Posts de January de 2018

Farewell Yellow Brick Road: A turnê de despedida de Elton John!

Em 24.01.2018   Arquivado em Música

Cinco décadas de carreira, mais de quarenta álbuns de estúdio, incontáveis shows ao redor do mundo, vencedor de cinco Grammys e um Oscar. Pianista, compositor, cantor, produtor, filantropo, famoso por duetos marcantes. Ativista na luta contra a AIDS e nas causas LGBT… Bom, se for citar tudo o que temos para dizer sobre Elton John precisaria de uma longa biografia, e não um post… Principalmente sendo uma grandessíssima fã dele há muitos e muitos anos, poderia ficar horas falando e repetindo a importância do homem não só no mundo da música, mas também pra mim. Mas essa semana só o que se comenta sobre ele é que acaba de ser anunciada a Farewell Yellow Brick Road, última turnê de shows de sua carreira!

Elton John: Farewell Yellow Brick Road Foto do Instagram Oficial do Elton John

Esse notícia está longe de representar sua aposentadoria formal. Em uma live que foi ao ar no Facebook essa tarde ele afirmou categoricamente que sua carreira não chegou ao fim! Ele e Bernie Taupin, com quem compõe há cinquenta anos (a maior parceria entre compositor e letrista da história), já têm dois álbuns de estúdio planejados e uma trilha sonora para filme. Seu novo livro está para ser publicado ano que vem. Apenas os shows irão deixar de fazer parte da sua vida, e em grande estilo! Nos próximos três anos acontecerão 300 apresentações em todos os cinco continentes, o que promete ser um escândalo porque o “Rocket Man” não é conhecido por sua discrição!

Leia também: Vision To End AIDS – sobre “O Amor é a Cura”, livro que conta a história da Elton John AIDS Foundation.

Se sua ideia é continuar em atividade por que então parar com as turnês? A resposta é simples e muito bonitinha: ele é um senhor de 70 anos de idade com dois filhos pequenos pra criar! Zachary e Elijah têm, respectivamente, 7 e 4 anos, então o objetivo é poder aproveitá-los ao máximo ao lado do marido, David Furnish, sem se preocupar quando vai subir no avião novamente. Seu trabalho na luta contra a AIDS também permanece, através da Elton John AIDS Foundation, que já arrecadou mais de 200 milhões de dólares para a causa e promove uma das festas pós-Oscar mais aguardadas de todos os anos, a Academy Award Party.

Como fã é impossível pra mim não estar emotiva com essa notícia. Imaginei que ficaria tristinha, mas o sentimento é mais uma alegria melancólica. É claro que farei o possível para estar em algum show dessa turnê, se não for em Belo Horizonte, que é provável que tenha, será no Rio que é pertinho… Inclusive foram as duas cidades onde já o assisti, em 2009 na Praça da Aponteose e 2013 no Mineirão. Dá aquele apertinho no coração saber que toda aquela emoção tem data limite pra acontecer e por uma última vez, mas ainda teremos muita música nova por vir e todas as antigas pra curtir. Além disso estamos falando de um homem idoso com duas crianças dentro de casa. Nada mais justo que eles possam curtir uns aos outros sem ter que ficar pulando de país em país, né?

Pra quem pretende ir em alguma dessas apresentações o negócio agora é ficar de olho no site oficial: já saíram datas até março de 2019, por enquanto todas no hemisfério norte! Ele garantiu na live que a América do Sul estará nas próximas levas, provavelmente em 2020 ou 2021. Até lá dá tempo de encher os cofrinhos, né? Tendo em vista os que já passaram e levando em consideração que esse “fecha com chave de ouro” a gente só pode esperar um espetáculo ainda maior do que já vimos ao longo dessa carreira cheia de altos e baixos. É certeza que sua caminhada final pela Estrada de Tijolos Amarelos será, no mínimo, extraordinária!

Ei! Quer saber mais sobre o Elton John? Na tag dedicada a ele aqui no Sweet Luly tem vários posts legais sobre lançamentos, curiosidades, seleção de música, tim-tim por tim-tim dos shows que pude ir e a narração do dia (incrível) em que ganhei um livro autografado por ele! É só entrar e se jogar na leitura!

