Categoria "Artes Visuais"

Museu Jeca Tatu

Em 02.12.2019   Arquivado em Artes Visuais

Localizado em Itabirito/MG, com entrada na BR-356, caminho que leva a Ouro Preto para aqueles que saem de Belo Horizonte, está o Museu Jeca Tatu: antiguidades das mais variadas para se desbravar enquanto come seu famoso pastel da angu, vendido em uma lanchonete dentro do próprio lugar. Alguns podem julgar como um acúmulo de quinquilharias a céu aberto, mas aqueles que estiverem abertos a apreciar as peculiaridades desse jeito propositalmente desorganizado de contar história vão se identificar – e muito – com um ou vários itens desse acervos que, visualmente, soa quase infinito.

Museu Jeca Tatu

“Brasil, seu remédio é a arte”, placa que pode ser vista na BR-356

Museu Jeca Tatu

Entrada do Museu

Museu Jeca Tatu

Placa indicando a direção da Lanchonete, Cinema e Circo

Placas, discos, vitrolas, máquinas de escrever, geladeiras, artigos de jornal e revista, brimquedos, fotografias, itens de decoração, utensílios domésticos, instrumentos musicais, guarda-chuvas, móveis, telefones, maquetes, relógios, objetos de arte, meios de transporte, moedas… Eu poderia ficar um eternidade citando tudo o que você pode encontrar por lá e tenho certeza que, ainda assim, não ia conseguir. O que muitas vezes é considerado lixo se jogado na rua, vindo de qualquer outro tempo que não o nosso, virou arte nas mãos do seu fundador, Leonardo Ruggio, que hoje em dia sequer sabe o número exato do seu acervo. As relíquias ficam expostas de maneira que a princípio soa como uma completa bagunça, mas ao acostumar o olhar você percebe que, na verdade, o caos foi minuciosamente pensado para ser admirado. E é: até em programa grande de televisão já foi parar, e lá existem fotos pra provar.

Museu Jeca Tatu

Atelier do Milton, dentro de um ônibus escolar

Museu Jeca Tatu

Acervo: discos, sacolas, quadros, gaiolas, lamparinas, roupas…

Museu Jeca Tatu

… garrafas, livros, raquetes, canecas…

Museu Jeca Tatu

… molduras, ventiladores, geladeiras, placas, grades, cadeiras!

Esse tipo de lugar causa muita reflexão em mim, que sou restauradora formada, preso horrorosamente pelo patrimônio histórico e artísticos seja ele material ou não, mas não tenho uma visão tão tradicional do assunto. Museus ainda são, infelizmente, instituições muito elitistas, não tanto pela acessibilidade, graças à grande popularização que tem acontecido em grandes centros urbanos, mas às vezes pela falta de informação que vem da raiz do problema… Prédios imponentes onde muitas vezes as pessoas sequer SABEM que podem entrar e sempre com muitas regras, porque é preciso de regra pra tudo na vida se quiser fazer funcionar. De repente, então, você tromba no meio da estrada com um que soa quase acidental, com famílias de patos e perus andando em meio aos itens expostos. É diferente e maravilhoso por ser diferente. Por outro lado não acho que seja inclusivo em outros aspectos, já que se trata de uma coleção difícil de se descrever para quem não pode enxergar, mesmo as fotos publicadas na internet nunca terão uma legenda descritiva à altura, e provavelmente de dificílimo acesso a quem usa cadeira de rodas, já que tem corredores apertados e entrada irregular… Aqueles prós e contras que é sempre importante destacar.

Museu Jeca Tatu

Mais acervo: lustres, miniaturas, rodas, troféus, brinquedos…

Museu Jeca Tatu

Entrada do banheiro feminino com direito a uma Branca de Neve de jardim

Museu Jeca Tatu

… muita música, nos mais diferentes formatos!

Museu Jeca Tatu

Principalmente discos. Discos de todos as épocas, de todos os tipos.

