Posts de August de 2015

Tag: Complete a frase

Em 16.08.2015   Arquivado em Memes e Tags

Eu já tinha visto essa tag outro dia e fiquei doida pra fazer, aí a Clay, a Cris, a Bianca e a Poly me indicaram e lá fui eu toda felizinha responder porque eu adoro!! O super legal de tags/memes assim em épocas de BEDA é que no dia do desespero em que você não tem nada pra postar *plim* cai no seu colo um post já estruturado, prontinho pra ir ao ar, muita alegria no coração!

30 Days of Kim: Day 12/30 - Most Recent Accomplishment

Regras:
– Completar todas as frases;
– Repassar para 10 blogs e avisá-los;
– Marcar na postagem que te indicou;
– Comente com o link de suas respostas.

Sou muito chorona, a pessoa mais chorona que já conheci na vida!
Não suporto gente que joga lixo na rua ou que não leva sua bandeja pro lugar depois de comer.
Eu nunca usei drogas, sejam legais ou não.
Eu já briguei poucas vezes na minha vida, sou super de boa.
Quando criança brincar de Barbie era a melhor coisa da minha vida.
Nesse exato momento estou no trabalho, olha que responsável (vou deixar o post agendado)…
Eu morro de medo de fogo.
Eu sempre gostei de escrever.
Se eu pudesse teria meu próprio apartamento bagunçadinho.
Fico feliz quando recebo mensagens despretensiosas de bom dia/boa tarde/boa noite.
Se pudesse voltar no tempo teria falado coisas que não falei, acho.
Adoro cachorros!
Quero muito viajar pra Disney World/Universal Orlando.
Eu preciso ficar rica, ou pelo menos quase rica.
Não gosto de ver vídeos sensacionalistas.

Tentei responder realmente com uma frase só porque é o objetivo, foi difícil, viu! Por fim vou indicar os primeiros blogs que vierem na cabeça, se alguém já tiver feito me avisa pra eu poder ler e quem não for indicado e quiser brincar também se joga!
Alfinetes de Morango, Sugar Dance, Clumsy Luv, Não Me Venha Com Desculpas, PolyPop, Vida Que Segue, Like Paradise, Japona.
(Depois que eu agendei o post, mas antes de ele ir ao ar, a Poly me indicou também, mas eu não queria tirar o nome dela da lista de qualquer jeito, então vai ficar como dose dupla!)

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LookBook: Taking sad songs and making them beTTer

Em 15.08.2015   Arquivado em Moda

Na semana passada eu meio que me dei a “meta” de transformar os sábados do BEDA em dias de postar LookBook (tirando o primeiro, claro, que foi sobre o projeto) e, ó, hoje completei metade desse objetivo, uhul! Vamos ver se continuarei linda e obediente assim, né…
Como sempre o look é básico constituído simplesmente de camiseta de algo que gosto + calça (que milagrosamente dessa vez não é jeans, mas ainda assim) e sapatilha! Essa blusa minha estava estragadinha e eu fiquei um tempão sem usar, mas agora isso está resolvido, felizmente porque eu a amo! E como é dos Beatles coloquei a sapatilha da bandeira do Reino Unido junto pra combinar, que agora se tornou oficialmente meu par de sapatos favoritos porque na mudança doei meus Dorothy Shoes (triste, pessoal, muito triste)… A blusa de frio é basicona também e meio sem pensar, só porque os últimos dias foram menos quentes em Belo Horizonte, e ainda bem porque eu não suporto calor!!
O batom é o Vermeluz, da Quem Disse, Berenice?, ganhei de aniversário e tô amando!

Descrição das peças no Lookbook!

Não sei se é por causa das hashtags ou se por algum outro motivo qualquer, mas nos últimos tempos tem rolado uma interação de pessoas no meu LookBook que tenho achado legal, então comecei a ficar brincando de fuçar o pessoal também, quem tiver conta lá me passa o link pra eu seguir!

