Animais Fantásticos e os Perigos dos Discursos Autoritários

Em 13.11.2018   Arquivado em Filmes, Harry Potter

Quando foi anunciado o título do segundo filme da nova série do mundo mágico de J.K. Rowling, Animais Fantásticos: os Crimes de Grindewald, que estreia essa quinta feira 15, decidi que não o assistiria no cinema ou pagaria por ele em qualquer lugar. Ver um ator com (mais de um!) histórico de agressão interpretando o papel título já era difícil, mas nem de longe o pior: o posicionamento de toda a equipe em relação a isso, inclusive da própria JK que sofreu agressão doméstica, me fez bater esse martelo. Eu não queria, de modo algum, compactuar com aquilo, mas semana passada recebi via e-mail um ingresso para que o Sweet Luly estivesse na pré-estreia de convidados dia 12, e me vi obrigada a repensar o assunto. Eu não podia recusar isso ao meu blog, poderia excluí-lo de futuras oportunidades. Pensei, é claro, em passar o ingresso adiante, mas minha cabeça deu um estalo ao lembrar de uma cena que já havia sido divulgada, e vi que eu poderia SIM assistir a esse filme, trazendo algo de positivo para ele ao produzir conteúdo sobre. Não e jamais uma resenha: o boicote permanece, nesse aspecto. É falando sobre política e como o contexto do mundo mágico na década de 20 se repete hoje no NOSSO mundo incluindo, é claro, aqui, nas terras tupiniquins.

Pode parecer coincidência, ou que estamos “vendo o que não existe”, mas qualquer um que conheça Joanne Rowling sabe que é mentira. Pondo todas as ressalvas que tenho à minha “ex maior ídola” à parte, não podemos negar, essa mulher respira ativismo, incluindo político! Seu perfil no Twitter contém mais críticas a Donald Trump do que material sobre Harry Potter, e com razão… Política, ao contrário do que somos ensinados a acreditar, não é somente o que nos leva a uma zona eleitoral a cada dois anos, ela REGE NOSSA VIDA! Tudo o que somos, fazemos e pensamos é político. O que acontece fora do país nesse aspecto nos atinge. O que acontece dentro? Mais ainda! E sabendo disso não há como negar que Gellert Grindelwald, esse velho novo vilão, não poderia ser nada mais que uma metáfora à onda neo fascista que está crescendo para todo lado.

Animais Fantásticos: o perigo de discursos autoritários!

Imagem via Pipoca Combo

Quando se trata de bruxo das trevas, estamos acostumados com a soberania mimada de Lord Voldemort e sua necessidade de atingir objetivos megalomaníacos “na marra”. Tom Servolo Riddle é um reflexo dos dois homens que seu nome homenageia: preconceituoso, arrogante, carregando aquele ar superior mesmo que não tenha nada e o esfregando na cara dos outros. Um mestiço com ideias puro-sangue, homem genial que comete erro atrás de erro em nome de sua obsessão com uma simples criança. Aquele que tem seus seguidores fanáticos por causa do discurso excludente, sim, mas que também se esforça para consegui-los à força: tortura, domina mente, mata, chantageia. A verdade é que por mais estrategista que ele seja, lhe faltam as famosas “papas na língua”.

Mas não em Grindewald: esse é seu maior poder. Ele é extremamente inteligente, sim, mas sequer precisaria disso, pois consegue conquistar seus “minions” de forma ainda mais perigosa, transformando falácias exatamente no que as pessoas precisam ouvir. Sabe quando você diz que é contra pena de morte e alguém automaticamente assume que está defendendo bandidos no lugar das vítimas? O papel de Grindewald é esse, inverter a visão de bem e mal em nome “do bem maior”, seu lema que já nos era conhecido nos livro de Harry Potter. Ouvi-lo dizer que não odeia aqueles que claramente julga inferiores nos faz quase esperar que essa frase seja finalizada com “tenho até amigos que são!”, como tanto ouvimos aqui e ali. Ele trata os que estão ao seu lado como “irmãos e irmãs”, ora, estamos todos em busca do mesmo objetivo, mas lá no fundo, todos sabemos, não espera de forma alguma ser visto como igual por eles, e sim como quem os lidera.

