mês… Depois de um tempo, lembrando e rindo dessa afirmação ridídula (já que Melissa come meu pé) eu falei que valia mais a pena comprar um All Star por mês.
LÓGICO que isso nunca vai acontecer, porém vamos aproveitar disso e fazia uma Tag – e todo mês que eu ganhar ou comprar um par de All Star a Tag vai funcionar, e quem sabe um dia eu chego ao ponto de tornar mensal!!
A resposta pra “O que você quer de natal?” esse ano foi a mesma pra mamãe (que perguntou um mês antes) e pro papai (que perguntou na véspera): eu quero um All Star.
Quando respondi a mamãe falou “Se eu te der promete que joga fora aqueles velhos?”. Eu respondi “Não”.
Já o papai falou “Precisa de outro?”. Eu respondi “Sim”.
O papai entregou dia 24 no início da noite, logo depois de ter comprado. Eu falei com ele que queria um com cores neutras, poderia ser xadrez, mas preto, branco, vermelho, bege, etc. Quando abri a caixa dei de cara com essa coisa LINDA aí em baixo!! Sério, é um dos tênis mais lindos que já tive na vida – e eu já tive muuuuitos All Stars legais – e vou guardar ele pra usar na virada do ano, hahahaha. Olha esse detalhe do “Converse” de um lado e o “All Star” do outro!! Babável.


Já o da mamãe recebi meia noite depois de ver a caixa debaixo da árvore na casa dela o mês todo. Ela não comprou um All Star propriamente dito, mas pra mim se o modelo é parecido é um e fim de papo. Ela me deu um tênis Coca Cola de oncinha, tchutchuco, que consegue ser “perua” e “neutro”, ao mesmo tempo. Sem contar que é Coca Cola, né minha gente, e é de Coca Cola que a gente vive, hahaha.



– Outro dia passeando pela internet afora li, em algum lugar, a expessão “querer fazer parte da panelinha”, ou algo assim. Eu realmente não lembro onde foi, mas isso me levou a várias reflexões, lembrei de uns posts que rolaram no Flickr a uns tempos atrás e me pus a pensar em como a famosa “panela” virou uma espécie de tabu na vida da sociedade infanto-juvenil.
– Eu SEMPRE fui da turma dos “fracos e oprimidos” quando tava na escola. Acho que desde a quinta série, ou sei lá. Enquanto os outros andavam em panelinhas eu dizia que andava em “canequinhas”: grupos muito menores com os quais ninguém se importava. Eu não via nada de mais nisso, nunca quis ser conhecida pela escola inteira, mas também não fazia questão de evitar isso na vida: simplesmente acontecia de eu me relacionar mais com aquelas pessoas. E desde sempre, estando nesse meio, tinha um ou outro que queria que a sala de aula fossem um grupão de amizade, que todos se amassem e as panelas deixassem de existir. Mas sempre achei isso uma hipocrisia danada. Primeiro porque nós não estamos no Estados Unidos da América, não existem tribozinhos separadas dos atletas, dos nerds e etc, então não acontece de alguém querer mudar de estilo e sentar na mesa do lado e nem momentos High School Musical onde todos revelam ser mais do que são e saem cantando isso pela escola. E segundo porque o que as pessoas consideram panela eu costumo chamar de amizade. Porque se você gosta de alguém, se identifica com alguém, ótimo, fiquem amigos e andem juntos. Sem contar que isso é sempre mutável: vão chegando pessoas novas, você vai se aproximando de pessoas “velhas” e aí novas amizades, digo, panelas vão surgindo.
O legal é que pode ser uma panela, mas uma panela com a “tampa” normal, e não uma panela de pressão, são coisas diferentes! Não acho certo grupos oprimindo os que são diferentes (posso dizer por mim mesma) e nem pessoas que se fecham pras outras simplesmente por não querer abrir espaço pra novas amizades. Mas é bom ter grandes amigos na vida, e é bom ter uma panela se é isso que ela vai significar pra você.
– Um exemplo bom que tenho disso é do único lugar onde não fui “fraca e oprimida” na vida: os Bonecontros de Belo Horizonte. Quando fui no primeiro já tava feliz em ter minha irmã e uma amiga já conhecidas para nunca ficar sozinha, mas logo de cara pessoas foram me conquistando, eu as conquistei e isso gerou o que hoje chamamos de @centoeoito: três pessoas que me fazem feliz em todos os momentos e que muita gente vê como uma panelinha formada ali. Mas a gente gosta de estar uma com a outra, somos amigas, oras, por que não levar isso adiante?? Só para não parecer estar “excluindo” os outros?? Ninguém tá excluindo ninguém, ninguém tá se excluindo, a gente tá simplesmente vivendo em sociedade, simples assim. Não quer dizer que não gostamos de outras pessoas, que não conversamos com outras pessoas, só é mais forte.
– Não precisamos ser queridos por todos, principalmente se com isso não somos muito queridos por alguns. Eu confesso que já passei muito tempo da minha vida querendo que algumas pessoas valorizassem mais minha presença na vida delas, mas se essas pessoas precisam da aprovação mundial, e se assim temos que acabar com a panela, comigo não funciona. Eu não me fecho para ninguém, mas gosto de ter com quem contar, quem abraçar e, principalmente, ter alguém querido pelos lugares onde eu passei, tornando especial cada uma das minhas queridas canequinhas!!