Além da exposição e lanchonete/restaurante em si, o Jeca Tatu tem também um cinema com capacidade para 300 pessoas, que não estava funcionando no dia e infelizmente não sei como é, circo, Fonte dos Desejos, ateliê de sucata e uma biblioteca móvel dentro de um ônibus escolar na estrada. Na verdade passando pela BR você consegue ver VÁRIOS desses ônibus na mais variada disposição na porta e tem até um lá dentro! Foi um “item” que me deixou encucada de como foi parar ali em tão grande quantidade.

Museu Jeca Tatu

Telhado LINDO, cheio de vinis pendurados!

Museu Jeca Tatu

Reportagem sobre Elton John, provavelmente da década de 80

Museu Jeca Tatu

Vista da capela pela entrada

Museu Jeca Tatu

Ônibus escolar (entrada permitida)

Ficou querendo conhecer? O Museu Jeca Tatu abre TODOS OS DIAS, das 8 às 18h, e é cobrado um valor simbólico na porta para visitantes. Eles recebem doações e mais itens caso você queira incorporar alguma antiguidade ao acervo e, de acordo com informações que andei lendo na internet, também realizam trocas (e até vendas), dependendo da disponibilidade do próprio dono. Para conhecer mais sigam no Instagram o perfil @museujecatatu!

Leia também: Nana ganhou uma trança, relato lindinho da Despedida de Solteira do mesmo casamento para o qual eu estava indo quando visitei o museu!

Exposição “Arquitetura da Paisagem”, no Fórum Lafayette

Em 19.07.2018   Arquivado em Artes Visuais

Sendo de origem (provavelmente) chinesa e já presente na história da arte desde o século VI, a xilogravura é uma técnica de gravação em madeira, entalhando o desenho desejado pelo artista para, depois, ser impresso sobre o papel – ou qualquer suporte adequado para tal. O resultado dessa impressão, a xilografia, é uma versão espelhada do que foi gravado, dando ao artista ainda mais trabalho, graças às necessidade de projetá-lo dessa forma. E é utilizando desse processo, lado a lado das propriedades orgânicas da própria matriz, que a artista e professora da Escola de Belas Artes da UFMG, Eliana Ambrósio, construiu as obras da exposição “Arquitetura da Paisagem”, aberta à visitação no Espaço Cultural Fórum Lafayette.

Exposição Arquitetura da Paisagem

A abertura aconteceu na noite do dia 26 de junho (no aniversário de 14 anos do blog!) e eu precisei ir prestigiá-la pois a Eliana foi, além de primeira professora universitária, minha orientadora no TCC, onde restaurei a reimpressão de uma das primeiras gravuras em metal produzidas no Brasil. Desde então ela vem se aprofundando cada vez mais na área, se tornando agora professora do curso de Artes Visuais da EBA.

“Arquitetura da Paisagem” é um conjunto de obras cujo nome é autoexplicativo: ela utiliza das formas e força da própria natureza para construir exemplos da interferência humana no ambiente, sem necessariamente se deixar limitar pelas bordas do desenho. São 22 obras com referências ao movimento art nouveau (sobre o qual ela mesma me ensinou!) e cheias de formas e movimentos que carregam uma elegância enorme no modo de entralhar.

Exposição Arquitetura da Paisagem

Exposição Arquitetura da Paisagem

Além dela, há também no saguão do Fórum, 4º andar e na unidade Raja Gabaglia uma Mostra Paralela com mais de 50 trabalhos de seus alunos da UFMG. Esse conjunto, que não se limita a estilos ou temáticas, apresenta a xilogravura de forma diversificada, com variação de suporte, cor e técnicas complementares. Elas contém cores, degradês, referências das mais variadas, cada uma seguindo o traço de seu autor e passando o que ele quis retratar. Minha favorita, de autoria da Lucianita Moraes, representa um elefante num contraste de cores complementares lindíssimo – e ainda pude conversar com ela na hora, compartilhando minha paixão por esse animais. Vale a pena estender a visita a elas também!

