Lookbook: Move it, move it!

Em 22.05.2019   Arquivado em Moda

Eu pretendia falar sobre a mostra LINDA da Dreamworks Animation que tá no CCBB BH e só depois mostrar a roupitcha do dia no lookbook, mas infelizmente não consegui terminar de editar o vídeo que gravei por lá a tempo, então farei na ordem “tradicional” que sempre fazemos por aqui, mesmo. E aí, como na última vez em que fui à exposição do Ai WeiWei, a luz não é lá grandes coisas, o rosto fica cheio de sombra e nem dá pra ver a estampa das roupas direito, porém é um “cenário” lindíssimo que eu me recuso a deixar de aproveitar, então vamos lá!

(Porém dessa vez, ao contrário da última, eu DE FATO farei um post falando sobre a mostra, com fatos e fotos bem lindos e detalhados, aquela promessa não foi cumprida mas essa será, aguardem…)

O fundo escolhido foi esse com vários posteres de circo do filme Madagascar, que é um dos com maior número de obras expostas e, na minha opinião, destaque da exposição. A escolha, porém, não foi por causa do filme em si, uma vez que tem vários outros do estúdio que gosto mais, mas por causa da 01) iluminação, que era “menos pior” pra esse tipo de coisa e 02) os cartazes de elefante assim, bem à altura para aparecer perto de mim. Eu AMO elefantes, muito! Achei apropriado – e o tom de cinza da parede também era lindão.

Lookbook: Moveit, move it!

Blusa: Riachuelo | Calça: n/s | Coturnos: n/s | Bolsa: Kipling | Óculos: Ray-ban | Colar: C&A | Fotos: Daninha, aka minha irmã!

Sobre o look em si eu não tô nem sabendo direito o que dizer porque é um estilo tão recorrente por aqui que se alguém me visse na rua de longe saberia que era eu sem precisar olhar o rosto! Camiseta preta estampada (essa diz “I don’t know where I’m going”, mais pertinente impossível) + disco pants + coturno + bolsa lateral + colarzinho. Aquela combinação que se eu fosse famosa já teria sido popularizada como “estilo Luly” em 2017/2018, hahahaha. Fazer o que, né, é confortável e bonito. E por algum motivo eu ADORO usar essa blusa com coque, acho que combina super, gente, então ela muitas vezes é a escolhida quando vou sair e os cabelos tão meio estranhos, porque aí é só prender desse jeito que já sei que deu certo…

Lookbook: Moveit, move it!

Pra galera de BH, já fica a dica e visitem DreamWorks Animation: Uma Jornada do Esboço à Tela, vai ficar um tempão por aqui, até 29 de julho! Eu com certeza vou voltar pra rever, porque vale a pena… E aguardem que esse fim de semana mesmo, sem falta, conto sobre ela com todo meu amor – e um conteúdo especial do Vênus em Arte, meu canal sobre mulheres artistas!

A (nova!) linha Mattel de Harry Potter no Baile de Inverno

Em 19.05.2019   Arquivado em Dolls, Harry Potter

Meses atrás a Mattel anunciou uma linha de bonecas em parceria com o Wizarding World, nome oficial da marca do universo de Harry Potter desde que ele expandiu para a nova história em Animais Fantásticos, em escala 1/6, ou seja, mais ou menos do tamanho de uma Barbie. Esses primeiros personagens eram, além do protagonista, os outros membros do trio e Gina Weasley com o uniforme de Hogwarts, os professores Dumbledore e McGonagall e de Harry e Draco em seus uniformes de Quadribol, todos inspirados no segundo filme, “A Câmara Secreta” Agora eles anunciaram um segundo set, ainda mais bonito, com as roupas do Baile de Inverno.

E se você acompanha esse blog sabe que esse lançamento “põe o dedo” em TODAS as “feridas” possíveis por aqui! Eu não só 01) sou fã de Harry Potter e 02) coleciono bonecas, mas também e principalmente sou apaixonada pelo Baile de Inverno e, principalmente, pela importância que ele tem pra Hermione, minha personagem favorita, desde que li “O Cálice de Fogo” (em 2002!). Ano passado nós do Potter Club BH tivemos um evento temático do Baile e para ele eu mandei fazer o vestido dela igualzinho ao do filme, mas azul como no livro, que eram dois sonhos meus há bastante tempo. Meu lado consumidor está bem em baixa nos últimos tempos, tenho achado várias coisas lindas, mas desejado poucas delas, só que nesse caso… Poxa, o coração bateu a mil quilômetros por hora, sim!