WE HEART IT

Eu andei sumida… Mas não foi por opção, foi por falta de cabeça pro blog. Vi muitos filmes lindooos e continuarei vendo outros, mas não escrevi sobre eles e não sei sobre quais vou escrever ainda.
No fim de janeiro meu avô materno foi para o hospital com pneumonia, e ele já tava mals por causa de outros problemas. Foram 12 dias em que a família inteira ia se ajeitando, um dia um e no outro dia outro, fiquei lá com ele umas 3 vezes e isso deixa a gente cansado, mesmo fazendo na maior boa vontade do mundo. E eu fiz.
Porém, dia 1º minha mãe me ligou de madrugada dizendo que tudo tinha “acabado”. E foi realmente o momento mais triste e difícil da minha vida, por ter acompanhado ele doente sempre que possível e depois ver minha vó sentindo a perda da pessoa que tava com ela por 56 anos. Eu fiquei MUITO MAL e não conseguia pensar em mais nada.
Nada!!
Mas agora estamos todos bem, na medida do possível.
– E por que eu contei isso no blog? Não foi só pra me justificar, mas para dar um toque pessoal ao post, mesmo isso sendo algo pessoal DEMAIS. Mas enfim.
Eu passei 1 ano re-publicando todos os meus posts antigos que tavam no Blogger e Weblogger, e aí fui vendo a evolução do blog nesses 6 anos e meio. Isso aqui já foi um diarinho “acordei, fui pra escola e almocei fora” e depois virou quase um diário-interativo pra mim. Eu escrevo o que vejo, o que gosto, o que leio, o que queria que as pessoas olhassem também. Mas gosto de colocar ONDE vi, COMO vi, COM QUEM vi, afinal, esse é meu blog. E, de repente, eu senti falta de as vezes escrever coisas MAIS bobas ainda do que isso.
Escrever sobre o dia em que levei uma das minhas bonecas pra faculdade e tirei várias fotos, escrever sobre o dia em que fui ao Pátio e o Is Frozen Yogurt tava fechado (foi triste), escrever sobre o dia em que fui lá e tinha aberto denovo (foi perfeito!!), escrever sobre a arrumação de dvds que me levou horas, escrever sobre os canais do YouTube que descobri e assisti a todas as temporadas de Kim Possible, escrever sobre o album de figurinhas do Harry Potter, escrever sobre promoções legais em lojas legais na internet que eu adoro e quero que todo mundo adore. E continuar escrevendo sobre os filmes que vi e chorei, os livros que li e amei, as coisas que acontecem por aqui e que as pessoas deveriam valorizar. Quero continuar fazendo vídeos bobos sobre coisas bobas que eu amo, adoro, venero!!
Não sou realmente fã de publicar textos pessoais-sentimentais, fazia muito isso quando adolescente, mas adoro falar das bobagens do dia-a-dia. E vou voltar a falar. E queria que mais pessoas falassem.
Adoro blogs que trazem pra gente conteúdos voltados ao leitor, com dicas, promoções e etc. Eu mesma já fiz promoção aqui e quero continuar fazendo de vez em quando. Mas sinto SIM falta da vida de quem escreve.
Então… Volta, Mundo Blogueiro!
Porque eu VOLTEI ^^

– Uma iniciativa da Mulher Vitrola

… e com isso é hora de trocar o layout (tá pronto, praticamente igual a esse, com as cores diferentes), planejar reuniões com papai e mamãe para “arrecadar” dinheiro pra viagem de 2012, começar reuniões para planejar tudo de uma maneira digna de TOC com @centoeoito para a viagem de 2012, comprar presentes de natal (sem emprego, como??) e visitar a Loja Virus pra fazer uma Wish List de All Stars!!

Preto c/ “listra” preta – Azul marinho – Dourado c/ lantejoulas – Berinjela listrado – Cinza florido – Verde escuro (pra fazer a Juno) – Branco – Xadrez de branco com alguma cor neutra (marrom assim é legal) – Marrom de bolinhas
– Papai, mamãe, não se esqueçam: EU AMO VOCÊS!! Meu número é 35, tá??

– O assunto de hoje não é nada de interessante, nada educativo, nenhuma dica ou indicação. Hoje vim aqui pela simples vontade de escrever sobre algo que virou minha marca registrada entre as pessoas ao meu redor: a expressão “amor puro”. E aí de repente as pessoas que mais convivem comigo passaram a adotar a expressão e hoje, quando eu estava indo pra aula, me veio na cabeça a relfexão de como isso aconteceu.
– A expressão “amor puro” surgiu em uma conversa de telefone com o Gugui ano passado. Falando sobre colegas de trabalho de quem ele e eu mais gostávamos A gente tentava descrever essas pessoas queridas da melhor maneira possível e quando fui falar do meu querido ex-quase-chefe Bruno foi isso que saiu. Simplesmente “o Bruno é amor puro!!”. Gugui riu, eu ri e passamos a adotar o termo “amor puro e incondiconal” pra tudo que a gente gostava. E aí pegou!! Amor puro aqui, amor puro ali, eu falando e as pessoas ouvindo. No APM as pessoas que eram mais próximas sabiam que eu era a senhorita amor puro (e incondicional). e quando chegou janeiro, no nosso Amigo Oculto bonequeiro, eu não falava outra coisa. Tudo pra mim era amor demais. E não falo de “puro amor” não… São coisas diferentes. É AMOR PURO, pô.
Foi aí que surgiram as derivações.
Amor puro.
Amor puríssimo. (by Lili)
Amor puro e incondicional.
Amor puro destilado.
Amor puro destilado, concentrado a 100%.
Amor puro destilado, concentrado a 100% e RESTAURADO (by Gugui).
– Ninguém mais escapa. O tal do amor puro é tão amor e tão puro que pega mesmo!! Então, até a próxima, e muito amor puro pra vocês!!