Lookbook: Say “WHAT” again!

Em 21.01.2018   Arquivado em Moda

Eu já falei aproximadamente umas 827 vezes nessas interwebs da vida que Pulp Fiction é um dos meus filmes favoritos. Quando a gente viajava de carro meus pais sempre ouviam a trilha sonora na estrada e me deixaram assistir antes sequer de ter idade pra isso, aos 15/16 anos. Desde então já gostei e entendi perfeitamente o estilo Tarantino: é classe B, beirando o trash, mas é bem feito. Politicamente incorreto, sim, mas serve pra cutucar mesmo, não incentivar. Normalmente não é “meu estilo”, mas com ele acaba sendo, não tem um que não tenha gostado até hoje (falta “À Prova de Morte” na minha lista ainda!). E aí quando a Lili, minha amiga, viu essa blusa que mistura meus personagens favoritos com cachorros – ou seja, “Puppy Fiction” – já pediu para eu experimentar, porque queria levá-la pra mim! Obrigada, Lili, óbvio que ia virar look!

Eu usei essa roupa no aniversário do Nickolas, um amigo que tem um canal no Youtube MUITO BACANA, o Colectorama… Meio que guardei pra uma ocasião especial. O objetivo não era ir toda de preto, pensei em botar outro sapato pra quebrar um pouco, mas em cima da hora saí assim. A vantagem é que sempre rola um toque colorido com os batons vermelhões, né? Esse é OBVIAMENTE o Mrs. Mia Wallace, da Urban Decay… Não só por ser um dos favoritos e por eu estar novamente viciada nele, nem porque TAMBÉM foi um presente da Lili… Mas gente, essa linha é justamente inspirada no filme! Escolher qualquer outro teria sido escolher errado. A blusa já citada é da Dog’s Mom, um loja aqui de BH que tá nascendo agora e é toda nesse estilo, colocando doguinhos na cultura popular, quero várias. O cabelo tá preso nessas tranças bem mal feitinhas porque TÁ CALOOOOOOR! (E as poses são as mesmas de sempre, num consigo desapegar dessa mãozinha na cintura e perninhas cruzadas.)

Lookbook: Say ''WHAT'' again!

Descrição das peças no Lookbook!

O título do look é uma das citações geniais do Jules Winnfield, interpretado pelo Samuel L. Jackson, que depois disso virou a “musa inspiradora” do Tarantino marcando presença em praticamente todos os filmes dele. Foi assim, inclusive, que se tornou um dos atores que mais gosto na vida. Por fim é aquele negócio, a gente se veste 99% Tarantinete dark-gangster com colar de caveirinha… Mas aquele 1% é princesa Disney usando Band Aid da Elsa de Frozen, hahaha!

Lookbook: Say ''WHAT'' again!

Minhas primeiras tatuagens!

Em 18.01.2018   Arquivado em Cotidiano, Vídeos

Mesmo tendo sido, durante boa parte de sua duração, um ano relativamente ruim pra mim, 2017 fechou com chave de ouro… No dia 30 de dezembro, bem ali aos 40 minutos do segundo tempo, eu e minha irmã fizemos nossas primeiras tatuagens! Bem, na verdade, verdade mesmo era pra eu ter dito “primeira”, no singular, mas a história acabou sendo um pouquinho diferente do planejado. porém estou me precipitando… Quero começar isso do início!

Minhas Primeiras Tatuagens

Nossas “filhas”: a coruja no alto da coluna da Daninha, meu elefante no pulso e “All Was Well” na costela!

Psiu! Prestenção! Todo o conteúdo desse post está em forma de “fala” no vídeo que está incorporado ao final dele. Sendo assim se você prefere ler, foca aqui no textão, porque ficou bem comprido, mas se está mais na vibe de ouvir é só apertar o play! Dá no mesmo! E se gosta de vídeos, vlogs e conteúdos assim no geral não se esqueça de se inscrever no meu canal do YouTube, tá tendo novidades duas vezes por semana!