Grindewald não suja as mãos. Não em público! Ele permite que a violência exista e a pratica, claro, mas sempre com algum propósito, seja ele superar “inimigos” ou incitar ainda mais violência que vai fazê-lo parecer o verdadeiro inocente, no fim das contas. É desonesto, mas acredita tão fortemente que tem direito a essa desonestidade que todos os que são seduzidos por ele passam a acreditar também. Fala meias verdades e as mais velhas mentiras, e é aplaudido por aqueles que as compram, porque sabe como, onde e com quem falá-las. Sua asserção se assemelha tanto a de tantos outros antes e depois dele na história “trouxa” que é assustador ver como a vida imita a arte, inclusive no momento em que o nazismo foi protagonista da Segunda Guerra Mundial, que coincidentemente ou não (só descobriremos ao final dos cinco filmes) teve seu fim exatamente no mesmo ano em que, já sabemos, ele foi derrotado por Alvo Dumbledore… Ele, que é o “outro lado da moeda”, tão persuasivo quanto, mas que sabe decidir entre o que é certo e o que é fácil.

Leia também: Animais Fantásticos e Onde Habitam, resenha do primeiro filme da série pelo qual, por sinal, sou apaixonada!

A verdade é que a presença de Johnny Depp foi uma das coisas que menos me incomodou em cena, apesar de incomodar “a alma”, foi um dos raríssimos momentos em que olhei para uma atuação dele feita nos últimos 20 anos e achei aceitável. O segundo “Animais Fantásticos” é, porém, desserviço a uma história sensacional ao tentar enfiar o fan service na nossa “goela abaixo”. O que sobra em bons efeitos e atuações, falta em direção e roteiro a ponto de ser difícil de ser visto por causa do primeiro e cansativo (no sentido de forçar algo sem necessidade) pelo segundo. Mas, nesse momento, é o que menos importa. O discurso que é feito nas cenas finais do longa, e todas as atitudes tomadas antes (e depois, nos próximos três filmes que virão) por quem o faz são um alerta extremamente pertinente para os perigos que o autoritarismo nos traz e como ele pode ser sedutor onde menos se espera. Faz quem já está ciente disso se revoltar com a realidade da situação tão absurda, e quem não está ciente, quem sabe, abrir os olhos, antes que seja ainda mais tarde demais.

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald 15 de novembro, nos cinemas

CeraVe Loção Hidratante | Pele Seca e Extra Seca

Em 09.11.2018   Arquivado em Beleza

Existem costumes que a gente se vê “obrigada” a adquirir à medida que os anos vão passando, e hidratar o corpo foi um dos meus. Nunca liguei muito pra isso, sempre foquei no rosto, usava apenas daqueles com cheirinho em ocasiões especiais sem olhar o benefício, quase como um complemento ao perfume ainda que não fizesse diferença real na pele, que devia ser o objetivo. Mas à medida que os “vinte e tantos anos” foram avançando me vi em situações em que essa negligência começou a trazer resultados incômodos pra mim. Por esse motivo me inscrevi na campanha de CeraVe Loção Hidratante no The Insiders Brasil e receber o aviso de que fui selecionada foi celebrado com muitos sorrisos e vontade enorme de receber logo pra testar!

CeraVe Loção Hidratante

CeraVe está chegando agora no Brasil, mas já é o hidratante número 1 em recomendação de dermatologistas nos EUA. Contém 3 ceramidas essenciais naturais da pele e tecnologia MVE (emulsão multivesicular), que garante a hidratação ativa por 24h. É indicado para pele seca ou extra seca, ou seja, uma hidratação “pesada”, mas a textura não reflete isso: é bem leve, quase líquida! Isso é ótimo para quem não gosta muito da sensação “peguenta” de creme na pele, porque seca super rápido e logo você nem lembra que passou. Outra vantagem enorme é o fato de que é sem perfume, então não interfere em qualquer outra fragrância de seu costume. A loção em si tem cheirinho fraco e não muito agradável, mas que simplesmente some depois de passar e não fica na pele mais… Enfim, cumpre o objetivo!

