Posts de August de 2016

6 on 6 Agosto: Fim de Semana Mágico!

Em 06.08.2016   Arquivado em Fotos, Harry Potter

Esse fim de semana foi absolutamente surreal para o Potter Club BH, num nível que merece ser meu tema particular do 6 on 6 esse mês, preciso mostrar um pouquinho das coisas maravilhosas que aconteceram, mesmo que com fotos ruins de celular (mas tem umas profissas lá na nossa fanpage!). No sábado saiu uma reportagem super bacana no Jornal Hoje em Dia que foi capa do caderno de cultura, onde eu e os meninos falamos justamente das comemorações que teríamos nesse 31 de julho, aniversário da J.K. Rowling. Mais tarde mediamos o evento de lançamento mundial de “Harry Potter and the Cursed Child”, o livro contendo o roteiro da peça de mesmo nome, onde fizemos várias atividades para a galera conseguir esperar até a contagem regressiva e abertura das caixas à meia noite. No domingo comemoramos oficialmente em ALTÍSSIMO estilo com a festa “Lumos Maxima – Harry B-day”, que misturava HP com a temática neon que está mega em alta, e todo mundo pôde “dançar como hipogrifos” até de madrugada. Pra fechar brilhantemente na segunda feira foi ao ar no Balanço Geral da Record uma matéria sobre o lançamento do livro que foi gravada no evento do dia 30, e além de cenas da galera se divertindo eu e o Gil falamos um pouco de como a gente tava se sentindo. Gente, eu já tinha visto minha cara tanto no jornal quanto na tv antes, mas dessa vez foi muito louco uma coisa em cima da outra e tudo de uma vez, hahaha! Enfim, não deixem de ler/assistir nos links que deixei aí e vamos pras fotos!

6 on 6 Julho
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01. Quero abrir com chave de ouro com essa foto do momento em que a caixa com os primeiros livros foi colocada na nossa frente. Tava ali, gente, do meu ladinho, e quando fui tirar essa foto olhei pra galera lá atrás e tava todo mundo fazendo o mesmo, igualmente emocionado. Ai, que lindeza;
02. E, claro, uma da caixa já aberta! Fala sério, pelamor, eles não são LINDOS? Dava vontade era de abraçar! Eu nunca tinha participado de um lançamento de um livro de HP antes, então foi minha estreia e o melhor: em cima do palco vendo de pertíssimo.
03. E vamos pra decoração da festa porque é a parte boa! No teto do deck nossas tradicionais velas flutuantes pra deixar todo mundo se sentindo em Hogwarts (um grupo de atletas ingleses que tava hospedado do lado até passou pela porta e viu, gente, eles ficaram MALUCOS, acharam incrível)…
04. … o banner do Potter Club LINDÃO e iluminado pra galera tirar fotos…
05. … cartas voadoras e balões neon no palco em volta da edição de “Cursed Child” que nós sorteamos lá. O vencedor já tinha ido embora, então acabou que quem levou pra casa foi o primeiro lugar do concurso de cosplay!
06. E por que sempre temos que usar aranhas, não é mesmo? Por que não podemos usar borboletas?

Agora não deixem de conferir os posts dos outros participantes do projeto: Cris, Igor, Lucas, Maíra e Renatinha!

BEDA2016

Quando deixei ela ir…

Em 05.08.2016   Arquivado em Escrevendo

Quando deixei ela ir...

Existem duas raças de cachorro pelas quais sou completamente apaixonada, daquelas que me fazem morrer de amores com muita força, mesmo que no geral eu não dê a mínima pra isso. A grande favorita é basset hound, que eu terei um dia, e a segunda dachshund, também conhecido como “basset” ou mesmo “salsicha”. Esse amor todo nasceu por causa da Pankeka, nossa bassetzinha que foi o melhor cachorro do mundo por 11 anos da nossa vida, e desde que ela morreu eu queria uma nova, dessa vez pretinha ao invés de ruiva, pra poder se tornar minha melhor amiga de todos os tempos. E foi em 2009 que eu ganhei a Peggy, seguindo a tradição da família (que já não existe mais) de cachorros com nomes começados com P, era a “coisa” certa que devia acontecer na minha vida, mas infelizmente veio na hora errada.