Eu SEMPRE fui uma pessoa que gostou de tatuagens! Acho que não tinha nem dez anos de idade ainda quando minha prima Livinha chegou na casa da vovó com um coração feito de estrelas tatuado na parte de trás da cintura. Eu fiquei APAIXONADA! Ao mesmo tempo que me chocou em saber que era pra sempre – diferente das tattoos de chiclete do Digimon que eu vivia fazendo – aquilo me encantou completamente. Anos mais tarde, quando entrei no primeiro ano do ensino médio, eu ganhei um caderno da Capricho de capa jeans pelo qual era apaixonada (tanto que foi o que me inspirou a, agora depois de adulta, vender meus próprios cadernos no Expresso Rosa). E adivinha o que vinha nele, antes mesmo da primeira página? Uma folha de tatuagens temporárias! Entre elas um coração cuja linha era formada de flores, e não estrelinhas… E eu guardei ele com muito carinho porque decidi que, assim que pudesse, essa seria minha tatuagem!

A verdade é que aquilo não passava de “fogo no rabo”, sabe? Uma pessoa que sempre foi inspiração pra mim tinha uma que eu achava linda, então era natural que quisesse fazer igual sem copiar. Além disso lá em casa não rolava problemas com isso: minha mãe já tinha uma e meu pai às vezes planejava também. NUNCA foi tabu! Só minha irmã era aversa à ideia, mas criança é criança, nem tem como ligar muito pra isso. Mas não existia sentimento real entre aquele coração e eu… Apesar de que hoje, tendo essa história se tornado simbólica, acho que eu faria sim algo parecido em homenagem à adolescente que fui…

Em 2007, aos 17 anos, eu li “Harry Potter e as Relíquias da Morte” assim que foi lançado em inglês. Quando terminei fiquei com aquela última frase do último livro na cabeça, “All Was Well”: Tudo estava bem! Uma frase positiva, representativa, cheia de emoção! Era oficial, aquela SIM seria minha primeira tatuagem! Primeiro quis fazer na cintura, onde seria a outra, depois no pulso… Por fim decidi que a tatuaria na costela, ignorando todo mundo que dizia que eu jamais aguentaria essa dor de cara. Essa decisão me acompanhou por anos, só não fiz porque faltava a coragem de gastar a grana com isso (é, eu sou meio pão dura)… Até que, recentemente, eu comecei a repensá-la.

Eu não queria mais uma tatuagem “de Harry Potter” porque estava – e ainda estou – cansada! Não da história em si, por ela sempre vou ter muito carinho, mas bem cansada do fato de que as pessoas só pensam nisso quando pensam em mim, sabe? Como se o mais importante fosse uma única coisa que gosto, e não todas as outras que sou! Cansada das decepções que estou tendo com o “mundo mágico”, chateada que terei que boicotar algo que amo tanto por causa de princípios que não consigo mais ignorar. Estou até um pouco cansada também da ficção de forma geral, porque a vida real nos traz tantos problemas, reflexões e lutas diárias que acabo priorizando ela, é inevitável. E ao mesmo tempo já existiam outras imagens que queria tatuar: uma pomba nas costas, um GRL PWR na canela, outras coisinhas que me representam bem e… Um elefante no pulso!

Minhas Primeiras Tatuagens

Eu sou LOUCA por elefantes! Eles são sensíveis, dramáticos, empáticos, sociáveis e têm boa memória – me identifico muito com tudo isso! Além do mais é uma sociedade matriarcal, ou seja: na manada a alfa é fêmea! Impossível não admirar, né? Sem contar o tamanho! Por causa disso esses animais são muito relevantes no primeiro livro que escrevi (e sigo tentando publicar): Wish You Were Here! Tem um ilustrado na capa e duas cenas MUITO importantes no enredo acontecem na presença deles. Eu queria que a história da minha querida Marie ficasse gravada pra sempre no pulso que a escreveu, do lado esquerdo, o pulso do coração!