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Top 5: Meus vilões preferidos são: (44/52)

Em 14.08.2015   Arquivado em Memes e Tags

Essa é a quadragésima quarta semana do Desafio 52 Semanas de Top 5 e o tema da vez é: Meus vilões preferidos são:
Agora o problema é que eu não gosto muito de vilões, pra ser sincera. Sei que muitos que vêem o charme maior no “bad boy” e acham que mocinhos são, em sua maioria, entediantes mas, foi mal, isso pra mim é uma baita inversão de valores!! Sou muito boazinha, sempre torço pro lado do bem e acho que escolher fazer o certo sempre torna a pessoa mais interessante, SEMPRE. Fazer essa pequena listinha dentro de um universo gigantesco de vilões foi super difícil, mas no fim acho que ela saiu digna. Ou pelo menos espero.

Semana 44/52

01: Scar, de “O Rei Leão”

Eu falei que não gosto de vilões mas uma coisa que gosto menos ainda são vilões que ficam bonzinhos de repente pra todo mundo morrer de dó e esquecer todas as burradas que o personagem fez antes. Claro que todos merecem uma segunda chance, mas também merecem pagar pelo que fazem, na minha humilde opinião.
Por isso que eu gosto tanto do Scar. Além de ter um motivo específico para suas maldades (não que eu ache um BOM motivo, mas pelo menos o motivo existe) ele age como um vilão do início ao fim: finge de bobo, mente pra caramba, solta seu sarcasmo básico, tenta virar o jogo, faz tudo sem precisar sujar as mãos e, no fim, acaba admitindo que não passa de um baita filho da mãe e mais: paga caro por isso. Eu amo odiar o Scar, amo ver ele em ação para depois se ferrar no final, nenhum outro vilão me deixa tão feliz com seu final triste merecido e é por isso que ele tá no topo da minha lista!

02: Regina, de “Once Upon a Time”

Parece irônico que eu tenha colocado a Regina na lista depois de falar que não gosto de vilões que ficam bonzinhos, mas a questão é que eu gosto da versão Evil Queen dela, não essa nova Regina *mimimi* que tem rolado na série. Vejam bem, eu ADORO os mocinhos e seus argumentos de “amor verdadeiro” e tudo mais, mas pra mim nela isso não cola. E mesmo torcendo pra ela ser feliz e tudo mais não consigo achar que ela merece mais do que os outros, quero que dê certo pra ela, mas sem esquecer completamente quem ela é.
E quem ela é? Aquela mulher elegante que faz tudo o que “precisa” fazer com intensidade invejável, que quer vencer e atingir seus objetivos de qualquer maneira. Acho que dá pra usar as principais características dela malvada ainda na sua versão do bem e que isso pode ser ótimo, mas ainda assim sentirei saudades do sorriso maníaco que ela dava cada vez que oferecia uma maçã para alguém!

03: Príncipe Hans, de “Frozen”

A verdade mesmo é que eu não gosto do Hans como ele é: eu gosto dele como queria que ele fosse! Acho completamente desnecessário que tenha um vilão em Frozen porque já temos a Elsa para “assumir esse papel”, uma vez que quem ferra com tudo é ela, e em alguns momentos do filme esperei realmente pela hora em que ele ia descobrir que a Anna não era seu amor verdadeiro e, do nada, perceber que é a irmã dela que poderia fazê-lo feliz e que ele poderia ajudá-la a cuidar de seu reino e tudo mais.
Vai contra toda aquela história de a Elsa ser independente e não precisar de um cara para ajudá-la? Vai. Eu queria realmente, do fundo do coração, que fosse assim? Não. Mas continuo achando legal, foi mal, me julguem. Não é porque ela não PRECISA de alguém que ela não PODE ter alguém, então espero de verdade que em Frozen 2 um dos irmãos mais velhos dele apareça pra ela lindamente e cheio de amor pra dar, hahahaha!!

04: Luke Castellan, de “Percy Jackson e os Olimpianos”

Uma coisa que Percy Jackson me ensinou foi a gostar de alguns personagens que fazem *merdinha* durante a história, dependendo do contexto. Uma das minhas personagens favoritas, inclusive, é altamente detestada pelos fãs pelos erros que cometeu, mas eu entendo perfeitamente o lado dela; e também ADORO o Luke, confesso que morro de dó.
Quem só viu os filmes não vai entender muito bem porque ele é um vilãozinho meio boca neles, mas nos livros é super legal ver que com um pouquinho de amadurecimento ele fica completamente malvadão vingativo e que aí com mais amadurecimento ainda vai começando a pensar por si mesmo e ver que as coisas não são como contaram pra ele. Não é uma questão de mudar de lado e sim de passar a ver os dois lados, que são sempre importantes de ser analisados e ele o faz, então consegui chorar bastante com ele no final, tadinho…
(Como se isso fosse difícil, Luly, você chora até com propaganda de margarina!!)

