Posts de September de 2013

Look at Luly: Setembro

Em 30.09.2013   Arquivado em Beleza, Moda

Lembra que em agosto eu estava me gabando por ter sido uma menininha exemplar e fotografado quase todos os looks que quis? Pois é, em setembro desandou tuuudo de novo! Acho que deixei passar uns três, responsabilidade zero para comigo mesma. Na verdade, olha que vergonha, só fotografei dois e ambos no mesmo fim de semana. Vou falar disso melhor quando contar do meu mês, mas eu trabalhei no stand da Cia do Ponto na Nerd Street nos dois dias de um fim de semana específico, e foram nesses dias que cheguei em casa cansada e, ainda assim, tirei foto de mim mesma bonitinha. Enfim, vamos lá!


Inicialmente eu iria trabalhar lá somente no sábado, então resolvi dar uma caprichadinha… Fiz uma maquiagem bonitinha com rímel roxinho, coloquei um arco no cabelo e, o mais importante: usei uma roupa da própria Cia do Ponto. Essa minha blusa da chibi Hermione é a única até hoje da loja com esse desenho listradinha assim (existe também uma ecobag que, adivinha, é minha!) e eu sou apaixonadinha por ela. Além disso nada de mais: a mochila de sempre, uma calça jeans, blusinha de frio pra ir embora à noite e a sapatilha do momento! Sempre tem uma que vira a favorita da vez, né? Essa é a atual, foi comprada por impulso ano passado e já tinha um tempo que estava enterrada no guarda roupas. Resolvi desenterra-la nesse dia e agora tenho usado direto porque, adivinha: descobri que quase não machuca, só precisa de um BandAid depois de algumas horas e olhe lá! Amor, né.


Foi no sábado que eu resolvi que daria pra ir domingo também. Na verdade eu não iria porque teria aniversário da minha prima de manhã (uma sessão de cinema de Harry Potter, conto no resumo do mês também), mas fazendo as contas percebi que acabaria logo na hora do almoço, então deu tempo de sobra e fui direto ajudar a Mari, o Vinícius e o Gil mais uma vez. Aí o visual já não era mais especificamente Nerd Street, tive que usar uma coisa mais bonitinha que combinasse com o aniversário também. No final usei essa minha blusa que uso em situações que pede uma roupa mais arrumadinha e ainda assim informal – tipo meu TCC, e como tava MUITO frio durante a manhã e a noite peguei emprestado esse casaco do Ursinho Pooh com a Daninha, que é lindo, perfeito, quero roubar pra mim!
O que não apareceu aí foi o fato que durante o evento usei amarrada na cintura minha blusa do Torneio Tribruxo pra ter alguma roupa da loja em uso (vesti-la no calor que fazia lá dentro seria impossível), mas foi estratégia de venda, não fazia parte da roupa em si. Além disso só tenho a adicionar mais uma coisa sobre esse look, mas é um recado de mim pra mim mesma:
LULY, PARE DE USAR ESSA MELISSA EM QUALQUER SITUAÇÃO EM QUE VOCÊ PRECISE USAR OS PÉS POR MAIS DE 15 MINUTOS! Gente… 2 BandAids em cada pé junto com a meia calça e ainda assim não funcionou, cheguei em casa com os pés ardendo, só foi o tempo de tirar essas fotos e arranquei o sapato fora. Com isso nem deu pra tirar foto de pertinho mostrando a maquiagem do dia que também foi roxinha, só que dessa vez usando sombra colorida ao invés de rímel.

– Por fim fica aqui a tentativa de uma promessa pessoal de que voltarei a ser “Lookbookamente” exemplar em outubro e tirarei mais fotos do que dessa vez. Esperemos que sim, né.