Quando comecei a pesquisar imagens de pombas, mostrei várias corujas pra Daninha, até que ela foi de “Sou contra” a “Quero muito!” quando viu uma representando o dracma de Atena. No fim do ano decidiu de vez que faria, juntou o dinheiro e veio me avisar: se eu estava esperando um surto de coragem, era aquele! E aí falei pra ela orçar junto meu elefantinho. A primeira moça com a qual conversou foi um pouco grossa, então pedi no meu Facebook indicação de tatuadoras e recebi várias! Eu queria uma mulher porque sou ansiosa, tinha medo de ter uma crise em pleno estúdio, então melhor um profissional do gênero com o qual me sinto mais confortável. Além disso nós precisamos valorizar o trabalho feminino, ainda mais em áreas onde existe tanto preconceito quanto essa.

Foi a Pati, nossa melhor amiga, que nos indicou a Larissa “Louise Tattoo”. Me apaixonei pelo traço, orcei via Whatsapp e ela foi atenciosa, gentil e tinha um preço legal. Fomos! Chegando lá ela me mostrou o desenho do elefante, MUITO MAIS BONITO que o que mandei pra ela só pra explicar o que queria. Pegou a agulha, botou no pulso e a surpresa: não passava de uma cosquinha! Sério, não senti dor nenhuma! E aí conversa vai, conversa vem, fui contando as outras que queria fazer e mencionei aquela “de HP”. Ela disse que se fizesse essa no dia, como o material era o mesmo, saía baratinha. Me mostrou uma lista de fontes e escolhi de cara segunda. Olhei outras dez páginas e continuava preferindo aquela. Era um sinal, né? Levantei a blusa, deitei na maca e foi!

Minhas Primeiras Tatuagens

A dor foi bem menor do que pensei. Como é uma região que a gente precisa prender a respiração enquanto é gravada, ainda mais num traço tão fino, o foco era esse e não a agulha. Só um momento no penúltimo “l” que não deu pra segurar, soltei um gemidinho e a Larissa teve que concertar a voltinha por causa disso, já que fiz ela errar. Mas no geral nada do terror que tinham feito pra mim. Não sei se é porque ela fica escondidinha, pra mostrar só quando e pra quem eu quero, ou se é porque foi inesperada, fiquei MUITO encantada pelo segunda também. E nessa altura tinha motivos pessoaias para querê-la, além do original…

Fiquei MUITO doente ano passado e emagreci um bocado. Por causa da ansiedade eu não conseguia comer e, sinceramente, acho que chegou num princípio de anorexia. Teve uma noite que quase desmaiei na cozinha, só tinha feito uma pequena refeição o dia todo, e um dia quando percebi que minhas costelas estavam aparecendo sem precisar fazer muito esforço e desatei a chorar. Foi aí que passei a detestar essa e várias partes do meu corpo onde haviam outros ossos proeminentes, como pulso e clavícula. Mas depois dessa tatuagem passei a AMAR o local onde ela está! Não tô nem aí pra isso mais – usei um Blur do Photoshop na hora de publicar nessas fotos e tudo bem. Além disso essa é a uma frase que sempre repito em momentos de crise. Já consegui superar várias delas apenas dizendo pra mim mesma que está e vai ficar tudo bem, quando os surtos são baseados no presente e futuro. Também já repeti que TUDO ESTAVA BEM quando foram relativos ao passado.

Não foi só pelo Harry, apesar de que um pouquinho, sim. Foi e continua sendo por mim! Meu muito obrigada à Larissa que, de cara, se tornou “minha tatuadora”. Mal posso esperar pra $$poder$$ fazer as outras, bem… CINCO que ainda quero!

Pequenos prazeres da vida, de novo!

Em 15.01.2018   Arquivado em Escrevendo

Coca Cola é uma coisa que vem sempre trazendo prazeres na minha vida a cada golinho. E minha Coca Cola favorita é aquela que vem na garrafa de vidro individual, a famosa KS! Não sei se o modo de armazenar torna seu gosto diferente, se é porque o gás fica mais concentradinho ali ou porque elas estão sempre geladas na medida certa, mas é a melhor, ponto final! Uma pena que venha tão pouquinho, queria uns 2 litros pra alegria durar mais… Se eu bebesse o néctar dos deuses e ele tivesse o gosto que mais gosto com certeza seria esse!

