Categoria "Artes Visuais"

Clássicos da TV Cultura viram fanarts em collab de artistas

Em 09.05.2020   Arquivado em Artes Visuais

“Klift, kloft, still: a porta se abriu!” Hoje celebramos 26 anos desde Castelo Rá-Tim-Bum estreou na TV Cultura e eu levei um susto quando li isso na página do Greengo Dictionary, que traduz nossas expressões pro inglês de forma bem humorada e fez uma série em homenagem a esse clássico da televisão brasileira. Não entra na minha cabeça que vivi minha vida em algum momento, mesmo que por poucos anos, sem Nino e sua turma, sabe? Parece que eles sempre estiveram por aqui, desde o início, sei lá, da humanidade.

Coincidentemente (ou não?), foi na mesma semana que um grupo de artistas lançou o resultado de uma collab INCRÍVEL de fanarts com vários dos programas da TV Cultura! O artista visual Vienno postou no último dia 02, sábado, uma thread no Twitter onde todo mundo que participou pôde publicar o resultado final da personagem que lhe foi destinada e o resultado, ai, gente, é NOSTALGIA PURA! Doug, Rá-Tim-Bum, Os Anjinhos, Cocoricó, entre VÁRIOS outros que marcaram a infância de tantas gerações estão lindamente representados em traços e estilos diferentes. Sendo assim, pra unir isso à comemoração do dia e não deixar nada passar em branco, separei alguns favoritos entre os temáticos do castelo mágico mais amado do Brasil!

Fanarts TV Cultura: @kaebcake

Penélope por Karol Schafer | Twitter + Instagram

Fanarts TV Cultura: Thunderpot

Lana e Lara por Thunderpot | Twitter + Instagram

Fanarts TV Cultura: Gabi Tozati

Caipora por Gabi Tozati | Twitter + Instagram

Fanarts TV Cultura: Malu

Nino por Malu | Twitter + Instagram

Fanarts TV Cultura: Gilda

Ratinho por Gilda | Twitter + Instagram

Fanarts TV Cultura: Sávio Araújo

Tíbio e Perônio por Sávio Araújo | Twitter + Instagram

Fanarts TV Cultura: Ana

Bongô por Ana | Twitter + Instagram

Qual foi a preferida de vocês? As minhas, como acho que ficou bem claro, foram Penélope e Lana e Lara porque eram, respectivamente, personagem e quadro que eu mais gostava no programa… Muito obrigada Vienno e os demais artistas que trouxeram essa alegria à criançada dos anos 90 e 2000 em meio à pandemia e não deixem de conferir o link com a lista completa de fanarts, é lindeza pura!

ATENÇÃO! Todos os direitos das imagens pertencem aos seus respectivos autores, sendo as mesmas retiradas dos perfis de cada um no Twitter em 09 de maio de 2020.

Batatinha Fantasma: Amor em Quadrinhos

Em 23.01.2020   Arquivado em Artes Visuais, Leitura

Batatinha Fantasma: Amor em Quadrinhos *****
Autoria: Carol Borges e Filipe Remedios
Gênero: História em Quadrinhos, Romance
Ano: 2019
Número de páginas: 144p.
Editora: Independente
ISBN: 978.659.019.290-5
Sinopse: “A Batatinha Fantasma é um projeto de histórias em quadrinhos criado pelo casal de cartunistas Carol Borges e Filipe Remedios que retratam através de tirinhas as aventuras cotidianas da vida a dois! O livro tem 144 páginas com TODAS AS TIRINHAS DO PRIMEIRO ANO + TIRINHAS EXTRAS feitas exclusivamente para o livro!” (fonte)

Batatinha Fantasma: Amor em Quadrinhos

No dia 27 de maio de 2018, na cama da amiga-cupida Fernanda, Carol e Remedios começaram oficialmente a namorar… E em 9 de julho do mesmo ano (véspera do meu aniversário!) fizeram a primeira publicação no Instagram Batatinha Fantasma, projeto onde contam de forma divertida, fofinha e bem mente aberta sobre seu cotidiano como casal, que lá no fundo pode ter um pouquinho de qualquer casal legal por aí… São narrações em quatro quadrinhos cada, tendo os dois como personagens principais em formato bem semelhante a o de uma batata, mesmo, mas ainda assim preservando lindamente suas características físicas.