Meu kit chegou há pouco mais de duas semanas, no dia 23 de outubro, e desde então estou usando religiosamente todos os dias nas pernas, braços, seios e PRINCIPALMENTE nas costas, que é o local que escolhi pro meu ‘Desafio” proposto na campanha: durante 3 dias aplicar em uma parte do corpo onde você normalmente não se liga muito, e mostrar o resultado no Stories do Instagram. Como é um lugar que não é muito visto, acabo esquecendo delas ainda mais, e foi ótimo sentir a diferença ao longo desse curto tempo, porque realmente ficou mais macia e gostosa. Como passo muito tempo no computador é uma delícia também fazer essa “auto massagem” no fim do dia, quando sempre sinto uma dorzinha abaixo do pescoço. Ajuda até a relaxar pra dormir!

CeraVe Loção Hidratante

E aí, pra fechar, nossa PROVA DE FOGO da família: minha irmã! Daninha está com um problema de pele bem sério, em fase de exames dermatológicos pra tentar descobrir o que é, que faz a região do ombro, axila e braço ficar muito seca e descamando bastante. Por esse motivo ela não só não pode, mas também não CONSEGUE usar praticamente hidratante nenhum, porque arde insuportavelmente sem trazer resultados expressivos… Até testar o CeraVe também! Agora pelo menos uma vez ao dia, após o banho, ela passa onde incomoda e disse que ajudou MUITO! Não solucionou, é claro, e em alguns dias chegou a doer beeem pouquinho, mas a diferença desse uso para os outros testados anteriormente foi expressiva. Quando o produto tem o “Selo Daninha” de aprovação é porque é bom MESMO, ela é cheia de objeções no que usar na pele e tem algumas alergias também!

A linha veio pro Brasil bem completa, com essa opção em diversos tamanhos mas também com versões para rosto, pés e loção de limpeza, que vem numa embalagem verde e que eu quero MUITO, pra adquirir também o costume de hidratar durante o banho. Todas a novidades estão sendo postadas nas redes sociais da marca, que tem perfil específico pra clientela tupiniquim no Instagram e Facebook.

CeraVe Loção Hidratante

Sim, até minhas dolls aderiram ao uso, hahaha!

A loção hidratante CeraVe com 200ml já está à venda nas principais farmácias e perfumarias (inclusive pela internet) custando, aproximadamente, R$49,90. Já o vidro maior, de 473ml, sai em uma média de R$79,90. (Preços pesquisados em 08/11/18.) Como ele é ligeiramente líquido e MUITO hidratante, a embalagem menor já rende bastante e, pensando em custo e benefício, vale MUITO à pena, podem apostar!

Psiu! Prestenção! Esse produto foi enviado pela CeraVe através de uma campanha de The Insiders Brasil para que eu pudesse testar, divulgar e dizer o que acho sobre ele no Instagram. As opiniões expressas aqui, porém, são MINHAS, 100% sinceras após duas semanas de uso, e nesse caso sequer havia a necessidade de escrever um post pro blog sobre o assunto!

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald 15 de novembro, nos cinemas

Quando a chuva vem

Em 06.11.2018   Arquivado em Escrevendo

Quando a chuva vem

Quando o vento começa a ter cheiro, a gente sabe: vem chuva aí! Se tem roupa no varal, hora de tirar. Se a gata tá lá fora, hora de buscar (ela morre de medo)! Saio correndo e volto com a bichinha no colo, tremendo. Depois, já dentro do quarto, se enrosca na cama e fica olhando pra janela, com aquela carinha de terror e vontade de ter coragem de voltar pro quintal e brincar. Mas não pode, então fica aqui, esperando a hora de acabar…