Mattel + Harry Potter: linha Baile de Inverno

Harry Potter

Mattel + Harry Potter: linha Baile de Inverno

Rony Weasley

Na “ala dos meninos” temos os dois protagonistas, é claro, que não podiam faltar. O Harry é quem tem a roupa mais “sem graça” do set, apenas a capa preta sobre o resto preto e branco, com os óculos redondinhos, cabelo um pouco mais comprido e olhos azuis, ao invés de verdes, condizendo com o filme, mesmo. O Rony é visualmente BEM mais legal por ter traje de gala super espalhafatoso e arcaico, um dos ápices do humor dessa história específica. No que diz respeito às feições é o mais fiel dos quatro, um verdadeiro “mini Rupert Grint” pra ter na estante!

Mattel + Harry Potter: linha Baile de Inverno

Hermione Granger

Mattel + Harry Potter: linha Baile de Inverno

Cho Chang

Nas meninas, é claro, não podia faltar a “Cinderela” do Baile de Inverno, a Hermione. O vestido dela é rosa, claro, como no filme, e ficou MUITO bem feito! E olha que quem está falando aqui é uma pessoa que passou DIAS estudando esse vestido nas suas mais diversas versões. Os detalhes da saia ficaram bem simplificados, porque é a parte mais complicada, mas o corpete é igual, o penteado funcionou super bem e ela tem até os brincos da personagem. Para fechar a última boneca é Cho, “crush” do Harry nesse momento da saga e que tem um dos vestidos mais lindos do baile, com corte e estampas orientais, que estão presentes nessa representação também.

Todos os quatro vêm com um mini convite do Baile de Inverno, em forma de castelo, também fiel ao do filme, porém de plástico para ficar mais… “Mágico”. Gente, sério, essa Hermione vai ter que vir aqui pra casa, estou muito apaixonada! Agora, sobre os VALORES é bem difícil saber quanto vão custar no Brasil… Os já lançados têm preço sugerido no site oficial da Mattel de U$20,97, mas por aqui você acha a partir de R$250 na mãos de vendedores “informais” e nas lojas passa dos 300… Imagino que para os novos a realidade vai ser a mesma, mas por se tratar de bonecos colecionáveis (a própria marca sugere são destinados a maiores de 16 anos) já é esperado. algo tão alto assim, mesmo. Sem contar que, cá entre nós: que são LINDOS, são!

O Sol Também é Uma Estrela - 16 de maio nos cinemas

O Sol Também é uma Estrela

Em 16.05.2019   Arquivado em Filmes

O Sol Também é Uma Estrela (The Sun Is Also A Star) *****
O Sol Também é Uma Estrela Elenco: Yara Shahidi, Charles Melton, Cathy Shim, Faith Logan, Gbenga Akinnagbe, Jake Choi
Direção: Ry Russo-Young
Gênero: Romance, Drama
Duração: 120 min
Ano: 2019
Classificação: Livre
Sinopse: “A caminho da faculdade, o romântico Daniel Bae e a pragmática jamaicana Natasha Kingsley se conhecem — e se apaixonam — em um dia mágico, em meio à correria da cidade de Nova York. Imediatamente começam a voar fagulhas entre esses dois desconhecidos, que jamais se encontrariam se o destino não tivesse dado um empurrãozinho. Mas será o destino suficiente para levar esses jovens do azar à sorte no amor? Com algumas horas sobrando no que deve ser o último dia dela nos EUA, Natasha luta contra a deportação de sua família com a mesma força com que luta contra seus crescentes sentimentos por Daniel, que faz tudo o que pode para convencê-la de que estão destinados a ficar juntos.” Fonte: Filmow.