Os primeiros dias foram incríveis. Ela era quietinha e amorosa, tão diferente do que eu esperava de uma raça tipicamente caçadora, fez amizade com a Pakita logo de cara, as duas se davam super bem, eu não podia estar mais feliz. Até que descobrimos que toda aquela manha era porque ela estava doente, então com a maior dor do mundo no coração internamos minha bebê. Assim que ela voltou eu percebi que já sabia que eu era a “mamãe” dela, veio correndo pra mim toda feliz e bagunceira, e foi assim que ela continuou nos dias seguintes, causando todos os problemas que nem sei se estavam ali de verdade. A versão curada da Peggy era o demônio, mas só quando eu estava perto. Fim de semestre, eu passava o dia inteiro na faculdade e no estágio, cheia de coisa pra fazer, enquanto ela ficava quietinho dentro de casa, só esperando. E assim que eu chegava o amor gigantesco que minha cachorrinha tinha por mim virava meu inferno pessoal: ela corria sem parar, queria brincar, mastigava tudo o que via pela frente pra chamar minha atenção, destruía meus cadarços, passava a noite uivando na minha cabeça, pulava na minha mão pra dar as piores mordidas de carinho do mundo, agarrava sem dó ia puxando, não soltava até perder o fôlego. Tudo isso combinado com o fato de que a gente tinha acabado de sair de uma casa grande com quintal e tivemos que enfrentar a realidade de dois cachorros em um “apertamento”, eu acordava de manhã exausta só de pensar no novo dia sempre com uma bagunça dela pra arrumar. Eu tinha que fazer meus trabalhos, estudar pras minhas provas e só o que conseguia sentir era que ela me odiava profundamente por não me deixar fazer nada daquilo, quando na verdade era o oposto, ela estava só sendo um cachorrinho feliz em me ter ao seu lado. E aí não deu mais, pra nenhuma de nós. No meio do meu desespero e crises de choro sem sentido, sem perceber o que estava fazendo, conversei com uns colegas do trabalho e um deles (e eu poderia dizer até “o melhor deles”) aceitou com a maior alegria do mundo ficar com ela. E foi quando eu deixei ela ir.

O último momento como “mãe e filha” foi terrível. Assim que ela viu que tava indo embora olhou pra mim com a cara mais triste que já vi na vida e eu usei todas as minhas forças pra esperar eles estarem longe e começar a chorar. Mas então eu consegui terminar meu semestre em paz e foi possível sobreviver no nosso novo lar só com nossa Pakitinha e suas bagunças inofensivas. A Peggy cresceu bem maluca, como esperado, mas LINDA, saudável e completamente apaixonada pelo papai dela, e o sentimento foi recíproco desde o começo. Desde sempre eu fui e sempre serei contra fazer o que eu fiz, mas na primeira vez que vi os dois juntos numa foto soube que foi melhor assim. No final tudo deu certo e eu juro, juradinho mesmo, que é algo que não vai acontecer mais, cachorros serão pra mim o que merecem ser: uma decisão fácil, maravilhosa, não o contrário… Porque essa definitivamente foi a mais difícil que já tive que encarar, de todas.

Antes de mais nada preciso dizer o quanto esse post me causa aperto no coração, pois nesse sábado, dia 30 de julho, nossa Pakita infelizmente morreu, e agora existe um vazio gigantesco aqui em casa e na nossa vida… A ideia de fazer essa “homenagem” à Peggy, porém, foi inspirado na proposta #25 do Creative Writing Prompts, que oferece mais de trezentas ideias legais para desenvolver sua escrita criativa. É o entre os 25 que me propus a escrever até outubro de 2018 e dessa vez tive que falar sobre uma das decisões mais difíceis que já tive que tomar.

BEDA2016

Lookbook: I wanna be a wizard…

Em 04.08.2016   Arquivado em Harry Potter, Moda

Ainda pretendo falar mais um pouquinho disso nos próximos dias, mas esse fim de semana foi absolutamente SURREAL para o Potter Club BH, era um acontecimento lindo atrás do outro. Um deles foi a noite de sábado com o lançamento mundial do livro com o roteiro da peça “Harry Potter and the Cursed Child”, em que nós mediamos o evento aqui de Belo Horizonte na Fnac do BH Shopping, e eu não podia deixar de me vestir BEM à altura pra ocasião, né? Principalmente porque era o momento ideal para estrear e “divulgar” o novo lançamento da Cia do Ponto: a t-shirt de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”!

Eu já tava doida pra ter uma blusa pra usar no lançamento do filme, que será em novembro, e melhor ainda que seja feita pela minha loja favorita no mundo! Das (pouquíssimas) roupas com o tema que já vi essa foi a mais bonita até agora, sem favoritismo, tem Newt Scamander lindeza com seu cachecol da Lufa-Lufa e a luz do feitiço que sai da varinha ainda brilha! Sobre o “resto” do look eu nem tenho o que falar porque ela é o grande destaque, muita gente já veio me perguntar de onde é e ficou surpreso em saber que era de lá, porque além de tudo é uma das primeiras da nova linha de silk deles, já que antes eram todas bordadas e agora teremos essas duas opções para poder abraçar um público ainda maior!