Exposição Arquitetura da Paisagem

Exposição Arquitetura da Paisagem

A visita às mostras é gratuita, das 8 às 18h, no TJMG (Av. Augusto de Lima, 1.549, Barro Preto), entre 26 de junho e 26 de julho de 2018. As datas e horários também são válidas para a outra unidade (Av. Raja Gabáglia, 1753, Luxemburgo). Para saber mais, assista à entrevista feita pela TV UFMG em https://ufmg.br/comunicacao/noticias/professora-e-alunos-da-ufmg-expoem-xilogravuras-no-forum-lafayette

Elephant Parade em Belo Horizonte

Em 21.04.2018   Arquivado em Artes Visuais

Elefantes estão, definitivamente, no meu “Top 5 Animais Favoritos”. Essa paixão foi começando devagarzinho, na elefante cor-de-rosa de pelúcia que minhas amigas do colégio me deram aos 16 anos, até se tornar tão forte a ponto de tatuar um no pulso em homenagem ao meu romance ainda não publicado, “Wish You Were Here”, onde há a presença forte deles. Sei lá, me identifico com esses mamíferos gigantes! Eles são empáticos, dramáticos, gentis e se organizam numa sociedade matriarcal, o que, cá entre nós, é maravilhoso de se ver no reino animal onde muitos têm a ilusão que o macho é sempre o alfa.

Por esse motivo eu quase pirei quando descobri da chegada da Elephant Parade em Belo Horizonte pelo Instagram! Assim que vi o primeiro link sobre comecei a pesquisar loucamente e até cheguei a receber fotos de amigos via Whatsapp, porque eles já sabiam que ia rolar amor. Acabei vendo alguns espalhados pela cidade, mas nunca podia parar apreciar direitinho… Então decidi tirar uma tarde para ir ao Pátio Savassi, onde a maioria está concentrada, para fotografar os mais legais e vamos ver se, até a exposição acabar, não consigo rodar mais a cidade e ir complementando esse post!

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Elefante Paulistano” por Cadu Mendonça

As escultura têm o tamanho de um bebê elefante real, então tem espaço suficiente pra cada artista expressar sua ideia exatamente como quer. Alguns ignoram completamente o formato e usam como uma “tela” para pintura, outros deixam com cara de animal, mesmo, mas cheio de personalidade. Meu favorito, que foi também o primeiro que vi, foi o “Tartaphant”, que representa um bebê tartaruga saindo do ovo, coisa mais linda!

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Tartaphant” por Ângelo Rafael

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Bolofante” por Bolinho

Outro queridinho, que faz parte do trio de comidas presente na Praça de Alimentação do shopping, é o “Bolofante” com o personagem Bolinho, que já é uma celebridade artística de BH! Ele está estampado em muros por toda a cidade, então logicamente é o destaque dessa edição! Ficou colorido e divertido, como não podia ser diferente!

Elephant Parade em Belo Horizonte

Praça de Alimentação: “Bolofante”, “Pausa Para o Cafezinho” por Beto Rossi e “Que Seja Doce” por Érica Morais

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Mademoiselle Elefantel” por Patrícia Costa, “Haru” por Simone Michelin e “Prisma” por Carina Maitch

Elephant Parade em Belo Horizonte

Detalhes de “Prisma”

Elephant Parade em Belo Horizonte

Cinema: “Elephant in Wonderland” por Rogério Fernandes e “Amanhecer de Sonhos” por Alexandre Rato

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Prece ao Mar” por Gabriela de Miranda Santos e “Jungle” por Iuri Sarmento

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Iamandú Verdefante” por Carolina Massad

Elephant Parade em Belo Horizonte

“Murilo” por Davi DMS

Elephant Parade em Belo Horizonte

“O Viajante Imaginário” por Rosângela Vig

Elephant Parade em Belo Horizonte

“DJ Elephant” por Alberto Bertolazzi

Durante a primeira metade do projeto tinha um ateliê aberto no segundo piso do shopping, onde as obras eram produzidas ao vivo para os visitantes que ali passassem. No dia que foi quem estava em andamento era “A Cura”, do Rogério Fernandes, e estou doida para achá-la e ver como ficou porque o nome me deixou curiosíssima!

