30 coisas antes do 30

Em 24.08.2016   Arquivado em Cotidiano

A Bárbara do Meu Mundinho Quase Perfeito publicou esses dias uma lista com 30 coisas para se fazer antes dos 30 e foi quando li o post dela que caí na real que estou mais perto de chegar lá do que dos 20 que se passaram, se eu for fazer algo assim vai ter que ser rápido para dar tempo, então ‘bora começar desde já! Confesso que algumas vou roubar da minha lista de 101 coisas para se fazer em 1001 dias, que vai terminar quando eu tiver 28, mas vocês me perdoam porque é meta demais pra uma pessoa só se fosse pra separar isso tudo, tenham dó!

30 Coisas Antes dos 30

01. Publicar livros! Um deles com certeza porque já tô correndo atrás disso, mas eu tenho esperança de que até lá consiga pelo menos encaminhar os três primeiros que quero ver publicados, que são meus amorzinhos da mamãe.
02. Fazer depilação a laser em alguma parte do corpo: eu sou uma daquelas pessoas muito emputecidas pelo fato da sociedade obrigar que eu me depile simplesmente porque decidiram que ter pelos é feio (e nem comecem, vocês sabem que é só por isso sim!), mas como não consigo me libertar desse pensamento melhor cortar pela raiz. Literalmente.
03. “Sair de casa”: que é provavelmente uma das coisas que eu mais queria no momento, ter meu próprio cantinho singelo…
04. Continuar fazendo o Hogsmeeting acontecer: porque esse evento é uma das minhas coisas favoritas no mundo! E se a gente continuar levando adiante mais ou menos na mesma época do ano eu terei exatamente 30 anos na 7ª edição, que é pra ser a última!
05. Fazer tatuagens: entre uma e três, acho!

06. Aprender a cozinhar;
07. Fazer uma doação significativa para alguma instituição;
08. Adotar/comprar um cachorro;
09. Tirar meu passaporte (passou da hora);
10. Achar “o” corretivo para “chamar de meu”;
11. Ter 20 batons vermelhos diferentes ao mesmo tempo em algum momento;
12. Montar um álbum de fotos físicas de 2004-data atual;
13. Ter mais vinis do Elton John;
14. Fazer uma viagem internacional;
15. Realizar algum ato de gentileza MUITO maravilhoso;
16. Começar a fazer terapia;
17. Ir à praia por vontade própria;
18. Escrever 25 coisas que gosto em mim mesma e pregar ao redor do espelho;
19. Assistir um filme lançado em cada ano da minha vida que nunca vi antes;
20. Escrever 30 textos inspirados em propostas do Creative Writing Prompts;
21. Achar alguma atividade física para praticar (de preferência relacionada a defesa pessoal);
22. Conhecer alguma cidade do nordeste que não seja na Bahia;
23. Passar a doar sangue uma vez por ano;
24. Escrever uma música;
25. Escrever uma carta (ou e-mail) para meus dois maiores ídolos;
26. Comprar uma câmera fotográfica nova boa;
27. Voltar a usar aparelho (móvel);
28. NUNCA-JAMAIS-EM TEMPO ALGUM DESISTIR DESSE BLOG!!!!!!!!!!! *importante*
29. Ok, vamos lá: aprender a dirigir. Argh!
30. Colocar silicone. (Essa eu acho que nem vai acontecer, mas bem que eu queria!)