Comentários: Natasha Kingsley é jamaicana, mas mora com sua família nos Estados Unidos há 9 anos. Nova York é sua casa e ela faz de tudo para reverter a situação que sua família vive atualmente: estão prestes a ser deportados. Na véspera desse dia tão temido uma nova esperança aparece através da indicação de um advogado especializado no assunto, mas no meio do caminho em direção ao escritório ela conhece Daniel Bae. De família também imigrante, no seu caso de coreanos, ele está se preparando para sua entrevista em Darthmount, onde seus pais esperam que curse medicina. Daniel, por sua vez, adora poesia e música, e agradece às coincidências da vida que o levaram até aquela garota por quem ele se apaixonou quase de cara… Ela, por outro lado, não acredita em nada disso, mas se deixa levar, completamente descrente, quando ele promete que vai convencê-la do contrário fazendo com que seja recíproca ao sentimento dele apenas durante as horas que lhe restam ali…

Adaptado no livro homônimo da também jamaicana Nicola Yoon, publicado no Brasil pela Editora Arqueiro, O Sol Também é uma Estrela é um típico romance/drama adolescente daqueles que você assiste pra passar seu tempo com uma história leve e até chorar algumas lagriminhas. Não li o livro, portanto não sei dizer o quão fiel é o filme, mas o diferencial que ele tem de cara em relação aos outros do gênero que vemos em Hollywood é justamente o fato de os protagonistas serem dois imigrantes: ela negra, de origem caribenha, ele oriental. Por esse motivo apresenta não só detalhes desse dia que eles passam juntos, mas também pequenos flashes da cultura de cada um aqui e ali. Eles também fogem um pouco do padrão com o qual fomos acostumados por muitos anos nesse tipo de produção, são dois jovens bem bonitos, mas não 100% do modo “tradicional”, cada um ao seu modo e que combinam bastante juntos.

O Sol Também É Uma Estrela

O Sol Também É Uma Estrela: imagem via Blogbusthers

A coisa que mais me encantou no longa, porém, foi a direção. Apesar de ter cenas em que a câmera girava bem rápido, o que não é confortável para qualquer pessoa, algumas tomadas me fizeram pensar de cara “Essa diretora é mulher” – e é mesmo! Não sei exatamente o motivo, mas acho que existem alguns detalhes na sensibilidade visual dele que me causaram essa impressão, algo que venho observado muito em produções que têm essa característica. A fotografia também é bem bonita, mostrando essa versão utópica que filmes de romance normalmente mostra de Nova York, sempre limpa e com o céu vistoso. A gente sabe que não corresponde à realidade, claro, mas é bonito de se ver mesmo assim. Gostei em especial do final, mas sobre esse aspecto é impossível falar sem estraga-lo, é preciso ver pra entender (ou discordar).

Leia também: A Cinco Passos de Você, resenha de outro romance teen adaptado para o cinema!

Por outro lado é difícil hoje, já adulta, me identificar tanto com toda a intensidade excessiva que romances adolescentes têm. É tudo muito extremo e imediato: o amor à primeira vista por causa de uma única coincidência, o aceitar de desafio mesmo com tantos problemas pra resolver, os acontecimentos guiados pelo destino e, principalmente, o abrir mão de certas coisas em nome do amor verdadeiro que nem 24h de duração tem. Algumas causam risadas, outras surpresa, mas a maioria te dá vontade de “sacudir” a personagem. Também senti falta de uma visão um pouco mais aprofundada da questão que inicialmente é a principal da história, o deportar de imigrantes. Em tempos de governo Trump, onde o protecionismo e xenofobia são ainda mais fortes que o normal nos Estados Unidos, é uma pauta importante que perdeu completamente o destaque… Resta saber se é uma característica do livro em si ou se foi uma falha na adaptação, já que é sempre difícil passar todos os aspectos da página para a tela…

Trailer:

O Sol Também é Uma Estrela - 16 de maio nos cinemas

Linha de Harry Potter da Papel Picado

Em 07.05.2019   Arquivado em Harry Potter

Cadê as loucas de papelaria prontas pra mais um surto? Porque quando junta fofices nessa categoria com algo que a gente gosta, cá entre nós, é difícil resistir, né? E a Papel Picado enfiou o dedo beeem lá no fundo de uma das maiores feridas de todo bom e velho fã lançando uma linha de produto de Harry Potter! E se você tá achando aí que vai pirar, meu bem, acertou!