Elephant Parade em Belo Horizonte

“A Cura” em produção, por Rogério Fernandes

A Elephant Parade vai ficar em BH até o dia 15 de maio e seu próximo destino já foi anunciado: o Rio de Janeiro! Até lá dá pra curtir as obras não só no Pátio, mas também na Praça da Liberdade, Praça da Savassi e em algumas Drogarias Araújo, que é patrocinadora oficial do projeto. Depois elas serão leiloada e o dinheiro arrecadado vai para filantropia local, os artistas envolvidos e a preservação dos elefantes! Se tem projeto mais lindinho acontecendo, desconheço!

Elephant Parade: de 15 de março a 15 de maio em Belo Horizonte. Instagram: @elephantparadebrazil | Facebook: Elephant Parade Brasil | Mais informações em elephantparade.com.br

Exposição “ComCiência”, da Patricia Piccinini

Em 04.01.2017   Arquivado em Artes Visuais

“Antes tarde do que nunca” define o tema desse post, já que as obras do ComCiência, da Patricia Piccinini, estão no CCBB BH há quase três meses e eu só fui vê-las agora, na última semana. Mas o importante é ir e impossível deixar passar porque é, até hoje, a exposição mais vista da história do museu e recebeu mais de um milhão de visitantes em sua passagem por outras cidades do país.

Para trazer a questão das mutações genéticas para o território da arte, a artista australiana Patricia Piccinini se utiliza do realismo como linguagem, apresentando ao espectador um universo de criaturas desconhecidas, porém palpáveis e surpreendentemente afetuosas. ComCiência, um neologismo que carrega sentido duplo, conectando consciente e ciência, propõe ao público um percurso narrativo entre esculturas, desenhos, fotografias e vídeos. (fonte)

Depois de um medo gigantesco do assunto quando era criança, eu cresci sempre procurando lidar com qualquer tipo de mutação genética ou característica peculiar de forma mais natural possível, principalmente porque meu filme e meu livro favoritos tratam sobre o assunto, então quando vi as primeiras imagens das obras, principalmente as esculturas que são as grandes estrelas da “festa”, fiquei absolutamente encantada. A ideia da artista é que o expectador passe da repulsa ao fascínio, mas pra mim esse processo não aconteceu, foi um impacto positivo de cara, mas eu não imaginava é que ao vivo a coisa ia ser ainda mais forte porque, sério, elas são absolutamente LINDAS! As figuras humanas são extremamente convincentes, o que torna a admiração ainda maior, e mesmo que pareça que a gente está diante de uma pessoa de verdade elas têm o lado esquisito que causa incômodo: pelos demais, pequenos traços de animais, órgãos deformados, a presença das criaturas que muitos enxergam como monstros, mas na verdade passam um ar super simpático pra quem observa. As pessoas que interagem com elas, é claro, são sempre crianças (de All Starzinhos!), já que eles estão mais abertos ao incomum que os adultos, e a ideia daquela “amizade” que surge no momento congelado pela artista me deu vontade de ver um filme com a história deles sendo contada.

Existem outras “categorias” de obras, além dessa das crianças e seus amigos incomuns, que retratam sempre a humanização de seres supostamente não animados, como plantas e até mesmo meios de transporte. Meu lado restauradora ficou enlouquecido imaginando como deve ser interessante montar a exposição no ambiente disponível e depois embalar para o transporte, porque deve ser uma quantidade de detalhes ainda maior do que a gente observa como visitante… Claro que é impossível amar tudo porque é um conjunto enorme e extremamente variado, que conta com esculturas, quadros, sons, vídeos e até jogos de luz, mas é legal ver também o que te causa mais estranhamento e o que depois de ver tantas vezes acaba ficando até comum, que não é muito diferente da “vida real”, se parar pra pensar!