Vídeo-Tag: Disney

Em 24.09.2013   Arquivado em Disney, Memes e Tags, Vídeos

Hello, hello!!
Aproveitando que estamos no embalo Disneyco eis minha tag favorita até hoje!! Eu sei que eu já postei dois vídeos (fora um post escrito) sobre Disney em que as respostas são parecidas com essas, mas quando vi essa Tag pela primeira vez na época que eu tava fazendo TCC (em janeiro, veja bem!) fiquei doidinha pra fazer também!!! É bem rapidinha, são só 10 perguntinhas, então vocês não vão escutar minha voz por tanto tempo assim. Estou pensando em fazer essa Tag em forma de “entrevista” com a Daninha, o que vocês acham? Pati, quer brincar também? Vou ver se pego as duas de jeito um dia desses.
Eu gravei isso junto com a Tag Harry Potter (só troquei de roupa pra combinar com o tema e fingir que eram dias diferentes, hehe) e perguntei no Twitter qual deveria postar primeiro e HP ganhou e veio antes, mas enfim, vamos ao vídeo!

Se vocês gostarem cliquei em “Gostei”, a mãozinha aparece no final do vídeo e me deixa tão feliz quanto ouvir a trilha sonora de “Aladdin”!! Alguém aí já respondeu essa tag? Me manda o link! Quem quiser responder tão as perguntas aí em baixo:

Perguntinhas:
01 – Qual é o seu filme favorito da Disney?
02 – Quem é o seu herói/protagonista favorito e porquê?
03 – Quem é o seu vilão favorito e porquê?
04 – Um filme da Disney que merecia mais destaque?
05 – Uma cena de qualquer filme da Disney que você gostaria de experimentar.
06 – Qual é a sua música favorita da Disney?
07 – Que tipo de filme você prefere, animação 2D ou 3D?
08 – Qual foi o seu primeiro filme da Disney?
09 – Qual é a sua frase ou citação favorita da Disney?
10 – Algum filme da Disney já assustou você quando criança?

Esse também foi editado no Sony Vegas. Estou apaixonada pelo programa! Meus próximo passos são torna-lo eterno (eu baixei a versão de teste por 30 dias) e desenvolver nele uma nova vinhetinha bonita para aposentar essa tosquinha que uso.
E essa blusa é a mesma que ganhei na Edição Diamante de “Branca de Neve e os Sete Anões” a aaanos atrás. Sei que passou tanto tempo e eu engordei bem um quilinhos, mas a blusa infantil continua servindo em mim. Devo ficar deprimida ou feliz?

Disney Details ?

A triste história da profissão que não foi regulamentada

Em 24.09.2013   Arquivado em Conservação-Restauração

Eu já narrei inúmeras vezes aqui como eu fui acabar caindo de paraquedas no curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis da UFMG. De cara eu confesso que não queria, que só entrei no curso para entrar na universidade e me mandar dele assim que tivesse a oportunidade, eu nem imaginava do que se tratava direito. Mas passei, entrei e, quando vi, eu não estava mais preocupada quando abriria o curso de Design por lá pra mudar: percebi que estava gostando, que estava aproveitando, que estava amando, eu vi que eu podia transformar aquilo em um sonho e já estava caminhando para torná-lo realidade.
Logo no primeiro semestre nós tivemos aula de Ética com uma professora que sempre adorei e, mais tarde, passei a adorar ainda mais quando ela se tornou minha orientadora do TCC. Mas não vamos passar o carro na frente dos bois: vamos focar na matéria em questão. Eu estava ali, cruazinha e adolescentezinha, sem entender nada da vida e essa matéria me fez cair na real um pouco sobre como o mundo dos adultos funcionava. Naquele momento eu descobri uma coisa que nunca tinha imaginado, que nunca nem tinha parado pra pensar: eu descobri que tinham profissões que ainda nem eram regulamentadas! E pior, descobri também que todas aquelas pelas quais eu tinha (e ainda tenho) afinidade são assim. Quer piorar mais um pouco? Pois lá vai: a profissão para a qual eu estava me graduando era uma delas.

Mas afinal de contas, o que significa dizer que uma profissão não é regulamentada?
Segundo o Léxico (acesso no dia 22/09/13 às 23:28) “regulamentar” significa “Fazer regulamento a, sujeitar a regulamento; regular (…) Relativo a regulamento.”. Ou seja: uma profissão não regulamentada é o contrário disso: não está sujeita a um regulamento ou norma. Em alguns casos isso pode ser bom? Sim. Mas em outros é um Deus nos acuda.