BEDA2016

Os Oito Odiados

Em 23.08.2016   Arquivado em Filmes

Os Oito Odiados, via Filmow

Os Oito Odiados (The Hateful Eight) *****
Elenco: Bruce Dern, Demián Bichir, Jennifer Jason Leigh, Kurt Russell, Michael Madsen, Samuel L. Jackson, Tim Roth, Walton Goggins, Arnar Valur Halldórsson, Belinda Owino, Channing Tatum, Craig Stark, Dana Gourrier, Gene Jones, James Parks, Keith Jefferson, Lee Horsley, Quentin Tarantino, Zoë Bell
Direção: Quentin Tarantino
Gênero: Ação, Faroeste, Drama
Duração: 167 min
Ano: 2015
Classificação: 18 anos
Sinopse: “Durante uma nevasca, o carrasco John Ruth (Kurt Russell) está transportando uma prisioneira, a famosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), que ele espera trocar por grande quantia de dinheiro. No caminho, os viajantes aceitam transportar o caçador de recompensas Marquis Warren (Samuel L. Jackson), que está de olho em outro tesouro, e o xerife Chris Mannix (Walton Goggins), prestes a ser empossado em sua cidade. Como as condições climáticas pioram, eles buscam abrigo no Armazém da Minnie, onde quatro outros desconhecidos estão abrigados. Aos poucos, os oito viajantes no local começam a descobrir os segredos sangrentos uns dos outros, levando a um inevitável confronto entre eles.” (fonte – sinopse e pôster)

Comentários: A primeira coisa que SEMPRE precisamos dizer nesse caso é que não tem como você ir assistir a um filme do Tarantino sem saber que se trata de um filme do Tarantino. Alguns podem até achar que isso os torna ruins, mas a verdade é o contrário: acho que assim fica mais fácil perceber a genialidade e a crítica por trás dessa carga de imoralidade, violência e do famoso politicamente incorreto. E se “Cães de Aluguel” é considerado um ótimo filme de estreia por já dar exemplos de todas as “Tarantinices”, cada uma no seu momento, “Os Oito Odiados” poderia ter sido deixado por último porque é uma EXPLOSÃO de todas elas, de forma que até quem já tá acostumado com o cara conseguiu se surpreender. Lembro que quando o compositor da trilha sonora Ennio Morricone, que inclusive ganhou o Oscar por ela (e foi LINDO, chorei horrores), disse que se se chocou com a violência do filme eu achei estranho porque isso não é segredo nenhum, mas fui entender o motivo agora porque eu sou meio fresca e houve um momento em que tive que dar uma pausa para não vomitar…

A história é dividida em capítulos, quase todos em ordem cronológica (o que já é uma surpresa), e gira em torno de oito personagens que, por causa de uma nevasca, acabam presos em um conhecido armazém da região, o que não poderia ser mais inoportuno pois é um grupo formado de caçadores de recompensas, criminosos e até membros ativos da Guerra Civil americana. Todos eles desconfiam uns dos outros, todos eles guardam segredos sangrentos, todos carregam armas de fogo e todos pretendem sair dali vivos e cumprir quaisquer que sejam seus objetivos nessa viagem. E é aí que tá a sacada do negócio: um filme de mais de duas horas e meia, que se passa praticamente inteiro em um cenário só, onde fica concentrado um grupo de atores MUITO BONS, a maioria já “de casa” nas obras do Taranta, com destaque pra “musa inspiradora” dele que é o Samuel L. Jackson, uma trilha sonora fantástica e, à medida que os minutos vão passando, cada vez mais fumacinhas de sangue e corpos espalhados pelo chão. Os personagens são todos realmente odiosos, você não gosta de nenhum e nem deve gostar, chega num ponto que não dá pra mais saber quem vai sair dali vivo e começa a suspeita de que, no fim, não vai ser ninguém.