Se o clima continua assim ao longo da tarde, sei que a noite vai ser boa, porque o aumento da umidade relativa no ar faz maravilhas no funcionamento das minhas vias respiratórias. Se permanece de madrugada, melhor ainda, além disso vai ter aquele barulhinho bom pra dormir. Quando fica muito forte, pode saber: vai ter pelo menos uma piscadinha na energia! Fiação antiga, qualquer balanço forte e já temos que tirar as velas da gaveta…

Sobre o durante? Meu jeito favorito de encarar a chuva é observá-la cair, ver gotas batendo no vidro e escorregando, indo mais rápido quando esbarram em outra que tá em baixo. Contar as pessoas que passam correndo na rua, casaco sobre a cabeça, pra chegar logo em seu destino e levar o mínimo possível de água em si no trajeto. Admirar as luzes distantes de um raio aqui e outro ali, numerando os segundos entre eles e o barulho do trovão que, às vezes, dá pra ouvir logo em seguida!

Esse post foi inspirado na proposta #49 do Creative Writing Prompts, que oferece mais de trezentas ideias legais para desenvolver sua escrita criativa. É o 23º entre os 25 que me propus a escrever até outubro de 2018, o que significa que não consegui, mas vou continuar fazendo mesmo assim, até ultrapassar esse número!

A Garota na Teia de Aranha: 8 de novembro nos cinemas

Bohemian Rhapsody: tributo digno da realeza!

Em 03.11.2018   Arquivado em Filmes, Música

Bohemian Rhapsody *****
Bohemian Rhapsody Elenco: Rami Malek, Gwilyn Lee, Ben Hardy, Joseph Mazzello, Lucy Boynton, Tom Hollander, Allen Leech, Aaron McCusker, Aidan Gillen, Mike Myers
Direção: Bryan Singer
Gênero: Drama, Música
Duração: 134 min
Ano: 2018
Classificação: 14 anos
Sinopse: “Freddie Mercury e seus companheiros, Brian May, Roger Taylor e John Deacon mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen durante a década de 1970. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas.” Fonte: Filmow (sinopse e pôster).

Comentários: Poderiam ser “trovões e relâmpagos me assustando muito”, mas eram aplausos vindo de dentro e fora da tela do cinema. Bohemian Rhapsody, provavelmente o maior dos sucessos do Queen que fez a carreira da banda estourar mundialmente, foi o título escolhido para o filme que conta a trajetória de seu vocalista, Freddie Mercury, nos anos em que o quarteto tocou junto. E, se tratando de Freddie, estamos falando de uma grande lenda do rock! O ator escolhido para interpretá-lo, Rami Malek, teve em mãos duas possibilidades extremas em sua carreira, ficaria marcado para sempre como um sucesso estrondoso ou dolorida derrota… Felizmente, foi a primeira opção: não só a caracterização está perfeita (principalmente quando colocava os óculos de Sol), mas também os trejeitos, modo de falar e de se comportar. Com uma mixagem de som que misturou áudio originais, a voz do ator e do canadense Marc Martel, a transição do falado para o cantado está tão perfeita e convincente que é impossível não se arrepiar!

Os outros membros da banda também estão perfeitos, com destaque total para Brian May que ficou absolutamente IDÊNTICO, de forma positivamente assustadora. A história começa um pouco antes da formação do Queen, mostrando como as quatro se juntaram, apostaram em criações experimentais, ousaram , definiram seu estilo, até atingir o estrelato. Paralelo a isso, como Freddie foi de um garoto um pouco tímido a “rainha histérica”, com visual extravagante, estilo de vida cheio de excessos até, em fim, a descoberta da AIDS que desencadeou na broncopneumonia que o matou. O filme, porém, foca muito mais na música em si, deixando a vida de álcool, drogas e sexo em segundo plano e tornando a doença como “algo a mais” que, por mais que tenha abalado a todos, nos conseguiu destruir aquela imagem que sempre pareceu indestrutível.