Quando a disciplina de ética terminou, nós já havíamos discutido isso o bastante para eu entender que a coisa não seria fácil. Existiam projetos de lei circulando por ai, mas o interesse político nem sempre caminha ao lado do interesse daqueles que realmente importam na situação. A medida que o assunto vinha sendo discutido ao longo dos cinco anos que permaneci na faculdade eu ia entrando cada vez mais em desespero e perdendo todas as minhas esperanças. Eu já tinha decidido que era aquilo que eu queria ser. E, olha, sinceramente: até que eu faço direitinho! Não sou perfeita e estou longe de saber tudo na vida, longe de ser a melhor (mesmo porque já convivi diretamente com muita gente melhor do que eu) mas, verdade seja dita, bem feito fica! Aliás, não somente bem feito, mas feito com amor, feito com carinho e, acima de tudo, feito com conhecimento e ética. No fim das contas o meu problema não seria fazer as coisas, seria pior: ONDE FAZER? Onde, quando, com quem? Com que dinheiro? E ainda COMO fazer? Porque logo de cara, ainda longe de ser adulta, eu me vi “lançada” no mercado de trabalho ainda como estagiária e foi quando eu vi na prática o que já tinham me falado tantas vezes na faculdade. Eu vi que tava tudo errado.
E sabe o que é pior? Ninguém se importa pelo fato de estar tudo errado. E nós tivemos uma prova disso essa semana. Depois de percorrer um longo caminho o Projeto de Lei 4042/2008 finalmente chegou nas mãos da Presisente Dilma ainda esse mês. E foi vetado. Sim, minha profissão continua sem ser regulamentada. O argumento é que a falta da formação não trás danos à sociedade. E é isso que eu vim aqui mostrar pra vocês que é mentira. E é isso que eu quero PROVAR que é mentira. Lembra que eu falei ali em cima que eu vi que tava tudo errado? Pois é: eu vou contar para vocês o que vi!

Eu já fui em visitas em igrejas ainda durante a faculdade e cheguei perto para ver o quão porca era a reintegração cromática feita em cima de douramentos, e feita por empresas grandes e respeitadas. E olha, vou contar um segredo pra vocês: esse ainda é meu grande defeito, a tal da reintegração. Mas ainda assim sei fazer melhor que aquilo, acreditem.
Eu já trabalhei como estagiária alimentando Banco de Dados no Excel enquanto estudantes de cursos de licenciatura naaaada relacionados a conservação e restauração trabalhavam no laboratório de restauração daquele mesmo lugar.
Eu já vi gente enfiando o balde que deveria encher de água deionizada dentro do galão onde estava a mesma achando que estava economizando tempo, quando na verdade estava contaminando aquela água devolvendo para ela todos os íons e impurezas do balde.
Eu já vi colas e adesivos mais absurdos sendo utilizados para encadernação de conservação, deixando a lombada do livro toda dura e arriscando aquelas páginas de quebrarem, ao invés de torna-lo maleável.
Eu já tentei explicar por que uma, duas, dez, várias coisas não devem ser feitas pois prejudicaria a obra a ser restaurada e tive que ouvir pessoas chamando aquilo de “minúcia” e “preciosismo”.
Eu já vi jovens aprendizes sendo contratados para trabalhos de restauração simplesmente por ser uma mão de obra barata, mesmo sem saber nada sobre o assunto. E depois saiam de lá afirmando ter muita experiência.
Já vi outras pessoas que nunca estudaram nada do gênero falarem que têm experiência também por causa de seis meses de estágio. E depois ir lá e demonstrar conhecimento zero.
E sabe o que é pior? Eu já tive que ouvir muitas vezes, incontáveis vezes, que eu estou no caminho perdedor, que eu não posso continuar QUERENDO ser pobre a vida inteira: que eu escolhi e continuo escolhendo errado.