05: Coringa, de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”

Eu sei que a maioria do pessoal ainda prefere a versão do Jack Nicholson e que sempre rola essa batalha (que agora vai ficar mais dividida ainda com o Jared Leto), mas pra mim Heath Ledger sempre será o melhor Coringa, não tem jeito!
Claro que num personagem assim, que tem tantas versões com focos diferentes, é até idiota fazer comparações e não é exatamente o que estou fazendo (nenhum deles para mim foi ruim), mas tenho que admitir que a intensidade com a qual ele viveu o personagem e a maneira como se dedicou a ele faz uma diferença enorme pra mim, é uma daquelas vezes em que você assiste a um filme e nem consegue acreditar que é alguém atuando, de tão bom. Não é atoa que muita gente diz que o Coringa foi parte relevante do processo que acabou o matando algum tempo depois e eu particularmente acho que, sendo verdade ou não, fazer um papel desses com tamanha dedicação não é coisa pra qualquer um, difícil sair ileso disso. Se eu fosse a responsável pelo elenco de Esquadrão Suicida, por exemplo, já tinha colocado logo uns cinco psiquiatras ou algum outro tipo de profissional do gênero pra tomar conta deles, e não só um como estão falando por aí que rolou…

Comassim, Luly, não vai entrar Darth Vader na sua lista? Se levássemos só “O Império Contra Ataca” em consideração ele entraria, sim, mas analisando a história como um todo, me desculpem e não me matem, eu considero Darth Vader o anti-herói, e não o vilão. Sorry…

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Motivos para assistir E.R. – Plantão Médico

Em 13.08.2015   Arquivado em Séries e Desenhos

Eu sempre disse e sempre direi que E.R. é meu seriado favorito porque é e não tem jeito. Já assisti a muitas séries na vida de todos os gêneros, algumas que acompanhei/acompanho, outras que só vi algumas coisinhas e nunca nenhuma outra conseguiu ser (para mim) tão boa quando essa, amo desde novinha, tenho algumas temporadas, vivo lendo sobre os episódios que não vi ainda, sou mega fã! Imaginem a alegria que eu senti quando vi no Facebook da Warner que eles voltariam a reexibir a série? Eu tenho dvds em casa e no horário que passa estou trabalhando, mas não importa, saber que as pessoas vão poder assistir e vir a gostar tanto quanto eu já me deixa feliz, sem contar que nos fins de semana acabo vendo os episódios aleatórios que já sei de cor e isso sempre me gera sorrisos e comentários do tipo “Ah, esse é o cara que perde a esposa!” ou “Nossa, esse caso é muuuito lindo…”.

Inspirada por essa volta à tv brasileira, pelo fato que o programa completou 20 anos desde que foi lançado, minha completa falta de assunto para o post de hoje e pelo post da Thay sobre a série favorita dela resolvi vir contar pra vocês alguns dos vários motivos para assistir E.R. e se apaixonar assim como eu me apaixonei a tantos e tantos anos (e continuo me apaixonando a cada nova temporada que compro)!!

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Imagem daqui!

01) É, indiscutivelmente, a melhor série de médicos que existe.

Desculpa, pessoal, eu não quero ofender os fãs de Grey’s Anatomy (que eu já vi e achei até legal), House (que eu não gostei de jeito nenhum) ou qualquer outra, mas realmente igual a E.R. não existe. O autor da série foi médico e teve consultoria de vários profissionais, então a gente vê casos corriqueiros e casos doidos que dão uma ideia de como é a vida maluca de um pronto socorro em Chicago. Inclusive foi assistindo essa coisinha linda que eu aprendi tudo o que eu sei sobre medicina, o que não é lá grande coisa mas ajuda que é uma beleza! E pra quem tem nojo de sangue, hospitais e tudo mais acaba se acostumando também, porque eles mostram com parcimônia, devagarinho, rola de ir relaxando com o tempo. Pra vocês terem uma ideia a série teve até um episódio que passou ao vivo nos EUA e, por causa do fuso horário, os atores atuaram duas vezes seguidas as mesmas coisas para a reprodução tanto na costa Leste quanto na costa Oeste. Tá pouco ou quer mais?

