Posts de August de 2018

Blog Day 2018

Em 31.08.2018   Arquivado em Blog

E chegou mais um 31 de agosto, o Dia do Blog ou, como conhecido mundialmente, Blog Day! Pra quem não conhece essa data maaaais gostosinha, ela começou porque os números 3108 “formam” a palavra BLOG, e isso é tão fofo que não dá pra deixar de comemorar, né? Outro dia eu perguntei no grupo do Sweet Luly no Facebook quem ia participar e algumas pessoas levantaram a mãozinha digital metafórica dizendo que estavam animadas pra isso. Sendo assim resolvi dar aqueeela visitadinha nesses interessados e hoje são eles que estão sendo lindamente indicados por aqui, porque merecem entrar aí na sua lista de favoritas (confia em mim)!

Blog Day 2018

O que é o Blog Day? “Blog Day” foi criado na convicção de que os bloggers deverão ter um dia dedicado ao conhecimento de novos blogs, de outros países ou áreas de interesse. Nesse dia os bloggers recomendarão novos blogs aos seus visitantes.

O que acontecerá no Blog Day? Durante o dia 31 de Agosto, bloggers de todo o mundo farão um post a recomendar a visita a novos blogs, de preferência, blogs de cultura, pontos de vista ou atitude diferentes do seu próprio blog. Nesse dia, os leitores de blogs poderão navegar e descobrir blogs desconhecidos, celebrando a descoberta de novas pessoas e novos bloggers.

Minhas Indicações em 2018:

01. Não Me Venha Com Desculpas, por Adriel Christian: Adriel é um amor, e um amor que mora bem confortavelmente no meu coração. Eu amo as palavras desse menino, mas acima disso eu o amo pelo que ele é, um amigo que venho acompanhando pelas interwebs há anos e dando um apoio aqui e ali em tempos de necessidade – e vice e versa! Inclusive hoje é ANIVERSÁRIO DELE e meu presente é um post especial no NMVCD, feito com muuuuito carinho MESMO!

02. Profano Feminino, por Ane Venâncio e Isabela Ribeiro: Eu AMO muito o nome do blog das meninas, porque elas o explicam dizendo que lá falam de coisas que pra elas são sagradas, mas pra outras pessoas pode soar profano. MARAVILHOSAS, né? Eu adoro isso de elas o construírem juntas, hoje em dia acompanho poucos que ainda seguem essa linha, ainda mais mantendo uma unidade bacana assim! Fiquei super emocionadinha quando fui ler o post de hoje e vi meu nome entre as indicações, obrigada, meninas!

03. Lado Milla, por Camyli Alessandra: Cês gostam de posts pessoais? Gostam de dar aquela lidinha na vida das pessoas, se mantendo interessada nas palavras? Bom, eu adoro, e é isso que a Milla traz. Além disso ela é psicóloga e eu admiro essa profissão cada vez mais na minha vida desde o ano passado…

04. Coruja Geek, por Érika Monteiro: E aquela blogueira que você acompanha em tudo quanto é rede social? Minha “corujinha”! Com suas fotos LINDAS, boas resenhas e experiências de viagens gostosas, nem sei há quanto tempo a Érika entrou na minha vida, mas permanece nela e assim vai ficar!

05. A Menina da Janela, por Laura Nolasco: Ooooolha essa mineirinha de Belo Horizonte dando as cara por aqui, uai! Laura é uma das pessoas com as quais dá vontade de sentar no recreio, e tá tão pertinho de mim que a gente super pode fazer isso e não entendo como ainda não fizemos! É outra que fotografa divinamente, vale a pena seguir o Instagram profissional dela pra se encantar!

06. Lê Fraga, por Letícia Fraga: Ok, ok, eu sei: originalmente seriam cinco indicados. Mas é que o novo blog da Letícia foi “inaugurado” hoje, no melhor dia pra isso! Não podia deixar de dar aquela força, né?

E se você quiser mais indicações de blogs lindões e que eu AMO é só dar uma olhada nos posts de Blog Day dos anos passados e no Blogroll do Sweet Luly! E, claro, um Feliz Dia do Blog pra todos!

Novos Rumos

Em 28.08.2018   Arquivado em Escrevendo

Novos Rumos

Olhei enquanto a gaveta do armário de arquivos abria e fechava lentamente, agora contando mais um papel com meu nome assinado em baixo. Ele tirou minha via de baixo do perfurador, que usava de peso para que o ventilador não fizesse todas as folhas voarem, e estendeu a mão para apertar a minha. Foi o que fiz, com um meio sorriso no rosto, demonstrando minha mistura interna de desespero e alívio. Quando fechei a porta ao sair, o vi jogando o papel carbono que usamos no lixo, sacudindo a cabeça como se não concordasse com o que havia acabado de acontecer.