Descrição das peças no Lookbook!

O batom eu não lembro se era o Ruby Woo ou o Red MAC, que são ambos da Mac (dã!), mas com certeza um dos dois… A sapatilha e a bolsa comprei em lojas do Centro e ambas foram mega baratas, mas valeram muito a pena: uma é super confortável (tenho até uma vermelha também) e a outra é pequena mas cabe absolutamente tudo! E o resto é jeans porque jeans é uma das melhores coisas do planeta Terra, que meu voto seja dado!

BEDA2016

Bonecando: Esmeralda, Byul Tiger Lily

Em 03.08.2016   Arquivado em Dolls

Já faz alguns anos que a Groove lançou um set com os personagens de “Peter Pan” que, além da Pullip do personagem principal, tinha Taeyang Captain Hook, Dal Tinker Bell e o modelo que era quase “lançamento” deles na época: a Byul Tiger Lily. Eu amei as Byuls de cara, ainda que a maioria tivesse rejeitado inicialmente, e hoje é a minha favorita da “família”, e mesmo não gostando da Princesa Tigrinha no filme fiquei LOUCA com ela, achei a coisa mais linda da vida por um motivo em especial: o tom da pele. Eu tava começando minha coleção na época e já tinha decidido que queria uma dollzinha negra nela, então meio que “juntou a fome com a vontade de comer”, com o plus da maquiagem maravilhosa e ser uma boneca Disney (a outra Byul que nasceu dessa parceria, a Dumbo, foi a primeira que eu quis, a segunda que tive e é meu xodó, a Demi), tava decidido, nós nascemos uma pra outra. Mas com o tempo foram aparecendo outras “na frente”, ela é meio difícil de achar e fui adiando, até que a veio me falar em junho que ia vender a dela e não deu pra me segurar, gente, é alguém que sei que cuida bem das coisas e o precinho tava convidativo, eu e minha irmã nos juntamos de me demos de presente de aniversário!

Esmeralda, Byul Tiger Lily

Desde sempre o nome que eu havia decidido pra ela foi Esmeralda, obviamente por causa da personagem de “O Corcunda de Notre Dame”, meu filme favorito. Acho que tem tudo a ver porque é Disney, é lindo e eu nem preciso dos eyechips verdes porque “originalmente” no livro ela tem olhos castanhos, não poderia ter escolhido melhor. Aí depois das (péssimas) fotos com ela “montada” no outfit original foi hora de dar uma personalidade pra minha nova menina! Eu e minha irmã criamos uma historinha bonitinha pra ela (tá aqui!) e percebi que ela combinava mais com um estilo meio boho, o que é difícil PRA CARAMBA já que não tenho nenhuma roupa assim pras minhas bonecas, mas aí a gente vai improvisando daqui e dali e com o tempo tudo dá certo, cês vão ver, vou providenciar umas peças coringa devagarzinho. Outra coisa que eu fiz foi soltar os cabelos, mas ainda não decidi como devo deixá-los até poder fazer exatamente o que quero com ela, que vou contar mais em baixo…

Esmeralda, Byul Tiger Lily

Pois bem, como eu disse o principal atrativo para mim nessa Byul era a cor da pele e acho um desperdício na minha coleção ter uma boneca negra e meter um cabelo liso ou com cachos impecáveis nela, me recuso. Aí vem o argumento “Mas na verdade ela é índia, Luly” e é MAIS UM MOTIVO, porque sei que com a peruca certa podemos faz o tom de pele tender para um lado ou para o outro, então tenho certeza de que se eu fizer o que imaginei, que é uma coisa meio “algodão doce afro”, consigo o efeito esperado e ela vai se destacar ainda mais. Fiz uma busca pela internet e depois de algum tempo achei essa menininha linda aqui, oh, que é exatamente como quero que fique. O problema é que perucas assim são caras e difíceis de achar, mas um dia juro que consigo, vai ficar maravilhosa! Fora isso eu ainda não brinquei muito de fotografá-la porque é recém-chegada mesmo, mas assim que o fizer vou postar no álbum da Esmeralda no Flickr, mas pra fechar o post o post com chave de ouro uma das minhas cinco Byuls juntinhas cheias de amor:

Esmeralda, Byul Tiger Lily
Demi, Esmeralda, Joanne, Silena e Penny Lane (em baixo)