Quem não é de Belo Horizonte talvez nem conheça a loja, mas por aqui ela é presença marcante nos nossos corações. Lembro quando eu era pré adolescente e a conheci, foi onde nasceu em mim a vontade de, um dia, vender meus próprios itens de papelaria (o que hoje é realidade, com os cadernos artesanais lá do Expresso Rosa). Naquela época não era tão fácil achar materiais escolares fofinhos como é hoje, que vemos até em livrarias, então se você queria algo diferente era lá que tinha que ir. Inclusive foi onde minhas amigas de colégio compraram a elefante cor-de-rosa que fica em cima da minha cama até hoje e eu e meu pai compramos tinta pras nossas canetas tinteiro… Um misto de desejo consumista com muita lembrança carinhosa, é realmente marcante pra mim, e sei que pra muita gente também.

E nessa novidades de Harry Potter a fofura foi mantida, é claro! Eles têm Harry e Hermione em versão chibi, junto com ícones marcantes redesenhados bonitinhos: pomo de ouro, a coruja Edwiges, Chapéu Seletor e até as cartas de Hogwarts. Além de papelaria propriamente dita, com planners de mesa e marcadores de página, saíram produtos de uso pessoal, com opções de necessaires e chaveiro. A única coisa que não gostei foi a ausência do Rony, como se ele fosse um mero coadjuvante perto dos outros dois protagonistas, o que não é verdade, e cabia perfeitamente nos produtos em que eles parecem juntos… Fica aí a dica pra quem vai abordar a temática daqui pra frente: não negligenciem o Rony, ele é o coração do trio de ouro, gente!

Linha de Harry Potter da papel Picado

Imagens retiradas do site da marca, acesso em 06/05/19.

1. Necessaire “Quadribol” Tamanho M: R$49,00 | 2. Necessaire “Harry Potter” Tamanho P: R$44,50 | 3. Clips Magnéticos “Hermione”: R$ 19,90 | 4. Planner Semanal em Bloco: R$ 43,40 | 5. Chaveiro “Hermione”: R$ 44,50

Além listados a linha conta também com uma necessaire tamanho grande com a mesma estampa da pequena (R$55,90) e planner de mesa diário em bloco (R$23,80). Não dá pra saber se eles terão novos lançamentos ou o quão limitados são esses que já saíram, mas é bom aproveitar que ainda tem em boa quantidade. Alguns preços achei um pouco salgados (tipo o chaveiro), mas outros estão bem legais levando em consideração a qualidade do produto e as ilustrações originais. Em BH eles podem ser encontrados nas lojas físicas, mas quem tá longe pode adquirir os produtos na loja virtual, que entrega em todo Brasil!

Sobre crescer nas redes sociais…

Em 20.04.2019   Arquivado em Blog

Eu não sei dizer ao certo qual foi a primeira das minhas redes sociais, mas imagino que tenha sido o extinto Orkut. Ou então vai do que cada um considera uma rede social, porque dependendo de como você usava, até o Fotolog podia ser denominado assim. Digo isso porque por anos a minha “rede” principal foi o Flickr, que na verdade é um site de armazenamento de fotos, veja bem. Mas é isto, a internet vai evoluindo, a forma de comunicar mudando e quando você menos espera nem percebeu que desativaram aquela que deixou pra trás. E o pedacinho da nossa essência deixado em cada uma delas vai junto…

Sobre crescer nas redes sociais

Veja bem, eu cresci nas redes sociais, e nesse blog, também. Quando comecei a usar o nome “Sweet Luly” era uma (pré) adolescente que sabia muito pouco da vida, e menos ainda do que estava por vir. Jamais iria imaginar que estaria aqui, beirando os 30 e ainda escrevendo sob esse username, que teria me apegado carinhosamente a ele mesmo que não me defina tanto assim. Se parar pra pensar, é até um pouco infantil, né? “Sweet Luly”. Meu nome-apelido já passa esse ar meio teen, acho que pelo “y” no final (não sei!), mas o “título” que vem antes dele, ixi, mais ainda. Eu não sou mais tão “sweet”, e nem devia. Depois que cresce, a menos que tudo dê muito certo demais (e não dá pra quase ninguém), a gente acaba carregando tanto peso que ser 100% meiguice beira o ser bobo. E eu não sou boba, não. Aliás, tento diariamente ser tudo, menos isso. Mas, ainda assim, pô, tem quase 15 anos de vida esse blog (!!!), não consigo apagar essa parte tão indispensável de mim. Quando nasci, Marte estava em Áries, mas o Sol continua sendo em Câncer, então o sentimentalismo é o centro de qualquer área bélica que existe dentro de mim.