Na portaria, o escriturário da sala ao lado fumava conversando displicente com o zelador do prédio. “Até segunda!”, eles gritaram, ao que respondi com um “Até!”, não queria explicar que não voltaria ali na próxima semana, e de preferência nunca mais.

A lâmpada principal da kit net estava queimada, o escuro parecia ser a calmaria que precisava pra fechar esse dia memorável.

Ondas de pânico me invadiram novamente. Talvez eu ficasse permanentemente sem luz se não tivesse dinheiro ara pagar as contas… Acendi o abajur e a máquina de escrever que ficava ao seu lado se iluminou imediatamente. Coloquei minha via do documento ali encaixada nele, como se tivesse acabado de redigi-la. Metaforicamente era o que eu havia feito: escrito a primeira das portas a serem abertas nesse processo insano de ir atrás do que queria de verdade. Pensei em correr pro computador e começar a colocar todos os meus planos em prática naquele momento mesmo (seria o mais prudente a se fazer) mas, por enquanto, pareceu muito melhor saborear essa mistura de sensações que o futuro sempre incerto trazia. Então me joguei na cama e perdida em pensamentos permaneci, até (algumas horas depois) o cansaço me fazer adormecer.

Esse post foi inspirado na proposta #11 do Creative Writing Prompts, que oferece mais de trezentas ideias legais para desenvolver sua escrita criativa. É o 22º entre os 25 que me propus a escrever até outubro de 2018.

Quando a meta é sair do lugar…

Em 25.08.2018   Arquivado em Escrevendo

Tenho me sentido um caranguejo. Nem me refiro ao meu Sol em Câncer fortíssimo, cada vez mais aguçado, não. É mais aquela de andar pros lados, sabe? Você caminha, caminha, caminha e, ainda assim, não sai do lugar… Não regride, é claro, mas também não consegue seguir em frente, crescer, avançar, fica só nessa mesmice não importa o quão diferente sejam as coisas. Argh! Seja qual for a meta que tento traçar ela fica sempre pro amanhã, porque o que realmente acontece é andar em círculos pra lá e pra cá, achando que um novo caminho apareceu, mas voltando lá pro começo assim que pego no ritmo. Sério, pra mim já chega. Agora a meta é sair do lugar!

Quando a meta é sair do lugar...

A gente tem o costume de ter aversão ao que muda, né? Mesmo quando tá lá, acontecendo, fica batendo na tecla passada que claramente não funciona. Por muito tempo fui assim. Insistia em chamar de melhor amiga aquela com quem não tinha mais muito a ver, afirmava que certo livro era o favorito por questão de costume, via amor eterno no que nasceu pra ser primeiro amor. Como se mutar fosse fracasso, sendo que é simplesmente normal. Agora pensando em retrocesso, essa foi a primeira mudança que abracei: a de ser alguém que aceita e visa mudar! Só que quando você tem a sorte e o privilégio de estudar o que quer, quando quer e sem pagar nada, é difícil abrir a viseira e admitir que não tá dando certo, sabe? Aí tô aqui, dando murro em ponta de faca naquilo que não é minha formação e que eu sequer quero. Ou pelo menos tava.

Nos últimos tempos uma luz se acendeu no meu cérebro e cá estou, juntando alguns sonhos antigos com outros novos e descobrindo como transformar ideias em caminhos. E mesmo que ande devagar, que ande! Foi um filme que eu (re)vi, numa tarde qualquer aí, onde a protagonista me fez sentir vontade de sê-la. Não de forma sonhadora e idealizada, mas sim sabendo que se eu a tivesse como inspiração, chegaria onde me parece gostoso chegar, desde que pra isso eu comece (já!) a me esforçar. É com a força de Katherine Watson que minha pequena grande meta se tornou essa: voltar a estudar. Pegar um tema que achei e gostei (vocês também vão gostar!), que tá dentro do que aprendi mas nem tanto, e transformar na minha obsessão, tagarelar sobre até babar, até todo mundo – menos eu – se cansar! Me apoiar em quem quiser ser apoio, claro, e escalar sozinha quando der. Talvez seja o pior momento pra isso, mas é também o pior momento pra TUDO, ai, se der errado, e daí? Errado já tá! Continuar esse passinho de caranguejo é que não vai dar.