Pois eu digo agora: eu escolhi certo. Eu continuo escolhendo certo. Porque eu posso não interferir naquilo que causa danos à sociedade, mas e à história dela? E ao patrimônio? Deixá-lo aí, nas mãos de situações que descrevi acima, não é um dano à NOSSA MEMÓRIA? Por que, me digam, os cinco anos que eu passei dentro da faculdade são inferiores aos cinco anos que tantas pessoas em cursos “melhores” de profissões regulamentadas passam? Porque foi feito com gosto, não com ambição? Não, isso não é ruim: isso tem que ser é valorizado.
Por isso é hora de lotar as caixas de e-mail, é hora de “xingar muito no Twitter”, é hora de não ficar calado, é hora que querer a regulamentação da profissão de conservadores-restauradores. E a de vocês também, que exercem tantas outras profissões, que lutaram e estudaram por isso e amam o que fazem e merecem ser reconhecidos como tal!

Disney Live em Belo Horizonte

Em 20.09.2013   Arquivado em Disney

De agosto a outubro está rodando por todo o país o Disney Live! Festival Musical do Mickey e esse fim de semana o show chegou a Belo Horizonte para quatro apresentações ao público, do dia 19 ao dia 22. Ontem foi a estreia e eu fui com Daninha e Lili.
Nós compramos os ingressos no início de agosto e já estava praticamente lotado para a estréia, conseguimos os últimos três lugares juntos da categoria da frente, porque queríamos sentar bem pertinho. Como consequência disso o lugar era bom, logo na segunda fileira, mas não ideal: foram as três cadeiras lááááá do canto. No final das contas faltou muita gente (o show não tolerava atrasos), então conseguimos pular um lugarzinho de uma pessoa que faltou. Isso não atrapalhou em NADA visualmente, só nas fotos, então não vou conseguir mostrar exatamente o efeito do palco. Ainda assim posso DESCREVER e, gente, é LINDO!!

Disney Live

O show tem duração de uma hora e meia contando com o intervalo e é um musical apresentado pelos personagens clássicos da Disney (Mickey, Minnie, Donald e Pateta) com enredo adaptado em três filmes: Aladdin, A Pequena Sereia e Toy Story. Acho que é um musical mais para quem conhece os filmes originais, porque não conta a história propriamente dita, e sim vai encaixando as músicas num resumão que nem sempre é fiel ao filme. Além dos artistas, as luzes e de algumas peças que compõe o cenário, como escadas e outros elementos, o palco é formado, principalmente por um MEGA TELÃO EM HD que fica atrás e é onde toda a história se forma. É isso que, infelizmente, minhas fotos não vão retratar. O show não funciona sem o telão, ele é 50% da apresentação e é o que te leva de Agrabah pro fundo do mar, do Velho Oeste ao Espeça Sideral.
Enfim, começa com a apresentação feita por Mickey, Minnie, Pateta e Donald. Ao longo dos diálogos apareciam as músicas que eram as músicas que já conhecemos desde sempre com algum ritmo diferente: rock, rap, pop e por aí vai. Muito legal!

Disney Live

A primeira história que eles contam na noite é Aladdin. É lindo pela fidelidade de algumas características do filme e também pela adição de outras gracinhas próprias do show, como o Gênio dizendo que vai chamar a Jasmine e o Aladdin de “Jasmaddin” – vou mega aderir a isso. E foi nesse momento que a gente viu como o cenário funcionava mesmo. Quando o Aladdin cantava e corria por Agrabah ele, na verdade, estava correndo parado no mesmo lugar enquanto o cenário ia andando. O efeito daquilo era incrível, gente, muito real! Mas essa estava longe de ser a melhor parte.
Aliás, a melhor parte de todo o espetáculo foi logo em seguido quando chegou uma música sem igual: “Um Mundo Ideal”. Eu lembro que essa foi a parte mais linda de todas de quando fui ao Disney On Ice, e nessa também não foi muito diferente: de repente os dois estavam voando em cima do palco!! Sim, o tapete voava. E qualquer um que disser o contrário vai estar mentindo. Chorei de soluçar com essa música.