Ronronados, a qualquer hora do dia ou da noite. Procurando por um cafuné, agradecendo comida, a alegria de voltar pra casa após a vacina ou de me ver chegando depois de algumas horas fora. Ronronados distantes, que querem ficar por ali, por perto, sem encostar. Alguns no meio da madrugada, só pra chamar atenção (e dá até uma mini raiva em ser acordada sem motivo nenhum). Aqueles que querem confortar quando estou chorando mesmo sem entender o motivo, ou tentando participar da alegria quando damos muita risada. Os que pedem carinho ou que acontecem porque o carinho veio antes. O barulhinho que sai da Arwen quando ela está feliz é uma música pros meus ouvidos!

Aquela notificação favorita nas redes sociais… Você sabe de qual estou falando! Que vem de uma pessoa específica, seja um “Amei” na foto que você ficou bonita ou mesmo um comentário meio piadista. A janelinha que desce no alto da tela de celular avisando que chegou uma mensagem nova dessa pessoa, seja ela inesperada ou uma resposta pro assunto que você mesma foi lá e puxou. Até mesmo uma nova publicação que aparece em primeiro lugar na sua linha do tempo, pra causar o risinho lateral que só as saudades boas sabem trazer…

“Objeto saiu para entrega ao destinatário.” – a vontade é colocar uma cadeira na port de casa, até o entregador passar!

Inclusive, já que mencionei entregas e encomendas, não dá pra deixar de falar do maior dos hobbies: bonecas! Pegar as caixas de pequenas coisinhas pra arrumar minhas Fashion Dolls, cada uma com sua personalidade e muito jeitinho, pra depois fotografá-las, é quase terapêutico! Aí vem a hora de editar as fotos, selecionar mentalmente quais, quem sabe, podem ser usadas em um texto algum dia… Compartilhar com quem também ama! E mais gostoso ainda do que as bonecas em si são as miniaturas que compõe o “universo” delas… Acho que se eu fosse pro Japão um dia ia dar pra montar uma mini cidade na minha mala, de tanta que eu ia trazer… Ai, ai, “sonhar um sonho impossível”, por enquanto!

Mas nem só de diversão se fazem os momentos de alegria… Porque terminar um trabalho, entregar tudo muito bem feito pro cliente, ah, é MARAVILHOSO! O fim do job é o momento de maior alívio desesperador pra quem é “freelancer”. Alívio porque é hora de receber, yey! Desespero porque, bem, depois daquele nem sempre tem outro e você fica sem saber quando vai receber de novo. Mas foco no que é bem, no que é bom, e dinheiro para “patrocinar” outros prazeres é bem bom!

O dia de ir à psicóloga! Nossa, esse é um dia de alegria! Ficar repensando tudo o que aconteceu desde a última visita pra não esquecer de falar o que é importante até chegar lá e, claro, a conversa tomar todos os rumos inesperados que precisava. O andar carregado e apressado da chegada se transformar em passos leves, aliviados e descompromissados na saída! Essa conversa com uma quase estranha (ou não) que no fim das contas não passa de um bate papo profundo com a gente mesmo. O que, se parar pra pensar, é papear com a pessoa mais importante da nossa vida!

Achar 31 pequenos prazeres e escrever sobre cada um deles por, no máximo, 5 minutos, um por dia ao longo de um mês para, depois, publicá-los. Dá vontade de continuar, de ignorar o número sugerido pela proposta e ir compartilhando mais ao longo dos anos, sem parar!

Pequenos prazeres da vida, de novo
“Prazerzinho” 29/31: As mini coisinhas!

Esse post foi inspirado na proposta #95 do Creative Writing Prompts, que oferece mais de trezentas ideias legais para desenvolver sua escrita criativa. É o 20º entre os 25 que me propus a escrever até outubro de 2018. Essa proposta específica foi dividia em quatro partes, sendo essa a última delas.