É que na vida tudo tem a enorme possibilidade de “dar ruim”, mas se privar disso vai acabar abafando a possibilidade do “dar bom” também. Depois de anos perdida, em negação, desnorteada, hoje eu sei que preciso levantar a cabeça, mudar de ar, tentar. Porque não faço ideia de quem irei me tornar quando tudo acabar (será que algo um dia acaba?), mas sei que não quero ser jamais alguém que fica parada. Sou da área das artes, mas não tenho vocação para estátua. Quero é correr, pular, até pirar, ir tremendo de ansiedade e segurando pra não chorar. Quero dar a cara tapa e depois ver ela quebrar, pagar língua e também dar o que falar, me encher de razão e ter razão de me orgulhar.

Esse post faz parte do Dreamcatcher Project organizado no grupo d’A Corte Vermelha, cujo tema de Agosto é Pequenas grandes metas para a vida. Veja também os textos de outros participantes: Memorialices, Livros, Gatos, Café,, Amável Girassol, Literabujo, Pastel Escritor, BanshuuTV e Simplesmente Criativa.

Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível

Em 22.08.2018   Arquivado em Disney, Filmes

Christopher Robin - Um Reencontro Inesquecível Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível (Christopher Robin) *****
Elenco: Ewan McGregor, Hayley Atwell, Bronte Carmichael, Mark Gatiss, Jim Cummings, Nick Mohammed, Brad Garrett, Peter Capaldi, Sophie Okonedo, Toby Jones
Direção: Marc Forster
Gênero: Fantasia
Duração: 103 min
Ano: 2018
Classificação: Livre
Sinopse: “Christopher Robin já não é mais aquele jovem garoto que adorava embarcar em aventuras ao lado de Ursinho Pooh e outros adoráveis animais no Bosque dos 100 Acres. Agora um homem de negócios, ele cresceu e perdeu o rumo de sua vida, mas seus amigos de infância decidem embarcar no mundo real para ajudá-lo a se lembrar que aquele amável e divertido menino ainda existe em algum lugar.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: Durante sua infância, Christopher Robin passou vários momentos divertidos ao lado dos seus amigos no Bosque dos Cem Acres, mas com sua partida para o colégio interno teve que se despedir dessas tardes de aventuras. Os anos se passam e, já adulto, ele segue com o tradicional ciclo da vida com o qual todos estavam acostumados: casamento, alguns anos servindo na guerra e a prerrogativa de passar o resto dos seus dias dentro de um escritório se dedicando ao trabalho. E quando sua família vão passar um fim de semana na casa de campo, enquanto ele fica preso em Londres trabalhando, acaba recebendo a visita inesperada de um velho amigo no qual sequer acreditava mais: o Ursinho Pooh.

Pooh saiu em busca de ajuda para encontrar todos os seus amigos, que sumiram misteriosamente num suposto ataque de Efalante. Depois de enfim reunir Tigrão, Leitão, Ió, Coelho, Corujão, Can e Guru e sentir uma dose do que era a magia de estar ao lado deles, Christopher precisa voltar ao “mundo real” e apresentar as propostas de trabalho requisitadas por seu chefe, mesmo que para isso tenha que decepcionar novamente as pessoas com quem mais se importa. É hora, então, dos animais do Bosque partirem em sua própria “expodição” para salvá-lo de vez.

Leia também: Cinderela, resenha do live action baseado em um dos maiores clássicos Disney.

Num filme lúdico de enredo extremamente simples, a Disney resgatou um grupo de personagens já aclamado por várias gerações para protagonizar essa história inédita, e não economizou na emoção ao fazer isso! Ewan McGregor, após estar BRILHANTE no papel de Lumiere na versão live action de A Bela e a Fera, é Christopher Robin adulto, um homem que segue sua vida de forma tão cinza quanto a Londres pós 1ª Guerra onde vive com a esposa, Evelyn, e Madaline, filha do casal. Em meio à crise familiar e profissional, a chegada de Pooh o faz lembrar de como as coisas podem ser coloridas mesmo sem deixar as responsabilidades de lado, já que ele tem como tarefa cortar gastos do departamento onde trabalha sem precisar demitir os colegas.

Christopher Robin - Um Reencontro Inesquecível

Imagem via Flickering Myth

A versão “bicho de pelúcia” dos personagens do Bosque ficou MUITO BONITINHA! Eles têm aspecto surrado, até um pouco arcaico, e ainda assim são reconhecíveis se comparados aos originais animados, bem como as personalidades características, principalmente o “quarteto” principal formado por Pooh, Tigrão, Leitão e Ió. É muito louco porque depois do estudo realizado pela CMJA, que relacionada cada um deles a um transtorno mental, fica impossível dissociá-los disso e perceber o quanto faz sentido (me identifico cada vez mais com meu eterno favorito, Leitão, e sua ansiedade)… Um pouco triste, claro, mas ao mesmo tempo divertido, causando cenas de humor melancólico e MUITA REFLEXÃO quando as “frases de efeito” tão presentes no livro de A. A. Milne surgem justamente nesses momentos, de forma despretensiosa e sempre impactante.