Mas aí, ainda assim, entrei em crise com o “@sweetluly” das redes já tem algum tempo. Meu primeiro usuário no Instagram foi esse, em 2012, mas menos de um ano depois ele sumiu da face da Terra e o aplicativo não me deixou usá-lo mais. Eu então criei a segunda (e atual) conta, @sweetluly90, colocando o ano do meu nascimento no final pra ficar diferente, já que eles assim queriam. Como eu ODIAVA esse user! Quando alguém me perguntava “Qual seu Instagram?” eu dizia “Ah, deixa que eu digito pra você, é meio complicado…” só pra não ter que falar em voz alta. Com o passar do tempo foi liberado o uso de @s que haviam sido deletados e eu, desavisada, só descobri quando alguém, num país qualquer por aí muito distante, já tinha pegado o “meu nome” pra uso próprio. Isso só serviu pra me fazer antipatizar com o novo mais ainda, como se ele fosse o grande culpado de não haver uniformidade nos links das minhas redes sociais. Mas é porque, sejamos justos comigo, era mesmo.

A situação era pior ainda porque eu levo essa coisa de redes sociais bem a sério. Pô, eu produzo conteúdo, né? Há tanto tempo que nem sei mais como é viver sem isso… Se tô no cinema, por exemplo, mesmo filme que não é de parceria e posso me dar ao luxo de não resenhar, minha cabeça escreve um post automaticamente à medida que o enredo vai se desenvolvendo. Esses anos, agora já mais do que o dobro dos que tenho de vida, me tornaram alguém programada pra ser blogueira em tempo integral. E por mais que eu não acredite nessa de que “blogs estão ultrapassados” – afinal leio e escuto isso desde que comecei – não tem como fazer o que faço, e o que muitos de vocês que estão lendo isso agora fazem também, sem esse complemento da vida contemporânea. Ou talvez até tenha, mas a coisa acaba ficando menos viável, e quanto maior a viabilidade nessa rotina de muito esforço, melhor. Fora essa personalidade naturalmente nostálgica que tenho, de querer sempre guardar minha própria história. É, eu gosto de mantê-las do jeito que considero ideal, sim. E faz anos que não consigo, por causa de um 90tinha de nada.

Toda essa safa vem martelando na minha cabeça há tempos. O blog pode e deve continuar sendo “Sweet Luly”, mas eu como pessoa não quero mais. Às vezes sou “sweet” e todo dia Luly, mas não podia continuar me definindo com essa palavra e só. Então simplifiquei, resumi a mim mesma trocando o @ das minhas principais redes sociais do momento (Twitter, Instagram e Pinterest), sem criar novos perfis, e pesquisando devagar como fazer o mesmo com as outras que restaram. Algumas, infelizmente, vão ter que ficar como estão. Até deixei contas mais ou menos inativas com os antigos no ar, pra garantir que quem cair lá desavisado vá saber pra onde seguir. E entre todos os nomes que poderia ter escolhido, por que não aquele que resume exatamente o que elas retratam? Por que não @lulylage? Por que não eu?

É uma coisa boba pra quem tá de fora, mas até meio representativa aqui dentro. Já passei por vários momentos de amadurecimento relevantes ao longo da minha vida, mas o atual é provavelmente o mais significativo de todos. E minha vida online, que acaba sendo a mesmíssima coisa da vida offline, tá vivendo os reflexos disso, também. De toda essa fluidez louca que, não importa o quão grande seja, ainda preserva aquela boa e velha essência de ser. Como um cacto em constante metamorfose, cada dia desenvolvendo novos galhos e mudas, mas com raízes, firmes e fixas, não o deixando esquecer sua base, mas jamais se limitando a ela. Cresci, e elas cresceram junto comigo!

Página 1 de 22312345... 223Próximo