Os primeiros 90 minutos são relativamente lentos, mas apresentam as histórias dos personagens e trazem MUITA CRÍTICA à sociedade da época, principalmente se tratando do preconceito racial, mas também aborda assuntos como o significado de “justiça” e até onde a legítima defesa é realmente tão “legítima”. A partir daí ele muda bastante, é como se o diretor guardasse o “melhor” para o final: aparece um narrador que antes não existia, que mostra para o expectador o que precisa ser mostrado, algumas cenas têm destaque forçado através de uma câmera lenta daquelas bem mal feitas, a coisa fica indigesta pra valer. É um filme classe “B”, como todos os outros, mas o objetivo é esse mesmo, tudo que está ali era pra ser daquela maneira e feito de um jeito que só uma pessoa consegue fazer. Sou suspeita, sou fã e admito, mas quando termina não tem como não ficar bizarramente encantado com o que você acabou de ver. Entre os sete filmes dele que já assisti (falta só “À Prova de Morte” agora), “Os Oito Odiados” ficou no meu ranking pessoal em 5º lugar e eu só não veria de novo sozinha por causa das cenas muito asquerosas que temos nos capítulos 4 e 6 com as quais acho que nunca vou me acostumar, mas se conseguir ignorá-las toparia numa boa acompanhar algum amigo afim de passar pela experiência. E agora que faltam só 2 pro cara “aposentar”, já que ele disse que vai parar no 10º, fico imaginando o que está por vir porque na categoria “estilo pessoal” esse tá difícil de ser superado!

Trailer:

BEDA2016

Tropeços do Bem

Em 22.08.2016   Arquivado em Vídeos

Sabe quando acontece uma coisa ruim na sua vida, mas depois você percebe que foi pra evitar algo ainda pior? É aquela sensação de que você abriu uma porta errada e não deu tempo de voltar atrás, mas aí foi caminhando e caminhando até o fim da sala e ali tinha outra porta e quando foi abrir essa também, pronto, era a certa! Pois bem, o vídeo de hoje é justamente sobre isso: os tropeços que podem evitar uma queda!

Esse foi o preceito do dia 22 de agosto do livro 365 Dias Extraordinários, da R. J. Palacio, que é tipo um “livro extra” de Extraordinário, como se o Sr. Browne (professor do Auggie) tivesse lançado sua coletânea de preceitos na história. Além de um lema legal para cada dia do ano, alguns enviados por crianças fãs da Palacio, entre os meses existem algumas reflexões do personagem que sempre têm uma moral bacana também. A ideia de fazer esse tipo de vídeo começou com meu BEDA em abril desse ano, onde gravei dois, mas agora resolvi tentar voltar com eles de vez em quando. O que vocês acham? Me digam nos comentários!

22 de Agosto

BEDA2016

Links da Semana #03

Em 21.08.2016   Arquivado em Blog

Seguinte, galera, essa semana não tem links da semana! “Mas Luly, cê tá escrevendo o post, filha, ficou maluca?” Olha, maluca ainda não, mas ocupada fiquei bastante e não tive tempo de visitar muitos blogs nos últimos dias, então não deu pra ver o que rolou de legal. Porém, entretanto, contudo, BUT separei mesmo assim outros links “antigos” que reli entre 14 e 21 de agosto, então hoje eles serão as indicações. Dessa vez são assuntos mais sérios e tudo mais, mas é bom também, valem a pena!

Links da Semana

A política não veste saia, por Huffpost Brasil: Uma reflexão sobre essa piscina de machismo que é a política brasileira e como as mulheres que se sobressaem ali acabam sendo afogadas ao tentar nadar contra isso.

Mas você não tem medo de ficar sem um homem?, por Geledés: Um dos textos mais MARAVILHOSOS que já li nos últimos tempos! Ótimo especialmente para você que é tida como “difícil” ou até “imatura” por optar (ou até mesmo preferir) estar solteira, uma vez que muita gente vê isso como aglo pior do que de ter que aceitar ficar com um babaca qualquer.

Minha história de gravidez ectópica e a verdade sobre pílula do dia seguinte, por Gigi: Eu chorei quase o tempo todo enquanto lia esse post, e pelo título acho que vocês conseguem ter mais ou menos uma ideia do motivo. Ainda assim é bem “mais ou menos” mesmo porque a história completa envolve muito mais fatores do que se imagina e precisa ser divulgada, se for escolher só dos três sugiro que seja esse!

BEDA2016

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