ComCiencia, Patricia Piccinini
“O Observador”

ComCiencia, Patricia Piccinini
“Grande Mãe” (percebam a melancolia absurda desse olhar)

ComCiencia, Patricia Piccinini
“O Golpe”

ComCiencia, Patricia Piccinini
“O Tão Esperado”

ComCiencia, Patricia Piccinini
“A Confortadora”

ComCiencia, Patricia Piccinini
“O Substituto” – fofíssimo de frente, super incômodo pelas costas

ComCiencia, Patricia Piccinini
“Indiviso”

ComCiencia, Patricia Piccinini
“O Visitante”

ComCiencia, Patricia Piccinini
“De Bruços” – o que mais gostei de TODOS!

ComCiencia, Patricia Piccinini
“Cycle Pups”

ComCiencia, Patricia Piccinini
“Os Amantes” – foi uma das favoritas, também!

ComCiencia, Patricia Piccinini
“Arcádia”

ComCiencia, Patricia Piccinini

ComCiencia, Patricia Piccinini

ComCiência, de Patricia Piccinini. De 12/10 a 09/01 no Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte.
Praça da Liberdade, 450, Funcionários. Contato: http://culturabancodobrasil.com.br/ | (31) 3431-9400 | ccbbbh@bb.com.br | Funcionamento de quarta a segunda das 9h às 21 horas. Entrada Franca.

Minhas fotos ficaram muito ruins, então a Lili me deixou usar as delas aqui no post, apenas quatro dessas quatorze foram tiradas por mim. Obrigada, Lili! Além disso não consegui achar o nome de todas as obras, então se alguém souber o da última que falta e puder me avisar agradeço imensamente.

Mini Encadernações

Em 27.08.2016   Arquivado em Artes Visuais

Em julho, agosto e setembro estou fazendo um auto desafio de levar pro Expresso Rosa uma nova encadernação por semana, totalizando 14 – meu número favorito! Obviamente está atrasadíssimo por causa do BEDA, a produção de posts pra cá tá intensa, mas essa semana vou colocar em dia e vai ser finalizado direito (juro). E aí que um dos projetos é fazer 100 mini caderninhos em escala 1/6 como parte parte dos nossos presentes da welcome bag da BlytheCon BH, dentro de uma “mini welcome bagzinha” com itens fofos pras bonecas. Está dando um trabalho danado, parece que fazer as coisas em escala menor exige ainda mais que em tamanho normal, mas o resultado final vai ficar incrível, mal posso esperar pra acabar. E já que estamos no clima, eu tô viciada no assunto e tudo mais, vou aproveitar a onda e mostrar pra vocês algumas mini encadernações LINDAS que achei nos últimos tempos fuçando muito o Pinterest porque vale a pena, é muito micro amor pro nosso coração!

Mini Encadernação

01) Mini livro por Duitang, que eu achei de uma delicadeza sem igual e é meu favorito de todos desse post!

Mini Encadernação

02) Minis por Abimael Estrada.

Mini Encadernação

Mini Encadernação

03 e 04) Miniature Open Books and Hidden Potion Books por EV Miniatures: esses eu tenho dúvidas se são realmente encadernados ou “pingentes”, mas são maravilhosos demais pra ficar de fora!

Mini Encadernação

05) Mini Book Necklace por Making My Rent: olha que amor, gente! Quero muito tentar depois!

Mini Encadernação

06) “La Vie En Rose” por Expresso Rosa: eu sempre termino com um meu, né? Minha última criação ganhou sua versão pequetita porque eu tinha um pedaço do mesmo papel da capa menor, estou muito apaixonadinha por ambos! Dá vontade de sempre tentar fazer algo assim…

BEDA2016

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