Disney Live

Depois de Aladdin (não queria que acabasse!!!) era a vez de “A Pequena Sereia”. Essa parte foi divida em duas, porque no meio dela era o intervalo que dividia o primeiro e o segundo atos do show. Na primeira parte o “protagonista” era o Sebastião: ele comandou uma apresentação das filhas de Tritão dançando “All The Single Ladies” que foi HILÁRIA e depois cantou “Aqui no Mar”. Nesse momento é que houve a única aparição do Linguado no show e ele foi O MAIS APLAUDIDO DA NOITE! Sério. Todas as pessoas ali presentes gritaram e aplaudiram quando Linguadinho apareceu dançando no meio da escuridão. Infelizmente as fotos desse momento estavam escuras e não vai dar pra eu mostrar, mas tinha também um joguinho de luzes que eu não entendo bem como funcionava, mas deixou um efeito lindo.
Aí veio a intervalo e, em seguida, a parte da Ariel. Ela começa sereiazinha querendo o Príncipe Eric, Úrsula transforma ela em humana e aí vem mais uma rodada de lágrimas com “Beije a Moça” que, além de lindo, teve um final ligeiramente diferente do filme. Só amor pra definir.

Disney Live

Foi quando começou a parte de “Toy Story”, que foi a menos emocionante, mas a mais divertida e interativa. Os soldadinhos fizeram um pequeno show (com os pés soltos) e depois Woody, Jessie e Bala do Alvo fizeram a apresentação deles. Bala no Alvo foi o astro da noite pulando corda, mas em questão de fantasia o Woody e a Jessie eram os melhores… Sério, parece que eles estavam usando uma “meia-máscara” ou algo assim, mas que deixava o rosto deles parecendo de brinquedo e, ainda assim, com as expressões faciais de gente. Nota 10, viu. Nessa hora teve uma música que a criançada adorou, de bater palmas, bater os pés e gritar “Iiii-há” junto com eles. A única parte ruim foram que eles levantaram e depois ninguém quis sentar mais, hahahaha.
Aí começou uma chuva de meteoros, tanto no palco quanto na plateia (em que o Woody chegou pertinho d’a gente no palco e eu quis abraça-lo) e quem veio para salvar o dia?? Buzz Lightyear!!! A aparição do Buzz não teve muita música nem nada, foi só pra constar mesmo, porque ele não podia faltar, né?

Disney Live

Por fim todos os personagens das histórias voltaram ao palco: Gênio, Aladdin, Jasmine (cadê o Abu?), Sebastião, Ariel, Eric, Buzz, Woody e Jessie. Eles chamaram os outros personagens enquanto faziam apresentação com algumas músicas, como “Girls Just Wanna Have Fun” e “Who Let The Dogs Out” e, pra fechar, o Mickey apareceu para finalizar o show. Tudo lindo, tudo impecável, tudo com muito amor puro, tudo cheio de magia Disney daquela maneira que só a Disney sabe fazer. A criançada saiu satisfeita e os adultos simplesmente encantados!

Disney Live

Para maiores informações sobre o Disney Live acessem o site oficial. Quem quiser ver mais fotos eu postei as melhores no Flickr, estão nesse álbum aqui!

The Carrie Diaries

Em 16.09.2013   Arquivado em Séries e Desenhos

The Carrie Diaries

Acho que eu nunca falei especificamente sobre alguma série que assisto aqui no blog, mas dessa vez faço questão porque acho que nunca assisti a uma temporada tão rápido na minha vida (mesmo sendo tão curtinha). A verdade é que eu assisto MUITAS séries, a última coisa que precisava era mais uma para acompanhar e, ainda assim, a Pati já tinha me passado os primeiros 10 episódios de The Carrie Diaries em março, então aí eu resolvi providenciar os outros três episódios da 1ª temporada e eis meu programa do fim de semana passado! Só o que sei é que quando acabou eu estava apaixonada olhando a data de lançamento da próxima temporada, que vai ser no fim de outubro. Mas antes de começar a falar minha opinião eu tenho que contar que minha experiência com “Sex and the city” é o filme. E só o primeiro. Nunca assisti à série, apesar de saber mais ou menos do que se trata. Então nem adianta eu querer comparar uma coisa com a outra, porque não tenho referências. Para mim a vida da Carrie começou a agora e é a partir de agora que vou acompanha-la.