02) O elenco é maravilhoso.

Nem só de George Clooney viveu o seriado, durante as 15 temporadas vários atores grandes da TV americana fizeram parte do grupo de funcionários do County General Hospital e mais: o elenco de apoio também é espetacular! Como a cada dia o hospital tem um grupo diferente de pacientes é impossível dizer o número absurdo de pessoas que já participaram, só no início já rolou Ewan McGregor (que ganhou até um prêmio pelo episódio incrível que fez), Lucy Liu, Kirsten Dunst… É sempre legal quando aparece alguém que você conhece e você fica torcendo pra pessoa ficar bem e tudo mais. Isso sem contar que EITA HOMAIADA BONITA! Novamente: Clooney é só um começo, nós temos Goran Visnjic como Luka Kovac – meu! – (foto), Sharif Atkins como Michael Gallant (foto), Shane Wesr como Ray Barnett (foto), entre outros, todos salvando vidas na correria do dia a dia,fica difícil resistir!

03) Tem um bando de casais incríveis!

Pros super shippers (eu!) E.R. é uma prato cheio, tem todos os tipos de casais possíveis e imagináveis tanto nos personagens fixos quanto nos “passageiros”. Meus favoritos são Mark e Elizabeth (melhor de todos), Luka e Abby , Kerry e Sandy e, claro, Doug e Carol (mesmo adorando as fases em que ele está com a Diane e ela com o Shep, vai entender).

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Imagem daqui!

04) Você pode pegar a história em qualquer ponto sem ficar (muito) perdido.

Claro que ver tudo direitinho do início ao fim é melhor, que sempre tem uma continuidade e tudo mais, mas no grosso você vai lidar com histórias independentes, com novos personagens todos os dias e com tramas que mudam rápido, afinal é um hospital e é assim que um hospital funciona! Isso é muito comum em séries de comédia, mas na categoria “drama” é difícil achar uma assim porque normalmente elas têm seus plots específicos. Nesse caso não existe nem mesmo um protagonista já que o “personagem” principal do programa é nada mais, nada menos que o próprio pronto socorro! Eu mesma só fui pegar as temporadas cronologicamente e certinha depois de aaaaanos, no início via tudo picado quando dava!
(Esse tópico é legal pra quem não quer comprar as temporadas ou assistir on line, porque é difícil de achar, e também não pode ficar esperando a hora de passar na televisão todo santo dia: é só ver quando dá.)

05) Não tem mesmice, não dá pra cansar!

Mais ou menos a mesma coisa da categoria anterior, mas é verdade: a história é sempre diferente a cada episódio, nem os personagens são sempre os mesmos porque 01) os pacientes mudam e 02) o quadro de funcionários também, claro. E além da vida no trabalho também temos a vida pessoal de cada um deles, então são vários momentos pra acompanhar tanto juntos quanto separadamente. Pra quem é leigo no assunto tem também o fator “aprendizado” porque você vai vendo os diagnósticos, descobrindo coisas novas, entendendo mais sobre o motivo de cada doença… Depois de algum tempo já está expert adivinhando as tretas antes deles, se bobear.

06) Você vai rir, vai chorar, vai ter todos os sentimentos.

No meu caso PRINCIPALMENTE chorar. Como mostra o cotidiano de pessoas “normais” é isso aí mesmo, cheio de momentos engraçados e acontecimentos tristes pra você viver intensamente junto com os personagens, torcer por eles, amá-los loucamente e sentir falta quando “perder” um deles. E.R. – Plantão Médico é maravilhosa porque dá pra acreditar que tudo aquilo está acontecendo nesse exato momento em vários lugares do mundo, e realmente está! Olha, eu posso viver mil anos só revendo cada episódio sem parar e ainda assim não vou cansar, vou querer sempre mais e passarei por tudo de novo como se fosse a primeira vez!