O público foi crescendo (hoje com quase 100 mil seguidores), o projeto até fez aniversário, e no segundo semestre de 2019 eles lançaram uma campanha de financiamento coletivo no Catarse para seu primeiro livro! Nele constam todas as tirinhas do primeiro ano juntos e algumas exclusivas da publicação, coloridas em altíssima qualidade. Sendo bem sincera, não sei como ou quando comecei a acompanha-los, mas a campanha caiu na mesma época em que estava rolando a minha para publicar Wish You Were Here: Um Romance Musical, então eu estava cheia de amor no coração causado pelas contribuições que estavam chegando… Não aguentei, participei da deles como forma de devolver o carinho que vinha recebendo, ao mesmo tempo em que apoiava artistas nacionais que adoro nesse momento tão triste de pouquíssimo incentivo político na área.

Batatinha Fantasma: Amor em Quadrinhos

Batatinha Fantasma: Amor em Quadrinhos

Folha de rosto autografada

Como planejado e anunciado por eles, o pacotinho chegou agora, na segunda quinzena de janeiro. O livro é LINDO, quadrado tamanho 20x20cm, capa em tom de amarelo mega vibrante (afinal são batatinhas, né?) e o miolo em papel pólen bold 90g/m², tem o toque super gostoso ao folear. A leitura é super rápida, principalmente pra mim que já tinha lido praticamente todas, mas causa risadas e aquele “quentinho” no coração ao ver os dois vivendo juntos de forma absolutamente normal, porque a normalidade merece mesmo ser enaltecida. Aqui e ali rolam também alguns textos mais sérios, como na época do “Ditadura Nunca Mais” e na Carol apreensiva esperando a confirmação de uma amiga que ainda não chegou em casa (abaixo), e isso faz com que eu goste do conteúdo ainda mais.

A campanha no Catarse deu muito certo, e ainda bem! Eles arrecadaram 160% da meta proposta, o que permitiu adicionar “extras” para os compradores de algumas recompensas selecionadas. Eu tinha escolhido o plano Batata Frita, onde além do livro físico autografado ainda receberei a versão digital em PDF e um kit de figurinhas para Whatsapp, mas quando acabou já tinham juntado grana o suficiente para mandar também adesivo e um print de arte exclusiva. Veio tudo embaladinho, com o maior cuidado e carinho do mundo… O tipo de coisa que vale a pena ter na parte mais bonita da estante (e, no caso do print, na parede, porque é CLARO que vou emoldurar)!

Batatinha Fantasma: Amor em Quadrinhos

Página 25

Batatinha Fantasma: Amor em Quadrinhos

Página 101

A melhor parte de todas, porém, foi que o livro chegou aqui na hora certa. Eu tava super animada em participar do Desafio Leia Mulheres 2020, mas quando vi que logo pra janeiro a sugestão era uma HQ supus que não conseguiria desde o início… Acredita que HORA NENHUMA eu pensei nesse, que já estava comprado há meses, pronto pra chegar em casa e casando direitinho com a ocasião? Tô bem feliz com o início dessa “meta de ano novo” inesperada e tentarei fazer resenha de todos ao longo desses 12 meses. Vai ser ótimo principalmente porque nos últimos anos não li quase nada, então nesse pelo menos um por mês sei que vai rolar, e já abrindo com chave de ouro!

Para conhecer mais do trabalho dos dois vocês podem segui-los no Instagram não só no perfil @batatinhafantasma,que vai ganhar uma lojinha em breve onde todos poderão comprar o livro, mas também em @carolborgesart pra ver as ilustras da Carol, @caixadoremedios e @desenhosdoremedios onde o Remedios publica seus quadrinhos e desenhos, respectivamente.

Batatinha Fantasma: Amor em Quadrinhos

Batatinha no “andar” das artes da minha estante!