Para quem não sabe eu disse tudo isso porque The Carrie Diaries é uma série baseada em livros que antecedem a vida de Carrie Bradshaw na história de SATC. A Carrie aqui é uma adolescente de 16 anos em 1984 que acaba de lidar com a perda da mãe e tem que enfrentar tudo o que vem depois disso: seu pai perdido sem saber com agir, a irmã mais nova se rebelando, as pessoas apontando para ela no primeiro dia de aula como “coitadinha” e ela mesma querendo descobrir como iria continuar com sua vida. Isso somado a todos os sentimentos comuns na vida de uma adolescente: estudos, carreira, futuro, namoro, garotos, amizades, pressões normais que vivemos nessa idade. As coisas começam a melhorar um pouquinho para ela quando seu pai sugere que ela faça um estágio uma vez por semana em troca de créditos escolares em Manhattan, que é o lugar que ela mais admira no mundo e que era, até então, quase um desejo inalcançável, uma vez que ela mora em um subúrbio em Connecticut. E a partir daí eu não vou contar mais nada porque vocês terão que ver a série para descobrir!

Eu achei bem diferente do que estava pensando que seria. Pra começar achei que a Carrie já seria, desde o início, uma aspirante a fashionista mirim que tem uma inimiguinha na escola e que governa uma turminha bacana. Nada disso. Nos primeiros episódios ela vai pra escola vestida completamente normal, só com rimelzinho de maquiagem, encontra com sua turma de amigos legais e tem que lidar com a mean girl do colégio de forma tão leve que ela nem chega a ser um empecilho! Na verdade a Donna – aka “queen bee” da escola – é a vilãzinha adolescente mais legal e carismática que já vi, estou adorando! Aliás, a série tem muitos personagens incríveis. Meu favorito é o Walt, melhor amigo da Carrie e namorado/ex-namorado da personagem mais insuportável de todas, a Maggie, que é amiga deles na primeira temporada, mas eu tenho a esperança de que vai dar uma sumida na segunda. Os outros são todos bem legais também, tanto no núcleo do subúrbio quanto o de Nova York propriamente dito. Por enquanto não apareceu nenhuma personagem da série “original”, mas agora na segunda temporada já vai começar a aparecer.

Mas agora vamos ao que interessa… O melhor de tudo é o fato de se passar no meio da década de 80! Gente… Ela se veste de Lady Di no Halloween porque a princesa tá na moda e acabou de se casar, a Madonna está em turnê como seu “novo sucesso” Like a Virgin, as roupas são todas coloridas e exageradas e é a PRIMEIRA vez em que eu realmente conheço as músicas que são tocadas em um seriado atual. Sério, sempre tem uma ou mais músicas daquelas que eu realmente gosto, é muito bom de ouvir, mesmo quando não aparecem cantadas pelos artistas originais da época. Mas o principal, o principal mesmo para mim é o cabelo da Carrie. Lindo! Estou apaixonada por essa cabeleira e querendo dar uma aposentada na chapinha para testar os penteados simples e lindíssimos que ela faz na série. Lógico que não é a mesma coisa, né? Ali é tudo feito por um cabeleireiro, já que a AnnaSophia Robb, que interpreta a personagem, tem o cabelo bem lisinho, mas eu já cheguei bem perto nos meus testes caseiros. Olha que coisa mais linda, gente:

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Já foi pra minha Watchlist no Orangotag! Tomara que continuem mantendo o nível e ritmo dos episódios para a série não se perder depois da terceira temporada, que foi o que aconteceu com séries que eu acompanho e acompanhei, tipo Pretty Little Liars e Gossip Girl. Vamos torcer para que, quando o fim chegar, que chegue com a dignidade que merece!

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