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Os Adoráveis

Em 12.08.2015   Arquivado em Leitura

Os Adoráveis Os Adoráveis (Adorkable) *****
Autor: Sarra Manning
Gênero: Romance, Comédia
Ano: 2013
Número de páginas: 384p.
Editora: Novo Conceito
Sinopse: “Jeane é blogueira. Seu blog, o Adorkable, é um blog de estilo de vida — na verdade, o estilo de vida dela — e já ganhou até prêmios na categoria “Melhor Blog sobre Estilo de Vida” pelo e Guardian e um Bloggie Award. Adora balas Haribo, moda (a que ela cria, comprando em brechós) e colorir (ou descolorir totalmente) os cabelos. Cheia de personalidade e meio volúvel, ainda assim Jeane é bacana — mesmo nos momentos em que se transforma numa insuportável. Mas, certamente, ela não olharia duas vezes para Michael. Porque Michael é o oposto de Jeane. Ele é o tipo de cara que namoraria a garota mais bonita da escola. E compra suas roupas na Hollister, na Jack Wills e na Abercrombie. Além disso, diferente de Jeane, que é autossuficiente, Michael é completamente dependente do pai, o Clínico Geral que condena açúcar, e ainda permite que sua mãe compre suas roupas! (Embora, para Jeane, o pior mesmo sobre Michael é que ele baixa música da internet e nunca paga por isso). Jeane e Michael têm pouco em comum, além de algumas aulas e uma maçante dupla de “ex” — Scarlett e Barney. Mas, apesar disso, eles não conseguem se desgrudar desde que ¬ ficaram pela primeira vez.” (fonte)
Comentários: Eu ganhei esse livro de aniversário e assim que li a sinopse soube de cara o motivo pelo qual ele foi escolhido pelos meus tios para mim: a protagonista é blogueira! E, olha, não é uma blogueira qualquer não, ela é completamente alternativa e bem sucedida, você passa o livro inteiro desejando que o seu blog, Adorkable, realmente exista só pra poder acompanhar suas roupas malucas, suas mudanças de cores exóticas de cabelo e seus textos cheios de opinião.
E é essa garota que é trocada pelo namorado pela namorada de Michael, um cara certinho da escola que sempre agrada a todo mundo. Estando nessa situação de terem sido “chutados” eles acabam se envolvendo um com o outro e a partir do momento em que ficam pela primeira vez, meio sem querer, não conseguem se desgrudar mais.
O livro é super divertido, foi ótimo ler algo engraçado depois de ter terminado um livro pesado como Por Lugares Incríveis, que eu também ganhei de aniversário. A Jeane tem uma ideias completamente piradas e consegue te convencer de que elas estão certas enquanto você lê a narração dela e o Michael com toda aquela pose de “garoto normal” também não fica muito atrás, os dois são malucos de modos tão diferentes que parece muito errado que não fiquem juntos.
A maneira como ele vai entrando na vida dela, primeiro sem ela saber pelo Twitter e depois quebrando a perna da garota, é bem divertida, mas confesso que fui ficando incomodada com alguns pensamentos dele em relação a ela à medida que eles vão ficando juntos, uma ideias bem machistas e preconceituosas que me davam vontade de socar o rapaz, ainda bem que com o tempo ele supera isso! Fora isso gostei de todo o livro, mesmo as cenas que eram descritivas além do limite (+18) eram divertidas, uma leitura rápida, leve e os personagens são bem humanos e têm seus defeitos, qualidades, problemas e histórias de vida bem planejados. Recomendo principalmente para quem tem (e ama) blogs, por mais que não seja a temática principal – que vai mudando ao longo do livro à medida que as coisas vão acontecendo, o que é legal também – é uma coisa super forte na história! Nem o final “clichê” incomoda, na verdade eu adoro e achei perfeito.
(Fora o plus de se passar na Inglaterra que é meu amorzinho e tudo mais, eu ficava imaginando o sotaque deles o tempo todo querendo cada vez mais poder acessar o site…)
A capa do livro não impressiona tanto a primeira vista, mas depois que você começa a ler só consegue imaginar os dois desse jeito e é ótimo pra quem vai visualizando as cenas na cabeça como se fosse um filminho (acho que todo mundo faz isso, né?) e fica esperando desesperadamente a hora em que ela vai aparecer com os cabelos laranjões para ficar 100% fiel à modelo – apesar de que na capa gringa ela tem os cabelos grisalhos, que é como começa a história, então acho que esse “efeito” só acontece com a gente mesmo…

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