Museu Jeca Tatu

Em 02.12.2019   Arquivado em Artes Visuais

Localizado em Itabirito/MG, com entrada na BR-356, caminho que leva a Ouro Preto para aqueles que saem de Belo Horizonte, está o Museu Jeca Tatu: antiguidades das mais variadas para se desbravar enquanto come seu famoso pastel da angu, vendido em uma lanchonete dentro do próprio lugar. Alguns podem julgar como um acúmulo de quinquilharias a céu aberto, mas aqueles que estiverem abertos a apreciar as peculiaridades desse jeito propositalmente desorganizado de contar história vão se identificar – e muito – com um ou vários itens desse acervos que, visualmente, soa quase infinito.

Museu Jeca Tatu

“Brasil, seu remédio é a arte”, placa que pode ser vista na BR-356

Museu Jeca Tatu

Entrada do Museu

Museu Jeca Tatu

Placa indicando a direção da Lanchonete, Cinema e Circo

Placas, discos, vitrolas, máquinas de escrever, geladeiras, artigos de jornal e revista, brinquedos, fotografias, itens de decoração, utensílios domésticos, instrumentos musicais, guarda-chuvas, móveis, telefones, maquetes, relógios, objetos de arte, meios de transporte, moedas… Eu poderia ficar um eternidade citando tudo o que você pode encontrar por lá e tenho certeza que, ainda assim, não ia conseguir. O que muitas vezes é considerado lixo se jogado na rua, vindo de qualquer outro tempo que não o nosso, virou arte nas mãos do seu fundador, Leonardo Ruggio, que hoje em dia sequer sabe o número exato do seu acervo. As relíquias ficam expostas de maneira que a princípio soa como uma completa bagunça, mas ao acostumar o olhar você percebe que, na verdade, o caos foi minuciosamente pensado para ser admirado. E é: até em programa grande de televisão já foi parar, e lá existem fotos pra provar.

Museu Jeca Tatu

Atelier do Milton, dentro de um ônibus escolar

Museu Jeca Tatu

Acervo: discos, sacolas, quadros, gaiolas, lamparinas, roupas…

Museu Jeca Tatu

… garrafas, livros, raquetes, canecas…

Museu Jeca Tatu

… molduras, ventiladores, geladeiras, placas, grades, cadeiras!

Esse tipo de lugar causa muita reflexão em mim, que sou restauradora formada, preso horrorosamente pelo patrimônio histórico e artísticos seja ele material ou não, mas não tenho uma visão tão tradicional do assunto. Museus ainda são, infelizmente, instituições muito elitistas, não tanto pela acessibilidade, graças à grande popularização que tem acontecido em grandes centros urbanos, mas às vezes pela falta de informação que vem da raiz do problema… Prédios imponentes onde muitas vezes as pessoas sequer SABEM que podem entrar e sempre com muitas regras, porque é preciso de regra pra tudo na vida se quiser fazer funcionar. De repente, então, você tromba no meio da estrada com um que soa quase acidental, com famílias de patos e perus andando em meio aos itens expostos. É diferente e maravilhoso por ser diferente. Por outro lado não acho que seja inclusivo em outros aspectos, já que se trata de uma coleção difícil de se descrever para quem não pode enxergar, mesmo as fotos publicadas na internet nunca terão uma legenda descritiva à altura, e provavelmente de dificílimo acesso a quem usa cadeira de rodas, já que tem corredores apertados e entrada irregular… Aqueles prós e contras que é sempre importante destacar.

Museu Jeca Tatu

Mais acervo: lustres, miniaturas, rodas, troféus, brinquedos…

Museu Jeca Tatu

Entrada do banheiro feminino com direito a uma Branca de Neve de jardim

Museu Jeca Tatu

… muita música, nos mais diferentes formatos!

Museu Jeca Tatu

Principalmente discos. Discos de todos as épocas, de todos os tipos.

Além da exposição e lanchonete/restaurante em si, o Jeca Tatu tem também um cinema com capacidade para 300 pessoas, que não estava funcionando no dia e infelizmente não sei como é, circo, Fonte dos Desejos, ateliê de sucata e uma biblioteca móvel dentro de um ônibus escolar na estrada. Na verdade passando pela BR você consegue ver VÁRIOS desses ônibus na mais variada disposição na porta e tem até um lá dentro! Foi um “item” que me deixou encucada de como foi parar ali em tão grande quantidade.

Museu Jeca Tatu

Telhado LINDO, cheio de vinis pendurados!