Pooh: “Que dia é hoje?”
Christopher Robin: “Hoje!”
Pooh: “Meu dia favorito!”

O começo do filme, confesso, é um pouco lento, mas à medida que trama se desenvolve você se acostuma com esse ritmo e percebe que faz parte da atmosfera da história. A fotografia, por sua vez, é maravilhosa, são tons soturnos sem deixar nenhum aspecto sombrio ou mesmo muito deprimente. É divertido para crianças, tocante para adultos e vice e versa, entretenimento para todas as idades. A mensagem principal, de não levar as coisas tão a sério e curtir a vida, é passada com delicadeza, pois até o final soluciona os problemas sem atitudes extremas – e dá um tapa na cara do momento atual de crises trabalhistas vividas aqui nas terras tupiniquins. Vale pena inclusive assistir os créditos finais, que contém uma das músicas dos desenhos animados tematizando “cenas extras” dos personagens secundários. Lindo, lindo, lindo de fazer o cinema todo literalmente aplaudir no final (sério!), Disney acertou em cheio nessa!

Trailer:

Mentes Sombrias: 16 de agosto nos cinemas!

LookBook: Women are ART

Em 19.08.2018   Arquivado em Moda

Continuando a série de “recebidos” da MinKa Camisetas Feministas que começou no LookBook passado com o vestido LINDO que ela me mandaram, eis minha blusa favorita da loja até agora… E sim, é porque ela é preta! Eu gosto, é única no tema que tenho dessa cor maravilhosa, me deixa! Várias marcas estão lançando produtos assim, com os dizerem no retângulo vermelho meio inspiradinha nas da Levi’s (ou então errei a referência), e qual palavra seria melhor pra estar na linha das meninas que FEMINIST? Pra quem ainda não conhece, eu contei a história da MinKa num post, elas realmente levam o ativismo pra “vida real” mesmo, sem ficar só nessa de ganhar grana em cima da causa – e arrasam nessa tarefa!

E eu falei que agosto tinha trazido uma onda de auto estima por aqui, não falei? Porque realmente tô me achando lindinha, lindinha ultimamente! Esse look usei na pré-estreia para convidados de Mentes Sombrias que rolou semana passada, mas já tenho mais um pra trazer pra cá! Tô indo com calma pra não ficar repetitiva, ainda mais nessa onda de ter tantos filmes pra resenhar… Por enquanto focaremos nesse, que tem uma combinação de cores que eu realmente adoro de um modo geral!

Lookbook: Women are ART!

Camiseta: MinKa | Calça: n/s | Sapatilha: Petite Jolie | Bolsa: Kipling | Óculos: Ray-Ban | Colar: I Love Acessórios | Pulseira: Marina Furtado. Veja também no Lookbook.nu

Claro que tinha que rolar um vermelho básico porque a blusa pedia… Então tirei minha calça muito amada (e desbotada) do armário, mas acho que se eu assoviasse a bonita levantaria e viria na minha direção porque já sabe andar sozinha, coitada. A sapatilha é outra antiga, mas uma das minhas favoritas com essa bandeira do Reino Unido linda e brilhante que nunca passa despercebida quando tá nos meus pés… E de resto, ah, eu tava inspirada por esse cabelo bem humorado! Um colar pra seguir a onda britânica, essa pulseira que ganhei na época da minha formatura (!!!!!!!!) feita por uma amiga de faculdade, bolsa combinando e um sorrisinho no rosto que melhora qualquer aparência!

Lookbook: Women are ART!

Foto tirada do meu Instagram.

Essa “moldurinha” foi uma coisa meio sem sentido que me veio na cabeça na hora de fotografar… Ela tava encostadinha no cantinho do quarto, sem muita utilidade no momento mas com carinha de quem queria participar, catei a bichinha e mandei ver. Depois pensei que realmente, o amor pela camiseta tá tanto que eu podia emoldurá-la pra colocar na parede, mas como prefiro poder continuar vestindo fica essa breve representação. De fato seria irado imprimir essa foto grandona pra caber nela, pra ficar essa coisa meio “moldura dentro da moldura” mas vamos com calma, né, não precisa empolgar tanto assim, cá entre nós…

Lookbook: Women are ART!

Batom: Bruna, da Linha Bruna Tavares

Eu tava me questionando, também no último post, se colocava apenas fotos individuais ou se continua com os “conjuntos” de 3, ou se fazia de 2… A verdade é que não me decidi então a coisa vai ser no que se encaixar melhor dependendo da ocasião, meio bagunçado e tudo mais mas eu juro que vai funcionar, confia em mim!

Mentes Sombrias: 16 de agosto nos cinemas!

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