BEDA2016

Caça-Fantasmas

Em 02.08.2016   Arquivado em Filmes

Caça-Fantasmas, via Filmow

Caça-Fantasmas (Ghostbusters) *****
Elenco: Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Kate McKinnon, Leslie Jones, Chris Hemsworth, Neil Casey, Charles Dance, Michael Kenneth Williams, Bill Murray, Dan Aykroyd, Ernie Hudson, Annie Potts, Cecily Strong, Ed Begley, Karan Soni, Matt Walsh, Ozzy Osbourne, Shawn Contois, Sigourney Weaver, Steve Bannos, Toby Huss, Zach Woods Tour Guide
Direção: Paul Feig
Gênero: Ação, Comédia, Ficção Científica
Duração: 116 min
Ano: 2016
Sinopse: “Atualmente uma respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert escreveu anos atrás um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates. A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan, funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.” (fonte – sinopse e pôster)

Comentários: Antes de começar entrar no filme em si eu preciso falar um pouquinho de “Os Caça-Fantasmas”, o original: não, eu NUNCA assisti. Soltei essa informação na internet inclusive e o que mais tive foi gente falando que é uma “falha” minha, etc e etc, mas a verdade é essa. Até tenho vontade de ver um dia porque gosto desse tipo de coisa, mas também não me faz falta nenhuma, então vamos prosseguir com a vida assim mesmo, sem problemas e tudo mais. Sendo assim é ÓBVIO que não poderei dar uma opinião comparativa, mas posso dizer que se aqueles caras tinham 10% do carisma dessas meninas o sucesso tá explicado, porque elas foram absolutamente MARAVILHOSAS! Desde que foi anunciado eu tava doida pra assistir e, oh, não me decepcionei!

Erin Gilbert acaba de conseguir ser professora da cadeira que tanto desejava na Universidade, até que descobre que sua ex colega Abby Yates publicou um estudo das duas sobre a existência de fantasmas, que anos antes foi motivo de chacota por elas não terem conseguido provar nada. Ela decide ir então atrás da antiga parceira para reverter isso, com medo que prejudique sua carreira, e descobre que ela continua seus estudos ao lado da engenheira Jillian. Ao mesmo tempo começam a acontecer VÁRIAS coisas estranhas pela cidade afora, inclusive no metrô onde Patty Tolan trabalha, e pequenas (e péssimas) reviravoltas na vida dessas quatro mulheres fazem com que elas acabem se unindo para descobrir o que tem causado tudo isso e, enfim, provar que fantasmas existem e podem causar muitos problemas para os cidadãos de Nova York.

O filme já começa acertando DEMAIS com a escolha das atrizes que interpretaram os personagens principais: são quatro meninas tão maravilhosas que ainda não consegui decidir minha favorita, e olha que eu babo muito o ovo da Melissa McCarthy, hein! Cada uma tem seu modo de ser maluca, sabe, é bem aquele tipo de gente vida real que parece normal à primeira vista, mas quando você vai conhecendo percebe que a loucura particular é a melhor parte da sua personalidade, só que levemente mais escrachado pra causar mais risadas. A única coisa que achei meio “mais ou menos” foi o vilão, que é bem bostinha sem força nenhuma, mas acho que esse era o objetivo mesmo, e como eu sou sempre fã do lado do bem e detesto a supervalorização do mal simplesmente adorei! Fora isso a história foi super legal e bem trabalhada, mas sem ser difícil de entender (eu sofro desse mal às vezes), a gente ri o tempo todo e, claro, rolaram homenagens LINDAS ao filme original, com a presença de referências claras, dos fantasmas antigos e de parte do elenco que apareceu bem “picadinho” sem forçar a barra e arrancava um “Aaaaawn” de alegria em que quem tava assistindo. É o tipo de “nova versão” ideal, que respeita o passado e abraça o futuro, mal posso esperar pela parte 2!

Vi muita gente (na verdade: muito homem) reclamando do Kevin, secretário gostosão porém idiota delas interpretado pelo maravilhoso do Chris Hemsworth, mas essas pessoas não conseguem perceber a genialidade da crítica que temos aí causada por anos e anos de garotas burras que só serviam para sensualizar que temos na história das comédias, o objetivo não era seguir o esteriótipo e sim esfregá-lo na cara das pessoas e mostrar o quanto aquilo é incômodo para quem não consegue se ver representado ali. E vemos claramente a necessidade disso quando voltamos pra época em que o filme foi anunciado e depois quando saíram os trailers, onde uma chuva de comentários negativos do tipo “não sou preconceituoso, mas…” mostraram o quanto o público “geek” é machista e misógino, incapaz de aceitar mulheres protagonizando suas histórias, além de ser também racista, né… É só ver o que Leslie Jones teve que suportar no Twitter nos últimos dias, sendo atacada e chamada de “macaca”, para perceber que NÃO é frescura, NÃO é vitimismo. Muito pelo contrário: é pra abrir os olhos pra isso e parar de aceitar discurso de ódio como piada já!

Trailer:

BEDA2016

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