Museu Jeca Tatu

Reportagem sobre Elton John, provavelmente da década de 80

Museu Jeca Tatu

Vista da capela pela entrada

Museu Jeca Tatu

Ônibus escolar (entrada permitida)

Ficou querendo conhecer? O Museu Jeca Tatu abre TODOS OS DIAS, das 8 às 18h, e é cobrado um valor simbólico na porta para visitantes. Eles recebem doações e mais itens caso você queira incorporar alguma antiguidade ao acervo e, de acordo com informações que andei lendo na internet, também realizam trocas (e até vendas), dependendo da disponibilidade do próprio dono. Para conhecer mais sigam no Instagram o perfil @museujecatatu!

Leia também: Nana ganhou uma trança, relato lindinho da Despedida de Solteira do mesmo casamento para o qual eu estava indo quando visitei o museu!

Exposição “Arquitetura da Paisagem”, no Fórum Lafayette

Em 19.07.2018   Arquivado em Artes Visuais

Sendo de origem (provavelmente) chinesa e já presente na história da arte desde o século VI, a xilogravura é uma técnica de gravação em madeira, entalhando o desenho desejado pelo artista para, depois, ser impresso sobre o papel – ou qualquer suporte adequado para tal. O resultado dessa impressão, a xilografia, é uma versão espelhada do que foi gravado, dando ao artista ainda mais trabalho, graças às necessidade de projetá-lo dessa forma. E é utilizando desse processo, lado a lado das propriedades orgânicas da própria matriz, que a artista e professora da Escola de Belas Artes da UFMG, Eliana Ambrósio, construiu as obras da exposição “Arquitetura da Paisagem”, aberta à visitação no Espaço Cultural Fórum Lafayette.

Exposição Arquitetura da Paisagem

A abertura aconteceu na noite do dia 26 de junho (no aniversário de 14 anos do blog!) e eu precisei ir prestigiá-la pois a Eliana foi, além de primeira professora universitária, minha orientadora no TCC, onde restaurei a reimpressão de uma das primeiras gravuras em metal produzidas no Brasil. Desde então ela vem se aprofundando cada vez mais na área, se tornando agora professora do curso de Artes Visuais da EBA.

“Arquitetura da Paisagem” é um conjunto de obras cujo nome é autoexplicativo: ela utiliza das formas e força da própria natureza para construir exemplos da interferência humana no ambiente, sem necessariamente se deixar limitar pelas bordas do desenho. São 22 obras com referências ao movimento art nouveau (sobre o qual ela mesma me ensinou!) e cheias de formas e movimentos que carregam uma elegância enorme no modo de entralhar.

Exposição Arquitetura da Paisagem

Exposição Arquitetura da Paisagem

Além dela, há também no saguão do Fórum, 4º andar e na unidade Raja Gabaglia uma Mostra Paralela com mais de 50 trabalhos de seus alunos da UFMG. Esse conjunto, que não se limita a estilos ou temáticas, apresenta a xilogravura de forma diversificada, com variação de suporte, cor e técnicas complementares. Elas contém cores, degradês, referências das mais variadas, cada uma seguindo o traço de seu autor e passando o que ele quis retratar. Minha favorita, de autoria da Lucianita Moraes, representa um elefante num contraste de cores complementares lindíssimo – e ainda pude conversar com ela na hora, compartilhando minha paixão por esse animais. Vale a pena estender a visita a elas também!

Exposição Arquitetura da Paisagem

Exposição Arquitetura da Paisagem

A visita às mostras é gratuita, das 8 às 18h, no TJMG (Av. Augusto de Lima, 1.549, Barro Preto), entre 26 de junho e 26 de julho de 2018. As datas e horários também são válidas para a outra unidade (Av. Raja Gabáglia, 1753, Luxemburgo). Para saber mais, assista à entrevista feita pela TV UFMG em https://ufmg.br/comunicacao/noticias/professora-e-alunos-da-ufmg-expoem-xilogravuras-no-forum-lafayette

Elephant Parade em Belo Horizonte

Em 21.04.2018   Arquivado em Artes Visuais

Elefantes estão, definitivamente, no meu “Top 5 Animais Favoritos”. Essa paixão foi começando devagarzinho, na elefante cor-de-rosa de pelúcia que minhas amigas do colégio me deram aos 16 anos, até se tornar tão forte a ponto de tatuar um no pulso em homenagem ao meu romance ainda não publicado, “Wish You Were Here”, onde há a presença forte deles. Sei lá, me identifico com esses mamíferos gigantes! Eles são empáticos, dramáticos, gentis e se organizam numa sociedade matriarcal, o que, cá entre nós, é maravilhoso de se ver no reino animal onde muitos têm a ilusão que o macho é sempre o alfa.