Os números musicais são incríveis, principalmente a criação de “Bohemian Rhapsody”, as primeiras execuções de “We Will Rock You” e, CLARO, a lendária apresentação no Live Aid, que dura ousadíssimos 20 minutos e ainda assim te faz querer mais. Não sou muito fã de ver filmes em IMAX 3D porque não enxergo muito bem e me dá dor de cabeça, mas tive a oportunidade de assisti-lo na pré estreia que foi nessa sala, porém em 2D. Valeu MUITO a pena! Os momentos em que a câmera foca na plateia te fazem quase acreditar que você está ali! O uso de áudios originais traz toda a vibe que a presença do público tinha e as interpretações foram todas impecáveis, realmente reproduzindo os movimentos dos integrantes da banda, contando inclusive com a produção musical de Brian May e Roger Taylor. Nesse aspecto não tem como achar um defeito sequer, você ri e chora sem parar, cheio de brilho no olhar.

Bohemian Rhapsody

Bohemian Rhapsody: imagem via Metro

Se fosse pra citar um problema, por mais que não considere assim, a linha do tempo é completamente diferente de como foram as coisas na verdade. Mas trata-se de um filme biográfico, não um documentário, com intuito de celebrar uma vida, esse tipo de adaptação se faz necessária. Colocando o Rock In Rio muito cedo e Live Aid um pouco “tarde”, é possível sentir o impacto que o Queen tinha na plateia desde que nasceu até o “fim”. Tem outros pequenos deslizes, é claro, mas que estão ali justamente para levar a história ao cinema de modo mais atrativo possível. Algumas coisas foram bem dramatizadas também, como a breve carreira solo do Freddie, é claro, mas ainda assim é mensagem de que eles eram como uma família, sempre dando suporte um ao outro, foi mantida, o que é fundamental para o entendimento do Queen.

E por fim, outro ponto extremamente positivo, temos a visibilidade bi tomando conta das telonas! Não é estranho que um dos maiores ícones gays do mundo era, na verdade, bissexual? De Mary Austin, seu “Love of my life” e amiga a vida toda, mesmo após o fim do relacionamento dos dois (que o próprio Freddie definia como insubstituível) a Jim Hutton, que esteve ao seu lado até morrer, vemos o protagonista amando homens e mulheres com uma imprensa louca em cima disso, sempre tentando arrancar dali uma confissão sobre o assunto, em vão. Na época do lançamento dos trailers vi muita gente reclamando da presença de Mary neles, porque tornava tudo “muito heteronormativo”, mas a verdade é que ignorar a bissexualidade de um dos maiores nomes da música seria invisibilizar ainda mais essa parte já tão excluída do movimento LGBTQ+. E não foi o que aconteceu!

Entre tantos acertos você assiste a essas duas horas com a sensação de que está vendo muito mais, com tanta coisa acontecendo em tela, mas sem se cansar, pelo contrário! Definitivamente, um tributo digno dele que era, como o nome da banda e seu microfone simulando um cetro sugerem, a realeza do rock and roll. E, se você é fã como eu, fique na sala durante os créditos finais para não sentir falta de nada: uma das canções mais icônicas de todas, que marcou esse período final da vida do vocalista (ainda que não tenha sido escrita por ele), está ali, pra te fazer soltar as últimas lágrimas que ainda sobraram para chorar!

Leia também: Nasce Uma Estrela, resenha do musical estrelado por Lady Gaga e Bradley Cooper

Trailer:

Maquiagem Zomby Gaga para o Halloween (e Lookbook!)

Em 30.10.2018   Arquivado em Beleza, Moda, Vídeos

Desde que foi anunciada, Zomby Gaga, a Monster High da Lady Gaga, roubou meu coração. Ela é maravilhosa, uma boneca primorosa em cada detalhe, inspirada nessa mulher incrível que a Gaga é e na mensagem linda de “Born This Way”. No natal do ano passado a Lili, minha amiga, me deu ela de presente e desde então fiquei já com a mão COÇANDO para tentar reproduzir a maquiagem… E, bem, Halloween tá aí, né? Pra isso que serve! E como nessa vida tudo vira post não só fiz como também gravei um vídeo mostrando o processo!