Weekly Vlog: registrando sua vida, semanalmente

Em 12.01.2018   Arquivado em Blog, Vídeos

Weekly Vlog

Eu sempre gostei de acompanhar a vida das pessoas. Acho que é por isso que comecei a gostar de blogs, pra início de conversa. Não é me intrometer, não! Acho que tudo tem limites… Mas eu gosto de como um cotidiano, que pra quem vive soa entediante, pra mim pode ser tornar interessante. Por esse motivo amo ler posts pessoais e até, durante algum tempo, acompanhei alguns Big Brothers. Adorei quando o surgimento do SnapChat trouxe essa realidade condensada e temporária em uma rede social só disso, e por isso continuo o usando e ABOMINO que tenha sido superado por uma cópia. E claro, quando se trata de YouTube, os vlogs acabam sendo um dos meus estilos favoritos de vídeo! Tanto que entre meus canais queridinhos estão dois que focam nisso de forma diária: Isabella e Felipe e Cadê a Chave, da Nilce e do Leon.

Aqui no blog tenho, desde 2011, uma tag chamada Rapidinhas do Mês. Minha ideia pra ela era postar coisas pessoais que aconteceram comigo e que não consegui compartilhar em um post – ou até consegui, mas não custa nada lembrar mais de uma vez. Ao mesmo tempo eu queria MUITO que essas “Rapidinhas” fossem temporárias, que em algum momento eu conseguisse falar sobre tudo individualmente, tornando o resumo dispensável. Algumas vezes cheguei a fazê-las em forma de vídeo, um grande vlog mensal condensado… Mas ainda não era isso que eu queria. O que eu quero mesmo é registrar minha vida de forma intensa, assim como várias pessoas que acompanho. É chegar daqui dois, dez, vinte anos e poder voltar naquele momento exato, lembrar o que eu sentia e pensava nele. Fazer uma coisa muito por mim, mas que também ficasse aberta, já que gosto de acompanhar essa abertura dos outros.

Simultâneo a isso, tenho dois planos que também carrego há tempos e nunca consigo botar em prática. O primeiro deles é ficar MUITO FODA em edição de vídeo. Eu trabalhei um pouco com isso no início do ano passado, com trabalhos isolados, mas queria mais… Pra poder ganhar uma grana e também, e principalmente, ficar satisfeita com o que faço pra mim. O segundo é, FINALMENTE, conseguir manter um ritmo de vídeos no meu canal. Se é impossível levar a sério um produtor de conteúdo que não produz, como eu me levaria a sério nesse aspecto, então? Simplesmente PRECISO passar a postar no mínimo uma vez por semana por lá, de preferência duas. Porque eu quero e porque sei que, se eu me esforçar, sou capaz! Eu GOSTO de produzir vídeos, em todos os sentidos: idealizando, fazendo e, por fim, finalizando.

Três objetivos: registro de uma vida, melhora na edição, frequência de postagem. Uma solução! No dia primeiro de janeiro comecei a fazer meus “weekly vlogs”, ou seja, vlogs semanais de minha vida! Pra mim, pra vocês e pra quem quiser! O primeiro assisti cheia de auto crítica, e com isso pude melhorar no segundo, por aí vai. Minha ideia é que no final dessas 52 semanas de 2018 eu tenha o ano inteiro disponível na telinha, retratado de forma cada vez mais interessante e melhor! Se tô gostando? Tô amando! Às vezes penso “Quem vai querer ver isso?”, mas nem essa pergunta consegue me desanimar porque uma reposta automática vem junto com ela, dando mais vontade ainda de continuar. “Eu”!

Se você aí também gosta de vlogs, sejam eles diários, semanais, mensais ou sem um roteiro definido, não esquece de se inscrever no meu canal de YouTube! A ideia é ir ao ar toda segunda à noite! Nas sextas de manhã continuarei postando outros vídeos, sejam aqui pro blog, os jogos da série “A Pior Gamer da Galáxia” ou algo sobre encadernação pro Expresso Rosa – outra ideia que quero MUITO colocar em prática! E se conhece mais alguém bem legal que faz esse tipo de coisa me recomenda aí nos comentários, eu vou amar!

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