Por esse motivo eu quase pirei quando descobri da chegada da Elephant Parade em Belo Horizonte pelo Instagram! Assim que vi o primeiro link sobre comecei a pesquisar loucamente e até cheguei a receber fotos de amigos via Whatsapp, porque eles já sabiam que ia rolar amor. Acabei vendo alguns espalhados pela cidade, mas nunca podia parar apreciar direitinho… Então decidi tirar uma tarde para ir ao Pátio Savassi, onde a maioria está concentrada, para fotografar os mais legais e vamos ver se, até a exposição acabar, não consigo rodar mais a cidade e ir complementando esse post!

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Elefante Paulistano” por Cadu Mendonça

As escultura têm o tamanho de um bebê elefante real, então tem espaço suficiente pra cada artista expressar sua ideia exatamente como quer. Alguns ignoram completamente o formato e usam como uma “tela” para pintura, outros deixam com cara de animal, mesmo, mas cheio de personalidade. Meu favorito, que foi também o primeiro que vi, foi o “Tartaphant”, que representa um bebê tartaruga saindo do ovo, coisa mais linda!

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Tartaphant” por Ângelo Rafael

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Bolofante” por Bolinho

Outro queridinho, que faz parte do trio de comidas presente na Praça de Alimentação do shopping, é o “Bolofante” com o personagem Bolinho, que já é uma celebridade artística de BH! Ele está estampado em muros por toda a cidade, então logicamente é o destaque dessa edição! Ficou colorido e divertido, como não podia ser diferente!

Elephant Parade em Belo Horizonte

Praça de Alimentação: “Bolofante”, “Pausa Para o Cafezinho” por Beto Rossi e “Que Seja Doce” por Érica Morais

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Mademoiselle Elefantel” por Patrícia Costa, “Haru” por Simone Michelin e “Prisma” por Carina Maitch

Elephant Parade em Belo Horizonte

Detalhes de “Prisma”

Elephant Parade em Belo Horizonte

Cinema: “Elephant in Wonderland” por Rogério Fernandes e “Amanhecer de Sonhos” por Alexandre Rato

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Prece ao Mar” por Gabriela de Miranda Santos e “Jungle” por Iuri Sarmento

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Iamandú Verdefante” por Carolina Massad

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Murilo” por Davi DMS

Elephant Parade em Belo Horizonte

“O Viajante Imaginário” por Rosângela Vig

Elephant Parade em Belo Horizonte

“DJ Elephant” por Alberto Bertolazzi

Durante a primeira metade do projeto tinha um ateliê aberto no segundo piso do shopping, onde as obras eram produzidas ao vivo para os visitantes que ali passassem. No dia que foi quem estava em andamento era “A Cura”, do Rogério Fernandes, e estou doida para achá-la e ver como ficou porque o nome me deixou curiosíssima!

Elephant Parade em Belo Horizonte

“A Cura” em produção, por Rogério Fernandes

A Elephant Parade vai ficar em BH até o dia 15 de maio e seu próximo destino já foi anunciado: o Rio de Janeiro! Até lá dá pra curtir as obras não só no Pátio, mas também na Praça da Liberdade, Praça da Savassi e em algumas Drogarias Araújo, que é patrocinadora oficial do projeto. Depois elas serão leiloada e o dinheiro arrecadado vai para filantropia local, os artistas envolvidos e a preservação dos elefantes! Se tem projeto mais lindinho acontecendo, desconheço!

Elephant Parade: de 15 de março a 15 de maio em Belo Horizonte. Instagram: @elephantparadebrazil | Facebook: Elephant Parade Brasil | Mais informações em elephantparade.com.br

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