Mas é aquele negócio, né gente… EU NÃO SOU MAQUIADORA! Tenho muito amor por maquiagem e muita ajuda na área (principalmente da querida Julis Costa, que recentemente aumentou muuuito meu estoque e sempre com qualidade). Gravar esse tipo de coisa é um modo de me divertir e, quem sabe, servir de referência pra quem, como eu, adora mas não arrasa taaaanto assim. É amador, mas também com muito-muito-muito amor, então aí estar!

Materiais Usados:

Primer Studio Perfect, da Ruby Rose
Corretivo BT 10, da Linha Bruna Tavares
Pancake branco, da ColorMake
Paleta de sombras e contorno MB224, da Luisance
Lápis de olho preto, da Bella Oggi Italia
Sombra “Crave” da paleta Naked Basics, da Urban Decay
Sombra lápis preta Make B., de O Boticário
Delineador líquido preto, da Bella Oggi Italia
Batom matte Malvatu, da Quem Disse, Berenice?
Máscara para cílios Perfect Doll, de O Boticário

Pincéis

Chanfrado Blush F3, da The Beauty Box
Achatado Longo Sombra E5, da The Beauty Box
Pincel chanfrado para delineador, da Contém 1G
Pincel para sombra, da Avon
Esfumar roxo nº 35, da UHU
Chanfrado sombra da Quem Disse, Berenice?

Maquiagem Zomby Gaga | Halloween

Óculos: s/m | Camisa branca: Luigi Bertolli | Camisa preta: Zara | Calça: s/m | Sapato: Valesca Calçados | Gravata: s/m. Mais no Lookbook

E é ÓBVIO que, estando a maquiagem pronta e sem a menor vontade de desperdiça-la, eu aproveitei a chance pra fotografar o look, né? A Zomby Gaga vem com dous conjuntos de roupas: uma camisa comprida e meia arrastão, que é difícil de copiar por causa da estampa, e um conjunto de terninho! Nesse caso nenhum mistério: camisa branca por baixo, preta de manga comprida por cima, uma calça lisa, plataforma pesadona, gravata borboleta e óculos quadrados, tudo preto! Muito fácil de achar e que eu FELIZMENTE tinha fácil em casa.

Maquiagem Zomby Gaga | Halloween

Eu queria ter conseguido passar um spray rosa no meu cabelo? Queria! Melhor ainda se fizesse as mechas roxas? Claro. Mas infelizmente não chegamos a tanto, gente, foi mal! Mas ainda enquanto prendia um rabo lateral pra pelo menos ficar igual nesse aspecto, lembrei daquele lação que a gaga usava no início da carreira… Aaaaaah, ótima chance de tentar fazer um também, né? Meu cabelo tava bem bagunçadão no dia e o laço também ficou, mas como estava nessa vibe de monstrinho acabou combinando um pouco, sei lá! Acabou que gostei, tá bonitim e tudo mais…

Leia também: Nasce Uma Estrela, resenha do musical estrelado por Lady Gaga e Bradley Cooper

Maquiagem Zomby Gaga | Halloween

Nas mãos eu não teria a destreza de desenhar os ossos esfumadinhos (principalmente na direita!), então apenas passei o pancake bem mal passadinho, escrevi o “Gaga” de um lado e pedi minha mãe pra escrever o “Lady” do outro, com o mesmo delineador usado no rosto. Ficou como uma representação desse detalhes LINDO que a boneca tem! Inclusive, falando nela, fica aí uma foto dessa LINDEZA pra fechar o post, só pra vocês compararem e perceber que, sim, ficou até bem legal!

Um FELIZ HALLOWEEN a todas, curtam bastante e se cuidem!

Esse post faz parte do Dreamcatcher Project organizado no grupo d’A Corte Vermelha, cujo tema de Outubro é Halloween. Veja também os textos de outros participantes: Memorialices, Banshuu TV e Livros, Gatos, Café.

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